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	<title>Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial &#8211; Odonto Up</title>
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		<title>Vídeo da Cirurgia de Bichectomia &#124; Buccal Fat Pad Excision</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jul 2019 19:18:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[bichectomia]]></category>
		<category><![CDATA[buccal fat pad]]></category>
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					<description><![CDATA[A bichectomia é uma técnica de cirurgia plástica bucal que faz a remoção da gordura da região da bochecha, conhecida também como lipoescultura facial, lipectomia jugal, entre outros nomes mais populares.  Esse post traz uma revisão anatômica da Bola de Bichat e um vídeo com o protocolo cirúrgico feito pela Profa. Dra. Tatiana Deliberador. Já [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <strong>bichectomia</strong> é uma técnica de cirurgia plástica bucal que faz a remoção da gordura da região da bochecha, conhecida também como lipoescultura facial, lipectomia jugal, entre outros nomes mais populares. </p>



<p>Esse post traz uma revisão anatômica da <a href="https://www.odontoup.com.br/anatomia-da-maxila/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Bola de Bichat </strong></a>e um vídeo com o protocolo cirúrgico feito pela Profa. Dra. Tatiana Deliberador.</p>



<p>Já preparem o bloco de anotações para essas <strong>dicas</strong> incríveis que vocês terão a oportunidade de ter gratuitamente!</p>



<p>Cientificamente, é conhecido como <em>Remoção do Corpo Adiposo da Bochecha</em> (<em>Buccal Fat Pad</em>) e é um procedimento que pode ser realizado pelo cirurgião-dentista habilitado ou cirurgião plástico. O Conselho Federal de Odontologia liberou a <em>Resolução 198/2019</em> que regulamenta a prática pelos profissionais cirurgiões-dentistas, já que somos responsáveis pelo equilíbrio estético e funcional da face.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Indicação</h2>



<p>A principal <strong>indicação</strong> da técnica é para pacientes que tem mordiscamento da mucosa jugal, independente do tipo do rosto.</p>



<p>A segunda indicação é para pacientes com necessidades estéticas, avaliando tipo de rosto. É fundamental avaliar a simetria facial com fotos iniciais.</p>



<figure class="wp-block-image"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="1024" class="wp-image-8397" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/07/TIPOS-ROSTO-1-1024x1024.png" alt="" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/07/TIPOS-ROSTO-1-1024x1024.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/07/TIPOS-ROSTO-1-150x150.png 150w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/07/TIPOS-ROSTO-1-300x300.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/07/TIPOS-ROSTO-1-768x768.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/07/TIPOS-ROSTO-1-696x696.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/07/TIPOS-ROSTO-1-1068x1068.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/07/TIPOS-ROSTO-1-420x420.png 420w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/07/TIPOS-ROSTO-1.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><strong>Dica:</strong> tire fotos de frente, de perfil e queixo-testa (de baixo para cima), com paciente sorrindo e em repouso.</p>



<p>Apalpar a região da bochecha e verificar se, mesmo em intercuspidação, há um aspecto mais maleável do que enrijecido na região da bochecha.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Anatomia</h2>



<p>A <strong>Bola de Bichat</strong> fica localizada entre o <a href="https://www.odontoup.com.br/resumo-2-anatomia-de-cabeca-e-pescoco/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">masseter</a> e o <a href="https://www.odontoup.com.br/resumo-2-anatomia-de-cabeca-e-pescoco/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">bucinador</a>. É um corpo adiposo que está próximo de estruturas importantes da face, <a href="https://www.odontoup.com.br/resumo-1-de-anatomia-de-cabeca-e-pescoco/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">nervos</a>, artérias e o ducto da glândula parótida. Tem a sua formação dada em lóbulos de gordura, com a função de proteção anatômica. É envolta por uma película de revestimento que a circunda.</p>



<ul class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<li class="blocks-gallery-item">
<figure><img decoding="async" width="1024" height="811" class="wp-image-8399" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/07/anatomia-bola-bichat--e1561993978308-1024x811.png" alt="" data-id="8399" data-link="https://www.odontoup.com.br/?attachment_id=8399" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/07/anatomia-bola-bichat--e1561993978308-1024x811.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/07/anatomia-bola-bichat--e1561993978308-300x238.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/07/anatomia-bola-bichat--e1561993978308-768x608.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/07/anatomia-bola-bichat--e1561993978308-696x551.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/07/anatomia-bola-bichat--e1561993978308-1068x846.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/07/anatomia-bola-bichat--e1561993978308-531x420.png 531w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/07/anatomia-bola-bichat--e1561993978308.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</li>
</ul>



<p>Revisado a anatomia e indicações da técnica, veja a seguir a sequência operatória realizada pela Profa. Dra. Tatiana Deliberador: (veja pelo youtube)</p>
<p><iframe title="Bichectomia - O Melhor Passo a Passo Cirúrgico Que Você Verá" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/L2xYfrLlQM4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>



<p>IMPORTANTE: é necessário exames laboratoriais pré-operatórios (<em>em breve um ebook de exames pré-operatórios estará disponível no site</em>), além de um <em>Termo de Consentimento </em>assinado pelo paciente.</p>



<p>A medicação deve conter <a href="https://www.odontoup.com.br/antibioticos-2/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">antibiótico</a>, <a href="https://www.odontoup.com.br/grupos-de-medicamentos-usados-na-odontologia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">anti-inflamatórios</a> e <a href="https://www.odontoup.com.br/grupos-de-medicamentos-usados-na-odontologia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">analgésicos</a>. Recomenda-se <em>Dexametasona</em> 4mg, <em>amoxicilina</em> e<em> clorexidina</em>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pós-operatório</h2>



<p>Os cuidados pós-operatórios devem ser enfatizados. É normal o inchaço, edemas e hematomas na região da face, por isso indica-se bandagem (no sentido queixo-orelha) e drenagem linfática, além das restrições físicas de exercícios por 2 semanas.</p>



<p>Acompanhamento pós-operatório de 30, 60 e 180 dias com fotos.</p>



<p>É necessário o <strong>máximo de cautela</strong> durante o procedimento de <strong>bichectomia</strong>, mesmo parecendo um procedimento de fácil execução. Manipulamos tecidos próximos a estruturas anatômicas importantes que exigem cuidados e conhecimento da técnica. Lembre-se, executar sempre com segurança!</p>



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<p>Referências</p>



<p>Ali Hassani et. al. Applications of the Buccal Fat Pad in Oral and Maxillofacial Surgery, A Textbook of Advanced Oral and Maxillofacial Surgery Volume 3, 2016 DOI: 10.5772/63133. </p>
<p>Fonte imagem destacada: https://surgeryreference.aofoundation.org/cmf/sequela/midface/maxilla-alveolar-defects/buccal-fat-pad</p>
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		<title>Artroscopia de ATM</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/artroscopia-de-atm/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Mar 2017 21:18:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[artroscopia]]></category>
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					<description><![CDATA[A cirurgia artroscópica tornou se um dos mais populares e eficazes métodos de diagnóstico e tratamento dos transtornos da ATM. Em 1975, Ohnishi foi o primeiro a utilizar um artroscópio na ATM, estudando seus movimentos e a anatomia artroscópica. É um procedimento realizado sob anestesia geral, é mais invasivo do que a artrocentese e menos agressiva [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>cirurgia artroscópica</strong> tornou se um dos mais populares e eficazes métodos de diagnóstico e tratamento dos transtornos da <strong>ATM</strong>. Em 1975, <em>Ohnishi</em> foi o primeiro a utilizar um artroscópio na ATM, estudando seus movimentos e a anatomia artroscópica. É um procedimento realizado sob anestesia geral, é mais invasivo do que a artrocentese e menos agressiva e iatrogênica do que a artrotomia.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6973" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2017/03/ARTROSCOPIA1-3.png" alt="ARTROSCOPIA1-3" width="1024" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2017/03/ARTROSCOPIA1-3.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2017/03/ARTROSCOPIA1-3-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2017/03/ARTROSCOPIA1-3-768x576.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><br />
<strong>Contra-indicações</strong></p>
<ul>
<li>Infecções cutâneas ou articulares e otites</li>
<li>Tumores</li>
<li>Dores de origem psiquiátricas</li>
</ul>
<p><strong><br />
Procedimento</strong><br />
O artroscópio consiste em um cilindro rígido composto por um sistema de lentes de maneira a projetar a imagem do alvo até o olho humano. Essa técnica envolve a colocação de uma pequena cânula no espaço articular superior, seguido da inserção do artroscópio para permitir a visualização direta de todos os aspectos da fossa glenóide, espaço articular superior e o aspecto superior do disco. A instrumentação utilizada através da cânula de trabalho inclui pinça, tesoura, suturas, agulhas de medicação, sondas de cauterização e instrumentação motorizadas, tais como brocas e raspadores.<br />
<strong></p>
<p>Vantagens</strong></p>
<ul>
<li>Técnica segura (baixa taxa de complicação);</li>
<li>Pós-operatório confortável;</li>
<li>Retorno precoce da função;</li>
<li>Inexistência de cicatriz/ou pouco evidente;</li>
<li>Ótima visualização do campo operatório comparado com a Artrocentese;</li>
</ul>
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<p><strong><br />
Complicações</strong></p>
<ul>
<li>Perfuração da capsula;</li>
<li>Extravasamento do fluido auricular;</li>
<li>Danos aos tecidos moles e cartilaginosos causado pelo cirurgião;</li>
<li>Fraturas de instrumentos;</li>
<li>Necessidade de conversão da cirurgia artroscópica para cirurgia aberta.</li>
</ul>
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</body></p>
<p><strong><br />
Referências</strong><br />
<em>Livro: Peterson</em><em>, James r. Hupp. </em><a href="https://www.amazon.com.br/s/ref=dp_byline_sr_book_2?ie=UTF8&amp;field-author=Edward+Ellis&amp;search-alias=books" target="_blank" rel="noopener"><em>Edward Ellis</em></a><em> e </em><a href="https://www.amazon.com.br/s/ref=dp_byline_sr_book_3?ie=UTF8&amp;field-author=Myron+R.+Tucker&amp;search-alias=books" target="_blank" rel="noopener"><em>Myron R. Tucker</em></a><em> em: <strong>Cirurgia Oral e MaxiloFacial, (capitulo 30) 6º Edição</strong>.</em><br />
<em>Artigo- Orientador: SHIBLI e Autores: Jamil Awad, Cozzolino e Fabio Augusto em: <strong>Avaliação da artroscopia cirúrgica da articulação Temporomandibular em indivíduos com disfunções intra-articulares. </strong></em><br />
<strong><em> </em></strong><em>Artigo SCIELO- Autores: Eduardo Grossmann e Thiago Kreutz em: <strong>Temporomandibular Joint Surgery</strong> <strong>(2011).</strong></em><br />
Autor: <strong>Dra. Jiane Gilliet Beira, Cirurgiã Dentista graduada na Universidade Positivo.</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Aprenda Montar Uma Mesa Cirúrgica</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/aprenda-a-montar-uma-mesa-cirurgica-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2016 22:36:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[cirúrgica]]></category>
		<category><![CDATA[disposição]]></category>
		<category><![CDATA[mesa]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
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		<category><![CDATA[resumo]]></category>
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					<description><![CDATA[Você sabe como se monta uma mesa cirúrgica? Claro, não existe uma regra e cada cirurgião posiciona os instrumentais da maneira que lhe é mais viável e funcional, mas isso pode facilitar e muito a sua vida durante os procedimentos cirúrgicos. Veja uma sugestão de disposição funcional de uma mesa cirúrgica: O que você achou? Essa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabe como se monta uma <strong>mesa cirúrgica</strong>? Claro, não existe uma regra e cada cirurgião posiciona os instrumentais da maneira que lhe é mais viável e funcional, mas isso pode <strong>facilitar</strong> e muito a sua vida durante os procedimentos cirúrgicos.</p>
<p>Veja uma sugestão de disposição funcional de uma mesa cirúrgica:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6501" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Disposição-Mesa-Cirúrgica.png" alt="Disposicao Mesa Cirurgica" width="1024" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Disposição-Mesa-Cirúrgica.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Disposição-Mesa-Cirúrgica-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Disposição-Mesa-Cirúrgica-768x576.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><br />
O que você achou? Essa disposição pode ser muito prática e melhorar o seu desempenho na<strong> cirurgia</strong>. Não custa tentar, não é mesmo?<br />
<body><br />
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<p>Quer dominar a área cirúrgica e se destacar? <strong><a href="http://odontoup.com.br/category/cirurgia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clique aqui</a> </strong>e explore o mundo da cirurgia na odontologia.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Cirurgia Ortognática: Entenda o que é em 3 minutos.</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/cirurgia-ortognatica-entenda-o-que-e-em-3-minutos/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/cirurgia-ortognatica-entenda-o-que-e-em-3-minutos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2016 18:51:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[classificação]]></category>
		<category><![CDATA[deformidades]]></category>
		<category><![CDATA[dentofaciais]]></category>
		<category><![CDATA[mandíbula]]></category>
		<category><![CDATA[maxila]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[ortognática]]></category>
		<category><![CDATA[Princípios]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[traumatologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A cirurgia ortognática é uma modalidade de tratamento bem estabelecida para corrigir as deformidades dentofaciais moderadas e severas, de modo a facilitar a terapia ortodôntica de má-oclusão. A conduta de tratamento visa atender a cinco princípios: As deformidades dentofaciais podem, frequentemente, ser tratadas por procedimentos isolados na maxila ou mandíbula. Em razão das anormalidades poderem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>cirurgia ortognática</strong> é uma modalidade de tratamento bem estabelecida para corrigir as <strong>deformidades dentofaciais</strong> moderadas e severas, de modo a facilitar a terapia ortodôntica de má-oclusão.</p>
<p>A conduta de tratamento visa atender a cinco princípios:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6482" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/ortognatica-2-e1468262906308.png" alt="ortognatica" width="1024" height="565" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/ortognatica-2-e1468262906308.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/ortognatica-2-e1468262906308-300x166.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/ortognatica-2-e1468262906308-768x424.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>As deformidades dentofaciais podem, frequentemente, ser tratadas por procedimentos isolados na maxila ou mandíbula. Em razão das anormalidades poderem ocorrer em ambos os ossos, maxila e mandíbula, a correção geralmente requer a combinação de procedimentos cirúrgicos.</p>
<p>As <strong>deformidades dentofaciais</strong> podem ser classificadas, de acordo com a alteração óssea, em:</p>
<ul>
<li>Deficiência ou excesso vertical de maxila</li>
<li>Deficiência transversal de maxila</li>
<li>Deficiência ou excesso ântero-posterior de maxila</li>
<li>Deficiência ou excesso ântero-posterior de mandíbula</li>
<li>Assimetria mandibular</li>
<li>Deficiência ou excesso ântero-posterior de mento</li>
<li>Mordida aberta anterior</li>
<li>Combinação dessas deformidades</li>
</ul>
<p>As principais <strong>técnicas cirúrgicas</strong> para correção de deformidades dento-faciais são:</p>
<ul>
<li>Osteotomia da maxila tipo LeFort I</li>
<li>Osteotomia sagital do ramo mandibular</li>
<li>Mentoplastia</li>
<li>Expansão rápida de maxila</li>
</ul>
<p>A preparação do paciente inclui o tratamento ortodôntico, controle de problemas sistêmicos, avaliação laboratorial (exames pré-operatórios), e, muitas vezes, preparação psicológica – levando em conta a mudança estética que o procedimento proporciona.<br />
O pós-operatório – como todo procedimento cirúrgico – exige cuidados especiais:</p>
<ul>
<li>Alimentação completamente líquida e fria nos primeiros dias</li>
<li>Gelo nas primeiras 48 horas</li>
<li>Compressa morna (após as primeiras 48 horas)</li>
<li>Manter a cabeceira da cama elevada em 45º</li>
<li>Retornos periódicos ao Cirurgião responsável</li>
</ul>
<p><body><br />
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</body></p>
<p>Em breve um post com as definições das técnicas e suas particularidades. Não deixe de seguir o Odonto Up nas redes sociais:<strong><span style="color: #33cccc;"> <a style="color: #33cccc;" href="https://www.facebook.com/odonto.up/?pnref=lhc" target="_blank" rel="noopener noreferrer">facebook</a></span></strong>, <strong><span style="color: #33cccc;"><a style="color: #33cccc;" href="https://www.instagram.com/siteodontoup/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">instagram</a></span></strong> e<strong><span style="color: #33cccc;"> <a style="color: #33cccc;" href="https://twitter.com/odontoup" target="_blank" rel="noopener noreferrer">twitter</a></span></strong>!</p>
<p>Autor: Katheleen Miranda dos Santos</p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<ol>
<li>Araújo A. Cirurgia Ortognática. 1 ed. São Paulo: Santos; 1999, 113-130.</li>
<li>Araújo I, Scariot R, Rebellato N, <em>et al</em>., Cirurgia ortognática combinada maxilomandibular para correção de deformidade dentofacial – Relato de Caso. Revista. Dens., v. 15, n. 2, p. 121-6, 2007.</li>
<li>Ellis III, E.; Zide M. Acessos Cirúrgicos ao Esqueleto Facial. 2ª ed., São Paulo:Ed. Santos, 2006.</li>
<li>Miloro, M. et al. Principles of oral maxillofacial surgery. Second ediction. Canadá Bc Decker, 2004.</li>
<li>Peterson LJ, Ellis E, Hupp E, Hupp JR, Tucker MR. Cirurgia oral e maxillofacial contemporânea. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.</li>
<li>Proffit WR, Turvey TA, PhIllips C. The hierarchy of stability and predictability in orthognathic surgery with rigid fixation: an update and extension. Head Face Med 2007; 3: 21-22.</li>
<li>Quinn P. D. Color Atlas of Temporal Mandibular Joint Surgery. 1<sup>ª</sup>  , Mosby. 1997.</li>
<li>Scariot R, Oliveira IA, Costa DJ, Rebellato NLB, Muller PR. Fratura inadequada em cirurgia ortognática de avanço mandibular: Relato de caso. Rev bras cir traumatol buco-maxilo-fac 2007; 4:294-9</li>
</ol>
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			</item>
		<item>
		<title>Suturas em Odontologia</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/suturas/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/suturas/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 May 2016 22:19:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[fio]]></category>
		<category><![CDATA[nó]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[ponto]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[sutura]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
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					<description><![CDATA[O termo sutura é usado para designar todo material utilizado para ligar (amarrar) vasos sanguíneos ou aproximar tecidos. Na Odontologia, o objetivo principal da sutura é posicionar e manter firme o retalho cirúrgico a fim de promover cura. Se os retalhos não forem aproximados, consequentemente, uma hemostasia inadequada ocorrerá. Para realizar uma sutura, alguns materiais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O termo<strong> sutura</strong> é usado para designar todo material utilizado para ligar (amarrar) vasos sanguíneos ou aproximar tecidos. Na Odontologia, o objetivo principal da sutura é posicionar e manter firme o retalho cirúrgico a fim de promover cura. Se os retalhos não forem aproximados, consequentemente, uma hemostasia inadequada ocorrerá.<br />
Para realizar uma sutura, alguns materiais são essenciais, como a agulha, o fio e o porta-agulhas.</p>
<p><strong>Agulha e Fio</strong><br />
A agulha tem como finalidade levar o material de síntese através dos tecidos, causando mínima lesão tecidual. A seleção da agulha é determinada pela acessibilidade do tecido a ser suturado; pelo diâmetro do fio de sutura e pelo tipo de tecido. As agulhas podem ter diferentes dimensões, calibre e forma.<br />
É importante levar em consideração quando na escolha do fio, suas características de comportamento físico e biológico em relação ao processo de cicatrização do tecido a ser suturado.</p>
<p>Deve ser lembrado que dentro da classificação dos fios de sutura, o número de zeros que vem escrito na embalagem informa o calibre do fio e também sua força tênsil. Assim, quanto maior o número de zeros na classificação dos fios, menos calibroso ele será e terá menor força tênsil, porém será mais delicado. O contrário também é verdadeiro.</p>
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<p>Os fios podem ser classificados em não-absorvíveis e absorvíveis:</p>
<p><strong>1. </strong><b>Não-absorvíveis</b></p>
<ul>
<li><u>Seda</u>: Filamento proteico obtido do bicho-de-seda.<br />
Vantagens: Não irritante, barato, fácil de manusear, nó firme.<br />
Desvantagem: Acumula placa (indicado para pacientes com boa higiene)</li>
<li><u>Nylon</u>: Não absorvível, porém biodegradável<br />
Vantagens: Maior resistência, flexível, não irritante, menor reação tecidual<br />
Desvantagens: Difícil de manusear, perde resistência, não produz nó firme.</li>
<li><u>Poliéster: </u>Sintético, multifilamentado, resistente e com uma durabilidade grande. Os fios de poliéster requerem um mínimo de cinco nós para uma fixação estável e segura..</li>
<li><u>Algodão</u>: Multifilamentar, fio maleável e agradável ao tato, o que propicia um nó forte. Os fios de algodão requerem um mínimo de três nós para uma fixação segura.</li>
</ul>
<p><strong>2. Absorvíveis</strong></p>
<p><u>Categute:</u> Biológico. Do intestino delgado de ovelhas ou serosa de bovinos. Pode ser:<br />
Simples: absorção mais rápida – 5 a 10 dias<br />
Cromado: absorção mais lenta – 20 dias</p>
<p><u>Ácido Poligalático (Vicryl):</u> Sintético. Absorvido em 60 dias. Indicado para pontos intra-dérmicos e cirurgias maiores.</p>
<p><strong>Tipos de Suturas</strong></p>
<ul>
<li>Ponto simples: melhor coaptação da papila interdental. Indicada para suturas interdentais, enxertos, biópsias, exodontias a retalho, cunhas distal.</li>
<li>Ponto em X externo: Bastante indicada para espaços edêntulos.</li>
<li>Ponto em X interno</li>
<li>Ponto em U horizontal</li>
<li>Ponto em U vertical</li>
<li>Ponto contínuo simples</li>
<li>Ponto contínuo festonado</li>
</ul>
<p><strong>Nó de Sutura</strong></p>
<ul>
<li>O nó completado deve ser firme</li>
<li>Deve ser o menor possível</li>
<li>Tensão excessiva deve ser evitada</li>
<li>Evitar o afrouxamento após o primeiro nó.</li>
</ul>
<p><strong>Nó Cirúrgico X Ponto Cirúrgico x Sutura Cirúrgica</strong></p>
<p>Nó cirúrgico: o entrelaçamento ordenado feito com as extremidades   livres do fio cirúrgico. É composto por três semi-nós:</p>
<ol>
<li>Contenção</li>
<li>Fixação</li>
<li>Segurança</li>
</ol>
<p><strong>Ponto cirúrgico:</strong> segmento de fio cirúrgico compreendido entre uma ou duas passagens deste no tecido. É a unidade da síntese.</p>
<p><strong>Sutura cirúrgica:</strong> é o conjunto de pontos aplicados nos tecidos com o objetivo de união, fixação e sustentação.</p>
<p>Em breve, um post completo sobre os <strong>tipos de sutura.</strong> Fique atento e acompanhe o Odontoup.com.br na <span style="color: #008080;"><span style="color: #000000;">nossa página no Facebook,</span> <span style="color: #33cccc;"><strong><a style="color: #33cccc;" href="https://www.facebook.com/odonto.up/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">clicando aqui</a>,</strong></span><span style="color: #000000;"> ou siga a gente no Instagram</span> <span style="color: #33cccc;"><strong><a style="color: #33cccc;" href="https://www.instagram.com/siteodontoup/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">@siteodontoup</a>. </strong></span></span></p>
<p><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-6017 alignleft" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840.jpg" alt="ODO_5840" width="59" height="88" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840.jpg 1728w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840-200x300.jpg 200w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840-768x1152.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840-683x1024.jpg 683w" sizes="auto, (max-width: 59px) 100vw, 59px" /></a>Autor: Katheleen Miranda dos Santos<br />
Graduação em Odontologia pela Universidade Positivo.<br />
Aluna da Pós-Graduação em Cirurgia e Traumatologia<br />
Buco-Maxilo-Facial da Universidade Positivo.<br />
<strong>Referências</strong><br />
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<p>Resumo baseado na aula da Professora Melissa Rodrigues de Araújo &#8211;  Universidade Positivo.<br />
Lee H.S. Princípios de Sutura em Odontologia – Guia completo para fechamento cirúrgico. Livraria Santos Editora Ltda., 2003.</p>
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		<title>Artrocentese da ATM</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/artrocentese/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/artrocentese/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 17:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[Oclusão | DTM & Dor Orofacial]]></category>
		<category><![CDATA[artrocentese]]></category>
		<category><![CDATA[ATM]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[DTM]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[As disfunções temporomandibulares (DTM), representam uma ampla gama de alterações funcionais e condições patológicas que afetam tanto a própria articulação, músculos da mastigação e em ultima instância, todos os outros componentes do sistema bucomaxilofacial. Nos últimos anos, as DTMs tornaram-se uma causa cada vez mais frequente e o numero de pacientes está crescendo, provavelmente devido [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As disfunções temporomandibulares (DTM), representam uma ampla gama de alterações funcionais e condições patológicas que afetam tanto a própria articulação, músculos da mastigação e em ultima instância, todos os outros componentes do sistema bucomaxilofacial. Nos últimos anos, as DTMs tornaram-se uma causa cada vez mais frequente e o numero de pacientes está crescendo, provavelmente devido à tensão psicológica na nossa sociedade. Desordens temporomandibulares tem multifatores etiológicos e um quadro clinico variado. De acordo com os conceitos psicofisiológicos aceitos, problemas oclusais e emocionais são os mais graves fatores. Em muitos casos os pacientes apresentam quadro assintomático, não os estimulando a procurarem tratamento, deixando assim, mais susceptíveis ao desenvolvimento de alterações morfológicas e funcionais irreversíveis.<br />
Sintomas característicos das DTMs, são alterações na mobilidade (hipomobilidade ou hipermobilidade), além da existência de ruídos e estalidos.<br />
<strong>Existem essencialmente dois tipos de tratamentos</strong></p>
<ol>
<li><strong>Conservadores:</strong><em> U</em>tilização de dispositivos oclusais, exercícios de reabilitação, exercícios isométricos, massagem dos músculos da mastigação, farmacoterapia (AINE, corticosteroides, ansiolíticos, antidepressivos tricíclicos sem vasoconstritor, anestésicos locais), terapia de relaxamento, alongamento passivo e assistido, entre outros.</li>
<li><strong>Cirúrgico:<em><br />
</em></strong>Invasivo: aberta (existe também a artroplastia, aberto mas não tão invasivo)<br />
Minimamente invasivo: artrocentese, por exemplo.</li>
</ol>
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<p><strong>Histórico</strong><br />
A artrocentese da ATM foi descrita por D.W. Nitzan em 1991, como a mais simples forma de terapia cirúrgica, com o objetivo de lavagem dos mediadores inflamatórios, liberando o disco articular e evitando aderências entre o disco articular e a fossa articular por pressão hidráulica.</p>
<p><strong>O que é artrocentese da ATM</strong><br />
É um método de tratamento minimamente invasivo no limite entre a terapia conservadora e tratamento cirúrgico, que possibilita a aplicação de substâncias terapêuticas. Pode ser realizado tanto em regime ambulatorial com anestesia local, quanto em ambiente hospitalar com anestesia geral, que tem a vantagem de não ter interferência muscular e estresse.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4785" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/atm6.jpg" alt="atm6" width="518" height="420" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/atm6.jpg 617w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/atm6-300x243.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 518px) 100vw, 518px" /><br />
A mobilidade do disco é mais importante que a sua posição, pois a articulação sem travamento tem boa capacidade de movimentação, preservando a lubrificação da ATM e evitando processos degenerativos. Tem também como objetivo a manipulação do côndilo sob irrigação continua e introdução de medicamentos. É um procedimento simples e com número mínimo de complicações, que pode ser realizado mais de uma vez. Por esta razão tornou-se muito difundido no tratamento das DTM. A resolução dos sintomas é devido à remoção dos mediadores químicos da inflamação e alterações na pressão intra-articular.<br />
<strong>Indicações</strong></p>
<ul>
<li>Deslocamento anterior do disco sem redução</li>
<li>Aderência do disco</li>
<li>Dor relacionada com artrite traumática</li>
<li>Travamento devido ao deslocamento do disco articular</li>
<li>Dor relacionada com artrite degenerativa da ATM</li>
</ul>
<p><strong>Vantagens</strong></p>
<ul>
<li>Procedimento pouco invasivo</li>
<li>De baixo risco</li>
<li>De fácil execução</li>
</ul>
<p><strong>Porque a artrocentese é bem sucedida?</strong></p>
<ul>
<li>Porque aumenta a mobilidade do disco articular</li>
<li>Elimina aderências</li>
<li>Elimina produtos inflamatórios na ATM e dispersos no liquido sinovial.</li>
</ul>
<p><strong>Descrição do Procedimento</strong><br />
<a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/artrocentese-e1438192531950.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-4702" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/artrocentese-e1438192531950.jpg" alt="artrocentese" width="156" height="187" /></a>A técnica inicia-se pela marcação de 2 pontos na pele, sobre a articulação afetada, que indicam a fossa e a eminência articulares da ATM. Primeiro desenha-se uma linha do centro do tragus ao canto externo do olho (linha de Holmlund). O ponto de inserção posterior é localizado ao longo desta linha traçada, dita canto-tragal, 10mm a frente do meio do tragus, e 2mm abaixo da linha, e corresponde aproximadamente à área de maior concavidade da fossa glenóide. A distancia da pele para o centro do espaço articular fica entorno de 25mm. O ponto mais anterior é localizado 10mm à frente do ponto posterior (ou a 20mm do centro do tragus), seguindo a linha canto-tragal ou a 10mm abaixo dela.<br />
Paciente é colocado em uma posição de 45° com a cabeça virada para o lado não afetado para facilitar o acesso a articulação. Após a antissepsia e tricotomia, é realizado o bloqueio do nervo auriculotemporal (sob anestesia local). Insere-se a primeira agulha e são injetados de 2ml a 3ml de solução de Ringer lactato para distender o espaço articular. Outra agulha é introduzida na área correspondente à eminência articular, para permitir um fluxo livre da solução através do compartimento superior. A solução é conectada a uma das agulhas e o frasco com a solução RL é elevado a 1m do nível da articulação (pressão), com fluxo livre de 200ml, durante 15 a 20 minutos. Durante o procedimento, são realizadas diversas tentativas de abertura de boca, até o restabelecimento da abertura máxima. Ao término do procedimento, injeta-se 1ml de Celestone® no espaço articular e em seguida remoção das agulhas.<br />
Em suma, a artrocentese da ATM é um procedimento minimamente invasivo que possibilita a lavagem e remoção dos mediadores inflamatórios liberando o disco articular. Levantando a questão se será absolutamente necessário à reposição do disco na sua posição original, uma vez que a dor e a limitação de abertura bucal foram resolvidos na maioria dos casos.<br />
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</body></p>
<p><strong>Referências </strong><br />
Nitzan DW, Dolwick F, Martinez GA. Temporomandibular Joint Arthrocentesis: A Simplified Treatment for Severe, Limited, Mouth Opening. J Oral Maxillofac Surg. 1991.<br />
Nitzan DW. Arthrocentesis – Incentives for Using This Minimally Invasive Approach for Temporomandibular Disorders. Oral Maxillofac Surg Clin North Am. 2006.<br />
Gonçalves PP. Utilização da Artrocentese em Pacientes Portadores de Desarranjos Internos Sintomáticos da Articulação Temporomandibular – Análise dos Resultados Clínicos, UNIGRANRIO Duque de Caxias. 2012</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tratamento Cirúrgico de Pacientes com Comprometimento Sistêmico – Problemas Pulmonares</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/tratamento-cirurgico-de-pacientes-com-comprometimento-sistemico-problemas-pulmonares/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/tratamento-cirurgico-de-pacientes-com-comprometimento-sistemico-problemas-pulmonares/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2015 04:59:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[asma]]></category>
		<category><![CDATA[cirúrgico]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[DPOC]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[oral]]></category>
		<category><![CDATA[pulmão]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Além de comprometimento sistêmico por problemas cardiovasculares, problemas pulmonares também aparecem e é dever do cirurgião-dentista saber os direcionamentos no tratamento cirúrgico desses pacientes. Essa seção discute considerações em relação aos principais problemas pulmonares. 1 . Asma: através de um questionamento complementar, o cirurgião-dentista deve primeiramente determinar se o paciente realmente tem asma ou se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Além de <a href="http://odontoup.com.br/cirurgia/tratamento-cirurgico-de-pacientes-com-comprometimento-sistemico-problemas-cardiovasculares/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">comprometimento sistêmico por problemas cardiovasculares</a>, problemas <strong>pulmonares</strong> também aparecem e é dever do cirurgião-dentista saber os direcionamentos no tratamento cirúrgico desses pacientes. Essa seção discute considerações em relação aos principais problemas pulmonares.<br />
<strong>1 . Asma:</strong> através de um questionamento complementar, o cirurgião-dentista deve primeiramente determinar se o paciente realmente tem asma ou se tem um problema respiratório como rinite alérgica, que é menos significativo para o tratamento odontológico. A asma é descrita como episódios de estreitamento de vias aéreas menores, o que produz sibilo ou dispnéia a partir da estimulação emocional ou imunológica. infecciosa e química, ou uma combinação entre elas. Eles devem ser questionados especificamente sobre alergia à aspirina (ácido acetilsalicílico) por causa de uma frequência relativamente alta à fármacos anti-inflamatórios não-esteróidais em pacientes asmáticos.<br />
É necessário que o cirurgião-dentista entenda o papel da ansiedade na iniciação do broncoespasmo, usando o protocolo que minimiza ansiedade. A cirurgia oral eletiva deve ser adiada caso esteja presente alguma infecção respiratória ou sibilo.<br />
Importante: o uso de AINES deve ser evitado porque frequentemente eles precipitam ataques de asma em indivíduos sensíveis.<br />
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<p><strong>Tratamento: </strong></p>
<ol>
<li>adiar o tratamento até que a asma esteja bem controlada e o paciente não tenha sinais de infecção no trato respiratório.</li>
<li>auscultar o tórax bilateralmente para detectar ruídos antes dos procedimentos cirúrgicos orais maiores e sedação.</li>
<li>Usar um protocolo de redução de ansiedade.</li>
<li>Consultar o médico sobre a possibilidade de uso pré-operatório de cromolin sódico.</li>
<li>Se o paciente fez ou faz uso crônico de corticosteróides, providenciar uma profilaxia para insuficiência suprarrenal.</li>
<li>Manter um inalador com broncodilatador facilmente acessível.</li>
<li>Evitar o uso de fármacos anti-inflamatórios não-esteroidais em pacientes susceptíveis.<br />
<hr />
</li>
</ol>
<p><strong>2. Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC):</strong> geralmente causado por uma exposição de longo prazo a irritantes pulmonares patológicos. As vias aéreas ficam desorganizadas, perdem suas propriedades elásticas e se tornam obstruídas devido a edema da mucosa, excesso de secreções e broncoespasmos, o que produz as manifestações clínicas de DPOC. Como alguns pacientes com DPOC fazem uso de corticosteróides, o cirurgião-dentista deve considerar o uso de suplementação adicional antes de uma cirurgia oral maior. Os pacientes podem precisar ser mantidos sentados em uma posição ereta na cadeira para serem capazes de lidar com a secreção pulmonar comumente abundante.<br />
Importante: sedativos, hipnóticos e narcóticos devem ser evitados por deprimirem a respiração. Além disso, não se deve usar suplementação com oxigênio em pacientes com DPOC grave durante a cirurgia, a menos que o médico recomende.<br />
<strong>Tratamento: </strong></p>
<ol>
<li>adiar o tratamento até que a função pulmonar tenha melhorado</li>
<li>auscultar o tórax bilateralmentepara determinar a adequação dos sons pulmonares</li>
<li>usar protocolo de redução de ansiedade</li>
<li>se o paciente faz uso crônico de corticosteróides, tratá-lo como se fosse um paciente com insuficiência suprarrenal.</li>
<li>evitar colocar o paciente em posição supina até se certificar que ele possa tolerá-la</li>
<li>manter um inalador com broncodilatador em local acessível.</li>
<li>monitorar de perto as frequências respiratória e cardíaca.</li>
<li>agendar o paciente para o período da tarde para permita</li>
</ol>
<p>Referência: Edward Ellis, James R. Hupp, Myron R. Tucker. <strong>Cirurgia Oral e Maxilofacial Contemporânea, 5 edição. (2): 9 &#8211; 12.<br />
</strong>Imagem em destaque: bionews-tx.com</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Tratamento Cirúrgico de Pacientes com Comprometimento Sistêmico &#8211; Problemas Cardiovasculares</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/tratamento-cirurgico-de-pacientes-com-comprometimento-sistemico-problemas-cardiovasculares/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/tratamento-cirurgico-de-pacientes-com-comprometimento-sistemico-problemas-cardiovasculares/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2015 14:29:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
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					<description><![CDATA[Em muitas situações, o cirurgião-dentista se depara com pacientes comprometidos sistemicamente. Por conta disso, é exigido do cirurgião-dentista um conhecimento prévio de algumas doenças mais comuns e no que o tratamento pode ou não influenciar ou ser influenciado. Separamos as doenças em 7 grupos distintos, sendo os problemas cardiovasculares o primeiro. Problemas Cardiovasculares Doença cardíaca [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em muitas situações, o cirurgião-dentista se depara com pacientes comprometidos sistemicamente. Por conta disso, é exigido do cirurgião-dentista um conhecimento prévio de algumas doenças mais comuns e no que o tratamento pode ou não influenciar ou ser influenciado.<br />
Separamos as doenças em 7 grupos distintos, sendo os problemas cardiovasculares o primeiro.<br />
<strong>Problemas Cardiovasculares<br />
</strong>Doença cardíaca isquêmica</p>
<ol>
<li><strong> Angina Pectoris:</strong> a obstrução do suprimento arterial ao miocárdio é um dos mais comuns problemas de saúde que os cirurgiões-dentistas encontram. Condição que ocorre primariamente em homens com mais de 40 anos, embora também seja prevalente em mulheres após a menopausa. O processo de doença básico é um estreitamento progressivo e/ou espasmo de uma ou mais artérias coronárias. Isso leva a uma discrepância entra a demanda de oxigênio do miocárdio e a capacidade das artérias coronárias de suprir o sangue oxigenado . A demanda de oxigênio pode ser aumentada em situações como esforço, ansiedade e durante a digestão e uma grande refeição. É responsabilidade do cirurgião-dentista usar medidas preventivas para reduzir a possibilidade de um procedimento de cirurgia oral resultar em um episódio de angina. As medidas preventivas são:<br />
<strong>a)</strong> Tomada da história completa do paciente com angina, bem como os eventos que produzem angina; a freqüência; a duração e a gravidade. Consultar o médico.<br />
<strong>b)</strong> Protocolo de redução de ansiedade.<br />
<strong>c)</strong> Suplementação de oxigênio ao paciente.<br />
<strong>d)</strong> Pré-medicação.<br />
<strong>e)</strong> Cuidado na administração para evitar excesso de anestésico com adrenalina, não dando mais de 4mL de solução anestésica local com concentração de adrenalina 1:100.000 com dose total de 0,04mg a cada período de 30 minutos.<br />
<strong>f)</strong> Antes e depois da cirurgia, os sinais vitais devem ser monitorados periodicamente.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
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</script></p>
<li><strong>Enfarto do Miocárdio (EM):</strong> ocorre quando a isquemia (resultante da discrepância entra a demanda e o suprimento de oxigênio) resulta em morte celular. A área enfartada do miocárdio torna-se não-funcional e necrosada, e é circundada por uma área isquêmica do miocárdio, propensa a se tornar um foco de disritmia. O tratamento cirúrgico oral num paciente que teve EM inicia-se com uma consulta ao seu médico. Geralmente recomenda-se que os procedimentos cirúrgicos maiores eletivos sejam adiados até no mínimo 6 meses após o enfarto. Já os procedimentos de cirurgia oral simples podem ser realizados com medos de 6 meses passados do EM. Deve-se ter em mente que:<br />
<strong>a)</strong> Pacientes com história médica de EM devem ser cuidadosamente questionados acerca de sua saúde cardiovascular. Consultar o médico.<br />
<strong>b)</strong> Alguns pacientes que tiveram EM estão recebendo aspirina ou outro anticoagulante para diminuir a formação de trombos coronários. Deve-se sempre buscar essa informação, já que ela pode afetar no tratamento cirúrgico.<br />
<strong>c)</strong> Se existe uma situação cirúrgica de emergência, é preferível que o paciente seja hospitalizado.<br />
<strong>d)</strong> Deve-se utilizar um protocolo para redução de ansiedade, junto com suplementação de oxigênio.<br />
<strong>e)</strong> Os anestésicos locais são seguros quando administrados na quantidade adequada (0,04 mg), utilizando técnica de aspiração.<br />
<strong>f)</strong> Os sinais vitais devem ser monitorados ao longo do período do transoperatório.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong> Enxerto Vascular na Artéria Coronária (<em>bypass</em>):</strong> os pacientes que receberam enxerto na artéria coronária tipo <em>bypass </em>são tratados de modo similar ao que tiveram EM. Os pacientes que receberam enxerto vascular geralmente tem histórico de angina, EM, ou ambos, e portanto, devem ser tratados conforme descrito anteriormente. Os procedimentos cirúrgicos orais de rotina podem ser realizados com segurança em paciente com menos de 6 meses do enxerto tipo <em>bypass </em>se não houve nenhum transtorno durante a sua recuperação e a ansiedade é mantida em níveis mínimos.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li><strong> Angioplastia Coronariana:</strong> está se tornando um procedimento rotineira a introdução de catéteres contendo balões nas artérias coronárias com a luz estreitada por doença, com o objetivo de restabelecer o fluxo sanguineo. Se a angioplastia foi bem sucedida (com base em testes cardíacos de esforço), a cirurgia oral pode ser realizada logo em seguida, com as mesmas preucações adotadas para pacientes com angina.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="5">
<li><strong> Acidentes Vascular Cerebral (Derrame):</strong> pacientes que tiveram um AVC são sempre susceptíveis a novos problemas neurovasculares. Fazem uso de agentes anticoagulantes e se tiveram hipertensão, estarão utilizando anti-hipertensivos. Se o paciente necessitar de cirurgia oral, é melhor protelar em 6 meses para que qualquer tendência hipertensiva esteja controlada. Durante a cirurgia o paciente deve ser tratado com um protocolo de redução da ansiedade não-farmacológico, receber oxigênio suplementar e estar com os sinais vitais monitorados. Se houver necessidades de sedação farmacológica, pode-se utilizar pequenas concentrações de oxido nitroso.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="6">
<li><strong> Disritmias:</strong> pacientes propensos a ter ou têm disritmias, geralmente possuem uma história de doença cardíaca isquêmica e portanto, requerem modificações no tratamento dentário, incluindo a limitação da quantidade total de adrenalina em 0,04mg. Além disso, tais pacientes podem estar usando anticoagulantes ou ter um marcapasso cardíaco. Os marcapassos não constituem contra-indicação de cirurgia oral, e não existem evid6encias da necessidade de antibioticoterapia profilática nos pacientes que possuem. Os equipamentos elétricos, tais como bisturi elétrico e microondas, não devem ser utilizados. Os sinais vitais devem ser monitorados cuidadosamente.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="7">
<li><strong> Anomalias Cardíacas que Predispõem a uma Endocardite Infecciosa:</strong> a superfície cardíaca interna ou endocárdio, pode tornar-se predisposta a infecção quando anormalidades na sua superfície permitem a aderência e a multiplicação de bactérias patogênicas. Portanto, antibioticoterapia profilática é recomendada.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="8">
<li><strong> Insuficiência Cardíaca Congestiva (Cardiomiopatia Hipertrófica):</strong> ocorre quando o miocardio doente é incapaz de corresponder ao débito cardíaco requisitado pelo corpo, ou quando a demanda excessiva é colocada sobre um miocárdio normal. O coração começa a ter um aumento do volume diastólico final, que, no caso de um miocárdio normal, aumenta a contratilidade através do mecanismo de Frank-Starling. Entretanto, à medida que o miocárdio normal ou doente dilata mais, torna-se uma bomba menos eficiente, causando o retorno venoso para os leitos vasculares pulmonar, hepático e mesentérico, ocasionando edema pulmonar, disfunção hepática e comprometimento da absorção de nutrientes pelo intestino. O débito cardíaco diminuido causa fraqueza generalizada, e a redução da eliminação renal do excesso de fluídos leva a uma sobrecarga vascular. Os pacientes com insuficiência cardíaca congestiva que estão sob cuidados médicos geralmente estão fazendo uso de dieta hipossódica para reduzir a retenção de fluídos e recebendo diuréticos para reduzir o volume intravascular. Além de beta-bloqueadores, anticoagulantes são prescritos para pacientes com fibrilação crônica atrial provocada por cardiomiopatica hipertrófica. Esses pacientes podem se submeter com segurança a cirurgias ambulatoriais. Protocolo de controle da ansiedade e a suplementação de oxigênio são úteis. Os pacientes com ortopnéia não devem ser colocados em posição supina durante qualquer procedimento.</li>
</ol>
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</body></p>
<p><strong>Saiba mais: </strong>Tratamento Cirúrgico de Pacientes com Comprometimento <a href="http://odontoup.com.br/cirurgia/tratamento-cirurgico-de-paciente-com-comprometimento-sistemico-disturbios-endocrinos/" target="_blank" rel="noopener">Endócrino</a>, <a href="http://odontoup.com.br/cirurgia/tratamento-cirurgico-de-pacientes-com-comprometimento-sistemico-problemas-pulmonares/" target="_blank" rel="noopener">Pulmonares</a>, <a href="http://odontoup.com.br/cirurgia/tratamento-cirurgico-de-paciente-com-comprometimento-sistemico-disturbios-hepaticos/" target="_blank" rel="noopener">Hepáticos</a>, <a href="http://odontoup.com.br/cirurgia/tratamento-cirurgico-de-pacientes-com-comprometimento-sistemico-problemas-renais/" target="_blank" rel="noopener">Renais</a><br />
Referência: Larry J. Peterson, Edward Ellis, James R. Hupp, Myron R. Tucker. <strong>Cirurgia Oral e Maxilofacial Contemporânea (2): 9 &#8211; 12.<br />
</strong>Imagem em destaque: recordriopreto.com.br<br />
&nbsp;</p>
<h3></h3>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Cirurgia Parendodôntica</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/cirurgia-parendodontica/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/cirurgia-parendodontica/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2013 16:04:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Endodontia]]></category>
		<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[modalidades]]></category>
		<category><![CDATA[parendodôntica]]></category>
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					<description><![CDATA[“Conjunto de procedimentos, cujo objetivo básico  visa resolver complicações decorrentes de um tratamento de canal radicular ou seu insucesso” Bramante et. al, 1992. Indicações Restaurações em boas condições Núcleo intra-radicular adequado ou volumoso Coroa protética bem adaptada &#8211; estética Lesões periapicais refratárias (cistos) Canal calcificado com lesão periapical Instrumentos fraturados Perfurações apicais Degraus Problema não solucionado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Conjunto de procedimentos, cujo objetivo básico  visa resolver complicações decorrentes de um tratamento de canal radicular ou seu insucesso” Bramante et. al, 1992.<br />
<b></b></p>
<p><b>Indicações</b></p>
<ul>
<li>Restaurações em boas condições</li>
<li>Núcleo intra-radicular adequado ou volumoso</li>
<li>Coroa protética bem adaptada &#8211; estética</li>
<li>Lesões periapicais refratárias (cistos)</li>
<li>Canal calcificado com lesão periapical</li>
<li>Instrumentos fraturados</li>
<li>Perfurações apicais</li>
<li>Degraus</li>
</ul>
<p><i>Problema não solucionado via tratamento endodôntico convencional </i><br />
<b></b><br />
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<p><b>Contra-indicações locais</b></p>
<ul>
<li>Tratamento ou retratamento for possível (não substituir tratamento convencional)</li>
<li>Problemas periodontais severos (perda óssea)</li>
<li>Oclusão traumática</li>
<li>Ápices de difícil acesso, exemplo: 2º e 3º molares inferiores</li>
<li>Ápices relacionados a áreas anatômicas de risco (seio maxilar, fossa nasal, canal mandibular, forame mentoniano)</li>
<li>Raízes muito curtas (já apicectomizadas)</li>
<li>Processos patológicos em fase aguda</li>
<li>Dente que não tiver condição de restauração</li>
</ul>
<p><b>Modalidades Cirúrgicas </b></p>
<p style="text-align: left;" align="center"><b>1. Curetagem com alisamento apical</b></p>
<ul>
<li>Remover o tecido patológico (lesão)</li>
<li>Remover corpos estranhos</li>
<li>Alisamento: cemento reabsorvido – biofilme</li>
</ul>
<p><b>Indicações: </b></p>
<ul>
<li>Canais radiculares radiograficamente bem obturados com lesões que não respondem ao tratamento convencional e persistem após o retratamento</li>
<li>Extravasamentos de cimento, cones de guta percha, instrumentos fraturados &#8211; ausência de reparo e presença de dor.</li>
</ul>
<p align="center">
<p style="text-align: left;" align="center"><b>2. Apicectomia</b></p>
<ul>
<li>Curetagem + remoção cirúrgica da porção apical da raiz + alisamento</li>
<li>Falha da obturação, perfuração, calcificação, instrumento fraturado, degrau = no terço apical.</li>
</ul>
<p align="center">
<p style="text-align: left;" align="center"><b>3. Apicectomia com obturação retrógrada</b></p>
<p>É o corte da porção apical da raiz, seguido do preparo de uma cavidade na porção final do remanescente radicular e a obturação deste espaço com material adequado.<br />
<b></b></p>
<p><b>Materiais retro-obturadores: </b></p>
<ul>
<li>Resinas compostas</li>
<li>Cimento ionômero de vidro</li>
<li>Cimentos a base de OZE</li>
<li>Cimento de policarboxilato</li>
<li>Cimentos de fosfato de zinco</li>
<li>Cimentos a base de hidróxido de cálcio: sealapex, Sealer 26</li>
<li>IRM, Cavit</li>
<li>MTA (silicato tricálcio, alumínio tricálcio, óxido tricálcio, óxido de silicato e óxido de bismuto).</li>
</ul>
<p><b>4. Apicectomia com instrumentação e obturação do canal radicular via retrógrada </b><br />
É o corte da porção apical de um dente, seguido da instrumentação e obturação do canal radicular por via retrógrada.<br />
<b></b></p>
<p><b>Indicação: </b><br />
Dentes com obturação totalmente falha ou ausente<br />
<b>5. Obturação do canal radicular simultânea ao ato cirúrgico</b><br />
Indicada em casos de exsudato persistente, impedindo a obturação convencional.</p>
<ul>
<li>Preparo convencional do canal radicular + MIC</li>
<li>Cirurgia: curetagem, apicectomia, AC, remoção MIC, D.C., adaptação do cone principal, condensação lateral ativa, condensação vertical, remoção do excesso de material, alisamento apical, rx, sutura.</li>
</ul>
<p>Conteúdo retirado da aula do Profº Bruno Marques da Silva</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Aqui Você Encontra o Que Precisa Para um Planejamento Cirúrgico Seguro</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/planejamento-cirurgico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jul 2013 20:07:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[aferição]]></category>
		<category><![CDATA[cirúrgico]]></category>
		<category><![CDATA[operatória]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[sinais vitais]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Para um correto planejamento cirúrgico, o cirurgião-dentista deve estar atento a todos os detalhes relacionados a saúde e bem-estar do paciente, com o domínio anatômico e das técnicas a serem utilizadas para o sucesso do procedimento. Dados do Paciente:  Nome:  Idade:      Sexo:  Endereço:  Telefone: Profissão: Observações: (Descrever o estado de saúde do paciente, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para um correto planejamento cirúrgico, o cirurgião-dentista deve estar atento a todos os detalhes relacionados a saúde e bem-estar do paciente, com o domínio anatômico e das técnicas a serem utilizadas para o sucesso do procedimento.</p>
<p><strong>Dados do Paciente:</strong></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="3" valign="top" width="573"> Nome:</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="290"> Idade:</td>
<td colspan="2" valign="top" width="283">     Sexo:</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3" valign="top" width="573"> Endereço:</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" valign="top" width="291"> Telefone:</td>
<td valign="top" width="282">Profissão:</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b>Observações</b>: (Descrever o estado de saúde do paciente, cirurgias anteriores, uso de medicamentos, se é alérgico a medicamentos/alimentos e sobre doenças sistêmicas).<br />
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<p><strong>Aferição dos Sinais Vitais</strong><br />
<em>&#8211; Aferição dos sinais vitais na triagem dia: xx/xx/xxxx</em></p>
<ul>
<li><span style="line-height: 13px;">Pressão Arterial (PA): </span></li>
<li>Frequência Cardíaca (FC):</li>
<li>Frequência Respiratória (FR):</li>
</ul>
<p><strong>Exames complementares pré-operatórios </strong><br />
Radiografias: descrição de lesões, posição dos dentes, anatomia das raízes.</p>
<p><strong>Passos Operatórios</strong><br />
<em>Antissepsia do paciente:</em></p>
<ul>
<li><span style="line-height: 13px;">Extraoral: (descrever)</span></li>
<li>Intraoral: (descrever)</li>
</ul>
<p><em>Remoção de sutura:</em> caso tenha sido realizada cirurgia anteriormente.<br />
<em>Anestesia: </em></p>
<ul>
<li><span style="line-height: 13px;">Técnica: nome da técnica e nervos anestesiados </span></li>
<li>Sal anestésico/concentração:</li>
<li>vasoconstritor/concentração:</li>
</ul>
<p><strong>Técnica Cirúrgica:</strong><br />
<em>Descrever a sequência da técnica:</em> ex.: sindesmotomia, Técnica I, Técnica II, Técnica III, etc&#8230;)<br />
<em>Preparo do alvéolo:</em> regularização das espículas ósseas e curetagem do alvéolo do dente extraído, Manobra de Chompret.<br />
<em>Sutura: </em></p>
<ul>
<li>Tipo de fio:</li>
<li> Tipo de ponto:</li>
<li>Data da remoção:</li>
</ul>
<p><a href="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Recomendações-pós-operatórias-Dr.-Jefferson-.pdf" target="_blank" rel="noopener"><em>Recomendações pós-operatórias:</em></a> de acordo com o procedimento<br />
<em>Prescrições:</em> podem variar de acordo com a técnica utilizada e tempo operatório.<br />
Fábio Gemra. Acadêmico do 3º ano do curso de Odontologia da Universidade Positivo, Curitiba &#8211; PR</p>
]]></content:encoded>
					
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	</channel>
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