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	<title>trauma &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>trauma &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Uso do Óxido Nitroso na Odontologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2017 14:53:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anestesiologia e Terapêutica]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
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					<description><![CDATA[O óxido nitroso, popularmente conhecido como gás hilariante, foi descoberto pelo químico Joseph Priestley por volta de 1772, inicialmente as pesquisas com o gás eram para tentativas de curas de doenças. Mas foi o Doutor Horace Wells (1815 &#8211; 1848), cirurgião-dentista americano que introduziu a utilização do gás na odontologia. Utilização A utilização do óxido [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>óxido nitroso</strong>, popularmente conhecido como <em><strong>gás hilariante</strong>,</em> foi descoberto pelo químico Joseph Priestley por volta de 1772, inicialmente as pesquisas com o gás eram para tentativas de curas de doenças. Mas foi o Doutor Horace Wells (1815 &#8211; 1848), cirurgião-dentista americano que introduziu a utilização do gás na odontologia.</p>
<p><strong>Utilização</strong><br />
A utilização do óxido nitroso é bem popular na América do Norte e em países da Europa e vem sendo utilizado há muitos anos. No Brasil sua utilização esta crescendo, cada vez mais profissionais estão ficando aptos para realizar seu uso em consultórios.<br />
Modo de administração</p>
<p>A administração de óxido nitroso é realizada via inalatório, sendo que é associado o oxigênio juntamente com o óxido nitroso, ou seja, é realizada uma mistura desses dois gases, tendo um percentual variável durante a realização do procedimento. Deve haver constante monitoramento dos sinais vitais do paciente por meio do oxímetro antes, durante e após o procedimento.<br />
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<p><strong>Indicação</strong><br />
A principal indicação do uso do óxido nitroso são pacientes que sofreram algum tipo de <strong>trauma</strong> anterior e que tenham <strong>medo de dentista</strong>, esta indicado também para pacientes pediátricos, pacientes com problemas sistêmicos e em casos de procedimentos de longa duração.</p>
<p><strong>Contraindicação</strong><br />
Não existe contraindicação absoluta, porém, alguns itens devem ser questionados durante a anamnese se o paciente possui algum tipo de infecção respiratória, desvio de septo, dificuldade para respirar. No caso de <strong>gestantes,</strong> deve ser evitada a administração no primeiro trimestre gestacional. Devem ser avaliados problemas comportamentais do paciente e cooperativo perante o tratamento proposto.</p>
<p><strong>Modo de ação</strong><br />
A ação do óxido nitroso basicamente é para que o paciente diminua a <strong>ansiedade,</strong> sendo assim, provocando um efeito relaxante durante os procedimentos odontológicos, porém, somente a inalação do gás não substitui o uso dos anestésicos locais – anestésicos injetáveis.<br />
O uso do óxido nitroso é uma das sedações mais seguras. É considerado uma <strong>sedação consciente</strong> (sedação consciente é classificada como um método não tão invasivo quando os outros tipos de sedação, como no caso de sedação inconsciente e profunda) o paciente fica em um estado de relaxamento, pois há uma diminuição do limiar de ansiedade, ainda ficando responsível e consciente durante todo o procedimento.</p>
<p>Dessa forma, se diminuir a ansiedade do paciente, sua atividade metabólica é desacelerada, logo os agentes anestésicos a serem administrados tendem a ter uma maior duração, pois não são metabolizados pelo corpo tão rapidamente, o mesmo acontece quando é administrado fármacos com o mesmo intuito.<br />
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		<title>Confecção de Protetores Bucais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Aug 2016 00:49:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontologia do Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[bucais]]></category>
		<category><![CDATA[esporte]]></category>
		<category><![CDATA[esportiva]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
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		<category><![CDATA[tipos]]></category>
		<category><![CDATA[trauma]]></category>
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					<description><![CDATA[Inúmeras pesquisas sobre injúrias e traumas dentais relacionadas a esportes, documentaram que participantes de todas as idades, gêneros e níveis de habilidade possuem risco de desenvolver injúrias dentais em atividades esportivas (oficiais e não oficiais). Para proteger o indivíduo de lesões, o uso de protetores bucais é altamente recomendados. Os traumas decorrentes da prática esportiva representam uma parcela [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Inúmeras pesquisas sobre injúrias e traumas dentais relacionadas a <strong>esportes</strong>, documentaram que participantes de todas as idades, gêneros e níveis de habilidade possuem risco de desenvolver injúrias dentais em atividades esportivas (oficiais e não oficiais). Para proteger o indivíduo de lesões, o uso de <strong>protetores bucais</strong> é altamente recomendados.<br />
Os <strong>traumas</strong> decorrentes da prática esportiva representam uma parcela importante entre as etiologias do traumatismo dentário. Dessa maneira, abre-se um nicho de mercado dentro da Odontologia: a confecção de protetores bucais. Mas você sabe como funciona?<br />
Os <strong>protetores bucais</strong> são dispositivos geralmente confeccionados de vinil ou borracha, que se adaptam e que visam proteger dentes e tecidos de suporte de traumatismos e impactos, minimizando a possibilidade de comprometer o aparelho estomatognático durante a prática esportiva, além de reduzir a possibilidade de injúrias de cabeça e pescoço.<br />
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<strong>Tipos de Protetores Bucais</strong><br />
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<p><strong>Protetores de Estoque ou Universais </strong><br />
São dispositivos geralmente encontrados em tamanho padronizado, confeccionados em borracha, cloro polivinil ou co-polímero acetato-polietileno. São poucos satisfatórios, muito volumosos, desconfortáveis e só ficam retidos aos dentes quando o arco está ocluído. Interferem na fala e na respiração. Tendo como vantagem o custo e a fácil aquisição.</p>
<p><strong>Protetores Pré-fabricados </strong><br />
<em>Revestidos de concha (shell-liners):</em> volumosos, confeccionados de cobertura de cloro polivinil e ajustados com acrílico gel ou borracha de silicone, aumentando a dimensão vertical, apresentam pouca retenção e conforto.<em>Termoplásticos (boilandbite)</em> – são menos volumosos e mais confortáveis que os pré-fabricados, confeccionados de acetato polivinílico que é plastificado em água quente e então moldado na boca pelo usuário, pré-formados em tamanho padrão e podem ser refeitos e ajustados quando necessário. Apresentando como desvantagens a distorção, dureza e insensibilidade do material à contínua exposição aos fluidos bucais. Também podem ser comprados em muitas lojas de produtos esportivos e podem oferecer um melhor encaixe do que protetores bucais de estoque.</p>
<p><strong>Protetores Sob-medida ou Customizados </strong><br />
É o ideal para a proteção. São confeccionados pelo cirurgião-dentista após a obtenção de um modelo da maxila e mandíbula do paciente com placas de vinil, borracha, poliuretano com borracha, borracha de silicone, polivinil acetato ou com resina termoplastificada na máquina de confomação a vácuo. É o dispositivo mais retentivo, confortável e o que oferece melhor adaptação e proteção superior na prevenção de traumatismos. As alterações de fala e respiração são mínimas com esse protetor.</p>
<p><strong>Protetores Customizados Multilaminados<br />
</strong>Semelhante ao protetor anterior, é confeccionado com várias camadas (lâminas) de EVA, conformadas através de temperatura elevada sobre o modelo de gesso com o auxilio de uma máquina termopressurizada. Com uma espessura uniforme, esse protetor oferece máxima proteção ao atleta. É possível nesse modelo, a mistura de cores, inserção de nomes e imagens. No entanto, o seu custo é elevado.</p>
<hr />
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<p><strong>Técnica de Confecção</strong><br />
Antes da confecção do protetor, alguns passos devem ser avaliados, como:</p>
<ul>
<li>Exame oral para confirmar boa saúde dentária.</li>
<li>Lesões cariosas presentes devem ser tratadas.</li>
<li>Remoção de dispositivos protéticos para moldagem e uso do protetor.</li>
<li>Bloqueio no modelo de qualquer área onde haverá erupção dental.</li>
</ul>
<p>Depois de tratados as questões prévias, partimos para a fase clínica da confecção:</p>
<p><strong>Moldagem com alginato e obtenção de modelo de gesso</strong><br />
Molda-se toda arcada superior e musculatura com moldeiras de estoque. Na fase laboratorial é realizado o vazamento da moldagem com gesso pedra ou gesso de alta resistência, exceto na região do palato.</p>
<p><strong>Compressão do modelo</strong><br />
O modelo, já recortado e alinhado, deverá ser revestido com material isolante e levado à máquina de vácuo, que já estará com a lâmina de EVA termoplastificada para a confecção do protetor. Após a compressão da lâmina de EVA no modelo, o vácuo deverá ser mantido por aproximadamente 2 minutos e nesse tempo o material amolecido pode ser adaptado manualmente com uma toalha de papel molhada. Quando o modelo estiver completamente frio, recortar o excesso com tesoura.</p>
<p><strong>Remoção do protetor do modelo de gesso </strong><br />
O modelo deve ser emergido em água e, posteriormente, retirado com cuidado, seguindo os cortes e adaptações na zona superior do vestíbulo, cerca de 3 mm acima da borda gengival, desobstruindo freios e inserções musculares.</p>
<p><strong>Acabamento e polimento</strong><br />
O acabamento e polimento são feitos com brocas de peça de mão e ao final com lâmpada de álcool para dar alisamento e brilho final.</p>
<p><strong>Alguns critérios devem ser seguidos na confecção do protetor</strong></p>
<ul>
<li>Cobrir todos os dentes superiores e o palato (4 a 6mm).</li>
<li>Não deve interferir no espaço funcional livre.</li>
<li>Não deve traumatizar a mucosa e por isso todos os ângulos deverão ser arredondados e as extemidades em forma de cunha para um maior conforto.</li>
<li>A estética deverá ser aceitável, não devendo ser esquecida.</li>
<li>Em pacientes com ausências dentárias, bordas oclusais de vinil podem ser confeccionadas no protetor para substituir os dentes. Alguns cuidados devem ser seguidos para uma melhor conservação do protetor bucal.</li>
<li>A limpeza deve ser feita com pasta de dente e escova imediatamente após o uso.</li>
<li>Devem ser guardados secos em caixa de armazenamento perfurada.</li>
<li>Não deixar os protetores em contato com o sol para não ressecarem.</li>
<li>Não ranger os dentes contra o protetor, pois isso diminui sua durabilidade.</li>
<li>Lembrar que o protetor é individual e não é recomendável que seja emprestado.</li>
</ul>
<p>Referências<br />
-Janaina Lima de Barros. <strong>Protetores Bucais e Sua Prevenção Nos Traumatismos Dentais Durante a Prática Esportiva</strong>. Faculdade de Odontologia da UFMG, 2012.<br />
-Alessandro Ribeiro Gonçalves. <strong>Protetores bucais: tipos e técnica de confecção.</strong> Prosthes. Lab. Sci. 2012; 2(5):61-68.<br />
-Knapik JJ, Marshall SW, Lee RB, Darakjy SS, Jones SB, Mitchener TA, et al. <strong>Mouthguards in sport activities: history, physical properties and injury prevention effectiveness.</strong> Sports Med. 2007;37(2):117-44.<br />
-ADA American Dental Association [internet]. Chicago: The American Dental Association, Inc.; c1995-2009 [updated 2005 march 3; cited 2009 july 26]. Available from: http:// www.ada.org/; http://www.ada.org/prof/resources/positions/statements/mouthgards.asp</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Traumatismo Dentoalveolar na Dentição Decídua</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/traumatismo-na-denticao-decidua/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Nov 2015 00:53:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontopediatria]]></category>
		<category><![CDATA[avulsão]]></category>
		<category><![CDATA[contenção]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
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					<description><![CDATA[O atendimento a crianças com traumatismos na dentição decídua requer uma abordagem diferente daquela utilizada na dentição permanente, isso porque existe uma relação muito próxima entre o ápice do dente decíduo afetado pelo trauma e o germe do dente permanente sucessor. Precisa ser considerado as possíveis sequelas nos dentes permanentes e avaliar o tipo de tratamento a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">O atendimento a crianças com traumatismos na dentição decídua requer uma abordagem diferente daquela utilizada na dentição permanente, isso porque existe uma relação muito próxima entre o ápice do dente decíduo afetado pelo trauma e o germe do dente permanente sucessor. Precisa ser considerado as possíveis sequelas nos dentes permanentes e avaliar o tipo de tratamento a ser instaurado, bem como as sequelas tardias do trauma Para decidir o tratamento, precisam ser levadas em conta a idade e maturidade da criança, sua capacidade de cooperação em situação de emergência e a oclusão que a criança apresenta.</p>
<div class="page" title="Page 3">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<div class="page" title="Page 3">
<div class="layoutArea">
<div class="column">A falta de selamento labial e excessiva sobressaliência → fatores predisponentes ao trauma na dentição decídua.<br />
<img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5309" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/11/Consulta.png" alt="Consulta" width="1024" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/11/Consulta.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/11/Consulta-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/11/Consulta-768x576.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><br />
<strong>Exame geral </strong><br />
Deve-se observar:</p>
<div class="page" title="Page 4">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<ul>
<li>Lesões extrabucais (mento, face, cabeça)</li>
<li>Lesões na pele e no rosto: encaminhar paciente para cirurgião plástico.</li>
</ul>
<p>Diante de quadro de traumatismo dentoalveolar, o Ministério da Saúde recomenda, quanto à profilaxia antitetânica,</p>
<ul>
<li>façam limpeza e desinfecção da lesão com soro fisiológico e solução oxidante</li>
<li>debridamento da ferida, quando necessário.</li>
</ul>
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<p><strong>Exame Radiográfico</strong></p>
<div class="page" title="Page 4">
<div class="layoutArea">
<div class="column">É necessário considerar a idade da criança e o tipo de trauma. Devem-se verificar:</p>
<div class="page" title="Page 4">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<ul>
<li>Estágio de erupção dentária;</li>
<li>Grau de rizólise dos dentes decíduos;</li>
<li>Grau de rizogênese do dente permanente;</li>
<li>Fragmentos em tecido mole;</li>
<li>Presença de fraturas ósseas ou dentárias;</li>
<li>Espessura da dentina remanescente entre a linha de fratura e a polpa coronária (fratura coronária);</li>
<li>Reabsorções radiculares;</li>
<li>Tamanho da câmara pulpar;</li>
<li>Deslocamentos intrusivos e extrusivos;</li>
<li>Relação entre os deslocamentos intrusivos do dente decíduo e os germes dos sucessores permanentes;</li>
<li>Presença de outras alterações patológicas na área.</li>
</ul>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p><strong>Exame clínico intrabucal</strong></p>
<div class="page" title="Page 4">
<div class="layoutArea">
<div class="column">Limpam-se e examinam-se os tecidos moles. Deve-se constatar:</p>
<ul>
<li>se os tecidos moles estão afetados pelo trauma e qual a sua extensão;</li>
<li>se os dentes apresentam fratura, mobilidade ou deslocamento;</li>
<li>se o tecido ósseo contém fratura;</li>
<li>se a oclusão está normal, pois isso indicará se ocorreram deslocamento dental e fratura óssea;</li>
<li>a <strong>não</strong> realização de testes de percussão e vitalidade.</li>
</ul>
<p><strong>Lesões traumáticas aos tecidos dentários</strong></p>
<div class="page" title="Page 5">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column"><span style="color: #008080;"><strong>Trinca de esmalte → Sem perda de estrutura dental.</strong></span><br />
<strong>Tratamento:</strong> fluorterapia<br />
<strong>Prognóstico:</strong> favorável</div>
</div>
</div>
</div>
<p><strong><span style="color: #008080;">Fratura de esmalte → Perda de estrutura dentária restrita ao esmalte.</span></strong><br />
<strong>Tratamento:</strong> quando envolve apenas esmalte, um eventual desgaste e polimento do dente com o intuito de evitar lacerações nos tecidos moles (lábio e língua) é suficiente. Indica-se aplicação de flúor no dente fraturado. Pode-se também restaurar, mas geralmente evitam-se desgastes adicionais;<br />
<strong>Prognóstico:</strong> favorável<br />
<strong><span style="color: #008080;">Fratura de esmalte e dentina → Perda de estrutura dentária restrita ao esmalte e à dentina, sem exposição pulpar.</span></strong><br />
<strong>Tratamento:</strong> observa-se radiograficamente a relação da fratura com a câmara pulpar para decidir sobre a necessidade de proteção do complexo dentinopulpar com hidróxido de cálcio. Se houver colaboração, restaurar com resina composta. Se não houver, CIV é indicado;<br />
<strong>Prognóstico:</strong> favorável<br />
<span style="color: #008080;"><strong>Fratura de esmalte e dentina com exposição pulpar → Perda de estrutura dentária restrita ao esmalte e à dentina, com exposição pulpar.</strong></span><br />
<strong>Tratamento:</strong> o tratamento vai depender de uma série de fatores, tais como extensão da fratura, grau de desenvolvimento dental (grau de rizogênese ou rizólise), momento em que ocorreu o trauma (se a busca pelo tratamento foi imediata ou tardia) e grau de colaboração da criança;<br />
<strong>Prognóstico:</strong> favorável, se observadas as condições ideais<br />
<strong><span style="color: #008080;">Fratura coronorradicular → Solução de continuidade que envolve esmalte, dentina e cemento, sem envolvimento pulpar.</span></strong><br />
<strong>Tratamento:</strong> depende da extensão subgengival e segue os mesmos princípios da fratura coronorradicular sem exposição pulpar, todavia, neste caso, o tratamento pulpar se faz necessário e a abordagem é semelhante à da fratura coronária com envolvimento pulpar;<br />
<strong>Prognóstico:</strong> favorável, desde que sejam verificadas as indicações ou contraindicações da restauração (2 mm aquém da margem gengival) e da terapia pulpar (estágio de desenvolvimento dentário adequado);<br />
<span style="color: #008080;"><strong>Fratura de raíz → Solução de continuidade que envolve esmalte, dentina, cemento e polpa.</strong></span><br />
<strong>Tratamento:</strong> depende da localização (terços apical, médio ou cervical) e direção da linha de fratura (orientação transversal ou longitudinal):<br />
<strong>Prognóstico:</strong> as fraturas transversais no terço apical têm prognóstico mais favorável que as demais;<br />
<strong> Lesões traumáticas aos tecidos de sustentação</strong><br />
As lesões aos tecidos de sustentação estão envolvidas na maioria dos traumatismos que ocorre na dentição decídua, pois há alta prevalência de deslocamentos dentários em razão da maior resiliência do osso alveolar.<br />
<strong>Concussão </strong></p>
<div class="page" title="Page 9">
<div class="layoutArea">
<div class="column">Traumatismo de pequena intensidade que envolve hemorragia e edema do ligamento periodontal, porém sem ruptura de fibras.</p>
<div class="page" title="Page 10">
<div class="layoutArea">
<div class="column"><strong>Subluxação</strong><br />
Traumatismo de intensidade baixa a moderada que provoca ruptura de algumas fibras do ligamento periodontal e leva à mobilidade sem provocar deslocamento dentário. Sangramento no sulco gengival pode estar presente.</p>
<div class="page" title="Page 10">
<div class="layoutArea">
<div class="column"><strong>Luxação lateral</strong><br />
Trata-se de traumatismo de maior intensidade que leva a deslocamentos dentários nos sentidos palatino, vestibular, mesial ou distal.</p>
<div class="page" title="Page 11">
<div class="layoutArea">
<div class="column"><strong>Luxação intrusiva</strong><br />
Também denominada intrusão, é o deslocamento dentário para o interior do seu alvéolo. É considerada grau I (suave) quando mais de 50% da coroa fica visível, grau II (moderada) quando menos de 50% da coroa pode ser vista e grau III (severa) quando há intrusão total da coroa.<br />
<strong>Luxação extrusiva</strong><br />
Também denominada extrusão, é o deslocamento parcial do dente para fora de seu alvéolo.<br />
<strong>Avulsão</strong></p>
<div class="page" title="Page 13">
<div class="layoutArea">
<div class="column">Também denominada luxação total, é o deslocamento completo do dente para fora de seu alvéolo.<br />
<strong>→ Contenção</strong></p>
<div class="page" title="Page 14">
<div class="layoutArea">
<div class="column">Auxilia na manutenção da posição de repouso, o que ajuda no reparo do feixe vasculonervoso e das fibras periodontais. Quando a contenção é recomendada, deve ser colocada no terço médio da face vestibular dos dentes traumatizados e adjacentes envolvendo dois dentes de suporte de cada lado.</p>
<div class="page" title="Page 14">
<div class="layoutArea">
<div class="column">As mais usadas são as que empregam fios de náilon ou de aço fixados aos dentes com resina composta. Podem ser flexíveis, com fios de náilon que variam do n.o 70 ao 80, e geralmente são utilizadas quando há lesões nos tecidos de sustentação.</p>
<div class="page" title="Page 14">
<div class="layoutArea">
<div class="column"><strong>Lesões de tecido mole</strong><br />
Os traumatismos em crianças são frequentemente acompanhados de lesões em tecidos moles como gengiva, mucosa alveolar, freios e bridas, lábios e pele.</p>
<ul>
<li><strong>Laceração:</strong> perfuração por objetos cortantes que mostra solução de continuidade.</li>
<li><strong>Contusão:</strong> hematoma provocado por impactos com objetos rombos que leva a hemorragias e edemas com mucosas íntegras;</li>
<li><strong>Abrasão:</strong> ferimento em que há remoção de camada superficial de tecido, deixando a gengiva áspera e sangrante.</li>
</ul>
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<p><strong>Orientação aos pais</strong></p>
<ul>
<li>Higiene bucal</li>
<li>Protetor labial</li>
<li>Dieta leve</li>
<li>Restrição do uso de mamadeiras e chupetas</li>
<li>Alerta-se sobre eventuais alterações nos dentes decíduos</li>
<li>Possíveis sequelas aos dentes permanentes associadas a traumatismo dental no decíduo também deverão ser informadas</li>
<li>Exames de controle</li>
</ul>
<p><strong>Repercussões do trauma para dentes decíduos</strong></p>
<div class="page" title="Page 16">
<div class="layoutArea">
<div class="column">A <strong>hiperemia pulpar</strong> é a primeira reação da polpa em resposta ao trauma sofrido e está presente mesmo em traumatismos de pequena intensidade.</p>
<div class="page" title="Page 16">
<div class="layoutArea">
<div class="column">A <strong>descoloração coronária</strong> é a sequela mais comum na dentição decídua e pode ser transitória ou acompanhar o dente até a esfoliação. Tons amarelados ou brancos opacos geralmente estão relacionados a obliterações (calcificações) do canal pulpar, caracterizadas pela deposição de tecido mineralizado no interior do canal radicular. Apesar da obliteração do canal radicular, é normal esses dentes sofrerem rizólise. Já as colorações acinzentadas ou azuladas que ocorrem logo depois do traumatismo são decorrentes de hemorragia pulpar, causada por ruptura dos capilares, o que leva ao extravasamento de eritrócitos e, por consequência, à pigmentação.</p>
<div class="page" title="Page 16">
<div class="layoutArea">
<div class="column">A <strong>retenção prolongada</strong>, em que não acontece o processo fisiológico de rizólise na raiz do decíduo; aqui a exodontia deve ser realizada.</p>
<div class="page" title="Page 16">
<div class="layoutArea">
<div class="column">As <strong>reabsorções dentárias</strong> são divididas em internas ou externas e estão ou não ligadas a outras alterações, como a necrose pulpar. Em casos de reabsorções leves, apenas o acompanhamento radiográfico está indicado. Em situações mais severas a exodontia é indicada.</p>
<div class="page" title="Page 16">
<div class="layoutArea">
<div class="column">A<strong> descoloração,</strong> se isolada de outros sinais, não sugere tratamento endodôntico, que só será feito em casos de necrose pulpar ou infecções associadas.</p>
<div class="page" title="Page 17">
<div class="layoutArea">
<div class="column">A <strong>anquilose dental</strong> (reabsorção substitutiva) também pode ocorrer em razão da progressiva substituição de tecido dentário por tecido ósseo.</div>
</div>
</div>
</div>
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</div>
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</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="page" title="Page 15"></div>
<p>Referência: Revista RSBO &#8211;  Dentoalveolar trauma in the primary dentition<br />
Estela Maris Losso, Maria Cristina dos Reis Tavares, Fernanda Mara de Paiva Bertoli, Flares Baratto-Filho</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/traumatismo-na-denticao-decidua/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Dente Anterior Fraturado. O Que Fazer?</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/dentes-anteriores-fraturados/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/dentes-anteriores-fraturados/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 17:58:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Técnica Operatória & Materiais Dentários]]></category>
		<category><![CDATA[Anteriores]]></category>
		<category><![CDATA[concussão]]></category>
		<category><![CDATA[dental]]></category>
		<category><![CDATA[Dentes]]></category>
		<category><![CDATA[emergência]]></category>
		<category><![CDATA[exame]]></category>
		<category><![CDATA[fratura]]></category>
		<category><![CDATA[Fraturados]]></category>
		<category><![CDATA[luxação]]></category>
		<category><![CDATA[trauma]]></category>
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					<description><![CDATA[Os dentes anteriores, num episódio de trauma dental, são os primeiros a serem atingidos. O que favorece são a sua posição e localização na arcada dentária.  Trauma Estruturas envolvidas Esmalte Ligamento periodontal Dentina Osso Polpa Tecidos moles   Classificação Traumatismo dos tecidos duros dentais e da polpa Fratura incompleta de esmalte (trinca) Fratura de esmalte Fratura [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="right"><span style="color: #000000;">Os dentes anteriores, num episódio de trauma dental, são os primeiros a serem atingidos. O que favorece são a sua posição e localização na arcada dentária. </span></p>
<p style="text-align: left;" align="right"><strong>Trauma</strong></p>
<p><strong>Estruturas envolvidas</strong></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="288">
<p style="text-align: center;">Esmalte</p>
</td>
<td style="text-align: center;" valign="top" width="288">Ligamento periodontal</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="288">
<p style="text-align: center;">Dentina</p>
</td>
<td valign="top" width="288">
<p style="text-align: center;">Osso</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" valign="top" width="288">Polpa</td>
<td valign="top" width="288">
<p style="text-align: center;">Tecidos moles</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<body>
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</body>

<p><strong>Classificação</strong></p>
<p><strong>Traumatismo dos tecidos duros dentais e da polpa </strong></p>
<ul>
<li>Fratura incompleta de esmalte (trinca)</li>
<li>Fratura de esmalte</li>
<li>Fratura de esmalte-dentina (fratura coronária não-complicada)</li>
<li>Fratura coronária complicada (polpa)</li>
<li>Fratura corono-radicular não-complicada</li>
<li>Fratura corono-radicular complicada (raiz, coroa e polpa)</li>
<li>Fratura radicular</li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>Traumatismo dos tecidos periodontais </strong></p>
<ul>
<li>Concussão (pequena mobilidade)</li>
<li>Subluxação (pequena mobilidade sem sangramento)</li>
<li>Luxação extrusiva</li>
<li>Luxação lateral</li>
<li>Luxação intrusiva</li>
<li>Avulsão (perda do dente)</li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>Traumatismo do osso de sustentação </strong></p>
<ul>
<li>Fratura da parede vestibular ou lingual da cavidade alveolar</li>
<li>Fratura do processo alveolar com ou sem o envolvimento do alvéolo dental</li>
<li>Fratura da mandíbula ou da maxila com ou sem o envolvimento do alvéolo dental</li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>Traumatismo da gengiva ou mucosa oral</strong></p>
<ul>
<li>Laceração</li>
<li>Contusão</li>
<li>Abrasão</li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>Etiologia<br /></strong><br />Acidentes de forma geral → automobilístico</p>
<div align="center"><hr align="center" size="2" width="100%" /></div>
<p>Agressão física</p>
<div align="center"><hr align="center" size="2" width="100%" /></div>
<p>Esporte</p>
<div align="center"><hr align="center" size="2" width="100%" /></div>
<p>Quedas</p>
<div align="center"><hr align="center" size="2" width="100%" /></div>
<p><strong><br />Epidemiologia</strong></p>
<div>Sexo: masculino é o mais atingido<br />Mais comum: jovens<br />Picos: 2 a 4 anos e de 8 a 10<br /><br /></div>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="576">Maior incidência de trauma dental envolvendo os dentes anteriores</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="576">Mais da metade dos traumatismos dentais envolvem incisivos centrais</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="576">Fratura coronária mais frequente</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><br />Medidas para prevenção do trauma dental</strong></p>
<p><em>→ Plano de tratamento </em><br /><strong><br />Exame clinico &#8211;  4 etapas</strong></p>
<ol>
<li>Anamnese (como, quando, onde ocorreu o acidente)</li>
<li>Exame de tecidos moles e duros</li>
<li>Exame físico loco regional intra-bucal</li>
</ol>
<ul>
<li>Inspeção;</li>
<li>Palpação;</li>
<li>Percussão;</li>
<li>Mobilidade dentária;</li>
<li>Teste de sensibilidade (-20° C)</li>
</ul>
<p>4. Exame complementar radiográfico<br /><strong> </strong></p>
<p><strong>Plano de tratamento </strong></p>
<ul>
<li>Tipo de fratura</li>
<li>Fragmento dental</li>
<li>Idade do paciente</li>
<li>Grau de envolvimento da raiz</li>
<li>Remanescente dental</li>
</ul>
<p>&#8211; qualidade<br />&#8211; quantidade</p>
<ul>
<li>Oclusão</li>
<li>Tempo e recurso do paciente</li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>Considerar também:</strong><br /><br />Fator emocional:  estado psicológico do paciente e a ansiedade dos pais.<br />Vitalidade dental: quadro pulpar e/ou periodontal indefinido.<br />Plano de tratamento: de acordo com o tipo de fratura<br />Obs: <em>fraturas em esmalte raramente prejudicam a função ou a estética</em></p>
<p><strong>Opções de tratamento</strong></p>
<ol>
<li>Controle</li>
<li>Restauração adesiva direta com resina composta</li>
<li>Colagem do fragmento</li>
</ol>
<p> </p>
<p><strong>Tratamento conservador da polpa</strong></p>
<ul>
<li>Capeamento pulpar (soro → pó de cimento de hidróxido de cálcio → cimento)</li>
<li>Curetagem pulpar</li>
<li>Pulpotomia → exposição (começo de sintomas dolorosos)</li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>Fatores a serem considerados </strong><br /> </p>
<table class="aligncenter" style="width: 222px; height: 217px;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="288">
<p style="text-align: center;">Dor</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="288">
<p style="text-align: center;">Sangramento</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="288">
<p style="text-align: center;">Idade</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="288">
<p style="text-align: center;">Tempo de exposição pulpar</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="288">
<p style="text-align: center;">Tamanho da exposição</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> <br /> </p>
<p><strong>Pacientes jovens </strong>(exposição pulpar)<br />→ manter vitalidade;<br />→ formação completa da raiz;<br /><em>Associação de fraturas coronárias e luxação</em> → necrose pulpar</p>
<div><strong>Colagem de fragmento dentário</strong></div>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="196">
<p align="center">Colagem autógena</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="196">
<p align="center">Colagem homógena</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="196">
<p align="center">Dentes vitais</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="196">
<p align="center">Dentes não vitais</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="196">
<p align="center">Colagem mediata</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="196">
<p align="center">Colagem imediata</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p><strong>Vantagens</strong></p>
<ul>
<li>Efeito psicológico positivo sobre o paciente</li>
<li>Tratamento conservador</li>
<li>Estética</li>
<li>Manutenção da função</li>
<li>Técnica simples e segura</li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>Desvantagens</strong></p>
<ul>
<li>Diferença de cor</li>
<li>Possibilidade de mau posicionamento</li>
<li> Deslocamento do fragmento</li>
<li>Linha de fratura evidente</li>
</ul>


<p>Estar preparado para uma situação de emergência é fundamental para que você obtenha sucesso em situações de trauma. </p>



<p>Espero que esse conteúdo tenha feito a diferença na sua vida acadêmica e profissional. </p>
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