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	<title>tratamento &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>tratamento &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Exames necessários para um bom diagnóstico em dentição mista para tratamento com alinhadores transparentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2024 14:27:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontopediatria]]></category>
		<category><![CDATA[Ortodontia & Ortopedia Facial]]></category>
		<category><![CDATA[alinhadores]]></category>
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					<description><![CDATA[Um sorriso saudável e bonito é um objetivo desejado por muitas pessoas, e não seria diferente para as nossas crianças e adolescentes. Durante essa fase de dentição mista, onde há uma combinação de dentes decíduos e permanentes em crescimento, é importante garantir que os dentes e todo conjunto bucal consiga empregar corretamente as suas funções [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="react-scroll-to-bottom--css-mcdow-79elbk _chat-scroller_1mb7g_32">
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<p>Um sorriso saudável e bonito é um objetivo desejado por muitas pessoas, e não seria diferente para as nossas crianças e adolescentes. Durante essa fase de <strong>dentição mista</strong>, onde há uma combinação de dentes decíduos e permanentes em crescimento, é importante garantir que os dentes e todo conjunto bucal consiga empregar corretamente as suas funções e é crucial identificar problemas ortodônticos precocemente e planejar um <strong>tratamento</strong> adequado.</p>
<p>Aqui que os <strong>alinhadores transparentes</strong> se tornam uma opção cada vez mais popular quando o assunto é tratamento com previsibilidade, conforto e qualidade.</p>
<p>Nesta série de posts, em parceria com o <em>Prof Dr. Derly Tescaro, Pós-doutor em Ortodontia, Speaker ClearCorrect LATAM em Dentição Mista</em>, exploraremos o papel dos alinhadores na dentição mista e como eles podem contribuir para o desenvolvimento de um sorriso saudável e harmonioso em crianças e adolescentes.</p>
<p>Para fazer um bom <strong>diagnóstico</strong> em dentição mista precisamos de exames clínicos e exames complementares. Nesse post, você vai aprender no que é preciso estar atento e o que vai precisar para um tratamento de sucesso com alinhadores transparentes nessa fase da dentição.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<h3 class="_chat-field-placeholder_1mb7g_84">Exame Clínico</h3>
<p>Realize um exame clínico abrangente e detalhado, avaliando a oclusão, a posição dos dentes, a mordida e a função mastigatória. Observe a relação entre os dentes anteriores e posteriores, procurando por problemas como atresia de arcos, apinhamento, diastemas, sobremordida, overjet, entre outros.</p>
<p>Nessa fase inicial, estar atento ao que o paciente e o responsável fala é importante. Além, é claro, de também identificar hábitos parafuncionais ou outras características que fogem do padrão.</p>
<h3 class="_chat-field-placeholder_1mb7g_84">Exame Complementares</h3>
<p><strong>Radiografias</strong></p>
<ul>
<li>Utilize radiografias, como radiografias panorâmicas e periapicais para avaliar a condição dos dentes permanentes que estão erupcionando e a posição dos dentes de leite remanescentes.</li>
<li>Radiografias oclusais podem ser úteis para avaliar a erupção e a posição dos dentes posteriores.</li>
</ul>
<p><strong>Avaliação do Crescimento Facial</strong></p>
<ul>
<li>Considere o crescimento facial e a relação entre as bases ósseas maxilar e mandibular.</li>
<li>Avalie a simetria facial, o perfil e a relação entre o queixo e o lábio superior.</li>
</ul>
<p><strong>Análise Cefalométrica</strong></p>
<ul>
<li>Se necessário, realize análises cefalométricas para avaliar as proporções faciais, as relações esqueléticas e as características dentárias.</li>
</ul>
<p><strong>Escaneamento e Modelos de Estudo</strong></p>
<ul>
<li>Escaneamento intraoral (<em>STL</em>)</li>
<li>Tire modelos de estudo para avaliar a relação tridimensional dos dentes e a oclusão.</li>
<li>Observe a posição dos dentes permanentes em erupção em relação aos dentes de leite e a oclusão.</li>
</ul>
<p><strong>Avaliação da Função Muscular </strong></p>
<ul>
<li>Observe a função muscular, incluindo a atividade dos músculos faciais e mastigatórios.</li>
<li>Avalie se há sinais de hábitos prejudiciais, como sucção de dedo.</li>
</ul>
<p><strong>Anamnese e Histórico Clínico </strong></p>
<ul>
<li>Obtenha informações sobre histórico médico e odontológico da criança, incluindo hábitos, problemas de respiração e histórico familiar de condições ortodônticas.</li>
</ul>
</div>
<p><strong>Comunicação com os pais e responsáveis</strong></p>
<ul>
<li>Mantenha uma comunicação aberta com os pais ou responsáveis para entender suas preocupações e expectativas.</li>
<li>Explique claramente qualquer necessidade de tratamento e o plano proposto.</li>
</ul>
<p>Lembrando que cada paciente é único, e o diagnóstico deve ser personalizado com base nas características específicas de cada caso. A intervenção precoce durante a dentição mista pode, em alguns casos, evitar problemas ortodônticos mais sérios no futuro, por isso a importância de um diagnóstico detalhado e preciso. O trabalho colaborativo entre ortodontistas, odontopediatras e outros profissionais de saúde é fundamental para proporcionar o melhor cuidado ao paciente.</p>
<p>O próximo post dessa série será sobre &#8220;<strong>Diretrizes de tratamentos em dentição mista leve, moderado e severo&#8221;, </strong>te esperamos lá!</p>
</div>
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		<item>
		<title>Sialorreia: Tudo Que Precisa Saber Para Diagnóstico e Tratamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 May 2022 13:45:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estomatologia & Patologia]]></category>
		<category><![CDATA[excesso]]></category>
		<category><![CDATA[hipersialose]]></category>
		<category><![CDATA[saliva]]></category>
		<category><![CDATA[sialorreia]]></category>
		<category><![CDATA[toxina botulínica]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[A produção diária de saliva é em torno de 500mL a 2L, e o fluxo salivar de indivíduos normais é variável ao longo do dia, sendo menor pela manhã, aumenta à tarde e quase nulo à noite. A sialorreia ou hipersialose, ocorre quando a produção de saliva excede a habilidade do indivíduo em transportá-la ao [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A produção diária de <strong>saliva</strong> é em torno de 500mL a 2L, e o fluxo salivar de indivíduos normais é variável ao longo do dia, sendo menor pela manhã, aumenta à tarde e quase nulo à noite.</p>
<p>A <strong>sialorreia</strong> ou <strong>hipersialose</strong>, ocorre quando a produção de saliva excede a habilidade do indivíduo em transportá-la ao estômago.</p>
<p><em>Sialorreia primária:</em> como resultado de hipersecreção das glândulas salivares, mas esta ocorrência é rara.</p>
<p><em>Sialorreia secundária:</em>  está relacionada a falha neurogênica na coordenação dos músculos da língua, palato e face que atuam na fase oral da deglutição, com a perda do controle da saliva na cavidade oral.</p>
<p>Podem ser anatômicas, como incontinência labial, problemas ortodônticos, língua volumosa, má oclusão dentária, obstrução nasal, predispondo à respiração oral, postura inadequada de cabeça e pescoço, com hiperflexão cervical.</p>
<p>Em doenças neurológicas, sua incidência pode chegar a 80%, afetando a qualidade de vida do paciente.</p>
<h4><strong>Tratamento</strong></h4>
<p>O manejo adequado possui poucas evidências, mas deve ser multidisciplinar:</p>
<ul>
<li>Posicionamento adequado</li>
<li>Suporte fonoaudiólogo</li>
<li>Lembretes para engolir</li>
<li>Reabilitação oral</li>
<li>Toxina botulínica</li>
</ul>
<p>A <strong>toxina botulínica</strong> atua reduzindo a produção de saliva. Ela inibe a liberação de acetilcolina nas junções neuro secretoras pré-sinápticas das glândulas salivares. Tem uma ação mais duradoura e menos efeitos colaterais do que os medicamentos anticolinérgicos. Não tem contraindicações e é um método seguro e eficaz.</p>
<p>Referências</p>
<p><a href="https://www.einstein.br/Pages/Doenca.aspx?eid=200" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Guia de Doenças e Sintomas Albert Einstein;</a><br />
<a href="https://pebmed.com.br/manejo-da-sialorreia-em-pacientes-neurologicos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">PebMed;</a><br />
<a href="https://www.neurologica.com.br/blog/o-que-e-sialorreia-excesso-de-saliva-e-as-opcoes-de-tratamentos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Blog Neurológica;</a></p>
<div><span style="color: #808080;">Ellies M, Rohrbach-Volland S, Arglebe C, Wilken B, Laskawi R, Hanefeld F. Successful management of drooling with botulinum toxin A in neurologically disabled children. Neuropediatrics 2002 Dec;33(6):327- 330.</span></div>
<div><span style="color: #808080;">Manrique D. Aplicação de toxina botulínica tipo A. Rev Bras Otorrinolaringol. 2005;71(5):566-9.</span></div>
<div><span style="color: #808080;">Meningaud JP, Arnnop PP, Chikhani L, Bertrand JC. Drooling of saliva: a review of the etiology and management options. Oral Surg Oral Med Oral Pathol Oral Radiol Endod 2006;101(1):48-57.</span></div>
<div><span style="color: #808080;">Moller E, ,Karlsborg M, Bardow A,Lykkeaa J ,Flemming H. Nissen FH, Bakke M. Treatment of severe drooling with botulinum toxin in amyotrophic lateral sclerosis and Parkinson&#8217;s disease: Efficacy and possible mechanisms. Acta Odontologica Scandinavica 2011; 69: 151-157.</span></div>
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		<item>
		<title>Como Fazer Diagnóstico de Doença Periodontal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Mar 2021 14:04:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Periodontia]]></category>
		<category><![CDATA[anamnese]]></category>
		<category><![CDATA[doença periodontal]]></category>
		<category><![CDATA[periodontia]]></category>
		<category><![CDATA[periodontics]]></category>
		<category><![CDATA[periodontite]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Pode parecer simples fazer um diagnóstico de doença periodontal, mas será que sabemos fazer de maneira precisa, a ponto de indicar um tratamento mais efetivo para o paciente? Para tirar essas dúvidas e melhorar o seu desempenho na periodontia, montamos esse post com um protocolo do que deve ser avaliado na hora de fazer um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pode parecer simples fazer um <strong>diagnóstico de doença periodontal</strong>, mas será que sabemos fazer de maneira precisa, a ponto de indicar um tratamento mais efetivo para o paciente?</p>
<p>Para tirar essas dúvidas e melhorar o seu desempenho na <strong>periodontia</strong>, montamos esse post com um protocolo do que deve ser avaliado na hora de fazer um diagnóstico de doença periodontal.</p>
<p>Anote, imprima ou salve esse conteúdo, vai ser importante para a sua vida acadêmica e clínica.</p>
<p><script>
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</script></p>
<hr />
<p><strong>Pontos importantes a serem observados na anamnese</strong></p>
<ul>
<li>Diabetes</li>
<li>Fumo</li>
<li>Estresse</li>
<li>Problemas hormonais</li>
<li>Doença periodontal prévia</li>
<li>Fator genético</li>
</ul>
<p><strong>Exame Clínico</strong></p>
<ul>
<li><strong>Observações clínicas: o que observar?</strong><br />
&#8211; Características normais e alteradas do periodonto;<br />
&#8211; Presença de freios e bridas;<br />
&#8211; Quantidade de gengiva inserida;<br />
&#8211; Presença de retração ou recessão gengival;<br />
&#8211; Presença de cálculo dental;</li>
<li><strong>Sondagem clínica (sempre com sonda periodontal):</strong><br />
&#8211; Sangramento à sondagem (índice de sangramento gengival* no final do post);<br />
&#8211; Profundidade de sondagem (medida que vai da margem gengival a porção mais apical soldável do sulco ou da bolsa);<br />
&#8211; Nível de inserção clínica (medida que vai da Junção Cemento-Esmalte &#8211; JCE &#8211; ao fundo do sulco gengival ou da bolsa periodontal);<br />
&#8211; Nível gengival (medida que vai da JCE até a margem gengival &#8211; importante avaliar a presença de recessão gengival ou falsa bolsa);<br />
&#8211; Lesões de furca (classificação das lesões logo abaixo).</li>
<li><strong>Presença dos fatores retentivos de placa: </strong><br />
&#8211; Restaurações e próteses mal adaptadas;<br />
&#8211; Cálculo dental;<br />
&#8211; Aparelho ortodôntico;<br />
&#8211; Cavidades cariosas;<br />
&#8211; Contenção dental;<br />
&#8211; Apinhamento dental;<br />
&#8211; Respirador bucal.</li>
<li><strong>Mobilidade dental:</strong><br />
&#8211; Grau 1: mobilidade dental no sentido horizontal de 1 a 2mm;<br />
&#8211; Grau 2: mobilidade dental no sentido horizontal &gt; 2mm;<br />
&#8211; Grau 3: mobilidade dental no sentido horizontal e vertical.</li>
<li><strong>Índices periodontais: </strong><br />
&#8211; Índice de Placa de O&#8217;Leary (número de faces coradas x100/número de dentes x4).</li>
</ul>
<p><strong>Exame Radiográfico</strong></p>
<ul>
<li>Levantamento periapical completo (quando houver necessidade).</li>
</ul>
<p><strong>Classificação das Lesões de Furca (Hamp<em> et al.</em> 1975)</strong></p>
<ul>
<li>Classe/Grau I: perda óssea no sentido horizontal &lt; que 3mm;</li>
<li>Classe/Grau II: perda óssea no sentido horizontal &gt;igual a 3mm mas não se estende de lado a lado;</li>
<li>Classe/Grau III: perda óssea no sentido horizontal que  se  estende de lado a lado.</li>
</ul>
<p><strong>Índice de Sangramento Gengival</strong></p>
<p>Escores: <em>0 ou 1</em><br />
Critérios:<em> Ausência de Sangramento ou Presença de Sangramento </em></p>
<hr />
<p>Durante a consulta para se fazer o diagnóstico, é importante avaliar o paciente como um todo: conversar, perguntar e ouvir. Só assim você conseguirá obter o máximo de informação relevante para o seu diagnóstico e tratamento.</p>
<p>Até mais!</p>
<p><em>Esse protocolo foi baseado no PROTOCOLO CLÍNICO DA UNIVERSIDADE POSITIVO, Curitiba/PR &#8211; Brasil. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Você Sabe Como Tratar a Dor de Gestantes, Cardiopatas, Hepatopatas e Renais Crônicos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2020 16:54:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Farmacologia]]></category>
		<category><![CDATA[analgesia]]></category>
		<category><![CDATA[analgésicos]]></category>
		<category><![CDATA[anti-inflamatórios]]></category>
		<category><![CDATA[cardiopata]]></category>
		<category><![CDATA[dentista]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[gestantes]]></category>
		<category><![CDATA[hepatopata]]></category>
		<category><![CDATA[medicamento]]></category>
		<category><![CDATA[renal crônico]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando uma paciente gestante chega ao seu consultório ou faculdade relatando dor ou precisando de atendimento, você tem 100% de segurança para tratar? Quando um paciente cardiopata, hepatopata ou renal crônico precisa de um medicamento para dor, você sabe o que pode ou não prejudicar ainda mais o quadro de saúde desse paciente? Vou te [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando uma paciente <strong>gestante</strong> chega ao seu consultório ou faculdade relatando dor ou precisando de atendimento, você tem 100% de segurança para tratar?</p>
<p>Quando um paciente cardiopata, hepatopata ou renal crônico precisa de um medicamento para dor, você sabe o que pode ou não prejudicar ainda mais o quadro de saúde desse paciente?</p>
<h3 style="text-align: center;">Vou te contar uma coisa: <strong>56%</strong> <strong>dos dentistas</strong> optam por não atender gestantes ou pacientes do grupo de risco, ou fazem atendimentos apenas preventivos/curativos por não saberem ou não terem a certeza do que usar.</h3>
<p style="text-align: left;">Se você faz parte desse grupo, não se preocupe mais, <strong>nós</strong> <strong>vamos te ajudar.</strong></p>
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<hr />
<h3><strong>Quais as vantagens de ter esse ebook: </strong></h3>
<ul>
<li>Com uma tabela personalizada dos<strong> medicamentos mais utilizados</strong>, quais provocam reações adversas e quais são <strong>contraindicados</strong> para os grupos especiais, a sua vida ficará muito mais fácil.</li>
<li>Você também terá acesso a uma revisão incrível sobre analgésicos e anti-inflamatórios para entender <strong>DEFINITIVAMENTE</strong> o que pode ou não utilizar, como esses medicamentos atuam e quais as reações no organismo.</li>
<li>Além de conteúdos exclusivos para tratar a dor desses pacientes sistemicamente comprometidos.</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Curso de Laserterapia Aplicada Online</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2020 20:42:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cursos]]></category>
		<category><![CDATA[aplicações]]></category>
		<category><![CDATA[curso]]></category>
		<category><![CDATA[dentistas]]></category>
		<category><![CDATA[laser]]></category>
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		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O laser pode mudar a maneira como você atende, trata e vende para os seus pacientes.</p>
<p>Quer descobrir como?</p>
<p>Pouquíssimos profissionais sabem dos <strong>resultados incríveis</strong> que essa terapia pode trazer para os tratamentos e <strong>ganhos financeiros do</strong> dentista<strong>.</strong></p>
<p>Você provavelmente não deve ter visto em quais áreas pode usar a laserterapia, não é mesmo? Já vamos te contar&#8230;</p>
<p>A partir de agora elimine da sua mente as palavras:</p>
<ul>
<li>Placebo</li>
<li>Paliativo</li>
</ul>
<p><strong>Foque nos termos</strong>:</p>
<ul>
<li>Qualidade de Tratamento</li>
<li>Mudanças no seu atendimento clínico</li>
</ul>
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<p>Mudança e qualidade são as palavras que estarão presentes na sua vida depois desse curso de Laserterapia.</p>
<h3 style="text-align: center;"><strong>Você PODE e ter à disposição ferramentas que aprimoram e qualificam o seu trabalho.<br />
</strong><strong>O laser é uma delas. </strong></h3>
<p>O curso online <strong>LASERTERAPIA APLICADA</strong>, visa capacitar e atualizar os profissionais da saúde para o manuseio de laser nas práticas clínicas. O conteúdo envolve princípios e grandezas físicas dos lasers, interações da luz com os tecidos, mecanismos de ação e protocolos clínicos.</p>
<p>Ministrado pelo <em>Dr. MATEUS CÓSTOLA WINDLIN</em>, graduado em Odontologia pela Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (USP), Habilitado em Laserterapia – (USP), trabalhos científicos publicados no Brasil e exterior, além de especializações em outras áreas da odontologia, que coloca todo seu <em>know-how</em> de mais de uma década de estudos e práticas com laser, em um curso didático e de importante conteúdo científico.</p>
<h3><strong>Aplicações na Odontologia:</strong></h3>
<ul>
<li>Tratamento periodontal</li>
<li>Tratamento endodôntico</li>
<li>Tratamento de lesões da mucosa oral</li>
<li>Prevenção de cárie dental</li>
<li>Tratamento de cárie</li>
<li>Diagnóstico</li>
<li>Procedimentos em tecidos duros</li>
<li>Hipersensibilidade dentinária</li>
<li>Regeneração óssea</li>
<li>Cirurgia em tecidos moles</li>
<li>Mucosite oral</li>
<li>Disfunções da ATM</li>
<li>Parestesia e paralisia facial</li>
<li>Nevralgia/Neuralgia do trigêmeo</li>
<li>Remoção de pigmentação gengival</li>
<li>Clareamento dental</li>
<li>Ortodontia</li>
</ul>
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<p>Não deixe essa oportunidade escapar.</p>
<p>Abraço, até lá</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Laserterapia &#8211; Aplicações na Odontologia</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/laserterapia-aplicacoes-na-odontologia/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/laserterapia-aplicacoes-na-odontologia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2020 01:20:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Laserterapia]]></category>
		<category><![CDATA[alta frequencia]]></category>
		<category><![CDATA[aplicações]]></category>
		<category><![CDATA[baixa frequencia]]></category>
		<category><![CDATA[laser]]></category>
		<category><![CDATA[lasers]]></category>
		<category><![CDATA[laserterapia]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma parcela muito grande de acadêmicos, cirurgiões-dentistas e médicos ainda não estão familiarizados com a LASERTERAPIA e não sabem como a sua aplicação é incrível na prática clínica. Pensando nisso, montamos um material para ajudar na imersão de vocês em LASERTERAPIA EM ODONTOLOGIA. Preparem-se e vamos lá. O laser é hoje uma importante tecnologia que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma parcela muito grande de acadêmicos, cirurgiões-dentistas e médicos ainda não estão familiarizados com a LASERTERAPIA e não sabem como a sua aplicação é incrível na prática clínica. Pensando nisso, montamos um material para ajudar na imersão de vocês em <strong>LASERTERAPIA EM ODONTOLOGIA</strong>.</p>
<p>Preparem-se e vamos lá.</p>
<p>O <strong>laser</strong> é hoje uma importante tecnologia que pode ser aplicada em muitas áreas e tem diversas funções. A luz laser atua em diversos tecidos de forma seletiva e seus benefícios são obtidos pela absorção da sua energia pelo tecido. Na odontologia, conquistou seu espaço com várias aplicações, como na redução do tempo de recuperação dos pacientes, nas complicações pós-operatórias, na redução de edemas e, ainda, facilitou a <strong>bioestimulação/biorregulação/biomodulação dos tecidos moles</strong>, Além disso, pode ser uma ótima opção no auxílio de controle e domínio das dores crônicas.</p>
<p>Laser é uma abreviação do inglês &#8220;<em>light amplification by stimulated emission of radiation</em>”, que significa uma amplificação da luz por emissão estimulada de radiação.</p>
<p>Os laser da família <em>YAG</em> (Neodímio, Érbio e Hólmio) possui como meio ativo um cristal transparente de ítro-aluminio conhecido como Garnet cuja fórmula é Y<sub>3</sub>Al<sub>5</sub>O<sub>12.</sub></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-9260 size-large" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/05/TIPOS-LASER-1-e1589332770198-1024x494.jpg" alt="" width="696" height="336" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/05/TIPOS-LASER-1-e1589332770198-1024x494.jpg 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/05/TIPOS-LASER-1-e1589332770198-300x145.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/05/TIPOS-LASER-1-e1589332770198-768x370.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/05/TIPOS-LASER-1-e1589332770198-1536x741.jpg 1536w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/05/TIPOS-LASER-1-e1589332770198-696x336.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/05/TIPOS-LASER-1-e1589332770198-1068x515.jpg 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/05/TIPOS-LASER-1-e1589332770198-871x420.jpg 871w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/05/TIPOS-LASER-1-e1589332770198.jpg 1920w" sizes="(max-width: 696px) 100vw, 696px" /></p>
<p>Todos os procedimentos em que a luz laser é empregada, requerem treinamento do profissional e cuidados específicos para evitar danos aos pacientes.</p>
<h2><strong>Aplica</strong><strong>çõ</strong><strong>es cl</strong><strong>í</strong><strong>nicas e cir</strong><strong>ú</strong><strong>rgicas do laser na Odontologia</strong></h2>
<p>Descubra agora as principais aplicações clínicas e cirúrgicas do laser na Odontologia e de quais formas ele atua:</p>
<h3><strong>Tratamento periodontal</strong></h3>
<p>Os lasers de Nd:YAG e Er:YAG podem ser utilizados no tratamento das doenças periodontais contribuindo muito com a redução microbiana local. Além de ajudar na remoção da causa das doenças periodontais, o laser também atua de forma analgésica, anti-infl amatória, na redução do edema e melhor cicatrização.</p>
<h3><strong>Tratamento endod</strong><strong>ôntico</strong></h3>
<p>Também por sua capacidade de redução bacteriana, os lasers de alta potência são importantes na <a href="https://www.odontoup.com.br/category/endodontia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Endodontia.</a></p>
<h3><strong>Tratamento de les</strong><strong>ões da mucosa oral</strong></h3>
<p>Em lesões como o <a href="https://www.odontoup.com.br/lesoes-vesico-bolhosas-herpes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">herpes</a> labial, aftas, <a href="https://www.odontoup.com.br/lesoes-e-condicoes-ulcerativas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ulceras traumáticas</a>, queilite angular e estomatite, o laser de baixa potência ajuda na redução da sintomatologia dolorosa, redução da inflamação e na reparação tecidual mais rápida, trazendo muito conforto ao paciente. <a href="https://www.odontoup.com.br/category/estomatologia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span class="td_btn td_btn_sm td_3D_btn">Leia mais</span></a></p>
<h3><strong>Prevenção de cárie dental</strong></h3>
<p>Lasers de alta potência podem ser usados na limpeza da superfície dental e remoção de detritos em sulcos dos dentes, medidas que, associadas com a aplicação tópica de<a href="https://www.odontoup.com.br/fluor/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> flúor</a>, diminuem sensivelmente a suscetibilidade à <a href="https://www.odontoup.com.br/resumo-geral-odontologia-social-e-preventiva-e-cariologia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">cárie dental</a>.</p>
<h3><strong>Tratamento de cárie</strong></h3>
<p>Com a tecnologia laser é possível fazer preparos cavitários conservadores, sem o desconforto da vibração provocada pela técnica convencional e com menor risco de contaminação. O procedimento também pode ser feito por hidrocinética, processo que remove a cárie através de gotas de água energizadas com laser YSGG. A energia é produzida pela combinação de um forte spray de água e da energia do laser.</p>
<h3><strong>Diagnóstico</strong></h3>
<p>Para este propósito, o laser opera em uma potência muito baixa, sem capacidade de produzir efeitos terapêuticos ou alterar o tecido. É emitida uma luz visível, que é absorvida pela superfície dos tecidos e indica se o <a href="https://www.odontoup.com.br/bioquimica-do-sistema-dentario/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">esmalte</a> está em processo de desmineralização, por exemplo, ou se há outras lesões.</p>
<h3><strong>Procedimentos em tecidos duros</strong></h3>
<p>Os lasers de alta potência também podem ser usados para outras intervenções em tecidos duros, em <a href="https://www.odontoup.com.br/category/dentistica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Dentística Restauradora</a>, <a href="https://www.odontoup.com.br/category/protese/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Prótese Dental</a> e <a href="https://www.odontoup.com.br/category/implantodontia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Implantodontia</a>.</p>
<h3><strong>Hipersensibilidade dentinária</strong></h3>
<p>A laserterapia é um dos tratamentos possíveis para a hipersensibilidade causada por lesões não cariosas, devido aos seus efeitos <a href="https://www.odontoup.com.br/medicamentos-prescritos-pelo-cirurgiao-dentista/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">analgésico</a>,<a href="https://www.odontoup.com.br/medicamentos-prescritos-pelo-cirurgiao-dentista/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> anti-inflamatório</a> e de regeneração tecidual. Com essas características, o laser contribui para a redução imediata da intensidade da dor e posteriormente produz uma dentina terciária, promovendo selamento dos canalículos.</p>
<h3><strong>Regeneração óssea</strong></h3>
<p>Alguns estudos têm demonstrado que a laserterapia promove efeitos positivos na recuperação de perdas ósseas ocasionadas por traumas, patologias, procedimentos cirúrgicos, como a colocação de implantes, entre outros.</p>
<h3><strong>Cirurgia em tecidos moles</strong></h3>
<p>Com lasers de alta potência, é possível realizar cirurgias em tecidos moles da cavidade oral, proporcionando menor sangramento, maior precisão, maior conforto após a cirurgia e boa cicatrização. Sem esquecer que após os procedimentos cirúrgicos, os lasers de baixa potência podem ser utilizados para promoção de analgesia, biomodulação, diminuição do edema e modulação do processo inflamatório. Algumas das cirurgias realizadas com lasers são as periodontais, remoção de lesões tumorais, hiperplasias, fi bromas, remoção do freio labial ou lingual (<a href="https://www.odontoup.com.br/frenectomia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">frenectomia</a>).</p>
<h3><strong>Mucosite oral</strong></h3>
<p>Este problema é muito comum em pacientes submetidos a radio e quimioterapia e provocam muita dor, desconforto e dificulta a mastigação e deglutição. O tratamento da <a href="https://www.odontoup.com.br/mucosite/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">mucosite</a> com laser auxilia no alívio na dor, na aceleração da cicatrização das lesões e até na prevenção delas</p>
<h3><strong>Disfunções da ATM</strong></h3>
<p>As disfunções que acometem a articulação temporomandibular (<a href="https://www.odontoup.com.br/atm-articulacao-temporo-mandibular/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ATM</a>) causam muita dor e desconforto no paciente, o que pode ser bastante controlado com a ajuda da laserterapia.</p>
<h3><strong>Parestesia e paralisia facial</strong></h3>
<p>Causadas por uma lesão e doença dos nervos, a parestesia e a paralisia facial, respectivamente, podem ser tratadas com lasers de baixa potência, que ajudam na reparação das estruturas nervosas, devolvendo a sensibilidade.</p>
<h3><strong>Nevralgia/Neuralgia do trigêmeo</strong></h3>
<p>A nevralgia do nervo trigêmeo causa uma <a href="https://www.odontoup.com.br/dor-orofacial-neuropatica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">dor</a> aguda e desconfortável. Devido à sua ação analgésica, o tratamento com laser de baixa potência é uma boa opção.</p>
<h3><strong>Remoção de pigmentação gengival</strong></h3>
<p>Os lasers são utilizados ainda para remoção de manchas gengivais escuras, e, como não requer suturas e curativos, proporciona ao paciente maior conforto no pós-operatório.</p>
<h3><strong>Clareamento dental</strong></h3>
<p>O <a href="https://www.odontoup.com.br/clareamento-dental/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">clareamento dental</a> a laser é um dos grandes responsáveis pela popularização da tecnologia. Ele permite um procedimento mais rápido e com menor aquecimento da estrutura dental.</p>
<h3><strong>Ortodontia</strong></h3>
<p>Nesta especialidade, o laser pode ser usado na colagem e descolagem de braquetes, para alívio da dor após ativação ortodôntica e reparação óssea após a expansão rápida da maxila.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fontes:</p>
<p>Laboratório Especial de Laser em Odontologia da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (Lelo/FO-USP), www.fo.usp.br/lelo Centro de Laser da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal da Bahia (FO/UFBA), www.laser.odontologia.ufba.br Núcleo de Pesquisa e Ensino em Fototerapia nas Ciências da Saúde (Nupen), <a href="http://www.nupen.com.br" target="_blank" rel="noopener">www.nupen.com.br</a><br />
<a href="http://www.forp.usp.br/restauradora/laser/historia.html" target="_blank" rel="noopener">http://www.forp.usp.br/restauradora/laser/historia.html</a><br />
Laser, Aplicações na Odontologia. Rev. ABO Nac. &#8211; Vol. 18 nº 5 &#8211; Outubro/novembro 2010</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Síndrome de Apneia e Hipopneia Obstrutiva do Sono (SAHOS)</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/sindrome-de-apneia-e-hipopneia-obstrutiva-do-sono-sahos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2020 18:11:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oclusão | DTM & Dor Orofacial]]></category>
		<category><![CDATA[Prótese]]></category>
		<category><![CDATA[APARELHO INTRAORAL]]></category>
		<category><![CDATA[APNEIA]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[HIPOPNEIA]]></category>
		<category><![CDATA[SAHOS]]></category>
		<category><![CDATA[SONO]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[A Síndrome de Apneia e Hipopneia Obstrutiva do Sono (SAHOS) é definida como estreitamento anatômico das vias aéreas superiores que se estende desde a nasofaringe até a porção inferior da hipofaringe durante o sono.  Mas como funciona o sono? É um processo fisiológico importante para a homeostasia (regulador fisiológico), que regula todo o organismo, inclusive [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Síndrome de Apneia e Hipopneia Obstrutiva do Sono (SAHOS) é definida como estreitamento anatômico das vias aéreas superiores que se estende desde a nasofaringe até a porção inferior da hipofaringe durante o <b>sono. </b></p>
<p><em>Mas como funciona o sono?</em></p>
<p>É um processo fisiológico importante para a <b>homeostasia</b> (regulador fisiológico), que regula todo o organismo, inclusive o sistema nervoso central, que tem papel fundamental no controle do corpo.</p>
<p>Veja nesses quadros esquemáticos como funciona:</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-9140" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/ciclo-sono-300x154.png" alt="" width="570" height="292" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/ciclo-sono-300x154.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/ciclo-sono-768x395.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/ciclo-sono-1024x527.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/ciclo-sono-696x358.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/ciclo-sono-816x420.png 816w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/ciclo-sono.png 1253w" sizes="(max-width: 570px) 100vw, 570px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9143" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2-300x148.png" alt="" width="596" height="294" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2-300x148.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2-768x378.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2-1024x504.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2-324x160.png 324w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2-696x343.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2-1068x526.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2-853x420.png 853w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2.png 1277w" sizes="auto, (max-width: 596px) 100vw, 596px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9142" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-300x154.png" alt="" width="596" height="306" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-300x154.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-768x394.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-1024x525.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-696x357.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-1068x547.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-820x420.png 820w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios.png 1243w" sizes="auto, (max-width: 596px) 100vw, 596px" /></p>
<p>Alterações anatômicas como excessos de tecidos moles, macroglossia, micro e retrognatismo podem causar o fechamento parcial ou total das vias aéreas durante o sono, produzindo o ronco (vibração do palato mole ou outros tecidos faríngeos durante a passagem de ar) causando despertares frequentes durante o sono.</p>
<p>Agora relembre a anatomia da região</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9145" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/anatomia-sistema-respiratorio-superior-300x159.png" alt="" width="623" height="330" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/anatomia-sistema-respiratorio-superior-300x159.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/anatomia-sistema-respiratorio-superior-768x408.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/anatomia-sistema-respiratorio-superior-1024x544.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/anatomia-sistema-respiratorio-superior-696x369.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/anatomia-sistema-respiratorio-superior-1068x567.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/anatomia-sistema-respiratorio-superior-791x420.png 791w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/anatomia-sistema-respiratorio-superior.png 1300w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /></p>
<p>Agora veja como as alterações anatômicas em caso de SAHOS se apresentam:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9146" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/alteraçoes-anatomia-sistema-300x161.jpg" alt="" width="625" height="336" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/alteraçoes-anatomia-sistema-300x161.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/alteraçoes-anatomia-sistema-696x373.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/alteraçoes-anatomia-sistema-1068x572.jpg 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/alteraçoes-anatomia-sistema-784x420.jpg 784w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/alteraçoes-anatomia-sistema.jpg 1257w" sizes="auto, (max-width: 625px) 100vw, 625px" /></p>
<p>Esses fatores geralmente estão também associados ao aumento da circunferência cervical, sobrepeso e ingestão de bebidas alcoólicas em excesso.</p>
<p><strong>Você sabe as diferenças entre Ronco, Apneia e Hipopneia?</strong></p>
<p><strong>Ronco:</strong> vibração do palato mole ou outros tecidos faríngeos durante a passagem de ar;<br />
<strong>Apneia:</strong> parada respiratória provocada pelo colabamento das paredes faríngeas, bloqueando a passagem de ar. Bloqueio Total que pode provocar microdespertares e sensação de sufocamento;<br />
<strong>Hipopneia:</strong> bloqueio parcial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<h2><strong>Diagnóstico </strong></h2>
<p>Para um diagnóstico eficaz e tratamento adequado da <strong>SAHOS</strong> é importante que o médico otorrinolaringologista avalie as estruturas anatômicas do paciente e seu histórico clínico levando em consideração os sintomas mais comuns relatados pelos pacientes que são as dores de cabeça matinais, sonolência diurna, ronco alto, fadiga, irritabilidade e alterações no desenvolvimento cognitivo.</p>
<p>Uma vez que há suspeita de que o paciente sofre da síndrome o exame realizado nesses casos é a<strong> polissonografia</strong> que é considerado padrão ouro para o diagnóstico da SAHOS. A polissonografia consiste no monitoramento de parâmetros fisiológicos durante o sono, analisando o tipo de apneia (<strong>central, obstrutiva ou mista</strong>) e o grau (<strong>leve, moderado ou severa</strong>), levando-se em conta a quantidade de eventos apneicos<br />
durante o sono.</p>
<p>Além de avaliar alterações cardíacas, respiratórias e cerebrais através do índice de apneia e hipopneia (<strong>IAH</strong>) por hora de sono, a polissonografia avalia o grau de severidade do quadro da apneia e o tempo de saturação mínima de oxigenação arterial.</p>
<p><em>Vamos além? </em></p>
<div class="td_text_columns_two_cols">
<p><strong>Como Funciona a Polissonografia? </strong></p>
<p>O tempo de duração deste exame é de uma noite inteira de sono, onde são observados os movimentos oculares, eletrocardiograma, movimentos torácicos e abdominais, eletroencefalograma, fluxo oronasal, saturação da oxi-hemoglobina pela oximetria de pulso. Além disso, são obtidos registros da pressão esofágica, do ronco, temperatura e posição corporal.</p>
</div>
<hr />
<h2><strong>Tratamento</strong></h2>
<p>Todos os graus de casos de SAHOS podem ser tratados após efetivo diagnóstico, com o uso da máscara facial de pressão aérea positiva contínua <strong>(CPAP)</strong> utilizando-se um aparelho que gera e direciona um fluxo de ar contínuo para dentro da cavidade nasal. Porém, em grau leve ou moderado, o tratamento indicado pode ser o uso de <strong>aparelho intraoral de avanço mandibular</strong> confeccionado pelo cirurgião-dentista.</p>
<p>Esses aparelhos posicionam a mandíbula anteriormente durante o sono liberando a passagem de ar e são aceitos pelos pacientes em 85% dos casos devido a sua facilidade na utilização.</p>
<p>O tratamento SAHOS representa mais um campo de trabalho para o cirurgião-dentista, melhorando a qualidade de vida do paciente e prevenindo doenças como hipertensão, insuficiência e arritmias cardíacas, acidentes vasculares e diabetes decorrentes da queda da saturação da oxi-hemoglobina.</p>
<p>Quer saber como é feito o tratamento com Uso de Aparelho Intraoral de Avanço Mandibular Para Ronco e Apneia? Fique ligado que logo postaremos!</p>
<p>Autora: Ana Paula Stachuk</p>
<p>Referências</p>
<ol>
<li>Secundo I. Apneia obstrutiva do sono: como diagnosticar. Revista Brasileira Hipertensão. 2013; 20(1): 18-22.</li>
<li>Duarte RLM. Ronco: diagnóstico, consequências e tratamento. Pulmão RJ. 2010; 19(3-4): 63-67.</li>
<li>Zancanella E. Apneia obstrutiva do sono e ronco primário: diagnóstico. Brazilian Journal of Otorhinolaryngology. 2014; 80(1 supl. 1): S1-S16.</li>
<li>Dekon SFC. Tratamento com aparelho intraoral da síndrome obstrutiva do sono (SAHOS). Revista Odontológica de Araçatuba. 2018; 39(1): 33-38.</li>
<li>Souza FJFB. Influência do aparelho intraoral em pacientes com apneia obstrutiva do sono por meio de avaliação polissonográfica pré e pós instalação do dispositivo oral. Arq. Catarin Med. 2017; 46(4): 72-81.</li>
<li>Campostrini DDA. Síndrome da apneia obstrutiva do sono e doenças cardiovasculares. Revista Neurocience. 2014; 22(1): 102-112.</li>
<li>Zancanella E. Apneia obstrutiva do sono e ronco primário: diagnóstico. Brazilian Journal of Otorhinolaryngology. 2014; 80(1 supl. 1): S17-S28.</li>
<li>Pacheco FYR. Síndrome da apneia/hipopneia obstrutiva do sono: artigo e revisão bibliográfica. Revista UNILUS Ensino e Pesquisa. 2015; 12(29): 2318-2083.</li>
<li>Catão MHCV. Aparelhos orais de protrusão mandibular – IAH eficiência do sono, sono REM e oxigenação de usuários. CEFAC. 2014; 16(1): 2014-2021.</li>
<li>Vinha P. Ronco e apneia do sono: apresentação de novo dispositivo oral e protocolo de tratamento. Revista Gaúcha de Odontologia. 2010; 58(4): 515-520.</li>
<li>Bastos PL. Aparelhos intraorais e sua eficácia no tratamento de pacientes com ronco e com síndrome da apneia e hipopneia obstrutiva do sono (SAHOS): uma revisão de literatura. RFO. 2017; 22(1): 130-136.</li>
<li>Poluha RL. A odontologia na síndrome da apneia obstrutiva do sono: diagnóstico e tratamento. Revista Brasileira de Odontologia. 2015; 72(1-2): 87-90.</li>
<li>Junior CMC. Consenso brasileiro de ronco e apneia do sono – aspectos de interesse aos ortodontistas. Dental Press. 2011; 16(1): 34.</li>
<li>Balbani APS. Ronco e síndrome da apneia obstrutiva do sono. Revista Associação Médica Brasil. 1999; 43(3): 273-278.</li>
<li>Camacho M. Comprehensive review of surgeries for obstructive sleep apnea syndrome. Brazilian Journal of Otorhinolaryngology. 2013; 79(6): 780-788.</li>
<li>Mancini MC. Apneia do sono em obesos. Arq Bras Endocrinol Metab. 2000; 44(1): 81-90.</li>
<li>Togeiro SMGP. Métodos diagnósticos no distúrbio do sono. Revista Brasileira de Psiquiatria. 2005; 27(1): 8-15.</li>
<li>Trindade MO. Aparelho intraoral de controle lingual para o controle da SAHOS grave. Journal Health. 2016; 18(1): 52-58</li>
</ol>
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		<item>
		<title>Odontologia Hospitalar, Você sabe o que é?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2019 23:11:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[dentista]]></category>
		<category><![CDATA[hospital]]></category>
		<category><![CDATA[hospitalar]]></category>
		<category><![CDATA[o que é?]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[unidade terapia intensiva]]></category>
		<category><![CDATA[UTI]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já deve ter se perguntado como a Odontologia Hospitalar funciona, para que serve ou qual seu foco de ação, não é mesmo? A saúde tem evoluído e se integrado cada vez mais, tornando imprescindível a presença do dentista no hospital em cuidados específicos. Esse post vai esclarecer suas dúvidas e quem sabe despertar em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já deve ter se perguntado como a <strong>Odontologia Hospitalar</strong> funciona, para que serve ou qual seu foco de ação, não é mesmo?</p>
<p>A saúde tem evoluído e se integrado cada vez mais, tornando imprescindível a presença do dentista no hospital em cuidados específicos.</p>
<p>Esse post vai esclarecer suas <strong>dúvidas</strong> e quem sabe despertar em você uma paixão na área da <strong>odontologia</strong> que só tem crescido e ganhando mais espaço.</p>
<p>A <strong>odontologia hospitalar</strong> tem como objetivo cuidar das alterações do aparelho<br />
estomatognático dos pacientes internados em ambiente hospitalar. Sabe-se que tais<br />
alterações podem causar problemas sistêmicos ou ainda resultar no uso excessivo de<br />
alguns medicamentos. Ao atuar de forma integrada, além de melhorar a qualidade de<br />
vida do paciente, diminui o tempo de recuperação e de permanência dele no leito, bem<br />
como possibilita disponibilizar maior número de leitos, em especial os de UTI, para a<br />
população e reduzir de maneira significativa os custos hospitalares.<br />
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<p>Além disso, a odontologia, ao atuar na <strong>equipe multiprofissional,</strong> permite melhor<br />
desempenho do grupo na assistência ao paciente, dividindo a responsabilidade e<br />
aliviando o estresse. Dentre as competências do cirurgião-dentista no âmbito hospitalar<br />
estão:</p>
<ul>
<li>Avaliação e diagnóstico das infecções da cavidade bucal;</li>
<li>Diagnóstico e tratamento das condições bucais que possam colaborar<br />
para a manutenção ou piora de desordens sistêmicas graves;</li>
<li>Higiene bucal com e sem o uso de antissépticos, a fim de reduzir o<br />
número de microorganismos patógenos e prevenir infecções<br />
respiratórias;</li>
<li>Raspagem e alisamento radicular, visando o controle e tratamento de<br />
problemas periodontais;</li>
<li>Exodontias de dentes condenados, para reduzir foco de infecção;</li>
<li>Remoção de fatores de retenção de biofilme, sejam eles cáries extensas,<br />
cálculo dentário, próteses mal higienizadas, aparelhos ortodônticos e etc.</li>
</ul>
<p>A prática odontológica em hospitais teve seu primeiro modelo estruturado em<br />
1901, na Filadélfia (BARROS, 2014). No Brasil, foi instituído pelo Senado Federal o<br />
projeto de lei nº2776/2008, de 29 de maio de 2013 que torna <strong>obrigatória a prestação de </strong><strong>assistência odontológica</strong> a pacientes em regime de internação hospitalar, aos portadores de doença crônica e aos atendimentos em modalidade “home care”. Esta ementa foi aprovada pelo Plenário no dia 20 de abril de 2019 e alcança os hospitais públicos e privados de médio ou grande porte do país.</p>
<p>O tratamento dos pacientes nas <strong>Unidades de Terapia Intensiva (UTI)</strong> é<br />
extremamente desafiador, visto a condição de debilidade principal do paciente,<br />
associado a doenças secundárias que podem influenciar negativamente no tratamento.<br />
Para tanto, oferecer atenção especializada a saúde integral do indivíduo, deve ser uma<br />
prática constante de toda a equipe multidisciplinar envolvida.<br />
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</body></p>
<p>REFERÊNCIAS:</p>
<p>BARROS M. Odontologia Hospitalar: Revisão de literatura, 2014<br />
MORAIS TM; SILVA A. Fundamentos da odontologia em ambiente<br />
hospitalar/UTI. Elsevier Editora Ltda. 2015.<br />
https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/112975<br />
Link da imagem: http://mundoalergico.com.br/2016/08/10/alergia-ao-latex-uma-substancia-util-porem-substituivel/</p>
<p>Autor: Dra. Katheleen Miranda, Cirurgiã Bucomaxilofacial, Universidade Positivo</p>
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		<title>Você Sabe Como Tratar Mucosite? Novo Conceito no Tratamento</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/voce-sabe-como-tratar-mucosite-novo-conceito-no-tratamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2019 19:38:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estomatologia & Patologia]]></category>
		<category><![CDATA[classificação]]></category>
		<category><![CDATA[crioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[estomato]]></category>
		<category><![CDATA[fisiopatologia]]></category>
		<category><![CDATA[laserterapia]]></category>
		<category><![CDATA[mucosite]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[ulcera]]></category>
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					<description><![CDATA[Se um paciente oncológico vai até o seu consultório/clínica apresentando um grau de mucosite, relatando dor e incomodo, você saberia como resolver sem questionar se está fazendo certo ou não? Esse artigo vai ajudar você a definir um tratamento e orientar seu paciente quando o assunto for mucosite. Veja o que esse conteúdo tem e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se um paciente oncológico vai até o seu consultório/clínica apresentando um grau de <strong>mucosite</strong>, relatando dor e incomodo, você saberia como resolver sem questionar se está fazendo certo ou não?</p>
<p>Esse artigo vai <strong>ajudar</strong> você a definir um tratamento e orientar seu paciente quando o assunto for mucosite. Veja o que esse conteúdo tem e se prepare para ser um profissional de destaque. <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-8464 size-large" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/O-QUE-VOCE-VAI-ENCONTRAR-NESSE-POST-2-1024x1024.png" alt="" width="696" height="696" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/O-QUE-VOCE-VAI-ENCONTRAR-NESSE-POST-2-1024x1024.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/O-QUE-VOCE-VAI-ENCONTRAR-NESSE-POST-2-150x150.png 150w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/O-QUE-VOCE-VAI-ENCONTRAR-NESSE-POST-2-300x300.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/O-QUE-VOCE-VAI-ENCONTRAR-NESSE-POST-2-768x768.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/O-QUE-VOCE-VAI-ENCONTRAR-NESSE-POST-2-696x696.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/O-QUE-VOCE-VAI-ENCONTRAR-NESSE-POST-2-1068x1068.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/O-QUE-VOCE-VAI-ENCONTRAR-NESSE-POST-2-420x420.png 420w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/O-QUE-VOCE-VAI-ENCONTRAR-NESSE-POST-2.png 1080w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /></p>
<p>Vamos lá?</p>
<p>A mucosite é uma reação tóxica inflamatória que pode ocorrer por exposição a<br />
agentes quimioterápicos (quimioterapia) ou radiação ionizante (radioterapia). Na cavidade oral, esta toxicidade sobre as células epiteliais leva à descamação em função do atrito presente na boca. Como a reposição celular está comprometida devido ao tratamento oncológico, ocorre exposição do tecido conjuntivo subjacente onde se localizam vasos sanguíneos, vasos linfáticos e feixes nervosos; desencadeando dor intensa, ulcerações,<br />
dificuldade de alimentação e fala.<br />
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<p>A mucosite normalmente é transitória e os pacientes recuperam-se espontaneamente no primeiro mês após encerramento do tratamento. Entre as manifestações da mucosite, a <strong>ulceração</strong> é a mais importante, constituindo-se em uma verdadeira porta de entrada para infecções bacterianas e determinando em alguns casos, a suspensão do tratamento radioterápico. A associação da radioterapia com quimioterápicos produz um efeito sinérgico, potencializando a severidade das alterações inflamatórias da mucosa oral.</p>
<p>Outro fator agravante para a mucosite oral é a susceptibilidade à infecção por microrganismos normalmente presentes na cavidade bucal que são oportunistas e invadem os tecidos lesados, como as leveduras do gênero <em>Cândida</em> que aumentam sua colonização durante a radioterapia.</p>
<p><strong>Fisiopatologia da mucosite<br />
</strong>O modelo biológico do desenvolvimento da mucosite é descrito em cinco fases:</p>
<ol>
<li>Fase de Iniciação: é a fase assintomática em que ocorre lesão direta no DNA das células basais do epitélio e o aparecimento de radicais oxidativos.</li>
<li>Fase de Sinalização: às enzimas podem ser ativadas diretamente pela radioterapia e quimioterapia, ou indiretamente pelos radicais oxidativos formados na fase anterior, induzindo a apoptose (morte celular programada).</li>
<li>Fase de Amplificação: ocorre uma série de ciclos retroalimentados, aumentando ainda mais a injúria celular em virtude da produção exacerbada de citocinas inflamatórias.</li>
<li>Fase ulcerativa: caracterizada pela perda da integridade da mucosa, promovendo porta de entrada para bactérias, fungos e vírus, acompanhada de sintomatologia dolorosa.</li>
<li>Fase de cicatrização: observa-se proliferação, diferenciação e migração das células epiteliais, além da restauração da integridade da mucosa.</li>
</ol>
<p>Quando se entende o desenvolvimento da mucosite e seus aspectos histológicos, você naturalmente entenderá sua classificação clínica e o grau que aquela lesão se encontra, veja só:</p>
<p><strong>Classificação Clínica da Mucosite</strong></p>
<p><strong>Grau 1:</strong> Áreas Eritematosas (paciente consegue comer alimentos sólidos);<br />
<strong>Grau 2:</strong> Áreas Ulceradas com pseudomembranosa (alimentos pastosos);<br />
<strong>Grau 3:</strong> Extensas áreas pseudomembranosas (somente alimentos líquidos);<br />
<strong>Grau 4:</strong> Áreas ulceradas com crostas hemorrágicas (não consegue comer).</p>
<p><strong>Recomendações para o Tratamento da Mucosite<br />
</strong>Há vários estudos que mostram tratamentos efetivos e paliativos, veja os que listamos:</p>
<p><strong>Laserterapia de baixa intensidade 660nm</strong><br />
Analgesia: que tem efeito direto nas terminações nervosas, assim reduzindo a velocidade da condução e liberação de neurotransmissores.<br />
Inflamatória: aumento de mastócitos, leucócitos e inibição da bradicinina  inibição da expressão da ciclo-oxigenase (cox 2).<br />
Reparo tecidual: Proliferação de queratinócitos, fibroblastos, Aumento da velocidade de reepitelização, angiogênese e secreção de colágeno.<br />
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</body></p>
<p><strong>Crioterapia</strong><br />
A aplicação do gelo na mucosa ou bochecho com agua gelada durante a administração dos fármacos (quimioterapia), promove um arrefecimento da temperatura que conduz a vasoconstrição e consequentemente a diminuição da circulação do fármaco na mucosa oral. Desta forma, impede que o agente quimioterápico chegue aos tecidos bucais em grandes quantidades, reduzindo a toxidade local e gravidade do dano a mucosa.</p>
<ul>
<li>Bochecho com Morfina 2% e Chá de camomila (efeito anti-inflamatório): serve como tratamento de suporte e alivia sintomatologia dolorosa.</li>
<li>Fluconazol: antifúngico da família dos triazólicos e pode ser usado quando tem candidíase associada a mucosite. Esse fármaco é bem aceito pelos pacientes pelo gosto agradável.</li>
</ul>
<p><strong>Tratamento Subjetivo:</strong><br />
Os anestésicos tópicos podem minimizar a dor temporariamente em casos de mucosite de pouca gravidade (graus 1 e 2). A anestesia tópica é uma escolha óbvia para uma ação paliativa da dor pela mucosite e com mínimas consequências sistêmicas. Os agentes mais utilizados são a lidocaína e a benzocaína. Porém, possuem curto tempo de duração (aproximadamente 30 minutos), interfere no paladar, reduz os estímulos salivares e facilita a aspiração de alimento ocorrendo afogamento.</p>
<p><strong>Tratamento não recomendado:</strong><br />
Bochechos com Digluconato de Clorexidina já foi muito utilizado em tratamento para mucosite, hoje os estudos mais recentes <strong>não</strong> indicam clorexidina por provocar ardência oral e digeusia (diminuição ou distorção do paladar). Além disso, temos outros métodos mais eficazes para o tratamento da mucosite, como falamos acima.</p>
<p>Com esse material você já se sente preparado para diagnosticar, tratar e orientar seus pacientes? Mesmo que não sejam casos frequentes no dia a dia clínico, saber o que fazer quando se deparar com um, te diferencia dos demais profissionais.</p>
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<p>REFERÊNCIAS<br />
BVS-Santos, Paulo Sérgio da Silva; Messagi, Ana Cristina; Mantesso,<br />
Andrea; Magalhães, Marina Helena Cury Gallotini- Oral Mucositis:<br />
Recent Perspectives On Prevention and Treatment (RGO).</p>
<p>Morais, Teresa &#8211; Silva, Antônio. Livro: Fundamentos da Odontologia<br />
em Ambiente Hospitalar/UTI 2015.<br />
Scielo- Prevenção e Tratamento da Mucosite em Ambulatório de<br />
Oncologia: uma construção coletiva 2016.</p>
<p>Referência da imagem: http://falandosobrecancer.com.br/mucosite-pos-quimioterapia/</p>
<p>Autor: Dra. Jiane Gilliet Beira, Cirurgiã-Dentista, Universidade Positivo.</p>
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		<item>
		<title>Exames Pré-Operatórios no Tratamento com Implantes</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/exames-pre-operatorios-no-tratamento-com-implantes/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/exames-pre-operatorios-no-tratamento-com-implantes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jun 2019 22:47:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Implantodontia]]></category>
		<category><![CDATA[anamnese]]></category>
		<category><![CDATA[implantes]]></category>
		<category><![CDATA[modelo]]></category>
		<category><![CDATA[pre-operatórios]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[O tratamento com implantes exige uma série de exames prévios afim de eliminar a chance de insucesso. Organizar uma sequência ideal de exames e utilizar como protocolo, é uma forma criteriosa para minimizar esses riscos. A seguir, você irá conferir quais exames devem estar presentes no seu protocolo prévio. Anamnese Para coletar informações relevantes do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O tratamento com implantes exige uma série de exames prévios afim de eliminar a chance de insucesso. Organizar uma sequência ideal de exames e utilizar como protocolo, é uma forma criteriosa para minimizar esses riscos.</p>



<p>A seguir, você irá conferir quais exames devem estar presentes no seu protocolo prévio.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Anamnese</h2>



<p>Para coletar informações relevantes do paciente, o profissional deve realizar um questionário de saúde direcionado e assim poder avaliar as condições favoráveis e desfavoráveis à realização do procedimento proposto.</p>



<p>A <strong>anamnese</strong> aborda detalhes de condições sistêmicas individuais do paciente e deve ser global, ou seja, situação bucal e sistêmica.</p>



<p>As perguntas devem ser objetivas e direcionadas à identificação de qualquer aspecto que venha a comprometer o sucesso do tratamento. Cabe ao cirurgião avaliar e detectar alguma contra-indicação nesse grupo de informações. Há aqui uma situação importante a ser avaliada: quadro sistêmico comprometido &#8211; uma vez que o paciente apresente alguma alteração que comprometa o tratamento com implantes, o cirurgião-dentista pode lançar mão de indicação médica e trabalho interdisciplinar.</p>



<p>Vale ressaltar que para chegar nesse estágio de anamnese e coleta de informações, o cirurgião já teve um primeiro contato com o paciente para estabelecer um vínculo, pois a anamnese corresponde à um grupo de perguntas técnicas. Anseios, expectativas e desejos já devem estar bem claros nesse momento. Outro ponto a ser analisado após esse exame, é o <strong>consentimento pré-operatório</strong>, um passo muito importante que nem todo profissional adota. Mas falaremos sobre esse assunto em outro post.</p>

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<h2 class="wp-block-heading">Exames Laboratoriais</h2>



<p>Obter dados sobre o quadro sistêmico do paciente pode não só nos diferenciar como profissionais com visão global sobre o estado de saúde do paciente, mas também nos dar informações imprescindíveis.</p>



<p>Os<strong> exames laboratoriais </strong>são um conjunto de exames e testes realizados em laboratórios de análises clínicas, auxiliando no diagnóstico ou confirmação de uma patologia, além de corroborar com o tratamento proposto.</p>



<p>Partindo do princípio que você já tem informações colhidas anamnese, a solicitação de exames específicos fica mais clara. Existem vários tipos de exames que podem nos ajudar, e os mais solicitados são aqueles feitos à partir da coleta do sangue.</p>



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<figcaption>Exames mais requisitados no planejamento de implantes</figcaption>
</figure>



<p>A detecção de desordens sistêmicas conduz o paciente ao tratamento destas ou traz a possibilidade de um preparo para minimizar os riscos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Exames Radiográficos e de Imagem</h2>



<p>Todos os tipos de exames imagiológicos auxiliam na tomada de decisões, desde o planejamento até o controle pós-operatório. Dimensões de altura, espessura, proximidade com estruturas nobres e inervações são algumas das funcionalidades de se ter exames radiográficos (<strong>periapicais</strong> | <strong>panorâmica</strong>) e de imagem (<strong>tomografia</strong>).</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-8172" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES-1-1-1024x1024.png" alt="" width="688" height="688" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES-1-1-1024x1024.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES-1-1-150x150.png 150w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES-1-1-300x300.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES-1-1-768x768.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES-1-1-696x696.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES-1-1-1068x1068.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES-1-1-420x420.png 420w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES-1-1.png 1080w" sizes="auto, (max-width: 688px) 100vw, 688px" />
<figcaption>Exames radiográficos mais utilizados no tratamento com implantes</figcaption>
</figure>



<p>A determinação exata das dimensões da espessura e altura óssea é o que busca o cirurgião-dentista implantodontista, as <strong>tomografias computadorizadas</strong> dão um suporte de segurança ao profissional. Os programas especializados nesse tipo de exame promovem uma sequência de cortes laterais e a precisão tomográfica é de quase 100% de fidelidade. A <strong>Tomografia Computadorizada Cone Beam</strong> (CBCT) é um tipo de tomografia especifica para a área dento-maxilo-facial, o que fornece uma riqueza maior de detalhes.</p>



<p><em>Nota:</em> a relação entre o cirurgião implantodontista e o radiologista deve existir para que os planejamentos apresentem uma menor margem de erros.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Modelos de Estudo</h2>



<p>Obter um modelo de estudo é um ótimo recurso para o planejamento em reabilitação oral. A vantagem de se ter em mãos a relação inter-maxilares e uma macrovisão da situação de oclusão do paciente é indiscutível. Algumas situações clínicas dispensam a obtenção de modelos, ficando a critério do cirurgião. Já em outras mais complexas, certamente se faz necessário o uso desse recurso.</p>



<p>Situações que exigem a confecção de modelo de estudo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Desdentados totais</li>
<li>Desdentados parciais extensos (+3 elementos)</li>
<li>Desordens no posicionamento dental (apinhamentos, inclinações, diastemas)</li>
<li>Alterações de dimensão vertical</li>
<li>invasão do espaço funcional livre</li>
</ul>



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<p>Todos os exames citados nesse artigo, quando utilizados de maneira correta, proporcionam uma visão global do quadro do paciente que precisa de tratamento com implante. No entanto, realizar todos esses exames preliminares não garante um resultado final satisfatório, visto que as razões são multifatoriais e cada caso detém uma indicação específica.</p>



<p>Referências</p>



<p>Marco Aurélio Bianchini. <em>O passo a passo cirúrgico na implantodontia da instalação à prótese</em>. 1ª edição, 2008. <br />Carl E. Misch, <em>Contemporary Implants Dentistry</em>, 2 edição.</p>
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