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	<title>transplante &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>transplante &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Transplantes de Órgãos e Tecidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2015 19:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[órgãos]]></category>
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		<category><![CDATA[transplante]]></category>
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					<description><![CDATA[1. No que se refere à procedência dos enxertos, como eles são classificados? 2. Quando se trata de um aloenxerto, quais são os antígenos mais fortes que podem levar à rejeição do órgão transplantado? 3. O que é a doença do enxerto contra o hospedeiro (reação de enxerto-versus-hospedeiro)? Em que tipo de transplante ela pode [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1.</strong> No que se refere à procedência dos enxertos, como eles são classificados?<br />
<strong>2</strong>. Quando se trata de um aloenxerto, quais são os antígenos mais fortes que podem levar à rejeição do órgão transplantado?<br />
<strong>3.</strong> O que é a doença do enxerto contra o hospedeiro (reação de enxerto-versus-hospedeiro)? Em que tipo de transplante ela pode ocorrer?<br />
<strong>4.</strong> O que significa reconhecimento direto e indireto do MHC do doador?<br />
<strong>5.</strong> Quais são as maneiras de se prevenir a rejeição de um transplante?<br />
<strong>6.</strong> Por que os transplantes de córnea não necessitam de imunossupressão?</p>
<hr />
<p>&nbsp;<br />
<a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4998" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png" alt="Respostas" width="760" height="100" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png 760w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas-300x39.png 300w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></a><br />
&nbsp;<br />
<strong>Questão 1</strong><strong>.</strong><br />
Os enxertos são classificados como homoenxerto ou aloenxerto, auto-enxerto, isoenxerto e xenoenxerto.<br />
<strong>Questão 2.</strong><br />
Juntamente com as citocinas inflamatórias, os mecanismos responsáveis pela rejeição de aloenxertos são mediados por três células: as células Talorreativas CD+4 (MHC II) que levam a produção de citocinas inflamatórias; células Talorreativas TCD8 + ( MHC I) que levam a ativação do linfócito T citotóxico (matam células nucleadas do enxerto) e a produção de citocinas inflamatórias; e por ultimo células B alorreativas que produzem aloanticorpos que reagem com um antígeno externo, não presente nos eritrócitos do paciente.<br />
<strong>Questão 3.</strong><br />
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</script></p>
<p>É uma complicação comum do transplante de medula óssea alogênico, onde as células imunes funcionais da medula óssea transplantada, através de uma fisiopatologia complexa que envolve o reconhecimento de antígenos e ação de linfócitos T atacam as células e tecidos do receptor. Geralmente a doença do enxerto contra o hospedeiro pode ocorrer em transplantes de medula óssea.<br />
<strong>Questão 4.</strong><br />
Indireto: Apresentação comum de peptídeos sendo aqui o MHC alogênico os antígenos estranhos.<br />
Direto: O linfócito T normal reconhece MHC do enxerto com peptídeo MHC doador mais peptídeos do doador conferem semelhanças ao MHC receptor mais peptídeo estranho.<br />
<strong>Questão 5.</strong><br />
No intuito de prevenir a rejeição de um transplante, o mesmo é feito apenas após a confirmação da compatibilidade de antígenos e sangue. Quanto maior a compatibilidade dos antígenos do receptor e do doador, mais altas serão as chances de ter sucesso no procedimento. Na maioria dos casos os pacientes devem utilizar medicamentos imunossupressores permanentes pelo fato de que por mais alta seja a compatibilidade os tecido serão rejeitados. Em transportes autólogos não existe o risco de rejeição já que o código genético do material é o mesmo.<br />
<strong>Questão 6.</strong><br />
Raramente existe uma rejeição em transplantes de córnea, justamente pelo fato de que a córnea não tem suprimento sanguíneo fazendo com que os linfócitos e anticorpos não cheguem até ela, não existindo forma de ocorrer uma rejeição.<br />
<body><br />
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</body></p>
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		<item>
		<title>Tratamento Cirúrgico de Pacientes com Comprometimento Sistêmico: Problemas Renais</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/tratamento-cirurgico-de-pacientes-com-comprometimento-sistemico-problemas-renais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2015 14:03:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensão]]></category>
		<category><![CDATA[insuficiência]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[renal]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[transplante]]></category>
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					<description><![CDATA[1. Insuficiência Renal: esses pacientes necessitam de diálise renal periódica e precisam de uma atenção especial durante o tratamento cirúrgico oral. As cirurgias orais eletivas são mais bem realizadas no dia posterior à diálise, isso permite que a heparina usada durante a diálise seja metabolizada e o paciente esteja me melhor estado fisiológico quando ao volume [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1. Insuficiência Renal:</strong> esses pacientes necessitam de diálise renal periódica e precisam de uma atenção especial durante o tratamento cirúrgico oral. As cirurgias orais eletivas são mais bem realizadas no dia posterior à diálise, isso permite que a heparina usada durante a diálise seja metabolizada e o paciente esteja me melhor estado fisiológico quando ao volume intravascular e aos produtos metabólicos resultantes.<br />
Os fármacos que dependem de metabolização ou excreção renal devem ser evitados ou utilizados em doses modificadas para evitar toxicidade sistêmica. Os fármacos relativamente nefrotóxicos, como os AINES, devem ser evitados em pacientes com comprometimento renal mais sério. Devido a alta incidência de hepatite em pacientes que passam por diálise renal, é necessário que os dentistas tomem as precauções necessárias.<br />
*A aparência alterada do osso causada pelo hipoparatireoidismo secundário em pacientes com insuficiência renal deve ser bem observada para não ser confundida com lesão de origem dentária.<br />
Tratamento:</p>
<ol>
<li>evitar o uso de fármacos que dependem de metabolização ou excreção renal</li>
<li>evitar uso de fármacos nefrotóxicos, como AINES</li>
<li>adiar tratamento odontológico até 1 dia após diálise</li>
<li>consultar o médico do paciente a respeito do uso de profilaxia antibiótica</li>
<li>monitorar os sinais vitais (P.A e F.C)</li>
<li>procurar por sinais de hiperparatireoidismo secundário</li>
<li>considerar a realização de teste de hepatite B antes do tratamento odontológico</li>
</ol>
<p><strong>2. Transplante Renal ou Transplante de Outros Órgãos:</strong> esses pacientes geralmente utilizam uma variedade de fármacos para preservar a função do tecido transplantado. Eles fazem uso de corticosteróides e podem precisar de corticosteróides suplementares no período trans-operatório. Atentar também aos imunossupressores, que podem fazer com que infeções autolimitantes se tornem mais graves. a ciclosporina A, um imunossupressor bastante utilizado após o transplante de órgãos, pode causar hiperplasia gengival. Os pacientes que passaram por transplante renal ocasionalmente apresentam problemas como hipertensão grave. Deve-se então, monitorar sempre os sinais vitais.<br />
Tratamento:</p>
<ol>
<li>consultar o médico do paciente para liberação para o tratamento odontológico</li>
<li>evitar o uso de fármacos nefrotóxicos</li>
<li>considerar o uso de suplementação com corticosteróides</li>
<li>monitorar a pressão sanguínea</li>
<li>considerar a realização de teste de hepatite B antes do tratamento odontológico</li>
<li>observar a presença de hiperplasia gengival induzida por ciclosporina A</li>
<li>considerar o uso profilático de antibióticos, particularmente para pacientes que fazem uso de imunossupressores.</li>
</ol>
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<p><strong>3. Hipertensão:</strong> a pressão sanguínea cronicamente elevada de causa desconhecida é denominada hipertensão essencial. O cuidado de um paciente hipertenso inclui o protocolo de redução da ansiedade e o monitoramento dos sinais vitais. Anestésicos locais que contêm epinefrina devem ser utilizados com cautela; após a cirurgia os pacientes devem ser orientados a procurar um médico para o tratamento da hipertensão. A cirurgia oral eletiva em pacientes hipertensos graves (sistólica maior que 200mmHg e diastólica mais que 110mmHg) deve ser adiada até que a pressão esteja controlada.<br />
Tratamento de paciente hipertenso<br />
<em>&#8211; Hipertensão <strong>leve</strong> à <strong>moderada</strong> (sistólica &gt; 140mmHg; diastólica &gt; 90mmHg)</em></p>
<ol>
<li>recomendar que o paciente procure um médico para o tratamento da hipertensão</li>
<li>monitorar a pressão sanguínea do paciente em cada visita ao consultório, e quando utilizar anestésico local com epinefrina, não ultrapassar a dose de 0,04mg em uma única consulta</li>
<li>usar o protocolo de redução da ansiedade</li>
<li>evitar alterações posturais rápidas em pacientes que ingerem fármacos vasodilatadores</li>
<li>evitar a administração intravenosa de soluções que contenham sódio</li>
</ol>
<p>&#8211;<em> Hipertensão <strong>grave </strong>(sistólica &gt; 200mmHg; diastólica &gt; 110mmHg)</em></p>
<ol>
<li>adiar o tratamento odontológico eletivo até que a hipertensão esteja controlada</li>
<li>considerar o encaminhamento para o cirurgião bucomaxilo para problemas emergenciais</li>
</ol>
<p>Referência: Edward Ellis, James R. Hupp, Myron R. Tucker. <strong>Cirurgia Oral e Maxilofacial Contemporânea, 5 edição. (2): 9 &#8211; 12.<br />
</strong>Imagem em destaque: imgkid.com<br />
Leia também:<br />
<a href="http://odontoup.com.br/cirurgia/tratamento-cirurgico-de-pacientes-com-comprometimento-sistemico-problemas-cardiovasculares/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Tratamento Cirúrgico de Pacientes com Comprometimento Sistêmico: Problemas Cardiovasculares<br />
</a><a href="http://odontoup.com.br/cirurgia/tratamento-cirurgico-de-pacientes-com-comprometimento-sistemico-problemas-pulmonares/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Tratamento Cirúrgico de Pacientes com Comprometimento Sistêmico: Problemas Pulmonares </a></p>
<h3></h3>
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