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	<title>Técnicas &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>Técnicas &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>O Melhor Conteúdo de Anestesia em Odontopediatria Que Você Verá Hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2016 19:55:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontopediatria]]></category>
		<category><![CDATA[acidentes]]></category>
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					<description><![CDATA[Para a realização de qualquer procedimento que envolva anestesia em odontopediatria, deve-se ter muita cautela pelo cirurgião dentista, sendo que o manejo com o paciente pediátrico deve ser de extrema importância para que ocorra tudo dentro do planejamento e para que não tenha surpresas durante ou após o procedimento. Inicialmente, realizar uma boa anamnese perguntando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para a realização de qualquer procedimento que envolva <strong>anestesia</strong> em <strong>odontopediatria</strong>, deve-se ter muita cautela pelo cirurgião dentista, sendo que o <strong>manejo</strong> com o paciente pediátrico deve ser de extrema importância para que ocorra tudo dentro do planejamento e para que não tenha surpresas durante ou após o procedimento.</p>
<p>Inicialmente, realizar uma boa <em>anamnese</em> perguntando para os pais:</p>
<ul>
<li>se a criança é alérgica a algum medicamento;</li>
<li>se já tomou anestesia de dentista;</li>
<li>se houve algum tipo de reação alérgica</li>
</ul>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6493" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/AspectosPsicológicos-e1468266713913.png" alt="Aspectos Psicologicos" width="1024" height="547" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/AspectosPsicológicos-e1468266713913.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/AspectosPsicológicos-e1468266713913-300x160.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/AspectosPsicológicos-e1468266713913-768x410.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Mas tendo como foco a aplicação da anestesia, deve-se sempre realizar a técnica de forma correta e:</p>
<ul>
<li>nunca utilizar agulhas longas;</li>
<li>sempre utilizar agulhas curtas ou extra curtas;</li>
<li>é um fator extremamente importante também, não deixar o paciente ver a agulha;</li>
<li>explicar o efeito da anestesia.</li>
</ul>
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<p>Caso o paciente não seja colaborativo pode-se utilizar de outras técnicas como a utilização do <strong>óxido nitroso</strong>, conhecido também como gás do riso, que é muito utilizado pelos odontopediatras e tem grande eficácia durante a realização do caso, sendo que pode ser um coadjuvante durante a realização de algum tipo de procedimento. O cirurgião dentista deve ser habilitado a fazer a utilização do óxido nitroso e sendo de obrigação do mesmo explicar as <em>causas e efeitos</em> que o gás pode causar na criança.<br />
<strong><br />
Anestésicos</strong><br />
Os anestésicos utilizados em odontopediatria são divididos em dois grupos: as amidas e o éster. Dentro da classificação do Éster, se encontra a benzocaína que é utilizada como anestésico tópico. Já o outro grupo são as Amidas, que nelas se encontram a Lidocaína, Mepivacaína, Articaína, Prilocaína. A concentração e a dose máxima de cada anestésico é de:</p>
<ul>
<li><strong>Lidocaína a 2% sem vaso</strong>, dose máxima por kg de peso 4,4 mg;</li>
<li><strong>Lidocaína a 2% com epinefrina 1:100.000</strong>, dose máxima por kg de peso 4,4 mg.</li>
<li><strong>Mepivacaína a 3% sem vaso</strong>, dose máxima por kg de peso 4,4 mg.</li>
<li><strong>Mepivacaína 3% com epinefrina 1:100.000</strong>, dose máxima por kg de peso 4,4 mg.</li>
<li><strong>Prilocaína a 3% sem vaso</strong>, dose máxima por kg de peso 6 mg.</li>
<li><strong>Prilocaína a 3% com felipressina</strong>, dose máxima por kg de peso 6 mg.</li>
<li><strong>Articaína a 4% com epinefrina 1:100.000</strong>, dose máxima por kg de peso 7 mg.</li>
</ul>
<p>O cirurgião dentista deve ter cautela durante a aplicação do anestésico, porem caso haja uma super dosagem de anestésico na criança, pode leva-la a alguns problemas de saúde, entre eles estão as <span style="color: #00ccff;"><strong><a style="color: #00ccff;" href="http://odontoup.com.br/revisao-emergencias-medicas-em-odontologia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">reações alérgicas</a></strong></span> e as <strong><span style="color: #00ccff;">reações tóxicas</span>. </strong></p>
<p><strong>As técnicas mais utilizadas em odontopediatria são</strong></p>
<ul>
<li><strong>Técnica infiltrativa:</strong> Com uma agulha curta, penetrar na prega da mucosa vestibular no sentido do longo eixo do dente depositando o anestésico o mais próximo possível do ápice do dente a ser anestesiado.</li>
<li><strong>Técnica interpapilar, papilar ou transpapilar:</strong> Com uma agulha curta, penetrar na papila injetando apenas algumas gotas do líquido anestésico.</li>
<li><strong>Técnica bloqueio regional:</strong> Quando se deseja trabalhar em mais de um dente, realiza-se um bloqueio regional infiltrando-se a solução anestésica, como exemplo podemos pegar a realização do bloqueio do nervo mentoniano.</li>
<li><strong>Técnica intraligamentar:</strong> A técnica é preconizada pela aplicação da solução anestésica entre o ligamento periodontal, a agulha entra no sulco gengival paralelamente ao longo eixo do dente, atingindo as fibras periodontais, indicado para a complementação anestésica em dentes da mandíbula.<br />
<hr />
</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><strong>Acidentes e complicações devido ao uso de anestésicos</strong></p>
<p><strong>Úlcera traumática</strong><br />
As úlceras podem acontecer de várias formas, uma delas é quando acontece que o cirurgião dentista passa uma broca esférica diamantada na língua ou na bochecha do paciente acidentalmente, isso pode ocasionar uma lesão ulcerativa, em crianças deve-se tomar muito cuidado, pois a grande maioria não fica parada durante o procedimento, logo pode ocorrer um acidente durante o atendimento, orientar os pais para fazer o acompanhamento da lesão e realizar bochechos com água morna e sal e se necessário fazer uso de medicamentos;<br />
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</body></p>
<p><strong><br />
Hematoma</strong><br />
Os hematomas podem aparecer no momento ou após o momento cirúrgico ou de atendimento, os pais devem ser orientados a realizar compressa de água morna na região afetada, sendo que o paciente pode ter problemas hematológicos que podem ser exacerbada essa resposta a lesão tecidual;<br />
<strong><br />
Dor</strong><br />
A dor pode ser por acometimento de aplicação de anestésico no músculo ou a inserção do agente anestésico muito rápido;<br />
<strong><br />
Trismo</strong><br />
Acontece quando ocorre o traumatismo do músculo durante a inserção da agulha no momento da realização da técnica anestésica;<br />
<strong><br />
Paralisia facial:</strong> Acontece devido a aplicação da técnica anestésica por injeção muito profunda na região no espaço pterigomandibular, a paralisia pode perdurar de horas ou até 2 dias;<br />
<strong><br />
Parestesia:</strong> Caso ocorra o emprego da técnica anestésica incorreta pode ocorrer parestesia, ou pode ser por outros motivos sendo ele por acometimento de infecção;<br />
<strong><br />
Fratura da agulha:</strong> Existem algumas técnicas que o cirurgião dentista pode utilizar, como um aliado para que não aconteça esse tipo de complicação, pode-se utilizar abridores de boca e sempre utilizar um ponto de apoio para a realização da técnica anestésica;<br />
<strong><br />
Lipotimia:</strong> A lipotimia é um desencadeamento do sistema nervoso que ocorre uma leve perda de consciência, porem não acontece o desmaio;</p>
<p><strong>Xerostomia:</strong> A xerostomia pode ocorrer quando o cirurgião dentista aplica o agente anestésico próximo do nervo corda do tímpano causando sua dessensibilizarão;</p>
<p><strong>Náuseas e vômito:</strong> As náuseas e vômito podem preceder um desencadeamento de nervosismo pelo paciente, acometido pelo medo;<br />
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</body></p>
<p><strong>Reações tóxicas:</strong> Pode ocorrer devido a alta dose aplicada no paciente, pode ser pelo rápido metabolismo do anestésico feito pelo corpo, o cirurgião dentista pode ter realizado a aplicação do agente anestésico intravascular;</p>
<p><strong>Reações alérgicas:</strong> Podem ocorrer devido a uma hipersensibilidade devido ao agente químico aplicado (anestesia).</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Obturação dos Canais Radiculares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2013 03:55:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Endodontia]]></category>
		<category><![CDATA[canal]]></category>
		<category><![CDATA[obturação]]></category>
		<category><![CDATA[radicular]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas]]></category>
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					<description><![CDATA[Conceitos da obturação na endodontia: “Consiste no selamento hermético do canal radicular com materiais inertes e/ou antissépticos, eliminando o espaço anteriormente ocupado pela polpa dental, e que fora limpado e modelado através do preparo químico-mecânico&#8221;.  “A fase final do tratamento endodôntico consiste em obturar todo o sistema de canais radiculares, de modo completo e compacto, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><b>Conceitos da obturação na endodontia:</b></p>
<p>“<em>Consiste no selamento hermético do canal radicular com materiais inertes e/ou antissépticos, eliminando o espaço anteriormente ocupado pela polpa dental, e que fora limpado e modelado através do preparo químico-mecânico&#8221;. </em></p>
<p><em>“A fase final do tratamento endodôntico consiste em obturar todo o sistema de canais radiculares, de modo completo e compacto, com agentes não irritantes, com boas propriedades físico-químicas, com o objetivo de assegurar um selamento mais hermético, dificultando infiltração, impedindo reinfecção e criando um ambiente biológico propício para que se processe a cicatrização dos tecidos periapicais&#8221;.</em></p>
<p align="right">COHEN &amp; BURNS, 1994</p>
<p><em>“É possível em condições favoráveis eliminar o espaço “morto” mediante a obturação hermética do canal radicular, após prévio tratamento deste, fazendo assim cessar possível trânsito, via forame, das bactérias patogênicas”.</em></p>
<p align="right">MATHIS &amp; WINKLER (1945)</p>
<p style="text-align: center;"><b>Objetivos principais para a obturação do canal radicular</b></p>
<ul>
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<li><b>Selamento (evitar espaços vazios) </b></li>
</ul>
<p>A principal forma de suprimento de substratos para bactérias remanescentes em regiões do canal dá-se através da percolação de fluidos oriundos dos tecidos perirradiculares, via forame apical, e pelo espaço existente entre o material obturador e as paredes do canal, resultante do selamento apical inadequado.</p>
<p style="text-align: right;">SIQUEIRA-JR. et al., (1999).</p>
<ul>
<li><b>Estimular e permitir reparo (finalidade biológica) </b></li>
</ul>
<p>Obturar o canal radicular significa preenchê-lo em toda a sua extensão com um material inerte e anti-séptico, obtendo assim o selamento o mais hermético possível  daquele espaço, de modo a não interferir e, se possível, estimular o processo de reparo apical e periapical, que deve ocorrer após o tratamento endodôntico radical.</p>
<p style="text-align: right;">LEONARDO &amp; LEAL (1991)</p>
<ul>
<li><b>Antimicrobiana</b></li>
</ul>
<p>Evitar o desenvolvimento de bactérias dentro do canal radicular, podendo gerar lesão.<br />
<b></b></p>
<p><b>Qual é o momento ideal para a obturação?</b><br />
Com o canal corretamente modelado, ausência de dor, ausência de exsudato e selamento coronário íntegro.<br />
<b></b></p>
<p><b>Limite Apical: </b><br />
1mm aquém do ápice radiográfico (CT – comprimento de trabalho)<br />
<b></b></p>
<p><b>T</b><b>écnicas de obturação:</b></p>
<ul>
<li>Schilder (1967)</li>
<li>Biológica</li>
<li>Clássica</li>
<li><strong>Técnica da Condensação Lateral</strong></li>
<li>Condensação termomecânica da guta-percha (McSpadden, 1980)</li>
<li><strong>Técnica Híbrida de Tagger (1984)</strong></li>
</ul>
<p>Saiba mais sobre as técnicas da <a href="https://www.odontoup.com.br/tecnica-da-condensacao-lateral/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Condensação Lateral</a> e <a href="https://www.odontoup.com.br/tecnica-hibrida-tagger/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Técnica Hibrida de Tagger</a>, clique aqui</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Técnicas Anestésicas em Odontologia</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/tecnicas-anestesicas-em-odontologia/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/tecnicas-anestesicas-em-odontologia/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Aug 2012 06:20:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anestesiologia e Terapêutica]]></category>
		<category><![CDATA[anestésicas]]></category>
		<category><![CDATA[anestésicos]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas]]></category>
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					<description><![CDATA[Tipos de injeções anestésicas Infiltração local: Anestesia loco-terminal Bloqueio de pequenas terminações nervosas Área limitada Bloqueio de campo: Anestesia loco-terminal Bloqueio de ramos nervosos terminais maiores Anestesia circunscrita Bloqueio de nervo: Anestesia loco-regional Bloqueio de um tronco nervoso principal Anestésico injetado em local distante da área a ser tratada Ex.: anestesia do nervo alveolar inferior [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tipos de injeções anestésicas</strong></p>
<p><strong>Infiltração local:</strong></p>
<ul>
<li>Anestesia loco-terminal</li>
<li>Bloqueio de pequenas terminações nervosas</li>
<li>Área limitada</li>
</ul>
<p><strong>Bloqueio de campo:</strong></p>
<ul>
<li>Anestesia loco-terminal</li>
<li>Bloqueio de ramos nervosos terminais maiores</li>
<li>Anestesia circunscrita</li>
</ul>
<p><strong>Bloqueio de nervo:</strong></p>
<ul>
<li>Anestesia loco-regional</li>
<li>Bloqueio de um tronco nervoso principal</li>
<li>Anestésico injetado em local distante da área a ser tratada</li>
</ul>
<p>Ex.: anestesia do nervo alveolar inferior<br />
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<p><strong>Técnicas anestésicas</strong></p>
<p><strong>Anestesia tópica</strong></p>
<ul>
<li>Uso de anestésicos tópicos não injetáveis</li>
<li>Anestésico absorvido pela mucosa</li>
<li>Efeito bastante superficial e de curta duração</li>
</ul>
<p>Ex.: gel anestésico</p>
<p>Obs: passar com bolinha de algodão ou cotonete no anestésico e depositar no local de pulsão (local onde terá a penetração da agulha) – durante 1 ou 2 minutos.</p>
<p><strong>Anestesia Submucosa</strong></p>
<ul>
<li>Anestesia inicial dos tecidos moles bucais</li>
<li>Preparatória para outras técnicas mais profundas</li>
<li>Introdução do bisel da agulha – cerca de 1,5 mm<br />
Agulha curta ou longa</li>
</ul>
<p>Ex.: exame de furcas, isolamento absoluto e outras técnicas mais simples.</p>
<p>Obs: apenas 2 ou 3 gotas do anestésico, espera um pouco e introduza o resto, ou pode até retirar e continuar depois.</p>
<p><strong>Técnica Anestésica Supraperiosteal</strong></p>
<ul>
<li>Anestésico depositado próximo ao periósteo</li>
<li>Depende da porosidade óssea para se infiltrar até o dente</li>
<li>Eficaz em dentes superiores e anteroinferiores</li>
<li>Anestesia circunscrita – <strong>ótimo para bloqueio de único dente</strong>.</li>
<li>Bloqueio de polpa, área da raiz do dente, periósteo vestibular, tecido conjuntivo adjacente e membrana da mucosa</li>
<li>Não funciona bem em incisivos centrais superiores</li>
<li>Técnica simples e com alta eficácia</li>
<li>Pouco traumática (tecidos)</li>
<li>Eficaz na maxila e com restrições na mandíbula</li>
<li>O sucesso da técnica depende da difusão do anestésico pelo periósteo e osso adjacente</li>
</ul>
<p><strong>Contra-indicado em:</strong></p>
<ul>
<li>Bloqueio de grande áreas</li>
<li>Áreas infeccionadas ou com inflamação aguda</li>
</ul>
<p><strong><span style="text-align: center;">Dificuldade em:</span></strong></p>
<ul>
<li>Aérea de osso denso</li>
<li>1º Molar Superior permanente em crianças</li>
<li>Incisivo Central Superior em adultos</li>
</ul>
<p><strong>Equipamento:</strong></p>
<ul>
<li>Seringa carpule</li>
<li>Agulha curta calibre 25 ou 27</li>
</ul>
<p><strong>Pontos de referência:</strong></p>
<ul>
<li>Prega muco-vestibular</li>
<li>Coroa do dente alvo</li>
<li>Contorno radicular</li>
</ul>
<p><strong>Procedimento Inicial:</strong></p>
<ul>
<li>Antissepsia local: PVPI ou Clorexidina</li>
<li>Anestesia tópica (aplicar gel anestésico por 1 ou 2 min)</li>
<li>Levantar o lábio e tencionar o tecido</li>
<li>Seringa paralela ao longo eixo do dente</li>
<li>Introduzir a agulha até que fique na altura do ápice alvo</li>
<li>Aspirar (para evitar acidentes)  &#8211; solta-se o êmbolo</li>
<li>Injetar lentamente 1 terço a meio anestube</li>
<li>Retirar agulha lentamente</li>
<li>Aguardar cerca de 3 -5 minutos para iniciar o procedimento operatório</li>
<li>Bisel: voltado para o osso.</li>
</ul>
<p><strong>Anestesia intraligamentar ou injeção no ligamento periodontal</strong></p>
<ul>
<li>Anestesia de apenas um dente</li>
<li>Injetar anestésico sob pressão no ligamento periodontal</li>
<li>É uma técnica <strong>complementar</strong>, principalmente na mandíbula</li>
<li>Duas a 3 gotas no ligamento<br />
Agulha Curta ou extra-curta</li>
</ul>
<p>Obs: a agulha entra no sulco gengival paralelamente, atingindo as fibras periodontais mais cervicais.</p>
<p><strong>Anestesia Intrasseptal</strong></p>
<ul>
<li>Variante da anestesia intraligamentar</li>
<li>Anestesia óssea e de tecidos moles</li>
<li>Introdução da agulha na papila interdentária</li>
<li>Atinge crista óssea</li>
<li>Indicação para técnicas cirúrgicas periodontais</li>
<li>Pode ser usada como técnica complementar principalmente na mandíbula<br />
Agulha curta</li>
</ul>
<p><strong>Anestesia Intraóssea</strong></p>
<ul>
<li>Indicada para dentes isolados, principalmente molares inferiores</li>
<li>Eficaz em caso de falhas de outras técnicas</li>
<li>Orifício no osso</li>
<li>Injeção de anestésico no trabéculo ósseo</li>
<li>Mucosa deve estar bem anestesiada</li>
<li>Técnica complementar, principalmente na mandíbula<br />
Agulha curta</li>
</ul>
<p>Obs: com uma broca 10/11 – fazer um furo e depois injetar anestésico.</p>
<p><strong>Anestesia intrapulpar</strong></p>
<ul>
<li>Injeção de anestésico diretamente na polpa dental</li>
<li>Eficaz em qualquer dente vital</li>
<li>Indicação de pulpectomia de molares inferiores</li>
<li>Técnica complementar, principalmente na mandíbula<br />
Agulha curta</li>
</ul>
<p>Indicação: endodontia.</p>
<p>Quanto mais devagar, menos dor o paciente irá sentir.</p>
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