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	<title>técnica &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>técnica &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Confecção de Protetores Bucais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Aug 2016 00:49:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontologia do Esporte]]></category>
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					<description><![CDATA[Inúmeras pesquisas sobre injúrias e traumas dentais relacionadas a esportes, documentaram que participantes de todas as idades, gêneros e níveis de habilidade possuem risco de desenvolver injúrias dentais em atividades esportivas (oficiais e não oficiais). Para proteger o indivíduo de lesões, o uso de protetores bucais é altamente recomendados. Os traumas decorrentes da prática esportiva representam uma parcela [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Inúmeras pesquisas sobre injúrias e traumas dentais relacionadas a <strong>esportes</strong>, documentaram que participantes de todas as idades, gêneros e níveis de habilidade possuem risco de desenvolver injúrias dentais em atividades esportivas (oficiais e não oficiais). Para proteger o indivíduo de lesões, o uso de <strong>protetores bucais</strong> é altamente recomendados.<br />
Os <strong>traumas</strong> decorrentes da prática esportiva representam uma parcela importante entre as etiologias do traumatismo dentário. Dessa maneira, abre-se um nicho de mercado dentro da Odontologia: a confecção de protetores bucais. Mas você sabe como funciona?<br />
Os <strong>protetores bucais</strong> são dispositivos geralmente confeccionados de vinil ou borracha, que se adaptam e que visam proteger dentes e tecidos de suporte de traumatismos e impactos, minimizando a possibilidade de comprometer o aparelho estomatognático durante a prática esportiva, além de reduzir a possibilidade de injúrias de cabeça e pescoço.<br />
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<strong>Tipos de Protetores Bucais</strong><br />
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<p><strong>Protetores de Estoque ou Universais </strong><br />
São dispositivos geralmente encontrados em tamanho padronizado, confeccionados em borracha, cloro polivinil ou co-polímero acetato-polietileno. São poucos satisfatórios, muito volumosos, desconfortáveis e só ficam retidos aos dentes quando o arco está ocluído. Interferem na fala e na respiração. Tendo como vantagem o custo e a fácil aquisição.</p>
<p><strong>Protetores Pré-fabricados </strong><br />
<em>Revestidos de concha (shell-liners):</em> volumosos, confeccionados de cobertura de cloro polivinil e ajustados com acrílico gel ou borracha de silicone, aumentando a dimensão vertical, apresentam pouca retenção e conforto.<em>Termoplásticos (boilandbite)</em> – são menos volumosos e mais confortáveis que os pré-fabricados, confeccionados de acetato polivinílico que é plastificado em água quente e então moldado na boca pelo usuário, pré-formados em tamanho padrão e podem ser refeitos e ajustados quando necessário. Apresentando como desvantagens a distorção, dureza e insensibilidade do material à contínua exposição aos fluidos bucais. Também podem ser comprados em muitas lojas de produtos esportivos e podem oferecer um melhor encaixe do que protetores bucais de estoque.</p>
<p><strong>Protetores Sob-medida ou Customizados </strong><br />
É o ideal para a proteção. São confeccionados pelo cirurgião-dentista após a obtenção de um modelo da maxila e mandíbula do paciente com placas de vinil, borracha, poliuretano com borracha, borracha de silicone, polivinil acetato ou com resina termoplastificada na máquina de confomação a vácuo. É o dispositivo mais retentivo, confortável e o que oferece melhor adaptação e proteção superior na prevenção de traumatismos. As alterações de fala e respiração são mínimas com esse protetor.</p>
<p><strong>Protetores Customizados Multilaminados<br />
</strong>Semelhante ao protetor anterior, é confeccionado com várias camadas (lâminas) de EVA, conformadas através de temperatura elevada sobre o modelo de gesso com o auxilio de uma máquina termopressurizada. Com uma espessura uniforme, esse protetor oferece máxima proteção ao atleta. É possível nesse modelo, a mistura de cores, inserção de nomes e imagens. No entanto, o seu custo é elevado.</p>
<hr />
<p><body><br />
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</body></p>
<p><strong>Técnica de Confecção</strong><br />
Antes da confecção do protetor, alguns passos devem ser avaliados, como:</p>
<ul>
<li>Exame oral para confirmar boa saúde dentária.</li>
<li>Lesões cariosas presentes devem ser tratadas.</li>
<li>Remoção de dispositivos protéticos para moldagem e uso do protetor.</li>
<li>Bloqueio no modelo de qualquer área onde haverá erupção dental.</li>
</ul>
<p>Depois de tratados as questões prévias, partimos para a fase clínica da confecção:</p>
<p><strong>Moldagem com alginato e obtenção de modelo de gesso</strong><br />
Molda-se toda arcada superior e musculatura com moldeiras de estoque. Na fase laboratorial é realizado o vazamento da moldagem com gesso pedra ou gesso de alta resistência, exceto na região do palato.</p>
<p><strong>Compressão do modelo</strong><br />
O modelo, já recortado e alinhado, deverá ser revestido com material isolante e levado à máquina de vácuo, que já estará com a lâmina de EVA termoplastificada para a confecção do protetor. Após a compressão da lâmina de EVA no modelo, o vácuo deverá ser mantido por aproximadamente 2 minutos e nesse tempo o material amolecido pode ser adaptado manualmente com uma toalha de papel molhada. Quando o modelo estiver completamente frio, recortar o excesso com tesoura.</p>
<p><strong>Remoção do protetor do modelo de gesso </strong><br />
O modelo deve ser emergido em água e, posteriormente, retirado com cuidado, seguindo os cortes e adaptações na zona superior do vestíbulo, cerca de 3 mm acima da borda gengival, desobstruindo freios e inserções musculares.</p>
<p><strong>Acabamento e polimento</strong><br />
O acabamento e polimento são feitos com brocas de peça de mão e ao final com lâmpada de álcool para dar alisamento e brilho final.</p>
<p><strong>Alguns critérios devem ser seguidos na confecção do protetor</strong></p>
<ul>
<li>Cobrir todos os dentes superiores e o palato (4 a 6mm).</li>
<li>Não deve interferir no espaço funcional livre.</li>
<li>Não deve traumatizar a mucosa e por isso todos os ângulos deverão ser arredondados e as extemidades em forma de cunha para um maior conforto.</li>
<li>A estética deverá ser aceitável, não devendo ser esquecida.</li>
<li>Em pacientes com ausências dentárias, bordas oclusais de vinil podem ser confeccionadas no protetor para substituir os dentes. Alguns cuidados devem ser seguidos para uma melhor conservação do protetor bucal.</li>
<li>A limpeza deve ser feita com pasta de dente e escova imediatamente após o uso.</li>
<li>Devem ser guardados secos em caixa de armazenamento perfurada.</li>
<li>Não deixar os protetores em contato com o sol para não ressecarem.</li>
<li>Não ranger os dentes contra o protetor, pois isso diminui sua durabilidade.</li>
<li>Lembrar que o protetor é individual e não é recomendável que seja emprestado.</li>
</ul>
<p>Referências<br />
-Janaina Lima de Barros. <strong>Protetores Bucais e Sua Prevenção Nos Traumatismos Dentais Durante a Prática Esportiva</strong>. Faculdade de Odontologia da UFMG, 2012.<br />
-Alessandro Ribeiro Gonçalves. <strong>Protetores bucais: tipos e técnica de confecção.</strong> Prosthes. Lab. Sci. 2012; 2(5):61-68.<br />
-Knapik JJ, Marshall SW, Lee RB, Darakjy SS, Jones SB, Mitchener TA, et al. <strong>Mouthguards in sport activities: history, physical properties and injury prevention effectiveness.</strong> Sports Med. 2007;37(2):117-44.<br />
-ADA American Dental Association [internet]. Chicago: The American Dental Association, Inc.; c1995-2009 [updated 2005 march 3; cited 2009 july 26]. Available from: http:// www.ada.org/; http://www.ada.org/prof/resources/positions/statements/mouthgards.asp</p>
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		<title>Protocolo de Abertura Coronária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Aug 2016 14:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Endodontia]]></category>
		<category><![CDATA[abertura]]></category>
		<category><![CDATA[coronária]]></category>
		<category><![CDATA[endodontia]]></category>
		<category><![CDATA[endodôntica]]></category>
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		<category><![CDATA[sequência]]></category>
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					<description><![CDATA[Esse protocolo de abertura coronária contempla os dentes:  incisivos, caninos, pré-molar inferior e pré-molar superior. Para um melhor planejamento, separamos por algumas etapas: Ponto de eleição: É o ponto onde iniciamos a abertura, sendo especifico para cada grupo dental. 1. Marcar o ponto de eleição, conforme grupo dental, com caneta. 2. Selecionar ponta diamantada de alta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esse protocolo de abertura coronária contempla os dentes:  incisivos, caninos, pré-molar inferior e pré-molar superior. Para um melhor planejamento, separamos por algumas etapas:</p>
<p><strong>Ponto de eleição</strong>: É o ponto onde iniciamos a <strong>abertura</strong>, sendo especifico para cada grupo dental.<br />
<span style="color: #000000;"><strong>1.</strong></span> Marcar o ponto de eleição, conforme grupo dental, com caneta.<br />
<strong><span style="color: #000000;">2. </span></strong>Selecionar ponta diamantada de alta rotação 1012HL ou 1014HL, conforme tamanho da coroa.<strong><br />
<span style="color: #000000;"><strong>3. </strong></span> </strong>Acionar e penetrar com a broca em esmalte até atingir a dentina.</p>
<p><strong>Importante: </strong>Utilizar bastante água e Pontas diamantadas de haste longa (HL)</p>
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<hr />
<p><strong>Direção de trepação: </strong>É uma linha imaginária que partindo do ponto de eleição, alcançamos a parte mais volumosa da câmara pulpar.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-9158" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/08/Abertura-Coronária-e1470334317259-1-300x149.png" alt="" width="646" height="321" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/08/Abertura-Coronária-e1470334317259-1-300x149.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/08/Abertura-Coronária-e1470334317259-1-768x382.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/08/Abertura-Coronária-e1470334317259-1.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/08/Abertura-Coronária-e1470334317259-1-324x160.png 324w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/08/Abertura-Coronária-e1470334317259-1-696x346.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/08/Abertura-Coronária-e1470334317259-1-845x420.png 845w" sizes="(max-width: 646px) 100vw, 646px" /></p>
<p><strong>1.</strong> Com a mesma broca (1012/1014 HL) utilizada para realizar o ponto de eleição, posicioná-la em direção à porção mais volumosa da câmara pulpar, conforme grupo dental.</p>
<ol style="list-style-type: lower-alpha;">
<li>Incisivos e caninos: longo eixo da broca perpendicular à face palatina; ou, angulação de 45° do longo eixo da broca em relação ao longo eixo do dente.</li>
<li>Pré-molares: longo eixo da broca paralelo ao longo eixo do dente.</li>
</ol>
<p><strong>2.</strong> Acionar e penetrar co a broca até atingir a câmara pulpar (sensação de “queda no vazio”).</p>
<p><strong>Importante: </strong>Utilizar bastante água e Pontas diamantadas de haste longa (HL)</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Forma de contorno: </strong>É a projeção do teto da câmara pulpar em forma e volume. Determina o contorno final da abertura.<br />
<strong>1.</strong> Desenhar com caneta e forma de contorno</p>
<ol>
<li>Incisivos: triangular com base do triângulo voltada para incisal.</li>
<li>Caninos: losangular.</li>
<li>Pré-molares: ovalada, com maior diâmetro no sentido Vestíbulo-lingual.</li>
</ol>
<p><strong>2.</strong> Utilizar pontas diamantadas <strong>3080 </strong>ou <strong>3082</strong>, conforme tamanho da coroa dental.<br />
<strong>3.</strong> Seguir o desenho da forma de contorno utilizando a parte lateral cortante da broca.<br />
<strong>Atenção:</strong> As pontas 3080 e 3082 possuem ponta inativa, ou seja, as pontas não devem tocar as paredes dentinárias, pois não possuem ação cortante.<br />
<strong>Sonda exploradora:</strong> Para a verificação de remanescentes do teto da câmara pulpar utilizamos a sonda exploradora número 5, e para a localização dos orifícios de entrada dos canais utilizamos a sonda modificada.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-6787 size-large" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/08/Abertura-Coronária-1-1024x768.png" alt="" width="696" height="522" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/08/Abertura-Coronária-1.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/08/Abertura-Coronária-1-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/08/Abertura-Coronária-1-768x576.png 768w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /></p>
<p><strong>Importante:</strong> Não encostar/desgastar com a ponta diamantada na incisal dos dentes anteriores e na cúspide dos pré-molares.</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Forma de conveniência ou desgaste compensatório: </strong>Tem como objetivo eliminar qualquer interferência que venha impedir que os instrumentos endodônticos atuem em todas as paredes do canal radicular.</p>
<p><strong>1.</strong> Ombro palatino: é representada pela projeção da dentina da parede lingual/palatina na entrada do canal radicular. Deve ser removido com a utilização de pontas diamantadas 3080 ou 3082 ou Endoz ou Brocas de Batt. Em movimentos de tração e lateralidade (pêndulo).<br />
<strong>2.</strong> Teto da câmara pulpar: remover todo remanescente de teto da câmara pulpar com brocas esféricas n°4 de alta ou baixa rotação até que a ponta da sonda exploradora não enrosque mais.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-6789 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/08/Abertura-Coronária-2-e1470338192970.png" alt="" width="1013" height="481" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/08/Abertura-Coronária-2-e1470338192970.png 1013w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/08/Abertura-Coronária-2-e1470338192970-300x142.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/08/Abertura-Coronária-2-e1470338192970-768x365.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1013px) 100vw, 1013px" /></p>
<p><strong>Importante: </strong> Os cornos pulpares proeminentes, nos pré-molares superiores, poderão ser confundidos pelo operador com a entrada dos canais radiculares.</p>
<hr />
<p><strong>Tratamento das paredes de esmalte: </strong>É a remoção dos prismas de esmalte sem suporte.</p>
<p>Utilizar com cuidado: pontas diamantadas 3080 ou 3082 ou EndoZ/Batt.</p>
<p><strong>Limpeza da câmara pulpar</strong><br />
Completada a abertura coronária, promovemos o esvaziamento da câmara pulpar fazendo o uso de curetas com tamanho adequado.</p>
<p>Em dentes polpados (pulpectomia) devemos utilizar uma irrigação com água oxigenada a 10 volumes, associado ou não ao hipoclorito de sódio a 1%, eliminando desta forma o sangue desta área e evitando escurecimentos posteriores, já em dentes despolpados devemos utilizar como liquido irrigador o hipoclorito de sódio a 1%.</p>
<p><strong>Localização e preparo dos orifícios de entrada de canais</strong><br />
A câmara pulpar limpa é uma condição ideal para realizarmos a localização e preparo das entradas dos canais. Devemos fazer uso de uma sonda exploradora modificada, deslizando-a pelas paredes ou assoalho da câmara, e ela localizará a entrada dos canais.</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Suturas em Odontologia</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/suturas/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/suturas/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 May 2016 22:19:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[fio]]></category>
		<category><![CDATA[nó]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[ponto]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[sutura]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
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					<description><![CDATA[O termo sutura é usado para designar todo material utilizado para ligar (amarrar) vasos sanguíneos ou aproximar tecidos. Na Odontologia, o objetivo principal da sutura é posicionar e manter firme o retalho cirúrgico a fim de promover cura. Se os retalhos não forem aproximados, consequentemente, uma hemostasia inadequada ocorrerá. Para realizar uma sutura, alguns materiais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O termo<strong> sutura</strong> é usado para designar todo material utilizado para ligar (amarrar) vasos sanguíneos ou aproximar tecidos. Na Odontologia, o objetivo principal da sutura é posicionar e manter firme o retalho cirúrgico a fim de promover cura. Se os retalhos não forem aproximados, consequentemente, uma hemostasia inadequada ocorrerá.<br />
Para realizar uma sutura, alguns materiais são essenciais, como a agulha, o fio e o porta-agulhas.</p>
<p><strong>Agulha e Fio</strong><br />
A agulha tem como finalidade levar o material de síntese através dos tecidos, causando mínima lesão tecidual. A seleção da agulha é determinada pela acessibilidade do tecido a ser suturado; pelo diâmetro do fio de sutura e pelo tipo de tecido. As agulhas podem ter diferentes dimensões, calibre e forma.<br />
É importante levar em consideração quando na escolha do fio, suas características de comportamento físico e biológico em relação ao processo de cicatrização do tecido a ser suturado.</p>
<p>Deve ser lembrado que dentro da classificação dos fios de sutura, o número de zeros que vem escrito na embalagem informa o calibre do fio e também sua força tênsil. Assim, quanto maior o número de zeros na classificação dos fios, menos calibroso ele será e terá menor força tênsil, porém será mais delicado. O contrário também é verdadeiro.</p>
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<p>Os fios podem ser classificados em não-absorvíveis e absorvíveis:</p>
<p><strong>1. </strong><b>Não-absorvíveis</b></p>
<ul>
<li><u>Seda</u>: Filamento proteico obtido do bicho-de-seda.<br />
Vantagens: Não irritante, barato, fácil de manusear, nó firme.<br />
Desvantagem: Acumula placa (indicado para pacientes com boa higiene)</li>
<li><u>Nylon</u>: Não absorvível, porém biodegradável<br />
Vantagens: Maior resistência, flexível, não irritante, menor reação tecidual<br />
Desvantagens: Difícil de manusear, perde resistência, não produz nó firme.</li>
<li><u>Poliéster: </u>Sintético, multifilamentado, resistente e com uma durabilidade grande. Os fios de poliéster requerem um mínimo de cinco nós para uma fixação estável e segura..</li>
<li><u>Algodão</u>: Multifilamentar, fio maleável e agradável ao tato, o que propicia um nó forte. Os fios de algodão requerem um mínimo de três nós para uma fixação segura.</li>
</ul>
<p><strong>2. Absorvíveis</strong></p>
<p><u>Categute:</u> Biológico. Do intestino delgado de ovelhas ou serosa de bovinos. Pode ser:<br />
Simples: absorção mais rápida – 5 a 10 dias<br />
Cromado: absorção mais lenta – 20 dias</p>
<p><u>Ácido Poligalático (Vicryl):</u> Sintético. Absorvido em 60 dias. Indicado para pontos intra-dérmicos e cirurgias maiores.</p>
<p><strong>Tipos de Suturas</strong></p>
<ul>
<li>Ponto simples: melhor coaptação da papila interdental. Indicada para suturas interdentais, enxertos, biópsias, exodontias a retalho, cunhas distal.</li>
<li>Ponto em X externo: Bastante indicada para espaços edêntulos.</li>
<li>Ponto em X interno</li>
<li>Ponto em U horizontal</li>
<li>Ponto em U vertical</li>
<li>Ponto contínuo simples</li>
<li>Ponto contínuo festonado</li>
</ul>
<p><strong>Nó de Sutura</strong></p>
<ul>
<li>O nó completado deve ser firme</li>
<li>Deve ser o menor possível</li>
<li>Tensão excessiva deve ser evitada</li>
<li>Evitar o afrouxamento após o primeiro nó.</li>
</ul>
<p><strong>Nó Cirúrgico X Ponto Cirúrgico x Sutura Cirúrgica</strong></p>
<p>Nó cirúrgico: o entrelaçamento ordenado feito com as extremidades   livres do fio cirúrgico. É composto por três semi-nós:</p>
<ol>
<li>Contenção</li>
<li>Fixação</li>
<li>Segurança</li>
</ol>
<p><strong>Ponto cirúrgico:</strong> segmento de fio cirúrgico compreendido entre uma ou duas passagens deste no tecido. É a unidade da síntese.</p>
<p><strong>Sutura cirúrgica:</strong> é o conjunto de pontos aplicados nos tecidos com o objetivo de união, fixação e sustentação.</p>
<p>Em breve, um post completo sobre os <strong>tipos de sutura.</strong> Fique atento e acompanhe o Odontoup.com.br na <span style="color: #008080;"><span style="color: #000000;">nossa página no Facebook,</span> <span style="color: #33cccc;"><strong><a style="color: #33cccc;" href="https://www.facebook.com/odonto.up/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">clicando aqui</a>,</strong></span><span style="color: #000000;"> ou siga a gente no Instagram</span> <span style="color: #33cccc;"><strong><a style="color: #33cccc;" href="https://www.instagram.com/siteodontoup/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">@siteodontoup</a>. </strong></span></span></p>
<p><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-6017 alignleft" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840.jpg" alt="ODO_5840" width="59" height="88" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840.jpg 1728w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840-200x300.jpg 200w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840-768x1152.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840-683x1024.jpg 683w" sizes="auto, (max-width: 59px) 100vw, 59px" /></a>Autor: Katheleen Miranda dos Santos<br />
Graduação em Odontologia pela Universidade Positivo.<br />
Aluna da Pós-Graduação em Cirurgia e Traumatologia<br />
Buco-Maxilo-Facial da Universidade Positivo.<br />
<strong>Referências</strong><br />
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<p>Resumo baseado na aula da Professora Melissa Rodrigues de Araújo &#8211;  Universidade Positivo.<br />
Lee H.S. Princípios de Sutura em Odontologia – Guia completo para fechamento cirúrgico. Livraria Santos Editora Ltda., 2003.</p>
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		<title>Confecção do Provisório</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/confeccao-do-provisorio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2016 01:25:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prótese]]></category>
		<category><![CDATA[confecção]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[prótese]]></category>
		<category><![CDATA[provisório]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[tabela]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
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					<description><![CDATA[A confecção de um dente provisório é fundamental no processo de uma prótese fixa, pois faz com que o paciente sinta-se bem enquanto espera a peça definitiva. Para chegarmos até a fase de preparo do provisório, temos que ter uma boa delimitação do termino cervical do preparo sendo que para preparos de coroa total metálica é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A confecção de um dente <strong>provisório</strong> é fundamental no processo de uma prótese fixa, pois faz com que o paciente sinta-se bem enquanto espera a peça definitiva.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6002" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/IMPORTÂNCIA-e1461892556825.png" alt="importancia provisorio" width="1024" height="552" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/IMPORTÂNCIA-e1461892556825.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/IMPORTÂNCIA-e1461892556825-300x162.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/IMPORTÂNCIA-e1461892556825-768x414.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Para chegarmos até a fase de preparo do provisório, temos que ter uma boa delimitação do termino cervical do preparo sendo que para preparos de coroa total metálica é <strong>chanferete</strong> e coroa metal-cerâmica é <strong>chanfrado,</strong> sabendo que temos que tomar os devidos cuidados com os princípios mecânicos, biológicos e estéticos. Na confecção do provisório, é importe nos atermos a:</p>
<ul>
<li>Realizar ajuste oclusal;</li>
<li>Observar todas as fases do preparo para verificar adaptação;</li>
<li>Tomar cuidado com o aquecimento da resina acrílica</li>
</ul>
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</body></p>
<p>Desenvolvemos uma tabela que vai mostrar o passo-a-passo e as etapas da confecção de um provisório pela técnica da Impressão Negativa com resina acrílica:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-6009" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-protese-2.png" alt="tabela protese 2" width="643" height="792" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-protese-2.png 1080w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-protese-2-244x300.png 244w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-protese-2-768x945.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-protese-2-832x1024.png 832w" sizes="auto, (max-width: 643px) 100vw, 643px" /></p>
<p>Autor: Bruno Gusso. Acadêmico do curso de Odontologia da Universidade Positivo<br />
Membro acadêmico do Banco de dentes – FOUP<br />
Membro acadêmico da Liga sem Dor Curitiba Paraná<br />
Membro acadêmico do Programa de Iniciação Científica da Universidade Positivo</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Etapas Para o Preparo e Terapia Endodôntica</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/etapas-para-o-preparo-e-terapia-endodontica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2016 19:07:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Endodontia]]></category>
		<category><![CDATA[biopulpectomia]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[endodontia]]></category>
		<category><![CDATA[etapa]]></category>
		<category><![CDATA[necropulpectomia]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
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					<description><![CDATA[A endodontia é uma especialidade da odontologia voltada para o cuidado e tratamento do endodonto e da região periapical. Para entendermos melhor como a endodontia funciona voltaremos a alguns conceitos de anatomia que serão essenciais para a o entendimento da especialidade. Anatomicamente, o órgão dental é constituído de esmalte, dentina, cemento e em seu interior [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A endodontia é uma especialidade da odontologia voltada para o cuidado e tratamento do endodonto e da região periapical. Para entendermos melhor como a endodontia funciona voltaremos a alguns conceitos de anatomia que serão essenciais para a o entendimento da especialidade.<br />
Anatomicamente, o órgão dental é constituído de esmalte, dentina, cemento e em seu interior possui uma câmara, denominada de câmara pulpar nela se encontram nervos e vasos sanguíneos. O que sustentam os dentes em sua posição é o osso alveolar, cemento radicular e ligamento periodontal que fazem parte do periodonto de sustentação.<br />
A área de atuação do endodontista é a cavidade pulpar, polpa e dentina que é compreendida pelo endodonto e também é de grande interesse a região periapical que é constituída de cemento, osso, ligamento periodontal e parede alveolar.<br />
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<p><strong>Etapas para o inicio da realização do tratamento endodôntico</strong><br />
Para a realização do tratamento endodôntico, precisamos realizar previamente o correto diagnostico e logo após iniciar o plano de tratamento.</p>
<ul>
<li>Diagnóstico e plano de tratamento</li>
<li>Raio-X inicial com posicionador (Medir o CAD)</li>
<li>Anestesia e isolamento absoluto do dente a ser tratado</li>
</ul>
<p><strong>Etapas operatórias<br />
</strong><br />
<img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-5818 aligncenter" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-endo-12.png" alt="tabela endo 1" width="715" height="741" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-endo-12.png 1671w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-endo-12-290x300.png 290w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-endo-12-768x796.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-endo-12-989x1024.png 989w" sizes="auto, (max-width: 715px) 100vw, 715px" /><br />
<strong>Nomenclatura</strong><br />
<strong>CAD:</strong> Comprimento aparente do dente;<br />
<strong>CTex:</strong> Comprimento de trabalho de exploração;<br />
<strong>X:</strong> Distância que compreende da ponta do instrumento (lima) até o final do conduto radicular;<br />
<strong>CRD:</strong> Comprimento real do dente;<br />
<strong>CT:</strong> Comprimento de trabalho.<br />
CTG: Comprimeto de trabalho das Gates<br />
CTes: Comprimento de trabalho de esvaziamento</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-5821 aligncenter" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-endo-21.png" alt="tabela endo 2" width="487" height="1069" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-endo-21.png 918w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-endo-21-137x300.png 137w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-endo-21-768x1687.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-endo-21-466x1024.png 466w" sizes="auto, (max-width: 487px) 100vw, 487px" /><br />
Para a realização do selamento do preparo utilizaremos as seguintes medicações – MIC (medicação intra-canal).<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-5822 aligncenter" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-endo-3.png" alt="tabela endo 3" width="655" height="216" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-endo-3.png 1097w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-endo-3-300x99.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-endo-3-768x253.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-endo-3-1024x338.png 1024w" sizes="auto, (max-width: 655px) 100vw, 655px" /><br />
Quer aprender mais sobre Endodontia? <strong><span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="http://odontoup.com.br/category/endodontia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clique aqui.</a></span></strong></p>
<p style="text-align: left;">
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</script></p>
<p style="text-align: left;">Autor: Bruno Gusso. Acadêmico do curso de Odontologia da Universidade Positivo<br />
Membro acadêmico do Banco de dentes – FOUP<br />
Membro acadêmico da Liga sem Dor Curitiba Paraná<br />
Membro acadêmico do Programa de Iniciação Científica da Universidade Positivo</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Diferenças dos Preparos para Coroa Total Metálica e Coroa Metalo-Cerâmica</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/diferencas-do-preparo-para-coroa-total-metalica-e-coroa-metalo-ceramica/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/diferencas-do-preparo-para-coroa-total-metalica-e-coroa-metalo-ceramica/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Apr 2016 03:38:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prótese]]></category>
		<category><![CDATA[biológicos]]></category>
		<category><![CDATA[coroa]]></category>
		<category><![CDATA[diferenças]]></category>
		<category><![CDATA[estéticos]]></category>
		<category><![CDATA[mecênicos]]></category>
		<category><![CDATA[metalo-cerâmica]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[Preparo]]></category>
		<category><![CDATA[Princípios]]></category>
		<category><![CDATA[prótese]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[silhueta]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
		<category><![CDATA[total metálica]]></category>
		<category><![CDATA[VIPS]]></category>
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					<description><![CDATA[Existem vários tipos de materiais para se realizar uma coroa total, seja total metálica, cerâmica pura, metalo-cerâmica ou metalo-plástica. Vamos abordar nesse post os dois mais utilizados na prática clínica: a coroa total-metálica (CTM) e a coroa metalo-cerâmica (CMC), apontando as suas diferenças, indicações e peculiaridades. No entanto, ambas tem princípios que devem ser respeitados para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Existem vários tipos de materiais para se realizar uma coroa total, seja total metálica, cerâmica pura, metalo-cerâmica ou metalo-plástica. Vamos abordar nesse post os dois mais utilizados na prática clínica: a <strong>coroa total-metálica</strong> (CTM) e a<strong> coroa metalo-cerâmica</strong> (CMC), apontando as suas diferenças, indicações e peculiaridades. No entanto, ambas tem princípios que devem ser respeitados para que haja sucesso no preparo.</p>
<p style="text-align: justify;">Inicialmente temos que relembrar alguns conceitos de periodontia para que possamos ter uma base melhor para a realização de uma coroa total. Na periodontia, existem dois conceitos anatômicos para a análise da coroa de um dente, um desses termos é designado de <strong>coroa clínica</strong>, que é a parte visível da coroa do dente, e a outra é a<strong> coroa anatômica, </strong>que vai da junção cemento esmalte (JEC) até a ponta da cúspide.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma coroa total protética possui alguns princípios de preparo que devem ser respeitados para que haja sucesso no procedimento. Existem três princípios básicos para a realização de uma boa peça protética, são eles:</p>
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<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5536" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Then-go-and-share-it-with-the-world.-1.png" alt="principios preparo coroa total" width="1024" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Then-go-and-share-it-with-the-world.-1.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Then-go-and-share-it-with-the-world.-1-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Then-go-and-share-it-with-the-world.-1-768x576.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Observação: Durante a anamnese, um fator importante a ser perguntado ao paciente é se ele possui algum tipo de alergia a algum tipo liga metálica. Atualmente, são usadas as ligas áureas, liga de NiCr (<em>Niquel Cromo</em>) e liga de CrCo (<em>cobalto cromo</em>).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Princípios para realização do preparo – Técnica da Silhueta (dentes posteriores)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O princípio da técnica da silhueta é basicamente realizar um <strong>preparo parcial</strong> do dente, confeccionando inicialmente uma caixa oclusal no sentido mesio-destal, logo após realizar sulcos de orientação nas faces livres vestibular e lingual/palatina, respeitando sempre a primeira inclinação de 2 a 5 graus e segunda inclinação de 5 a 10 graus.</p>
<p style="text-align: justify;">Observação: Durante a realização dos sulcos de orientação na face lingual dos molares inferiores, sempre respeitar a única inclinação do dente. O sulco de orientação deve seguir o longo eixo do dente, ou seja, o operador deve fazer o desgaste em um ângulo de 90 graus ao longo eixo do dente.</p>
<p style="text-align: justify;">Após a realização dos sulcos de orientação, o operador deve unir os desgastes realizados nas faces livres com a caixa oclusal. Dependendo da indicação da coroa protética para cada caso, o desgaste será feito de diferentes formas, em seguida, será ilustrada uma tabela contendo valores referenciais para o desgaste de cada face dental.</p>
<p style="text-align: justify;">Os desgastes que serão realizados nas faces proximais serão feitos com uma broca 2200, seja para preparos de CTM ou CMC. Para realizar o desgaste das faces proximais, o operador deve proteger bem o dente adjacente com uma tira de aço para que não ocorra nenhum dano, o modo indicado para realizar o desgaste das faces proximais é entrar com a broca 2200 ao longo eixo do dente, realizando movimentos pendulares.</p>
<p style="text-align: justify;">Observação: Durante a realização dos desgastes proximais, é imprescindível que o operador tenha máximo cuidado o quanto o preparo deve se estender subgengivalmente, pois nesta área existe uma região de extrema importância, chamada área de <em>COL</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo após a realização dos desgastes proximais, inicialmente realizado pela broca 2200, agora é utilizada a broca 2214 (para preparos em CTM) ou 3216 (para preparos em CMC), unindo todas as paredes do preparo. Nesse momento, o dentes já esta parcialmente preparado, agora o operador deve realizar todos os passo novamente na parte restante do dente. Após todos os desgastes feitos, o operador deve reduzir as cúspides de contenção cêntrica “VIPS” (Vestibulares dos dentes Inferiores e Palatina dos Superiores) e levar o preparo subgengival 0,5 mm, respeitando o espaço biológico.</p>
<p style="text-align: justify;">Observação: O espaço biológico é a área que compreende ao epitélio juncional + inserção conjuntiva = espaço biológico, caso esse espaço seja invadido por meios iatrogênicos do operador, o tecido gengival terá uma resposta inflamatória e como forma de defesa o tecido irá se deslocar mais apicalmente, além de ocorrer perda óssea significativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre observar se o termino do preparo ficou adequado, é de extrema importância que não haja defeitos, o mais comum de términos inadequados é o “cabo de guarda-chuva”, uma dica importante é sempre fazer a sondagem de todo o preparo e se necessário passar um grafite nas bordas do preparo, delimitando cada etapa e nunca deixar ângulos vivos no preparo.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5735" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-diferenca-preparos-coroa-total.png" alt="tabela diferenca preparos coroa total" width="1200" height="883" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-diferenca-preparos-coroa-total.png 1200w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-diferenca-preparos-coroa-total-300x221.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-diferenca-preparos-coroa-total-768x565.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-diferenca-preparos-coroa-total-1024x753.png 1024w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Princípios para realização do preparo – Técnica da silhueta (dentes anteriores)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para a realização de um preparo para CMC em dente anterior o primeiro passo a ser dado é realizar sulcos de orientação na vestibular e palatina/lingual com a broca 3216 ou 2215, fazer um sulco dividindo o dente ao meio no seu longo eixo e outro sulco paralelo ao primeiro em direção a proximal de sua escolha e sempre respeitando as duas inclinações: primeira inclinação médio-cervical e segunda inclinação médio-incisal. Realizar desgaste na incisal de aproximadamente 2mm. Na palatina também realizar sulcos de orientações, diferente da face vestibular a palatina só tem uma inclinação o operador deve realizar o sulco de orientação ao longo eixo do dente, ou seja, o operador deve fazer o desgaste em um ângulo de 90 graus ao longo eixo do dente, com máximo cuidado, pois a maior parte dos desgastes inadequados acontece nesse passo.</p>
<p style="text-align: justify;">Observação: Sempre preservar o cíngulo do dente.</p>
<p style="text-align: justify;">A próxima etapa é realizar <strong>desgaste nas proximais</strong> com a broca 2200, sempre protegendo o dente vizinho com tira de aço para não ocorrer eventuais danos, o modo indicado para realizar o desgaste das faces proximais é entrar com a broca 2200 ao longo eixo do dente realizando movimentos pendulares.</p>
<p><body><br />
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</body></p>
<p style="text-align: justify;">Logo após a realização dos desgastes proximais, inicialmente realizado pela broca 2200, agora é utilizada a broca 3216 para unir todas as faces. Nessa etapa o dente já esta parcialmente preparado, agora o operador deve realizar todos os passos já citados na parte restante do dente. Após realizar toda a sequencia deve fazer o desgaste da face lingual do dente com a broca 3118 (ponta de chama) e arredondar os ângulos vivos caso houver necessidade.</p>
<p><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Foto-Bruno-Gusso.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-5533 alignleft" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Foto-Bruno-Gusso.jpg" alt="Foto Bruno Gusso" width="90" height="90" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Foto-Bruno-Gusso.jpg 960w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Foto-Bruno-Gusso-150x150.jpg 150w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Foto-Bruno-Gusso-300x300.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Foto-Bruno-Gusso-768x768.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 90px) 100vw, 90px" /></a><br />
Autor: Bruno Gusso. Acadêmico do curso de Odontologia da Universidade Positivo<br />
Membro acadêmico do Banco de dentes &#8211; FOUP<br />
<span style="font-family: verdana, sans-serif; font-size: small;">Membro acadêmico da Liga sem Dor Curitiba Paraná<br />
</span><span style="font-family: verdana, sans-serif; font-size: small;">Membro acadêmico do Programa de Iniciação Científica da Universidade Positivo</span></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Pulpotomia em Dentes Decíduos</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/pulpotomia-em-dentes-deciduos/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/pulpotomia-em-dentes-deciduos/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2015 05:56:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontopediatria]]></category>
		<category><![CDATA[bactéria]]></category>
		<category><![CDATA[formocresol]]></category>
		<category><![CDATA[indicação]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[odontopediatria]]></category>
		<category><![CDATA[pulpotomia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[A pulpotomia consiste na técnica em que se remove a polpa coronária, quando a lesão não chega a atingir a polpa radicular, com a finalidade de manter com vitalidade a mesma. Esta técnica permite manter na cavidade bucal os dentes decíduos comprometidos endodônticamente até o período de esfoliação fisiológica. Alguns fatores influenciam na indicação da pulpotomia. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pulpotomia consiste na técnica em que se remove a polpa coronária, quando a lesão não chega a atingir a polpa radicular, com a finalidade de manter com vitalidade a mesma. Esta técnica permite manter na cavidade bucal os dentes decíduos comprometidos endodônticamente até o período de esfoliação fisiológica. Alguns fatores influenciam na indicação da pulpotomia. São eles:<br />
Fatores Locais<br />
Fatores sistêmicos<br />
Fatores Comportamentais<br />
<strong>Indicação</strong></p>
<ul>
<li>lesão de cárie extensa</li>
<li>exposição pulpar (trauma, por exemplo)</li>
<li>dente livre de pulpite radicular</li>
<li>ausência de dor espontânea persistente</li>
<li>hemorragia no local da amputação (vermelho vivo)</li>
<li>presença de pelo menos 2/3 do comprimento radicular</li>
<li>ausência de abscesso, fístula, mobilidade, reabsorção interna</li>
<li>radiopacidade óssea na região de furca*</li>
</ul>
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<strong>Sinais clínicos importantes para auxiliar na decisão da pulpotomia </strong></p>
<div class="page" title="Page 2">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<ul>
<li>Lesão cariosa superficial ou média ativa de dentina</li>
<li>Lesão cariosa profunda ativa de dentina. Restauração insatisfatória</li>
<li>Lesão cariosa profunda ativa. Exposição e hiperplasia pulpares (pólipo)</li>
</ul>
<p><strong>Contra-indicações </strong></p>
<ul>
<li>dor</li>
<li>sensibilidade à percussão</li>
<li>presença de edema</li>
<li>mobilidade acentuada</li>
<li>reabsorção de mais de 2/3 da raiz</li>
<li>radiolucidez na região periapical ou de furca</li>
</ul>
<p><strong>Após pulpotomia o dente <span style="color: #ff0000;">não</span> deve apresentar</strong></p>
<ul>
<li>sensibilidade prolongada</li>
<li>dor</li>
<li>reabsorção interna</li>
<li>calcificação anormal do canal radicular</li>
<li>perda dos tecidos de suporte</li>
<li>danos ao dente sucessor</li>
</ul>
<p><strong>Classificação de acordo com o material terapêutico </strong></p>
<ul>
<li>desvitalizadores (fixação, cauterização)</li>
<li>preservadores (desvitalização mínima e não indutiva)</li>
<li>regeneradores (indução e regeneração)</li>
</ul>
<p><strong>Exemplo de materiais terapêuticos utilizados em pulpotomias</strong></p>
<div class="page" title="Page 3">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<ul>
<li>Hidróxido de Cálcio</li>
<li><span style="color: #ff0000;">Formocresol </span></li>
<li>Glutaraldeído</li>
<li>Sulfato Férrico</li>
<li>MTA</li>
<li>Laser</li>
<li>BMPs</li>
</ul>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p><strong>Formocresol</strong> &#8211; A ação bactericida do formocresol se dá junto aos microrganismos presentes nos canais radiculares através da ligação química com as proteínas dos microrganismos. Sua ação (formaldeído) é de fixador tecidual</p>
<ul>
<li>tem alto índice de sucesso clínico</li>
<li>age em pH alcalino</li>
</ul>
<p>Formol 19%: precipita proteínas, fixador pulpar (bactericida)<br />
Cresol 35%: atenua o poder irritante (antisséptico)<br />
Glicerina 15%: aumenta a viscosidade (veículo)<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5086" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Promove-a-formação-de-4-zonas-celulares-2-e1443160227738.png" alt="Promove a formação de 4 zonas celulares-2" width="540" height="399" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Promove-a-formação-de-4-zonas-celulares-2-e1443160227738.png 940w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Promove-a-formação-de-4-zonas-celulares-2-e1443160227738-300x222.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Promove-a-formação-de-4-zonas-celulares-2-e1443160227738-768x568.png 768w" sizes="auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px" /><br />
<strong>Apresentação e modo de aplicação</strong></p>
<div class="page" title="Page 6">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Apresentado de forma líquida e é aplicado sobre o remanescente pulpar com bolinha de algodão e pinça clínica, aplicar durante 5 a 7 minutos.</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<div class="page" title="Page 2">
<table style="border-color: #000000;" border="1">
<colgroup>
<col />
<col />
<col />
<col /> </colgroup>
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;" colspan="4" rowspan="1"> <strong>Tabela de diagnóstico provável da condição pulpar dos dentes descíduos com base nos dados clínicos e radiográficos (parte 1)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
DOR
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
SINAIS CLÍNICOS
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
ASPECTO RADIOGRÁFICO
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
DIAGNÓSTICO PROVÁVEL
</div>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Provocada por estímulos térmicos (frio), mecânico e químico na dentina
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Lesão cariosa superficial ou média ativa de dentina
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Área radiolúcida envolvendo até a metade externa da dentina. Periápice e espaço interrradicular normais
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Hiperemia ou inflamação suave
</div>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Provocada. Exacerbada por estímulos térmicos (frio), mecânico e químico. Localizada
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Lesão cariosa profunda ativa de dentina. Restauração insatisfatória
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Lesão cariosa profunda primária ou recorrente. Restauração insatisfatória. Periápice e espaço interrradicular normais
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Hiperemia ou inflamação suave
</div>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Espontânea, contínua, pulsátil, reflexa, comumente durante a noite. Sensível à percussão
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Lesão cariosa profunda, com ou sem exposição clínica da polpa. Restauração insatisfatória
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Lesão de cárie profunda. Restauração insatisfatória. Lesão cariosa secundária. Espessamento do espaço periodontal e/ou reabsorção interna
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Inflamação grave (pulpite aguda)
</div>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div class="page" title="Page 3">
<table style="border-color: #000000;" border="1">
<colgroup>
<col />
<col />
<col />
<col /> </colgroup>
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;" colspan="4" rowspan="1"> <strong>Tabela de diagnóstico provável da condição pulpar dos dentes descíduos com base nos dados clínicos e radiográficos (parte 2)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>DOR
</p></div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
SINAIS CLÍNICOS
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
ASPECTO RADIOGRÁFICO
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
DIAGNÓSTICO PROVÁVEL
</div>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Provocada à mastigação
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Lesão cariosa profunda ativa. Exposição e hiperplasia pulpares (pólipo)
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Lesão de cárie profunda. Periápice e espaço interrradicular normais
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Pulpite crônica hiperplásica
</div>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Provocada por estímulo térmico (calor)
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Lesão cariosa profunda com ou sem exposição clínica da polpa
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Reabsorção interna. Massas mineralizadas na câmara pulpar. Espessamento do espaço periodontal
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Alterações pulpares degenerativas
</div>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Espontânea ou provocada à palpação e mastigação. Sensibilidade à percussão
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Lesão cariosa profunda com ou sem exposição clínica da polpa. Tecidos moles podem apresentar tumefação, abscesso ou fístula
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Reabsorção radicular patológica. Rarefação óssea periapical e interrradicular.
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Necrose pulpar
</div>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: right;">Tabela retirada do livro do Mário Leonardo</p>
<p><strong>O sucesso do diagnóstico pulpar depende:</strong></p>
<ul>
<li>estado geral de saúde</li>
<li>conhecimento da histofisiologia pulpar</li>
<li>conhecimento das patologias pulpares</li>
<li>diagnóstico clínico e radiográfico</li>
</ul>
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Preenchendo esse itens, você terá uma conduta terapêutica ideal.
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Cariostático</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/cariostatico/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/cariostatico/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2015 17:27:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontologia Social e Preventiva e Cariologia]]></category>
		<category><![CDATA[Cariologia]]></category>
		<category><![CDATA[cariostático]]></category>
		<category><![CDATA[coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[selante]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
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					<description><![CDATA[Os exercícios a seguir ressaltam a importância do uso de cariostáticos. &#160; 1. O que é uma substância cariostática? Cite um exemplo. 2. Quais os mecanismos de ação dos cariostáticos? 3. Descreva a sequencia técnica (passo a passo) para aplicação do cariostático. 4. O tratamento odontológico infantil dos portadores de cárie de acometimento precoce, principalmente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os exercícios a seguir ressaltam a importância do uso de cariostáticos.<br />
&nbsp;<br />
<strong>1. </strong>O que é uma substância cariostática? Cite um exemplo.<br />
<strong>2. </strong>Quais os mecanismos de ação dos cariostáticos?<br />
<strong>3. </strong>Descreva a sequencia técnica (passo a passo) para aplicação do cariostático.<br />
<strong>4. </strong>O tratamento odontológico infantil dos portadores de cárie de acometimento precoce, principalmente nos primeiros anos de vida pode representar um quadro extremamente difícil. Qual conduta deve ser feita pelo profissional habilitado?</p>
<hr />
<p>&nbsp;<br />
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&nbsp;<br />
<strong>Questão 1. </strong><br />
Age tanto em cáries incipientes como avançadas de dentes decíduos ou de permanentes jovens; ação anti cariogênica (agindo sobre o S. mutans, impedindo sua aderência e posterior colonização, diminuindo a população de microrganismos, como também a produção de ácidos por eles);<br />
Um dos agentes de controle que tem se mostrado eficaz é o diamino fluoreto de prata, produto com propriedades preventivas e cariostáticas. Ele já foi bastante utilizado na prevenção de cárie em sulcos e fissuras.<br />
<strong>Questão 2. </strong><br />
Esta propriedade antimicrobiana se explica por meio de sua ação oligodinâmica, ou seja, mesmo em baixas concentrações é mantido um equilíbrio protoplasmático. Ele também possui uma ação antisséptica e adstringente, que pode ser utilizada em tratamentos de estomatites, gengivites e periodontites.<br />
Os produtos resultantes da aplicação do diamino fluoreto de prata são: fluoreto de cálcio, fosfato de prata e proteinato de prata, os quais são menos solúveis<br />
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</script></p>
<p><strong>Questão 3. </strong><br />
Segundo Guedes-Pinto e Issáo (1999), antes da aplicação do diamino fluoreto de prata, deve-se informar os responsáveis que na região em que o processo da cárie estiver presente, ocorrerá o escurecimento.Eles preconizam a técnica de aplicação citada abaixo:</p>
<ol>
<li>Profilaxia com pedra-pomes e água;</li>
<li>Remoção da dentina amolecida com curetas;</li>
<li>Lavagem e secagem;</li>
<li>Proteção dos tecidos moles com vaselina ou manteiga de cacau;</li>
<li>Isolamento relativo e secagem do campo operatório;</li>
<li>Aplicação com bolinha de algodão ou cotonete umedecido, por 3 minutos.</li>
</ol>
<p>Caso ocorra contato desta substância com tecido mole, por exemplo, a gengiva, formando uma área esbranquiçada, deve-se neutralizar a ação do diamino com solução salina a 3%. Para melhor eficácia no tratamento as reaplicações devem ser feitas trimestralmente, maximizando assim a ação cariostática da solução. Além disso, o controle do processo carioso deve ser realizado de seis em seis meses (Massao et al., 1998; Rocha et al., 1999).<br />
<strong>Questão 4. </strong><br />
Nesses casos, o profissional deve levar em consideração os materiais odontológicos que apresentem uma alta eficiência com simplicidade de aplicação. O diamino fluoreto de prata preenche esses requisitos, além de apresentar um baixo custo, razão pela qual é indicado como opção no controle da cárie em saúde pública.<br />
As desvantagens podem ser contornadas informando-se aos pais sobre o aspecto enegrecido dos dentes, como uma situação provisória, pois no futuro a adoção de um tratamento reabilitador pode restabelecer a estética. Deve-se ressaltar que o aspecto antiestético não tem grande significado, considerando que a criança tem sua sensibilidade diminuída e a doença controlada.<br />
Vantagens: pesquisadores comprovaram a sua biocompatibilidade, ausência de citotoxicidade, efeitos hemostáticose e antimicrobiano.<br />
<body><br />
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</body></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Resina Bisacrílica</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/resina-bisacrilica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2015 18:51:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dentística & Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Prótese]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica Operatória & Materiais Dentários]]></category>
		<category><![CDATA[bisacrílica]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[propriedade]]></category>
		<category><![CDATA[resina]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
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					<description><![CDATA[A resina bisacrílica é um material bastante eficaz para a confecção de coroas provisórias por apresentar boa estabilidade de cor, praticidade técnica, precisão de proporção, pouco ou nenhum odor, baixa reação exotérmica, boa adaptação marginal, resistência e estética favorável. Os compostos bisacrílicos são fabricados a partir de monômeros dimetacrilatos, altamente reticulados que tendem a ser mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A resina bisacrílica é um material bastante eficaz para a confecção de coroas provisórias por apresentar boa estabilidade de cor, praticidade técnica, precisão de proporção, pouco ou nenhum odor, baixa reação exotérmica, boa adaptação marginal, resistência e estética favorável.</p>
<div class="page" title="Page 10">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<div class="page" title="Page 11">
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<div class="column">
Os compostos bisacrílicos são fabricados a partir de monômeros dimetacrilatos, altamente reticulados que tendem a ser mais frágeis que os PMMA, além de possuírem cargas que fornecem qualidades semelhantes às resinas compostas, mas que podem variar de tamanho ou geometria, alterando as propriedades de sua matriz polimérica.<br />
<strong>Indicação</strong></p>
<ul>
<li>Restaurações de provisório alto poder estético</li>
<li>Para restaurações provisórias de elementos múltiplos ou unitários: coroas, próteses fixas, facetas, inlays e onlays;</li>
<li>Provisórios sobre implantes</li>
<li>Restaurações provisórias de longa duração.</li>
</ul>
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</script></p>
<p><strong>Composição</strong><br />
As resinas bisacrílicas consistem de matriz orgânica e cargas inorgânicas: dimetacrilato, ácido silícico, iniciadores, diacrilato, estabilizadores, resinas sintéticas, pigmentos, corantes e pó de vidro de estrôncio.<br />
<strong>Reação de presa, geleificação ou polimerização</strong><br />
A polimerização das resinas bisacrílicas é dividida em três fases. A primeira é a transição de uma pasta de escoamento livre para uma consistência mais elástica, a segunda consiste em uma polimerização reticulada. A última fase permite que a resina alcance sua dureza final, para que a restauração provisória seja então ajustada e polida antes da cimentação.<br />
<strong>Propriedades (vantagens e desvantagens)</strong><br />
Vantagens:</p>
<ul>
<li>Prático</li>
<li>Estabilidade de cor</li>
<li>Características mecânicas</li>
<li>Presa inicial rápida</li>
<li>Libera menos calor (em relação à resina acrílica)</li>
</ul>
<p>Desvantagens:</p>
<ul>
<li>Uso de pistola misturadora</li>
<li>Uso de matriz</li>
<li>Não permite reembasamento</li>
<li>Custo alto</li>
</ul>
<p><strong>Técnica de manipulação</strong><br />
Para o seu uso, o catalisador e a pasta base são dispensadas em um tubo de cano duplo e misturadas através de pontas de auto mistura. Após esta etapa, são utilizadas de maneira similar às resinas acrílicas. O material é então colocado no dente, removido, ajustado e polido.<br />
Autor: Jiane Gilliet Beira. Acadêmica do curso de Odontologia, Universidade Positivo
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Técnica Anestésica Pterigomandibular e Bloqueio do Nervo Mentual e Palatino Maior</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/tecnica-anestesica-pterigomandibular-e-bloqueio-do-nervo-mentual-e-palatino-maior/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 20:14:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anestesiologia e Terapêutica]]></category>
		<category><![CDATA[anestesia]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[mentual]]></category>
		<category><![CDATA[nervo alveolar inferior]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[palatino maior]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
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					<description><![CDATA[Existem várias técnicas anestésicas utilizadas na prática clínica do cirurgião-dentistas. Nesse post iremos falar sobre a Pterigomandibular que bloqueia o nervo alveolar inferior e suas variações, além das técnicas de bloqueio do nervo mentual e palatino maior. Pterigomanbidular &#124; Nervo Alveolar Inferior A técnica anestésica mais frequentemente empregada em Odontologia é a técnica de bloqueio do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem várias <a href="https://www.odontoup.com.br/tecnicas-anestesicas-em-odontologia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">técnicas anestésicas</a> utilizadas na prática clínica do cirurgião-dentistas. Nesse post iremos falar sobre a Pterigomandibular que bloqueia o <a href="https://www.odontoup.com.br/nervo-alveolar-inferior-e-nervo-mentual/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">nervo alveolar inferior</a> e suas variações, além das técnicas de bloqueio do nervo mentual e <a href="https://www.odontoup.com.br/nervo-palatino-maior-e-nervo-nasopalatino/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">palatino maior</a>.</p>
<p><strong>Pterigomanbidular | Nervo Alveolar Inferior</strong><br />
A técnica anestésica mais frequentemente empregada em Odontologia é a técnica de bloqueio do nervo alveolar inferior ou pterigomandibular. Como o nervo lingual fica distante apenas 8mm do nervo alveolar inferior no local da injeção, ele também é anestesiado.<br />
Quando a finalidade da anestesia é realizar procedimentos cirúrgicos em <a href="https://www.odontoup.com.br/molares-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">molares</a> inferiores, o nervo bucal também precisa ser abrangido. Uma variante da técnica providencia, então, que, com a mesma punção, esse nervo seja alcançado e devidamente anestesiado. <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6331" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/CUIDADO-e1464908443835.png" alt="CUIDADO" width="1024" height="540" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/CUIDADO-e1464908443835.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/CUIDADO-e1464908443835-300x158.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/CUIDADO-e1464908443835-768x405.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><br />
<strong>Anestesia do nervo alveolar inferior</strong></p>
<ul>
<li>Bloqueio dos nervos alveolar inferior, incisivo, bucal, mentoniano e lingual (técnica indireta);</li>
<li>Bloqueio pulpar de todos os dentes do hemi-arco inferior;</li>
<li>Anestesia do corpo da mandíbula, do periósteo e de tecidos moles mandibulares;</li>
<li>Anestesia dos 2/3 anteriores da <a href="https://www.odontoup.com.br/lingua/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">língua</a> e do assoalho da boca (daquele lado)</li>
</ul>
<p><strong><br />
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</script></strong></p>
<p>Indicações</p>
<ul>
<li>Procedimentos em múltiplos dentes de um quadrante inferior;</li>
<li>Anestesia de tecidos moles na região inferior, tanto por vestibular quanto por lingual.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Contraindicações</strong></p>
<ul>
<li>Possibilidade de mordedura de lábio/língua – crianças muito pequenas;</li>
<li>Necessidade de tratamento no sextante 5;</li>
<li>É desconfortável se feita bilateralmente.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Equipamentos</strong></p>
<ul>
<li>Seringa carpule;</li>
<li>Agulha longa calibre 25.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Pontos de reparo</strong></p>
<ul>
<li>Ligamento pterigomandibular;</li>
<li>Borda anterior do ramo ascendente da mandíbula;</li>
<li>Plano oclusal inferior;</li>
<li><a href="https://www.odontoup.com.br/pre-molares-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Pré-molares</a> inferiores do lado oposto.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Técnica Indireta ou das Três Posições</strong></p>
<ul>
<li>Uma única punção permite o bloqueio dos nervos alveolar inferior, lingual e bucal;</li>
<li>Deposição do anestésico em 3 locais distintos, cada um para bloqueio de um nervo;</li>
<li>Necessidade de mudança de posição do conjunto seringa-agulha.</li>
</ul>
<p><em><br />
Técnica – 1ª posição:</em> anestesia do nervo bucal:</p>
<ul>
<li>Identificar as linhas formadas pelo ramo ascendente e pelo ligamento pterigomandibular;</li>
<li>Traçar a bissetriz do ângulo dessas linhas;</li>
<li>Punção na bissetriz, 1cm acima do plano oclusal, com o bisel da agulha voltado para a face interna do ramo;</li>
<li>Manter a seringa paralela ao plano oclusal, alinhada com a superfície oclusal dos molares inferiores;</li>
<li>Induzir a agulha +/- 5mm;</li>
<li>Aspirar;</li>
<li>Injetar um pouco de anestésico</li>
</ul>
<p><em><br />
Técnica – 2ª posição:</em> anestesia do nervo lingual:</p>
<ul>
<li>Após a anestesia bucal, introduzir a agulha por mais 5mm, mantendo a seringa na mesma orientação da primeira posição;</li>
<li>Aspirar;</li>
<li>Injetar anestésico até atingir ¼ do tubete;</li>
<li>Mantendo a carpule paralela ao plano oclusal, retirar quase toda a agulha (manter pouco mais que toco o bisel dentro da mucosa);</li>
<li>Esta etapa é a preparação para a 3ª posição.</li>
</ul>
<p><em><br />
Técnica – 3ª posição:</em> anestesia do alveolar inferior:</p>
<ul>
<li>A agulha deve estar quase toda fora da mucosa;</li>
<li>Deslocar a seringa para o lado oposto, de modo que o canhão da carpule fique acima dos pré-molares do lado oposto ao lado anestesiado;</li>
<li>Reintroduzir a agulha até que ela toque o osso (pode-se injetar um pouco de anestésico durante a introdução);</li>
<li>Recuar a agulha 1mm;</li>
<li>Aspirar;</li>
<li>Injetar o restante do anestésico (3/4 do anestube)</li>
</ul>
<p><strong><br />
Técnica Direta</strong><br />
Técnica- anestesia dos nervos lingual e alveolar inferior:</p>
<ul>
<li>Identificar as linhas formadas pelo ramo ascendente e pelo ligamento pterigomandibular;</li>
<li>Traçar a bissetriz do ângulo dessas linhas;</li>
<li>Posicionar o canhão da carpule entre os pré-molares inferiores do lado oposto;</li>
<li>Punção da bissetriz, 1cm acima do plano oclusal com o bisel da agulha voltado para a face interna do ramo;</li>
<li>Introduzir a agulha até que ela toque o osso, injetando um pouco de anestésico no trajeto;</li>
<li>Recuar 1mm;</li>
<li>Aspirar;</li>
<li>Injetar o restante do anestube.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Observações</strong></p>
<ul>
<li>O nervo lingual é anestesiado durante a pulsão (introduzir e injetar ao mesmo tempo);</li>
<li>Esta técnica não bloqueia o nervo bucal;</li>
<li>Não provoca anestesia na mucosa vestibular dos molares inferiores;</li>
<li>O nervo mentoniano é bloqueado;</li>
<li>Ocorre anestesia da mucosa vestibular dos pré-molares inferiores.<br />
<hr />
</li>
</ul>
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<p><strong>Bloqueio do Nervo Mentual</strong></p>
<p>O bloqueio do nervo mentoniano ou mentual não é uma técnica muito usual na odontologia. É usado como alternativa para a técnica de bloqueio do nervo alveolar inferior.</p>
<p>Ao se injetar no forame mentoniano, a solução difundi-se pelo canal mentoniano, que e muito curto (3 a 6mm), e bloqueia o próprio nervo alveolar inferior. Ganha-se assim, a insensibilidade dos dentes anteriores e pré-molares, de sua gengiva vestibular e da pele e mucosa do mento e lábio inferior.</p>
<p>O forame mentoniano fica abaixo do segundo pré-molar, porém, em uma entre 4 pessoas, ele se situa entre os dois pré-molares. Está, em média, 2,60mm distante do plano mediano. Nos indivíduos dentados, está a meio caminho da base da mandíbula e da borda livre do processo alveolar e em linha com os forames supra e infra-orbitais. O canal mentoniano com inclinação de 45°, dirige-se para cima, para trás e para fora.</p>
<p>Na criança, o forame fica mais baixo, entre os primeiros e segundos molares decíduos, e o canal abre-se para cima. No paciente idoso, desdentado, devido a reabsorção que pode ocorrer do processo alveolar, o forame mentoniano pode estar situado próximo a crista alveolar residual ou até mesmo sobre ela.</p>
<p><strong>Objetivo da técnica</strong></p>
<ul>
<li>Bloqueio dos nervos mentoniano e incisivos;</li>
<li>Anestesia da mucosa vestibular, lábio e dentes anteriores ao forame;</li>
<li>Não produz anestesia lingual;</li>
<li>Alvo: forame mentoniano.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Equipamento</strong></p>
<ul>
<li>Seringa carpule;</li>
<li>Agulha longa 25 ou 27</li>
</ul>
<p><strong><br />
Descrição da técnica</strong></p>
<ul>
<li>Localizar o forame (palpar)</li>
<li>Seringa na vertical, levemente inclinada (de trás para frente, de fora para dentro);</li>
<li>Aspirar</li>
<li>Injetar ½ a 1 tubete;</li>
<li>Fazer pressão digital para forçar a entrada do anestésico no forame.<br />
<hr />
</li>
</ul>
<p><strong>Bloqueio do Nervo Palatino Maior</strong></p>
<p>O forame palatino maior fica situado cerca de 1cm medialmente ao terceiro molar (ou entre o segundo e terceiro molares) e 3 a 4mm adiante da borda posterior do palato duro. Na criança, fica sobre uma linha imaginária que passa logo atrás dos primeiros molares permanentes. Com o nervo palatino maior anestesiado, nesse local pode-se intervir sem dor na mucosa palatina do lado anestesiado até a região do primeiro pré-molar.</p>
<p>*Na região do forame palatino maior, existe espaço para acomodar a solução e a anestesia é menos traumática.</p>
<p><strong>Observação clinica</strong></p>
<p>Tem sido sugerido que os ramos do nervo palatino maior penetram no osso alveolar e participam da inervação do periodonto e/ou da polpa dos dentes posteriores, mas isso não está confirmado.</p>
<p>Quando se injeta quantidade excessiva da solução anestésica ou se penetra mais posteriormente ao forame, haverá anestesia de úvula, palato mole e tonsila palatina. Em decorrência, podem sobrevir náuseas e vômitos. O mesmo pode ocorrer em pacientes com emotividade exacerbada. Nessas condições, deve-se acalmar verbalmente o paciente e fazê-lo beber água gelada (MADEIRA, Miguel Carlos).</p>
<p><strong>Objetivo da técnica</strong></p>
<ul>
<li>Bloqueio do nervo palatino maior</li>
<li>Anestesia do palato duro e tecidos distais ao canino superior</li>
<li>Potencialmente traumática</li>
</ul>
<p><strong>Equipamento</strong></p>
<ul>
<li>Seringa carpule</li>
<li>Agulha longa ou curta calibre 27’</li>
</ul>
<p><strong>Descrição da Técnica</strong></p>
<ul>
<li>Alvo: forame palatino maior</li>
<li>Boa anestesia tópica</li>
<li>Compressão até isquemia</li>
<li>Introdução entre os 2° e 3° molares superiores até tocar o osso</li>
<li>Injetar até ⅓ do tubete</li>
<li>Mais lento possível*</li>
</ul>
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