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	<title>SUS &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>SUS &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Sistema Único de Saúde (SUS)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2015 01:41:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontologia Social e Preventiva e Cariologia]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
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		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo o Ministério da Saúde, o Sistema Único de Saúde (SUS) é um dos maiores sistemas públicos de saúde do mundo. Ele abrange desde o simples atendimento ambulatorial até o transplante de órgãos, garantindo acesso integral, universal e gratuito para toda a população do país. Amparado por um conceito ampliado de saúde, o SUS foi [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo o Ministério da Saúde, o Sistema Único de Saúde (SUS) é um dos maiores sistemas públicos de saúde do mundo. Ele abrange desde o simples atendimento ambulatorial até o transplante de órgãos, garantindo acesso integral, universal e gratuito para toda a população do país. Amparado por um conceito ampliado de saúde, o SUS foi criado, em 1988 pela Constituição Federal Brasileira, para ser o sistema de saúde dos mais de 180 milhões de brasileiros.</span></p>
<p style="text-align: left;">Segundo a Cartilha &#8220;Entendendo o SUS&#8221;, existem 10 informações que são importantes:</p>
<div class="page" title="Page 5">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #1e85c9;"><strong>1.</strong> </span>Todos os estados e municípios devem ter conselhos de saúde compostos por representantes dos usuários do SUS, dos prestadores de serviços, dos gestores e dos profissionais de saúde. Os conselhos são fiscais da aplicação dos recursos públicos em saúde.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #1e85c9;"><strong>2.</strong></span> A União é o principal financiador da saúde pública no país. Historicamente, metade dos gastos é feita pelo governo federal, a outra metade fica por conta dos estados e municípios. A União formula políticas nacionais, mas a implementação é feita por seus parceiros (estados, municípios, ONGs e iniciativa privada)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #1e85c9;">3.</span> </strong>O município é o principal responsável pela saúde pública de sua população. A partir do Pacto pela Saúde, assinado em 2006, o gestor municipal passa a assumir imediata ou paulatinamente a plenitude da gestão das ações e serviços de saúde oferecidos em seu território.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #1e85c9;">4.</span> </strong>Quando o município não possui todos os serviços de saúde, ele pactua (negocia e acerta) com as demais cidades de sua região a forma de atendimento integral à saúde de sua população. Esse pacto também deve passar pela negociação com o gestor estadual.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #1e85c9;">5.</span> </strong>O governo estadual implementa políticas nacionais e estaduais, além de organizar o atendimento à saúde em seu território.</p>
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<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #1e85c9;">6.</span></strong> A porta de entrada do sistema de saúde deve ser preferencialmente a atenção básica (postos de saúde, centros de saúde, unidades de Saúde da Família, etc.). A partir desse primeiro atendimento, o cidadão será encaminhado para os outros serviços de maior complexidade da saúde pública (hospitais e clínicas especializadas).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #1e85c9;">7.</span> </strong>O sistema público de saúde funciona de forma referenciada. Isso ocorre quando o gestor local do SUS, não dispondo do serviço de que o usuário necessita, encaminha-o para outra localidade que oferece o serviço. Esse encaminhamento e a referência de atenção à saúde são pactuados entre os municípios.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #1e85c9;">8.</span> </strong>Não há hierarquia entre União, estados e municípios, mas há competências para cada um desses três gestores do SUS. No âmbito municipal, as políticas são aprovadas pelo CMS – Conselho Municipal de Saúde; no âmbito estadual, são negociadas e pactuadas pela CIB – Comissão Intergestores Bipartite (composta por representantes das secretarias municipais de saúde e secretaria estadual de saúde) e deliberadas pelo CES – Conselho Estadual de Saúde (composto por vários segmentos da sociedade: gestores, usuários, profissionais, entidades de classe, etc.); e, por fim, no âmbito federal, as políticas do SUS são negociadas e pactuadas na CIT – Comissão Intergestores Tripartite (composta por representantes do Ministério da Saúde, das secretarias municipais de saúde e das secretarias estaduais de saúde).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #1e85c9;">9.</span> </strong>Os medicamentos básicos são adquiridos pelas secretarias estaduais e municipais de saúde, dependendo do pacto feito na região. A insulina humana e os chamados medicamentos estratégicos &#8211; incluídos em programas específicos, como Saúde da Mulher, Tabagismo e Alimentação e Nutrição &#8211; são obtidos pelo Ministério da Saúde. Já os medicamentos excepcionais (aqueles considerados de alto custo ou para tratamento continuado, como para pós-transplantados, síndromes – como Doença de Gaucher – e insuficiência renal crônica) são comprados pelas secretarias de saúde e o ressarcimento a elas é feito mediante comprovação de entrega ao paciente. Em média, o governo federal repassa 80% do valor dos medicamentos excepcionais, dependendo dos preços conseguidos pelas secretarias de saúde nos processos licitatórios. Os medicamentos para DST/Aids são comprados pelo ministério e distribuídos para as secretarias de saúde.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #1e85c9;">10.</span></strong> Com o Pacto pela Saúde (2006), os estados e municípios poderão receber os recursos federais por meio de cinco blocos de financiamento: 1 – Atenção Básica; 2 – Atenção de Média e Alta Complexidade; 3 – Vigilância em Saúde; 4 – Assistência Farmacêutica; e 5 – Gestão do SUS. Antes do pacto, havia mais de 100 formas de repasses de recursos financeiros, o que trazia algumas dificuldades para sua aplicação.</p>
<div class="page" title="Page 7">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<div class="page" title="Page 11">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<strong><span style="color: #1e85c9;">Em setembro de 2000, foi editada a Emenda Constitucional n° 29.</span></strong></p>
<ul>
<li>O texto assegura a co-participação da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios no financiamento das ações e serviços de saúde pública.</li>
<li>A nova legislação estabeleceu limites mínimos de aplicação em saúde para cada unidade federativa.</li>
<li>Mas ela precisa ser regulamentada por projeto de lei complementar que já está em debate no Congresso Nacional. O novo texto definirá quais tipos de gastos são da área de saúde e quais não podem ser considerados gastos em saúde.</li>
</ul>
<p><strong><span style="color: #1e85c9;">Conselhos de Saúde</span></strong></p>
<div class="page" title="Page 13">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Os conselhos são instâncias colegiadas (membros têm poderes iguais) e têm uma função deliberativa. Eles são fóruns que garantem a participação da população na fiscalização e formulação de estratégias da aplicação pública dos recursos de saúde. Os conselhos são formados por representantes dos usuários do SUS, dos prestadores de serviços, dos gestores e dos profissionais de saúde.<br />
<strong><span style="color: #1e85c9;">Descentralização</span></strong></p>
<div class="page" title="Page 14">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Significa que a gestão do sistema de saúde passa para os municípios, com a conseqüente transferência de recursos financeiros pela União, além da cooperação técnica.</p>
<div class="page" title="Page 4">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<span style="color: #1e85c9;"><strong>Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde</strong></span><br />
Assegura ao cidadão o direito básico ao ingresso digno nos sistemas de saúde, sejam eles públicos ou privados.</p>
<div class="page" title="Page 4">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<ol>
<li>Todo cidadão tem direito ao acesso ordenado e organizado aos sistemas de saúde.</li>
<li>Todo cidadão tem direito a tratamento adequado e efetivo para seu problema.</li>
<li>Todo cidadão tem direito ao atendimento humanizado, acolhedor e livre de qualquer discriminação.</li>
<li>Todo cidadão tem direito a atendimento que respeite a sua pessoa, seus valores e seus direitos.</li>
<li>Todo cidadão também tem responsabilidades para que seu trata- mento aconteça da forma adequada.</li>
<li>Todo cidadão tem direito ao comprometimento dos gestores da saúde para que os princípios anteriores sejam cumpridos.</li>
</ol>
<p><span style="color: #1e85c9;"><strong>Princípios Doutrinários </strong></span></p>
<ul>
<li><span style="color: #1e85c9;"><strong>Universalização</strong>:</span> a saúde é um direito de cidadania de todas as pessoas e cabe ao Estado assegurar este direito, sendo que o acesso às ações e serviços deve ser garantido a todas as pessoas, independentemente de sexo, raça, ocupação, ou outras características sociais ou pessoais.</li>
<li><span style="color: #1e85c9;"><strong>Eqüidade</strong>:</span> o objetivo desse princípio é diminuir desigualdades. Apesar de todas as pessoas possuírem direito aos serviços, as pessoas não são iguais e, por isso, têm necessidades distintas. Em outras palavras, eqüidade significa tratar desigualmente os desiguais, investindo mais onde a carência é maior.</li>
<li><span style="color: #1e85c9;"><strong>Integralidade</strong>:</span> este princípio considera as pessoas como um todo, atendendo a todas as suas necessidades. Para isso, é importante a integração de ações, incluindo a promoção da saúde, a prevenção de doenças, o tratamento e a reabilitação. Juntamente, o principio de integralidade pressupõe a articulação da saúde com outras políticas públicas, para assegurar uma atuação intersetorial entre as diferentes áreas que tenham repercussão na saúde e qualidade de vida dos indivíduos.</li>
</ul>
</div>
</div>
</div>
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<p><strong><span style="color: #1e85c9;"> Princípios Organizativos </span></strong></p>
<ul>
<li><span style="color: #1e85c9;"><strong>Regionalização e Hierarquização</strong>:</span> os serviços devem ser organizados em níveis crescentes de complexidade, circunscritos a uma determinada área geográfica, planejados a partir de critérios epidemiológicos, e com definição e conhecimento da população a ser atendida. A regionalização é um processo de articulação entre os serviços que já existem, visando o comando unificado dos mesmos. Já a hierarquização deve proceder à divisão de níveis de atenção e garantir formas de acesso a serviços que façam parte da complexidade requerida pelo caso, nos limites dos recursos disponíveis numa dada região.</li>
<li><span style="color: #1e85c9;"><strong>Descentralização e Comando Único</strong>:</span> descentralizar é redistribuir poder e responsabilidade entre os três níveis de governo. Com relação à saúde, descentralização objetiva prestar serviços com maior qualidade e garantir o controle e a fiscalização por parte dos cidadãos. No SUS, a responsabilidade pela saúde deve ser descentralizada até o município, ou seja, devem ser fornecidas ao município condições gerenciais, técnicas, administrativas e financeiras para exercer esta função. Para que valha o princípio da descentralização, existe a concepção constitucional do mando único, onde cada esfera de governo é autônoma e soberana nas suas decisões e atividades, respeitando os princípios gerais e a participação da sociedade.</li>
<li><span style="color: #1e85c9;"><strong>Participação Popular</strong>:</span> a sociedade deve participar no dia-a-dia do sistema. Para isto, devem ser criados os Conselhos e as Conferências de Saúde, que visam formular estratégias, controlar e avaliar a execução da política de saúde.</li>
</ul>
</div>
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</div>
<p>Fonte: portalsaude.saude.gov.br | infoescola.com
</p></div>
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</div>
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		<title>Diretrizes da Política  Nacional de Saúde Bucal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2014 03:46:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontologia Social e Preventiva e Cariologia]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[diretrizes]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[Diretriz: linha reguladora de um traçado de um caminho ou estrada. Politica: ciência dos fenômenos referentes ao estado. Diretrizes das PNSB São as diretrizes do ministério da saúde para organizacão da atenção à saúde bucal no âmbito do SUS. &#62;&#62; Por quê a saúde bucal necessita de Diretrizes? Diretrizes promovem caminhos pautando-se: melhorias e universalidade do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Diretriz:</strong> linha reguladora de um traçado de um caminho ou estrada.<br />
<strong>Politica:</strong> ciência dos fenômenos referentes ao estado.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Diretrizes das PNSB</strong></p>
<p>São as diretrizes do ministério da saúde para organizacão da atenção à saúde bucal no âmbito do SUS.</p>
<p>&gt;&gt; <strong>Por quê a saúde bucal necessita de Diretrizes?</strong><br />
<em>Diretrizes promovem caminhos pautando-se:</em></p>
<ul>
<li>melhorias e universalidade do acesso</li>
<li>humanização do cuidado odontológico</li>
<li>resolutividade clínica</li>
<li>promoção de saúde</li>
<li>qualificação de RH</li>
</ul>
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<p>&#8211; Incorporar a saúde da família com uma importante estratégia na reorganização da atenção básica.<br />
Obs: Em breve, dentro dessa categoria voltada à políticas de saúde, haverá bastante conteúdo para o auxílio nos estudos dos alunos.</p>
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