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	<title>Sistema &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>Sistema &#8211; Odonto Up</title>
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		<title>Sistema e.Max</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2015 10:45:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dentística & Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Prótese]]></category>
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					<description><![CDATA[Coroas metal-free Existem no mercado já há algum tempo, mas não permitem uma adesão química adequada (ex. zircônia). As coroas compostas por cerâmica vítrea à base de Dissilicato de Lítio (e-max) vieram para mudar isso, pois permitem adesão química entre o substrato dentário e a peça protética através do sistema adesivo, permitindo três tipos de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Coroas metal-free</strong><br />
Existem no mercado já há algum tempo, mas não permitem uma adesão química adequada (ex. zircônia). As coroas compostas por cerâmica vítrea à base de Dissilicato de Lítio (e-max) vieram para mudar isso, pois permitem adesão química entre o substrato dentário e a peça protética através do sistema adesivo, permitindo três <strong>tipos de cimentação</strong>:</p>
<p>&#8211; cimentação adesiva<br />
&#8211; cimentação auto-adesiva<br />
&#8211; cimentação convencional</p>
<p>Este sistema protético é também conhecido como <strong>cerâmica injetada</strong>. Para sua confecção laboratorial, são necessários:</p>
<p>&#8211; forno especial<br />
&#8211; pastilhas de cores<br />
&#8211; anel<br />
&#8211; enceramento livre de carbono</p>
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<p>O protético faz o enceramento do elemento dental, faz a inclusão deste padrão de cera em um anel e com o material dentro do forno especial, ocorre a evaporação da cera e a inclusão das pastilhas de cores de cerâmica dentro deste anel. Parte-se para a desinclusão do dente e otimização da estética com pinturas e refinamentos.</p>
<p>O <em>e-max</em> pode ser utilizado para a confecção de várias peças protéticas, sendo mais comumente utilizado para a confecção de facetas e coroas.</p>
<p>Entre <strong>as vantagens</strong> do sistema estão:</p>
<p>&#8211; excelentes propriedades ópticas<br />
&#8211; durabilidade<br />
&#8211; longevidade<br />
&#8211; previsibilidade do resultado<br />
&#8211; semelhança com dentes naturais<br />
&#8211; biocompatibilidade</p>
<p>Na confecção de facetas, o e-max se sobressai principalmente por possuir <strong>cimentos resinosos e adesivos</strong> que, além de possibilitar a adesão química, possuem <strong>ampla variedade de cores</strong>, não interferindo no momento da cimentação como ocorre com as demais coroas metal-free, principalmente quando trata-se de faceta translúcida.</p>
<p>Este sistema possui um índice de refração da luz semelhante ao esmalte dental, sem interferência significativa de translucidez, proporcionando um alto padrão estético.<br />
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</script></p>
<p><strong>Cimentação:</strong></p>
<p>&#8211; Na cimentação convencional, após a prova clinica da peça, ajustes de oclusão e polimento, deve-se realizar jateamento de Óxido de Alumínio para criação de microporosidades;<br />
&#8211; Limpa-se a peça completamente com água,<br />
&#8211; Secá-la com jato de ar;</p>
<p><strong>Condicionamento da peça protética:</strong><br />
Submeter ao condicionamento ácido, com ácido fluorídrico a 5% e silanizar a superfície da peça com adesivo;</p>
<p><strong>Condicionamernto do preparo:</strong><br />
Deve-se limpar o remanescente dental e condicioná-lo com ácido fosfórico a 37%;<br />
Após a completa limpeza do preparo, aplicar o sistema adesivo sobre o remanescente dental, escolhendo a cor adequada do cimento; remover excessos e fotopolimerizar.</p>
<p>Autor: Ana Carolina da Silva, 26 anos. Acadêmica do 5º ano (2015) do  curso<br />
de Odontologia da Universidade Positivo, Curitiba &#8211; PR</p>
<p style="text-align: left;">
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		<title>Sistema Nervoso Central e Periférico</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/sistema-nervoso-central-e-periferico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2015 05:31:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[central]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[nervoso]]></category>
		<category><![CDATA[neurônios]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[periférico]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema]]></category>
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					<description><![CDATA[Partes: encéfalo, medula, espinha; N.C – encéfalo/medula; N.P – S.N.P somático/S.N.P autônomo (simpático e parassimpático). Sistema Nervoso Central (SNC) Sistema Nervoso Periférico (SNP)  Tecido nervoso Principal tecido do sistema nervoso; Tipos celulares – neurônios e células da glia; Neurônios – condução de impulsos nervosos; Células da glia – responsáveis pela manutenção dos neurônios; Tipos de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li>Partes: encéfalo, medula, espinha;</li>
<li>N.C – encéfalo/medula;</li>
<li>N.P – S.N.P somático/S.N.P autônomo (simpático e parassimpático).</li>
</ul>
<p><strong>Sistema Nervoso Central (SNC)</strong><br />
<a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/SNC11.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3986" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/SNC11.png" alt="SNC1" width="395" height="96" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/SNC11.png 395w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/SNC11-300x73.png 300w" sizes="(max-width: 395px) 100vw, 395px" /></a><br />
<strong>Sistema Nervoso Periférico (SNP) </strong><br />
<a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/snp1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3987" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/snp1.png" alt="snp1" width="365" height="157" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/snp1.png 365w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/snp1-300x129.png 300w" sizes="(max-width: 365px) 100vw, 365px" /></a><strong>Tecido nervoso</strong></p>
<ul>
<li>Principal tecido do sistema nervoso;</li>
<li>Tipos celulares – neurônios e células da glia;</li>
<li>Neurônios – condução de impulsos nervosos;</li>
<li>Células da glia – responsáveis pela manutenção dos neurônios;</li>
<li>Tipos de neurônios – neurônio associativo, sensorial e um final que faz a condução do sentido;</li>
<li>Na repolarização do neurônio é feito por transporte ativo</li>
<li>Tipos de condução – continua e saltatório.</li>
</ul>
<p><strong>Sinapses </strong></p>
<ul>
<li>Ligações entre neurônios (interneurais);</li>
<li>Neuro muscular – neurônio-muscular;</li>
<li>Neuro glandulares – neurônio-célula glandular.</li>
</ul>
<p><strong>Células da Glia</strong></p>
<ul>
<li>Também chamada de neuroglia;</li>
<li>Menores que os neurônios.</li>
</ul>
<p><strong>Funções</strong></p>
<ul>
<li>Sustentação do tecido;</li>
<li>Produção de mielina;</li>
<li>Remoção de excretas;</li>
<li>Fornecimento de substancias nutritivas aos neurônios;</li>
<li>Fagocitose de restos celulares;</li>
<li>Isolamento dos neurônios.</li>
</ul>
<p><strong>SNP – função</strong></p>
<ul>
<li>Ajustar o organismo animal ao ambiente;</li>
<li>Perceber e identificar as condições ambientais externas.</li>
</ul>
<p><strong>SNC – função</strong></p>
<ul>
<li>Processamento e integração das informações.</li>
</ul>
<p><strong>Sistema nervoso autônomo</strong><br />
Via motora autônoma = neurovegetativa</p>
<ul>
<li>Nível subcortical;</li>
<li>Simpático e parassimpático.</li>
<li>Opera por reflexos viscerais;</li>
<li>Sinais sensitivos de parte do corpo enviam impulsos ao centro medular;</li>
<li>O SNA atua no musculo liso, cardíaco e glândulas.</li>
</ul>
<p><strong>Cadeia simpática</strong></p>
<ul>
<li>Descarga simpático adrenal;</li>
<li>Dilatação da pupila;</li>
<li>Taquicardia;</li>
<li>Aumento da pressão arterial;</li>
<li>Vasoconstrição;</li>
<li>Inibição gastrointestinal;</li>
<li>Efeitos metabólicos (energia).</li>
</ul>
<p><strong>SNA simpático – Gastador</strong></p>
<ul>
<li>Emerge a nível medular T1 e L2;</li>
<li>Enerva glândula supra-renal;</li>
<li>Atuação generalizada;</li>
<li>Dispendia (gasto) de energia;</li>
<li></li>
</ul>
<p><strong>Receptores adrenérgicos</strong></p>
<ul>
<li>Vasoconstrição – α;</li>
<li>Vasoconstrição – β;</li>
<li>Aceleração cardíaco – β;</li>
<li>Contração do miocárdio – β;</li>
<li>Bronquiodilatador – β.</li>
</ul>
<p><strong>SNA parassimpático</strong></p>
<ul>
<li>Nervos cranianos III, VII, IX e X;</li>
<li>Não enervo – vasos, glândulas sudoríparas, pelos, baço e supra-renal;</li>
<li>Atuação mais restritiva;</li>
<li>Restauração e conservação de energia.</li>
</ul>
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<p><strong>Integração simpático e parassimpático</strong></p>
<ul>
<li>Órgão com inervação (dupla) simpática exclusivo;</li>
<li>Hipotálamo – função integradora;</li>
<li>Sistema límbico – função modeladora;</li>
<li>Córtex cerebral – função reguladora fina.</li>
</ul>
<p><strong>Quais as respostas complexas do hipotálamo?</strong></p>
<ul>
<li>Comportamento emocional – descarga simpática adrenal;</li>
<li>Controle hormonal –fatores hormonais;</li>
<li>Balanço energético – maior atividade gastrointestinal;</li>
<li>Temperatura – maior temp. parassimpático, menor temp. simpático;</li>
<li>Omularidade plasmática – seleção de respostas somáticas;</li>
<li>Glicemia – regulação balanço hídrico, metabólico e reprodutivo.</li>
</ul>
<p><strong>Ato reflexo</strong></p>
<ul>
<li>Permite a reação rápida do organismo em casos de emergência;</li>
<li>Respostas rápidas sem a participação do encéfalo;</li>
</ul>
<p>Participam o nervo sensorial, medula (nervo associativo e nervo motor)<br />
Conteúdo retirado da aula de Fisiologia Humana da Universidade Positivo<br />
Contribuição: Leonardo Martins Sant&#8217;Anna<br />
Imagem em destaque: medicinaemcasa.com</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Fisiologia Cardiovascular</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/fisiologia-do-coracao/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/fisiologia-do-coracao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2015 15:54:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[diástole]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema]]></category>
		<category><![CDATA[sístole]]></category>
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					<description><![CDATA[Componentes do sistema Coração; Vasos sanguíneos; Vasos linfáticos; Sangue; Linfa Músculo estriado cardíaco – só para por falta de oxigenação em algum determinado lugar. Pequena circulação – pulmonar Grande circulação – sistêmica 1 – Coronária direita; 2 – Coronária descendente anterior esquerda; 3 – Coronária circunflexo esquerda; 4 – Veia cava superior; 5 – veia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Componentes do sistema</strong></p>
<ul>
<li>Coração;</li>
<li>Vasos sanguíneos;</li>
<li>Vasos linfáticos;</li>
<li>Sangue;</li>
<li>Linfa</li>
</ul>
<p>Músculo estriado cardíaco – só para por falta de oxigenação em algum determinado lugar.<br />
Pequena circulação – pulmonar<br />
Grande circulação – sistêmica<br />
1 – Coronária direita;<br />
2 – Coronária descendente anterior esquerda;<br />
3 – Coronária circunflexo esquerda;<br />
4 – Veia cava superior;<br />
5 – veia cava inferior;<br />
6 – Aorta;<br />
7 – Artéria pulmonar;<br />
8 – Veias pulmonares.<br />
<strong>Função</strong></p>
<ul>
<li>Sístole – contração de câmara cardíaca;</li>
<li>Diástole – relaxamento entre as sístoles.</li>
</ul>
<p>Valvas semilunares: localizam-se à entrada da artéria aorta e à entrada da artéria pulmonar.<br />
<strong>Atividade elétrica no coração “controle intrínseco”</strong></p>
<ul>
<li>Atividade rítmica independente – módulo sinoatrial ou marcapasso, controle da frequência cardíaca.</li>
<li>Sistema de Purkinje (fascículo atrioventricular &#8211; Feixe de His) – sistema especial de condução do impulso.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_3966" aria-describedby="caption-attachment-3966" style="width: 580px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3966 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/fisiologia-coracao-2-.jpg" alt="fisiologia coracao 2" width="580" height="400" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/fisiologia-coracao-2-.jpg 580w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/fisiologia-coracao-2--300x207.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 580px) 100vw, 580px" /><figcaption id="caption-attachment-3966" class="wp-caption-text">Revista saúde &#8211; uol.com.br</figcaption></figure><br />
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<p><strong>Sistema de Purkinje</strong><br />
1 – Modo sinu-atrial (SA);<br />
2 – Modo átrio-ventriicular (AV);<br />
3 – Feixe AV;</p>
<ul>
<li>Os impulsos originados do modulo SA espalham-se para os átrios e ventrículos, estimulando essas veias e coordenando o ritmo.</li>
</ul>
<p><strong>Pressão sanguínea</strong></p>
<ul>
<li>Força que o sangue exerce contra as paredes do vaso;</li>
<li>Importantes para o movimento sanguíneo;</li>
<li>Pressão arterial pulsátil (PA = débito cardíaco x resistência periférica total);</li>
</ul>
<figure id="attachment_3967" aria-describedby="caption-attachment-3967" style="width: 619px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3967 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/coração-.jpg" alt="coração" width="619" height="416" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/coração-.jpg 619w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/coração--300x202.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 619px) 100vw, 619px" /><figcaption id="caption-attachment-3967" class="wp-caption-text">lucasnicolau.com</figcaption></figure>
<p>Conteúdo retirado da aula de Fisiologia Humana da Universidade Positivo<br />
Contribuição: Leonardo Martins Sant&#8217;Anna, Biotecnologia<br />
Imagem em destaque: interactive-biology.com</p>
<h3></h3>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Sistema Linfático (Parte 2)</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/sistema-linfatico-parte-2/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/sistema-linfatico-parte-2/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 20:24:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[baço]]></category>
		<category><![CDATA[gânglios]]></category>
		<category><![CDATA[leucócitos]]></category>
		<category><![CDATA[linfa]]></category>
		<category><![CDATA[linfonodos]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Linfático]]></category>
		<category><![CDATA[timo]]></category>
		<category><![CDATA[tonsilas]]></category>
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					<description><![CDATA[Como já visto no Sistema Linfático Parte 1, é o principal sistema de defesa do organismo. Constituído pelos nódulos linfáticos (linfonodos), ou seja, uma rede complexa de vasos, é responsável por transportar a linfa dos tecidos para o sistema circulatório. Linfonodos São extensões nodulares de forma ovalada nas quais vasos linfáticos penetram trazendo linfa e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como já visto no <strong><a href="https://www.odontoup.com.br/sistema-linfatico-parte-1/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Sistema Linfático Parte 1</a></strong>, é o principal sistema de defesa do organismo. Constituído pelos nódulos linfáticos (linfonodos), ou seja, uma rede complexa de vasos, é responsável por transportar a linfa dos tecidos para o sistema circulatório.</p>
<p><strong>Linfonodos</strong></p>
<ul>
<li>São extensões nodulares de forma ovalada nas quais vasos linfáticos penetram trazendo linfa e os seus componentes</li>
<li>Consistem de tecido linfático, coberto por uma capsula de tecido conjuntivo fibroso. Temos de 400 a 600 linfonodos em cadeia em nosso corpo.</li>
<li>As principais cadeias e linfonodos são: cervical, axilar, fossa-olicraniana, ducto torácico, pre-aortico (ampola), inguinal e losango poplíteo.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-8534 size-large" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2011/10/ganglio-linfatico-1024x576.png" alt="" width="696" height="392" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2011/10/ganglio-linfatico-1024x576.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2011/10/ganglio-linfatico-300x169.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2011/10/ganglio-linfatico-768x432.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2011/10/ganglio-linfatico-696x392.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2011/10/ganglio-linfatico-1068x601.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2011/10/ganglio-linfatico-747x420.png 747w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2011/10/ganglio-linfatico.png 1920w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /></p>
<ul>
<li>A linfa penetra nos linfonodos através de vasos linfáticos aferentes, onde é lentamente filtrada por estruturas denominadas seios. Apos filtrada, a linfa deixa os linfonodos através dos vasos linfáticos eferentes.</li>
<li>Os microrganismos e partículas estranhas (bactérias) que são retidos nos  linfonodos através da filtragem da linfa são prontamente destruídos pelas células fagociticas (os macrófagos).</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" title="l1" src="http://odontoup.files.wordpress.com/2011/10/l1.jpg?w=290&amp;h=550" alt="" width="290" height="550" /></p>
<p><strong>Grupo de Linfonodos</strong>:</p>
<ol>
<li>Nível I: Submentoniano e Submandibular</li>
<li>Nível II: Jugulo Digastrico ou Jugulo-Carotidiano Alto</li>
<li>Nível III: Jugulo- Carotidiano Medio</li>
<li>Nível IV: Jugulo- Carotidiano Baixo</li>
<li>Nível V: Triangulo – Posterior</li>
<li>Nível VI:  Compartimento Anterior (avaliação de linfonodos, da glândula tireoide e da laringe – mobilidade e anatomia)</li>
</ol>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" title="Vasos-linfaticos-da-cabeca-e-pescoco" src="http://odontoup.files.wordpress.com/2011/10/vasos-linfaticos-da-cabeca-e-pescoco1.jpg?w=584&amp;h=584" alt="" width="584" height="584" /><br />
<strong>Leucócitos</strong><br />
São formados nos ossos e nos órgãos linfáticos. Podem ser divididos nas seguintes classes:<br />
Leucócitos Granulares</p>
<ul>
<li>Neutrófilos:<br />
Fazem 65% da população total dos leucócitos que provem da medula óssea;</li>
<li>Eosinófilos:<br />
3%, sua concentração aumenta nas reações alérgicas;</li>
<li>Basófilos:<br />
11% das células brancas, funções desconhecidas;</li>
</ul>
<p><a href="http://odontoup.files.wordpress.com/2011/10/leucc3b3citos2.png" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" title="leucócitos" src="http://odontoup.files.wordpress.com/2011/10/leucc3b3citos2.png?w=451&amp;h=278" alt="" width="451" height="278" /></a></p>
<p>Leucócitos<br />
Leucócitos Não-Granulares</p>
<ul>
<li>Linfócitos: 30% dos leucócitos. Originam-se dos tecidos linfáticos e da medula óssea</li>
<li>Monócitos/macrófagos: são os maiores leucócitos, tem ação fagocitária.</li>
</ul>
<p><strong>Anticorpos</strong><br />
Facilitam a destruição dos agentes nocivos. São formados por proteínas como globulina. Constituem o resultado final da proliferação de linfócitos “B”. Linfócitos B  que atuam de maneira eficaz nas infecções agudas e o T que são eficientes nas crônicas.<br />
Linfócitos</p>
<p><strong>Febre</strong><br />
É um sintoma que acompanha numerosos estados patológicos. Consiste no aumento da temperatura corporal acima de 37°, podendo atingir até 41° a 42°C. É um mecanismo para combater com mais eficácia a presença de germes invasores, tendo em vista da impossibilidade destes suportar temperatura próxima dos 40°C. Há dois mecanismos de produção da febre: microrganismos – toxinas bacterianas e via sistema imunológico – corpo estranho, linfócito. Os dois mecanismos terminam da mesma forma.</p>
<p><strong>Tonsilas</strong><br />
Função: todas atuam como defesa adicional contra agentes infecciosos provenientes da boca e do nariz. Exercem esta função de defesa dando o alarme, formando<br />
linfócitos através do seu tecido linfóide e produzindo anticorpos.</p>
<ul>
<li><strong>Tonsilas Faríngeas</strong> – Localizadas na faringe nasal (adenoides). Monitorar as fossas nasais;</li>
<li><strong>Tonsilas Palatinas &#8211;</strong> Mais conhecidas por amigdalas, situadas na retro boca. Monitora o que passa;</li>
<li><strong>Tonsila Lingual – </strong>Situada no dorso da porção da língua, das papilas valadas ate a epiglote. Mesma função da anterior.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" title="linfatico" src="http://odontoup.files.wordpress.com/2011/10/linfatico1.gif?w=344&amp;h=687" alt="" width="344" height="687" /><br />
<strong>Timo</strong><br />
Função: Instruir os linfócitos T e torná-los imunocompetentes</p>
<p><strong>Baço</strong><br />
Função: Formação de linfócitos e destruição de hemácias</p>
<p><strong>Apêndice </strong></p>
<ul>
<li><strong> </strong>Pequena porção do intestino, de formato vermiforme, cilíndrico e flexível, inserido  no ceco, abaixo da válvula ileocecal. Possui tecido linfático.</li>
</ul>
<p><strong>Função: </strong>Produz alguns leucócitos que contribuem na defesa da região onde se encontra.</p>
<p><strong>Gânglios Linfáticos </strong><br />
São os lugares onde se iniciam as respostas imunológicas adaptativas frente aos<br />
antígenos proteicos transportados pela linfa.</p>
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		<title>Sistema Linfático (Parte 1)</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/sistema-linfatico-parte-1/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 20:13:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfático]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema]]></category>
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					<description><![CDATA[O sistema linfático é o responsável pela limpeza e defesa do nosso organismo, por isso tem um papel fundamental quando o assunto é imunologia. Veja nesse material que separamos em 2 partes como funciona, quais os componentes e muito mais! “O sistema imunológico é a força de defesa do organismo”. A partir disso, conseguimos entender [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>sistema linfático</strong> é o responsável pela limpeza e defesa do nosso organismo, por isso tem um papel fundamental quando o assunto é imunologia. Veja nesse material que separamos em 2 partes como funciona, quais os componentes e muito mais!</p>
<p><em>“O sistema imunológico é a força de defesa do organismo”.</em></p>
<p>A partir disso, conseguimos entender a real importância desse sistema para o nosso corpo. <strong>Linfa</strong> significa &#8220;água nascente/pura&#8221;.</p>
<p>É um sistema paralelo ao <strong>sistema circulatório</strong> constituído por uma rede de vasos espalhados por todo o corpo.</p>
<p><strong>Função do Sistema Linfático:</strong> <strong>Limpeza e Defesa</strong></p>
<ul>
<li>Atua na defesa do organismo: produz linfócitos (neutrófilos/macrófagos) e produz<br />
anticorpos.</li>
<li>Destruição de bactérias e remoção de partículas estranhas: remoção através dos fagócitos, principalmente os macrófagos (linfonodos);</li>
<li>Resposta imune especifica: produção de anticorpos que promovem a destruição do antígeno;</li>
<li>Retorno do líquido extracelular a corrente sanguínea: proteínas deixadas pelos capilares sanguíneos no liquido extracelular são devolvidos ao sangue através do sistema linfático. Pois se permanecer nos espaços extracelulares a pressão osmótica aumentaria.</li>
</ul>
<p><strong>Componentes do Sistema Linfático</strong></p>
<p><strong>Linfa, vasos e órgãos linfáticos</strong></p>
<p>&#8211; Rede de capilares e amplos vasos coletores (vasos linfáticos) que recebem líquido tecidual do corpo e transportam para o sistema cardiovascular;<br />
&#8211; Linfonodos que servem como filtros do liquido coletado pelos vasos;<br />
&#8211; Órgãos linfóides, que incluem linfonodos, tonsilas, o baço e o timo.</p>
<p>Os capilares linfáticos estão presentes em <em>quase todos os tecidos do corpo</em>. Os mais finos vão se unindo aos vasos linfáticos maiores que terminam em dois grandes canais principais:<br />
<strong><br />
Canal torácico –</strong> recebe a linfa da parte inferior do corpo, do lado<br />
esquerdo da cabeça, do braço esquerdo e das partes do tórax<br />
<strong><br />
Canal Linfático Direito –</strong> recebe a linfa procedente do lado direito da cabeça, do<br />
braço direito e da parte do tórax, que desembocam em veias próximas ao coração.<br />
<strong><br />
Órgãos Linfáticos</strong><br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="" title="sistema_linfatico" src="http://odontoup.files.wordpress.com/2011/10/sistema_linfatico1.jpg?w=516&amp;h=733" alt="" width="473" height="672" /></p>
<ul>
<li><strong>Primários</strong></li>
</ul>
<p>Timo e Medula óssea<br />
<em>&#8211; Amadurecimento de linfócitos e tolerância </em></p>
<ul>
<li><strong>Secundários</strong></li>
</ul>
<p>Tonsilas, Timo, Baço, Placas<br />
Payer, Tecidos associados à mucosa e Linfonodos.<br />
<em>&#8211; Resposta Imune </em></p>
<p><strong>Baço:</strong>  As funções do baço incluem produção de anticorpos, fagocitose de glóbulos vermelhos velhos e partículas estranhas ao corpo. O baço atua como um filtro para a corrente sanguínea, muito mais que os linfonodos para a corrente linfática. O baço serve também, como um reservatório de sangue (embora com capacidade limitada – 200 ml).<br />
<strong><br />
Timo:</strong> O órgão mais desenvolvido no período pré-natal evolui desde o nascimento até a puberdade. O timo é uma massa bilobada de tecido linfóide localizada abaixo do esterno, na região do mediastino anterior. Ele aumenta de tamanho durante a infância, quando então começa a atrofiar-se lentamente. O timo confere a determinados linfócitos a capacidade de se diferenciarem e maturarem em células que podem efetuar o processo de imunidade mediada por células. Há evidências de que o timo também produz um hormônio que pode continuar a influenciar os linfócitos após eles terem deixado a glândula.</p>
<p><strong>SISTEMA LINFÁTICO DIFUSO</strong></p>
<p><strong>Nódulos linfáticos</strong><br />
Órgãos linfáticos mais numerosos do organismo com o objetivo de filtrar a linfa e eliminar corpos estranhos que ela possa conter como vírus e bactérias.</p>
<p><strong>As tonsilas se dividem em</strong><br />
&#8211; tonsilas faríngeas (inflamam = adenóide)<br />
&#8211; tonsilas palatinas<br />
&#8211; tonsilas linguais</p>
<p><em>Aglomerados de tecido linfóide com cápsula incompleta.</em></p>
<p><strong>Tecido linfóide associado ao brônquio</strong></p>
<p><strong>Tecido linfóide associado ao tubo digestivo</strong><br />
Nódulos linfáticos isolados  – Placas de Payer.</p>
<p><strong>Linfa:</strong> é o liquido que encontramos nos vasos linfáticos. A composição da linfa é praticamente a mesma do sangue, não havendo a existência de glóbulos vermelhos, o que faz a linfa ser de coloração transparente. Por ela circulam proteínas, hormônios, glóbulos brancos, e ocasionalmente, dos intestinos ao fígado – nutrientes (moléculas de gordura).</p>
<p><strong>Vasos Linfáticos: </strong>dividem-se em capilares, vasos e ductos. A linfa que nele percorre, é movida por seis mecanismos:</p>
<ol>
<li>Formação de nova linfa que impulsiona a já existente;</li>
<li>Massagem dos músculos sobre os vasos;</li>
<li>Os vasos, por se encontrarem próximos das artérias, sofrem a influencia dos batimentos cardíacos;</li>
<li>A linfa da região abdominal é sugada para o coração pelo vácuo formado na caixa torácica<br />
pelos movimentos respiratórios;</li>
<li>Os vasos linfáticos possuem movimentos de contração. As válvulas neles existentes impedem o refluxo possibilitando o transporte da linfa em uma única direção;</li>
<li>As linfas das regiões acima do coração sofrem a atração da força da gravidade.</li>
</ol>
<p>Parte 1 concluída com sucesso!</p>
<p>Agora <strong><a href="https://www.odontoup.com.br/sistema-linfatico-parte-2/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">clique aqui</a></strong> e descubra mais sobre Sistema Linfático.</p>
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