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	<title>sindrome &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>sindrome &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Síndrome de Eagle</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jun 2016 21:27:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anatomia de Cabeça e Pescoço]]></category>
		<category><![CDATA[Estomatologia & Patologia]]></category>
		<category><![CDATA[anatomia]]></category>
		<category><![CDATA[crânio]]></category>
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					<description><![CDATA[A Síndrome de Eagle tem como característica principal a calcificação do processo estiloide, estrutura que se localiza na região petrosa do osso temporal, onde tem a origem do musculo estilo hioideo, estilo glosso, estilo faríngeo, ligamento estilomandibular e estilo hioideo. O processo estiloide é uma projeção óssea fina e alongada, essa estrutura lembra um “espinho” [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Síndrome de Eagle</strong> tem como característica principal a calcificação do processo estiloide, estrutura que se localiza na região petrosa do osso temporal, onde tem a origem do musculo estilo hioideo, estilo glosso, estilo faríngeo, ligamento estilomandibular e estilo hioideo. O processo estiloide é uma projeção óssea fina e alongada, essa estrutura lembra um “espinho” ou uma “agulha”, e nas faces proximais dessa estrutura se localizam a artéria carótida interna, medial ao processo estiloide e a artéria carótida externa, lateral ao processo estiloide, essa calcificação pode causar a compressão de nervos e vasos sanguíneos vizinhos.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6425" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/06/Proceso-4-e1466372212172.png" alt="processo estiloide" width="1406" height="1237" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/06/Proceso-4-e1466372212172.png 1406w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/06/Proceso-4-e1466372212172-300x264.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/06/Proceso-4-e1466372212172-768x676.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/06/Proceso-4-e1466372212172-1024x901.png 1024w" sizes="(max-width: 1406px) 100vw, 1406px" /></p>
<p>Segundo estudos realizados em cadáveres, o <strong>processo estiloide</strong> tem tamanhos variáveis, sendo que um valor considerado normal é de 2,5 cm.</p>
<p>Essa síndrome é bem comum entre a população, mesmo tendo um numero grande de pessoas que apresentam calcificação do processo estiloide, poucas delas apresentam os sinais e sintomas dessa síndrome. Normalmente, essa síndrome pode ser facilmente diagnosticada pelo cirurgião-dentista, sendo que para o diagnóstico é necessário uma radiografia panorâmica, sendo de fácil identificação das estruturas na região cinco da panorâmica, geralmente a calcificação dos processos pode ser bilateral ou somente em um dos lados.<br />
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<p>Os <strong>sinais</strong> e <strong>sintomas</strong> dessa síndrome são variáveis, sendo que o paciente pode sentir desconforto quando mexe o pescoço, quando realiza a abertura bucal, pode ter disfagia (dificuldade de deglutir), otalgia (dores nos ouvidos), disfonia (dificuldade de fonação ou alteração da voz), tontura e cefaléia.</p>
<p>Os exames táteis também podem ser uma opção, realizar palpação na fossa amigdaliana e em região cervical, mais precisamente na região do plexo dois da cadeia linfática. Porém, em todos os casos, para fechar o diagnóstico é imprescindível fazer a solicitação de exames complementares.<br />
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</body></p>
<p>Fonte para a produção da imagem: Kenhub</p>
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		<item>
		<title>Hepatites Virais</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/hepatites-virais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2015 13:15:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imunologia | Microbiologia & Genética]]></category>
		<category><![CDATA[HAV]]></category>
		<category><![CDATA[HBV]]></category>
		<category><![CDATA[HCV]]></category>
		<category><![CDATA[HDV]]></category>
		<category><![CDATA[Hepatite]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[sindrome]]></category>
		<category><![CDATA[transmissão]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[virais]]></category>
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					<description><![CDATA[O nome hepatite é dado a inflamações que acometem o fígado. Vários fatores podem provocar distúrbios, como vírus, bactérias, medicamentos, álcool e até uma reação do próprio organismo. As hepatites virais são as mais comuns. A maioria das hepatites agudas são assintomáticas ou levam a sintomas como febre, mal estar, desânimo e dores musculares. Hepatites mais severas podem levar a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O nome hepatite é dado a inflamações que acometem o fígado. Vários fatores podem provocar distúrbios, como vírus, bactérias, medicamentos, álcool e até uma reação do próprio organismo. As hepatites virais são as mais comuns. A maioria das hepatites agudas são assintomáticas ou levam a sintomas como febre, mal estar, desânimo e dores musculares. Hepatites mais severas podem levar a sintomas mais específicos, sendo o sinal mais chamativo a <strong>icterícia.</strong><br />
<img decoding="async" class=" alignnone wp-image-5213" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Icterícia-2.png" alt="Icterícia-2" width="395" height="395" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Icterícia-2.png 640w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Icterícia-2-150x150.png 150w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Icterícia-2-300x300.png 300w" sizes="(max-width: 395px) 100vw, 395px" /><br />
Hepatites mais graves podem cursar com insuficiência hepática e culminar com a encefalopatia hepática e óbito. Hepatites crônicas (com duração superior a 6 meses), geralmente são assintomáticas e podem progredir para cirrose.<br />
Vírus da Hepatite:<strong> </strong>6 Vírus (A, B, C, D, E, G);</p>
<ul>
<li>Órgão alvo: fígado</li>
<li>Estrutura, replicação, transmissão, doença são semelhantes</li>
<li>Sintomas ictéricos</li>
<li>Liberação de enzimas hepáticas devido ao dano dos hepatócitos</li>
</ul>
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<p><strong>Vírus da Hepatite A (HAV)</strong><br />
Transmissão via oral-fecal (é uma rota de transmissão de doenças, na qual estas são passadas quando patógenos em partículas fecais de um hospedeiro são introduzidas na cavidade oral de outro hospedeiro potencial)<br />
&#8211; Água e alimentos contaminados<br />
&#8211; HAV: Heparnavírus (família do vírus)<br />
<strong>1. Estrutura</strong><br />
Capsídeo icosaédrico (20 faces) e RNA de filamento único<br />
<strong>2. Replicação</strong></p>
<ul>
<li>Se liga a receptores nas células hepáticas</li>
<li>Injeta o genoma</li>
<li>Genoma se liga ao ribossomo e é produzida uma poliproteína (que depois é quebrada)</li>
<li>Síntese do genoma</li>
<li>Liberação por exocitose</li>
</ul>
<p><strong>3. Patogenia</strong> (como se dá a infecção)</p>
<ul>
<li>Aquisição oral</li>
<li>Corrente sanguínea</li>
<li>Fígado &#8211; produção do vírus</li>
<li>Liberado na bile</li>
<li>Eliminado nas fezes</li>
</ul>
<p><strong>4. Transmissão</strong></p>
<ul>
<li>Contágio antes dos sintomas</li>
<li>Infecções inaparentes – produtivas</li>
<li>Via oral fecal</li>
<li>Água e alimentos contaminados</li>
<li>Frutos do mar crus ou mal cozidos. Moluscos, especialmente, filtram grande volume de água e retêm os vírus, se ela estiver contaminada.</li>
</ul>
<p><strong>5. Síndromes Clínicas</strong></p>
<ul>
<li>Quanto maior a lesão hepática, maior o grau de sintomas</li>
<li>Sintomas comuns de viroses (febre, fadiga, náuseas, &#8211; apetite, dor abdominal)</li>
<li>Icterícia (aparece muito tempo depois)</li>
<li>Não causa hepatite crônica</li>
<li>Raramente causa doença fatal</li>
</ul>
<p><strong>6. Diagnóstico Laboratorial</strong></p>
<ul>
<li>Sintomas clínicos,</li>
<li>Identificação da fonte infectada</li>
<li>Testes sorológicos</li>
<li>Procura-se IgM contra HAV, assim o indivíduo está com o vírus, caso tenha IgG significa que o indivíduo já teve o vírus, funciona como memória</li>
</ul>
<p><strong>7. Tratamento e Prevenção</strong></p>
<ul>
<li>Não há tratamento específico</li>
<li>Interrupção da transmissão</li>
<li>Lavagem das mãos</li>
<li>Vacina (HAV morto)</li>
<li>Bebidas alcoólicas durante a fase aguda da doença e nos três meses seguintes à volta das enzimas hepáticas aos níveis normais;<br />
<hr />
</li>
</ul>
<p><strong>Vírus da Hepatite B (HBV)</strong><br />
&#8211; Hepatite séria;<br />
&#8211; Acomete o fígado;<br />
&#8211; Transmissão parenteral (por contato com sangue e hemoderivados – plaquetas, plasma, etc-);<br />
&#8211; O vírus da hepatite B (HBV) pertence a família dos <em>Hepadnaviridae</em>, cujos membros são caracterizados por acentuado tropismo para os hepatócitos;<br />
&#8211; O HBV completo, também chamado partícula de Dane.<br />
<strong>1. Estrutura</strong></p>
<ul>
<li>DNA envelopado, pequeno</li>
<li>Genoma circular, parcialmente duplo (duplo em uma parte e depois fita simples)</li>
<li>Transcriptase reversa</li>
<li>RNA intermediário</li>
<li>Vírions – partícula de Dane</li>
<li>Polimerase (transcriptase reversa)</li>
<li>Ribonuclease H</li>
<li>Proteína P</li>
<li>Ag: HBcAg (do cerne = capsídeo); HBsAg (de superfície)</li>
<li>Pode ser pedido dosagem de:<br />
<strong>Ag:</strong> HBcAg/HBsAg<br />
<strong>Ac:</strong> Anti- HBcAg /Anti- HBsAg</li>
</ul>
<p><strong>2. Replicação</strong><br />
&#8211; Fixação aos hepatócitos – HBsAg &gt; Entra nas células &gt; Alcança o núcleo &gt; Genoma é completado &gt; DNA é transcrito em RNA &gt; RNAm faz síntese de proteínas &gt; Síntese de RNA a partir de DNA – Transcriptase reversa &gt; formação de outra partícula viral &gt; liberação por exocitose<br />
<strong>3. Patogenia</strong></p>
<ul>
<li>Doença aguda ou crônica</li>
<li>Liberação de partículas HBsAg desprovidas de DNA (Não é uma partícula de Dane, é só Ag, pois ainda não é um vírus completo)</li>
<li>Período de incubação de 3 meses (é o tempo decorrido entre a exposição de um animal a um organismo patogénico e a manifestação dos primeiros sintomas da doença. Neste período não há doença e o hospedeiro não manifesta sintomas, pois todo o processo está acontecendo no âmbito celular)</li>
<li>Imunidade celular e inflamação ocorre logo após a infecção</li>
</ul>
<p>HBV &gt; Doença aguda &gt; Resolução<br />
HBV &gt; Doença crônica &gt; Cirrose/Carcinoma hepatocelular/Hepatite fulminante<br />
<strong> </strong><strong>4. Transmissão</strong></p>
<ul>
<li>Vias sexual, parenteral, perinatal</li>
<li>Sangue e hemoderivados / Agulhas</li>
<li>Contato íntimo (sêmen, saliva e secreções vaginais)</li>
<li>Profissionais da saúde</li>
</ul>
<p><strong>5. Síndromes Clínicas</strong></p>
<ul>
<li>Infecção aguda: longo período de incubação, sintomas de virose e ictéricos, hepatite fulminante 1%;</li>
<li>Infecção crônica: 5 a 10% das pessoas infectadas, doença inicial branda, níveis elevados de enzimas &gt; cirrose e insuficiência hepática</li>
<li>Carcinoma hepatocelular primário: 80% das infecções crônicas</li>
</ul>
<p><strong>6. Diagnóstico laboratorial</strong></p>
<ul>
<li>Sintomas clínicos</li>
<li>Enzimas hepáticas no sangue</li>
<li>Sorologia</li>
<li>Ags no sangue (HBsAg/HBcAg/HBeAg)</li>
<li>Acs</li>
</ul>
<p><strong>7. Tratamento e Prevenção</strong></p>
<ul>
<li>Não há tratamento específico</li>
<li>Triagem de sangue</li>
<li>Medidas de precauções universais / Vacinação: plasmídeo HBsAg em levedura<br />
<hr />
</li>
</ul>
<p><strong>Vírus da Hepatite C (HCV)</strong><br />
&#8211; Hepatite pós-transfusional<br />
&#8211; Maior potencial de hepatite crônica<br />
&#8211; Família hepaciviridae<br />
&#8211; Vírus RNA envelopado<br />
&#8211; Possui proteínas que inibem a apoptose e por isso permanecem associados às células<br />
&#8211; Infecção persistente<br />
<strong>1. Patogenia</strong></p>
<ul>
<li>Infecção persistente</li>
<li>Doença hepática</li>
<li>Lesão tecidual causada pelo próprio sistema imune, que produz células para destruir células infectadas</li>
<li>Cirrose &gt; insuficiência hepática &gt; carcinoma hepatocelular</li>
</ul>
<p><strong>2. Transmissão</strong><br />
Sangue e contato sexual (alta incidência de infecção crônica)<br />
<strong>3. Síndromes Clínicas</strong><br />
HCV &gt; Resolução (15%)<br />
HCV &gt; Infecção persistente (85%) &gt; Cirrose/Carcinoma hepatocelular/ Insuficiência hepática<br />
<strong>4. Diagnóstico Laboratorial</strong></p>
<ul>
<li>Detecção de anticorpos</li>
<li>Interferon</li>
<li>Prevenção: sangue e hemoderivados</li>
</ul>
<p>Obs.: vírus da hepatite G semelhante – Transmitido pelo sangue/ hepatite crônica</p>
<hr />
<p><strong>Vírus da Hepatite D (HDV)</strong><br />
&#8211; 40% dos casos evoluem para hepatite fulminante<br />
&#8211; HBV e proteínas da célula alvo<br />
&#8211; Genoma RNA pequeno<br />
&#8211; Cerne<br />
&#8211; Envelope contendo HBsAg<br />
&#8211; O vírus não acontece sozinho, é necessário ter ocorrido infecção pelo HBV<br />
<strong>1. Estrutura e Replicação</strong></p>
<ul>
<li>RNA de filamento único circular</li>
<li>Ligação aos hepatócitos da mesma forma que o HBV</li>
<li>Replicação do genoma</li>
<li>Infecção persistente (produz e libera vírus e fica persistente na célula)</li>
<li>Liberação do vírus</li>
</ul>
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<p><strong>2. Transmissão</strong><br />
Mesmas vias de transmissão do HBV (sangue, sêmen, secreções vaginais)<br />
<strong>3. Síndromes Clínicas</strong></p>
<ul>
<li>Aumento da gravidade da infecção por HBV</li>
<li>Hepatite fulminante / Encefalopatia fulminante / Necrose hepática maciça</li>
<li>Necrose em 80%</li>
</ul>
<p><strong>4. Diagnóstico Laboratorial</strong></p>
<ul>
<li>Detecção de Ag Delta</li>
<li>Detecção de Ac</li>
</ul>
<p><strong>5. Tratamento e prevenção</strong></p>
<ul>
<li>Não há tratamento específico</li>
<li>Prevenção da infecção por HBV</li>
<li>Vacina anti-HBV</li>
</ul>
<p>&nbsp;<br />
Referência:<br />
http://hepatite.org.br/hepatite/tipos-de-hepatite<br />
http://www.minhavida.com.br/saude/materias/1543-o-que-e-hepatite#</p>
<div>Autor: Wesley Henrique Cabral Fernandes, 21 anos. Acadêmico do 4º semestre FAPI/FUNVIC (Fundação Universitária Vida Cristã), Pindamonhangaba-SP.</div>
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