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	<title>sialorreia &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>sialorreia &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Toxina Botulínica na Odontologia Terapêutica: Indicações, Benefícios e Protocolo Clínico (Parte 4)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 14:37:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Harmonização Orofacial]]></category>
		<category><![CDATA[Acadêmicos de Odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[aplicação de botox]]></category>
		<category><![CDATA[aplicação odontológica da toxina botulínica]]></category>
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		<category><![CDATA[botox para dor orofacial]]></category>
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		<category><![CDATA[dentistas especialistas em dor]]></category>
		<category><![CDATA[disfunção temporomandibular]]></category>
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		<category><![CDATA[DTM e toxina botulínica]]></category>
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		<category><![CDATA[odontologia terapêutica]]></category>
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		<category><![CDATA[toxina botulínica dor miofascial]]></category>
		<category><![CDATA[toxina botulínica na odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[toxina botulínica tipo A]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento com botox odontológico]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentos odontológicos avançados]]></category>
		<category><![CDATA[uso terapêutico da toxina botulínica]]></category>
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					<description><![CDATA[A toxina botulínica tipo A tem se mostrado um recurso terapêutico valioso na odontologia, especialmente no manejo de disfunções musculares como bruxismo, DTM, dor miofascial e cefaleias tensionais. Com ação analgésica periférica e central, sua aplicação proporciona alívio da dor, modulação muscular e melhora funcional. Este artigo apresenta as principais indicações clínicas, mecanismos de ação e um protocolo detalhado de aplicação em músculos como masseter e temporal, oferecendo suporte prático para a atuação segura e eficaz do cirurgião-dentista no contexto da odontologia terapêutica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A aplicação da <strong>toxina botulínica na odontologia</strong> ultrapassa os limites da estética facial, abrindo espaço para abordagens terapêuticas eficazes no tratamento de <strong>disfunções musculares, bruxismo, dores orofaciais e distúrbios da ATM</strong>.<br data-start="1191" data-end="1194" />Neste artigo, discutimos as principais indicações clínicas, mecanismos de ação e evidências científicas que sustentam o uso da toxina botulínica como recurso complementar na <strong>prática odontológica</strong> contemporânea.</p>
<p class="p1">Vimos anteriormente que um pouco antes da Toxina Botulínica (TxB) do tipo A ser utilizada para fins estéticos, (veja aqui os conteúdos anteriores: <a href="https://www.odontoup.com.br/toxina-botulinica-o-que-e/" target="_blank" rel="noopener">#artigo 1</a>, <a href="https://www.odontoup.com.br/mecanismo-de-acao-diluicao-e-o-que-voce-precisa-saber-de-toxina-botulinica/" target="_blank" rel="noopener">#artigo 2</a>, <a href="https://www.odontoup.com.br/toxina-botulinica-na-hof-eficacia-das-marcas-intercorrencias-e-como-resolver-cada-uma-parte-3/" target="_blank" rel="noopener">#artigo 3</a>) o seu uso tinha caráter <strong>terapêutico</strong>. Teve início na medicina e posteriormente com muitos estudos, comprovações científicas e criação de protocolos foi utilizada também em outras áreas da saúde, como a<strong> odontologia</strong>.</p>
<h3 class="p1"><b></b><b>Histórico da Toxina Botulínica na Terapêutica:</b></h3>
<ul class="ul2">
<li class="li2">Nos anos 1980, inicialmente em oftalmologia, teve muita serventia para tratar estrabismo e blefaroespasmo.</li>
<li class="li2">Em 1989, finalmente obteve a aprovação do FDA (EUA) para fins terapêuticos.</li>
<li class="li2">Na década de 1990, iniciaram estudos para também abordar outras indicações, como distonias, espasticidades musculares e enxaquecas, abrangendo outras áreas do corpo além da cabeça. Nesse mesmo período, houve também a descoberta do seu efeito estético, levando à consagração dentro da dermatologia e estética facial.</li>
<li class="li2">A partir dos anos 2000, a toxina botulínica passou a integrar a Odontologia Terapêutica, principalmente por especialistas em dor orofacial, e Disfunção Temporomandibular (DTM), pois a neurotoxina também possui propriedades analgésicas.</li>
</ul>
<h3><b>O uso dentro da Terapia Odontológica:</b></h3>
<ul class="ul2">
<li class="li4"><b></b>A terapia com este neurofármaco apresenta diversas vantagens, por ser considerado minimamente invasivo. Possui aplicação fácil e rápida, duração significativa do efeito analgésico diminuindo a quantidade de medicamentos analgésicos coadjuvantes, já que estes podem ter o custo mais elevado e causar nefropatias futuramente.</li>
<li class="li4"><b></b>A toxina botulínica atua relaxando os músculos mastigatórios hipercinéticos como o M. Masseter e Temporal no caso de bruxismo e/ou Apertamento dentário, de modo local e controlado. É usada para modular a atividade desses músculos, reduzindo a dor e melhorando a função, devolvendo, assim, qualidade de vida para o paciente que utiliza desse tratamento.</li>
</ul>
<p><b></b>Lembrando que a toxina por si só não é considerada a terapia principal para DTM, porém possui papel essencial no controle da dor e diminuição das contrações musculares.</p>
<h3><b>Efeitos analgésicos da TxB tipo A:</b></h3>
<p>Segundo estudos realizados em animais, a Toxina Botulínica do tipo A possui ação analgésica tanto <b>periférica</b> (reduz a liberação de neurotransmissores periféricos que atuam na dor e inflamação como a substância P, CGRP e o glutamato), quanto <b>central</b> (após injetado de forma periférica, percorre o caminho até o Sistema Nervoso Central, interagindo com neurônios e a neuróglia).</p>
<h3><b></b>Casos em que a <strong>Toxina Botulínica</strong> <b>tipo A </b>pode ser usada no tratamento de<b> Disfunção Temporomandibular DTM:</b><b></b></h3>
<ul class="ul2">
<li class="li5"><b></b><b>Bruxismo e Apertamento dentário</b></li>
</ul>
<p class="p2">Diminuição da força muscular e proteção dos ossos, articulações, dentes, gengivas e trabalhos reabilitadores (restaurações/facetas em resina, porcelana e até mesmo implantes dentários).</p>
<ul class="ul2">
<li class="li2"><b></b><b>Hipertrofia do M. Masseter</b></li>
</ul>
<p class="p2">Diminuição da força muscular e consequentemente do volume muscular.</p>
<ul class="ul2">
<li class="li6"><b></b><b>Sialorreia<br />
</b>Atua nas glândulas salivares, diminuindo a produção da saliva.</li>
<li class="li7"><b></b><b>Dor miofascial e cefaleias tensionais<br />
</b>Redução da tensão muscular em áreas de gatilhos miofasciais.</li>
</ul>
<h3 class="p7"><b>Outros usos descritas na literatura científica:</b></h3>
<p class="p7">&#8211; Assimetria Facial;<br />
&#8211; Paralisia Facial (de Bell);<br />
&#8211; Sorriso Gengival (para diminuição da exposição gengival na hora de sorrir);<br />
&#8211; Distonia Oromandibular;<br />
&#8211; Nevralgia do Trigêmeo.<b></b></p>
<p>É importante ressaltar que apenas a dose necessária deve ser utilizada em todos estes tratamentos para não correr riscos futuros de desenvolver o efeito vacina, já que as doses administradas são maiores do que as que são usadas para fins estéticos.</p>
<h3 class="p7"><b></b><b>Protocolo de aplicação para Bruxismo e Apertamento dentário:</b></h3>
<p class="p7">São inúmeros os protocolos de Bruxismo e Apertamento dentário descritos em literatura e em livros sobre o assunto, os quais se diferenciam na dose e localização dos pontos, porém muito depende sobre a indicação e qual o tipo de caso.<br />
Segue abaixo um protocolo com dose média de aplicação, lembrando que pode sim ser modificada dependendo do caso.</p>
<h3><strong>Músculos-alvo:</strong></h3>
<p class="p7"><b>Masseter (porção profunda) </b><br />
<i>30 U &#8211; divididas em 3 pontos de 10 U (de cada lado)</i><br />
Localização: vendo o paciente de perfil;<br />
1. traçar uma linha horizontal que vai da comissura labial até o lóbulo da orelha<br />
2. Traçar a segunda linha (na vertical) dividindo no meio dois “quadrados&#8221; de tamanho igual<br />
3. A partir da linha vertical, fazer uma segunda linha vertical paralela com espaço de 0,5 cm em direção à orelha<br />
4. No espaço que restou perto da orelha, marcar 2 pontos abaixo e 1 acima centralizado na área demarcada pelo &#8220;quadrado”</p>
<p><em>* Importante pedir para o paciente apertar os dentes enquanto for fazer a marcação para apalpar e definir onde o ponto realmente deve ficar.</em></p>
<p><b>Temporal (feixe anterior)</b><br />
<i>10 U &#8211; dividas em 2 pontos de 5 U (de cada lado)</i><br />
Localização: vendo o paciente de perfil;<br />
1. Traçar uma linha de 1 cm da cauda da sobrancelha em direção à têmpora para localizar o músculo<br />
2. Apalpar o músculo enquanto o paciente morde para fazer 2 pontos com 1cm de distância (pode aplicar no couro cabeludo)</p>
<p><em>*ambos os locais utilizando agulha longa de insulina </em><br />
<em>1mL (100U) 30G x 1/2 (13mm x 0,3mm) em 90º</em></p>
<p>Contando com ambos os lados, a dose total utilizada de toxina botulínica é de 80 U.<br />
<span class="s2"><br />
</span>A Toxina Botulínica veio para enriquecer não só a Harmonização Orofacial mas também outro ramo da Odontologia que é a Terapêutica em suas várias opções de tratamento. Muitas delas tendo a possibilidade de se associar e potencializar os seus resultados. Por isso, é essencial que os profissionais estejam capacitados a realizar essa terapia de forma associada a outras já comprovadas tão eficazes e assim, garantir segurança e eficiência do tratamento como um todo.</p>
<hr />
<div>
<style>
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</p>
<div id="quiz" class="quiz-container">
<h2>Quiz: Farmacocinética (Absorção, Distribuição e Destino das Drogas)</h2>
<p><!-- Perguntas --></p>
<div class="question" data-correct="c">
<h3>1. Qual é a principal via de absorção das drogas administradas por via oral?</h3>
<p><label><input name="q1" type="radio" value="a" /> Estômago</label><br /><label><input name="q1" type="radio" value="b" /> Esôfago</label><br /><label><input name="q1" type="radio" value="c" /> Intestino delgado</label><br /><label><input name="q1" type="radio" value="d" /> Boca</label></p>
<div id="f1" class="feedback"> </div>
</div>
<div class="question" data-correct="b">
<h3>2. O que é biodisponibilidade?</h3>
<p><label><input name="q2" type="radio" value="a" /> Tempo de absorção</label><br /><label><input name="q2" type="radio" value="b" /> Fração da droga que atinge a circulação sistêmica</label><br /><label><input name="q2" type="radio" value="c" /> Percentual ligado à proteína plasmática</label><br /><label><input name="q2" type="radio" value="d" /> Quantidade de droga metabolizada</label></p>
<div id="f2" class="feedback"> </div>
</div>
<div class="question" data-correct="d">
<h3>3. O volume de distribuição (Vd) indica:</h3>
<p><label><input name="q3" type="radio" value="a" /> A excreção renal</label><br /><label><input name="q3" type="radio" value="b" /> A toxicidade da droga</label><br /><label><input name="q3" type="radio" value="c" /> A meia-vida plasmática</label><br /><label><input name="q3" type="radio" value="d" /> O grau de distribuição entre plasma e tecidos</label></p>
<div id="f3" class="feedback"> </div>
</div>
<div class="question" data-correct="a">
<h3>4. Qual fator pode diminuir a absorção de uma droga no intestino?</h3>
<p><label><input name="q4" type="radio" value="a" /> Presença de alimentos</label><br /><label><input name="q4" type="radio" value="b" /> Jejum prolongado</label><br /><label><input name="q4" type="radio" value="c" /> Exercício físico</label><br /><label><input name="q4" type="radio" value="d" /> Temperatura corporal</label></p>
<div id="f4" class="feedback"> </div>
</div>
<div class="question" data-correct="b">
<h3>5. O que é o efeito de primeira passagem?</h3>
<p><label><input name="q5" type="radio" value="a" /> Excreção da droga pelo rim</label><br /><label><input name="q5" type="radio" value="b" /> Metabolização da droga no fígado antes de atingir a circulação sistêmica</label><br /><label><input name="q5" type="radio" value="c" /> Inativação da droga no estômago</label><br /><label><input name="q5" type="radio" value="d" /> Absorção pulmonar da droga</label></p>
<div id="f5" class="feedback"> </div>
</div>
<div class="question" data-correct="a">
<h3>6. Qual classe de drogas tende a ter maior volume de distribuição?</h3>
<p><label><input name="q6" type="radio" value="a" /> Lipofílicas</label><br /><label><input name="q6" type="radio" value="b" /> Hidrofílicas</label><br /><label><input name="q6" type="radio" value="c" /> Ionizadas</label><br /><label><input name="q6" type="radio" value="d" /> Ácidas</label></p>
<div id="f6" class="feedback"> </div>
</div>
<div class="question" data-correct="d">
<h3>7. A proteína plasmática mais importante na ligação de fármacos é:</h3>
<p><label><input name="q7" type="radio" value="a" /> Hemoglobina</label><br /><label><input name="q7" type="radio" value="b" /> Fibrinogênio</label><br /><label><input name="q7" type="radio" value="c" /> Globulina</label><br /><label><input name="q7" type="radio" value="d" /> Albumina</label></p>
<div id="f7" class="feedback"> </div>
</div>
<div class="question" data-correct="b">
<h3>8. Uma droga com alta taxa de ligação a proteínas plasmáticas:</h3>
<p><label><input name="q8" type="radio" value="a" /> É eliminada mais rapidamente</label><br /><label><input name="q8" type="radio" value="b" /> Tem menor quantidade de forma livre disponível</label><br /><label><input name="q8" type="radio" value="c" /> É mais biodisponível</label><br /><label><input name="q8" type="radio" value="d" /> É absorvida apenas por via parenteral</label></p>
<div id="f8" class="feedback"> </div>
</div>
<div class="question" data-correct="c">
<h3>9. A eliminação de drogas ocorre principalmente por:</h3>
<p><label><input name="q9" type="radio" value="a" /> Pulmões</label><br /><label><input name="q9" type="radio" value="b" /> Pele</label><br /><label><input name="q9" type="radio" value="c" /> Rins</label><br /><label><input name="q9" type="radio" value="d" /> Fígado</label></p>
<div id="f9" class="feedback"> </div>
</div>
<div class="question" data-correct="a">
<h3>10. Qual fator pode aumentar a meia-vida de uma droga?</h3>
<p><label><input name="q10" type="radio" value="a" /> Insuficiência renal</label><br /><label><input name="q10" type="radio" value="b" /> Excreção rápida</label><br /><label><input name="q10" type="radio" value="c" /> Menor absorção</label><br /><label><input name="q10" type="radio" value="d" /> Alta biodisponibilidade</label></p>
<div id="f10" class="feedback"> </div>
</div>
<p><!-- Botão --> <button>Finalizar Quiz</button></p>
<div id="result" style="margin-top: 20px; font-size: 18px;"> </div>
</div>
<p><script>
  function submitQuiz() {
    const questions = document.querySelectorAll(".question");
    let score = 0;</p>
<p>    questions.forEach((q, i) => {
      const correct = q.dataset.correct;
      const name = "q" + (i + 1);
      const selected = document.querySelector(`input[name="${name}"]:checked`);
      const feedback = document.getElementById("f" + (i + 1));</p>
<p>      if (selected) {
        if (selected.value === correct) {
          score++;
          feedback.innerHTML = "✅ Correto! Muito bem.";
          feedback.className = "feedback correct";
        } else {
          feedback.innerHTML = `❌ Incorreto. A resposta certa é: "${correct.toUpperCase()}".`;
          feedback.className = "feedback incorrect";
        }
      } else {
        feedback.innerHTML = "⚠️ Você não respondeu essa pergunta.";
        feedback.className = "feedback incorrect";
      }
    });</p>
<p>    document.getElementById("result").innerHTML =
      `<strong>Você acertou ${score} de ${questions.length} perguntas.</strong><br />` +
      (score >= 7 ? "🎉 Excelente!" : score >= 4 ? "👍 Bom trabalho!" : "📚 Hora de revisar um pouco mais.");
  }
</script></p>
</div>
<hr />
<p>REFERÊNCIAS:<br />
&#8211; Muñoz Lora VRM et al. Botulinum Toxin Type A in Dental Medicine. <i>J Dent Res</i>. 2019;98(13):1450-1457<br />
&#8211; Gart MS, Gutowski KA. Overview of Botulinum Toxins for Aesthetic Uses. <i>Clin Plast Surg</i>. <span class="Apple-converted-space">    </span>2016;43(3):459-471.<br />
&#8211; De Andrade et al. Effectiveness of botulinum toxin in the management of myofascial pain:<span class="Apple-converted-space">      </span>a systematic review. Journal of Oral Rehabilitation. (2020)<br />
&#8211; Fonseca et al. Use of botulinum toxin in dental practice: a review. Journal of Clinical and Experimental Dentistry. (2019)<br />
&#8211; Guardia-Neto et al. Applications of botulinum toxin in dentistry: indications and clinical outcomes. Brazilian Dental Science. (2022)<br />
&#8211; International Journal of Oral and Maxillofacial Surgery – diversos artigos clínicos sobre uso da toxina para disfunção muscular e estética orofacial.<br />
&#8211; Colhado OCG, Boeing M, Ortega LB &#8211; Toxina Botulínica no Tratamento da Dor. Revista Brasileira de Anestesiologia (2009)<br />
&#8211; Lora VR, Clemente-Napimoga JT, Abdalla HB, Macedo CG, Canales GT, Barbosa CM. Botulinum toxin type A reduces inflammatory hypernociception induced by arthritis in the temporomadibular joint of rats. <i>Toxicon</i>. (2017)<br />
&#8211; Muñoz-Lora VRM, Dugonjić Okroša A, Matak I, Del Bel Cury AA, Kalinichev M, Lacković Z. Antinociceptive Actions of Botulinum Toxin A1 on Immunogenic Hypersensitivity in Temporomandibular Joint of Rats. <i>Toxins (Basel)</i>. (2022)</p>
<p><strong>Autora</strong><br />
Dra Giovanna Marques | CROPR 32.802 | CROSP 141.062<br />
Cirurgiã dentista pela Universidade Positivo (Curitiba/PR)<br />
Especializanda em Harmonização Orofacial pela Let’s HOF (São Paulo).</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Toxina Botulínica: O Que É? #parte1</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/toxina-botulinica-o-que-e/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2025 02:36:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Harmonização Orofacial]]></category>
		<category><![CDATA[Apertamento dentário]]></category>
		<category><![CDATA[botox]]></category>
		<category><![CDATA[bruxismo]]></category>
		<category><![CDATA[Disfunção temporomandibular (DTM)]]></category>
		<category><![CDATA[harmonização facial]]></category>
		<category><![CDATA[nevralgia do Trigêmeo]]></category>
		<category><![CDATA[rejuvenescimento facial]]></category>
		<category><![CDATA[sialorreia]]></category>
		<category><![CDATA[toxina botulínica]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento estético]]></category>
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					<description><![CDATA[Nos últimos anos, a harmonização facial se tornou um dos tratamentos estéticos mais procurados, revolucionando a forma como encaramos beleza e rejuvenescimento. Entre as técnicas mais populares desse universo, a aplicação da toxina botulínica — conhecida como Botox — se destaca por sua versatilidade e eficácia. Traremos uma série de posts falando tudo sobre Botox, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, a <strong>harmonização facial</strong> se tornou um dos tratamentos estéticos mais procurados, revolucionando a forma como encaramos beleza e rejuvenescimento. Entre as técnicas mais populares desse universo, a aplicação da <strong>toxina botulínica</strong> — conhecida como <strong>Botox</strong> — se destaca por sua versatilidade e eficácia.</p>
<p>Traremos uma série de posts falando tudo sobre Botox, ácido hialurônico, técnicas de preenchimento, diluição e muito mais.</p>
<p>Vamos começar?</p>
<p>Nesse post você vai encontrar:</p>
<ol>
<li>Origem e história do botox<br />
&#8211; curiosidades;<br />
&#8211; uso médico;<br />
&#8211; uso estético;</li>
<li>O que sabemos sobre a toxina hoje<br />
&#8211; diferentes tipos;<br />
&#8211; principais marcas comerciais e suas apresentações;<br />
&#8211; indicações;<br />
&#8211; contra-indicações relativas;<br />
&#8211; contra-indicações absolutas;<br />
&#8211; possíveis interações medicamentosas;<br />
&#8211; possíveis interações com vacinas.</li>
</ol>
<h3><strong>1. Origem &amp; história</strong></h3>
<p>A Toxina Botulínica já foi considerada uma arma biológica. Final do século XVIII durante<br />
as guerras napoleônicas, foi percebido a ligação da ingestão de alimentos embutidos e a<br />
aparição de alguns sintomas, porém sem entender a etiologia.</p>
<p>Naquele período, o professor alemão<em> Johann von Autenrieth</em>, deu o nome dessa condição de “doença das linguiças” e descreveu alguns sintomas que ela causava como por exemplo a diplopia (visão dupla), visão turva, dificuldade para engolir, desconfortos gastrointestinais, paralisia dos nervos cranianos e fraqueza muscular.</p>
<p><em>Justinus Kerner, </em>médico, também contribuiu para o maior entendimento sobre o agente causador desses sintomas.<em> Kerner</em> publicou em 1817 o primeiro caso de forma detalhada sobre um caso de <strong>botulismo</strong> e desde então passou publicar outros casos e também a estudar à fundo o tema. Além da descoberta da interrupção da transmissão motora do sistema nervoso, ele também sugeriu o potencial terapêutico da toxina botulínica.</p>
<p>Em 1895, o bacteriologista e professor belga <em>Emile van Ermengem,</em> descobriu o agente<br />
causador da doença, a bactéria <em>Clostridium Botulinum</em>, inicialmente chamada<br />
de <strong>Bacilos Botulinum</strong>.</p>
<p><strong>Curiosidade: </strong>O nome &#8220;botulismo&#8221; provém da palavra “botulus”, do latim medieval que significa &#8220;salsicha&#8221;, já que a contaminação estava frequentemente associada a alimentos em conserva, como as salsichas.</p>
<p><strong>Uso médico: </strong>Na década de 70, <em>Edward Schantz</em> conseguiu isolar e filtrar a toxina botulínica de uma forma segura e com caráter terapêutico. <em>Alan Scott</em>, oftalmologista, foi o pioneiro em tratar pacientes de estrabismo com a toxina.</p>
<p><strong>Uso estético: </strong>A descoberta para uso estético foi por acaso, quando o casal <em>Jean e Alastair Carruthers</em>, na década de 1980, perceberam a melhora na aparência das rugas em pacientes que tratavam estrabismo com a toxina botulínica. Em 1987, a primeira paciente do casal a ser testada com a aplicação de toxina botulínica estética foi a secretária do consultório, obtendo ótimos resultados e reafirmando aquilo que já tinha sido notado. Em 1989 a <em><strong>Allergan*</strong></em> foi a primeira empresa farmacêutica a patentear e fabricar o que conhecemos hoje de Botox, se tornando a primeira marca e uma das principais até hoje de toxina botulínica.</p>
<h3><strong>2. O que sabemos sobre Toxina Botulínica hoje?</strong></h3>
<p>É uma toxina produzida pela bactéria <em>Clotridium botulinum</em>, a causadora do <strong>botulismo</strong>.<br />
Possui alta potência e toxicidade, atua nas porções terminais nervosas dos músculos, causando paralisia.</p>
<p>Para se ter ideia, <em>1U</em> é a dose necessária para causar morte de uma rato que pesa 20g.<br />
E em um ser humano de 70 kg, seriam necessárias de 3.000 a 5.000U.<br />
Em um tratamento estético convencional de toxina botulínica é usado em média 50U.</p>
<p>É como a famosa frase de <em>Paracelso</em>: <em>“a diferença entre remédio e veneno está na dose”</em></p>
<p><strong>Diferentes tipos de toxina botulínica</strong></p>
<p>Tipos de toxina: A, B, C1, D, E, F, G, H<br />
Que causam botulismo: A, B, E, F, H<br />
Utilizadas na estética e terapêutica: A e B</p>
<p><strong>Principais marcas comerciais e suas apresentações</strong></p>
<p>BOTOX (50U / 100U / 200U)<br />
<span style="background-color: #f0f2f2;">DYSPORT (300sU / 500 sU)</span><br />
XEOMIN (100U)<br />
<span style="background-color: #f0f2f2;">NABOTA (100U)</span><br />
BOTULIFT (50U / 100U / 150U / 200U)<br />
<span style="background-color: #f0f2f2;">PROSIGNE (50U / 100U)</span><br />
BOTULIM (50U / 100U / 200U)<br />
* <em>Xeomin</em> é única marca que não precisa de refrigeração até antes de reconstituir o<br />
produto, porém depois de reconstituída, precisa de refrigeração assim como as outras<br />
marcas.</p>
<p><strong>Indicações<br />
</strong><br />
<strong><em>&#8211; Alguns descritos em bula:</em></strong><br />
Estrabismo, Blefaroespasmos, espasmo hemifacial, distonia cervical, hiperidrose das<br />
axilas/das palmas das mãos, dor de cabeça crônica, incontinência urinária, linhas<br />
glabelares, rugas periorbiculares.</p>
<p><em><strong>&#8211; Indicações off label</strong></em> (não estão em bula mas são feitas de forma segura e baseada em<br />
estudos científicos):</p>
<ul>
<li><strong>disfunção temporomandibular </strong>(DTM)</li>
<li><strong>bruxismo</strong></li>
<li><strong>apertamento dentário</strong></li>
<li><strong>distonia oromandibular</strong></li>
<li><strong>sialorréia </strong>(produção excessiva de saliva)</li>
<li><strong>nevralgia do Trigêmeo</strong></li>
</ul>
<p><strong>Contra-indicações relativas:</strong></p>
<ul>
<li>doença neuromuscular associada (miastenia gravis, esclerose lateral amiotrófica);</li>
<li>pessoas que necessitam da expressão facial (cantores, músicos, atores);</li>
<li>coagulopatias associadas ou descompensadas;</li>
<li>doença autoimune ativa, uso de aminoglicosídeos até 1 mês antes do procedimento<br />
(potencializador).</li>
</ul>
<p><strong>Contra-indicações absolutas:</strong><br />
Gravidez e lactação, alergia conhecida ao medicamento ou aos seus componentes,<br />
expectativa irreal do paciente, infecção no local de aplicação, instabilidade emocional do<br />
paciente.</p>
<p><strong>Possíveis interações medicamentosas:</strong><br />
Aminoglicosídeos, anti-reumáticos e bloqueadores neuromusculares</p>
<p><strong>Possíveis interações com vacinas:</strong><br />
&#8211; Vacina antitetânica (ter intervalo de 6 meses antes ou depois do procedimento);<br />
&#8211; Vacina do COVID-19 e qualquer outra vacina (ter intervalo de 2 semanas antes ou depois<br />
do procedimento)</p>
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<p><strong>Referências:</strong><br />
Dressler D, Saberi FA, Barbosa ER. Botulinum toxin: mechanisms of action. Arq Neuropsiquiatr. 2005 Mar;63(1):180-5. doi: 10.1590/s0004-282&#215;2005000100035. Epub 2005 Apr 13. PMID: 15830090.</p>
<p>Erbguth FJ. From poison to remedy: the chequered history of botulinum toxin. J Neural Transm (Vienna). 2008;115(4):559-65.</p>
<p>Scott AB. Botulinum Toxin Injection into Extraocular Muscles as an Alternative to Strabismus Surgery. Journal of Pediatric Ophthalmology &amp;amp; Strabismus. 1980;17(1):21-25. doi:10.3928/0191-3913-19800101-06</p>
<p>Carruthers JDA, Carruthers JA. Treatment of glabellar frown lines with C. botulinum A exotoxin. J Dermatol Surg Oncol 1992; 18: 17–21.</p>
<p>Truong DD, Stenner A, Reichel G. Current clinical applications of botulinum toxin. Curr Pharm Des. 2009;15(31):3671-80. doi: 10.2174/138161209789271843. PMID: 19925419.</p>
<p>Sesardic T. Bioassays for evaluation of medical products derived from bacterial toxins. Curr Opin Microbiol. 2012 Jun;15(3):310-6. doi: 10.1016/j.mib.2012.05.008. Epub 2012 May 29. PMID: 22651974.</p>
<p>Sposito MM de M. Toxina botulínica tipo A: propriedades farmacológicas e uso clínico. Acta Fisiátr. [Internet]. 14º de dezembro de 2004 [citado 24º de março de 2025];11(Supl.1):S7-S44.</p>
<p>Turton K, Chaddock JA, Acharya KR. Botulinum and tetanus neurotoxins: structure, function and therapeutic utility. Trends Biochem Sci. 2002 Nov;27(11):552-8. doi: 10.1016/s0968-0004(02)02177-1. PMID: 12417130.</p>
<p><strong>Autora</strong><br />
Dra Giovanna Marques | CROPR 32.802 | CROSP 141.062<br />
Cirurgiã dentista pela Universidade Positivo (Curitiba/PR)<br />
Especializanda em Harmonização Orofacial pela Let&#8217;s HOF (São Paulo).</p>
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		<title>Sialorreia: Tudo Que Precisa Saber Para Diagnóstico e Tratamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 May 2022 13:45:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estomatologia & Patologia]]></category>
		<category><![CDATA[excesso]]></category>
		<category><![CDATA[hipersialose]]></category>
		<category><![CDATA[saliva]]></category>
		<category><![CDATA[sialorreia]]></category>
		<category><![CDATA[toxina botulínica]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[A produção diária de saliva é em torno de 500mL a 2L, e o fluxo salivar de indivíduos normais é variável ao longo do dia, sendo menor pela manhã, aumenta à tarde e quase nulo à noite. A sialorreia ou hipersialose, ocorre quando a produção de saliva excede a habilidade do indivíduo em transportá-la ao [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A produção diária de <strong>saliva</strong> é em torno de 500mL a 2L, e o fluxo salivar de indivíduos normais é variável ao longo do dia, sendo menor pela manhã, aumenta à tarde e quase nulo à noite.</p>
<p>A <strong>sialorreia</strong> ou <strong>hipersialose</strong>, ocorre quando a produção de saliva excede a habilidade do indivíduo em transportá-la ao estômago.</p>
<p><em>Sialorreia primária:</em> como resultado de hipersecreção das glândulas salivares, mas esta ocorrência é rara.</p>
<p><em>Sialorreia secundária:</em>  está relacionada a falha neurogênica na coordenação dos músculos da língua, palato e face que atuam na fase oral da deglutição, com a perda do controle da saliva na cavidade oral.</p>
<p>Podem ser anatômicas, como incontinência labial, problemas ortodônticos, língua volumosa, má oclusão dentária, obstrução nasal, predispondo à respiração oral, postura inadequada de cabeça e pescoço, com hiperflexão cervical.</p>
<p>Em doenças neurológicas, sua incidência pode chegar a 80%, afetando a qualidade de vida do paciente.</p>
<h4><strong>Tratamento</strong></h4>
<p>O manejo adequado possui poucas evidências, mas deve ser multidisciplinar:</p>
<ul>
<li>Posicionamento adequado</li>
<li>Suporte fonoaudiólogo</li>
<li>Lembretes para engolir</li>
<li>Reabilitação oral</li>
<li>Toxina botulínica</li>
</ul>
<p>A <strong>toxina botulínica</strong> atua reduzindo a produção de saliva. Ela inibe a liberação de acetilcolina nas junções neuro secretoras pré-sinápticas das glândulas salivares. Tem uma ação mais duradoura e menos efeitos colaterais do que os medicamentos anticolinérgicos. Não tem contraindicações e é um método seguro e eficaz.</p>
<p>Referências</p>
<p><a href="https://www.einstein.br/Pages/Doenca.aspx?eid=200" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Guia de Doenças e Sintomas Albert Einstein;</a><br />
<a href="https://pebmed.com.br/manejo-da-sialorreia-em-pacientes-neurologicos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">PebMed;</a><br />
<a href="https://www.neurologica.com.br/blog/o-que-e-sialorreia-excesso-de-saliva-e-as-opcoes-de-tratamentos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Blog Neurológica;</a></p>
<div><span style="color: #808080;">Ellies M, Rohrbach-Volland S, Arglebe C, Wilken B, Laskawi R, Hanefeld F. Successful management of drooling with botulinum toxin A in neurologically disabled children. Neuropediatrics 2002 Dec;33(6):327- 330.</span></div>
<div><span style="color: #808080;">Manrique D. Aplicação de toxina botulínica tipo A. Rev Bras Otorrinolaringol. 2005;71(5):566-9.</span></div>
<div><span style="color: #808080;">Meningaud JP, Arnnop PP, Chikhani L, Bertrand JC. Drooling of saliva: a review of the etiology and management options. Oral Surg Oral Med Oral Pathol Oral Radiol Endod 2006;101(1):48-57.</span></div>
<div><span style="color: #808080;">Moller E, ,Karlsborg M, Bardow A,Lykkeaa J ,Flemming H. Nissen FH, Bakke M. Treatment of severe drooling with botulinum toxin in amyotrophic lateral sclerosis and Parkinson&#8217;s disease: Efficacy and possible mechanisms. Acta Odontologica Scandinavica 2011; 69: 151-157.</span></div>
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