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	<title>saliva &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>saliva &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Sialorreia: Tudo Que Precisa Saber Para Diagnóstico e Tratamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 May 2022 13:45:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estomatologia & Patologia]]></category>
		<category><![CDATA[excesso]]></category>
		<category><![CDATA[hipersialose]]></category>
		<category><![CDATA[saliva]]></category>
		<category><![CDATA[sialorreia]]></category>
		<category><![CDATA[toxina botulínica]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[A produção diária de saliva é em torno de 500mL a 2L, e o fluxo salivar de indivíduos normais é variável ao longo do dia, sendo menor pela manhã, aumenta à tarde e quase nulo à noite. A sialorreia ou hipersialose, ocorre quando a produção de saliva excede a habilidade do indivíduo em transportá-la ao [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A produção diária de <strong>saliva</strong> é em torno de 500mL a 2L, e o fluxo salivar de indivíduos normais é variável ao longo do dia, sendo menor pela manhã, aumenta à tarde e quase nulo à noite.</p>
<p>A <strong>sialorreia</strong> ou <strong>hipersialose</strong>, ocorre quando a produção de saliva excede a habilidade do indivíduo em transportá-la ao estômago.</p>
<p><em>Sialorreia primária:</em> como resultado de hipersecreção das glândulas salivares, mas esta ocorrência é rara.</p>
<p><em>Sialorreia secundária:</em>  está relacionada a falha neurogênica na coordenação dos músculos da língua, palato e face que atuam na fase oral da deglutição, com a perda do controle da saliva na cavidade oral.</p>
<p>Podem ser anatômicas, como incontinência labial, problemas ortodônticos, língua volumosa, má oclusão dentária, obstrução nasal, predispondo à respiração oral, postura inadequada de cabeça e pescoço, com hiperflexão cervical.</p>
<p>Em doenças neurológicas, sua incidência pode chegar a 80%, afetando a qualidade de vida do paciente.</p>
<h4><strong>Tratamento</strong></h4>
<p>O manejo adequado possui poucas evidências, mas deve ser multidisciplinar:</p>
<ul>
<li>Posicionamento adequado</li>
<li>Suporte fonoaudiólogo</li>
<li>Lembretes para engolir</li>
<li>Reabilitação oral</li>
<li>Toxina botulínica</li>
</ul>
<p>A <strong>toxina botulínica</strong> atua reduzindo a produção de saliva. Ela inibe a liberação de acetilcolina nas junções neuro secretoras pré-sinápticas das glândulas salivares. Tem uma ação mais duradoura e menos efeitos colaterais do que os medicamentos anticolinérgicos. Não tem contraindicações e é um método seguro e eficaz.</p>
<p>Referências</p>
<p><a href="https://www.einstein.br/Pages/Doenca.aspx?eid=200" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Guia de Doenças e Sintomas Albert Einstein;</a><br />
<a href="https://pebmed.com.br/manejo-da-sialorreia-em-pacientes-neurologicos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">PebMed;</a><br />
<a href="https://www.neurologica.com.br/blog/o-que-e-sialorreia-excesso-de-saliva-e-as-opcoes-de-tratamentos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Blog Neurológica;</a></p>
<div><span style="color: #808080;">Ellies M, Rohrbach-Volland S, Arglebe C, Wilken B, Laskawi R, Hanefeld F. Successful management of drooling with botulinum toxin A in neurologically disabled children. Neuropediatrics 2002 Dec;33(6):327- 330.</span></div>
<div><span style="color: #808080;">Manrique D. Aplicação de toxina botulínica tipo A. Rev Bras Otorrinolaringol. 2005;71(5):566-9.</span></div>
<div><span style="color: #808080;">Meningaud JP, Arnnop PP, Chikhani L, Bertrand JC. Drooling of saliva: a review of the etiology and management options. Oral Surg Oral Med Oral Pathol Oral Radiol Endod 2006;101(1):48-57.</span></div>
<div><span style="color: #808080;">Moller E, ,Karlsborg M, Bardow A,Lykkeaa J ,Flemming H. Nissen FH, Bakke M. Treatment of severe drooling with botulinum toxin in amyotrophic lateral sclerosis and Parkinson&#8217;s disease: Efficacy and possible mechanisms. Acta Odontologica Scandinavica 2011; 69: 151-157.</span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Erosão Ácida</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/erosao-acida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Sep 2015 04:25:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bioquímica]]></category>
		<category><![CDATA[ácida]]></category>
		<category><![CDATA[dente]]></category>
		<category><![CDATA[erosao]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[pH]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[saliva]]></category>
		<category><![CDATA[sinais]]></category>
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					<description><![CDATA[A vida agitada e a mudança dos hábitos alimentares tem levado um grande número de pessoas a procurarem os dentista com uma queixa: sensibilidade por erosão ácida. Essa erosão é dada pelo consumo excessivo de alimentos como as frutas e sucos cítricos industrializados, refrigerantes, energéticos, doces e vinhos. O pH salivar presente na nossa boca, normalmente fica em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A vida agitada e a mudança dos hábitos alimentares tem levado um grande número de pessoas a procurarem os dentista com uma queixa: sensibilidade por erosão ácida. Essa erosão é dada pelo consumo excessivo de alimentos como as frutas e sucos cítricos industrializados, refrigerantes, energéticos, doces e vinhos.<br />
O pH salivar presente na nossa boca, normalmente fica em torno de 6,8 a 7,2. Ao ingerirmos alimentos ácidos, consequentemente, o pH salivar também tende a baixar. É comum muitas pessoas escovarem os dentes imediatamente após ingerirem alimentos ácidos, o que não é o indicado. Por outro lado, algumas pessoas não escovam os dentes durante o dia ou escovam em espaços prolongados. O esmalte dentário exposto sofre um processo de desmineralização. É ai que entra uma das funções da saliva: a capacidade <strong>tampão. </strong>Essa característica natural é aliada na manutenção da saúde bucal, pois serve como uma espécie de mediador de equilíbrio do pH. No entanto, com o consumo exagerado de alimentos ácidos, essa função fisiológica não consegue manter esse equilíbrio químico, fazendo com que o esmalte perca íons cálcio para o meio. O esmalte mais desmineralizado fica susceptível a abrasão da escovação, provocando uma erosão ácida.<br />
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<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4951 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Erosão-ácida-3.png" alt="Erosao acida " width="1024" height="768" /><br />
Quando o dente já apresenta algum sinal de erosão, o paciente deve procurar o dentista, na tentativa de reverter o quadro. Pode-se optar por tratamentos restauradores, orientação de escovação e dieta. Os sinais iniciais são: sensibilidade e descoloração. Já os sinais avançados podem ser: descoloração acentuada, fissuras e sensibilidade severa.<br />
Algumas medidas que podem ser tomadas para evitar a erosão são:</p>
<ul>
<li>evitar escovar os dentes imediatamente após consumirem alimentos ácidos;</li>
<li>ao ingerir bebidas ácidas, não deixar que fiquem na boca por períodos prolongados;</li>
<li>optar, sempre que possível, por usar um canudo que chegue até a parte posterior da boca;</li>
<li>escovar os dentes suavemente e com uma escova de cerdas macias.</li>
</ul>
<p>A erosão por meios ácidos deve ser considerada um problema sério, podendo levar, em algum casos mais avançados, a destruição de parte ou de toda estrutura dental.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Bioquímica da Saliva</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/bioquimica-da-saliva/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2015 17:51:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bioquímica]]></category>
		<category><![CDATA[componentes]]></category>
		<category><![CDATA[saliva]]></category>
		<category><![CDATA[tampão]]></category>
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					<description><![CDATA[Saliva  Fluido complexo produzido por glândulas salivares e que reveste as estruturas bucais. Componentes salivares 1° Água 99% &#8211; limpeza, umidificação e proteção da mucosa; 2° Material orgânico – proteínas estaterina, betoferrina, lisojema e amilase; 3° Material inorgânico – Íons com carga: Ca+2, HCO3&#8211;, F&#8211;, H+, PO4-3&#8230; Volume de fluxo salivar (VFS) Diário – 1 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Saliva</strong><br />
<strong> </strong>Fluido complexo produzido por glândulas salivares e que reveste as estruturas bucais.<br />
<strong>Componentes salivares</strong><br />
1° Água 99% &#8211; limpeza, umidificação e proteção da mucosa;<br />
2° Material orgânico – proteínas estaterina, betoferrina, lisojema e amilase;<br />
3° Material inorgânico – Íons com carga: Ca<sup>+2</sup>, HCO<sub>3</sub><sup>&#8211;</sup>, F<sup>&#8211;</sup>, H<sup>+</sup>, PO<sub>4</sub><sup>-3</sup>&#8230;<br />
<strong>Volume de fluxo salivar (VFS)</strong><br />
Diário – 1 a 1,5 L.<br />
Normal – 1,0 a 3,0 ml/min.<br />
Baixo – 0,7 a 1,0 ml/min.<br />
Hipossalivação – abaixo de 0,7 ml/min.<br />
Xerostomia – abaixo de 0,1 ml/min.<br />
<strong> </strong><strong>É importante medir a secreção salivar (Sialometria)?</strong><br />
Sim. Diagnostico de hipossalivação;<br />
Avaliar a capacidade de temperamento (equilibrar o pH).<br />
<strong>Fatores que afetam o VFS:</strong></p>
<ol>
<li>A) Medicamentos – antidepressivos, narcóticos, diuréticos (controle da P.A);</li>
<li>B) Radioterapia;</li>
<li>C) Doenças auto-imunes – síndrome Sjogren;</li>
<li>D) Menópaussa e contraceptivos;</li>
<li>E) Anorexia, jejum e desnutrição;</li>
<li>F) Diabetes.</li>
</ol>
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<p><strong>Funções da saliva</strong></p>
<ul>
<li>Função digestiva: Amilase (degrada amido), degradação mínima;</li>
<li>Lubrificante/Solvente: Facilita a deglutição do bolo alimentar, solubilização dos alimentos, percepção do sabor;</li>
<li>Defesa/Proteção:  Proteínas antimicrobianas;</li>
<li>Mecânica: Lavagem das superfícies bucais;</li>
<li>Capacidade de tamponamento: Reação química de estabilização do pH (bicarbonato, fosfato, murinas).</li>
</ul>
<p><strong>Componentes inorgânicos</strong><br />
<strong>1 &#8211; HCO<sub>3</sub><sup>&#8211;</sup></strong> &#8211; Principal sistema de tamponamento. Junto com o HCO<sub>3</sub><sup>&#8211;</sup>, aparece também o H<sub>2</sub>CO<sub>3</sub> (ácido carbônico).<br />
<em>Reação de neutralização de ácidos bacterianos</em><br />
<span style="color: #0000ff;">HCO<sub>3</sub><sup>&#8211;</sup> + H<sup>+</sup> H<sub>2</sub>CO<sub>3</sub> H<sub>2</sub>O + CO<sub>2</sub></span><br />
<em>Reação de neutralização de bases bacterianas</em><br />
<span style="color: #0000ff;">OH<sup>&#8211;</sup> + H<sub>2</sub>CO<sub>3</sub> HCO<sub>3</sub><sup>&#8211;</sup> + H<sub>2</sub>O</span><br />
<strong>2 &#8211; Calcio</strong> – é um cátion bivalente com pH &lt; 5,5, utilizado em eventos de remineralização dentaria.</p>
<ul>
<li>A concentração de Ca<sup>+2</sup> depende do fluxo circardiano;</li>
<li>Ca<sup>+2</sup> depende de medicamentos;</li>
<li>Cálcio ionizado – Ca<sup>+2</sup> pH, aumenta o cálcio ionizado.</li>
<li>Cálcio ligado – CaF<sub>2</sub></li>
</ul>
<p><strong>3 &#8211; Fluoreto (F<sup>&#8211;</sup>)CaF<sub>2</sub> </strong>– Na saliva a maior parte do flúor está ligado a concentração da ingestão de compostos fluoretados. Quando incorporado ao esmalte dentário forma Ca<sub>10</sub>(PO<sub>4</sub>)<sub>6</sub>(F)<sub>2 </sub>(fluorapatita), tendo efeito bactericida e bacteriostático.<br />
<strong>4 &#8211; SCN (Tiocianato)</strong> – Responsável pela neutralização do H<sub>2</sub>CO<sub>2</sub> bacteriano.<br />
<span style="color: #0000ff;">SCN + H<sub>2</sub>O<sub>2</sub>   </span>  Tiocianato<br />
<span style="color: #0000ff;">SCNO + H<sub>2</sub>O</span>   Hipotiocianato<br />
<span style="color: #000000;"><strong>5 &#8211; Fosfato</strong></span> – tampão PO<sub>4</sub><sup>-3</sup> 3°       ácidos = <span style="color: #0000ff;">H<sup>+</sup> + PO<sub>4</sub><sup>-3</sup> HPO<sub>4</sub><sup>-3</sup></span><br />
HPO<sub>4</sub><sup>-2</sup>   2°       bases = <span style="color: #0000ff;">OH<sup>&#8211;</sup> + HPO<sub>4</sub> H<sub>2</sub>O + PO<sub>4 </sub><sup>-3<br />
</sup></span>H<sub>2</sub>PO<sub>4</sub><sup>&#8211;</sup>   1°<br />
<strong><span style="color: #000000;">6 &#8211; Hidrogenio </span></strong>– Influencia a maioria das reações químicas da boca.<br />
&#8211; Variavel principal;<br />
&#8211; Medido através do pH.<br />
&#8211; Fontes de H: a- secreção glandular;<br />
b- fluidos transitórios;<br />
c- metabolismo bacteriano.<br />
*Está relacionado com o consumo de carboidratos fermentáveis.<br />
<strong>Componentes orgânicos</strong><br />
<strong>1 &#8211; Proteínas &#8211; </strong>Macromoléculas formadas por aminoácidos.<br />
1°: sequência de a.a;<br />
2°: dobra;<br />
3°: envolve;<br />
4°: 2 ou mais proteínas se envolvem.<br />
<strong>1.1 &#8211; Proteínas salivares</strong><br />
<em>Função: </em>Antifúngico, antiviral, antibacteriano, tamponamento, digestão, mineralização, lubrificação, proteção de tecidos.<br />
<em>Exemplos:</em><br />
&#8211; Estaticina;<br />
&#8211; Lisozima;<br />
&#8211; Lactoferrina;<br />
&#8211; Amilose;<br />
&#8211; Proteínas ricas em prolina (a.a).<br />
<strong>2 &#8211; Glicoproteínas –</strong> Proteínas que contem carboidratos ligados a eles.</p>
<ul>
<li>Agregar células bacterianas (defesa).</li>
<li>Tamponamento (estabilizar o pH) &#8211; Favorecem a adesão de bactérias ao dente</li>
</ul>
<p><strong>3 &#8211; Estaterina –</strong> Pequena proteína salivar com segmento amino terminal negativo.<br />
*Impede a formação de cálculo dentário.<br />
<strong>4 &#8211; Proteínas ricas em prolina (PRP) –</strong> Tem como aminoácido predominante a prolina.</p>
<ul>
<li>Função idêntica a Estaterina (impedir a formação de cálculo);</li>
<li>Influencia a adesão bacteriana aos dentes, sendo a principal proteína para esta função.</li>
</ul>
<p><strong>5 &#8211;  Amilase salivar</strong> – Enzima salivar responsável pela degradação de amido.<br />
<strong>6 &#8211; Lisozima (LZ)</strong> – Proteína catiônica.</p>
<ul>
<li>Efeito bactericida ativando autolizimas bacterianas;</li>
<li>Tem atividade de muramidase (destruir o ácido murâmico da parede celular).</li>
</ul>
<p><strong>7 &#8211; Lactoferrina (LZ)</strong> – Rouba o ferro da célula bacteriana</p>
<ul>
<li>Efeito bacteriostático;</li>
<li>Efeito bactericida.</li>
</ul>
<p>*Ferro é indispensável pela bactéria.<br />
*Efeito bacteriostático.<br />
*Rompe a parede (efeito bactericida) inofosa.<br />
<strong>8 &#8211; Sistema Peroxidase</strong> – responsável pela neutralização do H<sub>2</sub>O<sub>2</sub> produzido pelas bactérias.<br />
<strong>9 &#8211; Aglutininas e fibronectina</strong> – são glicoproteínas com funções análogas às glicoproteínas, mas em menor quantidade<br />
<strong>10 &#8211; Lipídeos e Carboidratos</strong> – Pequenas Quantidades<br />
<strong>11 &#8211; Imunoglobulinas</strong> – São glicoproteínas antimicrobianas.</p>
<ul>
<li>Exemplos: IgA, IgD, IgE, IgM e IgG (anticorpos);</li>
</ul>
<p>O anticorpo IgA apresenta maior quantidade entre os anticorpos na saliva, tendo função de defesa.<br />
Conteúdo resumido da aula do professor João Armando Brancher, da Universidade Positivo<br />
Contribuição: Leonardo Martins Sant&#8217;Anna</p>
<h2>Autor:</h2>
<p><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/03/jeff1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="alignright wp-image-3322 " src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/03/jeff1-139x300.jpg" alt="jeff" width="130" height="281" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/03/jeff1-139x300.jpg 139w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/03/jeff1.jpg 156w" sizes="(max-width: 130px) 100vw, 130px" /></a><br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">Jefferson P. Oliveira, 24 anos. Acadêmico do 5º ano do  curso<br />
de Odontologia da Universidade Positivo, Curitiba &#8211; PR</p>
]]></content:encoded>
					
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