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	<title>radiografia &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>radiografia &#8211; Odonto Up</title>
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		<title>Tomografia, Técnica de Clark, Procedimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 May 2016 21:59:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Radiologia]]></category>
		<category><![CDATA[analgésico]]></category>
		<category><![CDATA[cônico]]></category>
		<category><![CDATA[exame]]></category>
		<category><![CDATA[exercício]]></category>
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					<description><![CDATA[1. (TCE-SE 2015- Cirurgião Dentista) A tomografia computadorizada de feixe cônico foi introduzida na odontologia como um método adjunto de obtenção de imagens digitais para fins diagnósticos. Dentre suas muitas vantagens, encontra-se: A utilização de radiação não-ionizante na faixa de radiofrequência do espectro eletromagnético para obtenção das imagens; A possibilidade de se obter uma visualização [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1.</strong> (TCE-SE 2015- Cirurgião Dentista) A tomografia computadorizada de feixe cônico foi introduzida na odontologia como um método adjunto de obtenção de imagens digitais para fins diagnósticos. Dentre suas muitas vantagens, encontra-se:</p>
<ol style="list-style-type: lower-alpha;">
<li>A utilização de radiação não-ionizante na faixa de radiofrequência do espectro eletromagnético para obtenção das imagens;</li>
<li>A possibilidade de se obter uma visualização 3D devido à exposição de dois filmes e observação da imagem com um estereoscópio;</li>
<li>A diminuição considerável do tempo de execução do exame comparado aos exames para realização de radiografias panorâmicas ou cefalométricas;</li>
<li>A eliminação da sobreposição de imagens em estruturas fora da área de interesse, pois permite a reconstrução 3D da imagem e sua observação em qualquer ângulo;</li>
<li>A oferta de melhor resolução de imagem em tecidos com baixo contraste inerente.</li>
</ol>
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<p><strong>2.</strong> (TJ-RO 2015 &#8211; Analista Judiciário – Odontologia) Paciente compareceu a uma Unidade de Pronto Atendimento Odontológico após sofrer traumatismo na região facial ao cair de sua bicicleta. Para fechar o diagnóstico da condição dentária, o cirurgião-dentista realizou uma radiografia periapical da região dos incisivos superiores que foi revelada através de processamento químico manual. Ao término do processo, no entanto, a radiografia mostrou-se muito clara, impossibilitando a visualização adequada das estruturas de interesse. Esse fato pode ser explicado pelo(a):</p>
<ol style="list-style-type: lower-alpha;">
<li>Velamento da radiografia devido a falhas ocorridas na unidade de câmara escura, permitindo a entrada de luz;</li>
<li>Sub-revelação devido ao tempo reduzido na solução reveladora;</li>
<li>Super-revelação devido ao tempo excessivo na solução reveladora;</li>
<li>Pouca espessura dos tecidos do paciente;</li>
<li>Movimentação do paciente durante a exposição.</li>
</ol>
<p><strong>3.</strong> (TJ-RO 2015 &#8211; Analista Judiciário – Odontologia) Sobre o mecanismo de obtenção da imagem radiográfica digital em sensores do tipo placas de fósforo fotoestimuláveis, é correto afirmar que:</p>
<ol style="list-style-type: lower-alpha;">
<li>Após a irradiação, o sensor é escaneado por um feixe a laser que libera a energia armazenada sob a forma de luz, que é convertida em um sinal elétrico e enviada para o conversor analógico-digital do computador;</li>
<li>O sensor transmite, imediatamente após a irradiação, a informação de cada pixel diretamente para o conversor analógico-digital do computador;</li>
<li>A imagem digital é lida através do cabo que conecta o sensor digital ao computador contendo o conversor analógicodigital;</li>
<li>O pacote de carga de cada pixel é transferido para o transistor como uma voltagem logo após a irradiação, permitindo que cada pixel seja avaliado individualmente;</li>
<li>O pacote de carga de cada pixel é transferido de uma fileira para a próxima; no final, cada carga é transferida para um amplificador de leitura e transmitida até o conversor analógico-digital do computador.</li>
</ol>
<p><strong>4.</strong> (CSM 2014 &#8211; Primeiro Tenente &#8211; Quadro de Cirurgiões-Dentistas) De acordo com White e Pharoah (2007), em relação aos receptores digitais para radiografias intraorais digitais, é correto afirmar que:</p>
<ol style="list-style-type: lower-alpha;">
<li>Existe grande facilidade dos receptores digitais se acomodarem às mais variadas anatomias do paciente.</li>
<li>Receptores digitais podem ser esterilizados por meio de métodos convencionais tais como autoclaves e álcool isopropílico.</li>
<li>Receptores digitais intraorais requerem mais radiação que o filme convencional, aumentando a dose absorvida pelo paciente.</li>
<li>Uma das vantagens dos sistemas de Placas de Fósforo Fotoestimuladas (PSP) é que eles não apresentam perdas de elétrons após a exposição.</li>
<li>Um significativo problema potencial com os atuais sistemas de Placas de Fósforo Fotoestimuladas (PSP) é a inabilidade para distinguir imagens que foram expostas ao contrário.</li>
</ol>
<p><strong>5.</strong> (SESA-ES 2013 &#8211; Odontólogo Cirurgião Buco Maxilofacial) De acordo com as normas de obtenção de imagens utilizadas em odontologia, assinale a opção correta.</p>
<ol style="list-style-type: lower-alpha;">
<li>O método de Clark, embasado no princípio do paralelismo, possibilita, com uma tomada radiográfica apenas, a determinação de qual objeto está mais próximo do filme.</li>
<li>Para se determinar o comprimento dos implantes dentários a serem utilizados, deve-se solicitar a radiografia panorâmica mapeada para implantes, exame que fornece com precisão as medições necessárias.</li>
<li>Os aparelhos de raio-x utilizados atualmente erradiam apenas a região a ser examinada, não sendo necessária, portanto, a utilização de aventais de chumbo.</li>
<li>A tomografia computadorizada, que permite visualizar mais detalhes que a radiografia convencional, pode ser indicada para gestantes, uma vez que não utiliza radiação ionizante.</li>
<li>A ecografia é indicada para a análise de alterações volumétricas em tecidos moles do organismo humano, como, por exemplo, as glândulas salivares maiores.</li>
</ol>
<p><strong>6.</strong> (TRT 6ª 2012 &#8211; Técnico Judiciário &#8211; Área Higiene Dental)Um TSB vai realizar uma tomada radiográfica dos dentes 16 e 17. Ao efetuar o posicionamento da película radiográfica, deve-se manter o picote da película direcionado para o</p>
<ol style="list-style-type: lower-alpha;">
<li>Palato mole.</li>
<li>Palato duro.</li>
<li>Terço vestibular dos dentes 16 e 17.</li>
<li>Terço oclusal dos dentes 16 e 17.</li>
<li>Terço cervical dos dentes 16 e 17.</li>
</ol>
<p><strong>7.</strong> (TRT 24ª 2011 &#8211; Analista Judiciário – Odontologia)Paciente com 63 anos de idade, sexo feminino, apresenta bolsas rasas na maior parte dos arcos dentários, exceto na região entre os dentes 11 e 24, onde a sondagem periodontal revelou bolsas de 4 a 7 mm. Na região anterior observa-se retração gengival pronunciada. Os dentes 11, 23 e 24 apresentam mobilidade aumentada, com extrusão. Na região ântero-inferior há destruição óssea acentuada, particularmente ao redor do dente 21, que apresenta mobilidade grau 3. A presença de biofilme é evidente.<br />
A análise radiográfica</p>
<ol style="list-style-type: lower-alpha;">
<li>Requer radiografias mensais para fins diagnósticos.</li>
<li>Deve ser feita a partir da radiografia panorâmica.</li>
<li>Permite verificar a altura da osso alveolar e o contorno da crista óssea.</li>
<li>Mostra as situações em que ocorre mobilidade da coroa de Grau 1.</li>
<li>Permite identificar a crista óssea alveolar, lingual e vestibular.</li>
</ol>
<p><body><br />
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</body></p>
<p>&nbsp;<br />
<img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6221" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Respostas.png" alt="Respostas" width="760" height="100" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Respostas.png 760w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Respostas-300x39.png 300w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /><br />
<strong>Questão 1:</strong> D<br />
<strong>Questão 2:</strong> B<br />
<strong>Questão 3:</strong> A<br />
<strong>Questão 4:</strong> E<br />
<strong>Questão 5: E</strong><br />
<strong>Questão 6:</strong> D<br />
<strong>Questão 7:</strong> C</p>
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		<item>
		<title>Apicectomia: Relato de Caso</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/apicectomia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Oct 2015 00:28:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Endodontia]]></category>
		<category><![CDATA[Periodontia]]></category>
		<category><![CDATA[apicectomia]]></category>
		<category><![CDATA[caso]]></category>
		<category><![CDATA[clínico]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[radiografia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[A Apicectomia trata-se de um ato de ressecção apical, indicada em casos de perfurações de raízes no terço apical, fratura de instrumentos endodônticos, raízes dilaceradas, presença de ramificações com canais não obturados ou o insucesso do tratamento endodôntico onde permanece a presença de microorganismos nas áreas radiculares apicais mesmo após o processo de desinfecção e obturação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Apicectomia trata-se de um ato de ressecção apical, indicada em casos de perfurações de raízes no terço apical, fratura de instrumentos endodônticos, raízes dilaceradas, presença de ramificações com canais não obturados ou o insucesso do tratamento endodôntico onde permanece a presença de microorganismos nas áreas radiculares apicais mesmo após o processo de desinfecção e obturação do mesmo<strong>. </strong>Utilizando as técnicas de sondagem periodontal, exame radiográfico, fistulografia, transiluminação, teste de mobilidade, de vitalidade pulpar e em alguns casos com auxilio de um tomógrafo, o diagnóstico de fratura radicular tornasse mais claro, direcionando qual melhor terapêutica a ser indicada, neste caso, a apicectomia surge como uma alternativa para evitar uma exodontia.<br />
<img decoding="async" class="alignnone wp-image-5192" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/COLLECTIONS.png" alt="COLLECTIONS" width="563" height="74" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/COLLECTIONS.png 760w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/COLLECTIONS-300x39.png 300w" sizes="(max-width: 563px) 100vw, 563px" /><br />
Paciente do sexo feminino de 40 anos, caucasiana, não fumante, sem hábitos nocivos, foi encaminhada ao consultório apresentando desconforto à compressão digital com sinais de extravasamento de pus pelo colo cervical do elemento 12.<br />
<figure id="attachment_5155" aria-describedby="caption-attachment-5155" style="width: 345px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-5155" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-1.jpg" alt="FIGURA 1" width="345" height="246" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-1.jpg 1464w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-1-300x214.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-1-768x548.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-1-1024x730.jpg 1024w" sizes="(max-width: 345px) 100vw, 345px" /></a><figcaption id="caption-attachment-5155" class="wp-caption-text">Visualização inicial</figcaption></figure><br />
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<p>A sondagem periodontal evidenciou <span style="color: #003366;"><strong>perda óssea</strong></span> na face vestibular (10 mm), a radiografia periapical revela radiolucidez não delimitada sugestiva de granuloma, formada por tecido inflamatório envolvendo o ápice radicular desvitalizado.<br />
<figure id="attachment_5156" aria-describedby="caption-attachment-5156" style="width: 345px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-2-2.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5156" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-2-2.jpg" alt="FIGURA 2 (2)" width="345" height="217" /></a><figcaption id="caption-attachment-5156" class="wp-caption-text">Sondagem periodontal inicial</figcaption></figure><br />
<figure id="attachment_5159" aria-describedby="caption-attachment-5159" style="width: 346px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-3.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5159" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-3.jpg" alt="FIGURA 3" width="346" height="183" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-3.jpg 1932w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-3-300x158.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-3-768x405.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-3-1024x541.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 346px) 100vw, 346px" /></a><figcaption id="caption-attachment-5159" class="wp-caption-text">Comparativo da profundidade de bolsa</figcaption></figure><br />
<figure id="attachment_5152" aria-describedby="caption-attachment-5152" style="width: 347px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-4.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5152" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-4.jpg" alt="FIGURA 4" width="347" height="477" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-4.jpg 2328w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-4-218x300.jpg 218w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-4-768x1057.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-4-744x1024.jpg 744w" sizes="auto, (max-width: 347px) 100vw, 347px" /></a><figcaption id="caption-attachment-5152" class="wp-caption-text">Radiografia periapical inicial</figcaption></figure><br />
<a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/0001-80115053-e1445640332777.png" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5169" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/0001-80115053-e1445640332777.png" alt="0001-80115053" width="510" height="381" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/0001-80115053-e1445640332777.png 800w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/0001-80115053-e1445640332777-300x224.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/0001-80115053-e1445640332777-768x574.png 768w" sizes="auto, (max-width: 510px) 100vw, 510px" /></a><br />
Na assepsia extraoral, foi utilizado CLOREXORAL a 2% da empresa Biodinâmica<span style="font-size: 12px;">,</span> evitando com isso reações alérgicas a produtos com base de iodo e garantindo uma correta área asséptica. Já para intraoral, foi utilizado digluconato de clorexidina a 0,12% como bochecho por 60 segundos.<br />
O procedimento cirúrgico foi realizado com anestésico local injetável CLORIDRATO de ARTICAÍNA + EPINEFRINA/ 72MG+18 UG CARPULE de modo infiltrativo e localizado.<br />
A incisão foi realizada com lâmina cirúrgica de curto diâmetro em uma angulação de biselamento de 45 graus, expondo somente a área a ser trabalhada (técnica retalho semilunar), preservando uma parte da gengiva inserida, garantindo boa irrigação sanguínea na área cirúrgica e preservando as papilas interdentais.<br />
<figure id="attachment_5172" aria-describedby="caption-attachment-5172" style="width: 347px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-8.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5172" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-8.jpg" alt="FIGURA 8" width="347" height="282" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-8.jpg 1464w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-8-300x243.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-8-768x623.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-8-1024x831.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 347px) 100vw, 347px" /></a><figcaption id="caption-attachment-5172" class="wp-caption-text">Acesso semi-lunar na região do dente 12, preservando as papilas.</figcaption></figure><br />
A fratura resultou na dilaceração do delta apical, neste caso envolvendo possíveis canais laterais e ramificações apicais. <em>(93% a 98% segundo KIM et al. – 2001- Microsurgery in endodontics. W.B. Saunders Company; 172p).</em><br />
Seguindo as recomendações de <em>NEDDERMAN et al</em><em>;</em> e <em>CARR G.B</em>, foram selecionadas brocas de alta rotação tanto para melhora do acesso ósseo quanto para remodelação apical com irrigação contínua de soro fisiológico.<br />
O ápice radicular fraturado foi removido, toda a loja cirúrgica foi curetada e a raiz dentária debridada, com irrigação constante, removendo áreas que podem formar degraus e com isso, servindo de reservatórios de tecido pulpar necrótico e de bactérias, levando ao insucesso do procedimento.<br />
<figure id="attachment_5174" aria-describedby="caption-attachment-5174" style="width: 346px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-12.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5174" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-12.jpg" alt="FIGURA 12" width="346" height="268" /></a><figcaption id="caption-attachment-5174" class="wp-caption-text">Depois da curetagem da lesão, sondagem por dentro da parede óssea vestibular</figcaption></figure><br />
<figure id="attachment_5173" aria-describedby="caption-attachment-5173" style="width: 346px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-14.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5173" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-14.jpg" alt="FIGURA 14" width="346" height="344" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-14.jpg 1728w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-14-150x150.jpg 150w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-14-300x298.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-14-768x763.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-14-1024x1017.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 346px) 100vw, 346px" /></a><figcaption id="caption-attachment-5173" class="wp-caption-text">Região do ápice radicular fraturado já removida.</figcaption></figure><br />
O remanescente radicular foi remodelado a uma angulação de 90 graus, garantindo o aumento da área disponível para reinserção do ligamento periodontal <em>(MAILLET et al. 1996)</em> evitando uma maior exposição de túbulos dentinários e preservando um maior remanescente radicular.<br />
O alvéolo foi devidamente preenchido com ALVEOLEX (Biodinâmica), este material foi selecionado por ser um produto <span style="color: #003366;"><strong>biocompatível</strong>,</span> possuir leve ação antimicrobiana, auxiliar e estimular a <span style="color: #003366;"><strong>regeneração tecidual</strong></span>, garantindo a paciente um pós-cirúrgico <span style="color: #003366;"><strong>mais confortável</strong></span> e uma correta <span style="color: #003366;"><strong>recuperação</strong></span> da loja cirúrgica.<br />
<figure id="attachment_5175" aria-describedby="caption-attachment-5175" style="width: 350px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-18.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5175" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-18.jpg" alt="FIGURA 18" width="350" height="278" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-18.jpg 2388w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-18-300x238.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-18-768x610.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-18-1024x813.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 350px) 100vw, 350px" /></a><figcaption id="caption-attachment-5175" class="wp-caption-text">Após remodelação radicular, preenchimento do alvéolo com ALVEOLEX.</figcaption></figure><br />
<figure id="attachment_5176" aria-describedby="caption-attachment-5176" style="width: 350px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-20.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5176" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-20.jpg" alt="FIGURA 20" width="350" height="366" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-20.jpg 2364w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-20-287x300.jpg 287w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-20-768x803.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-20-979x1024.jpg 979w" sizes="auto, (max-width: 350px) 100vw, 350px" /></a><figcaption id="caption-attachment-5176" class="wp-caption-text">Com o alveolo devidamente preenchido, foi feita a remoção do excesso de material.</figcaption></figure><br />
A sutura realizada com fio seda trançada 4-0 com pontos simples mantendo uma mínima distância entre eles para que a mesma possa higienizar a área cirúrgica com uma gaze e gel de clorexidina.<br />
<figure id="attachment_5177" aria-describedby="caption-attachment-5177" style="width: 349px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-22.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5177" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-22.jpg" alt="FIGURA 22" width="349" height="286" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-22.jpg 2208w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-22-300x246.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-22-768x630.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-22-1024x840.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 349px) 100vw, 349px" /></a><figcaption id="caption-attachment-5177" class="wp-caption-text">Área suturada, com sutura próxima às papilas.</figcaption></figure><br />
A mesma foi submetida a controles radiográficos periódicos.<br />
<figure id="attachment_5179" aria-describedby="caption-attachment-5179" style="width: 350px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-24-4.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5179" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-24-4.jpg" alt="FIGURA 24-4" width="350" height="336" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-24-4.jpg 2136w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-24-4-300x288.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-24-4-768x738.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-24-4-1024x984.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 350px) 100vw, 350px" /></a><figcaption id="caption-attachment-5179" class="wp-caption-text">Radiografia periapical final.</figcaption></figure><br />
<figure id="attachment_5180" aria-describedby="caption-attachment-5180" style="width: 350px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-25.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5180" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-25.jpg" alt="FIGURA 25" width="350" height="334" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-25.jpg 1632w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-25-300x287.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-25-768x734.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-25-1024x979.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 350px) 100vw, 350px" /></a><figcaption id="caption-attachment-5180" class="wp-caption-text">Imagem com contraste mostrando a ausência da lesão</figcaption></figure><br />
<span style="color: #003366;"><strong>Comparação da radiografia periapical inicial e final</strong></span><br />
<a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/1-2.png" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5181 " src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/1-2-e1445643697188.png" alt="1-2" width="501" height="305" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/1-2-e1445643697188.png 921w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/1-2-e1445643697188-300x182.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/1-2-e1445643697188-768x467.png 768w" sizes="auto, (max-width: 501px) 100vw, 501px" /></a><br />
<span style="color: #003366;"><strong>Conclusão</strong></span><br />
Ao final da cirurgia, constatou-se que o uso da <strong><span style="color: #003366;">técnica de apicectomia,</span> </strong>quando corretamente indicada, se mostra uma alternativa bastante eficaz para garantir uma maior sobrevida a elementos dentais que apresentam lesões ou que sofreram dilacerações em seus deltas apicais, evitando possíveis exodontias, preservando estruturas ósseas e com isso, mantendo um maior equilíbrio bucal.</p>
<hr />
<p>&nbsp;<br />
<strong><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/RODRIGO.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-5183" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/RODRIGO.jpg" alt="RODRIGO" width="86" height="129" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/RODRIGO.jpg 3072w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/RODRIGO-200x300.jpg 200w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/RODRIGO-768x1152.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/RODRIGO-683x1024.jpg 683w" sizes="auto, (max-width: 86px) 100vw, 86px" /></a><span style="color: #003366;">Autor: </span></strong>Rodrigo Cirilo Deutsch<br />
Especialista em Periodontia (UEL/Pr)<br />
Professor Assistente e Monitor Clínico do curso de Especialização em Implantodontia do Instituto Ingá (UNINGÁ) sede Londrina;<br />
Membro da Associação Brasileira de Analgesia e Sedação Consciente em Odontologia &#8211; ABASCO<br />
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</body></p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<ol>
<li>Denise Piotto LEONARDI,et al.Revista Sul-Brasileira de Odontologia 7/02/2006.</li>
<li>BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de saúde. Coordenação Nacional de DST e AIDS:Controle de infecções. Manual de condutas no controle de infecções e a prática odontológica em tempos de AIDS., Brasília<strong>: </strong>Ministério da Saúde, 2000.</li>
<li>CAWSON, R. A.; CURSON, I.; The effectiveness of some antiseptics on the oral mucous membrane. British Dent. J., v. 106, p. 208-211, 1959.</li>
<li>DAVIES, G. E et al. Laboratory investigation of a new anti-bacterial agent of a hight potence. British J.pharmacol., v. 9, p. 192-196, 1954.</li>
<li>DENARDI, B. B. O uso da clorexidina na prática odontológica. Rev. da APCD, v. 48, n. 2, p.1279-85, mar./abr.1994.</li>
<li>COELHO, M.M.; LISBOA,S.M. Farmacoterapia – Tema de Interesse em Odontologia: Clorexidina: uso em Odontologia. LISBOA, S.M. Farmacoterapia – tema de interesse em Odontologia/ SHEILA Monterio Lisboa e MÁRCIO M. Coelho; coordenado GERALDO Ernesto Fischer. Belo Horizonte: Conselho Regional de Odontologia de Minas Gerais- CROMg gestão2003,2004 e 2005.</li>
<li>KIM S, Pércora G, Rubinsteins R, Dorscher-Kim J. Microsurgery in endodontics. W.B. Saunders Company; 2001. 172p.</li>
<li>NEDDERMAN T.A,Hartwell G.R, Portell F.R.A :Comparison of root surfaces following apical root resection wiht vários burs: scanning electron microscopic valuatin. Journal of Endodontics 1988;14:423-7.</li>
<li>CARR G.B:Surgical endodontics. In:Cohen S., Burns RC. Pathways of pul.6.ed.St. Louis: Mosby – Year Book; 1994.p.539-55.</li>
<li>Maillet W A, Torneck C D, Friedman S. Connective tissue response to root surfaces resected with Nd: YAG laser or burs. Oral Med Oral Pathol Oral Radiol Endod 1996 Dec; 82(6):681-90.</li>
<li>KIM S, KRATCHMAN S. Modern endodontic surgery concepts and pratice : a review. J Endod 2006; 32(7):601-21.</li>
<li>ESTROPKO JJ, DOYON GE, GUTMANN JL. Root-end management: resection, cavity preparation, and material placement. Endod Topics 2005; 11:131-51.</li>
<li>FUSS Z, LUSTING J, TAMSE A. Prevalence of vertical root fracture in extracted Endodontically treated teeth. INT ENDOD J. 1999;32:283-6.</li>
<li>FURTADO F, GABRIELA, et al.Diagnostico de Fratura Radicular: Revisão de Literatura; Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde, 2010;12(2):61-68.</li>
<li>CARVALHO F G, MARIA,et al. Fratura Radicular Horizontal em Dois Incisivos Centrais Superiores Tratados com conteção; Relato de Caso; Revista de Endodontia Pesquisa e Ensino on line; Ano 2, número 4, Julho/Desembro,2006.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/apicectomia/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Radiografias Intrabucais</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/radiografias-intrabucais/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/radiografias-intrabucais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2015 15:30:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Radiologia]]></category>
		<category><![CDATA[classificação]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[intrabucal]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[periapical]]></category>
		<category><![CDATA[propriedade]]></category>
		<category><![CDATA[radiografia]]></category>
		<category><![CDATA[raio-x]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
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					<description><![CDATA[1. Cite 5 estruturas anatômicas da maxila e 5 da mandíbula descrevendo quais são radiolúcias e radiopacas (exceto dentes) 2. Cite 5 propriedades dos raios-x 3. Qual a semelhança entre as técnicas do paralelismo e da bissetriz modificada? 4. Qual a diferença da técnica da bissetriz convencional e do paralelismo? 5. Quantas e quais são [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<div><strong>1.</strong> Cite 5 estruturas anatômicas da maxila e 5 da mandíbula descrevendo quais são radiolúcias e radiopacas (exceto dentes)</div>
<div></div>
<div><strong>2.</strong> Cite 5 propriedades dos raios-x</div>
<div>
<div>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>3.</strong> Qual a semelhança entre as técnicas do paralelismo e da bissetriz modificada?</div>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>4.</strong> Qual a diferença da técnica da bissetriz convencional e do paralelismo?</div>
<div></div>
</div>
</div>
<div></div>
<div><strong>5.</strong> Quantas e quais são as fases do processamento radiográfico?</div>
<div></div>
<div>
<div></div>
<div><strong>6.</strong> Qual o ponto de incidência de uma radiografia de prés-molares superiores pela técnica periapical de bissetriz convencional?</div>
<div></div>
</div>
<div></div>
<div><strong>7. </strong>Quais os requisitos necessários para haver a produção dos raios-x?</div>
<div></div>
</div>
<div></div>
<div><strong>8.</strong> Cite 5 acidentes anatômicos que podemos visualizar numa radiografia periapical de molares superiores?</div>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>9.</strong> Qual a posição do paciente e angulação do cilindro para uma radiografia interproximal?</div>
<div></div>
</div>
<div>
<div></div>
<div><strong>10.</strong> Qual o tipo e tamanho do filme periapical da bissetriz?</div>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>11.</strong> Quanto a utilização, como são classificados os filmes radiográficos?</div>
<div></div>
<div></div>
<p><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4998" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png" alt="Respostas" width="760" height="100" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png 760w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas-300x39.png 300w" sizes="auto, (max-width: 760px) 100vw, 760px" /></a></p>
<div>
<div>
<div><strong>Questão 1. </strong></div>
<div>
<div>Maxila</div>
<div>
<ul>
<li>septo nasal (radiopaco)</li>
<li>concha nasal inferior (radiopaco)</li>
<li>espinha nasal anterior (radiopaco)</li>
<li>forame incisivo (radiolúcido)</li>
<li>fossa nasal (radiolúcido)</li>
</ul>
<div>Mandíbula</div>
<div>
<ul>
<li>forame lingual (radiolúcido)</li>
<li>espinha geminiana ou processo geni (radiopaco)</li>
<li>protuberância mentual (radiopaco)</li>
<li>linha milo-hióidea (radiopaco)</li>
<li>forame mentual (radiolúcido)</li>
</ul>
<div><strong>Questão 2. </strong></div>
</div>
<div>
<ul>
<li>velocidade da luz &#8211; 300.000 km/s</li>
<li>propaga-se em linha reta</li>
<li>divergente</li>
<li>invisível</li>
<li>inodoro</li>
</ul>
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<div><strong>Questão 3. </strong></div>
</div>
<p>Uso do posicionador</p>
<div><strong>Questão 4. </strong></div>
</div>
</div>
<p>Distância focal (foco-filme)</p>
<div><strong>Questão 5. </strong></div>
<div>São 5:</div>
<div>
<ol>
<li>revelação</li>
<li>lavagem intermediária (enxágue)</li>
<li>fixação</li>
<li>lavagem final</li>
<li>secagem</li>
</ol>
<div><strong>Questão 6. </strong></div>
</div>
<p>Linha da pupila</p>
<div><strong>Questão 7. </strong></div>
</div>
<ul>
<li>Gerador de elétrons;</li>
<li>Acelerador de elétrons;</li>
<li>Alvo Anteparo</li>
</ul>
<div><strong>Questão 8. </strong></div>
</div>
<div>
<ol>
<li>Osso zigomático</li>
<li>processo zigomático da maxila</li>
<li>seio maxilar</li>
<li>hâmulo do pterigóide</li>
<li>Lâmina lateral do processo pterigóide do osso esfenóide</li>
</ol>
<p><strong>Questão 9. </strong></p>
<ul>
<li>Posição: Plano sagital mediano, perpendicular ao plano horizontal.</li>
<li>Angulação: +5 a +10 graus</li>
</ul>
<div><strong>Questão 10. </strong></div>
<div></div>
<div>Tipo 1, tamanho 2</div>
<div></div>
<div><strong>Questão 11. </strong></div>
<p>Extrabucal, intrabucal e dosimétricos
</p></div>
</div>
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		<item>
		<title>Requisitos Para Produção de Raio-X e Suas Propriedades</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/requisitos-para-producao-de-raio-x-e-suas-propriedades/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/requisitos-para-producao-de-raio-x-e-suas-propriedades/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2015 05:49:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Radiologia]]></category>
		<category><![CDATA[bissetriz]]></category>
		<category><![CDATA[modificada]]></category>
		<category><![CDATA[paralelismo]]></category>
		<category><![CDATA[periapical]]></category>
		<category><![CDATA[Processamento]]></category>
		<category><![CDATA[radiografia]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=3381</guid>

					<description><![CDATA[O raio-x é um importante aliado para diagnósticos e tratamentos na odontologia, entender o mecanismo de produção do raio-x e como se desenvolve é fundamental para que você domine a radiologia na odontologia. Requisitos: Gerador de elétrons Acelerador de elétrons Alvo/Anteparo Propriedades: Inodoro Invisível Propagam-se na velocidade da luz Propagam-se em linha reta Divergentes As [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O raio-x é um importante aliado para diagnósticos e tratamentos na odontologia, entender o mecanismo de produção do <strong>raio-x</strong> e como se desenvolve é fundamental para que você domine a radiologia na odontologia.</p>
<p><strong>Requisitos:</strong></p>
<ul>
<li>Gerador de elétrons</li>
<li>Acelerador de elétrons</li>
<li>Alvo/Anteparo</li>
</ul>
<p><strong>Propriedades:</strong></p>
<ul>
<li>Inodoro</li>
<li>Invisível</li>
<li>Propagam-se na velocidade da luz</li>
<li>Propagam-se em linha reta</li>
<li>Divergentes</li>
</ul>
<p><strong>As vantagens e indicações das técnicas da bissetriz e do paralelismo</strong></p>
<p><span style="color: #ff0000;">BISSETRIZ</span><br />
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<p>Vantagens:</p>
<ul>
<li>Simples execução</li>
<li>Imagem real;</li>
<li>Posicionamento simples e rápido</li>
</ul>
<p>Indicações:</p>
<ul>
<li>Detecção de processos inflamatórios</li>
<li>Observação de estado periodontal</li>
<li>Observação de condutos radiculares</li>
<li>Avaliação pós-operatória de implantes</li>
</ul>
<p><span style="color: #ff0000;">PARALELISMO</span></p>
<p>Vantagens:</p>
<ul>
<li>Simples execução</li>
<li>Possibilidade de movimentação do paciente</li>
<li>Menor ampliação da imagem</li>
</ul>
<p>Indicações:</p>
<ul>
<li>Cronologia de erupção dentária</li>
<li>Presença de alterações coronárias</li>
<li>Alterações dentárias e pulpares</li>
<li>Endodontia</li>
</ul>
<p><strong>Relação de cuidados (radioproteção) que devem ser tomados com pacientes gestantes</strong></p>
<ul>
<li>Justificativa clínica importante</li>
<li>Avental plumbífero</li>
<li>Protetor de tireoide</li>
<li>Reduzir o número de tomadas radiográficas</li>
<li>Explicar ao paciente os benefícios do exame</li>
</ul>
<p><strong>Descrição da técnica da bissetriz desde a entrada do paciente</strong></p>
<ol>
<li>Exame do paciente;</li>
<li>EPI’s;</li>
<li>Avental plumbífero;</li>
<li>Protetor de tireoide;</li>
<li>Posicionamento da cabeça</li>
<li>Considerações anatômicas – planos antropológicos</li>
<li>Posicionamento e manutenção do filme radiográfico na boca do paciente</li>
<li>Posicionamento do feixe central de raio-X</li>
<li>Tomada radiográfica (timer – operador do lado de fora da sala protegida com biombo de chumbo)</li>
<li>Processamento radiográfico:</li>
</ol>
<ul>
<li>Revelação</li>
<li>Banho intermediário</li>
<li>Fixação</li>
<li>Lavagem final</li>
<li>Secagem</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Métodos de Localização Radiográfica</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/metodos-de-localizacao-radiografica/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/metodos-de-localizacao-radiografica/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Aug 2012 06:57:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Radiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Clark]]></category>
		<category><![CDATA[Donovan]]></category>
		<category><![CDATA[método]]></category>
		<category><![CDATA[Miller-Winter]]></category>
		<category><![CDATA[parma]]></category>
		<category><![CDATA[radiografia]]></category>
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					<description><![CDATA[Quer saber sobre os métodos de localização radiográfica mais utilizados? Dá só uma olhada nesse conteúdo sintetizado que fizemos para você! Métodos intrabucais Associação de métodos intra e extrabucais Método de Clark “Princípio do Paralaxe ou Deslocamento Horizontal” Definição: Dois objetos de dimensões semelhantes, um à frente do outro, o objeto mais próximo do observador [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quer saber sobre os métodos de localização radiográfica mais utilizados?</p>
<p>Dá só uma olhada nesse conteúdo sintetizado que fizemos para você!</p>
<ul>
<li>Métodos intrabucais</li>
<li>Associação de métodos intra e extrabucais</li>
</ul>
<hr />
<p><strong>Método de Clark</strong></p>
<p style="text-align: left;">“Princípio do Paralaxe ou Deslocamento Horizontal”</p>
<p><em><span style="color: #000000;">Definição:</span> </em>Dois objetos de dimensões semelhantes, um à frente do outro, o objeto mais próximo do observador encobrirá o objeto mais distante. Se o observador se movimentar para a direita ou para a esquerda, o objeto mais próximo dele se moverá em sentido contrário ao seu deslocamento. O objeto mais distante do observador se moverá no mesmo sentido do seu deslocamento.<br />
<body><br />
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</body></p>
<p>Para localização de dentes <strong>NÃO IRROMPIDOS</strong>, com duas tomadas radiográficas*:</p>
<ol>
<li>Radiografia periapical normal da região;</li>
<li>Radiografia com modificação na angulação horizontal, para mesial ou distal.</li>
</ol>
<div></div>
<div>
<hr />
<p><strong>Método de Miller-Winter</strong></div>
<div>
<p style="text-align: left;">“Técnica da Dupla Incidência ou do Ângulo Reto”</p>
<p>&#8211; Para a localização de molares inferiores não irrompidos e outras regiões</p>
<ul>
<li>Radiografia periapical padrão (altura e largura)</li>
<li>Radiografia oclusal convencional com filme periapical (profundidade: vestíbulo-lingual)</li>
</ul>
<hr />
<p><strong>Modificação de Donovan</strong></p>
<div>
<p style="text-align: left;">“Princípio da Dupla Incidência”</p>
<p>Localização de molares inferiores não irrompidos em posição mais posterior<br />
*Dificuldade de posicionamento da película oclusalmente;<br />
*Corte da região radicular</p>
<ul>
<li>Radiografia periapical padrão (altura largura)</li>
<li>Radiografia com filme posicionado sobre o ramo ascendente, mantido pelo paciente (profundidade: vestíbulo-lingual)</li>
</ul>
<hr />
<p><strong>Método de Parma</strong></p>
<div>Modificação no posicionamento do filme, inclinando-o em seu maior eixo;<br />
&#8211; Para visualização de molares inferiores</div>
</div>
</div>
<div>
<hr />
</div>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Resumo de Cariologia</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/resumo-geral-odontologia-social-e-preventiva-e-cariologia/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/resumo-geral-odontologia-social-e-preventiva-e-cariologia/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jun 2012 14:50:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontologia Social e Preventiva e Cariologia]]></category>
		<category><![CDATA[ART]]></category>
		<category><![CDATA[atividade]]></category>
		<category><![CDATA[Cariologia]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[flúor]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[radiografia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[selante]]></category>
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					<description><![CDATA[Resumo sobre cariologia que montamos para você traz explicações de conceitos, classificações e até técnicas de prevenção. Processo Des-Re: se dá quando o pH do esmalte está abaixo de 5,5 – quando o esmalte mais perde íons cálcio e fosfato do que ganha, ou seja, mais desmineralização. Com a presença do flúor, esse limite de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Resumo sobre <strong>cariologia</strong> que montamos para você traz explicações de conceitos, classificações e até técnicas de prevenção.</p>
<p><strong>Processo Des-Re:</strong> se dá quando o pH do esmalte está abaixo de 5,5 – quando o esmalte mais perde íons cálcio e fosfato do que ganha, ou seja, mais desmineralização. Com a presença do flúor, esse limite de pH crítico do esmalte aumenta para 4,5.</p>
<p>*Já na dentina, a progressão da cárie é mais rápida, já que seu pH crítico é 6,5.</p>
<p><strong>Classificação segundo atividade de doença</strong></p>
<p><strong>Aguda/ativa</strong></p>
<ul>
<li>Opacas (sem brilho)</li>
<li>Ásperas</li>
<li>Localizadas em sítios de retenção&nbsp; crônica de biofilmes</li>
</ul>
<p>-margem cervical; fóssulas e fissuras; bordas de próteses; bordas de brackets.</p>
<p><strong>Crônica/inativa </strong></p>
<ul>
<li>Brilhantes</li>
<li>Lisas</li>
<li>Brancas ou escuras</li>
</ul>
<p><strong>Técnica de Prevenção &#8211; Selante</strong></p>
<p><strong>Requisitos básicos de um selante: </strong></p>
<ul>
<li>Adesão ao esmalte</li>
<li>Aplicação clínica simples</li>
<li>Fluidez</li>
<li>Polimerização rápida</li>
<li>Não ser prejudicial aos tecidos bucais</li>
<li>Solubilidade</li>
</ul>
<p><strong>Critérios para aplicação:</strong><br />
Indicações tendo como base&#8230;</p>
<ul>
<li>Idade e higiene do paciente</li>
<li>Histórico de doença carie no individuo</li>
<li>Hábitos alimentares</li>
<li>Cooperação e confiança no retorno do paciente</li>
<li>Tipo de morfologia do dente</li>
<li>Julgamento clínico de cada dentista</li>
</ul>
<p><strong>Técnica de aplicação do selante </strong></p>
<ol>
<li>Profilaxia com soro fisiológico ou água oxigenada</li>
<li>Isolamento relativo, quando possível – absoluto</li>
<li>Condicionamento ácido 30seg (ácido poliacrílico 11%: ionomérico | ácido fosfórico 37%: resinoso)</li>
<li>Remoção do ácido com água e secagem para controle de umidade (opaca)</li>
<li>Aplicação do selante</li>
<li>Ajuste oclusal</li>
<li>Aplicação do verniz fluoretado</li>
<li>Avaliação periódica – risco do paciente</li>
</ol>
<p><strong>A eficácia dos selantes oclusais depende:</strong></p>
<ul>
<li>Retenção dependente do controle da umidade no momento da aplicação</li>
<li>Espera-se 100% da prevenção de cáries em cicatrículas e fissuras com a aplicação e manutenção dos selantes.</li>
</ul>
<p><strong>Lesão de cárie incipiente e selamento oclusal:</strong></p>
<ol>
<li>Bloqueio da fonte de nutrientes da bactéria</li>
<li>Capacidade de reparar da dentina</li>
<li>Ataque ácido reduz 75% o número de microrganismos</li>
</ol>
<div></div>
<div><strong>ART</strong><br />
Se da pela remoção do tecido cariado com o uso de instrumentos manuais e restauração de cavidades com material restaurador adesivo.</div>
<div></div>
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<div><strong>Vantagens: </strong></p>
<ul>
<li>Dispensa o uso de equipamentos odontológicos</li>
<li>Simples e de baixo custo operacional</li>
<li>Não necessita de anestesia (se estiver em clínica e houver a necessidade é indicado)</li>
<li>Maior conservação de estrutura dentária</li>
<li>Uso de material restaurador adesivo com liberação de flúor</li>
</ul>
<p><strong>Sequência da técnica: </strong></p>
<ol>
<li>Isolamento do campo operatório com rolos de algodão</li>
<li>Limpeza da superfície do dente</li>
<li>Ampliação do acesso à lesão se necessário</li>
<li>Remoção do tecido cariado (com colher de dentina)</li>
<li>Limpeza da cavidade ou superfície oclusal (ácido poliacrilico)</li>
<li>Lavagem com&nbsp; bolinhas de algodão umedecidas e secagem</li>
<li>Proteção pulpar se necessário</li>
<li>Manipulação do CIV</li>
<li>Inserção do material na cavidade</li>
<li>Pressão digital</li>
<li>Ajustes e remoção de excessos</li>
<li>Verificação da oclusão</li>
<li>Proteção com verniz fluoretado</li>
</ol>
<p><strong>Revelação de Placa &gt; IHO-S</strong></p>
<ul>
<li>Pastilha reveladora de placa – mastigar e bochechar a solução por 1 min.</li>
<li>Visualizar áreas&nbsp; pigmentadas .</li>
</ul>
<p><strong>Ciclo restaurador repetitivo</strong></p>
<div>O ciclo restaurador repetitivo é caracterizado por uma sequência de eventos que seguem após um diagnóstico impreciso, ou indicação errada ou até mesmo uma cultura tradicional restauradora, que levam a uma perda de estrutura dentária, deixando o dente mais frágil. Para que haja uma intervenção mínima, é exigido do profissional um esforço maior no diagnóstico e mais capacidade cientifica do que métodos invasivos.</div>
<div></div>
<div><strong>Pressupostos necessários para o manejo da cárie</strong></p>
<ol>
<li>Identificação dos fatores de risco</li>
<li>Implementação de estratégias preventivas</li>
<li>Remineralização de lesões não cavitadas</li>
<li>Intervenção cirúrgica mínima em lesões cavitadas</li>
<li>Reparo de restaurações não defeituosas</li>
</ol>
<p align="right">Mickenautsch, 2006</p>
<p><strong>Promoção da Saúde</strong></p>
<p><strong>Definição de promoção à saúde: </strong>Processo de capacitação da comunidade para atuar na melhoria da sua capacidade de vida e saúde.<br />
&#8211; Redução dos fatores de risco e promoção de fatores de saúde.<br />
&#8211; Redução de desigualdades sociais e de saúde;<br />
&#8211; Ações coletivas, multidimensionadas, mediadas pelo setor de saúde (tornar as escolhas saudáveis, as mais fáceis).</p>
<p><strong>Ações de promoção da saúde:</strong></p>
<ul>
<li>Construir políticas públicas saudáveis</li>
<li>Criar ambientes favoráveis à saúde</li>
<li>Fortalecer ações comunitárias</li>
<li>Desenvolver ações comunitárias</li>
<li>Desenvolver habilidades pessoais</li>
<li>Reorientar serviços de saúde.</li>
</ul>
<p><strong>Flúor</strong><br />
O elemento mais eletronegativo da tabela tem uma ação preventiva e terapêutica quando se fala de cárie, porém, o mito de que ele deixa os dentes mais fortes é uma inverdade, porque quando o flúor é ingerido, grande parte não fica na superfície dental.<br />
Nos dentes, quando o pH diminui, o aleto é quebrado (lise) e o fluoreto será disponibilizado em sua forma iônica [F-] para efetuar a remineralização. No esmalte o flúor forma a fluorapatita, composto mais “resistente” às condições ácidas do que a hidroxiapatita (condição normal do esmalte), dessa forma, o flúor aumenta o limite de pH crítico do esmalte.</p>
<p><strong>Radiografias</strong></p>
<p><strong>Bite-wing:</strong><br />
Indicações – lesões cariosas proximais e incipientes; falta ou excesso de material restaurador; reabsorções ósseas</p>
<p><strong>Periapical:</strong><br />
Indicações &#8211; Lesões cariosas,&nbsp; excesso ou falta de material restaurador, relação entre dentição decídua e permanente, mineralizações e nódulos pulpares, reabsorções radiculares internas e externas, anomalias dentárias, lesões periapicais e outras patologias ósseas.</p>
<p><strong>Panorâmica:</strong><br />
Indicações &#8211; Estudo dos padrões de erupção dentária, formação e desenvolvimento das raízes, Visualização dos seios maxilares, exames da articulação têmporo-mandibular (ATM), estudo de grandes áreas patológicas e suas relações com estruturas vizinhas, verificação de fraturas, estudo das glândulas salivares e verificação de assimetrias no complexo dento-facial.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Como Fazer a Descrição de Panorâmica?</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/descricao-de-radiografia-panoramica/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/descricao-de-radiografia-panoramica/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2012 16:19:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Radiologia]]></category>
		<category><![CDATA[frankfurt]]></category>
		<category><![CDATA[panorâmica]]></category>
		<category><![CDATA[radiografia]]></category>
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					<description><![CDATA[Radiografias panorâmicas na odontologia servem para podermos ter uma visão global da situação das estruturas ósseas e dentárias. Porém, não diagnosticamos através de radiografias panorâmicas, e sim, aplicamos conceitos de identificação descrevendo o que vemos, mas não se pode ter certeza com apenas um exame de raio-x, visto que existem inúmeras patologias e causas. Posicionamento: [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Radiografias panorâmicas</strong> na odontologia servem para podermos ter uma visão global da situação das estruturas ósseas e dentárias. Porém, não diagnosticamos através de radiografias panorâmicas, e sim, aplicamos conceitos de identificação descrevendo o que vemos, mas não se pode ter certeza com apenas um exame de raio-x, visto que existem inúmeras patologias e causas.</p>
<p><strong>Posicionamento:</strong> Língua no céu da boca<br />
<strong>Plano:<br />
</strong>&#8211; Plano de Frankfurt &gt; Tragus &#8211; Forame Orbital<br />
&#8211; Coluna reta<br />
&#8211; Sagital mediano perpendicular ao solo<br />
<body><br />
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</body></p>
<p><strong>Descrição radiográfica </strong></p>
<p><strong>Identificação:</strong> Nome; Data; Idade<br />
<strong>Dentição:</strong></p>
<ul>
<li>Decídua; Mista; Permanente</li>
<li>Ausência; Agenesia; Supra-numerários</li>
<li>Dente incluso; em erupção; impactado; parcialmente retido; em formação; ectópico; lateroversão (girado &#8211; mesio ou disto inclinação)</li>
<li>Restaurações Radiopacas: Metálicas e Não-metálicas</li>
<li>Imagem radiolúcida ou cárie</li>
<li>Cálculo</li>
<li>Apinhamento/ falta de espaço</li>
<li>Aparelho ortodôntico, fixo ou contenção</li>
<li>Endodontia &#8211; parcial obturação de conduto ou adequada</li>
<li>Prótese fixa, implantes, pinos, placas, blocos, coroas</li>
<li>Raiz residual</li>
<li>Dilaceração radicular</li>
<li>Risogênese</li>
<li>Fraturas</li>
<li>Saco pericoronário</li>
<li>Presença de imagem radiolúcida no periápice</li>
<li>Reabsorção óssea alveolar (vertical ou horizontal)</li>
<li>Rarefação óssea periapical</li>
</ul>
<p>As vezes, as radiografias apresentam imagens DUPLAS (ex: coluna vertebral) e FANTASMA (ex: brinco, piercing)</p>
<p>*Observação: quando houver a necessidade de exames complementares, deve-se adicionar ao fim do levantamento de informações radiográficas.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/descricao-de-radiografia-panoramica/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Física das Radiações</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/fisica-das-radiacoes/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/fisica-das-radiacoes/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 14:20:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Radiologia]]></category>
		<category><![CDATA[compton]]></category>
		<category><![CDATA[Física das radiações]]></category>
		<category><![CDATA[radiação]]></category>
		<category><![CDATA[radiografia]]></category>
		<category><![CDATA[radiologia]]></category>
		<category><![CDATA[raio-x]]></category>
		<category><![CDATA[thomson]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com a boa tradição dos professores universitários alemães, eu sou de opinião que seus descobrimentos e invenções pertencem à Humanidade e que eles não deveriam, de maneira alguma, ser controlados por patentes, licenças e contratos, nem deveriam estar subordinados a grupo algum, disse o físico alemão W. C. Röntgen, ganhador do Nobel de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>De acordo com a boa tradição dos professores universitários alemães, eu sou de opinião que seus descobrimentos e invenções pertencem à Humanidade e que eles não deveriam, de maneira alguma, ser controlados por patentes, licenças e contratos, nem deveriam estar subordinados a grupo algum, disse o físico alemão W. C. Röntgen, ganhador do Nobel de 1901 pelos seus trabalhos com radiação eletromagnética.</p>
<p style="text-align: left;"><strong> Raio X – Radiação eletromagnética</strong></p>
<p>Na radiação ondulatória (eletromagnética) a energia é transportada em forma de ondas eletromagnéticas senoidais de diferentes comprimentos de onda. Elas surgem pela formação e desaparecimento periódico de potenciais de campos elétricos e magnéticos (Friedrich Anton Pasler).<br />
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</body></p>
<p><strong>Propriedades dos Raios X</strong></p>
<ul>
<li>velocidade da luz &#8211; 300.000 km/s</li>
<li>comprimento de onda varia de 0,01 &#8211; 0,05 nm</li>
<li>propaga-se em linha reta</li>
<li>divergente</li>
<li>não é desviada pelos campos elétricos e magnéticos</li>
<li>invisível</li>
<li>inodoro</li>
<li>pode sensibilizar chapas radiográficas</li>
<li>penetra em corpos opacos</li>
<li>produz ionização nos sistemas biológicos</li>
<li>produz fluorescência e fosforescência</li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Existem 3 requisitos básicos na formação do do raio X</strong></p>
<ol>
<li>Gerador de elétrons</li>
<li>Acelerador de elétrons</li>
<li>Alvo Anteparo</li>
</ol>
<p>A produção de radiação é a conversão de algum tipo de energia no tipo de energia conhecida como<strong> radiação.</strong> Os <strong>raios X</strong> são produzidos pela energia de conversão, quando um elétron de alta energia cinética, proveniente do filamento colide com o ânodo (alvo). Um fóton de raio X é produzido quando um elétron de alta energia perde energia. Em razão disso, o primeiro requisito para a produção de raios X é uma fonte geradora de elétrons. Esses elétrons deverão ser acelerados, ganhar energia cinética, ganhar energia cinética, o que é realizado pela diferença de potencial (tensão) aplicadas aos dois pólos de um tubo de raios X.</p>
</div>
<div><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-613 aligncenter" title="raiox" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/02/raiox-1024x743.png" alt="" width="565" height="411" /></div>
<div><strong><strong>Radiação Bremsstrahlung (Radiação de Frenamento)</strong></strong></div>
<div>
É produzida quando elétrons acelerados são freados bruscamente contra um alvo anteparo. Quando elétrons acelerados passam perto dos núcleos de átomos de tungstênio, a carga positiva do núcleo interage com a carga negativa do elétron e, conseqüentemente, desviando-o da sua trajetória original. Este desvio do elétron, ou deflexão, é acompanhado de perda de energia cinética, que é transformada em radiação</div>
<div>
<strong>Radiação Característica</strong></div>
<div>
Ocorre quando um elétron acelerado da corrente do tubo remove um elétron das camadas do átomo que constitui o alvo anteparo (tungstênio da área focal), conseqüentemente, ionizando este átomo. Quando um elétron é retirado de uma camada do átomo da área focal, fica um espaço vaio que será preenchido por um elétron da camada mais próxima externa. Restabelecendo o equilíbrio.</div>
<div>
<em>A temperatura aumenta com a elevação da miliamperagem e conseqüentemente aumenta o número de elétrons ao redor do filamento.</em></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-614 aligncenter" title="filamento elétrons" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/02/filamento-elétrons.png" alt="" width="406" height="295" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>↑ Kvp</strong>  → <strong>↑</strong> <strong>comprimento de onda </strong><strong> (</strong><strong>λ)</strong> → <strong>↑</strong><strong> freqüência</strong> → <strong>↑</strong><strong> poder de penetração</strong></p>
<p><strong>Efeito Thomson (Dissipação não modificada)</strong></p>
<p>A energia do fóton incidente é menor do que a energia de ligação dos elétrons<br />
<em>Energia do Fóton &lt; Energia de ligação dos elétrons.</em></p>
<p>Neste processo que é também conhecido como <strong>espelhamento coerente</strong>, o fóton incidente interage com um elétron (das camadas mais externas) vibrando-p momentaneamente, deixando de existir. O elétron interado emite energia em forma de um fóton, com a mesma energia e freqüência que do fóton incidente, sendo em direções diferentes. Não há perda de energia.</p>
<p><strong>Efeito Compton (Dissipação modificada ou Espelhamento incoerente)</strong></p>
<p><em>Energia do fóton &gt; Energia de ligação do elétron.</em></p>
<p>Ocorre quando a energia do fóton é superior à energia de ligação dos elétrons. Este processo envolve os elétrons das camadas mais externas dos átomos e elétrons fragilmente ligados de átomos de baixo numero atômico. Parte da energia do fóton é usada para remover o elétron e a restante é possuída pelo fóton, que continua em direção diferente. O elétron retirado passa a chamar-se elétron Compton (elétron de refluxo) e irá interagir com o meio até ceder toda a sua energia. O fóton desviado (dissipado) irá também sofrer interações em regiões diferentes, podendo provocar “véu” nas radiografias</p>
<p><strong>Alvo Anteparo</strong></p>
<ul>
<li>possuir alto numero atômico</li>
<li>alto ponto de fusão</li>
<li>ser bom condutor de calor</li>
</ul>
</div>
<p>Esse foi um conteúdo bem sintetizado sobre física de radiações para vocês arrasarem em radiologia. Querem saber TUDO sobre Radiologia? <strong><span style="color: #00ccff;"><a style="color: #00ccff;" href="https://www.odontoup.com.br/?s=radio" target="_blank" rel="noopener noreferrer">CLIQUE AQUI!</a></span></strong></p>
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