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	<title>quimioteapia &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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		<title>Mucosite</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Oct 2013 20:15:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer Bucal]]></category>
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					<description><![CDATA[A radioterapia é um dos tratamentos de eleição para pacientes portadores de neoplasias de cabeça e pescoço, porém verificamos que o aparecimento de sequelas é praticamente inevitável. As alterações inflamatórias ou infecciosas da cavidade oral são denominadas mucosites. As alterações nas mucosas podem provocar um desconforto e disfagia, levando muitas vezes, a um comprometimento nutricional. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center">A radioterapia é um dos tratamentos de eleição para pacientes portadores de neoplasias de cabeça e pescoço, porém verificamos que o aparecimento de sequelas é praticamente inevitável. As alterações inflamatórias ou infecciosas da cavidade oral são denominadas <strong>mucosites. </strong></p>
<p style="text-align: left;" align="center">As alterações nas mucosas podem provocar um desconforto e disfagia, levando muitas vezes, a um comprometimento nutricional. A mucosite normalmente é transitória e os pacientes recuperam-se, espontaneamente, no primeiro mês após encerramento do tratamento radioterápico.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">A associação da radioterapia com quimioterápicos produz um efeito sinérgico potencializando a severidade das alterações inflamatórias da mucosa oral.</p>
<p>A <strong>mucosite oral</strong> é uma das complicações mais frequentes em pacientes portadores de câncer de cabeça e pescoço, sendo consequência de um processo inflamatório local, e os tratamentos antineoplásicos, radioterapia e quimioterapia desses tumores são importantes causas dessa afecção.<br />
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<p><strong>A fisiopatologia da mucosite é dividida em 4 fases:</strong></p>
<p><strong>1. Fase Inflamatória:</strong> tecido epitelial libera interleucina 1 (IL-1), interleucina 6 (IL-6) e fator de necrose tumoral-alfa (TNF-alfa) causando aumento da vascularização local.</p>
<p><strong>2. Fase Epitelial:</strong> ocorre a redução da renovação das células em função da radioterapia e da quimioterapia, ocasionando ulceração do epitélio.</p>
<p><strong>3. Fase Ulcerativa:</strong> quando ocorre a colonização por microorganismos e intensificação das lesões</p>
<p><strong>4. Fase Curativa:</strong> corresponde à renovação celular e posterior cicatrização da mucosite.</p>
<p><strong>Sintomatologia:</strong><br />
A sintomatologia da mucosite oral traz graves consequências para a qualidade de vida dos pacientes. Os principais sinais e sintomas são ulceração da mucosa com dor intensa, dificuldade de alimentação, dificuldade para falar e fazer a higiene oral e presença de infecções oportunistas.</p>
<p><strong>Tratamento:</strong><br />
Dentre os vários fatores implicados na gênese das alterações da mucosa, induzidas por radiação, encontra-se a modificação de flora oral bacteriana com desenvolvimento de quadros infecciosos. Desta maneira um medicamento antisséptico poderia auxiliar na prevenção destas modificações e diminuir a intensidade dos quadros de mucosite.</p>
<p>A medicação escolhida foi o gluconato de clorexidina a 0,12% uma droga amplamente utilizada na área da odontologia<sup>6, 7</sup>.</p>
<p>A mucosite apresenta como consequência a formação de ulcerações em alguns casos, e quando isto ocorre, abre-se a possibilidade para infecções secundárias e oportunistas, principalmente por&nbsp;<i>Candida albicans</i><sup>14</sup>. Por este motivo a droga escolhida deve apresentar uma ação antimicrobiana fato bastante conhecido na ação da clorexidina<br />
Nem sempre a interrupção do tratamento é o efeito deletério mais importante da mucosite pós–radioterapia.</p>
<p>Em alguns pacientes a mucosa torna-se intensamente dolorosa, dificultando a deglutição do paciente, fato que pode comprometer o quadro nutricional<sup>11</sup>&nbsp;já deteriorado pela doença de base.</p>
<p>A mucosite oral grave também pode exigir interrupção parcial ou completa de tratamento antineoplásico, como radioterapia, antes do regime planejado ser completado, aumentando o risco de proliferação das células tumorais e dificultando o controle do câncer<sup>6</sup>. Nos pacientes em quimioterapia, a mucosite geralmente ocorre nas mucosas não queratinizadas do ventre de língua, do assoalho de boca, do palato mole e também na mucosa jugal.</p>
<p>Nos pacientes em tratamento com radioterapia em região de cabeça e pescoço, a inflamação pode acometer tanto a mucosa queratinizada quanto a não queratinizada. O uso do álcool e do tabaco, a quimioterapia, as infecções fúngicas e a má higienização bucal podem aumentar a incidência ou agravar a mucosite<sup>6</sup></p>
<p>O<strong> tratamento</strong> da mucosite deve ser conservador, para evitar uma acentuação das irritações teciduais e prejuízos às células remanescentes do epitélio acompanhado de um controle de placa bacteriana com manutenção da higiene oral.<br />
A utilização de bochechos com o chá de camomila, apesar do seu efeito não comprovado, parece conferir importante redução no grau e no alívio das principais queixas da mucosite, fato que pode estar associado à ação anti-inflamatória dessa erva<sup>13</sup>.</p>
<p>Condutas utilizadas no tratamento da mucosite oral incluem o uso de analgésicos sistêmicos, anestésicos ou analgésicos tópicos.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Neoplasias malignas frequentemente associadas</strong></p>
<p>A leucemia e o linfoma são exemplos de neoplasias malignas que causam supressão da medula óssea e tendem a estar associadas a complicações bucais com maior frequência</p>
<p><strong>Conclusão:</strong><br />
A mucosite oral é intercorrência muito comum nos pacientes em tratamento oncológico, advinda de uma alteração celular, podendo se desenvolver em processos ulcerativos importantes e levando a uma redução na qualidade de vida desses pacientes durante e após o tratamento radio e quimioterápico.</p>
<p>Referência das Imagens:<br />
MUCOSITE ORAL RADIOINDUZIDA &#8211; Patrícia Nogueira Montenegro de ALMEIDA; Ernesto ROESLER; Ana Paula Veras SOBRAL<br />
Trabalho apresentado no Projeto de Extensão em Prevenção ao Câncer de Boca.</p>
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