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	<title>processo &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>processo &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Bioenergética: Lipídeos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jun 2016 01:25:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bioquímica]]></category>
		<category><![CDATA[cadeia]]></category>
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					<description><![CDATA[Os lipídeos são substâncias caracterizadas pela sua baixa solubilidade em água (apolar) e alta solubilidade em solventes orgânicos. Suas propriedades refletem a natureza hidrofóbica das suas estruturas químicas. Dentre as principais funções dos lipídeos, encontramos: reserva energética, combustível celular, estrutural, composição, isolamento térmico, isolamento elétrico, isolamento mecânico, impermeabilizante (ceras), hormonal, anti-oxidação, função digestiva através dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os lipídeos são substâncias caracterizadas pela sua baixa solubilidade em água (apolar) e alta solubilidade em solventes orgânicos. Suas propriedades refletem a natureza hidrofóbica das suas estruturas químicas.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6463" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/LIPIDEOS.png" alt="LIPIDEOS" width="1024" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/LIPIDEOS.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/LIPIDEOS-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/LIPIDEOS-768x576.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Dentre as principais funções dos lipídeos, encontramos: reserva energética, combustível celular, estrutural, composição, isolamento térmico, isolamento elétrico, isolamento mecânico, impermeabilizante (ceras), hormonal, anti-oxidação, função digestiva através dos sais biliares, emulsificação, armazenamento e transporte.</p>
<p>São classificados em Ácidos Graxos, lipídeos complexos (acilglicerois, fosfoacilglicerois, esfingolipideos, ceras) e lipídeos simples (terpenos, esteroides, icosanoides). Ainda, de acordo com Lehninger, podem ser classificados em lipídeos de armazenamento (triacilglicerois) e de membrana (fosfolipideos – glicerolipideos e esfingolipideos, glicolipideos – esfingolipideos).<br />
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</script></p>
<p>O metabolismo energético dos lipídios acontece, portanto, secundariamente ao dos carboidratos, o que torna os lipídios que contém ácidos graxos as principais biomoléculas de reserva energética. De fato, a própria absorção dos lipídeos se dá de forma a favorecer esta função.</p>
<p>Ácidos graxos são lipídeos que apresentam cadeias de átomos de carbono e hidrogênio, com um radical ácido em uma das extremidades. As caudas de hidrocarbonetos podem variar no tamanho e podem ser saturadas e/ou insaturadas. Quanto sua classificação, podem ser essenciais e não essenciais; sendo que suas configurações estruturais se apresentam em cis e trans. São formados através do processo de hidrólise dos triacilglicerois.</p>
<p>Os triacilglicerois (TAGs) são lipídeos formados pela ligação de três moléculas de ácidos graxos com glicerol, através de ligação do tipo éster sendo que a sua principal função é a energética. Quanto a temperatura, são classificados em sólidos (gorduras) e líquidos (óleos).</p>
<p><strong>1 &#8211; Processo de hidrólise</strong></p>
<p>Como mencionado, tal processo formam os ácidos graxos através da quebra de moléculas de água, provenientes da reação de glicerol + ácido carboxílico. Esta reação pode-se apresentar de forma total (os quais formam os triacilglicerois) ou parcial (que formam os mono-acilglicerois e os di-acilglicerois).</p>
<p><strong>2- Transporte de Lipídeos</strong></p>
<p>Para efetividade nos processos metabólicos dos lipídeos, os mesmos são transportados no plasma sanguíneo através de lipoproteínas. Estas por sua vez, são um conjunto composto por proteínas e lipídeos. A estrutura básica da lipoproteína é idêntica, variando somente em tamanho e proporção de seus componentes. A fração proteica é composta por apoproteínas enquanto a parte lipídica é formada por colesterol, triacilglicerois e fosfoglicerídeos. Dentre elas, encontramos cinco tipos básicos: quilomicrons, VLDL, LDL, HDL e IDL.<br />
Após produzidas, estas lipoproteínas são reguladas através dos níveis de colesterol. Este colesterol derivado de gorduras saturadas e do tipo trans favorecem a formação do LDL (“colesterol ruim”), enquanto as gorduras insaturadas promovem a produção do HDL (“colesterol bom”).</p>
<ul>
<li><strong>Quilomicrons: </strong>transportam o colesterol do intestino ao fígado. São as lipoproteínas maiores e menos densas. Sobre sua sintetização, este processo acontece na mucusa intestinal. Possuem apoproteínas do tipo B.</li>
<li><strong>VLDL:</strong> transportam triglicerois e um pouco de colesterol para tecidos periféricos. São lipoproteínas grandes (menores que os quilomicrons) e possuem pouca densidade. Sua sintetização acontece no fígado. Possuem apoproteínas do tipo B.</li>
<li><strong>LDL: </strong>transportam colesterol para locais onde ela exerce função fisiológica, ou seja, do fígado para as células do corpo. Produzidas a partir do VLDL, são lipoproteínas de baixa densidade e não turvam o plasma. Possuem apoproteínas do tipo B.</li>
<li><strong>IDL:</strong> são lipoproteínas que possuem densidade intermediária entre o VLDL e o LDL. Geralmente, não são detectáveis no sangue.</li>
<li><strong>HDL: </strong>recolhem o colesterol dos tecidos e devolvem para o fígado que irá excretá-lo no intestino. São lipoproteínas pequenas e de alta densidade. Possuem apoproteínas do tipo A.</li>
</ul>
<p>Um aumento excessivo do colesterol no sistema é conhecido como “dislipidemia” e que pode levar ao processo conhecido como “aterosclerose” caso haja concentrações elevadas de VLDL e LDL associados a deposição de gordura nas paredes dos vasos, formando placas ateroscleróticas. Essas placas de gordura diminuem a luz dos vasos, causando consequências como a diminuição da elasticidade do vaso e o espaço das artérias, a obstrução do fluxo sanguíneo, aporte do oxigênio e nutrientes aos tecidos.</p>
<p>Tudo isso pode causar e levar ao indivíduo um infarto ou até mesmo um AVC.</p>
<p><strong>3 &#8211; Metabolismo de Lipídeos</strong></p>
<p>Num processo geral, após ingeridos pela dieta, os sais biliares emulsificam as gorduras, formando micelas no duodeno. As lipases intestinais degradam os TAGs e os ácidos graxos são captados pelas células da mucosa intestinal e convertidos em triacilglicerois. Após, os TAGS são incorporados e transportados pelas lipoproteínas pela corrente sanguínea até os tecidos. A lipase proteica ativada no capilar pela Insulina libera ácidos graxos para que estes penetrem nas células e sejam convertidos em Acetil-CoA.</p>
<p>Como as biomoléculas de maiores reservas energéticas são os lipídeos que contém ácidos graxos (AG), os mesmos sofrem um processo de catabolismo para que haja a formação de Acetil-CoA e consequentemente possa ser utilizado no Ciclo de Krebs. Tal processo denominado de <strong>beta-oxidação</strong>, após a ativação do AG, ocorre na mitocôndria e é assim denominado por causar uma quebra no carbono beta.<br />
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</body></p>
<p><strong>3.1 – Beta-Oxidação</strong></p>
<p>Quanto a ativação dos ácidos graxos e a sua ligação com a coenzima A o processo acontece no citosol e, posteriormente a sua ativação, são transportados para a matriz mitocondrial através da sua associação com a carnitina. A carnitina é uma proteína carreadora (amina quaternária), a qual ajuda no transporte, assim, facilitando a oxidação do ácido graxo e consequentemente auxiliando na formação de ATP. Esta enzima é a principal reguladora da beta-oxidação.</p>
<p>O processo do transporte é denominado de “braçadeira de carnitina”, onde, um grupo acil é transferido da CoA citosólica pela carnitina aciltransferase I, formando a Acil-carnitina. Após transportados pela membrana (através de um processo de difusão facilitada), o grupo Acil-carnitina é transferido a outra molécula de CoA pela carnitina aciltransferase II na superfície interna da matriz mitocondrial.</p>
<p>A beta-oxidação consiste em 7 ciclos de uma sequência de 4 reações (oxidação, hidratação, oxidação, clivagem), formando um saldo final de 129 ATPs a partir de cada molécula de ácido graxo, a qual resulta num encurtamento de cadeia à 2 carbonos. Participam dessa reação enzimas como: Acil-CoA desidrogenase, Enoil-CoA hidratase, Beta-hidroxiacil-CoA desidrogenase e Acil-CoA aceltransferase.</p>
<ul>
<li><strong>Oxidação:</strong> primeira etapa da beta-oxidação onde há a produção de FADH2 e participação da enzima Acil-CoA desidrogenase,</li>
<li><strong>Hidratação: </strong>segunda etapa da beta-oxidação onde há a entrada de H2O e a participação da enzima Enoil-CoA hidratase.</li>
<li>­<strong>Oxidação:</strong> terceira etapa da beta-oxidação onde há a formação de NADH + H<sup>+</sup> e a participação da enzima Beta-hidroxiacil-CoA desidrogenase.</li>
<li><strong>Clivagem: </strong>quarta e última etapa da beta-oxidação onde há a formação e a liberação de uma molécula de Acetil-CoA e a participação da enzima Acil-CoA aceltransferase. Esta etapa trata-se de um processo irreversível.</li>
</ul>
<p>Após formado, o Acetil-CoA entra no Ciclo de Krebs na presença de Oxaloacetato proveniente dos carboidratos para a formação do Citrato e dar continuidade no processo. Caso não entre no ciclo, há a formação de <strong>corpos cetônicos</strong>.</p>
<p><strong>3.2- Cetose</strong></p>
<p>Os corpos cetônicos são importantes fontes de energia para os tecidos periféricos. Acontecem quando o indivíduo fica em jejum prolongado, pois o organismo começa a diminuir a glicose e passa a utilizar ácidos graxos e aminoácidos como combustível preferencial. Em situação de jejum ou baixa concentração de glicose plasmática ocorre a síntese de corpos cetônicos no fígado e os mesmos são oxidados pelos tecidos extra-hepáticos, resultando em energia através do ciclo de Krebs.</p>
<p>Normalmente, a síntese de corpos cetônicos é relativamente baixa. Quando acumula acetil-CoA (por exemplo no diabetes hiperglicêmico ou em baixa concentração de glicose) a enzima tiolase catalisa a condensação de 2 moléculas de acetil-CoA formando acetoacetil-CoA, que, em seguida deriva os três compostos denominados de corpos cetônicos (acetoacetato, acetona e β-hidroxibutirato).</p>
<p>As reações de síntese de corpos cetônicos ocorrem na matriz de mitocôndrias hepáticas. O HMG-CoA é também um intermediário na síntese de esterol. No pH do plasma sanguíneo, os corpos cetônicos dissociam, liberando H+ e podendo acarretar acidose metabólica (cetoacidose).</p>
<p><strong>Referências Bibliográficas&nbsp;</strong><br />
&#8211; BLACKSTOCK, J. C. <em>Biochemistry</em>. Oxford: Butterworth, 1998.<br />
&#8211; LEHNINGER, A. L. <em>Princípios de Bioquímica.</em> 4. ed. São Paulo: Sarvier, 2006.<br />
&#8211; STRYER, L. <em>Bioquímica</em>. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 1996.<br />
&#8211; VOET, D., VOET, J.G., PRATT, C.W. <em>Fundamentos de bioquímica</em>. Porto Alegre: Artmed, 2000.<br />
Autor: <strong>Robson Diego Calixto </strong>– Graduando de Bacharelado em Odontologia pelo Centro de Ensino Superior dos Campos Gerais – CESCAGE.</p>
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		<item>
		<title>Síndrome de Eagle</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jun 2016 21:27:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anatomia de Cabeça e Pescoço]]></category>
		<category><![CDATA[Estomatologia & Patologia]]></category>
		<category><![CDATA[anatomia]]></category>
		<category><![CDATA[crânio]]></category>
		<category><![CDATA[eagle]]></category>
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		<category><![CDATA[resumo]]></category>
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					<description><![CDATA[A Síndrome de Eagle tem como característica principal a calcificação do processo estiloide, estrutura que se localiza na região petrosa do osso temporal, onde tem a origem do musculo estilo hioideo, estilo glosso, estilo faríngeo, ligamento estilomandibular e estilo hioideo. O processo estiloide é uma projeção óssea fina e alongada, essa estrutura lembra um “espinho” [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Síndrome de Eagle</strong> tem como característica principal a calcificação do processo estiloide, estrutura que se localiza na região petrosa do osso temporal, onde tem a origem do musculo estilo hioideo, estilo glosso, estilo faríngeo, ligamento estilomandibular e estilo hioideo. O processo estiloide é uma projeção óssea fina e alongada, essa estrutura lembra um “espinho” ou uma “agulha”, e nas faces proximais dessa estrutura se localizam a artéria carótida interna, medial ao processo estiloide e a artéria carótida externa, lateral ao processo estiloide, essa calcificação pode causar a compressão de nervos e vasos sanguíneos vizinhos.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6425" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/06/Proceso-4-e1466372212172.png" alt="processo estiloide" width="1406" height="1237" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/06/Proceso-4-e1466372212172.png 1406w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/06/Proceso-4-e1466372212172-300x264.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/06/Proceso-4-e1466372212172-768x676.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/06/Proceso-4-e1466372212172-1024x901.png 1024w" sizes="(max-width: 1406px) 100vw, 1406px" /></p>
<p>Segundo estudos realizados em cadáveres, o <strong>processo estiloide</strong> tem tamanhos variáveis, sendo que um valor considerado normal é de 2,5 cm.</p>
<p>Essa síndrome é bem comum entre a população, mesmo tendo um numero grande de pessoas que apresentam calcificação do processo estiloide, poucas delas apresentam os sinais e sintomas dessa síndrome. Normalmente, essa síndrome pode ser facilmente diagnosticada pelo cirurgião-dentista, sendo que para o diagnóstico é necessário uma radiografia panorâmica, sendo de fácil identificação das estruturas na região cinco da panorâmica, geralmente a calcificação dos processos pode ser bilateral ou somente em um dos lados.<br />
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<p>Os <strong>sinais</strong> e <strong>sintomas</strong> dessa síndrome são variáveis, sendo que o paciente pode sentir desconforto quando mexe o pescoço, quando realiza a abertura bucal, pode ter disfagia (dificuldade de deglutir), otalgia (dores nos ouvidos), disfonia (dificuldade de fonação ou alteração da voz), tontura e cefaléia.</p>
<p>Os exames táteis também podem ser uma opção, realizar palpação na fossa amigdaliana e em região cervical, mais precisamente na região do plexo dois da cadeia linfática. Porém, em todos os casos, para fechar o diagnóstico é imprescindível fazer a solicitação de exames complementares.<br />
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</body></p>
<p>Fonte para a produção da imagem: Kenhub</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Relação Microbiota – Hospedeiro: Infecção e Resistência</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/relacao-microbiota-hospedeiro-infeccao-e-resistencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2015 05:12:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imunologia | Microbiologia & Genética]]></category>
		<category><![CDATA[bactérias]]></category>
		<category><![CDATA[gram]]></category>
		<category><![CDATA[infecção]]></category>
		<category><![CDATA[microbiota]]></category>
		<category><![CDATA[microrganismos]]></category>
		<category><![CDATA[processo]]></category>
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					<description><![CDATA[Esse conteúdo te guiará no estudo da infecção, como funciona o processo infeccioso e suas variáveis. Processo Infeccioso  Consiste na implantação e na colonização de microrganismos em hospedeiro altamente organizado. Infecção não é doença infecciosa O conceito de infecção refere–se exclusivamente à colonização microbiana no hospedeiro. Nem sempre infecção implica em doença, dano, lesão ou prejuízo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esse conteúdo te guiará no estudo da infecção, como funciona o processo infeccioso e suas variáveis.</p>
<p><strong>Processo Infeccioso </strong><br />
Consiste na implantação e na colonização de microrganismos em hospedeiro altamente organizado.</p>
<p><strong>Infecção não é doença infecciosa</strong><br />
O conceito de infecção refere–se exclusivamente à colonização microbiana no hospedeiro. Nem sempre infecção implica em doença, dano, lesão ou prejuízo para o hospedeiro.</p>
<p><strong>Patogenicidade (P)<br />
</strong>Capacidade que um microrganismo tem de gerar dano</p>
<p><strong>(P</strong> <strong>= </strong><strong>N . V</strong><strong>R)</strong></p>
<ul>
<li>P – patogenicidade</li>
<li>N – número de molécula (microrganismos)</li>
<li>V – Virulência bacteriana</li>
<li>R – Resistência do hospedeiro</li>
</ul>
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<p><strong>Virulência</strong><br />
Conjunto de fatores microbianos.</p>
<ol>
<li>Capacidade de aderência</li>
<li>Capacidade de multiplicação</li>
<li>Catabólitos</li>
<li>Produção de exotoxinas</li>
<li>Endotoxinas</li>
<li>Peptideoglicano</li>
<li>Produção de enzimas</li>
<li>Fatores de evasão das defesas</li>
</ol>
<p><strong>A capacidade de aderência depende</strong></p>
<ul>
<li>Do microrganismo e da sua habilidade em (P) implantar – se e manter – se no tecido;</li>
<li>Do tecido do hospedeiro em oferecer condições nutricionais e ecológicas;</li>
<li>Da competição com outros microrganismos;</li>
<li>Do microrganismo resistir às defesas do hospedeiro;</li>
<li>Da virulência do microrganismo.</li>
</ul>
<p><strong>Catabólitos – produtos do metabolismo microbiano</strong></p>
<ul>
<li>Degradação de carboidratos – fermentação (ácidos orgânicos como ácido lático)</li>
<li>Degradação de proteínas – (amônia NH<sub>3</sub>; gás sulfídrico H<sub>2</sub>S)</li>
</ul>
<p><strong>Produção de exotoxinas</strong></p>
<ul>
<li>Toxina (proteína) – produzidos e excretados;</li>
<li>Toxina diftérica – <em>Coryscebacterium dephtherial</em>;</li>
<li>Toxina tetânica – <em>Clostridium tetani</em>;</li>
<li>Toxina botulínica – <em>Clostridium botulinium</em>;</li>
</ul>
<p><strong>Endotoxinas – componentes de estruturas bacterianas (gram. negativas)</strong><br />
LPS – lipopolissacarídeos</p>
<p>A porção lipídica é responsável pela toxidade</p>
<ul>
<li>Ativam o sistema complemento;</li>
<li>Ativação de macrófagos;</li>
<li>Atividade pirogênica;</li>
<li>Atoxidade para fibroblastos;</li>
<li>Agregação plaquetária.</li>
</ul>
<p><strong>Peptideoglicanos – componentes de parede celular bacteriana (gram. positiva)</strong><br />
Ácido N-acetilmurâmico e N-acetilglicosamino<br />
São forma e rigidez à célula bacteriana;</p>
<ul>
<li>Ativam o sistema complemento (componente do SI)</li>
<li>Ativam os macrófagos</li>
</ul>
<p><strong>Produção de enzimas Histolíticas</strong><br />
Enzimas que hidrolisam compostos orgânicos.</p>
<ul>
<li>Protease – colagenases, elastinases, peptidases;</li>
<li>Fosfotase – ácido e alcalina;</li>
<li>Coagulase;</li>
<li>Fibriolisina;</li>
<li>Queratinase;</li>
<li>Fosfolipase;</li>
</ul>
<p><strong>Fatores de evasão das defesas do hospedeiro</strong><br />
Ocasionam maior resistência a ação dos fagócitos e de outros elementos da defesa do hospedeiro.</p>
<ul>
<li>Redutores da quimiotaxia de PMN;</li>
<li>Leucoredinas e leucotoxinas;</li>
<li>Cápsula bacteriana;</li>
<li>Resistência à destruição após fagocitose;</li>
<li>Produção de proteases de anticorpos;</li>
<li>Produção de proteases de complemento;</li>
<li>Inibição de linfócitos T auxiliares;</li>
<li>Ativação de linfócitos T superiores.</li>
</ul>
<p><strong>Disseminação do processo infeccioso</strong></p>
<ul>
<li>Bacteremia – circulação de microrganismos na corrente circulatória.</li>
<li>Septicemia – multiplicação de microrganismos na corrente circulatória (infecção generalizada).</li>
</ul>
<p>Conteúdo baseado na aula do Prof. Paulo Tamarinho, Universidade Positivo</p>
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