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	<title>Princípios &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>Princípios &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Cirurgia Ortognática: Entenda o que é em 3 minutos.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2016 18:51:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[bucomaxilofacial]]></category>
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					<description><![CDATA[A cirurgia ortognática é uma modalidade de tratamento bem estabelecida para corrigir as deformidades dentofaciais moderadas e severas, de modo a facilitar a terapia ortodôntica de má-oclusão. A conduta de tratamento visa atender a cinco princípios: As deformidades dentofaciais podem, frequentemente, ser tratadas por procedimentos isolados na maxila ou mandíbula. Em razão das anormalidades poderem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>cirurgia ortognática</strong> é uma modalidade de tratamento bem estabelecida para corrigir as <strong>deformidades dentofaciais</strong> moderadas e severas, de modo a facilitar a terapia ortodôntica de má-oclusão.</p>
<p>A conduta de tratamento visa atender a cinco princípios:</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6482" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/ortognatica-2-e1468262906308.png" alt="ortognatica" width="1024" height="565" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/ortognatica-2-e1468262906308.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/ortognatica-2-e1468262906308-300x166.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/ortognatica-2-e1468262906308-768x424.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>As deformidades dentofaciais podem, frequentemente, ser tratadas por procedimentos isolados na maxila ou mandíbula. Em razão das anormalidades poderem ocorrer em ambos os ossos, maxila e mandíbula, a correção geralmente requer a combinação de procedimentos cirúrgicos.</p>
<p>As <strong>deformidades dentofaciais</strong> podem ser classificadas, de acordo com a alteração óssea, em:</p>
<ul>
<li>Deficiência ou excesso vertical de maxila</li>
<li>Deficiência transversal de maxila</li>
<li>Deficiência ou excesso ântero-posterior de maxila</li>
<li>Deficiência ou excesso ântero-posterior de mandíbula</li>
<li>Assimetria mandibular</li>
<li>Deficiência ou excesso ântero-posterior de mento</li>
<li>Mordida aberta anterior</li>
<li>Combinação dessas deformidades</li>
</ul>
<p>As principais <strong>técnicas cirúrgicas</strong> para correção de deformidades dento-faciais são:</p>
<ul>
<li>Osteotomia da maxila tipo LeFort I</li>
<li>Osteotomia sagital do ramo mandibular</li>
<li>Mentoplastia</li>
<li>Expansão rápida de maxila</li>
</ul>
<p>A preparação do paciente inclui o tratamento ortodôntico, controle de problemas sistêmicos, avaliação laboratorial (exames pré-operatórios), e, muitas vezes, preparação psicológica – levando em conta a mudança estética que o procedimento proporciona.<br />
O pós-operatório – como todo procedimento cirúrgico – exige cuidados especiais:</p>
<ul>
<li>Alimentação completamente líquida e fria nos primeiros dias</li>
<li>Gelo nas primeiras 48 horas</li>
<li>Compressa morna (após as primeiras 48 horas)</li>
<li>Manter a cabeceira da cama elevada em 45º</li>
<li>Retornos periódicos ao Cirurgião responsável</li>
</ul>
<p><body><br />
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</body></p>
<p>Em breve um post com as definições das técnicas e suas particularidades. Não deixe de seguir o Odonto Up nas redes sociais:<strong><span style="color: #33cccc;"> <a style="color: #33cccc;" href="https://www.facebook.com/odonto.up/?pnref=lhc" target="_blank" rel="noopener noreferrer">facebook</a></span></strong>, <strong><span style="color: #33cccc;"><a style="color: #33cccc;" href="https://www.instagram.com/siteodontoup/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">instagram</a></span></strong> e<strong><span style="color: #33cccc;"> <a style="color: #33cccc;" href="https://twitter.com/odontoup" target="_blank" rel="noopener noreferrer">twitter</a></span></strong>!</p>
<p>Autor: Katheleen Miranda dos Santos</p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<ol>
<li>Araújo A. Cirurgia Ortognática. 1 ed. São Paulo: Santos; 1999, 113-130.</li>
<li>Araújo I, Scariot R, Rebellato N, <em>et al</em>., Cirurgia ortognática combinada maxilomandibular para correção de deformidade dentofacial – Relato de Caso. Revista. Dens., v. 15, n. 2, p. 121-6, 2007.</li>
<li>Ellis III, E.; Zide M. Acessos Cirúrgicos ao Esqueleto Facial. 2ª ed., São Paulo:Ed. Santos, 2006.</li>
<li>Miloro, M. et al. Principles of oral maxillofacial surgery. Second ediction. Canadá Bc Decker, 2004.</li>
<li>Peterson LJ, Ellis E, Hupp E, Hupp JR, Tucker MR. Cirurgia oral e maxillofacial contemporânea. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.</li>
<li>Proffit WR, Turvey TA, PhIllips C. The hierarchy of stability and predictability in orthognathic surgery with rigid fixation: an update and extension. Head Face Med 2007; 3: 21-22.</li>
<li>Quinn P. D. Color Atlas of Temporal Mandibular Joint Surgery. 1<sup>ª</sup>  , Mosby. 1997.</li>
<li>Scariot R, Oliveira IA, Costa DJ, Rebellato NLB, Muller PR. Fratura inadequada em cirurgia ortognática de avanço mandibular: Relato de caso. Rev bras cir traumatol buco-maxilo-fac 2007; 4:294-9</li>
</ol>
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		<item>
		<title>Diferenças dos Preparos para Coroa Total Metálica e Coroa Metalo-Cerâmica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Apr 2016 03:38:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prótese]]></category>
		<category><![CDATA[biológicos]]></category>
		<category><![CDATA[coroa]]></category>
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					<description><![CDATA[Existem vários tipos de materiais para se realizar uma coroa total, seja total metálica, cerâmica pura, metalo-cerâmica ou metalo-plástica. Vamos abordar nesse post os dois mais utilizados na prática clínica: a coroa total-metálica (CTM) e a coroa metalo-cerâmica (CMC), apontando as suas diferenças, indicações e peculiaridades. No entanto, ambas tem princípios que devem ser respeitados para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Existem vários tipos de materiais para se realizar uma coroa total, seja total metálica, cerâmica pura, metalo-cerâmica ou metalo-plástica. Vamos abordar nesse post os dois mais utilizados na prática clínica: a <strong>coroa total-metálica</strong> (CTM) e a<strong> coroa metalo-cerâmica</strong> (CMC), apontando as suas diferenças, indicações e peculiaridades. No entanto, ambas tem princípios que devem ser respeitados para que haja sucesso no preparo.</p>
<p style="text-align: justify;">Inicialmente temos que relembrar alguns conceitos de periodontia para que possamos ter uma base melhor para a realização de uma coroa total. Na periodontia, existem dois conceitos anatômicos para a análise da coroa de um dente, um desses termos é designado de <strong>coroa clínica</strong>, que é a parte visível da coroa do dente, e a outra é a<strong> coroa anatômica, </strong>que vai da junção cemento esmalte (JEC) até a ponta da cúspide.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma coroa total protética possui alguns princípios de preparo que devem ser respeitados para que haja sucesso no procedimento. Existem três princípios básicos para a realização de uma boa peça protética, são eles:</p>
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<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5536" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Then-go-and-share-it-with-the-world.-1.png" alt="principios preparo coroa total" width="1024" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Then-go-and-share-it-with-the-world.-1.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Then-go-and-share-it-with-the-world.-1-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Then-go-and-share-it-with-the-world.-1-768x576.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Observação: Durante a anamnese, um fator importante a ser perguntado ao paciente é se ele possui algum tipo de alergia a algum tipo liga metálica. Atualmente, são usadas as ligas áureas, liga de NiCr (<em>Niquel Cromo</em>) e liga de CrCo (<em>cobalto cromo</em>).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Princípios para realização do preparo – Técnica da Silhueta (dentes posteriores)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O princípio da técnica da silhueta é basicamente realizar um <strong>preparo parcial</strong> do dente, confeccionando inicialmente uma caixa oclusal no sentido mesio-destal, logo após realizar sulcos de orientação nas faces livres vestibular e lingual/palatina, respeitando sempre a primeira inclinação de 2 a 5 graus e segunda inclinação de 5 a 10 graus.</p>
<p style="text-align: justify;">Observação: Durante a realização dos sulcos de orientação na face lingual dos molares inferiores, sempre respeitar a única inclinação do dente. O sulco de orientação deve seguir o longo eixo do dente, ou seja, o operador deve fazer o desgaste em um ângulo de 90 graus ao longo eixo do dente.</p>
<p style="text-align: justify;">Após a realização dos sulcos de orientação, o operador deve unir os desgastes realizados nas faces livres com a caixa oclusal. Dependendo da indicação da coroa protética para cada caso, o desgaste será feito de diferentes formas, em seguida, será ilustrada uma tabela contendo valores referenciais para o desgaste de cada face dental.</p>
<p style="text-align: justify;">Os desgastes que serão realizados nas faces proximais serão feitos com uma broca 2200, seja para preparos de CTM ou CMC. Para realizar o desgaste das faces proximais, o operador deve proteger bem o dente adjacente com uma tira de aço para que não ocorra nenhum dano, o modo indicado para realizar o desgaste das faces proximais é entrar com a broca 2200 ao longo eixo do dente, realizando movimentos pendulares.</p>
<p style="text-align: justify;">Observação: Durante a realização dos desgastes proximais, é imprescindível que o operador tenha máximo cuidado o quanto o preparo deve se estender subgengivalmente, pois nesta área existe uma região de extrema importância, chamada área de <em>COL</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo após a realização dos desgastes proximais, inicialmente realizado pela broca 2200, agora é utilizada a broca 2214 (para preparos em CTM) ou 3216 (para preparos em CMC), unindo todas as paredes do preparo. Nesse momento, o dentes já esta parcialmente preparado, agora o operador deve realizar todos os passo novamente na parte restante do dente. Após todos os desgastes feitos, o operador deve reduzir as cúspides de contenção cêntrica “VIPS” (Vestibulares dos dentes Inferiores e Palatina dos Superiores) e levar o preparo subgengival 0,5 mm, respeitando o espaço biológico.</p>
<p style="text-align: justify;">Observação: O espaço biológico é a área que compreende ao epitélio juncional + inserção conjuntiva = espaço biológico, caso esse espaço seja invadido por meios iatrogênicos do operador, o tecido gengival terá uma resposta inflamatória e como forma de defesa o tecido irá se deslocar mais apicalmente, além de ocorrer perda óssea significativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre observar se o termino do preparo ficou adequado, é de extrema importância que não haja defeitos, o mais comum de términos inadequados é o “cabo de guarda-chuva”, uma dica importante é sempre fazer a sondagem de todo o preparo e se necessário passar um grafite nas bordas do preparo, delimitando cada etapa e nunca deixar ângulos vivos no preparo.</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5735" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-diferenca-preparos-coroa-total.png" alt="tabela diferenca preparos coroa total" width="1200" height="883" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-diferenca-preparos-coroa-total.png 1200w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-diferenca-preparos-coroa-total-300x221.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-diferenca-preparos-coroa-total-768x565.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-diferenca-preparos-coroa-total-1024x753.png 1024w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Princípios para realização do preparo – Técnica da silhueta (dentes anteriores)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para a realização de um preparo para CMC em dente anterior o primeiro passo a ser dado é realizar sulcos de orientação na vestibular e palatina/lingual com a broca 3216 ou 2215, fazer um sulco dividindo o dente ao meio no seu longo eixo e outro sulco paralelo ao primeiro em direção a proximal de sua escolha e sempre respeitando as duas inclinações: primeira inclinação médio-cervical e segunda inclinação médio-incisal. Realizar desgaste na incisal de aproximadamente 2mm. Na palatina também realizar sulcos de orientações, diferente da face vestibular a palatina só tem uma inclinação o operador deve realizar o sulco de orientação ao longo eixo do dente, ou seja, o operador deve fazer o desgaste em um ângulo de 90 graus ao longo eixo do dente, com máximo cuidado, pois a maior parte dos desgastes inadequados acontece nesse passo.</p>
<p style="text-align: justify;">Observação: Sempre preservar o cíngulo do dente.</p>
<p style="text-align: justify;">A próxima etapa é realizar <strong>desgaste nas proximais</strong> com a broca 2200, sempre protegendo o dente vizinho com tira de aço para não ocorrer eventuais danos, o modo indicado para realizar o desgaste das faces proximais é entrar com a broca 2200 ao longo eixo do dente realizando movimentos pendulares.</p>
<p><body><br />
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</body></p>
<p style="text-align: justify;">Logo após a realização dos desgastes proximais, inicialmente realizado pela broca 2200, agora é utilizada a broca 3216 para unir todas as faces. Nessa etapa o dente já esta parcialmente preparado, agora o operador deve realizar todos os passos já citados na parte restante do dente. Após realizar toda a sequencia deve fazer o desgaste da face lingual do dente com a broca 3118 (ponta de chama) e arredondar os ângulos vivos caso houver necessidade.</p>
<p><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Foto-Bruno-Gusso.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-5533 alignleft" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Foto-Bruno-Gusso.jpg" alt="Foto Bruno Gusso" width="90" height="90" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Foto-Bruno-Gusso.jpg 960w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Foto-Bruno-Gusso-150x150.jpg 150w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Foto-Bruno-Gusso-300x300.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Foto-Bruno-Gusso-768x768.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 90px) 100vw, 90px" /></a><br />
Autor: Bruno Gusso. Acadêmico do curso de Odontologia da Universidade Positivo<br />
Membro acadêmico do Banco de dentes &#8211; FOUP<br />
<span style="font-family: verdana, sans-serif; font-size: small;">Membro acadêmico da Liga sem Dor Curitiba Paraná<br />
</span><span style="font-family: verdana, sans-serif; font-size: small;">Membro acadêmico do Programa de Iniciação Científica da Universidade Positivo</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Princípios de Preparo Para Prótese Fixa</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/principios-de-preparo-para-protese-fixa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2014 04:57:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prótese]]></category>
		<category><![CDATA[brocas]]></category>
		<category><![CDATA[cerâmica]]></category>
		<category><![CDATA[coroa]]></category>
		<category><![CDATA[fixa]]></category>
		<category><![CDATA[Preparo]]></category>
		<category><![CDATA[Princípios]]></category>
		<category><![CDATA[prótese]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
		<category><![CDATA[termino]]></category>
		<category><![CDATA[total]]></category>
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					<description><![CDATA[Esse post traz um resumo detalhado de preparo para prótese fixa. Com conceitos bem definidos, listagem de brocas utilizadas e dicas incríveis, você vai saber ao final do post os princípios, as indicações e a técnica para um preparo seguro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O sucesso do tratamento com prótese é determinado através de três critérios: longevidade da<strong> prótese</strong>, saúde pulpar e gengival dos dentes envolvidos e satisfação do paciente. Para alcançar esses objetivos, o cirurgião deve saber executar todas as fases do tratamento, tais como exame, diagnóstico, planejamento e <a href="https://www.odontoup.com.br/cimentacao-de-faceta-de-porcelana-e-preparos-inlays-e-onlays/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">cimentação</a> da prótese.</p>
<p>Todas as fases principais e intermediárias são importantes e uma depende da outra. De nada adianta o dente estar preparado corretamente se as outras fases são negligenciadas.</p>
<p>O preparo dental não deve ser iniciado sem que o cirurgião-dentista saiba quando indicá-lo e como executá-lo, buscando preencher os 3 princípios fundamentais para conseguir preparos corretos: mecânicos, biológicos e estéticos.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #36adad;"><strong>Princípios Mecânicos</strong></span></p>
<p><strong>Retenção</strong><br />
O <span style="color: #000000;">preparo</span> deve apresentar certas características que impeçam o deslocamento axial da <a href="https://www.odontoup.com.br/objetivos-de-uma-restauracao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">restauração</a> quando submetida às forças de tração.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5286 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/0001-89203480-e1447117070739.png" alt="retenção friccional" width="1024" height="430" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/0001-89203480-e1447117070739.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/0001-89203480-e1447117070739-300x126.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/0001-89203480-e1447117070739-768x323.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Porém, o aumento exagerado da retenção friccional irá dificultar a cimentação da restauração pela resistência ao escoamento do cimento, impedindo o seu assento final e, consequentemente, causando um desajuste oclusal e cervical da restauração.<br />
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</script></p>
<p>A presença de sulco é ligeiramente importante em preparos extremamente cônicos. Portanto, sem a presença de um plano de inserção definido, para limitar a remoção e inserção da coroa em uma única direção e, assim, reduzir a possibilidade de deslocamento.</p>
<p>A área do preparo e sua textura superficial são aspectos também importantes na retenção. Quanto à textura superficial tem que se considerar que a capacidade de adesão dos cimentos dentários depende basicamente do contato deste, com as microrretenções existentes na superfície do dente preparado e da prótese</p>
<p><strong>Resistência ou Estabilidade</strong><br />
A forma de resistência ou estabilidade conferida ao preparo previne o deslocamento da restauração quando submetidas à forças oblíquas, que podem provocar a rotação da restauração. Por isso é importante que se saiba quais são as áreas do dente preparado das superfície interna da restauração que podem impedir este tipo de movimento.</p>
<p>Existem diversos fatores diretamente relacionados com a forma de resistência do preparo.</p>
<ul>
<li>magnitude e direção da força</li>
<li>relação altura/largura do preparo</li>
<li>integridade do dente preparado</li>
</ul>
<p><strong><br />
Rigidez estrutural</strong><br />
O preparo deve ser executado de tal forma que a restauração apresente espessura suficiente de metal (para as coroas totais metálicas), metal e porcelana (para as coroas de porcelana pura), para resistir as forças mastigatórias e não comprometar a estética e o tecido periodontal. Para isso, o desgaste deverá ser feito seletivamente de acordo com as necessidades estética e funcional da restauração.</p>
<p><strong>Integridade Marginal</strong><br />
O objetivo básico de toda restauração cimentada é estar bem adaptada e com uma linha mínima de cimento, para que a prótese possa permanecer em função o maior tempo possível, num ambiente desfavorável, que é a boca. Margens inadequadas facilitam a instalação do processo patológico do tecido gengival que, por sua vez, irá impedir a obtenção de próteses bem adaptadas.</p>
<p>Assim, o controle da linha de cimento exposta ao meio bucal e a higiene do paciente são fatores que aumentam a expectativa de longevidade da prótese</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #36adad;"><strong>Princípios Biológicos</strong></span></p>
<p><strong>Preservação do órgão pulpar</strong><br />
O desgaste excessivo está diretamente relacionado à retenção e saúde pulpar, pois além de diminuir a área preparada prejudicando a retenção da prótese e a própria resistência do remanescente dentário, nos dentes anteriores, principalmente, pode trazer danos irreversíveis à polpa, como inflamação, sensibilidade, etc.</p>
<p>Por outro lado, o desgaste insuficiente está diretamente relacionado ao sobrecontorno da prótese e, consequentemente, aos problemas que isso pode causar em termos de estética e prejuízo para o <a href="https://www.odontoup.com.br/periodonto-de-sustentacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">periodonto</a>.</p>
<p>Um dos objetivos principais da reabilitação com <a href="https://www.odontoup.com.br/protese-fixa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">prótese fixa</a> é a preservação da saúde do periodonto. Vários são os fatores diretamente relacionados à esse objetivo: higiene oral, forma, contorno de localização da margem cervical do preparo.</p>
<p>A melhor localização do término cervical é aquela em que o profissional pode controlar todos os procedimentos clínicos e o paciente tem condições efetivas de higienização. Assim é vital, para a homeostasia da área, que o preparo estenda-se o mínimo dentro do sulco gengival, exclusivamente por razões estéticas e suficiente apenas para esconder a cinta metálica da coroa, sem alterar significantemente a biologia do tecido gengival.</p>
<p>De maneira genérica, a extensão cervical dos dentes preparados pode variar de 2mm aquém da gengiva marginal livre até 1mm no interior do sulco. Os pacientes que pertencem ao grupo de risco à cárie não devem ter o término cervical colocado aquém do nível gengival</p>
<p><strong>Indicações término subgengival</strong></p>
<ul>
<li>razões estéticas com o objetivo de mascarar a cinta metálica</li>
<li>restaurações de amálgama ou de <a href="https://www.odontoup.com.br/resinas-compostas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">resina composta</a>, cujas paredes gengivais já se encontrem nesse nível.</li>
<li>presença de cárie que se estendam para dentro do sulco gengival</li>
<li>presença de fraturas que terminam subgengivalmente</li>
<li>razões mecânicas aplicadas, aplicadas geralmente aos dentes curtos</li>
<li>colocação do término cervical em área de relativa imunidade à <a href="https://www.odontoup.com.br/3801/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">cárie</a>, como se acredita ser a região correspondente ao sulco gengival.</li>
</ul>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"><br />
</span>(!) </strong>O preparo subgengival dentro dos níveis convencionais de 0.5 a 1.0mm não traz problemas ao tecido gengival, desde que a adaptação, forma, contorno e polimento da restauração estejam satisfatórios e o paciente consiga higienizar corretamente essa área.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #36adad;"><strong>Princípios Estéticos</strong></span></p>
<p>A estética depende, basicamente, da saúde periodontal, forma, contorno e cor da prótese. Para atingir esses objetivos, há que se preservar o estado de saúde do periodonto, confeccionar restaurações com forma, contorno e cor corretos. Fatores estes que estão diretamente relacionados com a quantidade de desgaste da estrutura dentária.</p>
<p>Se o desgaste é insuficiente para uma coroa <a href="https://www.odontoup.com.br/diferencas-do-preparo-para-coroa-total-metalica-e-coroa-metalo-ceramica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">metalo-cerâmica</a>, a porcelana apresentará espessura insuficiente para esconder a estrutura metálica, o que pode levar o técnico a compensar essa deficiência aumentando o contorno da restauração.</p>
<p><strong>Tipos de término cervical</strong><br />
O térmico cervical dos preparos pode apresentar diferentes configurações de acordo com o material a ser empregado para a confecção da coroa.</p>
<ol>
<li><a href="https://www.odontoup.com.br/tipos-de-terminos-em-protese/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ombro ou degrau</a>: a parede axial do preparo forma um ângulo de aproximadamente 90° com a parede cervical;</li>
<li><a href="https://www.odontoup.com.br/tipos-de-terminos-em-protese/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ombro ou degrau biselado</a>: ocorre formação de ângulo de aproximadamente 90° com a parede axial e cervical, com biselamento da aresta cavo-superficial;</li>
<li><a href="https://www.odontoup.com.br/tipos-de-terminos-em-protese/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Chanfrado</a>: a junção entra a parede axial e gengival é feita por um segmento de círculo, que deverá apresentar espessura suficiente para acomodar metal e faceta estética;</li>
<li><a href="https://www.odontoup.com.br/tipos-de-terminos-em-protese/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Chanferete</a>: a junção entra a parede axial e gengival é feita por um segmento de círculo de pequena dimensão (aproximadamente a metade do chanfrado), devendo apresentar espessura suficiente para acomodar o metal.</li>
</ol>
<p><strong><br />
Técnica de preparo para coroa metalo-cerâmica (Técnica da Silhueta)</strong><br />
DENTES ANTERIORES –</p>
<p><strong>1 – Sulcos de orientação:</strong> nas faces vestibular, incisal e linguo-cervical<br />
As coroas metalo-cerâmicas necessitam de 1,5mm de desgaste nas faces vestibular e metade das proximais e 2mm na incisal, para acomodar metal e porcelana.</p>
<p><strong>(!!!) DICA: </strong>faça primeiro os desgastes na metade, só então os outros desgastes na segunda metade.Esse passo nos da o controle da quantidade de desgaste necessária.</p>
<p>Brocas: 2215; 3216</p>
<figure id="attachment_5740" aria-describedby="caption-attachment-5740" style="width: 250px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5740 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-2215.jpg" alt="" width="250" height="250" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-2215.jpg 250w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-2215-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px" /><figcaption id="caption-attachment-5740" class="wp-caption-text">2215</figcaption></figure>
<figure id="attachment_5744" aria-describedby="caption-attachment-5744" style="width: 250px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5744 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3216.jpg" alt="" width="250" height="250" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3216.jpg 250w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3216-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px" /><figcaption id="caption-attachment-5744" class="wp-caption-text">3216</figcaption></figure>
<p><strong>2 – União dos sulcos de orientação:</strong> Com a broca 3216 ou 2215, faça a união dos sulcos da metade escolhida da face vestibular, incisal e lingual, mantendo-se a relação de paralelismo previamente obtida.</p>
<p><strong>3- Desgastes proximais:</strong> Com o dente adjacente protegido com uma matriz de aço, procede-se a eliminação da convexidade natural desta área. O desgaste deve terminar no nível gengival e deixar as paredes proximais paralelas entre si.</p>
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<p>Brocas: 2200; 3203</p>
<figure id="attachment_5738" aria-describedby="caption-attachment-5738" style="width: 250px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5738 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-2200.jpg" alt="" width="250" height="259" /><figcaption id="caption-attachment-5738" class="wp-caption-text">2200</figcaption></figure>
<figure id="attachment_5742" aria-describedby="caption-attachment-5742" style="width: 250px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5742 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3203.jpg" alt="" width="250" height="250" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3203.jpg 250w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3203-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px" /><figcaption id="caption-attachment-5742" class="wp-caption-text">3203</figcaption></figure>
<p><strong>4 – Desgaste Lingual: </strong>Segue a anatomia da área. Deve ser desgastada no mínimo em 0,6mm para acomodar apenas o metal nas coroas dos dentes anteriores que apresentam um sobrepasso cervical muito acentuado. Evita-se assim, deixar a região incisal muito fina e sujeita à fratura.</p>
<p>Brocas: 3118; 3215; 2214</p>
<figure id="attachment_5741" aria-describedby="caption-attachment-5741" style="width: 250px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5741 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3118.jpg" alt="" width="250" height="250" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3118.jpg 250w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3118-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px" /><figcaption id="caption-attachment-5741" class="wp-caption-text">3118</figcaption></figure>
<figure id="attachment_5743" aria-describedby="caption-attachment-5743" style="width: 250px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5743 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3215.jpg" alt="" width="250" height="250" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3215.jpg 250w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3215-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px" /><figcaption id="caption-attachment-5743" class="wp-caption-text">3215</figcaption></figure>
<figure id="attachment_5739" aria-describedby="caption-attachment-5739" style="width: 250px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5739 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-2214.jpg" alt="" width="250" height="250" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-2214.jpg 250w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-2214-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px" /><figcaption id="caption-attachment-5739" class="wp-caption-text">2214</figcaption></figure>
<p><strong>5 – Preparo subgengival: </strong>para se obter um término cervical do preparo no interior do sulco gengival, no término em chanfrado, é utilizado apenas a metade da ponta ativa da broca. Assim, o posicionamento correto da broca para estender o término do preparo dentro do sulco gengival deve ser feito deixando metade de seu diâmetro em contato com o dente e a outra metade fora do dente e, consequentemente, em contado com o epitélio sulcular.</p>
<p>Brocas: 3216 2215</p>
<p><strong>6 – Acabamento:</strong> Com o término cervical obtido com as brocas diamantadas 3216 ou 2215 é um chanfrado longo, torna-se necessário aumentar um pouco mais o desgaste na região cervical das faces estéticas, vestibular e metade das proximais, para acomodar o metal e a porcelana e não haver sobrecontornos. Para isso utiliza-se a broca tronco-cônica com extremidade arredondada, totalmente apoiada na parede axial, acentuando o desgaste nessa região.</p>
<p>Brocas: 4138</p>
<figure id="attachment_5745" aria-describedby="caption-attachment-5745" style="width: 250px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5745 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-4138.jpg" alt="" width="250" height="250" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-4138.jpg 250w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-4138-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px" /><figcaption id="caption-attachment-5745" class="wp-caption-text">4138</figcaption></figure>
<p><strong>Técnica de preparo para coroa total metálica</strong><br />
Indicada onde o fator estético não precisa ser considerado. A única diferença desse preparo para uma coroa metalo-cerâmica é a quantidade de desgaste, que passa de 1,5mm para apenas 1,0mm que é realizada na face vestibular, visto que essa área será recoberta somente com um metal.</p>
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<p>Referência: conteúdo baseado e retirado das aulas de próteses ministradas na Universidade Positivo</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Princípios Gerais do Tratamento da Dor</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/principios-gerais-do-tratamento-da-dor/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/principios-gerais-do-tratamento-da-dor/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Mar 2012 14:53:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Farmacologia]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[Princípios]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Dor é uma experiência sensorial e emocional desagradável, que em decorrência de lesão tecidual verdadeira ou potencial ou descrita em termos desta lesão (International Association for the Study of Pain).  Fisiopatologia da Dor Estímulos &#62; Ativam Nociceptores &#62; Reação Inflamatória &#62; Liberação de mediadores químicos e inflamatórios &#62; Hiperestasia ou Hiperalgesia Primária Estímulo Nociceptivo Dor Sensação Subjetiva Intensidade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dor é uma experiência sensorial e emocional desagradável, que em decorrência de lesão tecidual verdadeira ou potencial ou descrita em termos desta lesão (<em>International Association for the Study of Pain). </em><br />
<strong>Fisiopatologia da Dor</strong><br />
Estímulos <strong>&gt;</strong> Ativam Nociceptores<strong> &gt; </strong>Reação Inflamatória <strong>&gt;</strong> Liberação de mediadores químicos e inflamatórios &gt; Hiperestasia ou Hiperalgesia Primária<br />
<strong>Estímulo Nociceptivo</strong><br />
<span style="color: #000000;">Dor</span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;">Sensação Subjetiva</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Intensidade da dor</span></li>
</ul>
<p><span style="color: #000000;">Anamnese</span><br />
<span style="color: #000000;">→ Avaliar condição emocional e ter uma boa percepção, levando em consideração todas as queixas do paciente, pois existem graus variados de dor em diferentes indivíduos.</span><br />
<span style="color: #000000;">Nocicepção</span></p>
<ul>
<body><br />
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</body></p>
<li><span style="color: #000000;">Conjunto das percepções de dor que somos capazes de distinguir</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Atividade do sistema nervoso aferente induzida por estímulos nocivos</span></li>
</ul>
<p align="center"><span style="color: #000000;"><strong>Causas de dor orofacial </strong>(exemplos)</span></p>
<table class="aligncenter" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="144"><span style="color: #000000;"><strong>Causas Locais</strong></span></td>
<td valign="top" width="144"><span style="color: #000000;"><strong>Causas Neurológicas</strong></span></td>
<td valign="top" width="144"><span style="color: #000000;"><strong>Causas Vasculares</strong></span></td>
<td valign="top" width="144"><span style="color: #000000;"><strong>Causas Psicogênicas</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="144"><span style="color: #000000;">Lesões em dentes ou tecidos de sustentação</span></td>
<td valign="top" width="144"><span style="color: #000000;">Neuralgia do Trigêmio</span></td>
<td valign="top" width="144"><span style="color: #000000;"> Hemicrânia</span></td>
<td valign="top" width="144"><span style="color: #000000;">Dor facial atípica</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="color: #000000;"> </span><strong><span style="color: #000000;">Classificação da Dor</span></strong></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Critérios Temporais</strong></span></li>
</ul>
<p><span style="color: #000000;">&#8211; Aguda e Crônica</span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Critérios Topográficos</strong></span></li>
</ul>
<p><span style="color: #000000;">&#8211; Localizada e Generalizada</span><br />
<span style="color: #000000;">&#8211; Tegumentar e Visceral</span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Critérios Fisiopatológicos</strong></span></li>
</ul>
<p><span style="color: #000000;">&#8211; Orgânica e Psicogênica</span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Intensidade</strong></span></li>
</ul>
<p><span style="color: #000000;">&#8211; Leve, moderada e intensa</span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Periodicidade</strong></span></li>
</ul>
<p><span style="color: #000000;">&#8211; Continua, intermitente, esporádica</span><br />
<span style="color: #000000;"><strong>Dor Nociceptiva</strong></span><br />
<span style="color: #000000;">Resulta na ativação mecânica, térmica ou química de receptores eferentes Nociceptivos. Pode ser:</span></p>
<ol>
<li><span style="color: #000000;">Somática: bem localizada. Envolve patologia da pele, músculos, fáscia e osso;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Visceral: mal localizada, pode ser referida para regiões somáticas superficiais e envolve condições patológicas dos tecidos viscerais profundos.</span></li>
</ol>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Dor Neuropática</strong></span><br />
<span style="color: #000000;">Surge em decorrência de atividade somatossensorial aberrante no SNP ou SNC. Caracteriza-se por dor pulsátil paroxística ou dor semelhante ao choque elétrico, freqüentemente com a sensação de queimação ou constrição.</span><br />
<span style="color: #000000;"><strong>Dor Psicogênica </strong></span><br />
<span style="color: #000000;">É a dor menos tratável por ser emocional e está é uma dor extremamente incapacitante, por gerar estimulo apenas a um simples toque de dedo sobre a pele.</span><br />
<span style="color: #000000;"><strong>Dor Aguda</strong></span><br />
<span style="color: #000000;">Possui causa conhecida, costuma desaparecer com o processo de cura e apresenta parâmetro final previsível. Altera sinais vitais: associada a ansiedade, aumento da FR e do pulso.</span><br />
<span style="color: #000000;"><strong>Dor Crônica</strong></span><br />
<span style="color: #000000;">Duração de mais de 3 a 6 meses. Os pacientes não apresentam reatividade fisiológica.</span><br />
<strong><span style="color: #000000;">&#8211; Avaliação da Dor</span></strong></p>
<h2><span style="color: #000000;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-814 size-full aligncenter" title="Escala de intensidade da dor" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Escala-de-intensidade-da-dor1.png" alt="" width="593" height="327" /></span></h2>
<p><span style="color: #000000;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-816" title="Avaliação dos sinais e sintomas" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Avaliação-dos-sinais-e-sintomas1.png" alt="" width="443" height="322" /></span><strong>Princípios gerais no tratamento da dor</strong></p>
<ol>
<li><span style="color: #000000;">Identificar origem da dor, bem como intensidade;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Eliminar dor com o tratamento específico da condição indutora da dor;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Se o tratamento for sintomático, iniciar com analgésicos mais potentes e com menores efeitos adversos;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Não postergar o uso de analgésico em presença de casos dolorosos intensos;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Utilizar esquemas de administração apropriados para o tempo adequado;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Reconhecer doses equianalgésicas dos diferentes representantes;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Na falha terapêutica utilizar doses máximas do agente escolhido antes da substituição;</span></li>
<li><span style="color: #000000;"> Usar a seqüência de analgésicos: não-opióides → associação de opióides e não-opióides → opióides;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Monitorar efeitos adversos;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Não usar placebo para diagnosticar dor psicogênica.</span></li>
</ol>
<p><strong><span style="color: #000000;">Seleção de analgésicos</span></strong></p>
<ol>
<li><span style="color: #000000;">Causa da dor e sua intensidade;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Posologia: via de administração, dose, freqüência;</span></li>
</ol>
<p><strong>Analgesia:</strong> ausência de dor/ controle da dor;<br />
<span style="color: #000000;"><strong>Anestesia:</strong> perda de sensibilidade e/ou perda de consciência. </span><br />
<span style="color: #000000;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-819" title="opióides" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/03/opióides1.png" alt="" width="596" height="473" /></span><br />
<span style="color: #000000;">Os anestésicos são mais benéficos se o profissional proceder a uma monitoração freqüente do alivio da dor e do aparecimento dos efeitos adversos, bem como ao ajuste do esquema, quando necessário, para otimizar o tratamento.<em> </em> </span></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Farmacocinética: o que é, como ocorre a Absorção e Distribuição das Drogas</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/farmacocinetica-absorcao-distribuicao-e-destino-das-drogas/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/farmacocinetica-absorcao-distribuicao-e-destino-das-drogas/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Mar 2012 08:46:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Farmacologia]]></category>
		<category><![CDATA[Absorção]]></category>
		<category><![CDATA[absorption]]></category>
		<category><![CDATA[biodisponibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Distribuição]]></category>
		<category><![CDATA[dose]]></category>
		<category><![CDATA[excreção]]></category>
		<category><![CDATA[Farmacocinética]]></category>
		<category><![CDATA[metabolismo]]></category>
		<category><![CDATA[pharmacokinetics]]></category>
		<category><![CDATA[pharmacology]]></category>
		<category><![CDATA[Princípios]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=696</guid>

					<description><![CDATA[“Entenda o que é farmacocinética, como ocorre a absorção e distribuição de drogas, e o que influencia seu destino no organismo. Resumo prático para estudantes de odontologia.”]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong data-start="650" data-end="678">O que é farmacocinética?</strong></h3>
<p>Farmacocinética é a área da farmacologia que estuda o caminho que uma droga percorre no organismo, desde sua administração até sua eliminação. Envolve quatro etapas principais: absorção, distribuição, metabolismo e excreção (ADME).</p>
<p style="text-align: left;">Os processos farmacocinéticos são determinantes dos passos de uma prescrição medicamentosa, quando, além de dose, devem-se escolher via de administração – definida pelos processos de absorção, distribuição e biodisponibilidade – e intervalos entre as doses, calculados, geralmente, em função do tempo de eliminação de um fármaco.</p>
<p><strong>Concentrações de um fármaco em sítio-alvo e efeitos correspondentes</strong></p>
<div><strong>Concentração no sítio-alvo → Efeitos </strong></div>
<div>Excessiva → Tóxicos<br />Máxima permitida → Potencialmente tóxicos<br />Ótima → Terapêuticos<br />Limiar → Parcialmente eficazes<br />Insuficiente → Ausentes</div>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong data-start="57" data-end="101">O que são Processos ou Princípios Farmacocinéticos?</strong></h3>
<p><strong data-start="246" data-end="290">Processos ou princípios farmacocinéticos</strong> são as etapas que um medicamento percorre no organismo desde sua administração até sua completa eliminação. Essas etapas explicam como o corpo <strong data-start="434" data-end="478">absorve, distribui, metaboliza e excreta</strong> uma substância.</p>
<h3 data-start="501" data-end="541"><strong>Etapas da farmacocinética (resumo):</strong></h3>
<ol data-start="562" data-end="815">
<li data-start="562" data-end="622">
<p data-start="565" data-end="622"><strong data-start="565" data-end="577">Absorção</strong> – entrada do fármaco na corrente sanguínea</p>
</li>
<li data-start="623" data-end="699">
<p data-start="626" data-end="699"><strong data-start="626" data-end="648">Biodisponibilidade</strong> – quantidade de droga ativa disponível no sangue</p>
</li>
<li data-start="700" data-end="762">
<p data-start="703" data-end="762"><strong data-start="703" data-end="719">Distribuição</strong> – transporte da substância pelos tecidos</p>
</li>
<li data-start="763" data-end="815">
<p data-start="766" data-end="815"><strong data-start="766" data-end="778">Excreção</strong> – eliminação do fármaco do organismo</p>
</li>
</ol>
<figure id="attachment_4913" aria-describedby="caption-attachment-4913" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4913 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Músculos-faciais-7-e1441211464582.png" alt="processos farmacocineticos" width="1024" height="686" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Músculos-faciais-7-e1441211464582.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Músculos-faciais-7-e1441211464582-300x201.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Músculos-faciais-7-e1441211464582-768x515.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-4913" class="wp-caption-text">Processos farmacocinéticos (esquemático)</figcaption></figure>
<h3><strong data-start="990" data-end="1041">Como ocorre a absorção das drogas no organismo?</strong></h3>
<p data-start="1044" data-end="1336">A absorção é o processo pelo qual a droga entra na corrente sanguínea após sua administração. Ela pode ocorrer por diferentes vias, como oral, sublingual, intravenosa, entre outras. A velocidade e eficácia da absorção dependem do pH, da solubilidade da substância e da superfície de absorção (1).</p>
<p>Consiste na transferência do fármaco desde seu local de aplicação até a corrente <a href="https://www.odontoup.com.br/sistema-circulatorio/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">circulatória</a>. É processo que influencia o inicio e a magnitude de efeito dos fármacos, sendo um dos determinantes da escolha de vias de administração e doses. Se um fármaco é inadequadamente absorvido, seus efeitos sistêmicos inexistem.</p>
<p>A absorção está na dependência trans-membrana. Também depende de fluxo de sanguíneo no sítio absortivo, extensão e espessura da superfície de absorção e vias de administração escolhidas. Algumas situações fisiológicas (menstruação, puerpério) ou patológicas (edema, inflamação, ulceração) a modificam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ANTES DE PROSSEGUIR COM A LEITURA, V<span style="color: #000000;">EJA ISSO: </span></strong></p>
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<p>Continue sua leitura&#8230;</p>
<figure id="attachment_4915" aria-describedby="caption-attachment-4915" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4915 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/03/THE-FOREST-2.png" alt="Modalidades de reabsorção (farmacocinética)" width="1024" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/03/THE-FOREST-2.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/03/THE-FOREST-2-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/03/THE-FOREST-2-768x576.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-4915" class="wp-caption-text">Modalidades de reabsorção (farmacocinética)</figcaption></figure>
<p><strong>Fatores envolvidos na absorção</strong></p>
<ul>
<li>Polaridade do fármaco – grau de ionização;</li>
<li>Lipossolubilidade;</li>
<li>Peso molecular;</li>
<li>Concentração;</li>
<li>Estabilidade química</li>
</ul>
<p><strong><br />Portas de entrada </strong></p>
<ul>
<li>Trato gastrointestinal;</li>
<li>Parede capilar (<a href="https://www.odontoup.com.br/sistema-circulatorio/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">sangue</a>)</li>
</ul>
<table border="1" width="579" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" valign="top" width="579">
<p align="center"><strong>Formas de absorção</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="130"><strong>Absorção oral</strong></td>
<td valign="top" width="449">Suco gástrico → esvaziamento gástrico → duodeno → circulação porta → fígado → circulação sistêmica. A absorção de fármacos lipossolúveis aumenta com a ingestão de alimentos ricos em gorduras. O aumento do pH do suco gástrico dificulta a absorção de ácidos fracos no estômago. Retardo e aceleração do esvaziamento gástrico, afeta a velocidade de absorção nos primeiros segmentos intestinais.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="130"><strong>Absorção retal</strong></td>
<td valign="top" width="449">Pode ser errática ou incompleta, especialmente em pacientes com motilidade intestinal aumentada.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="130"><strong>Absorção cutânea </strong></td>
<td valign="top" width="449">É muito lenta e ineficaz para a maioria dos fármacos, pois a pele integra funciona como barreira.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="130"><strong>Absorção (por via respiratória) </strong></td>
<td valign="top" width="449">A grande área absortiva (que se estende da mucosa nasal ao epitélio alveolar), a vascularização praticamente justaposta às membranas e o rico fluxo sanguíneo justificam o alcance de picos séricos tão precoces como os obtidos com a via intravenosa</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="130"><strong> Absorção intramuscular </strong></td>
<td valign="top" width="449">Geralmente rápida, havendo pronto início dos efeitos terapêuticos</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="130"><strong>Absorção subcutânea e submucosa </strong></td>
<td valign="top" width="449">Rápida, pois o fármaco só necessita ultrapassar as células endoteliais para chegar à corrente circulatória. O fluxo sanguíneo é o maior determinante da velocidade de absorção.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="130"><strong>Absorção intraperitoneal </strong></td>
<td valign="top" width="449">Rápida, por envolver superfície ampla e ricamente vascularizada.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<h3 data-start="1343" data-end="1409"><strong data-start="1351" data-end="1407">O que é a biodisponibilidade de um fármaco?</strong></h3>
<p data-start="1410" data-end="1627">Biodisponibilidade é a fração da droga que atinge a circulação sistêmica em sua forma ativa. Fatores como metabolismo de primeira passagem, barreiras fisiológicas e forma farmacêutica afetam diretamente esse processo.</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;" valign="top" width="192"><strong>Fatores</strong></td>
<td valign="top" width="192">
<p align="center"><strong>Maior absorção</strong></p>
</td>
<td valign="top" width="192">
<p align="center"><strong>Menor absorção</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="192">Concentração (dosagem)</td>
<td valign="top" width="192">
<p align="center">Maior</p>
</td>
<td valign="top" width="192">
<p align="center">Menor</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="192">Peso molecular</td>
<td valign="top" width="192">
<p align="center">Pequeno</p>
</td>
<td valign="top" width="192">
<p align="center">Grande</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="192">Solubilidade</td>
<td valign="top" width="192">
<p align="center">Lipossolubilidade<sup>a</sup></p>
</td>
<td valign="top" width="192">
<p align="center">Hidrossolubilidade</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="192">Ionização</td>
<td valign="top" width="192">
<p align="center">Forma não-ionizada</p>
</td>
<td valign="top" width="192">
<p align="center">Forma ionizada</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="192">Forma farmacêutica</td>
<td valign="top" width="192">
<p align="center">Liquida<sup>b</sup></p>
</td>
<td valign="top" width="192">
<p align="center">Sólida</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="192">Dissolução das formas sólidas</td>
<td valign="top" width="192">
<p align="center">Grande<sup>c</sup></p>
</td>
<td valign="top" width="192">
<p align="center">Pequena</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="192">pH local Acido/Alcalino</td>
<td valign="top" width="192">
<p align="center">Ácidos fracos</p>
<p align="center">Bases fracas</p>
</td>
<td valign="top" width="192">
<p align="center">Bases fracas</p>
<p align="center">Ácidos fracos</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="192">Área absortiva</td>
<td valign="top" width="192">
<p align="center">Grande</p>
</td>
<td valign="top" width="192">
<p align="center">Pequena</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="192">Espessura de membrana absortiva</td>
<td valign="top" width="192">
<p align="center">Menor</p>
</td>
<td valign="top" width="192">
<p align="center">Maior</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="192">Circulação local</td>
<td valign="top" width="192">
<p align="center">Grande<sup>d</sup></p>
</td>
<td valign="top" width="192">
<p align="center">Pequena</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="192">Condições fisiológicas</td>
<td valign="top" width="192">
<p align="center">Menstruação</p>
<p align="center">Puerpério</p>
</td>
<td valign="top" width="192">
<p align="center">&#8212;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="192">Condições patológicas</td>
<td valign="top" width="192">
<p align="center">Inflamação</p>
<p align="center">Ulceração</p>
<p align="center">Queimaduras</p>
</td>
<td valign="top" width="192">
<p align="center">Edema</p>
<p align="center">Choque</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><sup>a </sup>A Lipossolubilidade fica aumentada com o uso de veículos que são solventes orgânicos ou detergentes.<br /><sup>b</sup> As soluções aquosas se absorvem mais rapidamente que as oleosas, e essas mais que as suspensões.<br /><sup>c </sup>Sais sódicos ou potássicos de fármacos puros aumentam sua dissolução.<br /><sup>d </sup>O fluxo sanguíneo pode ser aumentado por vasodilatadores, calor e massagem locais, diminuído por causa de vasoconstritores.</p>
<figure id="attachment_4916" aria-describedby="caption-attachment-4916" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4916 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/03/THE-FOREST-3.png" alt="Fatores que alteram a biodisponibilidade (farmacocinética)" width="1024" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/03/THE-FOREST-3.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/03/THE-FOREST-3-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/03/THE-FOREST-3-768x576.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-4916" class="wp-caption-text">Fatores que alteram a biodisponibilidade (farmacocinética)</figcaption></figure>
<p>É a fração do fármaco administrado que alcança a circulação sistêmica quimicamente inalterada.</p>
<hr />
<h3 data-start="1923" data-end="1986"><strong>O que é a distribuição de um fármaco?</strong></h3>
<p data-start="267" data-end="503">A <strong data-start="269" data-end="285">distribuição</strong> é a etapa da farmacocinética em que o fármaco, após ser absorvido, é <strong data-start="355" data-end="383">transportado pelo sangue</strong> para os tecidos e órgãos do corpo. Esse processo determina <strong data-start="443" data-end="489">onde e em que quantidade a droga vai atuar</strong> no organismo.</p>
<h3 data-start="1923" data-end="1986"><strong data-start="1931" data-end="1984">O que acontece com a droga após sua distribuição?</strong></h3>
<p data-start="1987" data-end="2155">A droga pode ser armazenada temporariamente em tecidos, metabolizada principalmente no fígado (biotransformação) e, por fim, excretada pelos rins, bile, suor ou saliva.</p>
<p data-start="1987" data-end="2155">O fármaco penetra na circulação sistêmica por administração direta ou após absorção a partir do sitio de aplicação. Do sangue distribui-se aos diferentes tecidos do organismo, funcionalmente classificados em suscetíveis, indiferentes e emunctórios. A velocidade e extensão da distribuição dependem do fluxo sanguíneo tecidual, propriedades físico-químicas do fármaco, características da membrana através da qual será transportado e sua ligação a proteínas plasmáticas e teciduais.</p>
<p><strong>Fatores que alteram o metabolismo</strong></p>
<ul>
<li>Genéticos;</li>
<li>Idade;</li>
<li>Diferenças individuais;</li>
<li>Fatores ambientais (fumar);</li>
<li>Propriedades químicas dos fármacos;</li>
<li>Via de administração</li>
<li>Dosagem;</li>
<li>Sexo;</li>
<li>Alterações entre fármacos durante o metabolismo</li>
</ul>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Volume de distribuição: </strong></span>relaciona a quantidade total de fármaco no plasma ou no fluido. Refere-se ao volume de fluido que seria necessário para armazenar todo o fármaco contido no corpo na mesma concentração presente no fármaco.</p>
<hr />
<h3><strong>O que é a excreção na farmacologia?</strong></h3>
<p data-start="207" data-end="395">A <strong data-start="209" data-end="221">excreção</strong> é a última etapa dos processos farmacocinéticos. Ela consiste na <strong data-start="287" data-end="325">eliminação do fármaco do organismo</strong>, seja na forma inalterada (droga ativa) ou após sofrer metabolização.</p>
<p data-start="397" data-end="493">Essa etapa é essencial para encerrar o efeito do medicamento e evitar acúmulos tóxicos no corpo.</p>
<h3 data-start="500" data-end="545"><strong>Como funciona a excreção de um fármaco de forma resumida:</strong></h3>
<p data-start="547" data-end="614">A eliminação pode ocorrer por diferentes vias, sendo as principais:</p>
<ul data-start="616" data-end="979">
<li data-start="616" data-end="698">
<p data-start="618" data-end="698"><strong data-start="618" data-end="635">Renal (urina)</strong> – via mais comum, especialmente para fármacos hidrossolúveis</p>
</li>
<li data-start="699" data-end="791">
<p data-start="701" data-end="791"><strong data-start="701" data-end="719">Biliar (fezes)</strong> – alguns medicamentos são excretados pela bile e eliminados nas fezes</p>
</li>
<li data-start="792" data-end="882">
<p data-start="794" data-end="882"><strong data-start="794" data-end="820">Pulmonar (ar expirado)</strong> – usada por fármacos voláteis, como anestésicos inalatórios</p>
</li>
<li data-start="883" data-end="979">
<p data-start="885" data-end="979"><strong data-start="885" data-end="921">Pele (suor e glândulas sebáceas)</strong> – embora menos significativa, também pode eliminar traços</p>
</li>
</ul>
<p>Os compostos são removidos do organismo para o meio externo. Fármacos hidrossolúveis, carregados ionicamente, são filtrados nos glomérulos ou secretados nos túbulos renais, não sofrendo reabsorção tubular, pois tem dificuldade de atravessar membrana.<br />A velocidade do processo depende da fração livre do fármaco, tava de filtração glomerular e fluxo plasmático renal. Os que são essencialmente secretados pelos túbulos renais utilizam a difusão simples (quando lipossolúveis) ou sistema de transporte ativo.</p>
<h4 data-start="1201" data-end="1224"><strong>Exemplo prático:</strong></h4>
<p data-start="1225" data-end="1419">Um antibiótico como a amoxicilina é excretado principalmente pelos rins. Se o paciente tiver insuficiência renal, a eliminação será mais lenta, o que pode aumentar o risco de efeitos colaterais.</p>
<h3 style="text-align: left;"><strong>Para poder ter a certeza que você vai sair sabendo e fixar o conteúdo, responda essas duas perguntas principais e o quizz abaixo: </strong></h3>
<p style="text-align: left;" data-start="2687" data-end="2873"><strong data-start="2687" data-end="2732">O que é farmacocinética na odontologia?</strong><br data-start="2732" data-end="2735" />É o estudo da movimentação de drogas no corpo, útil para entender como anestésicos e antibióticos se comportam no organismo do paciente.</p>
<p style="text-align: left;" data-start="2877" data-end="3133"><strong data-start="2877" data-end="2940">Qual a diferença entre farmacocinética e farmacodinâmica?</strong><br data-start="2940" data-end="2943" />A farmacocinética analisa o caminho da droga no corpo (o que o corpo faz com o fármaco), enquanto a farmacodinâmica estuda o efeito da droga no organismo (o que o fármaco faz com o corpo).</p>
<p>&nbsp;</p>
<style>
  .quiz-container {
    background: #f7f7f7;
    border: 2px solid #0A9396;
    border-radius: 10px;
    padding: 20px;
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    margin: 20px auto;
    color: #005F73;
    font-family: Arial, sans-serif;
  }
  .question {
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  .question h3 {
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  }
  button {
    background-color: #005F73;
    color: white;
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  button:hover {
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  .feedback {
    margin-top: 8px;
    font-weight: bold;
  }
  .correct { color: green; }
  .incorrect { color: red; }
</style>

<div class="quiz-container" id="quiz">
  <h2>Quiz: Farmacocinética (Absorção, Distribuição e Destino das Drogas)</h2>

  <!-- Perguntas -->
  <div class="question" data-correct="c">
    <h3>1. Qual é a principal via de absorção das drogas administradas por via oral?</h3>
    <label><input type="radio" name="q1" value="a"> Estômago</label><br>
    <label><input type="radio" name="q1" value="b"> Esôfago</label><br>
    <label><input type="radio" name="q1" value="c"> Intestino delgado</label><br>
    <label><input type="radio" name="q1" value="d"> Boca</label><br>
    <div class="feedback" id="f1"></div>
  </div>

  <div class="question" data-correct="b">
    <h3>2. O que é biodisponibilidade?</h3>
    <label><input type="radio" name="q2" value="a"> Tempo de absorção</label><br>
    <label><input type="radio" name="q2" value="b"> Fração da droga que atinge a circulação sistêmica</label><br>
    <label><input type="radio" name="q2" value="c"> Percentual ligado à proteína plasmática</label><br>
    <label><input type="radio" name="q2" value="d"> Quantidade de droga metabolizada</label><br>
    <div class="feedback" id="f2"></div>
  </div>

  <div class="question" data-correct="d">
    <h3>3. O volume de distribuição (Vd) indica:</h3>
    <label><input type="radio" name="q3" value="a"> A excreção renal</label><br>
    <label><input type="radio" name="q3" value="b"> A toxicidade da droga</label><br>
    <label><input type="radio" name="q3" value="c"> A meia-vida plasmática</label><br>
    <label><input type="radio" name="q3" value="d"> O grau de distribuição entre plasma e tecidos</label><br>
    <div class="feedback" id="f3"></div>
  </div>

  <div class="question" data-correct="a">
    <h3>4. Qual fator pode diminuir a absorção de uma droga no intestino?</h3>
    <label><input type="radio" name="q4" value="a"> Presença de alimentos</label><br>
    <label><input type="radio" name="q4" value="b"> Jejum prolongado</label><br>
    <label><input type="radio" name="q4" value="c"> Exercício físico</label><br>
    <label><input type="radio" name="q4" value="d"> Temperatura corporal</label><br>
    <div class="feedback" id="f4"></div>
  </div>

  <div class="question" data-correct="b">
    <h3>5. O que é o efeito de primeira passagem?</h3>
    <label><input type="radio" name="q5" value="a"> Excreção da droga pelo rim</label><br>
    <label><input type="radio" name="q5" value="b"> Metabolização da droga no fígado antes de atingir a circulação sistêmica</label><br>
    <label><input type="radio" name="q5" value="c"> Inativação da droga no estômago</label><br>
    <label><input type="radio" name="q5" value="d"> Absorção pulmonar da droga</label><br>
    <div class="feedback" id="f5"></div>
  </div>

  <div class="question" data-correct="a">
    <h3>6. Qual classe de drogas tende a ter maior volume de distribuição?</h3>
    <label><input type="radio" name="q6" value="a"> Lipofílicas</label><br>
    <label><input type="radio" name="q6" value="b"> Hidrofílicas</label><br>
    <label><input type="radio" name="q6" value="c"> Ionizadas</label><br>
    <label><input type="radio" name="q6" value="d"> Ácidas</label><br>
    <div class="feedback" id="f6"></div>
  </div>

  <div class="question" data-correct="d">
    <h3>7. A proteína plasmática mais importante na ligação de fármacos é:</h3>
    <label><input type="radio" name="q7" value="a"> Hemoglobina</label><br>
    <label><input type="radio" name="q7" value="b"> Fibrinogênio</label><br>
    <label><input type="radio" name="q7" value="c"> Globulina</label><br>
    <label><input type="radio" name="q7" value="d"> Albumina</label><br>
    <div class="feedback" id="f7"></div>
  </div>

  <div class="question" data-correct="b">
    <h3>8. Uma droga com alta taxa de ligação a proteínas plasmáticas:</h3>
    <label><input type="radio" name="q8" value="a"> É eliminada mais rapidamente</label><br>
    <label><input type="radio" name="q8" value="b"> Tem menor quantidade de forma livre disponível</label><br>
    <label><input type="radio" name="q8" value="c"> É mais biodisponível</label><br>
    <label><input type="radio" name="q8" value="d"> É absorvida apenas por via parenteral</label><br>
    <div class="feedback" id="f8"></div>
  </div>

  <div class="question" data-correct="c">
    <h3>9. A eliminação de drogas ocorre principalmente por:</h3>
    <label><input type="radio" name="q9" value="a"> Pulmões</label><br>
    <label><input type="radio" name="q9" value="b"> Pele</label><br>
    <label><input type="radio" name="q9" value="c"> Rins</label><br>
    <label><input type="radio" name="q9" value="d"> Fígado</label><br>
    <div class="feedback" id="f9"></div>
  </div>

  <div class="question" data-correct="a">
    <h3>10. Qual fator pode aumentar a meia-vida de uma droga?</h3>
    <label><input type="radio" name="q10" value="a"> Insuficiência renal</label><br>
    <label><input type="radio" name="q10" value="b"> Excreção rápida</label><br>
    <label><input type="radio" name="q10" value="c"> Menor absorção</label><br>
    <label><input type="radio" name="q10" value="d"> Alta biodisponibilidade</label><br>
    <div class="feedback" id="f10"></div>
  </div>

  <!-- Botão -->
  <button onclick="submitQuiz()">Finalizar Quiz</button>
  <div id="result" style="margin-top:20px; font-size:18px;"></div>
</div>

<script>
  function submitQuiz() {
    const questions = document.querySelectorAll(".question");
    let score = 0;

    questions.forEach((q, i) => {
      const correct = q.dataset.correct;
      const name = "q" + (i + 1);
      const selected = document.querySelector(`input[name="${name}"]:checked`);
      const feedback = document.getElementById("f" + (i + 1));

      if (selected) {
        if (selected.value === correct) {
          score++;
          feedback.innerHTML = "✅ Correto! Muito bem.";
          feedback.className = "feedback correct";
        } else {
          feedback.innerHTML = `❌ Incorreto. A resposta certa é: "${correct.toUpperCase()}".`;
          feedback.className = "feedback incorrect";
        }
      } else {
        feedback.innerHTML = "⚠️ Você não respondeu essa pergunta.";
        feedback.className = "feedback incorrect";
      }
    });

    document.getElementById("result").innerHTML =
      `<strong>Você acertou ${score} de ${questions.length} perguntas.</strong><br>` +
      (score >= 7 ? "🎉 Excelente!" : score >= 4 ? "👍 Bom trabalho!" : "📚 Hora de revisar um pouco mais.");
  }
</script>


<p>Quer saber tudo sobre FARMACODINÂMICA? <span style="color: #00ccff;"><strong><a style="color: #00ccff;" href="https://www.odontoup.com.br/farmacodinamica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">CLIQUE AQUI!</a></strong></span></p>
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<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Princípios da Farmacologia</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/principios-da-farmacologia-parte-1/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/principios-da-farmacologia-parte-1/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 15:22:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Farmacologia]]></category>
		<category><![CDATA[biodisponibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Formas Farmacêuticas]]></category>
		<category><![CDATA[iatrogenia]]></category>
		<category><![CDATA[ligação]]></category>
		<category><![CDATA[Princípios]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudo dos princípios ativos dos fármacos, ou seja, estudo das substâncias que interagem com sistemas vivos por meio de processos químicos, ligando-se especialmente a moléculas reguladoras e ativando ou inibindo processos corporais. TERMOS BÁSICOS Fármaco ou droga: substância química capaz de modificar um sistema fisiológico ou estado patológico com fins terapêuticos ou não. Medicamento: droga de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo dos princípios ativos dos fármacos, ou seja, estudo das substâncias que interagem com sistemas vivos por meio de processos químicos, ligando-se especialmente a moléculas reguladoras e ativando ou inibindo processos corporais.</p>
<p><strong>TERMOS BÁSICOS</strong></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong><span style="color: #000000;">Fármaco ou droga:</span></strong><span style="color: #000000;"> substância química capaz de modificar um sistema fisiológico ou estado patológico com fins terapêuticos ou não.</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Medicamento:</strong> droga de ação paliativa ou curativa em um organismo doente.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Remédio:</strong> todo e qualquer agente de cura.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Insumo farmacêutico:</strong> droga ou matéria-prima aditiva ou complementar de qualquer natureza, destinada a emprego em medicamentos, quando for o caso, e seus recipientes.</span><br />
<body><br />
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</script><br />
</body></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Correlato:</strong> a substância, produto, aparelho ou acessório não enquadrado nos conceitos anteriores, cujo uso ou aplicação esteja ligado à defesa e proteção da saúde individual ou coletiva, à higiene pessoal ou de ambientes, ou a fins diagnósticos e analíticos, os cosméticos e perfumes, e, ainda, os produtos dietéticos, óticos, de acústica médica, odontológicos e veterinários.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> </span><strong>Dose:</strong> quantidade da droga a ser administrada pelo peso do paciente.</p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Índice terapêutico:</strong> segurança na utilização de um medicamento.</span></p>
<p><strong>Medicamento referência:</strong>  inovador, o primeiro a ser lançado no mercado, que tem sua eficácia, segurança e qualidade comprovadas junto a ANVISA no momento de seu registro.</p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Biodisponibilidade:</strong> porcentagem do medicamento que chega ao seu local de ação, ou a um líquido biológico a partir do qual este chega ao seu local de ação.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Bioequivalência:</strong> ocorre quando dois medicamentos possuem mesmo princípio ativo,sendo idênticos em potência ou concentração, apresentação e via de administração com biodisponibilidade iguais.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Iatrogenia: </strong>quando um medicamento, ao ser administrado a um indivíduo, provoca uma lesão ou doença de forma não intencional.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Medicamento genérico:</strong> é o medicamento bioequivalente ao referência.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Medicamento similar: </strong>como o genérico, possui o mesmo princípio ativo, a mesma dosagem e forma farmacêutica do medicamento de referência, mas não é considerado bioequivalente.</span></p>
<ul>
<li>É necessário que as moléculas das drogas interajam com moléculas do sistema biológico para exercer sua função</li>
<li>O número de moléculas do organismo excede muito o número de moléculas da droga.</li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>ANTES DE PROSSEGUIR COM A LEITURA, V<span style="color: #000000;">EJA ISSO: </span></strong></p>
<p>Você já sabe medicar com segurança pacientes <strong>GESTANTES, CARDIOPATAS, HEPATOPATAS E RENAIS CRÔNICOS</strong>?</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sitio de ligação</strong></p>
<ul>
<li>As drogas produzem, em sua maioria, efeitos através da sua ligação com as moléculas proteicas.</li>
<li>Baixa disponibilidade absorção incompleta – metabolização pela parede intestinal – efeito de 1ª possagem.</li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Ligação droga receptor</strong></p>
<p><strong>1) Covalentes</strong> – são ligações fortes, irreversíveis em condições biológicas.<br />
Ex.: Compostos alquiladores de DNA da quimioterapia contra o câncer.</p>
<p><strong>2) Ligações eletrostáticas –</strong> mais fraca que a covalente, várias ligações relativamente fortes entre as iônicas.</p>
<p><strong>3) Ligações hidrofóbicas –</strong> são ligações fracas, de interações entre drogas altamente lipossolúveis com lipídeos das membranas celulares</p>
<p><strong>Qual a importância dos tipos destas ligações?</strong><br />
Ligação mais especifica &gt;  mais eficaz – “chave fechadura”.</p>
<p><strong>Formas farmacêuticas</strong></p>
<ul>
<li> Maneiras como as drogas se apresentam para uso;</li>
<li>De acordo com a forma farmacêutica, tem-se a via de administração.</li>
</ul>
<p><strong>Componentes de uma formulação:</strong><br />
1) Princípio ativo;<br />
2) Coadjuvante;<br />
3) Corretivo;<br />
4) Vinculo e excipiente.</p>
<p><strong>Componente básico:</strong> componente da formulação responsável pelas ações farmacológicas.</p>
<p><strong>Toda substância que utilizamos juntamente com o princípio ativo numa formulação tem caráter:</strong></p>
<ul>
<li>Terapêutico: tem por função auxiliar o princípio ativo por somação, potenciação ou sinergismo</li>
<li>Técnico: substâncias que suas propriedades visam estabilizar, conservar, espessar o meio e favorecer a dissolução.</li>
</ul>
<p>Gostou desse resumão para entender tudo em FARMACOLOGIA? Deixe seu comentário!</p>
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