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	<title>prevenção &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>prevenção &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Tudo o Que Você Precisa Saber Sobre HPV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Aug 2016 22:47:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer Bucal]]></category>
		<category><![CDATA[Estomatologia & Patologia]]></category>
		<category><![CDATA[Imunologia | Microbiologia & Genética]]></category>
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					<description><![CDATA[O Papiloma Vírus Humano é uma DST (Doença sexualmente transmissível), mais conhecido popularmente como HPV. Sinais e Sitomas do HPV O sinal mais comum dessa doença é o aparecimento de lesões verruciformes nas regiões intimas de coxas, mãos e boca. Mais frequente em língua e palato mole. Porém, qualquer área pode ser afetada, sendo comum o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Papiloma Vírus Humano</strong> é uma <strong>DST</strong> (Doença sexualmente transmissível), mais conhecido popularmente como <strong>HPV</strong>.<br />
<img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6822" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/08/HPV-diagrama-1.png" alt="HPV diagrama" width="1024" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/08/HPV-diagrama-1.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/08/HPV-diagrama-1-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/08/HPV-diagrama-1-768x576.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><br />
<strong>Sinais e Sitomas do HPV<br />
</strong>O sinal mais comum dessa doença é o aparecimento de <strong>lesões</strong> verruciformes nas regiões intimas de coxas, mãos e boca. Mais frequente em língua e palato mole. Porém, qualquer área pode ser afetada, sendo comum o aparecimento na região de mucosa jugal e lábio. A lesão se apresenta como um nódulo róseo ou pápula, sendo semelhante a uma couve-flor. Apresenta-se indolor a palpação. Caso a pessoa entre em contato com o vírus, pode haver um <strong>período de incubação</strong> de 3 a 12 meses.<br />
<strong>Modo de transmissão<br />
</strong>A transmissão desse vírus pode acontecer pelo ato sexual, sendo o meio mais comum. O contagio também pode acontecer de outras formas:</p>
<ul>
<li>Pelo simples contato com a região infectada, ou seja, é possível se contaminar com uma única exposição ao vírus;</li>
<li>Pode ocorrer a transmissão por meio de objetos contaminados, como toalhas e roupas intimas;</li>
<li>A transmissão também pode acontecer na hora do parto e leite materno.</li>
</ul>
<p><strong> Existe uma classificação para os tipos de HPV entre baixo e médio-alto risco</strong></p>
<ul>
<li>Baixo risco ao desenvolvimento de lesões cancerígenas: tipo 6, 11, 26, 40, 42, 53-55, 57, 59, 66 e 68</li>
<li>Médio-alto risco ao desenvolvimento de câncer: tipo 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56 e 59.</li>
</ul>
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<p><strong>Apresentações do HPV</strong></p>
<ul>
<li><strong>forma clínica</strong>: lesão visível;</li>
<li><strong>subclínica:</strong> não apresenta sinais aparentes de doença;</li>
<li><strong>forma latente:</strong> sem manifestação clinica, “adormecido”.</li>
</ul>
<p>O HPV é uma lesão precursora do câncer, sendo que pessoas portadoras do vírus tem maiores chances de desenvolver câncer (entre eles, o câncer bucal &#8211; carcinoma espinocelular; carcinoma de células escamosas; carcinoma basocelular)<br />
<strong>Modo de prevenção</strong><br />
O HPV, sendo uma das DSTs mais comuns, o modo de prevenção pode ser feito pelo uso de preservativos. Porém, não impede totalmente a pessoa de ser infectada. Não compartilhar as mesmas roupas (roupa íntima) e compartilhamento de objetos pessoais, não fazer o compartilhamento da mesma toalha, tomar a vacina contra o HPV e realizar exames preventivos (exame de Papanicolau) são algumas maneiras no controle e prevenção.<br />
<strong>Formas de tratamento do HPV</strong><br />
O tratamento do HPV pode ser feito por meio de medicamentos e cirúrgico. Sabe-se que por meio do tratamento medicamentoso não é possível eliminar o vírus completamente, mas sim, diminuir a sintomatologia. Já por meio cirúrgico, é realizada a remoção completa da lesão. Em pacientes imuno-deprimidos severos, existe maior chance de recidiva das lesões.<br />
Quer entender como o HPV age no corpo humano? <a href="https://vimeo.com/67874443" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clique aqui</a> e veja esse vídeo (conteúdo em inglês).</p>
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		<item>
		<title>Antibióticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Apr 2016 01:01:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Farmacologia]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
		<category><![CDATA[antibióticos]]></category>
		<category><![CDATA[candida albicans]]></category>
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		<category><![CDATA[tetraciclina]]></category>
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					<description><![CDATA[São substâncias químicas específicas, produzidas por organismos vivos, bem como seus análogos estruturais obtidos por síntese, capazes de inibir, em concentrações baixas, processos vitais de uma ou mais espécies de microrganismos com efeito mínimo ou nenhum efeito sobre seu receptor (Korolkovas e cols, 95). Os antibióticos (ATB) são medicamentos muito receitados (30% dos pacientes hospitalizados, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">São substâncias químicas específicas, produzidas por organismos vivos, bem como seus análogos estruturais obtidos por síntese, capazes de inibir, em concentrações baixas, processos vitais de uma ou mais espécies de microrganismos com efeito mínimo ou nenhum efeito sobre seu receptor (Korolkovas e cols, 95).</p>
<p style="text-align: justify;">Os antibióticos (ATB) são medicamentos muito receitados (30% dos pacientes hospitalizados, por exemplo) e com grande ação curativa. Tem uma importância ainda maior em países em desenvolvimento (doenças infecciosas) e é comum serem usados de modo incorreto, causando o aparecimento de patógenos mais resistentes, necessitando por sua vez, do desenvolvimento de novos fármacos.</p>
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</script></p>
<p><strong>Histórico </strong><br />
<strong>1929:</strong>  Fleming: descoberta da penicilina;<br />
<strong>1930-1935:</strong> <em>Domagk</em> &#8211; efeito terapêutico do Prontosil;<br />
<strong>1938:</strong> Sulfapiridina &#8211; 1ª sulfa a ser comercializada;<br />
<strong>1939:</strong> <em>Chain e Florey </em>&#8211; obtenção da penicilina;<br />
<strong>1941:</strong> Uso clínico da penicilina.<br />
<strong>Atualmente:</strong> desenvolvimento de antibióticos semi-sintéticos com propriedades mais desejáveis ou diferentes espectros  de atividade<br />
<strong>Características dos Antibióticos </strong></p>
<ul>
<li>Produzidos por microorganismos: bactérias, fungos, actinomicetos;</li>
<li>Função bactericida (mata os microrganismos) e bacteriostática (inibem o crescimento);</li>
<li>O uso comum estende o termo para incluir agentes antimicrobianos sintéticos (sulfas, quinolonas).</li>
</ul>
<p>O antibiótico bactericida destrói a integridade celular de bactérias em reprodução. Já o bacteriostático, impede a sua reprodução.<br />
<strong>Sempre que possível, o uso de antibióticos bactericidas é indicado pelas seguintes razões:</strong></p>
<ol>
<li>O antibiótico não elimina os microrganismos, e sim reduz o seu número e o sistema imunológico se responsabiliza pelo restante;</li>
<li>O bactericida tem ação mais rápida quando comparados aos bacteriostáticos;</li>
<li>Os efeitos do bactericida não necessitam de concentração constante, já que causam lesão irreversível na célula;</li>
<li>Caso o sistema imunológico esteja afetado, o bactericida tem ação mais abrangente que o bacteriostático.</li>
</ol>
<p><strong>Critérios para seleção </strong></p>
<ol>
<li>Determinados por antibiograma;</li>
<li>Identificar o quadro clínico;</li>
<li>Afinidade por tecidos ou órgãos;</li>
<li>Intolerância medicamentosa do paciente;</li>
<li>Gestantes ou lactantes;</li>
<li>Condições de saúde sistêmica /grupo etário;</li>
<li>Custo</li>
</ol>
<p><strong>Classificações</strong><br />
Classificação de acordo com a<strong> estrutura química:</strong></p>
<ul>
<li>Sulfonamidas e drogas relacionadas: sulfametoxazol, dapsona (DDS, sulfona);</li>
<li>Quinolonas: norfloxacino, ciprofloxacino;</li>
<li>Antibióticos β-lactâmicos: penicilinas, cefalosporinas, carbapenemas, monobactâmicos;</li>
<li>Tetraciclinas: doxiciclina;</li>
<li>Derivados do nitrobenzeno: cloranfenicol;</li>
<li>Aminoglicosídeos: gentamicina, neomicina;</li>
<li>Macrolídeos: eritromicina, roxitromicina, Azitromicina;</li>
<li>Polipeptídicos: polimixina B, bacitracina;</li>
<li>Glicopeptídicos: vancomicina, teicoplanina;</li>
<li>Poliênicos: anfotericina B, nistatina.</li>
</ul>
<p>Classificação de acordo com o <strong>mecanismo de ação:</strong></p>
<ul>
<li>Inibição da síntese da parede celular: penicilinas, cefalosporinas, vancomicina, bacitracina;</li>
<li>Alteração da permeabilidade da membrana celular: anfotericina B, nistatina, polimixina;</li>
<li>Inibição reversível da síntese proteica: ATB bacteriostáticos: tetraciclinas, cloranfenicol, eritromicina, Clindamicina;</li>
<li>Alteração da síntese de proteínas levando à morte celular: aminoglicosídeos;</li>
<li>Alteração do metabolismo bacteriano dos ácidos nucléicos: rifampicina (inibição da RNApolimerase), quinolonas (inibição das topoisomerases);</li>
<li>Antimetabólitos: trimetoprima e sulfonamidas (bloqueiam enzimas essenciais no metabolismo do folato).</li>
</ul>
<p>Classificação de acordo com o <strong>espectro de atividade</strong>:<br />
Espectro estreito:</p>
<ul>
<li>Penicilina G;</li>
<li>Estreptomicina;</li>
<li>Eritromicina</li>
</ul>
<p>Espectro amplo:</p>
<ul>
<li>Tetraciclinas;</li>
<li>Cloranfenicol</li>
</ul>
<p>Classificação de acordo com o <strong>tipo de ação:</strong><br />
Ação bacteriostática:</p>
<ul>
<li>Sulfonamidas;</li>
<li>Tetraciclinas;</li>
<li>Cloranfenicol;</li>
<li>Eritromicina.</li>
</ul>
<p>Ação bactericida:</p>
<ul>
<li>Penicilinas;</li>
<li>Cefalosporinas;</li>
<li>Vancomicina;</li>
<li>Aminoglicosídeos;</li>
<li>Polipeptídicos;</li>
<li>Quinolonas;</li>
<li>Polipeptídicos.</li>
</ul>
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</body></p>
<p><strong>Origem dos antibióticos </strong></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="189"><strong>Fungos</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="189"><strong>Bactérias</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="189"><strong>Actinomicetos</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="189">Penicilina<br />
Cefalosporina<br />
Griseolfuvina</td>
<td style="text-align: center;" width="189">Polimixina B<br />
Colistina<br />
Bacitracina<br />
Tirotricina</td>
<td style="text-align: center;" width="189">Aminoglicosídeos<br />
Macrolídeos<br />
Tetraciclinas<br />
Cloranfenicol</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Antibióticos e suas vias de administração</strong></p>
<ul>
<li>Via oral (uso interno);</li>
<li>Via parenteral (uso externo);</li>
<li>Uso de superfície (uso tópico).</li>
</ul>
<p><strong>Antibióticos e seus tipos de doses</strong></p>
<ul>
<li>Dose de ataque</li>
<li>Dose de manutenção</li>
<li>Dose de seguimento (relevante)</li>
</ul>
<p><strong>Dosagem</strong></p>
<ul>
<li>Condições de saúde sistêmica/ grupo etário;</li>
<li>Extensão do quadro inflamatório séptico;</li>
<li>Concentração do antibiótico no produto farmacêutico;</li>
<li>Toxicidade do antibiótico.</li>
</ul>
<p><strong>Outros aspectos para o sucesso</strong></p>
<ul>
<li>Homeostasia do paciente;</li>
<li>Reações à corpo estranho (por ex. fio de sutura, sequestros ósseos, enxertos);</li>
<li>A drenagem é sempre melhor;</li>
<li>Doenças debilitantes, antagonismo entre os antibióticos</li>
</ul>
<p><strong>Grupos de antibióticos </strong></p>
<ol>
<li>Penicilinas;</li>
<li>Cefalosporinas;</li>
<li>Beta-lactâmicos não clássico;</li>
<li>Anfenicóis;</li>
<li>Tetraciclinas;</li>
<li>Polipeptídeo;</li>
<li>Macrolídeos;</li>
<li>Aminociclitóis;</li>
<li>Lincosamidas;</li>
<li>Rifamicinas;</li>
<li>Poliênicos;</li>
<li>Antracinas.</li>
</ol>
<p><strong>Problemas com o uso dos antibióticos</strong><br />
<strong>Problemas de Toxicidade: </strong><br />
<em><strong>Irritação local – </strong></em></p>
<ul>
<li>Irritação gástrica;</li>
<li>Dor e formação de abcessos (VIM);</li>
<li>Tromboflebites (VIV).</li>
</ul>
<p>Antibióticos irritantes: eritromicina, tetraciclinas, cloranfenicol, certas cefalosporinas.<br />
<em><strong>Irritação sistêmica –</strong></em><br />
Fármacos com <strong>alto</strong> índice toxicológico: penicilinas, algumas cefalosporinas, eritromicina.<br />
Fármacos com <strong>baixo</strong> índice toxicológico:</p>
<ul>
<li>AMG: oto e nefrotoxicidade;</li>
<li>Tetraciclinas: lesão hepática e renal;</li>
<li>Cloranfenicol: depressão da MO.</li>
</ul>
<p>Fármacos com índice toxicológico<strong> muito baixo</strong>:</p>
<ul>
<li>Polimixina B: toxicidades renal e neurológica;</li>
<li>Vancomicina: perda da audição e lesão renal;</li>
<li>Anfotericina B: toxicidades renal, medular e neurológica.</li>
</ul>
<p><strong>Problemas com Reações de hipersensibilidade mais comuns em:</strong></p>
<ul>
<li>Penicilinas;</li>
<li>Cefalosporinas;</li>
<li>Sulfonamidas</li>
</ul>
<p><strong>Problemas de Resistências às drogas:</strong><br />
Resistência natural: O microrganismo carece do processo metabólico ou do sítio-alvo afetado pela droga</p>
<ul>
<li>Resistência dos bacilos gram-negativos à penicilina G;</li>
<li>Resistência do M. tuberculosis às tetraciclinas.</li>
</ul>
<p>Resistência adquirida: Desenvolvimento de resistência por um microrganismo (anteriormente sensível), devido ao uso de um ATB durante certo período de tempo. A resistência adquirida pode se dar através de:</p>
<ul>
<li>Mutação;</li>
<li>Transferência gênica (constitui um problema clínico significativo).</li>
</ul>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5587" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Resistência-às-drogas-e1459986877127.png" alt="resistencia a drogas mutacao" width="1024" height="660" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Resistência-às-drogas-e1459986877127.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Resistência-às-drogas-e1459986877127-300x193.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Resistência-às-drogas-e1459986877127-768x495.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Resistência-às-drogas-e1459986877127.png" target="_blank" rel="noopener"><br />
</a><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5589" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Resistência-às-drogas-2-e1459986972198.png" alt="Resistencia as drogas transferencia genica" width="1024" height="698" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Resistência-às-drogas-2-e1459986972198.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Resistência-às-drogas-2-e1459986972198-300x204.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Resistência-às-drogas-2-e1459986972198-768x524.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><br />
Resistência cruzada:<br />
É mais comum entre fármacos relacionados quimicamente ou através do seu mecanismo de ação</p>
<ul>
<li>Sulfonamidas;</li>
<li>Tetraciclinas;</li>
<li>É parcial nos aminoglicosídeos.</li>
</ul>
<p><strong>Existem três categorias gerais de resistência às drogas:</strong></p>
<ol>
<li>O fármaco <strong>não atinge o seu alvo</strong>:</li>
</ol>
<ul>
<li>Ausência, mutação ou perda de porinas: “impermeabilidade do germe ao ATB”<br />
Ex: resistência de gram-negativos aos aminoglicosídeos e às tetraciclinas;</li>
<li>Bombas de efluxo<br />
Ex: resistência às tetraciclinas, eritromicina e fluorquinolonas.</li>
</ul>
<ol start="2">
<li>O fármaco é <strong>inativado:</strong></li>
</ol>
<p>Produção de enzimas inativantes</p>
<ul>
<li>β-lactamases: produzidas por <em>estafilococos, gonococos e Haemophilus</em>: inativam penicilina G</li>
<li>Acetiltransferases, fosfotransferases e adeniltransferases: inativam os aminoglicosídeos produzidas por <em>coli</em>;</li>
<li>CAT &#8211; acetila o cloranfenicol: produzida por <em>coli, H. influenzae e S.typhi</em>;</li>
</ul>
<ol start="3">
<li>O <strong>alvo é alterado</strong>:</li>
</ol>
<ul>
<li>Alteração das proteínas fixadoras de penicilinas: PRP (pneumocococos resistentes à penicilina);</li>
<li>Mutação do alvo natural: resistência às fluorquinolonas;</li>
<li>Alteração da RNA-polimerase: resistência à rifampicina;</li>
<li>Alteração da diidrofolatoredutase: resistência à trimetoprima.</li>
</ul>
<p><strong>Prevenção</strong> da resistência a antibióticos:</p>
<ul>
<li>Não usar de modo indiscriminado e inadequado;</li>
<li>Utilizar por período de tempo adequado;</li>
<li>Preferir o uso de ATB de ação rápida e seletivos (espectro estreito);</li>
<li>Utilizar associação de fármacos quando houver necessidade de tratamento prolongado. Ex: TBC;</li>
<li>As infecções por microorganismos notáveis pelo desenvolvimento de resistência (<em>aureus, E.coli, M. tuberculosis, Proteus</em>) devem ser tratadas intensivamente.</li>
</ul>
<p><strong>Problemas de superinfecção:</strong><br />
É o surgimento de uma nova infecção em função da terapia antimicrobiana. Está comumente associada ao uso de ATB de amplo espectro (penicilinas de amplo espectro, cefalosporinas, tetraciclinas, cloranfenicol)<br />
Os locais afetados são: orofaringe, intestino, TR, TGU, pele.<br />
É <strong>mais comum</strong> quando as defesas do hospedeiro estão <strong>comprometidas</strong>, como em casos de:</p>
<ul>
<li>Terapia com corticoides;</li>
<li>Leucemias e outras neoplasias (particularmente quando tratadas com agentes antineoplásicos);</li>
<li>Síndrome de imunodeficiência adquirida (AIDS);</li>
<li>Agranulocitose;</li>
<li>Diabetes, Lúpus eritematoso disseminado.</li>
</ul>
<p>Microrganismos causadores e o tratamento:</p>
<ul>
<li><strong><em>Candida albicans:</em></strong> diarréia, vulvovaginite, “sapinho”<br />
Tratamento: nistatina, clotrimazol;</li>
<li><strong><em>Estafilococos:</em></strong> enterite<br />
Tratamento: cloxacilina ou congêneres;</li>
<li><strong><em>Clostridium difficile:</em></strong> enterocolite pseudomembranosa<br />
Tratamento: vancomicina e metronidazol;</li>
<li><strong><em>Proteus:</em></strong> UTI, enterite<br />
Tratamento: cefalosporina, gentamicina;</li>
<li><strong><em>Pseudomonas:</em></strong> UTI, enterite<br />
Tratamento: carbenicilina, piperacilina, gentamicina.</li>
</ul>
<p>Medidas para <strong>minimizar </strong>as superinfecções:</p>
<ul>
<li>Utilizar um antimicrobiano específico (espectro estreito) sempre que possível;</li>
<li>Não utilizar antimicrobianos para o tratamento desnecessariamente (ex: infecções virais);</li>
<li>Não prolongar desnecessariamente a terapia antimicrobiana.</li>
</ul>
<p><strong>Prevenção da resistência a antibióticos</strong></p>
<ul>
<li>Não usar de modo indiscriminado e inadequado;</li>
<li>Utilizar por período de tempo adequado;</li>
<li>Preferir o uso de ATB de ação rápida e seletivos (espectro estreito);</li>
<li>Utilizar associação de fármacos quando houver necessidade de tratamento prolongado. Ex: TBC;</li>
<li>As infecções por microorganismos notáveis pelo desenvolvimento de resistência (<em>aureus, E.coli, M. tuberculosis, Proteus</em>) devem ser tratadas intensivamente.</li>
</ul>
<p><strong>Problemas de deficiências nutricionais: </strong><br />
O uso prolongado de ATB pode resultar em deficiências de:</p>
<ul>
<li>Vitaminas do complexo B;</li>
<li>Vitamina K.</li>
</ul>
<p>O uso prolongado de Neomicina, por exemplo, pode levar a anormalidades morfológicas da mucosa intestinal, podendo se desenvolver em Esteatorréia e Síndrome de má absorção.<br />
Escolher primeiro as <strong>Penicilinas</strong>, em caso de sensibilidade, substituir por <strong>Eritromicina</strong>, ou por <strong>Lincomicina</strong> ou por <strong>Clindamicina</strong>.<br />
<strong>Situações na Odontologia onde há indicação de antibióticos:</strong><br />
No tratamento de infecção já instalada:</p>
<ul>
<li>Abscesso endodôntico;</li>
<li>Abscesso periodontal;</li>
<li>Periodontite;</li>
<li>Pericoronarite.</li>
</ul>
<p>Infecção pós-cirúrgica<br />
<strong>Profilaxia antibiótica</strong><br />
Uso profilático de antimicrobiano para prevenir infecção em situações de risco</p>
<ul>
<li>Pacientes portadores de doenças;</li>
<li>Procedimento que favorecem o surgimento de infecções.</li>
</ul>
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		<title>Resumo de Cariologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jun 2012 14:50:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontologia Social e Preventiva e Cariologia]]></category>
		<category><![CDATA[ART]]></category>
		<category><![CDATA[atividade]]></category>
		<category><![CDATA[Cariologia]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[flúor]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[radiografia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[selante]]></category>
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					<description><![CDATA[Resumo sobre cariologia que montamos para você traz explicações de conceitos, classificações e até técnicas de prevenção. Processo Des-Re: se dá quando o pH do esmalte está abaixo de 5,5 – quando o esmalte mais perde íons cálcio e fosfato do que ganha, ou seja, mais desmineralização. Com a presença do flúor, esse limite de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Resumo sobre <strong>cariologia</strong> que montamos para você traz explicações de conceitos, classificações e até técnicas de prevenção.</p>
<p><strong>Processo Des-Re:</strong> se dá quando o pH do esmalte está abaixo de 5,5 – quando o esmalte mais perde íons cálcio e fosfato do que ganha, ou seja, mais desmineralização. Com a presença do flúor, esse limite de pH crítico do esmalte aumenta para 4,5.</p>
<p>*Já na dentina, a progressão da cárie é mais rápida, já que seu pH crítico é 6,5.</p>
<p><strong>Classificação segundo atividade de doença</strong></p>
<p><strong>Aguda/ativa</strong></p>
<ul>
<li>Opacas (sem brilho)</li>
<li>Ásperas</li>
<li>Localizadas em sítios de retenção&nbsp; crônica de biofilmes</li>
</ul>
<p>-margem cervical; fóssulas e fissuras; bordas de próteses; bordas de brackets.</p>
<p><strong>Crônica/inativa </strong></p>
<ul>
<li>Brilhantes</li>
<li>Lisas</li>
<li>Brancas ou escuras</li>
</ul>
<p><strong>Técnica de Prevenção &#8211; Selante</strong></p>
<p><strong>Requisitos básicos de um selante: </strong></p>
<ul>
<li>Adesão ao esmalte</li>
<li>Aplicação clínica simples</li>
<li>Fluidez</li>
<li>Polimerização rápida</li>
<li>Não ser prejudicial aos tecidos bucais</li>
<li>Solubilidade</li>
</ul>
<p><strong>Critérios para aplicação:</strong><br />
Indicações tendo como base&#8230;</p>
<ul>
<li>Idade e higiene do paciente</li>
<li>Histórico de doença carie no individuo</li>
<li>Hábitos alimentares</li>
<li>Cooperação e confiança no retorno do paciente</li>
<li>Tipo de morfologia do dente</li>
<li>Julgamento clínico de cada dentista</li>
</ul>
<p><strong>Técnica de aplicação do selante </strong></p>
<ol>
<li>Profilaxia com soro fisiológico ou água oxigenada</li>
<li>Isolamento relativo, quando possível – absoluto</li>
<li>Condicionamento ácido 30seg (ácido poliacrílico 11%: ionomérico | ácido fosfórico 37%: resinoso)</li>
<li>Remoção do ácido com água e secagem para controle de umidade (opaca)</li>
<li>Aplicação do selante</li>
<li>Ajuste oclusal</li>
<li>Aplicação do verniz fluoretado</li>
<li>Avaliação periódica – risco do paciente</li>
</ol>
<p><strong>A eficácia dos selantes oclusais depende:</strong></p>
<ul>
<li>Retenção dependente do controle da umidade no momento da aplicação</li>
<li>Espera-se 100% da prevenção de cáries em cicatrículas e fissuras com a aplicação e manutenção dos selantes.</li>
</ul>
<p><strong>Lesão de cárie incipiente e selamento oclusal:</strong></p>
<ol>
<li>Bloqueio da fonte de nutrientes da bactéria</li>
<li>Capacidade de reparar da dentina</li>
<li>Ataque ácido reduz 75% o número de microrganismos</li>
</ol>
<div></div>
<div><strong>ART</strong><br />
Se da pela remoção do tecido cariado com o uso de instrumentos manuais e restauração de cavidades com material restaurador adesivo.</div>
<div></div>
<p><body><br />
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</body></p>
<div><strong>Vantagens: </strong></p>
<ul>
<li>Dispensa o uso de equipamentos odontológicos</li>
<li>Simples e de baixo custo operacional</li>
<li>Não necessita de anestesia (se estiver em clínica e houver a necessidade é indicado)</li>
<li>Maior conservação de estrutura dentária</li>
<li>Uso de material restaurador adesivo com liberação de flúor</li>
</ul>
<p><strong>Sequência da técnica: </strong></p>
<ol>
<li>Isolamento do campo operatório com rolos de algodão</li>
<li>Limpeza da superfície do dente</li>
<li>Ampliação do acesso à lesão se necessário</li>
<li>Remoção do tecido cariado (com colher de dentina)</li>
<li>Limpeza da cavidade ou superfície oclusal (ácido poliacrilico)</li>
<li>Lavagem com&nbsp; bolinhas de algodão umedecidas e secagem</li>
<li>Proteção pulpar se necessário</li>
<li>Manipulação do CIV</li>
<li>Inserção do material na cavidade</li>
<li>Pressão digital</li>
<li>Ajustes e remoção de excessos</li>
<li>Verificação da oclusão</li>
<li>Proteção com verniz fluoretado</li>
</ol>
<p><strong>Revelação de Placa &gt; IHO-S</strong></p>
<ul>
<li>Pastilha reveladora de placa – mastigar e bochechar a solução por 1 min.</li>
<li>Visualizar áreas&nbsp; pigmentadas .</li>
</ul>
<p><strong>Ciclo restaurador repetitivo</strong></p>
<div>O ciclo restaurador repetitivo é caracterizado por uma sequência de eventos que seguem após um diagnóstico impreciso, ou indicação errada ou até mesmo uma cultura tradicional restauradora, que levam a uma perda de estrutura dentária, deixando o dente mais frágil. Para que haja uma intervenção mínima, é exigido do profissional um esforço maior no diagnóstico e mais capacidade cientifica do que métodos invasivos.</div>
<div></div>
<div><strong>Pressupostos necessários para o manejo da cárie</strong></p>
<ol>
<li>Identificação dos fatores de risco</li>
<li>Implementação de estratégias preventivas</li>
<li>Remineralização de lesões não cavitadas</li>
<li>Intervenção cirúrgica mínima em lesões cavitadas</li>
<li>Reparo de restaurações não defeituosas</li>
</ol>
<p align="right">Mickenautsch, 2006</p>
<p><strong>Promoção da Saúde</strong></p>
<p><strong>Definição de promoção à saúde: </strong>Processo de capacitação da comunidade para atuar na melhoria da sua capacidade de vida e saúde.<br />
&#8211; Redução dos fatores de risco e promoção de fatores de saúde.<br />
&#8211; Redução de desigualdades sociais e de saúde;<br />
&#8211; Ações coletivas, multidimensionadas, mediadas pelo setor de saúde (tornar as escolhas saudáveis, as mais fáceis).</p>
<p><strong>Ações de promoção da saúde:</strong></p>
<ul>
<li>Construir políticas públicas saudáveis</li>
<li>Criar ambientes favoráveis à saúde</li>
<li>Fortalecer ações comunitárias</li>
<li>Desenvolver ações comunitárias</li>
<li>Desenvolver habilidades pessoais</li>
<li>Reorientar serviços de saúde.</li>
</ul>
<p><strong>Flúor</strong><br />
O elemento mais eletronegativo da tabela tem uma ação preventiva e terapêutica quando se fala de cárie, porém, o mito de que ele deixa os dentes mais fortes é uma inverdade, porque quando o flúor é ingerido, grande parte não fica na superfície dental.<br />
Nos dentes, quando o pH diminui, o aleto é quebrado (lise) e o fluoreto será disponibilizado em sua forma iônica [F-] para efetuar a remineralização. No esmalte o flúor forma a fluorapatita, composto mais “resistente” às condições ácidas do que a hidroxiapatita (condição normal do esmalte), dessa forma, o flúor aumenta o limite de pH crítico do esmalte.</p>
<p><strong>Radiografias</strong></p>
<p><strong>Bite-wing:</strong><br />
Indicações – lesões cariosas proximais e incipientes; falta ou excesso de material restaurador; reabsorções ósseas</p>
<p><strong>Periapical:</strong><br />
Indicações &#8211; Lesões cariosas,&nbsp; excesso ou falta de material restaurador, relação entre dentição decídua e permanente, mineralizações e nódulos pulpares, reabsorções radiculares internas e externas, anomalias dentárias, lesões periapicais e outras patologias ósseas.</p>
<p><strong>Panorâmica:</strong><br />
Indicações &#8211; Estudo dos padrões de erupção dentária, formação e desenvolvimento das raízes, Visualização dos seios maxilares, exames da articulação têmporo-mandibular (ATM), estudo de grandes áreas patológicas e suas relações com estruturas vizinhas, verificação de fraturas, estudo das glândulas salivares e verificação de assimetrias no complexo dento-facial.</p>
</div>
</div>
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