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	<title>Preparo &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>Preparo &#8211; Odonto Up</title>
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		<title>Preparo Cavitário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jun 2016 23:14:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
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					<description><![CDATA[UAL!! Nesse vídeo você vai ter a oportunidade de ver um preparo cavitário realizado pelo Dr. Danilo Caldas, que desenvolveu esse vídeo para te mostrar que o preparo cavitário pode ser lindo! Aperte o play e se inspire. Fique atento nas nossas redes sociais, logo traremos muitos vídeos como este pra você!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>UAL!! Nesse vídeo você vai ter a oportunidade de ver um <strong>preparo cavitário</strong> realizado pelo Dr. Danilo Caldas, que desenvolveu esse vídeo para te mostrar que o preparo cavitário pode ser lindo! Aperte o play e se inspire.</p>
<p><iframe title="Preparo Cavitário" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/NM63fqmNCAw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe><br />
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</body></p>
<p>Fique atento nas nossas redes sociais, logo traremos muitos <strong>vídeos</strong> como este pra você!</p>
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		<title>Diferenças dos Preparos para Coroa Total Metálica e Coroa Metalo-Cerâmica</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/diferencas-do-preparo-para-coroa-total-metalica-e-coroa-metalo-ceramica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Apr 2016 03:38:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prótese]]></category>
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					<description><![CDATA[Existem vários tipos de materiais para se realizar uma coroa total, seja total metálica, cerâmica pura, metalo-cerâmica ou metalo-plástica. Vamos abordar nesse post os dois mais utilizados na prática clínica: a coroa total-metálica (CTM) e a coroa metalo-cerâmica (CMC), apontando as suas diferenças, indicações e peculiaridades. No entanto, ambas tem princípios que devem ser respeitados para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Existem vários tipos de materiais para se realizar uma coroa total, seja total metálica, cerâmica pura, metalo-cerâmica ou metalo-plástica. Vamos abordar nesse post os dois mais utilizados na prática clínica: a <strong>coroa total-metálica</strong> (CTM) e a<strong> coroa metalo-cerâmica</strong> (CMC), apontando as suas diferenças, indicações e peculiaridades. No entanto, ambas tem princípios que devem ser respeitados para que haja sucesso no preparo.</p>
<p style="text-align: justify;">Inicialmente temos que relembrar alguns conceitos de periodontia para que possamos ter uma base melhor para a realização de uma coroa total. Na periodontia, existem dois conceitos anatômicos para a análise da coroa de um dente, um desses termos é designado de <strong>coroa clínica</strong>, que é a parte visível da coroa do dente, e a outra é a<strong> coroa anatômica, </strong>que vai da junção cemento esmalte (JEC) até a ponta da cúspide.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma coroa total protética possui alguns princípios de preparo que devem ser respeitados para que haja sucesso no procedimento. Existem três princípios básicos para a realização de uma boa peça protética, são eles:</p>
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<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5536" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Then-go-and-share-it-with-the-world.-1.png" alt="principios preparo coroa total" width="1024" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Then-go-and-share-it-with-the-world.-1.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Then-go-and-share-it-with-the-world.-1-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Then-go-and-share-it-with-the-world.-1-768x576.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Observação: Durante a anamnese, um fator importante a ser perguntado ao paciente é se ele possui algum tipo de alergia a algum tipo liga metálica. Atualmente, são usadas as ligas áureas, liga de NiCr (<em>Niquel Cromo</em>) e liga de CrCo (<em>cobalto cromo</em>).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Princípios para realização do preparo – Técnica da Silhueta (dentes posteriores)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O princípio da técnica da silhueta é basicamente realizar um <strong>preparo parcial</strong> do dente, confeccionando inicialmente uma caixa oclusal no sentido mesio-destal, logo após realizar sulcos de orientação nas faces livres vestibular e lingual/palatina, respeitando sempre a primeira inclinação de 2 a 5 graus e segunda inclinação de 5 a 10 graus.</p>
<p style="text-align: justify;">Observação: Durante a realização dos sulcos de orientação na face lingual dos molares inferiores, sempre respeitar a única inclinação do dente. O sulco de orientação deve seguir o longo eixo do dente, ou seja, o operador deve fazer o desgaste em um ângulo de 90 graus ao longo eixo do dente.</p>
<p style="text-align: justify;">Após a realização dos sulcos de orientação, o operador deve unir os desgastes realizados nas faces livres com a caixa oclusal. Dependendo da indicação da coroa protética para cada caso, o desgaste será feito de diferentes formas, em seguida, será ilustrada uma tabela contendo valores referenciais para o desgaste de cada face dental.</p>
<p style="text-align: justify;">Os desgastes que serão realizados nas faces proximais serão feitos com uma broca 2200, seja para preparos de CTM ou CMC. Para realizar o desgaste das faces proximais, o operador deve proteger bem o dente adjacente com uma tira de aço para que não ocorra nenhum dano, o modo indicado para realizar o desgaste das faces proximais é entrar com a broca 2200 ao longo eixo do dente, realizando movimentos pendulares.</p>
<p style="text-align: justify;">Observação: Durante a realização dos desgastes proximais, é imprescindível que o operador tenha máximo cuidado o quanto o preparo deve se estender subgengivalmente, pois nesta área existe uma região de extrema importância, chamada área de <em>COL</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo após a realização dos desgastes proximais, inicialmente realizado pela broca 2200, agora é utilizada a broca 2214 (para preparos em CTM) ou 3216 (para preparos em CMC), unindo todas as paredes do preparo. Nesse momento, o dentes já esta parcialmente preparado, agora o operador deve realizar todos os passo novamente na parte restante do dente. Após todos os desgastes feitos, o operador deve reduzir as cúspides de contenção cêntrica “VIPS” (Vestibulares dos dentes Inferiores e Palatina dos Superiores) e levar o preparo subgengival 0,5 mm, respeitando o espaço biológico.</p>
<p style="text-align: justify;">Observação: O espaço biológico é a área que compreende ao epitélio juncional + inserção conjuntiva = espaço biológico, caso esse espaço seja invadido por meios iatrogênicos do operador, o tecido gengival terá uma resposta inflamatória e como forma de defesa o tecido irá se deslocar mais apicalmente, além de ocorrer perda óssea significativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre observar se o termino do preparo ficou adequado, é de extrema importância que não haja defeitos, o mais comum de términos inadequados é o “cabo de guarda-chuva”, uma dica importante é sempre fazer a sondagem de todo o preparo e se necessário passar um grafite nas bordas do preparo, delimitando cada etapa e nunca deixar ângulos vivos no preparo.</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5735" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-diferenca-preparos-coroa-total.png" alt="tabela diferenca preparos coroa total" width="1200" height="883" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-diferenca-preparos-coroa-total.png 1200w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-diferenca-preparos-coroa-total-300x221.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-diferenca-preparos-coroa-total-768x565.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-diferenca-preparos-coroa-total-1024x753.png 1024w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Princípios para realização do preparo – Técnica da silhueta (dentes anteriores)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para a realização de um preparo para CMC em dente anterior o primeiro passo a ser dado é realizar sulcos de orientação na vestibular e palatina/lingual com a broca 3216 ou 2215, fazer um sulco dividindo o dente ao meio no seu longo eixo e outro sulco paralelo ao primeiro em direção a proximal de sua escolha e sempre respeitando as duas inclinações: primeira inclinação médio-cervical e segunda inclinação médio-incisal. Realizar desgaste na incisal de aproximadamente 2mm. Na palatina também realizar sulcos de orientações, diferente da face vestibular a palatina só tem uma inclinação o operador deve realizar o sulco de orientação ao longo eixo do dente, ou seja, o operador deve fazer o desgaste em um ângulo de 90 graus ao longo eixo do dente, com máximo cuidado, pois a maior parte dos desgastes inadequados acontece nesse passo.</p>
<p style="text-align: justify;">Observação: Sempre preservar o cíngulo do dente.</p>
<p style="text-align: justify;">A próxima etapa é realizar <strong>desgaste nas proximais</strong> com a broca 2200, sempre protegendo o dente vizinho com tira de aço para não ocorrer eventuais danos, o modo indicado para realizar o desgaste das faces proximais é entrar com a broca 2200 ao longo eixo do dente realizando movimentos pendulares.</p>
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<p style="text-align: justify;">Logo após a realização dos desgastes proximais, inicialmente realizado pela broca 2200, agora é utilizada a broca 3216 para unir todas as faces. Nessa etapa o dente já esta parcialmente preparado, agora o operador deve realizar todos os passos já citados na parte restante do dente. Após realizar toda a sequencia deve fazer o desgaste da face lingual do dente com a broca 3118 (ponta de chama) e arredondar os ângulos vivos caso houver necessidade.</p>
<p><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Foto-Bruno-Gusso.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-5533 alignleft" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Foto-Bruno-Gusso.jpg" alt="Foto Bruno Gusso" width="90" height="90" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Foto-Bruno-Gusso.jpg 960w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Foto-Bruno-Gusso-150x150.jpg 150w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Foto-Bruno-Gusso-300x300.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Foto-Bruno-Gusso-768x768.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 90px) 100vw, 90px" /></a><br />
Autor: Bruno Gusso. Acadêmico do curso de Odontologia da Universidade Positivo<br />
Membro acadêmico do Banco de dentes &#8211; FOUP<br />
<span style="font-family: verdana, sans-serif; font-size: small;">Membro acadêmico da Liga sem Dor Curitiba Paraná<br />
</span><span style="font-family: verdana, sans-serif; font-size: small;">Membro acadêmico do Programa de Iniciação Científica da Universidade Positivo</span></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Restaurações Indiretas (Inlay/Onlay/Overlay)</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/restauracoes-indiretas-inlayonlayoverlay/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/restauracoes-indiretas-inlayonlayoverlay/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2015 03:46:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dentística & Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica Operatória & Materiais Dentários]]></category>
		<category><![CDATA[indicações]]></category>
		<category><![CDATA[inlay]]></category>
		<category><![CDATA[onlay]]></category>
		<category><![CDATA[overlay]]></category>
		<category><![CDATA[Preparo]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
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					<description><![CDATA[As restaurações indiretas são muito utilizadas na odontologia. Elas podem ser Inlay, Onlay ou Overlay, cada uma com suas características. Nesse post você vai aprender as vantagens dessas restaurações indiretas. Vantagens: Mais fácil de reproduzir os contatos interproximais; Minimiza a contração de polimerização a apenas uma fina camada do cimento resinoso usado para a fixação; [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As <strong>restaurações indiretas</strong> são muito utilizadas na odontologia. Elas podem ser Inlay, Onlay ou Overlay, cada uma com suas características. Nesse post você vai aprender as vantagens dessas restaurações indiretas.</p>
<p><strong>Vantagens:</strong></p>
<ul>
<li>Mais fácil de reproduzir os contatos interproximais;</li>
<li>Minimiza a contração de polimerização a apenas uma fina camada do cimento resinoso usado para a fixação;</li>
<li>O material restaurador apresenta melhores propriedades em comparação com as resinas diretas.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>

<p style="text-align: center;">Já tem um kit acadêmico para arrasar nas aulas de dentística e técnica operatória? Na Amazon Você Encontra: <a href="https://amzn.to/3zGthdr" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10712 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619.png" alt="" width="2289" height="961" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619.png 2289w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-300x126.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-1024x430.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-768x322.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-1536x645.png 1536w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-2048x860.png 2048w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-696x292.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-1068x448.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-1000x420.png 1000w" sizes="auto, (max-width: 2289px) 100vw, 2289px" /></a></p>

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<p><strong>Indicações: </strong></p>
<ul>
<li>Restaurações amplas em dentes posteriores;</li>
<li>Istmo oclusal maior que a metade da distância intercúspidea ou quando o preparo envolver uma ou mais cúspides;</li>
<li>Quando uma restauração estética seja necessária e uma coroa total não seja desejada.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Características do preparo: INLAY/ONLAY/OVERLAY</strong></p>
<p><br /><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3954" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/inlay-imagem-.png" alt="inlay imagem" width="325" height="202" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/inlay-imagem-.png 325w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/inlay-imagem--300x186.png 300w" sizes="auto, (max-width: 325px) 100vw, 325px" /></p>
<p><strong>Caixa Proximal: </strong></p>
<ul>
<li>Parede vestibular e lingual expulsiva;</li>
<li>Parede axial plana e levemente expulsiva no sentido axioproximal com terminação em chanfrado;</li>
<li>Ângulos externos arredondados.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Caixa Oclusal :</strong></p>
<ul>
<li>Abertura Vestíbulolingual de 1,5 a 2mm;</li>
<li>Parede pulpar plana;</li>
<li>Profundidade oclusal 2 mm;</li>
<li>Parede vestibular e lingual levemente expulsiva;</li>
<li>Ângulos internos arredondados;</li>
<li>Ângulo cavossuperficial nítido e sem bisel.</li>
<li>Chanfro nas cúspides de contenção cêntrica para ONLAY/OVERLAY</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Vantagens do Chanfro: </strong></p>
<ul>
<li>Linha de acabamento reproduzida com material restaurador;</li>
<li>Transição estética e configuração adesiva favoráveis;</li>
<li>Escoamento para o cimento resinoso;</li>
<li>Ângulos internos arredondados.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Desvantagens do Chanfro:</strong></p>
<ul>
<li>Dificuldade de se obter acabamento das restaurações indiretas;</li>
<li>Maior risco de fratura marginal.<strong> </strong></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Brocas para preparo: </strong></p>
<ul>
<li>2135: Extensão do sulco central</li>
<li>3131: Preparo proximal</li>
<li>4138: Canaletas e caixas oclusais</li>
<li>3139F/4138F: Acabamento do preparo</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DICA: </strong>As paredes e margens do preparo devem sofrer acabamento com brocas multilaminadas e instrumentos manuais com o intuito de proporcionar paredes e margens lisas e definidas que facilitam as etapas de moldagem, confecção e adaptação da restauração.</p>
<p><strong>Escolha de cor: </strong><br />Técnica da “estratificação natural”. Ela deve escolher a cor da dentina na região cervical do dente e do esmalte no terço oclusal utilizando a escala VITA.<strong> </strong></p>
<p><strong>Provisórios:</strong></p>
<ul>
<li>Resina fotoativada específica que apresenta uma consistência borrachóide após sua fotopolimerização como Systemp, Bioplic..;</li>
<li>Resina acrílica quimicamente ativada fixada com cimentos provisórios;</li>
<li>Resina composta fotopolimerizavel sem o uso de adesivo na cavidade.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Prova da peça (observar): </strong></p>
<ul>
<li>Ponto de contato interproximal;</li>
<li>Adaptação marginal;</li>
<li>Contorno;</li>
<li>Cor.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
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<p><strong>DICA: </strong>Não prove a restauração indireta sob isolamento absoluto, pois um pequeno deslocamento proximal do dente que recebe o grampo pode interferir na exata relação da distância interproximal. Com isso o profissional pode erroneamente ajustar áreas proximais da restauração e comprometer o ponto de contato interproximal.</p>
<p><strong>Preparo da peça (Cerâmica): </strong></p>
<ul>
<li>Condicionamento com ácido fluorídrico (8 a 12%);</li>
<li>Silanizaçao.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Preparo da peça (Resina composta): </strong></p>
<ul>
<li>Condicionamento com ácido fluorídrico (8 a 12%);</li>
<li>Silanizaçao;</li>
<li>Sistema adesivo.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Preparo do dente: </strong></p>
<ul>
<li>Condicionamento com ácido fosfórico;</li>
<li>Sistema Adesivo.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cimentação: </strong></p>
<ul>
<li>Cimento DUAL, Autocondicionante ou resina composta micro-hibrida ou nanoparticulada (nesse caso um aparelho para aquecer o compósito e favorecer seu escoamento deve ser empregado).</li>
<li>Fotopolimerizar cada face por 60 segundos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Resumo dos preparos em Inlays e Onlays</strong></p>
<ul>
<li>Preparos expulsivos, com angulação de 10° a 12°</li>
<li>Redução de área proximal livre: 0,5mm a 1,0mm</li>
<li>Redução oclusal: 1,5mm a 2 mm (para cúspides cêntricas)</li>
<li>Ângulos internos arredondados (permitindo melhor escoamento do cimento)</li>
<li>Parede pulpar não plana, promovendo depressão em área de sulco</li>
<li>Cavo superficial mais próximo de 90°</li>
<li>Chanfro profundo externo em onlays</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Referências:<br />Livro: Dentística: Saúde e Estética de Ewerton Nochi Conceição;<br />Aulas de Inlay e Onlay da Universidade Positivo.</p>
<p>Imagem em destaque: www.ordinacijaknego.hr</p>
<p>E se você quiser ficar sempre por dentro das novidades do Odonto Up, curta nossa página no <strong>facebook </strong>e siga a gente no Instagram <strong>@siteodontoup</strong></p>
<p><br />Autor:<br /><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-3946 alignleft" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/11358710_919781841377628_834763916_n.jpg" alt="" width="83" height="98" /></p>
<p style="text-align: left;">Fernanda Camila Graboski, Cirurgiã-Dentista graduada<br />em Odontologia pela Universidade Positivo, Curitiba &#8211; PR</p>

<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Protese Fixa</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/protese-fixa/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/protese-fixa/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2015 18:19:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prótese]]></category>
		<category><![CDATA[fixa]]></category>
		<category><![CDATA[indicações]]></category>
		<category><![CDATA[Preparo]]></category>
		<category><![CDATA[prótese]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois que o dente sofre uma injúria por cárie ou trauma, é necessário restaurá-lo para trazer forma e função novamente. Quando um dente sofre uma lesão extensa, dependendo do caso, restaurações diretas não são indicadas. É aí que entram as conhecidas próteses fixas. Elas podem ser parte da coroa, a coroa em sua total extensão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois que o dente sofre uma injúria por cárie ou trauma, é necessário restaurá-lo para trazer forma e função novamente. Quando um dente sofre uma lesão extensa, dependendo do caso, restaurações diretas não são indicadas. É aí que entram as conhecidas <strong>próteses fixas</strong>. Elas podem ser parte da coroa, a coroa em sua total extensão e de variados materiais.</p>
<p>As indicações e contra-indicações, vantagens e desvantagens, preparo e dicas incríveis você verá a seguir, nesse material definitivo e bem resumido.</p>
<p>Tempo de leitura: 7min.</p>
<p><strong>0 que é uma prótese fixa?</strong><br />
É a confecção artificial de uma coroa de um elemento dentário ou apenas parte dela.</p>
<p><strong>Que tipos de materiais podemos usar para confeccionar uma prótese fixa?</strong><br />
Existem diversos materiais no mercado, porém com o decorrer dos anos e dos avanços científicos em termos de qualidade de materiais biocompatíveis os mais utilizados em dias atuais são: metal, cerâmica, resina composta e zircônia.<br />
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<p>Embora existam diversos materiais na indústria Odontológica o material de escolha na grande maioria das próteses fixas são as coroas Metalo- Cerâmicas, ou seja, que apresentam uma camada superficial de cerâmica ( estética e lisura superficial) e metal ( resistência ) em sua composição.</p>
<p><strong>Quais são as indicações para a confecção de uma Coroa Metalo-Cerâmica?</strong></p>
<ul>
<li>Restaurar a coroa clínica de um dente.</li>
<li>Retentor de prótese fixa.</li>
<li>Corrigir a inclinação de dentes que receberão grampos de PPRs.</li>
<li>Suporte de PPRs.</li>
<li>Quando o fator estético é importante.</li>
</ul>
<p><strong>Quais são as contra-indicações para confecção de Coroa Metalo-Cerâmica?</strong></p>
<ul>
<li>Em situações onde o espaço interoclusal é reduzido.</li>
<li>Pacientes com parafunção (bruxismo e apertamento).</li>
</ul>
<p><strong>Quais são as vantagens de uma Coroa Metalo-Cerâmica?</strong></p>
<ul>
<li>Mais estético em relação à coroa total metálica e à metalo-plástica.</li>
<li>Preparo menos invasivo do que para uma coroa cerâmica.</li>
<li>Mais resistente do que uma prótese cerâmica.</li>
</ul>
<p><strong>Quais são as desvantagens de uma Coroa Metalo-Cerâmica?</strong></p>
<ul>
<li>Preparo mais invasivo do que para coroa total metálica ou metalo-plástica.</li>
<li>Mais friável do que uma coroa com oclusal metálica ou cerômero.</li>
<li>Em pacientes com gengiva fina a cinta metálica pode ficar aparente ( comprometendo o fator estético do tratamento)</li>
</ul>
<p><strong>C</strong><strong>omo deve ser confeccionado o preparo do elemento dentário para a instalação de uma coroa fixa?</strong></p>
<p><strong>Em dentes anteriores: </strong></p>
<ul>
<li>Realização dos sulcos de orientação nas faces vestibular, lingual e incisal (Utiliza-se a Ponta diamantada (PD) 3216 de 1,2 mm de profundidade (toda a PD) paralela em relação à superfície à ser preparada)</li>
<li>União dos sulcos de orientação utilizando a PD 3216 de 1,2 mm de profundidade obliquamente, sempre respeitando as 2 inclinações e os desgastes já definidos pelos sulcos.</li>
<li>Desgaste das faces proximais com o objetivo de eliminar a convexidade da área proximal promovendo a separação com o dente adjacente.</li>
<li>Preparo da concavidade palatina. Com a PD 3118 desgasta-se mais ou menos 1,2 mm</li>
<li>Preparo subgengival: pode ser levado para o interior do sulco gengival em 0,5 mm. Podem ser utilizadas as PDs: 3216; 3113; 2136; 283.</li>
<li>Acabamento arredondando as arestas axiais e áxio-incisais, definindo a forma e o limite do término cervical, obtendo uma linha contínua, definida e nítida.</li>
</ul>
<p><strong>Em dentes posteriores :</strong></p>
<ol>
<li>Aprofundamento do sulco oclusal principal &#8211; PD 1014</li>
<li>Sulcos de orientação nas faces vestibular, lingual e oclusal &#8211; PD 3216 &#8211; faces vestibular e lingual – 2 planos: primeiro terço cervical e médio – inclinação de 2 a 5 graus; segundo terço médio oclusal – inclinação de 5 a 10 graus.</li>
<li>Desgaste das faces proximais – 2 PDs: PD 2200 e a PD 3216</li>
<li>União dos sulcos de orientação &#8211; PD 2215/3216</li>
<li>Seguindo-se os passos anteriores procede-se o preparo da outra metade do dente.</li>
<li>Redução da cúspide funcional &#8211; PD 2215/3216</li>
<li>Preparo subgengival e acabamento &#8211; podem ser utilizadas as PDs: 3216; 3113; 2136; 283.</li>
</ol>
<p>Conteúdo baseado nas aulas dadas na matéria de prótese, da Universidade Positivo, com informações retiradas de livros e outras fontes.<br />
Fontes das imagens:<br />
<span style="line-height: 1.5;">Imagem destaque:  www.prodents.com<br />
</span>Imagem auxiliar: www.sorridere.net</p>
<h3>Autor:</h3>
<p>Victória R. Passos, 20 anos. Acadêmica do 4 ano do curso de<br />
Odontologia, Universidade Positivo.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Princípios de Preparo Para Prótese Fixa</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/principios-de-preparo-para-protese-fixa/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/principios-de-preparo-para-protese-fixa/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2014 04:57:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prótese]]></category>
		<category><![CDATA[brocas]]></category>
		<category><![CDATA[cerâmica]]></category>
		<category><![CDATA[coroa]]></category>
		<category><![CDATA[fixa]]></category>
		<category><![CDATA[Preparo]]></category>
		<category><![CDATA[Princípios]]></category>
		<category><![CDATA[prótese]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
		<category><![CDATA[termino]]></category>
		<category><![CDATA[total]]></category>
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					<description><![CDATA[Esse post traz um resumo detalhado de preparo para prótese fixa. Com conceitos bem definidos, listagem de brocas utilizadas e dicas incríveis, você vai saber ao final do post os princípios, as indicações e a técnica para um preparo seguro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O sucesso do tratamento com prótese é determinado através de três critérios: longevidade da<strong> prótese</strong>, saúde pulpar e gengival dos dentes envolvidos e satisfação do paciente. Para alcançar esses objetivos, o cirurgião deve saber executar todas as fases do tratamento, tais como exame, diagnóstico, planejamento e <a href="https://www.odontoup.com.br/cimentacao-de-faceta-de-porcelana-e-preparos-inlays-e-onlays/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">cimentação</a> da prótese.</p>
<p>Todas as fases principais e intermediárias são importantes e uma depende da outra. De nada adianta o dente estar preparado corretamente se as outras fases são negligenciadas.</p>
<p>O preparo dental não deve ser iniciado sem que o cirurgião-dentista saiba quando indicá-lo e como executá-lo, buscando preencher os 3 princípios fundamentais para conseguir preparos corretos: mecânicos, biológicos e estéticos.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #36adad;"><strong>Princípios Mecânicos</strong></span></p>
<p><strong>Retenção</strong><br />
O <span style="color: #000000;">preparo</span> deve apresentar certas características que impeçam o deslocamento axial da <a href="https://www.odontoup.com.br/objetivos-de-uma-restauracao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">restauração</a> quando submetida às forças de tração.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5286 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/0001-89203480-e1447117070739.png" alt="retenção friccional" width="1024" height="430" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/0001-89203480-e1447117070739.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/0001-89203480-e1447117070739-300x126.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/0001-89203480-e1447117070739-768x323.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Porém, o aumento exagerado da retenção friccional irá dificultar a cimentação da restauração pela resistência ao escoamento do cimento, impedindo o seu assento final e, consequentemente, causando um desajuste oclusal e cervical da restauração.<br />
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<p>A presença de sulco é ligeiramente importante em preparos extremamente cônicos. Portanto, sem a presença de um plano de inserção definido, para limitar a remoção e inserção da coroa em uma única direção e, assim, reduzir a possibilidade de deslocamento.</p>
<p>A área do preparo e sua textura superficial são aspectos também importantes na retenção. Quanto à textura superficial tem que se considerar que a capacidade de adesão dos cimentos dentários depende basicamente do contato deste, com as microrretenções existentes na superfície do dente preparado e da prótese</p>
<p><strong>Resistência ou Estabilidade</strong><br />
A forma de resistência ou estabilidade conferida ao preparo previne o deslocamento da restauração quando submetidas à forças oblíquas, que podem provocar a rotação da restauração. Por isso é importante que se saiba quais são as áreas do dente preparado das superfície interna da restauração que podem impedir este tipo de movimento.</p>
<p>Existem diversos fatores diretamente relacionados com a forma de resistência do preparo.</p>
<ul>
<li>magnitude e direção da força</li>
<li>relação altura/largura do preparo</li>
<li>integridade do dente preparado</li>
</ul>
<p><strong><br />
Rigidez estrutural</strong><br />
O preparo deve ser executado de tal forma que a restauração apresente espessura suficiente de metal (para as coroas totais metálicas), metal e porcelana (para as coroas de porcelana pura), para resistir as forças mastigatórias e não comprometar a estética e o tecido periodontal. Para isso, o desgaste deverá ser feito seletivamente de acordo com as necessidades estética e funcional da restauração.</p>
<p><strong>Integridade Marginal</strong><br />
O objetivo básico de toda restauração cimentada é estar bem adaptada e com uma linha mínima de cimento, para que a prótese possa permanecer em função o maior tempo possível, num ambiente desfavorável, que é a boca. Margens inadequadas facilitam a instalação do processo patológico do tecido gengival que, por sua vez, irá impedir a obtenção de próteses bem adaptadas.</p>
<p>Assim, o controle da linha de cimento exposta ao meio bucal e a higiene do paciente são fatores que aumentam a expectativa de longevidade da prótese</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #36adad;"><strong>Princípios Biológicos</strong></span></p>
<p><strong>Preservação do órgão pulpar</strong><br />
O desgaste excessivo está diretamente relacionado à retenção e saúde pulpar, pois além de diminuir a área preparada prejudicando a retenção da prótese e a própria resistência do remanescente dentário, nos dentes anteriores, principalmente, pode trazer danos irreversíveis à polpa, como inflamação, sensibilidade, etc.</p>
<p>Por outro lado, o desgaste insuficiente está diretamente relacionado ao sobrecontorno da prótese e, consequentemente, aos problemas que isso pode causar em termos de estética e prejuízo para o <a href="https://www.odontoup.com.br/periodonto-de-sustentacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">periodonto</a>.</p>
<p>Um dos objetivos principais da reabilitação com <a href="https://www.odontoup.com.br/protese-fixa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">prótese fixa</a> é a preservação da saúde do periodonto. Vários são os fatores diretamente relacionados à esse objetivo: higiene oral, forma, contorno de localização da margem cervical do preparo.</p>
<p>A melhor localização do término cervical é aquela em que o profissional pode controlar todos os procedimentos clínicos e o paciente tem condições efetivas de higienização. Assim é vital, para a homeostasia da área, que o preparo estenda-se o mínimo dentro do sulco gengival, exclusivamente por razões estéticas e suficiente apenas para esconder a cinta metálica da coroa, sem alterar significantemente a biologia do tecido gengival.</p>
<p>De maneira genérica, a extensão cervical dos dentes preparados pode variar de 2mm aquém da gengiva marginal livre até 1mm no interior do sulco. Os pacientes que pertencem ao grupo de risco à cárie não devem ter o término cervical colocado aquém do nível gengival</p>
<p><strong>Indicações término subgengival</strong></p>
<ul>
<li>razões estéticas com o objetivo de mascarar a cinta metálica</li>
<li>restaurações de amálgama ou de <a href="https://www.odontoup.com.br/resinas-compostas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">resina composta</a>, cujas paredes gengivais já se encontrem nesse nível.</li>
<li>presença de cárie que se estendam para dentro do sulco gengival</li>
<li>presença de fraturas que terminam subgengivalmente</li>
<li>razões mecânicas aplicadas, aplicadas geralmente aos dentes curtos</li>
<li>colocação do término cervical em área de relativa imunidade à <a href="https://www.odontoup.com.br/3801/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">cárie</a>, como se acredita ser a região correspondente ao sulco gengival.</li>
</ul>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"><br />
</span>(!) </strong>O preparo subgengival dentro dos níveis convencionais de 0.5 a 1.0mm não traz problemas ao tecido gengival, desde que a adaptação, forma, contorno e polimento da restauração estejam satisfatórios e o paciente consiga higienizar corretamente essa área.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #36adad;"><strong>Princípios Estéticos</strong></span></p>
<p>A estética depende, basicamente, da saúde periodontal, forma, contorno e cor da prótese. Para atingir esses objetivos, há que se preservar o estado de saúde do periodonto, confeccionar restaurações com forma, contorno e cor corretos. Fatores estes que estão diretamente relacionados com a quantidade de desgaste da estrutura dentária.</p>
<p>Se o desgaste é insuficiente para uma coroa <a href="https://www.odontoup.com.br/diferencas-do-preparo-para-coroa-total-metalica-e-coroa-metalo-ceramica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">metalo-cerâmica</a>, a porcelana apresentará espessura insuficiente para esconder a estrutura metálica, o que pode levar o técnico a compensar essa deficiência aumentando o contorno da restauração.</p>
<p><strong>Tipos de término cervical</strong><br />
O térmico cervical dos preparos pode apresentar diferentes configurações de acordo com o material a ser empregado para a confecção da coroa.</p>
<ol>
<li><a href="https://www.odontoup.com.br/tipos-de-terminos-em-protese/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ombro ou degrau</a>: a parede axial do preparo forma um ângulo de aproximadamente 90° com a parede cervical;</li>
<li><a href="https://www.odontoup.com.br/tipos-de-terminos-em-protese/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ombro ou degrau biselado</a>: ocorre formação de ângulo de aproximadamente 90° com a parede axial e cervical, com biselamento da aresta cavo-superficial;</li>
<li><a href="https://www.odontoup.com.br/tipos-de-terminos-em-protese/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Chanfrado</a>: a junção entra a parede axial e gengival é feita por um segmento de círculo, que deverá apresentar espessura suficiente para acomodar metal e faceta estética;</li>
<li><a href="https://www.odontoup.com.br/tipos-de-terminos-em-protese/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Chanferete</a>: a junção entra a parede axial e gengival é feita por um segmento de círculo de pequena dimensão (aproximadamente a metade do chanfrado), devendo apresentar espessura suficiente para acomodar o metal.</li>
</ol>
<p><strong><br />
Técnica de preparo para coroa metalo-cerâmica (Técnica da Silhueta)</strong><br />
DENTES ANTERIORES –</p>
<p><strong>1 – Sulcos de orientação:</strong> nas faces vestibular, incisal e linguo-cervical<br />
As coroas metalo-cerâmicas necessitam de 1,5mm de desgaste nas faces vestibular e metade das proximais e 2mm na incisal, para acomodar metal e porcelana.</p>
<p><strong>(!!!) DICA: </strong>faça primeiro os desgastes na metade, só então os outros desgastes na segunda metade.Esse passo nos da o controle da quantidade de desgaste necessária.</p>
<p>Brocas: 2215; 3216</p>
<p><figure id="attachment_5740" aria-describedby="caption-attachment-5740" style="width: 250px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5740 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-2215.jpg" alt="" width="250" height="250" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-2215.jpg 250w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-2215-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px" /><figcaption id="caption-attachment-5740" class="wp-caption-text">2215</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_5744" aria-describedby="caption-attachment-5744" style="width: 250px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5744 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3216.jpg" alt="" width="250" height="250" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3216.jpg 250w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3216-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px" /><figcaption id="caption-attachment-5744" class="wp-caption-text">3216</figcaption></figure></p>
<p><strong>2 – União dos sulcos de orientação:</strong> Com a broca 3216 ou 2215, faça a união dos sulcos da metade escolhida da face vestibular, incisal e lingual, mantendo-se a relação de paralelismo previamente obtida.</p>
<p><strong>3- Desgastes proximais:</strong> Com o dente adjacente protegido com uma matriz de aço, procede-se a eliminação da convexidade natural desta área. O desgaste deve terminar no nível gengival e deixar as paredes proximais paralelas entre si.</p>
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<p>Brocas: 2200; 3203</p>
<p><figure id="attachment_5738" aria-describedby="caption-attachment-5738" style="width: 250px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5738 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-2200.jpg" alt="" width="250" height="259" /><figcaption id="caption-attachment-5738" class="wp-caption-text">2200</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_5742" aria-describedby="caption-attachment-5742" style="width: 250px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5742 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3203.jpg" alt="" width="250" height="250" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3203.jpg 250w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3203-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px" /><figcaption id="caption-attachment-5742" class="wp-caption-text">3203</figcaption></figure></p>
<p><strong>4 – Desgaste Lingual: </strong>Segue a anatomia da área. Deve ser desgastada no mínimo em 0,6mm para acomodar apenas o metal nas coroas dos dentes anteriores que apresentam um sobrepasso cervical muito acentuado. Evita-se assim, deixar a região incisal muito fina e sujeita à fratura.</p>
<p>Brocas: 3118; 3215; 2214</p>
<p><figure id="attachment_5741" aria-describedby="caption-attachment-5741" style="width: 250px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5741 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3118.jpg" alt="" width="250" height="250" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3118.jpg 250w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3118-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px" /><figcaption id="caption-attachment-5741" class="wp-caption-text">3118</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_5743" aria-describedby="caption-attachment-5743" style="width: 250px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5743 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3215.jpg" alt="" width="250" height="250" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3215.jpg 250w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3215-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px" /><figcaption id="caption-attachment-5743" class="wp-caption-text">3215</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_5739" aria-describedby="caption-attachment-5739" style="width: 250px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5739 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-2214.jpg" alt="" width="250" height="250" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-2214.jpg 250w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-2214-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px" /><figcaption id="caption-attachment-5739" class="wp-caption-text">2214</figcaption></figure></p>
<p><strong>5 – Preparo subgengival: </strong>para se obter um término cervical do preparo no interior do sulco gengival, no término em chanfrado, é utilizado apenas a metade da ponta ativa da broca. Assim, o posicionamento correto da broca para estender o término do preparo dentro do sulco gengival deve ser feito deixando metade de seu diâmetro em contato com o dente e a outra metade fora do dente e, consequentemente, em contado com o epitélio sulcular.</p>
<p>Brocas: 3216 2215</p>
<p><strong>6 – Acabamento:</strong> Com o término cervical obtido com as brocas diamantadas 3216 ou 2215 é um chanfrado longo, torna-se necessário aumentar um pouco mais o desgaste na região cervical das faces estéticas, vestibular e metade das proximais, para acomodar o metal e a porcelana e não haver sobrecontornos. Para isso utiliza-se a broca tronco-cônica com extremidade arredondada, totalmente apoiada na parede axial, acentuando o desgaste nessa região.</p>
<p>Brocas: 4138</p>
<p><figure id="attachment_5745" aria-describedby="caption-attachment-5745" style="width: 250px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5745 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-4138.jpg" alt="" width="250" height="250" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-4138.jpg 250w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-4138-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px" /><figcaption id="caption-attachment-5745" class="wp-caption-text">4138</figcaption></figure></p>
<p><strong>Técnica de preparo para coroa total metálica</strong><br />
Indicada onde o fator estético não precisa ser considerado. A única diferença desse preparo para uma coroa metalo-cerâmica é a quantidade de desgaste, que passa de 1,5mm para apenas 1,0mm que é realizada na face vestibular, visto que essa área será recoberta somente com um metal.</p>
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<p>Receba dicas que vão mudar sua vida <strong>acadêmica</strong> e <strong>profissional</strong>.</p>
<p>Referência: conteúdo baseado e retirado das aulas de próteses ministradas na Universidade Positivo</p>
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		<title>Facetas Diretas e Indiretas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 May 2012 08:32:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dentística & Estética]]></category>
		<category><![CDATA[direta]]></category>
		<category><![CDATA[facetas]]></category>
		<category><![CDATA[indireta]]></category>
		<category><![CDATA[Preparo]]></category>
		<category><![CDATA[sequência]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesse post você vai descobrir as diferenças entre facetas diretas e indiretas, tudo sobre as características dos preparos, diferenças e sequência técnica. Considerações em relação ao preparo Não existe uma profundidade padrão para o preparo de facetas, pois este depende majoritariamente do grau de escurecimento do dente em questão. Dessa forma, dentes com alterações cromáticas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesse post você vai descobrir as diferenças entre <strong>facetas diretas e indiretas</strong>, tudo sobre as características dos preparos, diferenças e sequência técnica.</p>
<p><strong>Considerações em relação ao preparo</strong><br />
Não existe uma profundidade padrão para o preparo de facetas, pois este depende majoritariamente do grau de escurecimento do dente em questão. Dessa forma, dentes com alterações cromáticas leves, sem alteração cromática, ou excessivamente lingualizados, podem exigir um preparo mínimo ou até ausente. Dessa forma, a profundidade varia de 0,2mm a 2 mm, espessura que pode ser controlada pela própria ponta diamantada que está sendo utilizada.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Já tem um kit acadêmico para arrasar nas aulas de dentística e técnica operatória? Na Amazon Você Encontra:</strong> <a href="https://amzn.to/3zGthdr" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10712 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619.png" alt="" width="2289" height="961" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619.png 2289w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-300x126.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-1024x430.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-768x322.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-1536x645.png 1536w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-2048x860.png 2048w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-696x292.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-1068x448.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-1000x420.png 1000w" sizes="auto, (max-width: 2289px) 100vw, 2289px" /></a></p>
<p>Deve-se observar também as áreas estáticas e dinâmicas de visibilidade. A primeira refere-se a uma vista por vestibular, enquanto a segunda é uma vista por proximal, geralmente observada quando o paciente está com a cabeça em movimento, ou em um ângulo de visão não frontal. O estabelecimento destas áreas permitirá que se determinem os limites da faceta. Por exemplo, na área dinâmica de visibilidade, seria possível observar a linha de união das margens do dente com as da faceta. Dessa forma, na tentativa de mascarar essa margem, se faz um sobre-extensão do preparo na região proximal, procurando manter os pontos de contato (ou pelo menos metade deles).</p>
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<p>As brocas utilizadas são <strong>1011/12/16</strong> (esférica) e a<strong> 2135</strong> (tronco cônica com extremo arredondado). Pontas diamantadas auto limitantes também podem ser utilizadas.<br />
Em relação à extensão gengival, deve-se observar: a linha do sorriso do paciente, a saúde periodontal, o grau de escurecimento ou do acometimento da cárie, dentre outros. O ideal é que o preparo fosse supra-gengival. Mas, por razões estéticas, o preparo poderá ser normo-gengival ou com leve extensão subgengival (lembrando que a saúde periodontal neste caso está interligada a qualidade do acabamento e polimento do término).</p>
<p><strong>O preparo da margem incisal pode ser de 3 tipos:</strong><br />
&#8211; <em>Ponta de faca:</em> casos sem alteração cromática<br />
&#8211; <em>Chanfrado:</em> leve alterações. O chanfrado permite uma espessura suficiente do material para reproduzir a translucidez.<br />
&#8211; <em>Envolvimento da palatina (Ângulo reto na palatina e biselado por vestibular):</em> quando o dente tem que ser aumentado verticalmente ou quando há severas alterações cromáticas.</p>
<p><strong>Sequência clínica para facetas diretas (técnica da silhueta):</strong></p>
<ul>
<li>Profilaxia</li>
<li>Tomada de cor e verificação dos contatos oclusais</li>
<li>Escolha das resinas</li>
<li>Anestesia</li>
<li>Isolamento relativo ou absoluto modificado</li>
<li>Colocação de fio retrator, quando necessário</li>
<li>Confecção do sulco de orientação com broca esférica compatível</li>
<li>Confecção de sulcos axiais com broca tronco cônica</li>
<li>União dos sulcos em apenas metade do dente</li>
<li>Avaliação da uniformidade da profundidade</li>
<li>União da outra metade</li>
<li>Extensão proximal</li>
<li>Acabamento da margem gengival</li>
<li>Acabamento e regularização do preparo</li>
<li>Proteção dos dentes adjacentes e condicionamento ácido do dente com ácido fosfórico 37%</li>
<li>Lavagem abundante e secagem cuidadosa</li>
<li>Aplicação do sistema adesivo (o <em>primer</em> é utilizado apenas quando houver dentina exposta)</li>
<li>Após 10 segundos de volatilização do sistema, fotopolimerizar por 20 segundos</li>
<li>Inserção da resina de forma estratificada e incremental. Observar a necessidade do opacificador, sendo que se presente, este deve ser o primeiro incremento</li>
<li>A última camada pode ser de resina microparticulada, permitindo um bom acabamento e polimento</li>
<li>Acabamento e polimento, após a retirada do isolamento</li>
<li>Proservação</li>
</ul>
<p><strong>Sequência técnica para facetas indiretas</strong></p>
<ul>
<li>Profilaxia</li>
<li>Tomada de cor e verificação dos contatos oclusais</li>
<li>Escolha das resinas</li>
<li>Anestesia</li>
<li>Isolamento relativo ou absoluto modificado</li>
<li>Colocação de fio retrator, quando necessário</li>
<li>Confecção do sulco de orientação com broca esférica compatível</li>
<li>Confecção de sulcos axiais com broca tronco cônica</li>
<li>União dos sulcos em apenas metade do dente</li>
<li>Avaliação da uniformidade da profundidade</li>
<li>União da outra metade</li>
<li>Extensão proximal</li>
<li>Acabamento da margem gengival</li>
<li>Acabamento e regularização do preparo</li>
<li>Moldagem e confecção do registro de oclusão</li>
<li>Confecção e instalação de facetas provisórias (podem ser de resina acrílica cimentadas com cimento temporário ou com resina direta, retidas por uma camada híbrida apenas 3 pontos na vestibular do dente)</li>
<li>Etapas laboratoriais</li>
<li>Remoção das facetas provisórias e higienização da superfície, removendo os excessos do cimentos</li>
<li>Prova e ajuste da faceta, podendo se utilizar um cimento teste/ cimento prova, na tentativa de se verificar a coloração que a faceta adquirirá após cimentação. Ressaltar que o cimento teste deve ser hidrossolúvel</li>
<li>Higienização da superfície dentária</li>
</ul>
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Fonte da imagem: tctmedicare.com</p>
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		<title>Preparo Classe I e II de Amálgama</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/preparo-classe-i-e-ii-de-amalgama/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 May 2012 07:52:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dentística & Estética]]></category>
		<category><![CDATA[amálgama]]></category>
		<category><![CDATA[classe I e II]]></category>
		<category><![CDATA[Preparo]]></category>
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					<description><![CDATA[As restaurações com amálgama já não são tão utilizadas na pratica clínica, mas existem algumas universidades que ainda ensinam essas técnicas, afinal, em alguns lugares com atendimento público (postos de saúde, centros de atendimento) faz-se o uso desse material. E é para vocês que estamos aqui! Preparamos um post de Classe I e Classe II, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As restaurações com amálgama já não são tão utilizadas na pratica clínica, mas existem algumas universidades que ainda ensinam essas técnicas, afinal, em alguns lugares com atendimento público (postos de saúde, centros de atendimento) faz-se o uso desse material.</p>
<p>E é para vocês que estamos aqui!</p>
<p>Preparamos um post de Classe I e Classe II, já que as restaurações com esse material são utilizadas em região posterior. Vamos lá?</p>
<p><span style="color: #0b71b5;"><strong>Protocolo de Preparo</strong></span><br />
O protocolo para a confecção de um preparo que vai receber uma restauração de amálgama, têm algumas peculiaridades e características específicas para receber esse tipo de material, que o diferem de preparos que recebem resinas compostas. Diferente das resinas, o <strong>amálgama</strong> tem adesão mecânica, ou seja, fica <strong>retido</strong> através das angulações convergentes para oclusal das paredes do órgão dental.</p>
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<ul>
<li>Paredes vestibular e lingual convergentes para oclusal, proporcionando auto-retentividade. As paredes mesial e distal devem ser levemente divergentes, pela orientação dos prismas de esmalte.</li>
<li>Paredes vestibular e lingual da caixa proximal convergente para oclusal e divergente para proximal, também seguindo a orientação dos prismas. Para a retenção da cavidade no sentido proximal, deve-se realizar sulcos nos ângulos axio-vestibular e axio-lingual.</li>
<li>Todos os ângulos internos arredondados, evitando concentração de forças e facilitando a condensação do material.</li>
<li>Parede pulpar plana, mas seguindo a característica morfológica, para não expor os cornos pulpares</li>
<li>Realizar curva reversa de hollemback na vestibular</li>
<li>Istmo inter-cuspídeo o menor possível, diminuindo a tendência de separação das cúspides. Esta tendência é denominada de efeito cunha, produzida pela decomposição de forças vertical aplicadas sobre uma plano inclinado (vertente triturante). Este efeito é potencializado em dentes com estruturas perdidas e em pré-molares.</li>
<li>Realizar núcleos de preenchimento adesivos em cavidades profundas, evitando a síndrome do dente trincado. Esta síndrome corrresponde a presença de trincas sob a resturação do amálgama, justamente pela recorrência do efeito de cunha. Estas trincas, promvem estímulos álgicos quando a restauração é submetida a pressão (alivia quando a pressão cessa). Com o tempo, pode levar a uma inflamação irreversível e, posteriormente, à uma necrose pulpar.</li>
<li>A profundidade mínima é de 2mm, uma vez que o amalgma é friável frente a forças de tração e compressão.</li>
<li>Irregularidades devem ser removidas com cortantes manuais</li>
<li>Ângulo cavossuperficial nítido.</li>
<li>Parede axial de mesmo comprimento que a caixa oclusal, promovendo estabilidade e equilíbrio de forças (evita o efeito alavanca).</li>
</ul>
<p>Pronto, agora é só revisar e praticar! Bom trabalho!</p>
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		<item>
		<title>Preparos e Restaurações Classe III, IV e V em Resina Composta</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/preparos-e-restauracoes-classe-iii-e-v-em-resina-composta/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/preparos-e-restauracoes-classe-iii-e-v-em-resina-composta/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 16:03:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dentística & Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica Operatória & Materiais Dentários]]></category>
		<category><![CDATA[Classe III e V]]></category>
		<category><![CDATA[Preparo]]></category>
		<category><![CDATA[Resina Composta]]></category>
		<category><![CDATA[Restauração]]></category>
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					<description><![CDATA[Restauração Classe III, por serem em regiões estéticas, exigem do profissional um conhecimento técnico-científico bem sedimentado. Pensando nisso, a equipe do Odonto Up desenvolveu um material que pode te ajudar a se preparar para restaurações como essas. Vamos lá? Classe III Black Faces proximais dos dentes anteriores; Sem comprometimento do ângulo incisal; Lesão Cariosa Sem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Restauração Classe III, por serem em regiões estéticas, exigem do profissional um conhecimento técnico-científico bem sedimentado. Pensando nisso, a equipe do Odonto Up desenvolveu um material que pode te ajudar a se preparar para restaurações como essas.</p>
<p>Vamos lá?</p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Classe III Black</strong></span><br />
Faces proximais dos dentes anteriores;<br />
Sem comprometimento do ângulo incisal;</p>
<p><strong>Lesão Cariosa</strong></p>
<ul>
<li>Sem cavitação (mancha branca)</li>
</ul>
<p>&#8211; cárie ativa (opaca)<br />
&#8211; cárie inativa (brilhante) → Tratamento com flúor e boa escovação &#8211; <span style="color: #000000;">Passiveis de remineralização </span></p>
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<ul>
<li>Com cavitação</li>
</ul>
<p><strong><br />
Diagnóstico</strong></p>
<div align="center">
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="230">
<p align="center"><strong>Direta</strong></p>
<p style="text-align: left;">→ Lesões cavitadas</p>
<p style="text-align: left;">→ Invasão de superfícies</p>
<ul>
<li>
<div style="text-align: left;"> Vestibular</div>
</li>
<li style="text-align: left;">Lingual/Palatina</li>
</ul>
</td>
<td valign="top" width="230">
<p align="center"><strong>Indireta</strong></p>
<p style="text-align: left;">→ Podem ou não estar cavitadas</p>
<ul>
<li>
<div style="text-align: left;"> Radiografias</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: left;"> Transiluminação</div>
</li>
<li style="text-align: left;">Separação<br />
mecânica</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p><strong>Transiluminação</strong><br />
Aplicação luz branca pela face palatina dos dentes e verificação por vestibular.</p>
<p><strong>Separação Mecânica</strong><br />
Imediata</p>
<ul>
<li>  Cunhas interproximais</li>
<li>  Separador mecânico</li>
</ul>
<p>&#8211; Ivory<br />
&#8211; Elliot  → Melhor acesso à lesão | Vista incisal I.C.S’s separados</p>
<p>Mediata</p>
<ul>
<li>Elásticos</li>
</ul>
<p><strong><br />
Cuidados: </strong>Pontas do separador sempre abaixo do ponto de contato e separar somente até encontrar leve resistência.</p>
<p><strong>Rosqueamento do Separador Elliot</strong></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="272">
<p align="center">¼ de volta à cada 60 segundos</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="272">
<p align="center">Proteção das fibras periodontais</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Preparo</strong><br />
EVITAR ACESSO POR VESTIBULAR</p>
<ul>
<li>Esmalte vestibular sem apoio dentinário</li>
<li>Melhor opção</li>
</ul>
<p>&#8211; acesso direto<br />
→ dentes girovertidos;<br />
→ ausência do dente adjacente<br />
&#8211; acesso pela face palatina</p>
<p><strong>Manobras prévias</strong></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="288">
<p style="text-align: center;">Contatos<br />
oclusais</p>
</td>
<td style="text-align: center;" valign="top" width="288">Anestesia</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="288">
<p style="text-align: center;">Condições<br />
periodontais</p>
</td>
<td style="text-align: center;" valign="top" width="288">
<p style="text-align: center;">Isolamento<br />
Absoluto</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" valign="top" width="288">Condições<br />
pulpares</td>
<td valign="top" width="288">
<p style="text-align: center;">Afastamento<br />
gengival adicional</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="288">
<p style="text-align: center;">Profilaxia</p>
</td>
<td valign="top" width="288">
<p style="text-align: center;">Separação<br />
dos dentes</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="288">
<p style="text-align: center;">Escolha<br />
da cor</p>
</td>
<td width="288">
<p style="text-align: center;"> &#8212;</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<ul>
<li>Realização do Bisel → 1 mm (ponta diamantada nº 1112 – escolha)</li>
<li>Protocolo Adesivo</li>
<li>Inserção da resina composta</li>
<li>Inserção da resina para esmalte</li>
<li>Micro-particulada – Final (utilização do pincel para melhor espalhamento da resina</li>
<li>Acabamento – remoção de excessos (lâmina de bisturi nº 12</li>
<li>Polimento</li>
</ul>
<p>Obs: quanto mais opaca a resina a restauração tende a ficar mais branca</p>
<p><strong>Classe IV</strong></p>
<p>Cavidades que envolvem proximais de dentes anteriores, com envolvimento do ângulo incisal.</p>
<p>(instruções similares a classe III. Importante cuidar com o ponto de contato na região incisal).</p>
<p><strong>Classe V</strong><br />
1/3 da cervical das faces vestibulares e linguais de todos os dentes</p>
<p><strong> Preparo</strong></p>
<ul>
<li>Ponta diamantada 1013</li>
<li>Ponta diamantada 1112 (bisel)</li>
</ul>
<p align="center">Margem<br />
cervical em cemento</p>
<p align="center">↓</p>
<p align="center"><strong><span style="color: #000000;">Técnica Sanduiche </span> (</strong>Ionômero de vidro →  Resina)  <strong>quando tiver margem gengival em dentina</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10200" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2022/03/classe-iii-iv-v-.png" alt="" width="1080" height="1080" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2022/03/classe-iii-iv-v-.png 1080w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2022/03/classe-iii-iv-v--300x300.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2022/03/classe-iii-iv-v--1024x1024.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2022/03/classe-iii-iv-v--150x150.png 150w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2022/03/classe-iii-iv-v--768x768.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2022/03/classe-iii-iv-v--696x696.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2022/03/classe-iii-iv-v--1068x1068.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2022/03/classe-iii-iv-v--420x420.png 420w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></p>
<div class="mceTemp"></div>
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