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	<title>polpa &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<item>
		<title>Planos Anatômicos: O Guia Completo para Estudantes de Odontologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 15:45:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Descubra o que são os planos anatômicos (sagital, coronal, transversal e tangenciais), como são usados no estudo da anatomia e por que são fundamentais para acadêmicos de odontologia. Aprenda com explicações simples e exemplos práticos!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="" data-start="277" data-end="600">Antes de mergulhar no estudo da <strong data-start="309" data-end="341">anatomia da cabeça e pescoço</strong>, é essencial entender a base de toda descrição anatômica: os <strong data-start="403" data-end="424">planos anatômicos</strong>. Eles são como “linhas imaginárias” que dividem o corpo humano em partes específicas, facilitando a <strong data-start="525" data-end="550">localização anatômica</strong>, a descrição e o estudo das estruturas corporais.</p>
<h3 data-start="602" data-end="985"><strong>Por que você precisa conhecê-los?</strong></h3>
<p class="" data-start="602" data-end="985">Na <strong data-start="605" data-end="620">odontologia</strong>, esses planos não são apenas teoria — eles são usados na <strong data-start="678" data-end="710">prática clínica odontológica</strong>, no <strong data-start="715" data-end="741">diagnóstico por imagem</strong>, em <strong data-start="746" data-end="766">cirurgias bucais</strong> e até em <strong data-start="776" data-end="811">procedimentos estéticos faciais</strong>. Dominar esse conceito é o primeiro passo para entender com clareza as relações anatômicas, interpretar exames e se comunicar com precisão com outros profissionais da saúde.</p>
<p class="" data-start="602" data-end="985"><strong>Posição de referência para a descrição anatômica e planos</strong></p>
<ul>
<li>Indivíduo em pé, ereto</li>
<li>Mãos pendentes ao lado do corpo</li>
<li>Palmas das mãos para frente</li>
<li>Calcanhares juntos, pés para frente</li>
</ul>
<p class="" data-start="169" data-end="452">Os <strong data-start="172" data-end="193">planos anatômicos</strong> são linhas imaginárias que <strong data-start="221" data-end="270">dividem o corpo humano em regiões específicas</strong> para facilitar a <strong data-start="288" data-end="316">descrição da localização</strong> das estruturas internas e externas. Eles funcionam como pontos de referência universais utilizados em anatomia, medicina e odontologia.</p>
<p class="" data-start="454" data-end="588">Quando usamos expressões como “anterior”, “posterior”, “superior” ou “inferior”, estamos nos baseando nesses planos para nos orientar.</p>
<p class="" data-start="649" data-end="736">Na <strong data-start="652" data-end="687">anatomia aplicada à odontologia</strong>, entender os planos anatômicos é essencial para:</p>
<ul data-start="738" data-end="1112">
<li class="" data-start="738" data-end="830">
<p class="" data-start="740" data-end="830"><strong data-start="740" data-end="777">Localizar estruturas com precisão</strong> em exames de imagem como tomografias e radiografias;</p>
</li>
<li class="" data-start="831" data-end="885">
<p class="" data-start="833" data-end="885">Realizar <strong data-start="842" data-end="870">procedimentos cirúrgicos</strong> com segurança;</p>
</li>
<li class="" data-start="886" data-end="940">
<p class="" data-start="888" data-end="940">Planejar intervenções em <strong data-start="913" data-end="939">harmonização orofacial</strong>;</p>
</li>
<li class="" data-start="941" data-end="1026">
<p class="" data-start="943" data-end="1026">Compreender relações entre músculos, ossos, vasos e nervos na <strong data-start="1005" data-end="1025">cabeça e pescoço</strong>;</p>
</li>
<li class="" data-start="1027" data-end="1112">
<p class="" data-start="1029" data-end="1112">Descrever lesões, patologias ou alterações anatômicas de forma clara e padronizada.</p>
</li>
</ul>
<p><strong><br />
Planos Anatômicos</strong><br />
São divididos em dois grupos: seccionais e tangenciais</p>
<hr />
<h3><strong>Planos Seccionais:</strong></h3>
<ul>
<li class="" data-start="1188" data-end="1549">
<p class="" data-start="1191" data-end="1278"><strong data-start="1191" data-end="1221">Plano sagital (ou mediano)</strong><br data-start="1221" data-end="1224" />Divide o corpo em <strong data-start="1245" data-end="1275">metades direita e esquerda</strong>.</p>
<ul data-start="1282" data-end="1549">
<li class="" data-start="1282" data-end="1341">
<p class="" data-start="1284" data-end="1341">O plano <strong data-start="1292" data-end="1309">mediano exato</strong> passa bem no centro do corpo.</p>
</li>
<li class="" data-start="1345" data-end="1430">
<p class="" data-start="1347" data-end="1430">Os planos <strong data-start="1357" data-end="1373">parasagitais</strong> são paralelos ao mediano, mas deslocados lateralmente.</p>
</li>
<li class="" data-start="1434" data-end="1549">
<p class="" data-start="1436" data-end="1549"><strong data-start="1436" data-end="1454">Na odontologia</strong>: usado para visualizar a simetria facial e estruturas como mandíbula, língua e cavidade nasal.</p>
</li>
</ul>
</li>
<li class="" data-start="1551" data-end="1818">
<p class="" data-start="1554" data-end="1664"><strong data-start="1554" data-end="1584">Plano coronal (ou frontal)</strong><br data-start="1584" data-end="1587" />Divide o corpo em <strong data-start="1608" data-end="1636">parte anterior (frontal)</strong> e <strong data-start="1639" data-end="1661">posterior (dorsal)</strong>.</p>
<ul data-start="1668" data-end="1818">
<li class="" data-start="1668" data-end="1767">
<p class="" data-start="1670" data-end="1767">Essencial para avaliar estruturas da <strong data-start="1707" data-end="1731">face, órbitas, nariz</strong> e tecidos moles da região facial.</p>
</li>
<li class="" data-start="1771" data-end="1818">
<p class="" data-start="1773" data-end="1818">Muito utilizado em <strong data-start="1792" data-end="1817">tomografias cone beam</strong>.</p>
</li>
</ul>
</li>
<li class="" data-start="1820" data-end="2086">
<p class="" data-start="1823" data-end="1934"><strong data-start="1823" data-end="1855">Plano transversal (ou axial)</strong><br data-start="1855" data-end="1858" />Divide o corpo em <strong data-start="1879" data-end="1907">parte superior (cranial)</strong> e <strong data-start="1910" data-end="1931">inferior (caudal)</strong>.</p>
<ul data-start="1938" data-end="2086">
<li class="" data-start="1938" data-end="2086">
<p class="" data-start="1940" data-end="2086">Fundamental em exames de imagem para <strong data-start="1977" data-end="2017">avaliar cortes horizontais da cabeça</strong>, incluindo <strong data-start="2029" data-end="2049">seios paranasais</strong>, maxila, mandíbula e base do crânio.</p>
</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li>Sagital ou Mediano</li>
<li>Coronal ou Frontal</li>
<li>Horizontal, Transversal ou Axial</li>
</ul>
<figure id="attachment_5690" aria-describedby="caption-attachment-5690" style="width: 952px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-5690 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/05/planos-e1460476604847.png" alt="planos seccionais " width="952" height="606" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/05/planos-e1460476604847.png 952w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/05/planos-e1460476604847-300x191.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/05/planos-e1460476604847-768x489.png 768w" sizes="(max-width: 952px) 100vw, 952px" /><figcaption id="caption-attachment-5690" class="wp-caption-text">Planos seccionais divididos (azul: sagital ou mediano/ vermelho: coronal ou frontar/ verde: transversal ou axial</figcaption></figure>
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<h3 class="" data-start="2093" data-end="2113"><strong>Dica clínica:</strong></h3>
<p class="" data-start="2114" data-end="2329">Em procedimentos de <strong data-start="2134" data-end="2177">toxina botulínica, preenchimento facial</strong> e até em <strong data-start="2187" data-end="2210">implantes dentários</strong>, saber exatamente onde cada plano cruza a anatomia do paciente evita complicações e garante maior precisão e simetria.</p>
<hr />
<h3 data-start="198" data-end="451"><strong>Planos tangenciais na odontologia:</strong></h3>
<p class="" data-start="198" data-end="451">Os <strong data-start="201" data-end="223">planos tangenciais</strong> são cortes anatômicos <strong data-start="246" data-end="269">menos convencionais</strong>, mas extremamente úteis na <strong data-start="297" data-end="320">odontologia moderna</strong>, especialmente em <strong data-start="339" data-end="375">exames de imagem tridimensionais</strong>, como a <strong data-start="384" data-end="450">tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC ou cone beam)</strong>.</p>
<p class="" data-start="453" data-end="768">Diferente dos planos anatômicos clássicos (sagital, coronal e transversal), os planos tangenciais <strong data-start="551" data-end="600">não seguem uma divisão padrão do corpo humano</strong>, mas são traçados de acordo com a <strong data-start="635" data-end="671">estrutura que se deseja analisar</strong>, <strong data-start="673" data-end="689">tangenciando</strong> (ou seja, <strong data-start="700" data-end="740">passando de forma paralela e próxima</strong>) à superfície de interesse.</p>
<p>Planos Tangenciais são</p>
<ul>
<li>Superior (S)</li>
<li>Inferior (I)</li>
<li>Anterior (A)</li>
<li>Posterior (P)</li>
<li>Lateral (L)</li>
</ul>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-5689" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/05/planos-tangenciais-e1460476774865.png" alt="planos tangenciais" width="369" height="681" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/05/planos-tangenciais-e1460476774865.png 587w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/05/planos-tangenciais-e1460476774865-163x300.png 163w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/05/planos-tangenciais-e1460476774865-555x1024.png 555w" sizes="(max-width: 369px) 100vw, 369px" /></p>
<h3><strong>Importância dos planos tangenciais na odontologia</strong></h3>
<ul data-start="833" data-end="1360">
<li class="" data-start="833" data-end="952">
<p class="" data-start="835" data-end="952">São essenciais para avaliar estruturas curvilíneas, como o contorno da maxila, mandíbula ou canal mandibular;</p>
</li>
<li class="" data-start="953" data-end="1132">
<p class="" data-start="955" data-end="1018">Permitem uma visualização mais fiel de regiões complexas, como:</p>
<ul data-start="1021" data-end="1132">
<li class="" data-start="1021" data-end="1055">
<p class="" data-start="1023" data-end="1055">Paredes dos seios maxilares;</p>
</li>
<li class="" data-start="1058" data-end="1083">
<p class="" data-start="1060" data-end="1083">Forames anatômicos;</p>
</li>
<li class="" data-start="1086" data-end="1132">
<p class="" data-start="1088" data-end="1132">Implantes dentários em áreas inclinadas;</p>
</li>
</ul>
</li>
<li class="" data-start="1133" data-end="1360">
<p class="" data-start="1135" data-end="1191">Facilitam o planejamento e execução de procedimentos em:</p>
<ul data-start="1194" data-end="1360">
<li class="" data-start="1194" data-end="1262">
<p class="" data-start="1196" data-end="1262">Harmonização orofacial (como o mapeamento do arco zigomático);</p>
</li>
<li class="" data-start="1265" data-end="1298">
<p class="" data-start="1267" data-end="1298">Ortodontia com alinhadores;</p>
</li>
<li class="" data-start="1301" data-end="1360">
<p class="" data-start="1303" data-end="1360">Cirurgias de terceiros molares ou lesões periapicais.</p>
</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p data-start="1367" data-end="1389"><em>Exemplo prático: Ao analisar uma tomografia para colocação de implantes, um plano tangencial pode ser traçado ao longo do rebordo alveolar para mostrar a espessura óssea em toda sua extensão, o que não seria possível com cortes apenas axiais ou sagitais.</em></p>
<hr />
<h3 class="" data-start="273" data-end="347"><strong>Exemplos práticos de aplicação dos planos anatômicos na Odontologia</strong></h3>
<ol data-start="349" data-end="1726">
<li class="" data-start="349" data-end="693">
<p class="" data-start="352" data-end="390"><strong data-start="352" data-end="390">Plano Sagital em Exames de Imagem:</strong></p>
<ul data-start="394" data-end="693">
<li class="" data-start="394" data-end="693">
<p class="" data-start="396" data-end="693">Quando o cirurgião-dentista analisa uma tomografia computadorizada para avaliar a posição de um dente incluso (como um terceiro molar), o plano sagital permite visualizar o corpo dividido em lado direito e esquerdo. Isso facilita a análise da simetria e o planejamento cirúrgico com mais precisão.</p>
</li>
</ul>
</li>
<li class="" data-start="695" data-end="1040">
<p class="" data-start="698" data-end="740"><strong data-start="698" data-end="740">Plano Frontal em Avaliações Estéticas:</strong></p>
<ul data-start="744" data-end="1040">
<li class="" data-start="744" data-end="1040">
<p class="" data-start="746" data-end="1040">Na harmonização orofacial, o plano frontal é utilizado para examinar a simetria facial, analisando elementos como a altura das sobrancelhas, o alinhamento dos lábios e a projeção do mento. Esse plano ajuda a planejar intervenções estéticas, como aplicação de toxina botulínica e preenchimentos.</p>
</li>
</ul>
</li>
<li class="" data-start="1042" data-end="1343">
<p class="" data-start="1045" data-end="1099"><strong data-start="1045" data-end="1099">Plano Transversal em Implantes e Anatomia de Base:</strong></p>
<ul data-start="1103" data-end="1343">
<li class="" data-start="1103" data-end="1343">
<p class="" data-start="1105" data-end="1343">Em aulas práticas de anatomia, o plano transversal é essencial para estudar cortes horizontais da cabeça e pescoço. Ele também é fundamental em exames de imagem para avaliar a largura óssea disponível na instalação de implantes dentários.</p>
</li>
</ul>
</li>
<li class="" data-start="1345" data-end="1726">
<p class="" data-start="1348" data-end="1394"><strong data-start="1348" data-end="1394">Posição Anatômica como Referência Clínica:</strong></p>
<ul data-start="1398" data-end="1726">
<li class="" data-start="1398" data-end="1726">
<p class="" data-start="1400" data-end="1726">Mesmo que o paciente esteja deitado na cadeira odontológica, toda a descrição anatômica (como distal, mesial, superior e inferior) parte da posição anatômica padrão — em pé, com os braços estendidos ao lado do corpo e as palmas voltadas para frente. Essa padronização evita confusões durante a comunicação entre profissionais.</p>
</li>
</ul>
</li>
</ol>
<p><strong>Termos de Relação Anatômica</strong></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Superior ou cranial:</strong> mais próximo da cabeça</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Inferior ou caudal:</strong> mais próximo dos pés</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Anterior ou ventral:</strong> mais próximo do ventre</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Posterior ou dorsal:</strong> mais próximo do dorso</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Proximal:</strong> mais próximo do ponto de origem</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Distal:</strong> mais afastado do ponto de origem</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Medial:</strong> mais próximo do plano sagital mediano</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Lateral:</strong> mais afastado do plano sagital mediano</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Homolateral ou ipsilateral:</strong> do mesmo lado do corpo</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Contra-lateral:</strong> do lado oposto do corpo</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Superficial:</strong> mais próximo da pele</span></li>
<li><strong>Profundo:</strong> mais afastado da pele</li>
</ul>
<p>Referências:</p>
<ul>
<li class="" data-start="180" data-end="353">
<p class="" data-start="183" data-end="353"><strong data-start="183" data-end="232">Moore, K. L., Dalley, A. F., &amp; Agur, A. M. R.</strong> – <em data-start="235" data-end="270">Anatomia Orientada para a Clínica</em><br data-start="270" data-end="273" />(Referência clássica para planos anatômicos, termos de posição e orientação).</p>
</li>
<li class="" data-start="355" data-end="506">
<p class="" data-start="358" data-end="506"><strong data-start="358" data-end="375">Netter, F. H.</strong> – <em data-start="378" data-end="404">Atlas de Anatomia Humana</em><br data-start="404" data-end="407" />(Muito usado por acadêmicos de odontologia e medicina para estudo visual dos planos anatômicos).</p>
</li>
<li class="" data-start="508" data-end="640">
<p class="" data-start="511" data-end="640"><strong data-start="511" data-end="546">Gray’s Anatomia para Estudantes</strong> – Drake, Vogl &amp; Mitchell<br data-start="571" data-end="574" />(Didática e objetiva, excelente para introduções sobre o tema).</p>
</li>
<li class="" data-start="642" data-end="796">
<p class="" data-start="645" data-end="796"><strong data-start="645" data-end="685">Terminologia Anatômica Internacional</strong> (TAI)<br data-start="691" data-end="694" />(Documento oficial com os nomes padronizados para estruturas anatômicas, incluindo planos e eixos).</p>
</li>
<li class="" data-start="798" data-end="887">
<p class="" data-start="801" data-end="887">Artigos e diretrizes educacionais de universidades renomadas como USP, UFMG e UNICAMP.</p>
</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/planos-anatomicos-odontologia/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Dentina e Polpa &#8211;  Histologia</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/dentina-e-polpa-histologia/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/dentina-e-polpa-histologia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2015 02:55:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Histologia]]></category>
		<category><![CDATA[dentina]]></category>
		<category><![CDATA[odontoblastos]]></category>
		<category><![CDATA[polpa]]></category>
		<category><![CDATA[primária]]></category>
		<category><![CDATA[terciária]]></category>
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					<description><![CDATA[A Dentina é o tecido dentário com maior volume. Composição 70% de mineral (hidroxiapatita); 18% orgânico; 12% agua. Características gerais Resiliência; Cor; Envolve a polpa. Estrutura Dentina primária (até o fechamento do ápice radicular) Dentina no manto Dentina circumpulpar Dentina circumpulpar 1° peritubular – ao redor do tubo; 2° intratubular – entre os tubos. Fluído [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A<strong> Dentina </strong>é o tecido dentário com maior volume.</p>
<p><strong>Composição</strong></p>
<ul>
<li>70% de mineral (hidroxiapatita);</li>
<li>18% orgânico;</li>
<li>12% agua.</li>
</ul>
<p><strong>Características gerais</strong></p>
<ul>
<li>Resiliência;</li>
<li>Cor;</li>
<li>Envolve a polpa.</li>
</ul>
<p><strong>Estrutura</strong></p>
<p><strong>Dentina primária</strong> (até o fechamento do ápice radicular)</p>
<ul>
<li>Dentina no manto</li>
<li>Dentina circumpulpar</li>
</ul>
<p><strong>Dentina circumpulpar</strong><br />
1° peritubular – ao redor do tubo;<br />
2° intratubular – entre os tubos.</p>
<p><strong>Fluído dentário</strong></p>
<ul>
<li>Liquido tissular – Até 30% do volume total da dentina percorre os canalículos e túbulos da polpa em direção ao esmalte.</li>
</ul>
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
<p><strong>Dentina interglobular</strong></p>
<ul>
<li>Falhas na mineralização da dentina (hipomineralização)</li>
</ul>
<p><strong>Dentina </strong><b>terciária</b><br />
1- Reparadora (célula indiferenciada da polpa);<br />
2- Reacional (odontoblastos, ex.: esclerosante)</p>
<hr>
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<p><strong>Polpa dentaria</strong></p>
<p><strong>Tecido conjuntivo</strong></p>
<ul>
<li>Coronário – coroa;</li>
<li>Radicular – raiz (tubuliforme);</li>
<li>Forame apical – ápice;</li>
<li>Canais acessórios –</li>
</ul>
<p>Matriz = fibras + substância fundamental</p>
<p><strong>Fibras</strong></p>
<ul>
<li>Colágeno tipo I (odontoblastos) tipo II (fibroblastos) e III;</li>
<li>Região apical mais fibrosa</li>
</ul>
<p><strong>Substância fundamental ou intercelular</strong></p>
<ul>
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</script></p>
<li>Aspecto gelatinoso denso, granular fibrilar.</li>
</ul>
<p><strong>Região central da polpa</strong></p>
<p><strong>Células indiferenciadas</strong></p>
<ul>
<li>Raras, apenas em polpa jovens;</li>
<li>Aspecto similar porém maiores que fibroblastos;</li>
<li>Dão origem a células referenciadas de acordo com a necessidade.</li>
</ul>
<p><strong>Células de defesa</strong></p>
<ul>
<li>Macrófagos fixos;</li>
<li>Mastócitos (reações alérgicas);</li>
<li>Plasmócitos (Ig);</li>
<li>Resposta inflamatória</li>
</ul>
<p><strong>Odontoblastos</strong><br />
Prolongamento permanece na dentina</p>
<ul>
<li>Corpo celular fina na polpa;</li>
<li>Região da coroa: cilíndricos em pseudoestratificação;</li>
<li>Região da raiz: cúbicos em camada única nítida;</li>
</ul>
<p><strong>Funções da polpa</strong></p>
<ul>
<li>Indutora – Induzir a formação (tecido) de dentina esclerosada;</li>
<li>Formadora –</li>
<li>Nutriente – Vaso sanguíneo;</li>
<li>Protetora – Estimulo dolorosa afim de defender.</li>
</ul>
<p><strong>Inervação da polpa</strong></p>
<ul>
<li>Origem &#8211; Trigêmeo e ramos simpáticos do gânglio cervical superior;</li>
<li>Axônios</li>
<li>Plexo nervoso na região subodontoblástica</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Alterações Patológicas Pulpares &#8211; Parte I</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/alteracoes-patologicas-pulpares/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/alteracoes-patologicas-pulpares/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Sep 2013 14:19:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Endodontia]]></category>
		<category><![CDATA[alterações]]></category>
		<category><![CDATA[endodontia]]></category>
		<category><![CDATA[etiológicos]]></category>
		<category><![CDATA[fatores]]></category>
		<category><![CDATA[irreversível]]></category>
		<category><![CDATA[polpa]]></category>
		<category><![CDATA[pulpite]]></category>
		<category><![CDATA[reversível]]></category>
		<category><![CDATA[testes]]></category>
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					<description><![CDATA[A polpa dental é constituída por um tecido conjuntivo frouxo, abundantes vasos sanguíneos, drenagem linfática, inervação e células mesenquimais indiferenciadas. Apresenta boa capacidade regenerativa por possuir um metabolismo intenso. A polpa está acomodada dentro de paredes de dentina que impedem o seu seu aumento de volume nos estágios exsudativos dos processos inflamatórios A intensidade da resposta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A<strong> polpa dental</strong> é constituída por um tecido conjuntivo frouxo, abundantes vasos sanguíneos, drenagem linfática, inervação e células mesenquimais indiferenciadas. Apresenta boa capacidade regenerativa por possuir um metabolismo intenso.</p>
<p>A polpa está acomodada dentro de paredes de dentina que impedem o seu seu aumento de volume nos estágios exsudativos dos processos inflamatórios</p>
<p>A intensidade da resposta do tecido pulpar diante dos fatores que podem causá-la dependerá do tipo, duração e intensidade do estímulo, além das condições do próprio tecido e do organismo como um todo. Quando os agentes patogênicos ultrapassam o limiar de tolerância da polpa aparecem às alterações patológicas pulpares.<br />
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<p><strong>Fatores Etiológicos</strong></p>
<p><em>Fatores microbianos &#8211;</em> a infecção do tecido pulpar pode-se dar por meio de:</p>
<ul>
<li>Cárie.</li>
<li>Infecção via periodonto.</li>
<li>Anacorese, fenômeno em que um tecido inflamado atrai bactérias da corrente sangüínea.</li>
<li>Fratura com exposição pulpar.</li>
</ul>
<p><strong>Fatores Físicos </strong></p>
<ul>
<li>Alterações bruscas de temperatura.</li>
<li>Traumas (fraturas, bruxismo, abrasão, erosão, atrição).</li>
<li>Galvanismo</li>
</ul>
<p><strong>Fatores Químicos</strong></p>
<ul>
<li>Materiais forradores e restauradores não usados adequadamente.</li>
<li>Anti-sépticos.</li>
<li>Desidratantes.</li>
</ul>
<p><strong>Reações do Complexo Dentino-pulpar submetido à ação de irritantes</strong><br />
Independentemente de sua natureza, ao atingir a polpa, o irritante provoca reações defensivas (inflamatórias ou degenerativas). Essas reações podem variar de acordo com a intensidade do irritante, indo desde a formação de dentina até a morte pulpar.</p>
<p><strong>O complexo dentino-pulpar reage com: </strong></p>
<ol>
<li>Aumento da espessura dentinária pela deposição de dentina reacional na superfície pulpar e decorrente redução do volume pulpar.<strong> </strong>Nesta condição, deforma a câmara pulpar, além de diminuir seu volume. Sua finalidade é compensar a perda de substância, pelo restabelecimento da espessura primitiva da dentina.</li>
<li>Diminuição do diâmetro dos túbulos dentinários pela aceleração da deposição contínua de dentina peritubular, levando à esclerose dentinária. Esta condição, provavelmente, favoreça a penetração bacteriana na cárie ou de substâncias químicas decorrentes dos procedimentos operatórios e restauradores.</li>
<li>Redução de células, do número de vasos e de fibras nervosas no tecido pulpar. Como conseqüência, teremos uma diminuição da capacidade reparadora frente aos procedimentos terapêuticos conservadores como capeamento, curetagem pulpar e pulpotomias.</li>
<li>Aumento do componente fibroso cuja associação com a redução da celularidade<br />
e da vascularização pulpar diminuirá a velocidade de renovação colagênica<br />
acompanhada de modificações bioquímicas da matriz extracelular, resultando<br />
em pequenas áreas de hialinização. Nesta situação, podem ocorrer o surgimento de nódulos pulpares por calcificação distrófica.</li>
</ol>
<p>Em qualquer fase do desenvolvimento da cárie, podem aparecer reações inflamatórias da polpa, dependendo da intensidade do agente agressor. É necessário sempre ter em mente que o fator desencadeante da pulpopatia não é, necessariamente, o fator microbiano, pois existem os fatores químicos e físicos.</p>
<p>É importante saber, sob o ponto de vista do tratamento, se a pulpopatia é curável ou não, se a polpa pode ser conservada ou se impõe sua extirpação. As alterações inflamatórias, quando combatidas a tempo, podem regredir, retornando a polpa à normalidade.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>A dor é o sintoma mais encontrado durante a anamnese para descrever a queixa principal.</em></strong></p>
<p>Como a dor é geralmente o resultado de uma alteração pulpar, este é um dos sintomas mais comuns que o clínico necessita para o diagnóstico. A dor pulpar pode ser modificada por muitos fatores, incluindo calor e frio, pressão advinda do contato oclusal, e intensidade do estímulo agressor. A condição preexistente da polpa pode modificar o processo inflamatório e dessa forma a dor. Além disso, o estado emocional do paciente pode aumentar ou diminuir o grau da dor.</p>
<p>A origem da dor e suas características clínicas são normalmente evidenciadas pela história dental, inspeção, exames e testes.</p>
<p><strong>Características Clínicas da Dor:</strong></p>
<ul>
<li>Natureza: provocada, espontânea.</li>
<li>Localização: localizada, difusa, reflexa.</li>
<li> Freqüência com que ocorre.</li>
<li>Qualidade: pulsátil, intermitente ou contínua.</li>
<li>Intensidade: leve, moderada ou forte.</li>
</ul>
<p><strong>Exames:</strong></p>
<ul>
<li>Radiográfico</li>
<li>Inspeção</li>
<li>Palpação</li>
<li>Percussão</li>
<li>Mobilidade</li>
</ul>
<p><strong>Testes:</strong></p>
<ul>
<li>Teste do calor</li>
<li>Teste do frio</li>
<li>Teste Elétrico</li>
<li>Teste de Cavidade</li>
<li>Teste de Anestesia</li>
</ul>
<p>As respostas do paciente aos testes do calor e do frio são idênticas, uma vez que as fibras neurais da polpa transmitem apenas a sensação de dor.</p>
<p>Existem quatro reações possíveis do paciente:</p>
<p>1. Nenhuma resposta.<br />
2. Uma resposta térmica de dor transitória, leve ou moderada.<br />
3. Uma resposta fortemente dolorosa que cessa assim o estímulo é removido.<br />
4. Uma resposta fortemente dolorosa que permanece após a remoção do estímulo térmico.</p>
<p>Se não houver resposta, a <em>polpa está necrosada</em> ou possivelmente vital, mas com uma falsa resposta negativa, em virtude de calcificação excessiva, ápice imaturo, trauma recente ou uso de medicação.</p>
<p>Uma resposta moderada transitória é geralmente considerada normal. Uma resposta dolorosa, que cessa rapidamente com a remoção do estímulo constitui uma característica de <em>pulpite reversível</em>. Finalmente, uma resposta dolorosa que permanece após o estímulo térmico ser removido indica <em>pulpite irreversível sintomática</em>.</p>
<p>A polpa normal é assintomática e exibe uma resposta transitória, de fraca a moderada, aos estímulos térmicos e elétricos, cessando quase imediatamente quando o estímulo é removido. Os testes de palpação e percussão não causam respostas dolorosas. A radiografia, em geral revela uma cavidade pulpar normal e uma lâmina dura intacta.</p>
<p><strong>Pulpite Reversível</strong></p>
<ul>
<li>Dor provocada, de curta duração, presente somente quando um estímulo está em contacto com o dente e não ocorre espontaneamente. Um irritante, como alimentos, bebidas ou cárie, pode causar inflamação focal pulpar, que produz uma dor de curta duração.</li>
<li>Dor provocada nos testes de sensibilidade e somente durante sua realização.</li>
<li>Quando acessada, polpa sangrante ao toque.</li>
<li>Sangramento abundante e vermelho rutilante.</li>
<li>Resistente ao corte com estrutura e consistência preservada.</li>
<li>Deve-se considerar a anamnese e a relação causa efeito.</li>
<li>Radiograficamente observa-se o periodonto normal.</li>
</ul>
<p><em>Nota:</em> O prognóstico da pulpite reversível deve ser considerado muito bom quando submetida a tratamento conservador; capeamento pulpar indireto e direto, curetagem pulpar ou ainda a pulpotomia. A pulpite reversível não é uma doença, mas meramente um sintoma. Se a causa for removida, a polpa deve voltar a um estado de normalidade e os sintomas devem desaparecer.</p>
<p>Por outro lado, se a causa permanece, os sintomas podem persistir indefinidamente ou a inflamação pode tornar-se mais difusa, eventualmente levando a uma pulpite irreversível.<br />
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</body></p>
<p><strong>Pulpite Irreversível </strong></p>
<p><em>A inflamação é mais severa e mais disseminada nessa condição<br />
</em></p>
<ul>
<li>Dor prolongada.</li>
<li>Dor espontânea não aliviada com o uso de analgésicos comuns.</li>
<li>Dor provocada nos testes de sensibilidade, e que se prolonga por períodos variáveis de segundos até horas.</li>
<li>A or pode ser localizada ou difusa, dificultando a localização por parte do paciente.</li>
<li>Intermitente ou contínua, moderada ou severa, aguda ou surda.</li>
<li>Afetada pela posição do corpo ou pela hora do dia.</li>
<li>Quando acessada, apresenta sangramento discreto ou ausente.</li>
<li>A intensidade da dor pode variar consideravelmente com o tempo e pode evoluir para períodos assintomáticos.</li>
<li>Sangramento tendendo a cor vermelho-escura ou muito clara.</li>
<li>Consistência pastosa ou liquefeita.</li>
<li>Não oferece resistência ao corte com instrumento.</li>
<li>Radiograficamente observa-se o periodonto normal ou levemente espessado com lâmina dura intacta.</li>
</ul>
<p><em>Nota:</em> O prognóstico da pulpite irreversível é muito ruim, deve-se escolher o tratamento radical com obturação final do canal. Quando não tratada, evolui para a necrose pulpar, comprometendo na seqüência, os tecidos periapicais.</p>
<p>Conteúdo retirado da aula da Profª Denise Piotto Leonardi</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Semiologia da Polpa</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/semiologia-da-polpa/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/semiologia-da-polpa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jun 2013 05:12:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Semiologia]]></category>
		<category><![CDATA[polpa]]></category>
		<category><![CDATA[semiologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=2094</guid>

					<description><![CDATA[Polpa: tecido conjuntivo frouxo com muitas fibras colágenas. Funções da Polpa: Formadora: tecido dentinário. Sensorial: terminações nervosas. Defesa: dentina terciária. Nutricional: nutre o dente.   DOENÇAS PULPARES Pulpite reversível: inflamação com capacidade de recuperação; o dente responde ao teste pulpar e está sem mobilidade; tratamento: curativo com IRM. Pulpite irreversível: alto grau de inflamação, sem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Polpa: </b>tecido conjuntivo frouxo com muitas fibras colágenas.<br />
<b>Funções da Polpa:</b></p>
<ul>
<li><b>Formadora:</b> tecido dentinário.<b></b></li>
<li><b>Sensorial: </b>terminações nervosas.<b></b></li>
<li><b>Defesa: </b>dentina terciária.<b></b></li>
<li><b>Nutricional: </b>nutre o dente.<b></b></li>
</ul>
<p><b> </b></p>
<p><b>DOENÇAS PULPARES</b></p>
<p><b>Pulpite reversível: </b>inflamação com capacidade de recuperação; o dente responde ao teste pulpar e está sem mobilidade; tratamento: curativo com IRM.</p>
<p><b>Pulpite irreversível:</b> alto grau de inflamação, sem capacidade de recuperação.</p>
<ul>
<li><b>Pulpite crônica: </b>inflamação progressiva até a morte pulpar; tratamento com pulpectomia ou pulpotimia.<em>Ulcerada:</em> polpa com exposição na boca.<br />
<em id="__mceDel"><em>Hiperplásica:</em> forma pólipos, geralmente em criança.</em></li>
</ul>
<ul>
<li><b>Pulpite Aguda: </b>inflamação agressiva e rápida até a morte pulpar, paciente sente muita dor e há presença de neutrófilos.</li>
</ul>
<p><b><br />
Necrose pulpar: </b>pulpite irreversível não tratada; há morte pulpar.</p>
<ul>
<li><b>Necrose total: </b>assistomática e sem resposta a estímulo.</li>
<li><b>Necrose parcial:</b> sintomatologia igual a pulpite irreversível.</li>
</ul>
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</script></p>
<p><b><br />
</b><b>Abcesso periapical crônico:</b></p>
<ul>
<li>Assintomático.<b></b></li>
<li>Fístula vestibular ou lingual.<b></b></li>
<li>Drenagem extra-bucal.<b></b></li>
<li>Radiograficamente apresenta uma imagem radiolúcida.<b></b></li>
<li>Limites indefinidos.<b></b></li>
<li>Relacionado ao periápice do dente.<b></b></li>
</ul>
<p><b><br />
</b><b>Abcesso periapical agudo:</b></p>
<ul>
<li>Sintomático<b></b></li>
<li>Dor intensa.<b></b></li>
<li>Exsaduto purulento ao redor do periápice do dente.<b></b></li>
<li>Espessamento do ligamento pediodontal.<b></b></li>
<li>Edema.<b></b></li>
</ul>
<p><b><br />
</b><b>Granuloma periapical:</b></p>
<ul>
<li>Massa de tecido de granulação inflamado relacionado ao periápice de um dente não vital.<b></b></li>
<li>Assintomático.<b></b></li>
<li>Sem mobilidade.<b></b></li>
<li>Radiograficamente: lesão pequena e radiopaca.<b></b></li>
<li>Limites definidos.<b></b></li>
<li>Reabsorção radicular.<b></b></li>
<li>Tratamento: pulpectomia, exodontia e curetagem.<b></b></li>
</ul>
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