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	<title>Pinos &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>Pinos &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Pinos Metálicos X Pinos de Fibra Pré-Fabricados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jun 2013 17:23:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dentística & Estética]]></category>
		<category><![CDATA[diretos]]></category>
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					<description><![CDATA[Os pinos utilizados na odontologia, sejam metálicos ou de fibra de vidro, são estruturas que respaldam no quesito retenção das restaurações. São alternativas bastante utilizadas pelos cirurgiões-dentistas e desse maneira, as inúmeras pesquisas da área desenvolvem pinos de diversos materiais. Selecionamos 2 para comparar, mostrando suas aplicabilidades clínicas, indicações e contra-indicações. Já tem um kit [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Os pinos utilizados na odontologia, sejam metálicos ou de fibra de vidro, são estruturas que respaldam no quesito retenção das restaurações. São alternativas bastante utilizadas pelos cirurgiões-dentistas e desse maneira, as inúmeras pesquisas da área desenvolvem pinos de diversos materiais. Selecionamos 2 para comparar, mostrando suas aplicabilidades clínicas, indicações e contra-indicações.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Já tem um kit acadêmico para arrasar nas aulas de dentística e técnica operatória? Na Amazon Você Encontra:</strong> <a href="https://amzn.to/3zGthdr" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10712 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619.png" alt="" width="2289" height="961" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619.png 2289w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-300x126.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-1024x430.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-768x322.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-1536x645.png 1536w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-2048x860.png 2048w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-696x292.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-1068x448.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-1000x420.png 1000w" sizes="(max-width: 2289px) 100vw, 2289px" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><b>Pinos Metálicos</b></p>
<p>São estruturas pré-fabricadas ou customizadas, que são cimentadas em dentes tratados endodonticamente, com a finalidade de aumentar a retenção das restaurações.<br />
O pino quanto mais justaposto e encaixado, terá uma maior estabilidade.<br />
Os pinos metálicos tem um alto módulo de elasticidade = <em>+ rígidos</em><br />
<b></b></p>
<p><b>Indicações: </b></p>
<ul>
<li>Dentes tratados endodonticamente, com perda significativa da estrutura coronária (superior a 50%) e estruturas nobres, como cristas marginais e teto da câmara pulpar. A perda dessas estruturas acarreta em um aumento da deflexão das cúspides e estruturas coronárias remanescentes levando a fratura.</li>
<li>Os dentes posteriores recebem forças no sentido vertical, dispensando a utilização de pinos intra-radiculares em restaurações adesivas. No entanto quando a perda coronária for muito extensa um pino metálico indireto deve ser indicado, para fornecer retenção a coroas protéticas.</li>
<li>Por outro lado, nos dentes anteriores as forças incidem obliquas e horizontalmente. O pino intra-radicular dissipa forças ao longo da porção coronária e raiz, prevenindo a fratura.</li>
<li>Em dentes responsáveis pela guia de desoclusão como os caninos, os pinos são recomendados. Pacientes com hábitos parafuncionais tendem a fazer muita força de cisalhamento o que contribui para a indicação do pino para dissipar o estresse.</li>
</ul>
<p><b>Contra-indicações:</b></p>
<ul>
<li>Canais dilacerados comprometem a inserção do pino em profundidade adequada.</li>
<li>Canais muito dilatados que apresentam pouca dentina nas paredes radiculares exigem u uso de resina para reforçar as paredes previamente a instalação do pino intra-canal.</li>
<li>Número de etapas clínicas para aplicação do sistema adesivo (ácido, primer e adesivo)</li>
</ul>
<p><b>Pinos diretos: </b></p>
<p>O pino intra-radicular metálico fundido é confeccionado de forma indireta em relação ao formato do canal radicular, que ocasiona uma série de limitações: procedimentos de moldagem, confecção intra canal no provisório, etapas laboratoriais, remoção do cimento provisório e cimentação do pino definitivo. Eles são passíveis de corrosão, escuros, não estéticos, muito rígidos e por conta dessa rigidez transmite muita tensão ao dente, não reforçam a estrutura radicular por não se unirem a estrutura dental, apresentam muita rigidez superior ao dente transmitindo maior tensão a porção radicular quando se submetem as forcas externas, requerem um desgaste adicional do canal radicular.<br />
<b></b><br />
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</script></p>
<p><b>Pinos indiretos:</b><br />
Durante as etapas de confecção do pino indireto ocorre a exposição da obturação endodôntica a saliva, estabelecendo contato bacteriano. Por conta dessas alterações os pinos indiretos são indicados quando há necessidade de modificar a inclinação coronária do núcleo, e conseguir um paralelismo favorável na reabilitação protética. Os pinos indiretos são preferencialmente indicados em dentes que serão pilares de prótese fixa, enquanto os diretos em dentes que irão receber restaurações unitárias.</p>
<hr />
<p style="text-align: left;"><b>Pinos de Fibra Pré-fabricados </b></p>
<p>Esses sistemas podem reduzir a incidência de fraturas da raiz se comparado aos pinos pré-fabricados metálicos ou metálicos convencionais. Os sistemas de fibra são cimentados com sistemas adesivos, sendo de preferência os adesivos duais ou quimicamente ativados.<br />
<b></b></p>
<p><b>Vantagem: </b></p>
<ul>
<li>Aumenta resistência radicular</li>
<li><i>Módulo de elasticidade:</i> similar ao da dentina, apresentando maior resistência à fadiga. Diferente dos pinos metálicos, que podem gerar áreas de concentração de tensões, podendo ocasionar, como consequência, trincas e fraturas na estrutura dentária.</li>
<li>Menor tensão sobre a estrutura radicular</li>
<li>Menor risco de fratura radicular</li>
</ul>
<p><b>Desvantagem: </b></p>
<ul>
<li>Maior risco de infiltração marginal na interface dente-restauração</li>
</ul>
<p><b>Preparo do conduto:</b> menor necessidade de desgaste dentinário, resultando em maior remanescente radicular e maior resistência.<br />
<b>Estética:</b> as fibras de vidro possuem como base sílica, cálcio, boro, sódio e alumínio, junto com as fibras de polietileno, são os pinos mais estéticos.<br />
Dentes endodonticamente tratados e restaurados com este tipo de pino apresentam padrão mais favorável de fratura, caso elas ocorram.<br />
<b>Fratura radicular:</b> A fratura radicular de dentes restaurados com fibra de vidro é menor, se comparado aos restaurados com pinos cerâmicos e metálicos fundidos, devido à melhor distribuição de forças neste sistema.<br />
<b></b></p>
<p><b>Pinos de fibras são divididos em: </b></p>
<ul>
<li>Fibras de Carbono (resiliente)</li>
<li>Fibras de vidro (estético)</li>
<li>Quartzo</li>
<li>Zircônia</li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Pinos Intra-Radiculares</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/pinos-intra-radiculares/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/pinos-intra-radiculares/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 May 2012 08:18:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dentística & Estética]]></category>
		<category><![CDATA[intra radiculares]]></category>
		<category><![CDATA[Pinos]]></category>
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					<description><![CDATA[A principal função tanto os pinos intra-radiculares como dos núcleos metálicos fundidos refere-se à retenção do material restaurador coronário. Ressalta-se ainda, que os pinos são a opção de escolha quando há ainda algum remanescente coronário, servindo então como retentos para o núcleo de preenchimento (ex: resina). Além dessa, os pinos são mais vantajosos que os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A principal função tanto os pinos intra-radiculares como dos núcleos metálicos fundidos refere-se à retenção do material restaurador coronário. Ressalta-se ainda, que os pinos são a opção de escolha quando há ainda algum remanescente coronário, servindo então como retentos para o núcleo de preenchimento (ex: resina). Além dessa, os pinos são mais vantajosos que os núcleos por alguns fatores:</p>
<ul>
<li>desgaste mais conservador</li>
<li>menor número de variáveis (etapas laboratoriais, moldagem)</li>
<li>sessão clínica única</li>
<li>baixo módulo de elasticidade (essencialmente os pinas reforçados por fibras), o que diminui as tensões sobre a porção radicular, evitando a formação de trincas e fraturas</li>
</ul>
<p><strong>Algumas desvantagens dos núcleos metálicos fundidos:</strong></p>
<ul>
<li>alterações cromáticas</li>
<li>corrosão (principalmente ligas de cromo e cobalto)</li>
<li>estética</li>
<li>galvanismo</li>
<li>alergia</li>
<li>desgaste acentuado da estrutura dental</li>
<li>dificuldade de remoção</li>
<li>sensibilidade técnica</li>
<li>maior tempo de trabalho</li>
<li>maior custo</li>
</ul>
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</body></p>
<p>A função de resistência radicular oferecida pelos pinos é contraditória e nem sempre verdadeira. Na realidade, a raiz dental, quando submetida a forças horizontais, sofre um processo de deflexão, criando uma zona neutra exatamente onde o pino está instalado. Dessa forma, o pino acaba não atuando como fator de resistência. Entretanto, as fraturas em dentes com pinos intrarradiculares tendem a ser mais favoráveis ao dente, uma vez que apenas a presença física do pino permite uma melhor distribuição de forças. Dessa forma, as maiores indicações dos pinos intrarradiculares refere-se a dentes tratados endodonticamente e com grande destruição coronária.</p>
<p>Os pinos podem ser classificados de acordo com o seu <strong>material (3), </strong>sua <strong>maneira de inserção no conduto radicular (1) </strong>e seu <strong>formato (2):</strong></p>
<ol>
<li>São divididos em passivos e ativos. Os pinos passivos são aqueles que demandam uma cimentação, seja ela adesiva (c. resinoso) ou não (c. fosfato de zinco).  Já os ativos são aqueles que são rosqueados no conduto radicular. Apesar de estes apresentarem uma excelente retenção, induzem a formação de estresse sobre a estrutura radicular. São indicados em casos de raízes curtas.</li>
<li>São basicamente divididos em cônicos e paralelos. Os cônicos apresentam uma boa adaptação ao canal radicular, podendo, entretanto, gerar certo efeito cunha. Os pinos paralelos são muito mais retentivos, entretanto demandam um maior desgaste da porção radicular, essencialmente do terço apical. Na tentativa de contrabalancear as desvantagens destes dois formatos, encontram-se também os pinos com haste fendida e os paralelos com extremidade cônica.</li>
<li>São divididos em metálicos, cerâmicos e reforçados por fibras (carbono, vidro e quartzo). Os cerâmicos são os mais estéticos. Os metálicos, além de ter um alto módulo de elasticidade, transparecem o acinzentado do metal, dificultando na obtenção de valores estéticos. Além disso, podem sofrer corrosão, dependendo da liga utilizada. Os reforçados por fibras, apesar de também possuirem certa deficiência estética, são os que possuem o módulo de elasticidade mais próximo da dentina, diminuindo as chances de fraturas diante de tensões absorvidas pela raiz.</li>
</ol>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="174">Material do Pino</td>
<td valign="top" width="180">Vantagens</td>
<td valign="top" width="178">Desvantagens</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="174">Carbono</td>
<td valign="top" width="180">&#8211; resistência a corrosão- módulo de elasticidade semelhante- compatibilidade biológica</td>
<td valign="top" width="178">&#8211; baixa radiopacidade &#8211; coloração escura</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="174">Fibras de vidro</td>
<td valign="top" width="180">&#8211; mais estéticos- não precisa de opacificador &#8211; não sofrem corrosão</td>
<td valign="top" width="178"></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="174">Quartzo</td>
<td valign="top" width="180">&#8211; translúcidos</td>
<td valign="top" width="178"></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="174">Cerâmicos</td>
<td valign="top" width="180">&#8211; estéticos- radiopacos- alta resistência flexural</td>
<td valign="top" width="178">&#8211; difíceis de cortar (dureza)- alto custo- sensibilidade técnica- alto módulo de elasticidade</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Sequência clínica:</strong></p>
<ol>
<li>Rx inicial e determinação do comprimento de trabalho (odontometria)</li>
<li>Escolha do diâmetro do pino</li>
<li>Remoção do material obturador com calcadores aquecidos ou com brocas largo devidamente calibradas</li>
<li>Preparo do conduto (brocas do kit específico ou largo)</li>
<li>Preparo final, inclusive do munhão coronário</li>
<li>Prova do pino</li>
<li>Radiografia do preparo e da adaptação do pino</li>
<li>Cortar pino na altura correta, com broca 2200, ou disco de carburundum</li>
<li>Limpeza do canal com EDTA</li>
<li>Jateamento com óxido de alumínio, caso seja de fibra de carbono (como este material tem baixa adesão, o jateamento cria micro-retenções)</li>
<li>Limpeza do pino com ácido fosfórico 37%</li>
<li>Aplicação do silano (permite a união da parte inorgânica do pino com a parte orgânica do cimento). Etapa dispensável para pinos metálicos.</li>
<li>Condicionamento da estrutura coronária e radicular com ácido fosfórico a 37% por 30 segundos (30 esmalte/ 15 dentina)</li>
<li>Lavar por 30 segundos e secar com cones de papel absorvente</li>
<li>Aplicação do sistema adesivo, removendo excessos</li>
<li>Polimerizar</li>
<li>Aplicação do sistema adesivo no pino e polimerizar</li>
<li>Aplicação do cimento resinoso no interior do canal, com auxílio de brocas lentulo (ressalta-se que a cimentação para pinos é importante pelo aumento da retenção, pela melhor distribuição de forças ao longo do dente e pelo selamento que o cimento realiza).</li>
<li>Inserção do pino, removendo excessos</li>
<li>Polimerizar (ideal é a utilização cimentos de cura dual, permitindo que a porção apical, onde a luz quase não penetra, também sofra uma polimerização adequada).</li>
<li>Preparação do núcleo de preenchimento</li>
<li>Procedimento restaurador</li>
</ol>
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