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	<title>periodontia &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>periodontia &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Como Fazer Diagnóstico de Doença Periodontal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Mar 2021 14:04:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Periodontia]]></category>
		<category><![CDATA[anamnese]]></category>
		<category><![CDATA[doença periodontal]]></category>
		<category><![CDATA[periodontia]]></category>
		<category><![CDATA[periodontics]]></category>
		<category><![CDATA[periodontite]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Pode parecer simples fazer um diagnóstico de doença periodontal, mas será que sabemos fazer de maneira precisa, a ponto de indicar um tratamento mais efetivo para o paciente? Para tirar essas dúvidas e melhorar o seu desempenho na periodontia, montamos esse post com um protocolo do que deve ser avaliado na hora de fazer um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pode parecer simples fazer um <strong>diagnóstico de doença periodontal</strong>, mas será que sabemos fazer de maneira precisa, a ponto de indicar um tratamento mais efetivo para o paciente?</p>
<p>Para tirar essas dúvidas e melhorar o seu desempenho na <strong>periodontia</strong>, montamos esse post com um protocolo do que deve ser avaliado na hora de fazer um diagnóstico de doença periodontal.</p>
<p>Anote, imprima ou salve esse conteúdo, vai ser importante para a sua vida acadêmica e clínica.</p>
<p><script>
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</script></p>
<hr />
<p><strong>Pontos importantes a serem observados na anamnese</strong></p>
<ul>
<li>Diabetes</li>
<li>Fumo</li>
<li>Estresse</li>
<li>Problemas hormonais</li>
<li>Doença periodontal prévia</li>
<li>Fator genético</li>
</ul>
<p><strong>Exame Clínico</strong></p>
<ul>
<li><strong>Observações clínicas: o que observar?</strong><br />
&#8211; Características normais e alteradas do periodonto;<br />
&#8211; Presença de freios e bridas;<br />
&#8211; Quantidade de gengiva inserida;<br />
&#8211; Presença de retração ou recessão gengival;<br />
&#8211; Presença de cálculo dental;</li>
<li><strong>Sondagem clínica (sempre com sonda periodontal):</strong><br />
&#8211; Sangramento à sondagem (índice de sangramento gengival* no final do post);<br />
&#8211; Profundidade de sondagem (medida que vai da margem gengival a porção mais apical soldável do sulco ou da bolsa);<br />
&#8211; Nível de inserção clínica (medida que vai da Junção Cemento-Esmalte &#8211; JCE &#8211; ao fundo do sulco gengival ou da bolsa periodontal);<br />
&#8211; Nível gengival (medida que vai da JCE até a margem gengival &#8211; importante avaliar a presença de recessão gengival ou falsa bolsa);<br />
&#8211; Lesões de furca (classificação das lesões logo abaixo).</li>
<li><strong>Presença dos fatores retentivos de placa: </strong><br />
&#8211; Restaurações e próteses mal adaptadas;<br />
&#8211; Cálculo dental;<br />
&#8211; Aparelho ortodôntico;<br />
&#8211; Cavidades cariosas;<br />
&#8211; Contenção dental;<br />
&#8211; Apinhamento dental;<br />
&#8211; Respirador bucal.</li>
<li><strong>Mobilidade dental:</strong><br />
&#8211; Grau 1: mobilidade dental no sentido horizontal de 1 a 2mm;<br />
&#8211; Grau 2: mobilidade dental no sentido horizontal &gt; 2mm;<br />
&#8211; Grau 3: mobilidade dental no sentido horizontal e vertical.</li>
<li><strong>Índices periodontais: </strong><br />
&#8211; Índice de Placa de O&#8217;Leary (número de faces coradas x100/número de dentes x4).</li>
</ul>
<p><strong>Exame Radiográfico</strong></p>
<ul>
<li>Levantamento periapical completo (quando houver necessidade).</li>
</ul>
<p><strong>Classificação das Lesões de Furca (Hamp<em> et al.</em> 1975)</strong></p>
<ul>
<li>Classe/Grau I: perda óssea no sentido horizontal &lt; que 3mm;</li>
<li>Classe/Grau II: perda óssea no sentido horizontal &gt;igual a 3mm mas não se estende de lado a lado;</li>
<li>Classe/Grau III: perda óssea no sentido horizontal que  se  estende de lado a lado.</li>
</ul>
<p><strong>Índice de Sangramento Gengival</strong></p>
<p>Escores: <em>0 ou 1</em><br />
Critérios:<em> Ausência de Sangramento ou Presença de Sangramento </em></p>
<hr />
<p>Durante a consulta para se fazer o diagnóstico, é importante avaliar o paciente como um todo: conversar, perguntar e ouvir. Só assim você conseguirá obter o máximo de informação relevante para o seu diagnóstico e tratamento.</p>
<p>Até mais!</p>
<p><em>Esse protocolo foi baseado no PROTOCOLO CLÍNICO DA UNIVERSIDADE POSITIVO, Curitiba/PR &#8211; Brasil. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Enxertos Gengivais Livres</title>
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					<comments>https://www.odontoup.com.br/enxertos-gengivais-livres/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Oct 2013 13:23:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Periodontia]]></category>
		<category><![CDATA[Enxerto]]></category>
		<category><![CDATA[gengival]]></category>
		<category><![CDATA[livre]]></category>
		<category><![CDATA[periodontia]]></category>
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					<description><![CDATA[São usados para criar uma zona mais larga de gengiva inserida/queratinizada. A principal função do periodonto é inserir o dente no tecido ósseo dos maxilares e manter a integridade da superfície da mucosa mastigatória da cavidade oral. O periodonto é formado pelos seguintes tecidos: a gengiva, o ligamento periodontal, o cemento radicular e o osso [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>São usados para criar uma zona mais larga de gengiva inserida/queratinizada.</p>
<p>A principal função do <strong>periodonto</strong> é inserir o dente no tecido ósseo dos maxilares e manter a integridade da superfície da mucosa mastigatória da cavidade oral. O periodonto é formado pelos seguintes tecidos: a gengiva, o ligamento periodontal, o cemento radicular e o osso alveolar (Lindhe, 1997).</p>
<p>Segundo Gartrell e Mathews 1976, a recessão gengival é definida como a condição em que a margem gengival está localizada apicalmente à junção cemento-esmalte e a superfície radicular está exposta ao meio bucal. O processo de migração apical da margem gengival sobre a face radicular expõe o cemento à cavidade oral que perde a inserção de fibras gengivais sobre ele e é rapidamente eliminado da superfície radicular.</p>
<p>Essa exposição ao meio bucal, além do comprometimento estético, pode resultar em abrasões, cáries e hipersensibilidade da superfície radicular.</p>
<p>Sendo assim, a recessão do tecido marginal caracteriza uma perda de inserção do periodonto, pois todos os seus tecidos e não somente a gengiva se desloca na direção apical, podendo assim ter sua função comprometida.<br />
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<p>Existem vários fatores que podem desencadear o processo de recessão, entre eles, a escovação traumática, deiscências do osso alveolar, doença periodontal, mau posicionamento dental e fatores iatrogênicos.</p>
<p><strong>Etiologia</strong></p>
<p>De acordo com Lindhe 1997, a recessão tecidual marginal é uma característica comum em populações com altos padrões de higiene oral, bem como em populações com higiene oral precária. O trauma ao tecido provocado pela escovação vigorosa é considerado um fator causal dominante para o desenvolvimento das retrações, particularmente em indivíduos jovens.</p>
<p>Retrações resultantes de técnicas de escovação inadequadas são frequentemente encontradas em áreas com gengiva clinicamente sadia e onde a raiz exposta tem um defeito em forma de cunha, com a superfície limpa, lisa e polida.</p>
<p>Quando está associada a outros fatores etiológicos como, ausência de gengiva inserida ou uma fina camada da mesma, bem como a posição dos dentes, o problema torna-se ainda mais grave. Nesse caso os tecidos são submetidos a uma maior pressão, ficando ainda mais propensos à recessão (Ottoni e Magalhães, 2006). O tratamento ortodôntico também tem sido relatado como fatores que podem desencadear a recessão do tecido marginal.</p>
<p>As deiscências do osso alveolar podem estar associadas com proeminências, mau posicionamento ou rotação dos dentes. Deiscência óssea é a ausência de cobertura óssea no terço coronário das superfícies radiculares. De acordo com Lindhe (1997), a presença de uma deiscência do osso alveolar é considerada um pré-requisito para o desenvolvimento da retração do tecido marginal;</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Classificação de Miller</strong></p>
<p>Miller, em 1985 descreveu uma classificação dos defeitos de retração, levando em consideração o recobrimento radicular esperado que seja possível obter sendo:</p>
<p><strong>Classe I: </strong>Retração do tecido gengival que não se estende até a junção muco gengival. Não há perda óssea nem de tecido mole interdentais.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2694" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/10/classe-1.png" alt="classe 1" width="272" height="172" /></p>
<p><strong>Classe II:</strong> Retração do tecido marginal que se estende até ou além da junção muco gengival. Não há perda óssea nem de tecido mole interdentais.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2695" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/10/Classe-II.png" alt="Classe II" width="271" height="185" /></p>
<p><strong>Classe III: </strong>Retração de tecido mole que se estende até ou além da junção muco gengival. A perda óssea ou de tecido mole interdentais é apical em relação à junção cemento esmalte, porém coronária à extensão apical da retração do tecido marginal.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2696" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/10/Classe-III.png" alt="Classe III" width="273" height="208" /></p>
<p><strong>Classe IV:</strong> Retração do tecido marginal que se estende além da junção muco gengival. A perda óssea interdental estende-se até um nível apical em relação à extensão da retração do tecido marginal.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2697" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/10/Classe-IV.png" alt="Classe IV" width="271" height="180" /></p>
<p>Enquanto o completo recobrimento radicular pode ser alcançado nos defeitos Classe I e II, apenas o recobrimento parcial pode ser esperado nos defeitos Classe III. Os defeitos Classe IV não são passíveis de recobrimento.</p>
<p><strong>Recobrimento</strong><br />
Raspagem e alisamento radicular, orientações de higiene oral e identificação dos possíveis fatores etiológicos da recessão, são pré-requisitos importantes a serem avaliados antes da fase cirúrgica.</p>
<p>As principais indicações para os procedimentos muco gengivais de proteção radicular são necessidades estéticas/ cosméticas, hipersensibilidade da raiz, tratamento de lesões cariosas rasas na raiz e abrasões cervicais. A alteração da topografia do tecido marginal, a fim de facilitar o controle de placa, também se constitui numa indicação comum para os procedimentos de proteção radicular (Lindhe, 1997).</p>
<p><strong>Palato (área doadora):</strong></p>
<p>A mucosa palatina constitui a principal fonte dadora de tecido conjuntivo e epitélio, pelo fato de ser revestida por uma camada de queratina. A área de remoção do enxerto localiza-se entre a última rugosidade palatina e a área do canal palatino posterior (do primeiro pré-molar ao segundo molar). Sob o tecido epitelial encontra-se um tecido conjuntivo bastante fibroso e denso, sendo considerado um tecido doador de melhor qualidade. Mais profundamente encontra-se tecido adiposo (ao nível dos pré-molares e dos caninos). Antes de ser removido o enxerto, alguns elementos anatómicos devem ser rigorosamente avaliados:</p>
<p><strong>1º. Elementos:</strong></p>
<ul>
<li>localização e trajetos das artérias palatinas;</li>
<li>localização e trajetos dos nervos palatinos.</li>
</ul>
<p><strong>2º. Espessura e qualidade do tecido doador.</strong><br />
É possível verificar a espessura disponível com uma medição, sob anestesia, por meio da sonda periodontal.</p>
<p><em>Este tipo de <strong>enxerto</strong>, normalmente é descrito com algumas desvantagens, como:</em></p>
<ul>
<li>No sítio doador, a cicatrização ocorre por segunda intenção, podendo proporcionar um pós-operatório doloroso;</li>
<li>Após a cicatrização dos tecidos, o aspecto da mucosa apresenta características clínicas semelhantes às da mucosa do palato (área dadora) e não igual ao das áreas adjacentes ao enxerto.</li>
</ul>
<p><em>O retalho reposicionado coronariamente apresenta como:</em></p>
<p><strong>Indicações</strong></p>
<ul>
<li>Melhora das condições estéticas;</li>
<li>Recomposição da gengiva inserida;</li>
<li>Redução da sensibilidade radicular</li>
<li>Retrações isoladas ou múltiplas rasas.</li>
</ul>
<p><strong>Contra indicações</strong></p>
<ul>
<li>Vestíbulo raso;</li>
<li>Pouca gengiva inserida;</li>
<li>Retrações muito largas, com proeminência radicular.</li>
</ul>
<p>Referência:<br />
CARRANZA. Periodontia Clínica Ed. Saunders Elsevier.Tradução da 11ª edição.<br />
LINDHE. Jan Tratado de Periodontia Clínica e Implantologia Oral. Ed. Guanabara Koogan 5ª Edição 2010</p>
<p>http://ns.abopr.org.br/imagens/biblioteca/1267126122.pdf<br />
http://www.manuelneves.com/artigos/2011/CA05.pdf<br />
Autor:  Indi O` Hara Patricia Socoloski, Acadêmica do 2º ano Odontologia da Universidade Positivo, Curitiba &#8211; PR</p>
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		<item>
		<title>Frenectomia</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/frenectomia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Sep 2013 05:04:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Periodontia]]></category>
		<category><![CDATA[bridas]]></category>
		<category><![CDATA[freio]]></category>
		<category><![CDATA[frenectomia]]></category>
		<category><![CDATA[labial]]></category>
		<category><![CDATA[lingual]]></category>
		<category><![CDATA[periodontia]]></category>
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					<description><![CDATA[Mucosa alveolar em forma de lâmina de faca, inseridas de um lado à superfície interna do lábio e do outro à gengiva da linha mediana dos maxilares entre os incisivos centrais. Como qualquer estrutura anatômica, o frênulo labial está sujeito a certas variações em sua forma, tamanho e posição. Sua função seria delimitar movimentos labiais, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mucosa alveolar em forma de lâmina de faca, inseridas de um lado à superfície interna do lábio e do outro à gengiva da linha mediana dos maxilares entre os incisivos centrais. Como qualquer estrutura anatômica, o frênulo labial está sujeito a certas variações em sua forma, tamanho e posição. Sua função seria delimitar movimentos labiais, promovendo estabilização na linha média do lábio, impedindo a excessiva exposição da mucosa gengival.</p>
<p align="right">Monti, 1942</p>
<p align="right">
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="288">
<p style="text-align: left;" align="center"><b>Indicações:</b></p>
<p style="text-align: left;" align="center"><b>&nbsp;</b></p>
</td>
<td valign="top" width="288">
<p style="text-align: left;" align="center"><b>Localização:</b></p>
<p style="text-align: left;" align="center"><b>&nbsp;</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="288">
<ul>
<li>Ortodôntica</li>
<li>Protética</li>
<li>Periodontais</li>
<li>Fonéticas</li>
<li>Estética desfavorável</li>
</ul>
</td>
<td valign="top" width="288">
<ul>
<li>Labial</li>
<li>Bridas</li>
<li>Lingual</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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<p><strong>Tipos de freios Labiais</strong></p>
<p><strong>Tipo 1:</strong> Alargado, porém apresenta seus bordos direito e esquerdo paralelos;</p>
<ul>
<li><i>Anomalia:</i> diastema entre os ICS, que se caracteriza por seus dentes apresentarem paralelismo em seus longos eixos.</li>
</ul>
<p><strong>Tipo 2:</strong> Freio em forma de triângulo, cuja base coincide com o sulco gengival;</p>
<ul>
<li><i>Anomalia:</i> origina um diastema, cuja característica reside que os eixos dos ICS são convergentes, estando suas coroas mais próximas que seus ápices.</li>
</ul>
<p><strong>Tipo 3:</strong> Freio em forma triangular de base inferior;<br />
<i>Anomalia:</i> origina um diastema onde os seus longos eixos são convergentes em sentido apical, sendo que, suas coroas estão amplamente separadas e seus ápices se aproximam.<br />
<b></b></p>
<p style="text-align: left;"><b>Classificação de Placek, 1974:</b><br />
I.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Inserção mucosa: limite muco-gengival<br />
II.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Inserção gengival: gengiva inserida<br />
III.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Inserção papilar: recessão gengivão<br />
IV.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Interdentária: diastema<br />
<strong>I</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Indicações do tratamento a ser realizado no freio labial:</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Conservadora:</strong> não se intervém cirurgicamente em um freio com pequeno volume</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Cirúrgica:</strong></p>
<ul>
<li>Freio labial superior com profunda extensão para lingual.</li>
<li>Freio capaz de produzir repuxamento, do lábio superior provocando sequela estética.</li>
<li>Freios que provocam outras interferências funcionais, inclusive na fonação.</li>
<li>Quando o freio interfere na estabilidade e na retenção de aparelhos protéticos totais</li>
<li>Isquemia da papila livre e intermediária</li>
</ul>
<p><b>Finalidades ortodônticas:</b> acreditam que o momento para realizar a frenectomia é após o irrompimento dos incisivos laterais permanentes, onde através das forças naturais tivessem tido tempo para tentar o fechamento do espaço existente.<br />
<b></b></p>
<p><b>Finalidades protéticas:</b> problemas na adaptação de próteses totais<br />
<b></b></p>
<p><b>Finalidades periodontais:</b> dificuldade na escovação dental correta, facilitando o acumulo de restos alimentares na área cervical dos dentes. Além da tensão direta, exercida sobre a gengiva marginal, durante a movimentação do lábio e da língua deslocando a mucosa gengival do periodonto de sustentação.</p>
<p>Conteúdo baseado na aula do Profº Felipe Rychuv</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Alterações Periapicais</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/alteracoes-periapicais/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/alteracoes-periapicais/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Sep 2013 15:07:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Endodontia]]></category>
		<category><![CDATA[abscessos]]></category>
		<category><![CDATA[agudo]]></category>
		<category><![CDATA[alterações]]></category>
		<category><![CDATA[crônico]]></category>
		<category><![CDATA[endodontia]]></category>
		<category><![CDATA[fênix]]></category>
		<category><![CDATA[periapicais]]></category>
		<category><![CDATA[pericementite]]></category>
		<category><![CDATA[periodontia]]></category>
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					<description><![CDATA[O periápice do dente está sujeito a várias alterações inflamatórias e infecciosas que podem causar quadros álgicos, abscessos e outros processos. Nesse post iremos abordar as diferentes alterações periapicais. Antes disso, é importante entender que o processo inflamatório é uma reação do tecido vascularizado, frente a uma agressão, que é caracterizada pelo extravasamento de líquido e células do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O periápice do dente está sujeito a várias alterações inflamatórias e infecciosas que podem causar quadros álgicos, abscessos e outros processos. Nesse post iremos abordar as diferentes alterações periapicais.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes disso, é importante entender que o processo inflamatório é uma reação do tecido vascularizado, frente a uma agressão, que é caracterizada pelo extravasamento de líquido e células do sangue para o interstício.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5557 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/pericementite2-e1459797285426.png" alt="pericementite" width="1024" height="619" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/pericementite2-e1459797285426.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/pericementite2-e1459797285426-300x181.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/pericementite2-e1459797285426-768x464.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>As pericementites podem ter origens traumáticas ou bacterianas, veja as diferenças de comportamento clínico, radiográfico e tratamento a ser abordado:<br />
<b></b></p>
<p style="text-align: center;"><b>Pericementite Apical Aguda Traumática</b></p>
<p>Vitalidade Pulpar: Positiva</p>
<p>Dor:</p>
<ul>
<li>localizada</li>
<li>moderada</li>
<li>exacerbada ao toque vertical</li>
<li>exacerbada à palpação apical</li>
</ul>
<p>Ligeira extrusão dentária: sensação de dente crescido</p>
<p>Tratamento: <strong>ajuste oclusal </strong></p>
<p style="text-align: center;" align="center"><b>Pericementite Apical Aguda Química</b></p>
<ul>
<li>Ausência de vitalidade pulpar</li>
<li>Dor localizada</li>
<li>Sensibilidade ao toque</li>
<li>Sensação de dente crescido</li>
<li>Ligeira extrusão dental</li>
<li>Raio-x:  discreto aumento do espaço periodontal</li>
</ul>
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<p align="center">
<p style="text-align: center;" align="center"><b>Pericementite Apical Aguda Bacteriana </b></p>
<ul>
<li>Ligeira extrusão dentária</li>
<li>Sensação de <em>dente crescido</em></li>
<li>Ausência de vitalidade pulpar</li>
</ul>
<p>Dor:</p>
<ul>
<li>Localizada</li>
<li>intensidade moderada (pulsátil)</li>
<li>exacerbada ao toque vertical e a palpação apical <b></b></li>
</ul>
<p>Características Radiográficas: Pequeno espessamento</p>
<p>Diagnóstico Diferencial:  <i>Abcesso Periapical Agudo </i></p>
<ul>
<li>Dor</li>
<li>Extrusão súbita</li>
<li>Mobilidade</li>
<li>Percussão</li>
</ul>
<p>Tratamento:<b> </b><strong>Necropulpectomia</strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Tratamento emergencial: </span></strong></p>
<ul>
<li>Anestesia <b></b></li>
<li>Isolamento absoluto <b></b></li>
<li>Abertura coronária</li>
<li>Esvaziamento do conteúdo séptico/ tóxico</li>
<li>MIC com tricresol formalina</li>
<li>Selamento coronário</li>
<li>Ajuste oclusal</li>
<li>Medicação sistêmica: analgésico e antiinflamatório</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5560" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/Abscesso-CLUB-4-e1459799719813.png" alt="Abscesso dento alveolar cronico agudo" width="1024" height="686" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/Abscesso-CLUB-4-e1459799719813.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/Abscesso-CLUB-4-e1459799719813-300x201.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/Abscesso-CLUB-4-e1459799719813-768x515.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>O abcesso periapical agudo pode ser causado por agentes físicos, químicos e microbianos, responsáveis por alterações inflamatórias irreversíveis do órgão pulpar, com posterior infecção do tecido periapical.</p>
<p style="text-align: center;" align="center"><b>Abscesso Dento Alveolar Agudo – Fase Inicial</b></p>
<p>Características Subjetivas;<br />
Evolução: rápida</p>
<ul>
<li>Origem: espontânea</li>
<li>Duração: prolongada</li>
<li>Frequência: contínua</li>
<li>Intensidade: insuportável</li>
<li>Localização: localizada</li>
</ul>
<p>Características Clínicas</p>
<ul>
<li>Teste vitalidade: negativo</li>
<li>Coroa: hígida, com cárie ou restauração</li>
<li>Percussão: sim (hipersensível)</li>
<li>Mobilidade: aumentada</li>
<li>Extrusão súbita: aumentada</li>
<li>Palpação: mucosa periapical alterada</li>
<li>Linfonodos regionais: mole, doloroso e móvel</li>
<li>Febre</li>
<li>SEM EDEMA EVIDENTE</li>
</ul>
<p>Características Radiográficas:<strong> </strong>Espessamento do ligamento periodontal<br />
<b></b></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><b>Tratamento emergencial</b></span></p>
<ul>
<li>Anestesia</li>
<li>Isolamento absoluto</li>
<li>Abertura coronária</li>
<li>Irrigação intracanal</li>
<li>Esvaziamento do conteúdo séptico/ tóxico até CRD</li>
<li>Drenagem via canal</li>
<li>MIC com TCF ou PMCC</li>
<li>Selamento coronário</li>
<li>Medicação sistêmica com antiinflamatório e antibiótico</li>
</ul>
<p align="center">
<p style="text-align: center;" align="center"><b>Abscesso Dento Alveolar Agudo – Fase em Evolução </b></p>
<p>Características Clínicas:</p>
<ul>
<li>Ausência de vitalidade pulpar</li>
<li>Dor espontânea, pulsátil, contínua e difusa</li>
<li>Acentuada mobilidade dentária</li>
<li>Extrusão dentária</li>
<li>Sensível à palpação apical</li>
<li>Sensibilidade ao toque vertical</li>
<li>Edema difuso, consistente, sem ponto de flutuação</li>
<li>Aumento de volume da área</li>
<li>Cefaléia, Febre, Prostração</li>
<li>Ausência de sinais radiográficos ou espessamento apical</li>
</ul>
<p>Celulite Facial (Flegmão): Aumento de volume disseminado, avermelhado, fibroso, com palpação.<br />
<b></b></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><b>Tratamento Emergencial</b></span></p>
<ul>
<li>Anestesia</li>
<li>Isolamento absoluto</li>
<li>Abertura coronária</li>
<li>Irrigação intra-canal</li>
<li>Esvaziamento do conteúdo séptico/ tóxico até CRD</li>
<li>Drenagem via canal</li>
<li>MIC com TCF ou PMCC</li>
<li>Selamento coronário</li>
<li>Medicação sistêmica com antiinflamatório e antibiótico</li>
<li>Bochecho com solução emoliente (água morna com sal)</li>
</ul>
<p align="center">
<p style="text-align: center;" align="center"><b>A</b><b>bscesso Dento Alveolar Agudo – Fase Evoluída</b></p>
<p><b> </b>Características Clínicas:</p>
<ul>
<li>Ausência de vitalidade pulpar</li>
<li>Dor espontânea, pulsátil, contínua, difusa e menos intensa</li>
<li>Mobilidade dentária</li>
<li>Extrusão dentária</li>
<li>Sensibilidade ao toque vertical</li>
<li>Ausência de sinais radiográficos</li>
<li>Edema localizado com ponto de flutuação extra ou intra-bucal</li>
<li>Cefaléia</li>
<li>Febre</li>
<li>Prostração</li>
</ul>
<p><span style="color: #ff0000;"><b>Tratamento Emergencial: </b></span></p>
<ul>
<li>Anestesia</li>
<li>Isolamento absoluto</li>
<li>Abertura coronária</li>
<li>Irrigação abundante</li>
<li>Esvaziamento do conteúdo séptico/ tóxico até CRD</li>
<li>Drenagem via canal</li>
<li>MIC com TCF ou PMCC</li>
<li>Selamento coronário</li>
<li>Drenagem extra ou intra-bucal</li>
<li>Medicação sistêmica com antiinflamatório e antibiótico</li>
</ul>
<p align="center">
<p style="text-align: center;" align="center"><b>Abscesso Dento Alveolar Crônico</b></p>
<p>Características Clínicas:</p>
<ul>
<li>Ausência de vitalidade pulpar</li>
<li>Assintomático</li>
<li>Escurecimento coronário</li>
<li>Fístula</li>
<li>Lesão periapical difusa</li>
</ul>
<p>Tratamento:<b> </b><strong>Necropulpectomia </strong></p>
<p style="text-align: center;" align="center"><b>Abscesso Dento Alveolar Crônico Reagudizado (Fênix)</b></p>
<p>Características Clínicas:</p>
<ul>
<li>Origem: espontânea</li>
<li>Duração: prolongada</li>
<li>Frequência: contínua</li>
<li>Intensidade: insuportável</li>
<li>Localização: localizada</li>
<li>Teste vitalidade: negativo</li>
<li>Coroa: hígida, com cárie ou restauração</li>
<li>Percussão: sim (hipersensível)</li>
<li>Mobilidade: aumentada</li>
<li>Extrusão súbita: aumentada</li>
<li>Palpação: mucosa DENTO ALVEOLAR alterada</li>
<li>Linfonodos regionais: características de mole, doloroso e móvel</li>
<li>Febre</li>
</ul>
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</body></p>
<p>Características Radiográficas:<strong> </strong>Imagem radiolúcida sem limites precisos<br />
<b></b></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><b>Tratamento Emergencial: </b></span></p>
<ul>
<li>Anestesia</li>
<li>Isolamento absoluto</li>
<li>Abertura coronária</li>
<li>Irrigação abundante</li>
<li>Esvaziamento do conteúdo séptico/ tóxico até CRD</li>
<li>Drenagem via canal</li>
<li>MIC com TCF ou PMCC</li>
<li>Drenagem extra ou intra-bucal</li>
<li>Medicação sistêmica com antiinflamatório e antibiótico</li>
</ul>
<p>Saiba mais sobre alterações patológicas pulpores <a href="http://odontoup.com.br/alteracoes-patologicas-pulpares-parte-ii/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">clicando aqui. </a><br />
Conteúdo retirado da aula da Profª Gisele Haragushiko Furuse.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/alteracoes-periapicais/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>6</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tudo O Que Você Precisa Saber Em Periodontia</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/resumo-periodontia/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/resumo-periodontia/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jun 2013 01:54:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Periodontia]]></category>
		<category><![CDATA[exames]]></category>
		<category><![CDATA[gengivite]]></category>
		<category><![CDATA[lesão]]></category>
		<category><![CDATA[periodontia]]></category>
		<category><![CDATA[periodontite]]></category>
		<category><![CDATA[periograma]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=2219</guid>

					<description><![CDATA[Esse material é um resumo de periodontia que pode ajudar acadêmicos na hora de estudar, para que possam converter essa leitura em bons resultados ou mesmo, para relembrar um pouco sobre periodontia. Vale lembrar que esse não é um resumo da Periodontia como um todo, mas sim, um material com as principais definições e informações. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esse material é um resumo de periodontia que pode ajudar acadêmicos na hora de estudar, para que possam converter essa leitura em bons resultados ou mesmo, para relembrar um pouco sobre periodontia. Vale lembrar que esse não é um resumo da Periodontia como um todo, mas sim, um material com as principais definições e informações.</p>
<p>Uma ótima leitura!</p>
<hr />
<p>As doenças gengivais podem ser induzidas ou não induzidas pela placa dental.<br />
<b></b></p>
<p><b>Induzidas: </b>inflamação na gengiva marginal resultante de bactérias, não tendo perda de inserção, podem ser <span style="text-decoration: underline;">modificadas por fatores sistêmicos</span>:</p>
<p>sistema endócrino: puberdade, ciclo menstrual, diabetes, discrasias sanguíneas como leucemia e por medicamentos, onde ocorre um aumento gengival devido ao uso da droga.<br />
<b></b></p>
<p><b>Não induzidas: </b>apresentam características de inflamação, mas não são causadas pela placa dental e <span style="text-decoration: underline;">são de origem</span> bacteriana específica, virótica, fúngica, genética, doenças sistêmicas e de lesões traumáticas.</p>
<hr />
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<p><b>Periodontite Crônica:<br />
</b>Tem maior prevalência em adultos, cálculo subgengival, associado a bactérias, <span style="text-decoration: underline;">progressão lenta</span><b><span style="text-decoration: underline;">,</span></b> modificadas por fatores sistêmicos, cigarro e estresse emocional. Classificada em severidade e localização.</p>
<p><strong>Severidade:</strong> <span style="line-height: 13px;">Perda de inserção clinica<b>:</b></span></p>
<ul>
<li><b style="line-height: 13px;">leve:</b><span style="line-height: 13px;"> 1 a 2 mm</span></li>
<li><span style="line-height: 13px;"><strong>moderada: </strong>3 a 4 mm </span></li>
<li><b style="line-height: 13px;">severa:</b><span style="line-height: 13px;"> &gt; ou = 5 mm.</span></li>
</ul>
<p><strong>Localização: </strong><br />
Número de dentes atingidos:</p>
<ul>
<li><span style="line-height: 13px;">localizada: &lt; 30% dos dentes </span></li>
<li>generalizada: &gt; 30%</li>
</ul>
<p><strong>Periodontite Agressiva:</strong><br />
Caráter genético, rápida progressão, pacientes clinicamente saudáveis, rápida perda de LP e destruição óssea.</p>
<p><strong>Periodontite Necrosante: </strong></p>
<ul>
<li><i>Gengivite Ulcerativa Necrosante (GUN): </i>presente no periodonto de proteção.</li>
<li><i>Periodontite Ulcerativa Necrosante (PUN): </i>perda óssea e envolvimento do periodonto de sustentação, doença aguda, paciente tem mudanças no habito de vida; estresse, ma alimentação, tabagismo, necrose da papila interproximal, sangramento, dor, gosto metálico e comprometimento sistêmico.</li>
</ul>
<p><strong>Abcessos Periodontais: </strong></p>
<ul>
<li><span style="line-height: 13px;"><em>Abcesso gengival: </em>coleção purulenta na gengiva marginal e papilar, podendo atingir a inserida sem alterações no RX.</span></li>
<li><em>Abcesso periodontal: </em>infecção aguda localizada dentro dos tecidos adjacentes a bolsa periodontal pode levar a destruição do LP e do osso alveolar com alterações do RX</li>
<li><em>Abcesso pericoronariano: i</em>nfecção aguda localizada na intimidade dos tecidos que rodeiam um dente parcialmente irrompido.</li>
</ul>
<p><strong>Exame Clínico em periodontia </strong><br />
Para chegarmos ao diagnostico deve-se passar por: anamnese, exame clinico e exame radiográfico.</p>
<ul>
<li><strong>Anamnese:- </strong>DIABETES: influencia na DP (doença periodontal), pois o SI (sistema imunológico) do paciente esta comprometido, com dificuldade na cicatrização e presença de vasoconstrição periférica; células de defesa não chegam à periferia (gengiva). A DP é infecciosa e inflamatória, paciente tem dificuldades de controlar glicemia, pois tem presença de inflamação que influencia nesse controle, a DP pode influenciar na doença sistêmica, pacientes tem risco aumentado a infarto do miocárdio, paciente gestante pode ter parto pré-maturo ou feto nascer com baixo peso, e pacientes fumantes tem maiores chances de ter DP pelos mesmos motivos da diabete, e os químicos que estão presentes no fumo atuam na vasoconstrição periférica que altera o SI, 10 cigarros/dia influencia na DP. Pacientes que sofrem de Estresse; imunidade cai e libera assim o cortisol na corrente sanguínea e impede que o SI reaja contra a placa bacteriana, problemas hormonais em pacientes gestantes e na menopausa, fatores genéticos na periodontite agressiva; verificar se filhos do paciente não tem DP. Uso de medicamentos fazendo um crescimento gengival uma hiperplasia ou falsa bolsa, quando a gengiva cobre a coroa do dente.</li>
<li><strong>Exame Clínico: </strong>olhar o periodonto e sondar; sangramento a sondagem, recessão gengival, falsa bolsa, profundidade a sondagem aumentada, perda ou ganho de inserção clinica, lesão de furca, fatores retentivos de placa e mobilidade dental, fazer o exame clinico chegar a um diagnostico, que é uma fase importante, pois é baseada na característica da doença, restabelecer plano de tratamento e dar o prognostico da doença. Verificar se o paciente tem as características de periodonto normal ou alterado</li>
</ul>
<p><em><br />
&#8211; Em um estado de saúde:</em> gengiva deve estar posicionada na JEC<br />
<em>&#8211; Em um estado de doença:</em> migração do epitélio juncional em sentido apical</p>
<p><strong>Descobrir os Fatores Etiológicos: </strong>trauma na escovação, movimentação ortodôntica, presença de freios e DP.</p>
<p><strong>Sondagem: </strong></p>
<ul>
<li><span style="line-height: 13px;">sondar todos os dentes, 6 sítios; vestibular, mesio-vestibular, disto-vestibular, lingual, mesio-lingual, disto-lingual<br />
</span></li>
<li>Fazer 3 medidas:<br />
1ª: <b>Nível Gengival (NG): </b>distância da JEC até a margem gengival, mostra se há ou não recessão gengival e se tiver falsa bolsa sempre marcar negativo.<br />
2ª: <b>Profundidade à sondagem (PS): </b>gengiva até o fundo de sulco (saúde) ou bolsa (doença).<br />
3ª <b>Nível Clinico de Inserção (NCI): </b>soma da NG + PS= paciente tem doença periodontal ou não.</li>
</ul>
<p><strong>Lesão de furca: </strong>Dentes multirradiculares tem furca, paciente sem DP o osso cobre a região e com DP o osso do meio da furca pode ser reabsorvido e destruído, quando há destruição dentro da furca = lesão de furca.</p>
<p><strong>Periograma: </strong>exame clínico &#8211; verificar sítios com alterações inflamatórias e extensão da destruição nesses sítios para estabelecer diagnósticos. O sinal clinico da inflamação gengival é o sangramento a sondagem</p>
<ul>
<li><b>Exames para condições supragengivais:</b> índices periodontais e fatores retentivos do biofilme supragengival;</li>
<li><b>Exames para condições subgengivais: </b>profundidade a sondagem NIC, NG, sangramento, lesões de furca, mobilidade dental e trauma oclusal.</li>
</ul>
<p><strong>Fatores a serem considerados durante a sondagem: </strong></p>
<ul>
<li>espessura da sonda</li>
<li>mau posicionamento da sonda devido a fatores anatômicos ou presença de calculo</li>
<li>pressão aplicada durante a sondagem</li>
<li>grau de infiltrado inflamatório</li>
<li>profundidade de bolsa ou nível de inserção pre-estimados.</li>
</ul>
<p><strong>Diagnóstico de Gengivite</strong><br />
Para um futuro diagnóstico é necessário realizar sondagem periodontal: fazer sondagem inicial para verificar se há ou não necessidade de fazer periograma.</p>
<p><strong>Gengivite: </strong>inflamação resultante de bactérias na gengiva marginal<br />
<span style="line-height: 13px;">Sinais clínicos: </span></p>
<ul>
<li>alteração coloração</li>
<li>contorno gengival</li>
<li>aumento do exudato gengival</li>
<li>presença de sangramento a sondagem</li>
<li>ausência da perda de inserção</li>
<li>ausência de perda óssea</li>
<li>reversibilidade da doença após a remoção da placa bacteriana.</li>
</ul>
<p><strong>Para estabelecer diagnóstico: </strong></p>
<ul>
<li>Presença de sangramento a sondagem</li>
<li>aumento da produção do fluído crevicular</li>
<li>alterações: coloração, contorno e consistência</li>
<li>presença ou não de calculo e aumento do volume gengival.</li>
</ul>
<p>O<strong> tratamento</strong> é a motivação ao paciente, orientação  higiene oral e RAP (raspagem).</p>
<p>E se você quiser ficar sempre por dentro das novidades do Odonto Up, curta nossa página no <strong><a href="https://www.facebook.com/odonto.up/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">facebook </a></strong>e siga a gente no Instagram <strong><a href="https://www.instagram.com/siteodontoup/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">@siteodontoup</a></strong></p>
<p>Autor: Igor R. Zen. Cirurgião-Dentista, Universidade Positivo</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/resumo-periodontia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>11</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Inter-relação Dentística e Periodontia</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/inter-relacao-dentistica-e-periodontia/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/inter-relacao-dentistica-e-periodontia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Aug 2012 05:10:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dentística & Estética]]></category>
		<category><![CDATA[dentística]]></category>
		<category><![CDATA[inter-relação]]></category>
		<category><![CDATA[periodontia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=1764</guid>

					<description><![CDATA[Uma compreensão da inter-relação dentística e periodontia tem como objetivo compreender a importância da periodontia na execução da dentística restauradora, para que todo o órgão dental se apresente saudável. Levantamento radiográfico Intrabucais (periapical; bite-wing) extrabucais (panorâmica) Exames Exame bucal Exame dentário Exame periodontal O exame dentário consiste em Caries Anomalias na forma dental Desgastes Hipersensibilidade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma compreensão da inter-relação dentística e periodontia tem como objetivo compreender a importância da periodontia na execução da dentística restauradora, para que todo o órgão dental se apresente saudável.</p>
<p><strong>Levantamento radiográfico</strong><br />
Intrabucais (periapical; bite-wing) extrabucais (panorâmica)</p>
<p><strong>Exames</strong></p>
<ol>
<li>Exame bucal</li>
<li>Exame dentário</li>
<li>Exame periodontal</li>
</ol>
<p><strong>O exame dentário consiste em</strong></p>
<ul>
<li>Caries</li>
<li>Anomalias na forma dental</li>
<li>Desgastes</li>
<li>Hipersensibilidade</li>
<li>Relação de contato proximal</li>
<li>Trauma de oclusão</li>
<li>Migração patológica dos dentes</li>
<li>Relações oclusais funcionais</li>
</ul>
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<p><strong>Condições gengivais</strong></p>
<ul>
<li>Cor</li>
<li>Forma</li>
<li>Posição</li>
<li>Aspecto superficial</li>
<li>Consistência e gengiva inserida</li>
</ul>
<p><strong>Localização dos términos cervicais</strong></p>
<ol>
<li><span style="line-height: 13px;">coronal&nbsp;</span></li>
<li>ao nível</li>
<li>intra-sucular ou subgengival</li>
</ol>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Coronal:</span></strong></p>
<p><strong>Nas técnicas supra-gengivais o que se tem são vantagens, como:</strong></p>
<ul>
<li>Reprodução dos términos cervicais por moldagens</li>
<li>Adaptação, acabamento da restauração</li>
<li>Remoção de excessos de material restaurador</li>
<li>Verificação da integridade marginal</li>
<li>Capacidade do paciente higienizar</li>
<li>Manutenção do contorno gengival</li>
</ul>
<p>A margem supra gengival do preparo é a melhor solução para a manutenção da saúde periodontal, pois os tecidos sulculares estão em contato com&nbsp; a estrutura dental natural.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Intra-sulcular:</span></strong></p>
<ul>
<li>São aqueles términos colocados e confinados ao sulco gengival</li>
<li>Por requerimento estético</li>
<li>Para substituir ou recobrir extensão Intrasulcular de restauração pré-existente</li>
<li>Presença de carie, abrasões, erosões que degradem o terço cervical</li>
<li>Fraturas ou perfurações no sulco gengival</li>
<li>Para ganhar retenção</li>
</ul>
<p><strong>As técnicas subgengivais em sua maioria apresentam desvantagens, como:</strong></p>
<ul>
<li>Dificuldade de acabamento e polimento das bordas cervicais das restaurações</li>
<li>Lisura de superfícies do material restaurador</li>
<li>Inadequação dos meios de higiene na remoção da placa do interior do sulco gengival</li>
<li>Danos periodontais causados durante o procedimento do preparo da restauração</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1812" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/08/inter4.png" alt="inter4" width="466" height="309" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/08/inter4.png 466w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/08/inter4-300x199.png 300w" sizes="auto, (max-width: 466px) 100vw, 466px" /><br />
Quando a margem cervical do preparo necessita ser levada intra-sulcularmente, esta não deve ultrapassar <strong>0,5 mm</strong> dentro do sulco gengival”</p>
<p align="right">Baratieri, L.N, et al 1989</p>
<p><strong>Considerações </strong></p>
<ul>
<li>Maior inflamação marginal associada a restaurações infra-sulculares</li>
<li>Adaptação e acabamento das restaurações possuem efeito favorável sobre a saúde gengival</li>
<li>Há relação entre acumulo de placa bacteriana e restaurações deficientes</li>
<li>Términos intra-sulculares registraram maiores índices de recessão gengival</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1813 alignnone" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/08/inter5.png" alt="inter5" width="328" height="182" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/08/inter5.png 328w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/08/inter5-300x166.png 300w" sizes="auto, (max-width: 328px) 100vw, 328px" /></p>
<ol>
<li><span style="color: #ff0000;">Dique:</span> &nbsp;a tensão do lençol de borracha faz com que a gengiva seja afastada em direção apical, favorecendo a exposição do sulco gengival.</li>
<li><span style="color: #ff0000;">Fio Retrator:</span> Químico – encolhimento do tecido | Físico – deslocamento mecânico (a presença de vasoconstritor ajuda diminuindo um possível sangramento)</li>
<li><span style="color: #ff0000;">Cirúrgico:</span> gengivectomia e aumento de coroa clínica.</li>
</ol>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1814" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/08/inter6.png" alt="inter6" width="469" height="303" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/08/inter6.png 469w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/08/inter6-300x194.png 300w" sizes="auto, (max-width: 469px) 100vw, 469px" /></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Raspagem e Afiação de Instrumentos Periodontais</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/raspagem-e-afiacao-de-instrumentos-periodontais/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/raspagem-e-afiacao-de-instrumentos-periodontais/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Aug 2012 05:09:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Periodontia]]></category>
		<category><![CDATA[afiação]]></category>
		<category><![CDATA[curetas]]></category>
		<category><![CDATA[furca]]></category>
		<category><![CDATA[gracey]]></category>
		<category><![CDATA[instrumentos]]></category>
		<category><![CDATA[McCall]]></category>
		<category><![CDATA[periodontia]]></category>
		<category><![CDATA[raspagem]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
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					<description><![CDATA[A raspagem periodontal é um procedimento de manutenção de limpeza/saúde do sistema estomatognático. É fundamental em casos que o paciente apresenta doença periodontal. Para a realização de uma raspagem ideal, é necessário que as curetas estejam em condições favoráveis de uso, afiadas e estéreis. Nesse post, vamos mostrar para vocês a importância da raspagem e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A raspagem periodontal</strong> é um procedimento de manutenção de limpeza/saúde do sistema estomatognático. É fundamental em casos que o paciente apresenta doença periodontal. Para a realização de uma raspagem ideal, é necessário que as curetas estejam em condições favoráveis de uso, afiadas e estéreis. Nesse post, vamos mostrar para vocês a importância da raspagem e da afiação de instrumentos.</p>
<p><strong>Fundamentos da raspagem:</strong></p>
<ol>
<li>Raspagem supragengival e subgengival</li>
<li>Aplanamento</li>
<li>Polimento</li>
<li>Avaliação</li>
</ol>
<p><strong>Tipos de Instrumentos</strong></p>
<ol>
<li>Sonda periodontal e Nabers</li>
<li>Curetas</li>
<li>Cinzéis</li>
<li>Foices</li>
<li>Enxadas</li>
<li>Limas periodontais</li>
</ol>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5273" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Fatores-que-influenciam-a-sondagem-e1447081112185.png" alt="Fatores que influenciam a sondagem" width="1024" height="335" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Fatores-que-influenciam-a-sondagem-e1447081112185.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Fatores-que-influenciam-a-sondagem-e1447081112185-300x98.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Fatores-que-influenciam-a-sondagem-e1447081112185-768x251.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><strong>Materiais utilizados:</strong> curetas, contra ângulo, tiras de lixa, pote dappen, etc.<br />
<body><br />
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</body></p>
<p><strong>Curetas de Gracey: </strong><br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4633" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/08/cureta-gracey.jpg" alt="cureta gracey" width="960" height="720" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/08/cureta-gracey.jpg 960w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/08/cureta-gracey-300x225.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/08/cureta-gracey-768x576.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><br />
<strong>Curetas McCall:</strong></p>
<figure id="attachment_4634" aria-describedby="caption-attachment-4634" style="width: 313px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-4634" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/08/mccall-1314-e1437490355281.jpg" alt="McCall 13/14" width="313" height="89" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/08/mccall-1314-e1437490355281.jpg 678w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/08/mccall-1314-e1437490355281-300x85.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 313px) 100vw, 313px" /><figcaption id="caption-attachment-4634" class="wp-caption-text">McCall 13/14</figcaption></figure>
<p><strong>Requisitos do Instrumental</strong></p>
<ul>
<li>Extremidade ativa centralizada</li>
<li>Tamanho e forma delicada</li>
<li>Leveza</li>
<li>Fácil afiação</li>
<li>Rigidez</li>
<li>Composição (carbono – dureza)</li>
<li>Eficácia da remoção</li>
<li>Conforto para o operador</li>
<li>Mínima fadiga muscular</li>
<li>Promover sensibilidade tátil (cabo oco)</li>
</ul>
<p><strong>Técnica da raspagem</strong></p>
<ol>
<li>Empunhadura da cureta</li>
<li>Ponto de apoio (o mais próximo possível da área)</li>
<li>Determinação da extremidade ativa</li>
<li>Adaptação da lâmina</li>
<li>Ângulo de trabalho (45° &#8211; 90°)</li>
<li>Tipos de movimentos (verticais, horizontais ou oblíquos)</li>
</ol>
<p><strong>Objetivos</strong></p>
<ul>
<li>Remoção dos fatores irritativos gengivais</li>
<li>Remoção do cemento alterado – Superfície radicular: limpa, lisa e dura.</li>
</ul>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1870 alignleft" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/08/imagem_02.jpg" alt="imagem_02" width="246" height="332" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/08/imagem_02.jpg 246w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/08/imagem_02-222x300.jpg 222w" sizes="auto, (max-width: 246px) 100vw, 246px" /></strong><br />
<strong>Afiação</strong><br />
É o desgaste de uma ou mais faces da lâmina do raspador, visando o restabelecimento do corte perdido pelo uso.<br />
<strong>Por que afiar? </strong><br />
Durante a raspagem e o alisamento radicular, os instrumentos periodontais vão perdendo a sua capacidade de corte, tornando-se menos eficientes na remoção do biofilme. A perda de corte desse instrumento leva a uma diminuição da sensibilidade tátil do operador, impõe um aumento na pressão de raspagem, podendo desencadear fadiga muscular, aumento do tempo de trabalho e desconforto para o paciente.</p>
<p><strong>Ângulos </strong></p>
<p><strong>Afiação:</strong> 100° – 110°<br />
<strong>Corte:</strong> 70° &#8211; 80°</p>
<p><strong>Sonda de Nabers:</strong> Sondagem de furcas<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-4636" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/08/nabers-e1437490303829.jpg" alt="Sonda Nabers " width="288" height="105" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/08/nabers-e1437490303829.jpg 598w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/08/nabers-e1437490303829-300x109.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 288px) 100vw, 288px" /><br />
Sonda Nabers</p>
<p><strong>Classificação de furcas</strong></p>
<ol>
<li><strong>Classe I:</strong> sente mas não penetra</li>
<li><strong>Classe II:</strong> penetração parcial</li>
<li><strong>Classe III:</strong> penetração profunda</li>
</ol>
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