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	<title>periférico &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>periférico &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Sistema Nervoso Central e Periférico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2015 05:31:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[central]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[nervoso]]></category>
		<category><![CDATA[neurônios]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[periférico]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema]]></category>
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					<description><![CDATA[Partes: encéfalo, medula, espinha; N.C – encéfalo/medula; N.P – S.N.P somático/S.N.P autônomo (simpático e parassimpático). Sistema Nervoso Central (SNC) Sistema Nervoso Periférico (SNP)  Tecido nervoso Principal tecido do sistema nervoso; Tipos celulares – neurônios e células da glia; Neurônios – condução de impulsos nervosos; Células da glia – responsáveis pela manutenção dos neurônios; Tipos de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li>Partes: encéfalo, medula, espinha;</li>
<li>N.C – encéfalo/medula;</li>
<li>N.P – S.N.P somático/S.N.P autônomo (simpático e parassimpático).</li>
</ul>
<p><strong>Sistema Nervoso Central (SNC)</strong><br />
<a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/SNC11.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3986" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/SNC11.png" alt="SNC1" width="395" height="96" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/SNC11.png 395w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/SNC11-300x73.png 300w" sizes="(max-width: 395px) 100vw, 395px" /></a><br />
<strong>Sistema Nervoso Periférico (SNP) </strong><br />
<a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/snp1.png" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3987" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/snp1.png" alt="snp1" width="365" height="157" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/snp1.png 365w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/snp1-300x129.png 300w" sizes="(max-width: 365px) 100vw, 365px" /></a><strong>Tecido nervoso</strong></p>
<ul>
<li>Principal tecido do sistema nervoso;</li>
<li>Tipos celulares – neurônios e células da glia;</li>
<li>Neurônios – condução de impulsos nervosos;</li>
<li>Células da glia – responsáveis pela manutenção dos neurônios;</li>
<li>Tipos de neurônios – neurônio associativo, sensorial e um final que faz a condução do sentido;</li>
<li>Na repolarização do neurônio é feito por transporte ativo</li>
<li>Tipos de condução – continua e saltatório.</li>
</ul>
<p><strong>Sinapses </strong></p>
<ul>
<li>Ligações entre neurônios (interneurais);</li>
<li>Neuro muscular – neurônio-muscular;</li>
<li>Neuro glandulares – neurônio-célula glandular.</li>
</ul>
<p><strong>Células da Glia</strong></p>
<ul>
<li>Também chamada de neuroglia;</li>
<li>Menores que os neurônios.</li>
</ul>
<p><strong>Funções</strong></p>
<ul>
<li>Sustentação do tecido;</li>
<li>Produção de mielina;</li>
<li>Remoção de excretas;</li>
<li>Fornecimento de substancias nutritivas aos neurônios;</li>
<li>Fagocitose de restos celulares;</li>
<li>Isolamento dos neurônios.</li>
</ul>
<p><strong>SNP – função</strong></p>
<ul>
<li>Ajustar o organismo animal ao ambiente;</li>
<li>Perceber e identificar as condições ambientais externas.</li>
</ul>
<p><strong>SNC – função</strong></p>
<ul>
<li>Processamento e integração das informações.</li>
</ul>
<p><strong>Sistema nervoso autônomo</strong><br />
Via motora autônoma = neurovegetativa</p>
<ul>
<li>Nível subcortical;</li>
<li>Simpático e parassimpático.</li>
<li>Opera por reflexos viscerais;</li>
<li>Sinais sensitivos de parte do corpo enviam impulsos ao centro medular;</li>
<li>O SNA atua no musculo liso, cardíaco e glândulas.</li>
</ul>
<p><strong>Cadeia simpática</strong></p>
<ul>
<li>Descarga simpático adrenal;</li>
<li>Dilatação da pupila;</li>
<li>Taquicardia;</li>
<li>Aumento da pressão arterial;</li>
<li>Vasoconstrição;</li>
<li>Inibição gastrointestinal;</li>
<li>Efeitos metabólicos (energia).</li>
</ul>
<p><strong>SNA simpático – Gastador</strong></p>
<ul>
<li>Emerge a nível medular T1 e L2;</li>
<li>Enerva glândula supra-renal;</li>
<li>Atuação generalizada;</li>
<li>Dispendia (gasto) de energia;</li>
<li></li>
</ul>
<p><strong>Receptores adrenérgicos</strong></p>
<ul>
<li>Vasoconstrição – α;</li>
<li>Vasoconstrição – β;</li>
<li>Aceleração cardíaco – β;</li>
<li>Contração do miocárdio – β;</li>
<li>Bronquiodilatador – β.</li>
</ul>
<p><strong>SNA parassimpático</strong></p>
<ul>
<li>Nervos cranianos III, VII, IX e X;</li>
<li>Não enervo – vasos, glândulas sudoríparas, pelos, baço e supra-renal;</li>
<li>Atuação mais restritiva;</li>
<li>Restauração e conservação de energia.</li>
</ul>
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<p><strong>Integração simpático e parassimpático</strong></p>
<ul>
<li>Órgão com inervação (dupla) simpática exclusivo;</li>
<li>Hipotálamo – função integradora;</li>
<li>Sistema límbico – função modeladora;</li>
<li>Córtex cerebral – função reguladora fina.</li>
</ul>
<p><strong>Quais as respostas complexas do hipotálamo?</strong></p>
<ul>
<li>Comportamento emocional – descarga simpática adrenal;</li>
<li>Controle hormonal –fatores hormonais;</li>
<li>Balanço energético – maior atividade gastrointestinal;</li>
<li>Temperatura – maior temp. parassimpático, menor temp. simpático;</li>
<li>Omularidade plasmática – seleção de respostas somáticas;</li>
<li>Glicemia – regulação balanço hídrico, metabólico e reprodutivo.</li>
</ul>
<p><strong>Ato reflexo</strong></p>
<ul>
<li>Permite a reação rápida do organismo em casos de emergência;</li>
<li>Respostas rápidas sem a participação do encéfalo;</li>
</ul>
<p>Participam o nervo sensorial, medula (nervo associativo e nervo motor)<br />
Conteúdo retirado da aula de Fisiologia Humana da Universidade Positivo<br />
Contribuição: Leonardo Martins Sant&#8217;Anna<br />
Imagem em destaque: medicinaemcasa.com</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Processo Proliferativo Não Neoplásico</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/processo-proliferativo-nao-neoplasico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2013 14:16:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estomatologia & Patologia]]></category>
		<category><![CDATA[Células]]></category>
		<category><![CDATA[fibroma]]></category>
		<category><![CDATA[gigantes]]></category>
		<category><![CDATA[granuloma]]></category>
		<category><![CDATA[neuroma]]></category>
		<category><![CDATA[ossificante]]></category>
		<category><![CDATA[periférico]]></category>
		<category><![CDATA[piogênico]]></category>
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					<description><![CDATA[Lesões nodulares de etiologia traumática – constituindo superfície irregular, e cor avermelhada devido ao processo inflamatório.  Granuloma Piogênico  O granuloma piogênico é uma patologia traumática que pode acometer qualquer região do corpo humano. Apesar de possuir este nome, não corresponde a um granuloma verdadeiro, muito menos associação com bactérias piogenicas. É considerado uma lesão traumática com proliferação hiperplásica dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Lesões nodulares de etiologia traumática – constituindo superfície irregular, e cor avermelhada devido ao processo inflamatório.</em></p>
<p style="text-align: center;"> <b>Granuloma Piogênico</b><b> </b></p>
<p>O granuloma piogênico é uma patologia traumática que pode acometer qualquer região do corpo humano. Apesar de possuir este nome, não corresponde a um granuloma verdadeiro, muito menos associação com bactérias piogenicas. É considerado uma lesão traumática com proliferação hiperplásica dos vasos sanguíneos. Ocorre proliferação endotelial e todo conteúdo sanguíneo o acompanha preenchendo-o.<br />
O Granuloma Piogênico é uma patologia que ocorre em conjuntivo e apresentam um maior número de:</p>
<ul>
<li>Células: endotelial</li>
<li>Substâncias da matriz extracelular, fibrose e inflamação</li>
<li>Podendo ter um componente inflamatório<b> </b></li>
</ul>
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<p><b>Características Clínicas</b><br />
Se constitui por um crescimento tumoral similar variando de nódulo a massa nodular (tumor) de coloração vermelha, vinhosa ou violácea e sangrante ao menor toque. Por serem de origem traumática, em alguns casos podem apresentar superfície ulcerada fruto de irritação intensa. Podendo ter maior pré-disposição por:</p>
<ul>
<li>Gengiva (superior&gt;inferior)</li>
<li>Porção vestibular &gt; lingual</li>
<li>Áreas anteriores</li>
<li>É mais comum em jovens e crianças</li>
</ul>
<p><b>Características Histológicas</b><br />
Proliferação altamente vascular (endotelial) apresentando numerosos canais vasculares telangectásicos e congestos por hemácias permeadas por intenso infiltrado inflamatório crônico o corpo da lesão ou ainda por um infiltrado inflamatório neutrofílico em áreas de úlcera – recoberta por membrana fibrino purulenta = fibrinosa e hemorrágica.</p>
<hr />
<p style="text-align: center;"><b>Fibroma Ossificante Periférico</b></p>
<p>O fibroma ossificante periférico ou fibroma cemento ossificante periférico constitui uma patologia de exclusivo crescimento gengival reativo qual se desenvolve por maturação de fibroblastos em intensa deposição fibrosa associada a calcificação distrófica.</p>
<p><em>N</em><em>ota:<strong> </strong></em>É importante ressaltar que na região de ligamento periodontal existem diversas células mesenquimais indiferenciadas que podem se diferenciar a qualquer tecido do ligamento periodontal. No caso do FOP, há diferenciação de fibroblastos (ocorendo fibrose) e também de tecido osteoblástico (porção ossificante). Há vezes que há material osteóide semelhante a cemento, aí dizer cemento ossificante.”<br />
<b></b></p>
<p><b>Características Clínicas</b><br />
Nódulo ou massa nodular pediculada ou séssil originada da papila dental. Tão qual o granuloma piogênico, podem ser ulceradas. Apresentam coloração vermelha, ou rósea predominando em mulheres jovens entre 10 a 19 anos.<br />
<b></b></p>
<p><b>Características Histopatológicas</b><br />
Proliferação fibrosa densa, com intensa quantidade de fibroblastos maduros, em qual permeiam material mineralizado (calcificação distrófica) semelhante a osso (osteóide) ou mesmo cemento (cementóide).</p>
<p>No Fibroma Ossificante Periférico podem ocorrer imagens radiográficas peculiares. Verifica-se uma lesão de corpo radiolúcido, não sendo evidenciado numa tomada periapical, no entanto as áreas de osteóide ou cementóide revelam massas radiopacas de tamanhos variados no interior do corpo radiolúcido.</p>
<hr />
<p align="center"><b>Lesão Periférica de Células Gigantes</b></p>
<p>Também denominada de granuloma periférico de células gigantes constitui uma patologia de exclusividade do ligamento periodontal. Se evidencia como um nódulo ou massa nodular avermelhada, de consistência fibrosa e de cor avermelhada. É causada por uma irritação local e normalmente apresenta-se ulcerada. Pode ser séssil ou pedunculada e clinicamente é muito similar ao granuloma piogênico ou fibroma ossificante periférico. apresenta características radiográficas bem peculiares, ou seja perda de tecido ósseo cortical em forma de taça invertida.</p>
<p>Essa entidade patológica possui esse nome por apresentar células gigantes. Ao contrário do FOP em que as células ósseas formam osteoblastos, nessa entidade patológica as células gigantes nada mais são que osteoclástos. Portanto com atividade de reabsorção óssea.</p>
<p><b>Características Histológicas</b><br />
Proliferação de células gigantes multinucleadas permeadas por células mesenquimais fusiformes e/ou ovóides contendo área hemorrágia intensa com deposição de hemossiderina e infiltrado inflamatório crônico.</p>
<hr />
<p align="center"><b><i></i></b><b>Neuroma Traumático</b></p>
<p>Após um trauma físico nas regiões de nervos periféricos promovem a hiperplasia nervos devida lesão ou sucção da porção terminal de nervos periféricos constituindo um emaranhado de nervos pós ruptura (exodontia, remoções de outras patologias ósseas)</p>
<p><b>Características Clínicas</b><br />
Lesão nodular consistência firme, dor reflexa, parestesia ou sensação de choque podendo correr em qualquer idade ( adultos mais comum).<br />
<b></b></p>
<p><b>Características Histopatológicas</b><br />
Feixes nervosos hiperplásicos permeados por tecido conjuntivo denso.</p>
<hr />
<p style="text-align: left;"><strong>Quadro comparativo com as características do GP, FOP e LPCG para facilitar a comparação e auxiliar no diagnóstico diferencial:</strong></p>
<p style="text-align: left;">Obs: caso você esteja vendo esse post de um smartphone ou tablet, indicamos colocá-lo na horizontal para ter uma experiência de navegação da tabela melhor.</p>
<table border="1" width="699" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="113">
<p align="center"><b>Características</b></p>
</td>
<td valign="top" width="180">
<p align="center"><b>Granuloma Piogênico</b></p>
</td>
<td valign="top" width="208">
<p align="center"><b>Fibroma Ossificante Periérico</b></p>
</td>
<td valign="top" width="198">
<p align="center"><b>Lesão Periférica de Células Gigantes</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="113"><b>Clinica </b></td>
<td valign="top" width="180">Nódulo/ massa nodular de coloração avermelhada e sangrante ao toque. Em alguns casos podem apresentar superfície ulcerada.</td>
<td valign="top" width="208">Nódulo ou massa nodular pediculada ou séssil originada da papila dental. Apresentam coloração vermelha ou rósea.</td>
<td valign="top" width="198">Nódulo ou massa nodular, de consistência fibrosa e de cor avermelhada. Pode ser séssil ou pedunculada e clinicamente é muito similar ao granuloma piogênico ou fibroma ossificante periférico.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="113"><b>Histológica </b></td>
<td valign="top" width="180">Proliferação de células endoteliais apresentando numerosos canais vasculares permeados por intenso infiltrado inflamatório crônico no corpo da lesão recoberta por membrana fibrino purulenta.</td>
<td valign="top" width="208">Proliferação fibrosa densa, com intensa quantidade de fibroblastos maduros, em qual permeiam material mineralizado (calcificação distrófica) semelhante a osso (osteóide) ou mesmo cemento (cementóide).</td>
<td valign="top" width="198">Proliferação de células gigantes multinucleadas permeadas por células mesenquimais fusiformes e/ou ovóides contendo área hemorrágia intensa com deposição de hemossiderina e infiltrado inflamatório crônico &#8211; osteoclastos.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="113"><b>Radiográfica </b></td>
<td valign="top" width="180">Não acomete tecidos duros para uma visualização radiográfica.</td>
<td valign="top" width="208">Podem ocorrer imagens radiográficas peculiares. Verifica-se uma lesão de corpo radiolúcido, não sendo evidenciado numa tomada periapical, no entanto as áreas de osteóide ou cementóide revelam massas radiopacas de tamanhos variados no interior do corpo radiolúcido.</td>
<td valign="top" width="198">Apresenta características radiográficas bem peculiares, ou seja perda de tecido ósseo cortical em forma de taça invertida.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em>Conteúdo retirado da aula do Professor Allan Giovanini<br />
Imagem: USP &#8211; <a href="http://www.forp.usp.br/mef/digipato/56a.jpg" target="_blank" rel="noopener">http://www.forp.usp.br/mef/digipato/56a.jpg</a> </em></p>
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