<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>ósseo &#8211; Odonto Up</title>
	<atom:link href="https://www.odontoup.com.br/tag/osseo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.odontoup.com.br</link>
	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Thu, 08 Jul 2021 14:35:44 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/cropped-icon-odonto-up--32x32.jpg</url>
	<title>ósseo &#8211; Odonto Up</title>
	<link>https://www.odontoup.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Defeito Ósseo de Stafne</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/defeito-osseo-de-stafne/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/defeito-osseo-de-stafne/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2016 13:59:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estomatologia & Patologia]]></category>
		<category><![CDATA[defeito]]></category>
		<category><![CDATA[lesão]]></category>
		<category><![CDATA[mandíbula]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[ósseo]]></category>
		<category><![CDATA[patologia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[stafne]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=6910</guid>

					<description><![CDATA[O defeito de Stafne pode ser chamado também de Cisto ósseo de Stafne, Depressão mandibular da glândula salivar, Cisto ósseo latente, Cisto ósseo estático, Defeito ósseo estático ou Defeito da cortical lingual da mandíbula. Foi no ano de 1942, que Edward Stafne relatou lesões que acometiam regiões localizadas próximas do ângulo da mandíbula. Esse defeito [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="dropcap">O</span> <strong>defeito de Stafne</strong> pode ser chamado também de Cisto ósseo de Stafne, Depressão mandibular da glândula salivar, Cisto ósseo latente, Cisto ósseo estático, Defeito ósseo estático ou Defeito da cortical lingual da mandíbula. Foi no ano de 1942, que Edward Stafne relatou <strong>lesões</strong> que acometiam regiões localizadas próximas do ângulo da<strong> mandíbula</strong>. Esse defeito ósseo apresenta-se como uma região radiolúcida, assintomática, com aspecto arredondado, bordas radiopacas com diâmetro de variando de 1 a 3 mm, localizada na região posterior da mandíbula, na região de molares e ângulo da mandíbula abaixo do canal mandibular e próximo a base da mandíbula. É de fácil visualização essas alterações em radiografias panorâmicas, porém, não é possível realizar o diagnóstico só por esse meio de exame complementar. Esse tipo de anomalia apresenta maior incidência em homens.</p>
<p>É mais comum o aparecimento desse <strong>defeito ósseo</strong> em regiões posteriores de mandíbula unilaterais – já foram relatados achados bilaterais &#8211; mas existem casos relatados que foram encontrados na região anterior de mandíbula. Atualmente, acredita-se que esse defeito ósseo é uma <strong>alteração de desenvolvimento</strong> e que não esta ligado a formação fetal. Segundo alguns autores, descrevem que essa lesão é decorrente de um processo osteoclástico, que age de forma lenta e gradativa, ocasionada pela glândula submandibular que exerce uma pressão na superfície óssea causando essa deformidade. Ou somente uma variação anatômica.<br />
Quando realizado biopsia, são achados comuns tecido glandular, existem poucos relatos que não continham nenhum conteúdo ou continham tecido conjuntivo fibroso, tecido muscular, gordura, vasos sanguíneos ou tecido linfoide.<br />
<script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block; text-align:center;"
     data-ad-layout="in-article"
     data-ad-format="fluid"
     data-ad-client="ca-pub-4191050030543415"
     data-ad-slot="1182056593"></ins><br />
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script></p>
<p>Para que sejam evitados procedimentos desnecessários, é imprescindível que seja solicitado <strong>exames complementares</strong> para que o correto <strong>diagnóstico</strong>, sendo assim a maneira mais apropriada. Podem ser solicitados exames complementares como tomografia computadorizada (TC), imagem por ressonância magnética (IRM) ou sialografia (realizado por meio de contraste, é mais invasivo), mas a maioria dos casos somente a TC e/ou IRM são suficientes. Com a evolução dos métodos de <strong>diagnóstico por imagem,</strong> o método cirúrgico foi abolido por alguns cirurgiões, sendo que os exames complementares são suficientes para realizar o diagnóstico com precisão, trazendo também benefícios para o paciente que não precisou ser submetido a uma intervenção cirúrgica.</p>
<p>Por se apresentar uma lesão assintomática, não é necessário tratamento imediato, porém, deve ser realizado acompanhamento radiográfico.<br />
<body><br />
<script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
<!-- Publicidade 2 --><br />
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block"
     data-ad-client="ca-pub-4191050030543415"
     data-ad-slot="9581730292"
     data-ad-format="auto"
     data-full-width-responsive="true"></ins><br />
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script><br />
</body></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/defeito-osseo-de-stafne/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crescimento Ósseo</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/crescimento-osseo/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/crescimento-osseo/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2015 13:29:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anatomia]]></category>
		<category><![CDATA[Ortodontia & Ortopedia Facial]]></category>
		<category><![CDATA[anatomia]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[fisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[ósseo]]></category>
		<category><![CDATA[osso]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=5040</guid>

					<description><![CDATA[Crescimento: Algo que está mudando em magnitude Desenvolvimento: processo de maturação que envolve uma diferenciação progressiva aos níveis celular e tecidual, enfocando o mecanismo biológico real que leva ao crescimento. Osteogênese O osso tem origem a partir de uma cartilagem ou tecido conjuntivo Ossificação Intramembranosa: As células mesenquimais indiferenciadas do tecido conjuntivo membranoso se transformam em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Crescimento: Algo que está mudando em magnitude<br />
Desenvolvimento: processo de maturação que envolve uma diferenciação progressiva aos níveis celular e tecidual, enfocando o mecanismo biológico real que leva ao crescimento.</p>
<p><strong>Osteogênese</strong><br />
O osso tem origem a partir de uma cartilagem ou tecido conjuntivo<br />
Ossificação Intramembranosa:</p>
<ul>
<li>As células mesenquimais indiferenciadas do tecido conjuntivo membranoso se transformam em osteoblastos e elaboram a matriz osteóide.</li>
<li>Osso resulta a partir do: periósteo, endósteo, suturas e ligamento periodontal.</li>
<li>É o modo de crescimento predominante no crânio, mesmo em ossos como a mandíbula e o esfenóide.</li>
<li>Ocorre em áreas de tensão.</li>
</ul>
<p><script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block; text-align:center;"
     data-ad-layout="in-article"
     data-ad-format="fluid"
     data-ad-client="ca-pub-4191050030543415"
     data-ad-slot="5982478201"></ins><br />
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script></p>
<p>Ossificação endocondral:</p>
<ul>
<li>O tecido mesenquimal original se transforma em cartilagem.</li>
<li>Ocorre em regiões envolvidas em altos níveis relativos de compressão.</li>
<li>É encontrada em articulações móveis e em algumas partes da base do crânio.</li>
<li>A cartilagem cresce por aposição (ação da membrana condrogênica) e intersticialmente (divisão dos condrócitos e adição da matriz intercelular).</li>
<li>As cartilagens de crescimento aparecem onde o crescimento linear em direção da pressão é necessário, permitindo que o osso aumente em direção à área de força.</li>
</ul>
<p><strong>Ossificação </strong><br />
Os ossos longos possuem 3 pontos de ossificação. Um para a diáfise e dois para as epífises.<br />
Entre a epífise e a diáfise, a cartilagem permanece neste estado por muito tempo e é conhecida por disco epifiseal (cartilagem de crescimento ou metáfise).<br />
<img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-5134" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Mecanismo-de-Crescimento-Ósseo-e1444048499988.png" alt="Mecanismo de Crescimento Ósseo" width="1006" height="698" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Mecanismo-de-Crescimento-Ósseo-e1444048499988.png 1006w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Mecanismo-de-Crescimento-Ósseo-e1444048499988-300x208.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Mecanismo-de-Crescimento-Ósseo-e1444048499988-768x533.png 768w" sizes="(max-width: 1006px) 100vw, 1006px" /><br />
<strong>Deslizamento cortical</strong><br />
É o movimento gradual da área óssea que está em crescimento. Surge em virtude da:<br />
Deposição: Ocorre na superfície da direção do crescimento<br />
Reabsorção: Ocorre na superfície oposta</p>
<p><strong>Princípio em V de Enlow</strong><br />
Muitos ossos faciais têm uma configuração em V. A deposição (+) ocorre na superfície interna, e a reabsorção (-) na externa. A medida que o V se movimenta, ele aumenta de tamanho.</p>
<p><strong>Áreas de crescimento </strong><br />
As superfícies ósseas estão cobertas por vários tecidos osteogênicos membranosos ou cartilagíneos. O programa genético para o crescimento ósseo não está contido dentro do tecido ósseo e sim nos tecidos que o revestem (músculos, tegumento, vasos, nervos, tecido conjuntivo, cêrebro, etc.) As atividades e taxas de crescimento variadas destas áreas são a base para o processo de crescimento diferencial que produz ossos com forma irregular.</p>
<p>A irregularidade é uma resposta às funções variadas impostas ao osso pelas inserções musculares, articulações suturais, inserção dos dentes e outros.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">(</span><span style="color: #ff0000;">!) </span>Algumas áreas têm papel especial no crescimento de ossos particulares e são chamados de sítios de crescimento</p>
<p><strong>Remodelação</strong><br />
É a atividade diferencial de crescimento necessária para dar forma ao osso, e envolve simultaneamente deposição e reabsorção em todas as superfícies internas e externas do osso todo. É controlada pelo crescimento e função dos tecidos moles.</p>
<p>&#8211; Promove alterações regionais na forma, dimensão e proporções.<br />
&#8211; Realiza ajustes regionais para manter a perfeita adaptação entre os ossos dentro de seu ambiente de crescimento.</p>
<p>É a alteração na forma, tamanho e posição óssea por deposição e reabsorção no periósteo e endósteo. O fator chave para a remodelação é a Recolocação óssea.<br />
É controlada pelas matrizes funcionais que estão relacionadas aos ossos e suas funções são:</p>
<ul>
<li>Criar progressivamente o tamanho de cada osso.</li>
<li>Recolocar seqüencialmente cada uma das regiões componentes do osso a fim de permitir seu aumento global.</li>
<li>Moldar progressivamente o osso para acomodar as suas várias funções.</li>
<li>Promover um ajuste progressivo de todos os ossos entre si e com suas matrizes funcionais.</li>
<li>Realizar ajustes estruturais contínuos a fim de se adaptar a alterações intrínsecas ou extrínsecas</li>
</ul>
<p><strong>Remodelamento </strong><br />
O remodelamento mantêm as características gerais de um osso durante o seu crescimento. Observa-se muitas áreas de deposição e de reabsorção. Isso é necessário para esculpir configurações complexas.</p>
<p><strong>Movimentos de Crescimento</strong><br />
Dois tipos de movimentos de crescimento são vistos durante o crescimento dos ossos craniofaciais:</p>
<p><strong>Deslizamento:</strong> é o movimento de crescimento de uma porção óssea que está aumentando, devido à ação de remodelação de seus tecidos osteogênicos.</p>
<p><strong>Deslocamento:</strong> é o movimento físico do osso inteiro, a medida que ele remodela.</p>
<ul>
<li>Primário: deslocamento do osso como um todo causado pelo crescimento das matrizes funcionais com ele relacionadas.</li>
<li>Secundário: deslocamento do osso em decorrência de alterações de crescimento que estão ocorrendo em outras áreas.</li>
</ul>
<p>Existem algumas hipóteses sobre o crescimento facial:</p>
<p><span style="color: #2ab8b8;"><strong>Teoria Genética (Brodie &#8211; 1941)</strong></span><br />
Afirma que os genes determinam tudo. As suturas e as cartilagens estavam sob controle genético e o cérebro determinava a dimensão da calota craniana. Havia um padrão de crescimento craniofacial que não poderia ser alterado.</p>
<p><span style="color: #2ab8b8;"><strong>Hipótese da Dominânicia Sutural (Sicher -1947)</strong></span><br />
Considerava a proliferação do tecido conjuntivo fator responsável pelo deslocamento das partes envolvidas em direções opostas. Na maxila, o crescimento das suturas produziria a separação dos ossos envolvidos causando o deslocamento da maxila como um todo para frente e para baixo.</p>
<p><strong><span style="color: #2ab8b8;">Hipótese do Septo Nasal (Scott &#8211; 1948)</span></strong><br />
Para Scott, todos os tecidos cartilaginosos (septo, côndilo, sincondroses) são centros primários de crescimento, pela habilidade destes tecidos sofrerem expansão intersticial. E de maneira secundária a esta força gerada pelo crescimento, há deposição ao nível da suturas.</p>
<p><strong><span style="color: #2ab8b8;">Hipótese da Matriz Funcional (Moss-1962)</span></strong><br />
Moss sentia que o osso e a cartilagem cresciam em resposta ao crescimento intrínsico de tecidos associados (matrizes funcionais). A codificação genética para o crescimento esquelético craniofacial está fora do esqueleto ósseo. Cada componente de uma matriz realiza uma função (respiração, mastigação, fonação), enquanto os tecidos esqueléticos suportam e protegem as matrizes associadas.<br />
Divide a cabeça óssea numa série de discretos componentes funcionais, cada um contendo uma matriz funcional e uma unidade esquelética associada. O tecido esquelético cresce apenas <strong>em resposta</strong> ao crescimento do tecido mole.</p>
<p><strong><span style="color: #2ab8b8;">Teoria do Servossistema </span></strong><br />
Os mecanismos de controle do crescimento condilar agem como um Servossistema (sistema de controle automático).</p>
<p>O modelo cibernético de PETROVIC, representando o controle do crescimento condilar, está baseado no seguinte princípio: “as adaptações estruturais regionais são destinadas ao estabelecimento e à manutenção de uma oclusão mais eficaz. Esses mecanismos regulatórios exprimem-se em termos de fluxos de informações e de retroalimentação (feedback). .</p>
<p>A arcada superior é a grandeza a seguir, ela é a &#8220;referência constantemente mutável&#8221;, ou seja, à medida que vai crescendo, vai mudando de posição, e a sua posição serve de referência para o crescimento dos outros elementos, os quais são a &#8220;porção escrava&#8221; (são os servos) do sistema. O crescimento da mandíbula segue o da maxila. Se algo interferir no crescimento da maxila, isto vai se refletir no crescimento da mandíbula.</p>
<p>O crescimento ântero-posterior da maxila é controlado pelo hormônio do crescimento, pela somatomedina, pelo crescimento da cartilagem do septo nasal, pelo crescimento da língua.</p>
<p>Crescimento de algumas regiões:</p>
<p><strong>Abóboda craniana</strong></p>
<ul>
<li>Utiliza o sistema de suturas.</li>
<li>Os ajustes por remodelação são pequenos.</li>
<li>Ocorre como resposta ao crescimento do cérebro.</li>
<li>É, em grande parte, completado na infância.</li>
</ul>
<p><strong>Crescimento da base do crânio</strong><br />
Ocorre devido a um complexo equilíbrio entre o crescimento sutural, aumento nas sincondroses, e grande quantidade de deslizamento cortical e remodelação.<br />
Isso promove:</p>
<ul>
<li>Crescimento diferencial entre a calota e a base</li>
<li>Expansão dos contornos nas várias fossas</li>
<li>Manutenção das passagens de vasos e nervos e da hipófise</li>
</ul>
<p>O crescimento na sincondrose esfeno-occiptal desloca a face média para frente, produzindo um aumento na região faringeana.</p>
<p>O ramo aumenta a medida que a mandíbula é deslocada anteriormente em conjunto com o deslocamento para frente da maxila.<br />
<body><br />
<script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
<!-- Publicidade 2 --><br />
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block"
     data-ad-client="ca-pub-4191050030543415"
     data-ad-slot="9581730292"
     data-ad-format="auto"
     data-full-width-responsive="true"></ins><br />
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script><br />
</body></p>
<p><strong>Complexo nasomaxilar</strong><br />
O seu crescimento envolve:</p>
<ul>
<li>Suturas</li>
<li>Septo nasal</li>
<li>Periósteo e endósteo</li>
<li>Processo alveolar.</li>
</ul>
<p><strong>Crescimento mandibular</strong></p>
<ul>
<li>A direção principal do crescimento do ramo e do corpo é para cima e trás.</li>
<li>A mandíbula é deslocada como um todo para frente e para baixo.</li>
</ul>
<p>Conteúdo retirado da aula do Prof. Ricardo Morescam, Universidade Positivo</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/crescimento-osseo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>3</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
