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	<title>odontopediatria &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>odontopediatria &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Exames necessários para um bom diagnóstico em dentição mista para tratamento com alinhadores transparentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2024 14:27:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontopediatria]]></category>
		<category><![CDATA[Ortodontia & Ortopedia Facial]]></category>
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					<description><![CDATA[Um sorriso saudável e bonito é um objetivo desejado por muitas pessoas, e não seria diferente para as nossas crianças e adolescentes. Durante essa fase de dentição mista, onde há uma combinação de dentes decíduos e permanentes em crescimento, é importante garantir que os dentes e todo conjunto bucal consiga empregar corretamente as suas funções [&#8230;]]]></description>
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<div class="_message-content_xioy0_2 _message-content--markdown_xioy0_20">
<p>Um sorriso saudável e bonito é um objetivo desejado por muitas pessoas, e não seria diferente para as nossas crianças e adolescentes. Durante essa fase de <strong>dentição mista</strong>, onde há uma combinação de dentes decíduos e permanentes em crescimento, é importante garantir que os dentes e todo conjunto bucal consiga empregar corretamente as suas funções e é crucial identificar problemas ortodônticos precocemente e planejar um <strong>tratamento</strong> adequado.</p>
<p>Aqui que os <strong>alinhadores transparentes</strong> se tornam uma opção cada vez mais popular quando o assunto é tratamento com previsibilidade, conforto e qualidade.</p>
<p>Nesta série de posts, em parceria com o <em>Prof Dr. Derly Tescaro, Pós-doutor em Ortodontia, Speaker ClearCorrect LATAM em Dentição Mista</em>, exploraremos o papel dos alinhadores na dentição mista e como eles podem contribuir para o desenvolvimento de um sorriso saudável e harmonioso em crianças e adolescentes.</p>
<p>Para fazer um bom <strong>diagnóstico</strong> em dentição mista precisamos de exames clínicos e exames complementares. Nesse post, você vai aprender no que é preciso estar atento e o que vai precisar para um tratamento de sucesso com alinhadores transparentes nessa fase da dentição.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<h3 class="_chat-field-placeholder_1mb7g_84">Exame Clínico</h3>
<p>Realize um exame clínico abrangente e detalhado, avaliando a oclusão, a posição dos dentes, a mordida e a função mastigatória. Observe a relação entre os dentes anteriores e posteriores, procurando por problemas como atresia de arcos, apinhamento, diastemas, sobremordida, overjet, entre outros.</p>
<p>Nessa fase inicial, estar atento ao que o paciente e o responsável fala é importante. Além, é claro, de também identificar hábitos parafuncionais ou outras características que fogem do padrão.</p>
<h3 class="_chat-field-placeholder_1mb7g_84">Exame Complementares</h3>
<p><strong>Radiografias</strong></p>
<ul>
<li>Utilize radiografias, como radiografias panorâmicas e periapicais para avaliar a condição dos dentes permanentes que estão erupcionando e a posição dos dentes de leite remanescentes.</li>
<li>Radiografias oclusais podem ser úteis para avaliar a erupção e a posição dos dentes posteriores.</li>
</ul>
<p><strong>Avaliação do Crescimento Facial</strong></p>
<ul>
<li>Considere o crescimento facial e a relação entre as bases ósseas maxilar e mandibular.</li>
<li>Avalie a simetria facial, o perfil e a relação entre o queixo e o lábio superior.</li>
</ul>
<p><strong>Análise Cefalométrica</strong></p>
<ul>
<li>Se necessário, realize análises cefalométricas para avaliar as proporções faciais, as relações esqueléticas e as características dentárias.</li>
</ul>
<p><strong>Escaneamento e Modelos de Estudo</strong></p>
<ul>
<li>Escaneamento intraoral (<em>STL</em>)</li>
<li>Tire modelos de estudo para avaliar a relação tridimensional dos dentes e a oclusão.</li>
<li>Observe a posição dos dentes permanentes em erupção em relação aos dentes de leite e a oclusão.</li>
</ul>
<p><strong>Avaliação da Função Muscular </strong></p>
<ul>
<li>Observe a função muscular, incluindo a atividade dos músculos faciais e mastigatórios.</li>
<li>Avalie se há sinais de hábitos prejudiciais, como sucção de dedo.</li>
</ul>
<p><strong>Anamnese e Histórico Clínico </strong></p>
<ul>
<li>Obtenha informações sobre histórico médico e odontológico da criança, incluindo hábitos, problemas de respiração e histórico familiar de condições ortodônticas.</li>
</ul>
</div>
<p><strong>Comunicação com os pais e responsáveis</strong></p>
<ul>
<li>Mantenha uma comunicação aberta com os pais ou responsáveis para entender suas preocupações e expectativas.</li>
<li>Explique claramente qualquer necessidade de tratamento e o plano proposto.</li>
</ul>
<p>Lembrando que cada paciente é único, e o diagnóstico deve ser personalizado com base nas características específicas de cada caso. A intervenção precoce durante a dentição mista pode, em alguns casos, evitar problemas ortodônticos mais sérios no futuro, por isso a importância de um diagnóstico detalhado e preciso. O trabalho colaborativo entre ortodontistas, odontopediatras e outros profissionais de saúde é fundamental para proporcionar o melhor cuidado ao paciente.</p>
<p>O próximo post dessa série será sobre &#8220;<strong>Diretrizes de tratamentos em dentição mista leve, moderado e severo&#8221;, </strong>te esperamos lá!</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>O Melhor Conteúdo de Anestesia em Odontopediatria Que Você Verá Hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2016 19:55:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontopediatria]]></category>
		<category><![CDATA[acidentes]]></category>
		<category><![CDATA[anestesia]]></category>
		<category><![CDATA[anestésicos]]></category>
		<category><![CDATA[complicações]]></category>
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					<description><![CDATA[Para a realização de qualquer procedimento que envolva anestesia em odontopediatria, deve-se ter muita cautela pelo cirurgião dentista, sendo que o manejo com o paciente pediátrico deve ser de extrema importância para que ocorra tudo dentro do planejamento e para que não tenha surpresas durante ou após o procedimento. Inicialmente, realizar uma boa anamnese perguntando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para a realização de qualquer procedimento que envolva <strong>anestesia</strong> em <strong>odontopediatria</strong>, deve-se ter muita cautela pelo cirurgião dentista, sendo que o <strong>manejo</strong> com o paciente pediátrico deve ser de extrema importância para que ocorra tudo dentro do planejamento e para que não tenha surpresas durante ou após o procedimento.</p>
<p>Inicialmente, realizar uma boa <em>anamnese</em> perguntando para os pais:</p>
<ul>
<li>se a criança é alérgica a algum medicamento;</li>
<li>se já tomou anestesia de dentista;</li>
<li>se houve algum tipo de reação alérgica</li>
</ul>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6493" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/AspectosPsicológicos-e1468266713913.png" alt="Aspectos Psicologicos" width="1024" height="547" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/AspectosPsicológicos-e1468266713913.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/AspectosPsicológicos-e1468266713913-300x160.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/AspectosPsicológicos-e1468266713913-768x410.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Mas tendo como foco a aplicação da anestesia, deve-se sempre realizar a técnica de forma correta e:</p>
<ul>
<li>nunca utilizar agulhas longas;</li>
<li>sempre utilizar agulhas curtas ou extra curtas;</li>
<li>é um fator extremamente importante também, não deixar o paciente ver a agulha;</li>
<li>explicar o efeito da anestesia.</li>
</ul>
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<p>Caso o paciente não seja colaborativo pode-se utilizar de outras técnicas como a utilização do <strong>óxido nitroso</strong>, conhecido também como gás do riso, que é muito utilizado pelos odontopediatras e tem grande eficácia durante a realização do caso, sendo que pode ser um coadjuvante durante a realização de algum tipo de procedimento. O cirurgião dentista deve ser habilitado a fazer a utilização do óxido nitroso e sendo de obrigação do mesmo explicar as <em>causas e efeitos</em> que o gás pode causar na criança.<br />
<strong><br />
Anestésicos</strong><br />
Os anestésicos utilizados em odontopediatria são divididos em dois grupos: as amidas e o éster. Dentro da classificação do Éster, se encontra a benzocaína que é utilizada como anestésico tópico. Já o outro grupo são as Amidas, que nelas se encontram a Lidocaína, Mepivacaína, Articaína, Prilocaína. A concentração e a dose máxima de cada anestésico é de:</p>
<ul>
<li><strong>Lidocaína a 2% sem vaso</strong>, dose máxima por kg de peso 4,4 mg;</li>
<li><strong>Lidocaína a 2% com epinefrina 1:100.000</strong>, dose máxima por kg de peso 4,4 mg.</li>
<li><strong>Mepivacaína a 3% sem vaso</strong>, dose máxima por kg de peso 4,4 mg.</li>
<li><strong>Mepivacaína 3% com epinefrina 1:100.000</strong>, dose máxima por kg de peso 4,4 mg.</li>
<li><strong>Prilocaína a 3% sem vaso</strong>, dose máxima por kg de peso 6 mg.</li>
<li><strong>Prilocaína a 3% com felipressina</strong>, dose máxima por kg de peso 6 mg.</li>
<li><strong>Articaína a 4% com epinefrina 1:100.000</strong>, dose máxima por kg de peso 7 mg.</li>
</ul>
<p>O cirurgião dentista deve ter cautela durante a aplicação do anestésico, porem caso haja uma super dosagem de anestésico na criança, pode leva-la a alguns problemas de saúde, entre eles estão as <span style="color: #00ccff;"><strong><a style="color: #00ccff;" href="http://odontoup.com.br/revisao-emergencias-medicas-em-odontologia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">reações alérgicas</a></strong></span> e as <strong><span style="color: #00ccff;">reações tóxicas</span>. </strong></p>
<p><strong>As técnicas mais utilizadas em odontopediatria são</strong></p>
<ul>
<li><strong>Técnica infiltrativa:</strong> Com uma agulha curta, penetrar na prega da mucosa vestibular no sentido do longo eixo do dente depositando o anestésico o mais próximo possível do ápice do dente a ser anestesiado.</li>
<li><strong>Técnica interpapilar, papilar ou transpapilar:</strong> Com uma agulha curta, penetrar na papila injetando apenas algumas gotas do líquido anestésico.</li>
<li><strong>Técnica bloqueio regional:</strong> Quando se deseja trabalhar em mais de um dente, realiza-se um bloqueio regional infiltrando-se a solução anestésica, como exemplo podemos pegar a realização do bloqueio do nervo mentoniano.</li>
<li><strong>Técnica intraligamentar:</strong> A técnica é preconizada pela aplicação da solução anestésica entre o ligamento periodontal, a agulha entra no sulco gengival paralelamente ao longo eixo do dente, atingindo as fibras periodontais, indicado para a complementação anestésica em dentes da mandíbula.<br />
<hr />
</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><strong>Acidentes e complicações devido ao uso de anestésicos</strong></p>
<p><strong>Úlcera traumática</strong><br />
As úlceras podem acontecer de várias formas, uma delas é quando acontece que o cirurgião dentista passa uma broca esférica diamantada na língua ou na bochecha do paciente acidentalmente, isso pode ocasionar uma lesão ulcerativa, em crianças deve-se tomar muito cuidado, pois a grande maioria não fica parada durante o procedimento, logo pode ocorrer um acidente durante o atendimento, orientar os pais para fazer o acompanhamento da lesão e realizar bochechos com água morna e sal e se necessário fazer uso de medicamentos;<br />
<body><br />
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</body></p>
<p><strong><br />
Hematoma</strong><br />
Os hematomas podem aparecer no momento ou após o momento cirúrgico ou de atendimento, os pais devem ser orientados a realizar compressa de água morna na região afetada, sendo que o paciente pode ter problemas hematológicos que podem ser exacerbada essa resposta a lesão tecidual;<br />
<strong><br />
Dor</strong><br />
A dor pode ser por acometimento de aplicação de anestésico no músculo ou a inserção do agente anestésico muito rápido;<br />
<strong><br />
Trismo</strong><br />
Acontece quando ocorre o traumatismo do músculo durante a inserção da agulha no momento da realização da técnica anestésica;<br />
<strong><br />
Paralisia facial:</strong> Acontece devido a aplicação da técnica anestésica por injeção muito profunda na região no espaço pterigomandibular, a paralisia pode perdurar de horas ou até 2 dias;<br />
<strong><br />
Parestesia:</strong> Caso ocorra o emprego da técnica anestésica incorreta pode ocorrer parestesia, ou pode ser por outros motivos sendo ele por acometimento de infecção;<br />
<strong><br />
Fratura da agulha:</strong> Existem algumas técnicas que o cirurgião dentista pode utilizar, como um aliado para que não aconteça esse tipo de complicação, pode-se utilizar abridores de boca e sempre utilizar um ponto de apoio para a realização da técnica anestésica;<br />
<strong><br />
Lipotimia:</strong> A lipotimia é um desencadeamento do sistema nervoso que ocorre uma leve perda de consciência, porem não acontece o desmaio;</p>
<p><strong>Xerostomia:</strong> A xerostomia pode ocorrer quando o cirurgião dentista aplica o agente anestésico próximo do nervo corda do tímpano causando sua dessensibilizarão;</p>
<p><strong>Náuseas e vômito:</strong> As náuseas e vômito podem preceder um desencadeamento de nervosismo pelo paciente, acometido pelo medo;<br />
<body><br />
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</body></p>
<p><strong>Reações tóxicas:</strong> Pode ocorrer devido a alta dose aplicada no paciente, pode ser pelo rápido metabolismo do anestésico feito pelo corpo, o cirurgião dentista pode ter realizado a aplicação do agente anestésico intravascular;</p>
<p><strong>Reações alérgicas:</strong> Podem ocorrer devido a uma hipersensibilidade devido ao agente químico aplicado (anestesia).</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Traumatismo Dentoalveolar na Dentição Decídua</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/traumatismo-na-denticao-decidua/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Nov 2015 00:53:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontopediatria]]></category>
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					<description><![CDATA[O atendimento a crianças com traumatismos na dentição decídua requer uma abordagem diferente daquela utilizada na dentição permanente, isso porque existe uma relação muito próxima entre o ápice do dente decíduo afetado pelo trauma e o germe do dente permanente sucessor. Precisa ser considerado as possíveis sequelas nos dentes permanentes e avaliar o tipo de tratamento a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">O atendimento a crianças com traumatismos na dentição decídua requer uma abordagem diferente daquela utilizada na dentição permanente, isso porque existe uma relação muito próxima entre o ápice do dente decíduo afetado pelo trauma e o germe do dente permanente sucessor. Precisa ser considerado as possíveis sequelas nos dentes permanentes e avaliar o tipo de tratamento a ser instaurado, bem como as sequelas tardias do trauma Para decidir o tratamento, precisam ser levadas em conta a idade e maturidade da criança, sua capacidade de cooperação em situação de emergência e a oclusão que a criança apresenta.</p>
<div class="page" title="Page 3">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<div class="page" title="Page 3">
<div class="layoutArea">
<div class="column">A falta de selamento labial e excessiva sobressaliência → fatores predisponentes ao trauma na dentição decídua.<br />
<img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5309" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/11/Consulta.png" alt="Consulta" width="1024" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/11/Consulta.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/11/Consulta-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/11/Consulta-768x576.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><br />
<strong>Exame geral </strong><br />
Deve-se observar:</p>
<div class="page" title="Page 4">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<ul>
<li>Lesões extrabucais (mento, face, cabeça)</li>
<li>Lesões na pele e no rosto: encaminhar paciente para cirurgião plástico.</li>
</ul>
<p>Diante de quadro de traumatismo dentoalveolar, o Ministério da Saúde recomenda, quanto à profilaxia antitetânica,</p>
<ul>
<li>façam limpeza e desinfecção da lesão com soro fisiológico e solução oxidante</li>
<li>debridamento da ferida, quando necessário.</li>
</ul>
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<p><strong>Exame Radiográfico</strong></p>
<div class="page" title="Page 4">
<div class="layoutArea">
<div class="column">É necessário considerar a idade da criança e o tipo de trauma. Devem-se verificar:</p>
<div class="page" title="Page 4">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<ul>
<li>Estágio de erupção dentária;</li>
<li>Grau de rizólise dos dentes decíduos;</li>
<li>Grau de rizogênese do dente permanente;</li>
<li>Fragmentos em tecido mole;</li>
<li>Presença de fraturas ósseas ou dentárias;</li>
<li>Espessura da dentina remanescente entre a linha de fratura e a polpa coronária (fratura coronária);</li>
<li>Reabsorções radiculares;</li>
<li>Tamanho da câmara pulpar;</li>
<li>Deslocamentos intrusivos e extrusivos;</li>
<li>Relação entre os deslocamentos intrusivos do dente decíduo e os germes dos sucessores permanentes;</li>
<li>Presença de outras alterações patológicas na área.</li>
</ul>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p><strong>Exame clínico intrabucal</strong></p>
<div class="page" title="Page 4">
<div class="layoutArea">
<div class="column">Limpam-se e examinam-se os tecidos moles. Deve-se constatar:</p>
<ul>
<li>se os tecidos moles estão afetados pelo trauma e qual a sua extensão;</li>
<li>se os dentes apresentam fratura, mobilidade ou deslocamento;</li>
<li>se o tecido ósseo contém fratura;</li>
<li>se a oclusão está normal, pois isso indicará se ocorreram deslocamento dental e fratura óssea;</li>
<li>a <strong>não</strong> realização de testes de percussão e vitalidade.</li>
</ul>
<p><strong>Lesões traumáticas aos tecidos dentários</strong></p>
<div class="page" title="Page 5">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column"><span style="color: #008080;"><strong>Trinca de esmalte → Sem perda de estrutura dental.</strong></span><br />
<strong>Tratamento:</strong> fluorterapia<br />
<strong>Prognóstico:</strong> favorável</div>
</div>
</div>
</div>
<p><strong><span style="color: #008080;">Fratura de esmalte → Perda de estrutura dentária restrita ao esmalte.</span></strong><br />
<strong>Tratamento:</strong> quando envolve apenas esmalte, um eventual desgaste e polimento do dente com o intuito de evitar lacerações nos tecidos moles (lábio e língua) é suficiente. Indica-se aplicação de flúor no dente fraturado. Pode-se também restaurar, mas geralmente evitam-se desgastes adicionais;<br />
<strong>Prognóstico:</strong> favorável<br />
<strong><span style="color: #008080;">Fratura de esmalte e dentina → Perda de estrutura dentária restrita ao esmalte e à dentina, sem exposição pulpar.</span></strong><br />
<strong>Tratamento:</strong> observa-se radiograficamente a relação da fratura com a câmara pulpar para decidir sobre a necessidade de proteção do complexo dentinopulpar com hidróxido de cálcio. Se houver colaboração, restaurar com resina composta. Se não houver, CIV é indicado;<br />
<strong>Prognóstico:</strong> favorável<br />
<span style="color: #008080;"><strong>Fratura de esmalte e dentina com exposição pulpar → Perda de estrutura dentária restrita ao esmalte e à dentina, com exposição pulpar.</strong></span><br />
<strong>Tratamento:</strong> o tratamento vai depender de uma série de fatores, tais como extensão da fratura, grau de desenvolvimento dental (grau de rizogênese ou rizólise), momento em que ocorreu o trauma (se a busca pelo tratamento foi imediata ou tardia) e grau de colaboração da criança;<br />
<strong>Prognóstico:</strong> favorável, se observadas as condições ideais<br />
<strong><span style="color: #008080;">Fratura coronorradicular → Solução de continuidade que envolve esmalte, dentina e cemento, sem envolvimento pulpar.</span></strong><br />
<strong>Tratamento:</strong> depende da extensão subgengival e segue os mesmos princípios da fratura coronorradicular sem exposição pulpar, todavia, neste caso, o tratamento pulpar se faz necessário e a abordagem é semelhante à da fratura coronária com envolvimento pulpar;<br />
<strong>Prognóstico:</strong> favorável, desde que sejam verificadas as indicações ou contraindicações da restauração (2 mm aquém da margem gengival) e da terapia pulpar (estágio de desenvolvimento dentário adequado);<br />
<span style="color: #008080;"><strong>Fratura de raíz → Solução de continuidade que envolve esmalte, dentina, cemento e polpa.</strong></span><br />
<strong>Tratamento:</strong> depende da localização (terços apical, médio ou cervical) e direção da linha de fratura (orientação transversal ou longitudinal):<br />
<strong>Prognóstico:</strong> as fraturas transversais no terço apical têm prognóstico mais favorável que as demais;<br />
<strong> Lesões traumáticas aos tecidos de sustentação</strong><br />
As lesões aos tecidos de sustentação estão envolvidas na maioria dos traumatismos que ocorre na dentição decídua, pois há alta prevalência de deslocamentos dentários em razão da maior resiliência do osso alveolar.<br />
<strong>Concussão </strong></p>
<div class="page" title="Page 9">
<div class="layoutArea">
<div class="column">Traumatismo de pequena intensidade que envolve hemorragia e edema do ligamento periodontal, porém sem ruptura de fibras.</p>
<div class="page" title="Page 10">
<div class="layoutArea">
<div class="column"><strong>Subluxação</strong><br />
Traumatismo de intensidade baixa a moderada que provoca ruptura de algumas fibras do ligamento periodontal e leva à mobilidade sem provocar deslocamento dentário. Sangramento no sulco gengival pode estar presente.</p>
<div class="page" title="Page 10">
<div class="layoutArea">
<div class="column"><strong>Luxação lateral</strong><br />
Trata-se de traumatismo de maior intensidade que leva a deslocamentos dentários nos sentidos palatino, vestibular, mesial ou distal.</p>
<div class="page" title="Page 11">
<div class="layoutArea">
<div class="column"><strong>Luxação intrusiva</strong><br />
Também denominada intrusão, é o deslocamento dentário para o interior do seu alvéolo. É considerada grau I (suave) quando mais de 50% da coroa fica visível, grau II (moderada) quando menos de 50% da coroa pode ser vista e grau III (severa) quando há intrusão total da coroa.<br />
<strong>Luxação extrusiva</strong><br />
Também denominada extrusão, é o deslocamento parcial do dente para fora de seu alvéolo.<br />
<strong>Avulsão</strong></p>
<div class="page" title="Page 13">
<div class="layoutArea">
<div class="column">Também denominada luxação total, é o deslocamento completo do dente para fora de seu alvéolo.<br />
<strong>→ Contenção</strong></p>
<div class="page" title="Page 14">
<div class="layoutArea">
<div class="column">Auxilia na manutenção da posição de repouso, o que ajuda no reparo do feixe vasculonervoso e das fibras periodontais. Quando a contenção é recomendada, deve ser colocada no terço médio da face vestibular dos dentes traumatizados e adjacentes envolvendo dois dentes de suporte de cada lado.</p>
<div class="page" title="Page 14">
<div class="layoutArea">
<div class="column">As mais usadas são as que empregam fios de náilon ou de aço fixados aos dentes com resina composta. Podem ser flexíveis, com fios de náilon que variam do n.o 70 ao 80, e geralmente são utilizadas quando há lesões nos tecidos de sustentação.</p>
<div class="page" title="Page 14">
<div class="layoutArea">
<div class="column"><strong>Lesões de tecido mole</strong><br />
Os traumatismos em crianças são frequentemente acompanhados de lesões em tecidos moles como gengiva, mucosa alveolar, freios e bridas, lábios e pele.</p>
<ul>
<li><strong>Laceração:</strong> perfuração por objetos cortantes que mostra solução de continuidade.</li>
<li><strong>Contusão:</strong> hematoma provocado por impactos com objetos rombos que leva a hemorragias e edemas com mucosas íntegras;</li>
<li><strong>Abrasão:</strong> ferimento em que há remoção de camada superficial de tecido, deixando a gengiva áspera e sangrante.</li>
</ul>
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</body></p>
<p><strong>Orientação aos pais</strong></p>
<ul>
<li>Higiene bucal</li>
<li>Protetor labial</li>
<li>Dieta leve</li>
<li>Restrição do uso de mamadeiras e chupetas</li>
<li>Alerta-se sobre eventuais alterações nos dentes decíduos</li>
<li>Possíveis sequelas aos dentes permanentes associadas a traumatismo dental no decíduo também deverão ser informadas</li>
<li>Exames de controle</li>
</ul>
<p><strong>Repercussões do trauma para dentes decíduos</strong></p>
<div class="page" title="Page 16">
<div class="layoutArea">
<div class="column">A <strong>hiperemia pulpar</strong> é a primeira reação da polpa em resposta ao trauma sofrido e está presente mesmo em traumatismos de pequena intensidade.</p>
<div class="page" title="Page 16">
<div class="layoutArea">
<div class="column">A <strong>descoloração coronária</strong> é a sequela mais comum na dentição decídua e pode ser transitória ou acompanhar o dente até a esfoliação. Tons amarelados ou brancos opacos geralmente estão relacionados a obliterações (calcificações) do canal pulpar, caracterizadas pela deposição de tecido mineralizado no interior do canal radicular. Apesar da obliteração do canal radicular, é normal esses dentes sofrerem rizólise. Já as colorações acinzentadas ou azuladas que ocorrem logo depois do traumatismo são decorrentes de hemorragia pulpar, causada por ruptura dos capilares, o que leva ao extravasamento de eritrócitos e, por consequência, à pigmentação.</p>
<div class="page" title="Page 16">
<div class="layoutArea">
<div class="column">A <strong>retenção prolongada</strong>, em que não acontece o processo fisiológico de rizólise na raiz do decíduo; aqui a exodontia deve ser realizada.</p>
<div class="page" title="Page 16">
<div class="layoutArea">
<div class="column">As <strong>reabsorções dentárias</strong> são divididas em internas ou externas e estão ou não ligadas a outras alterações, como a necrose pulpar. Em casos de reabsorções leves, apenas o acompanhamento radiográfico está indicado. Em situações mais severas a exodontia é indicada.</p>
<div class="page" title="Page 16">
<div class="layoutArea">
<div class="column">A<strong> descoloração,</strong> se isolada de outros sinais, não sugere tratamento endodôntico, que só será feito em casos de necrose pulpar ou infecções associadas.</p>
<div class="page" title="Page 17">
<div class="layoutArea">
<div class="column">A <strong>anquilose dental</strong> (reabsorção substitutiva) também pode ocorrer em razão da progressiva substituição de tecido dentário por tecido ósseo.</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="page" title="Page 15"></div>
<p>Referência: Revista RSBO &#8211;  Dentoalveolar trauma in the primary dentition<br />
Estela Maris Losso, Maria Cristina dos Reis Tavares, Fernanda Mara de Paiva Bertoli, Flares Baratto-Filho</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Pulpotomia em Dentes Decíduos</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/pulpotomia-em-dentes-deciduos/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/pulpotomia-em-dentes-deciduos/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2015 05:56:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontopediatria]]></category>
		<category><![CDATA[bactéria]]></category>
		<category><![CDATA[formocresol]]></category>
		<category><![CDATA[indicação]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[odontopediatria]]></category>
		<category><![CDATA[pulpotomia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[A pulpotomia consiste na técnica em que se remove a polpa coronária, quando a lesão não chega a atingir a polpa radicular, com a finalidade de manter com vitalidade a mesma. Esta técnica permite manter na cavidade bucal os dentes decíduos comprometidos endodônticamente até o período de esfoliação fisiológica. Alguns fatores influenciam na indicação da pulpotomia. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pulpotomia consiste na técnica em que se remove a polpa coronária, quando a lesão não chega a atingir a polpa radicular, com a finalidade de manter com vitalidade a mesma. Esta técnica permite manter na cavidade bucal os dentes decíduos comprometidos endodônticamente até o período de esfoliação fisiológica. Alguns fatores influenciam na indicação da pulpotomia. São eles:<br />
Fatores Locais<br />
Fatores sistêmicos<br />
Fatores Comportamentais<br />
<strong>Indicação</strong></p>
<ul>
<li>lesão de cárie extensa</li>
<li>exposição pulpar (trauma, por exemplo)</li>
<li>dente livre de pulpite radicular</li>
<li>ausência de dor espontânea persistente</li>
<li>hemorragia no local da amputação (vermelho vivo)</li>
<li>presença de pelo menos 2/3 do comprimento radicular</li>
<li>ausência de abscesso, fístula, mobilidade, reabsorção interna</li>
<li>radiopacidade óssea na região de furca*</li>
</ul>
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<strong>Sinais clínicos importantes para auxiliar na decisão da pulpotomia </strong></p>
<div class="page" title="Page 2">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<ul>
<li>Lesão cariosa superficial ou média ativa de dentina</li>
<li>Lesão cariosa profunda ativa de dentina. Restauração insatisfatória</li>
<li>Lesão cariosa profunda ativa. Exposição e hiperplasia pulpares (pólipo)</li>
</ul>
<p><strong>Contra-indicações </strong></p>
<ul>
<li>dor</li>
<li>sensibilidade à percussão</li>
<li>presença de edema</li>
<li>mobilidade acentuada</li>
<li>reabsorção de mais de 2/3 da raiz</li>
<li>radiolucidez na região periapical ou de furca</li>
</ul>
<p><strong>Após pulpotomia o dente <span style="color: #ff0000;">não</span> deve apresentar</strong></p>
<ul>
<li>sensibilidade prolongada</li>
<li>dor</li>
<li>reabsorção interna</li>
<li>calcificação anormal do canal radicular</li>
<li>perda dos tecidos de suporte</li>
<li>danos ao dente sucessor</li>
</ul>
<p><strong>Classificação de acordo com o material terapêutico </strong></p>
<ul>
<li>desvitalizadores (fixação, cauterização)</li>
<li>preservadores (desvitalização mínima e não indutiva)</li>
<li>regeneradores (indução e regeneração)</li>
</ul>
<p><strong>Exemplo de materiais terapêuticos utilizados em pulpotomias</strong></p>
<div class="page" title="Page 3">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<ul>
<li>Hidróxido de Cálcio</li>
<li><span style="color: #ff0000;">Formocresol </span></li>
<li>Glutaraldeído</li>
<li>Sulfato Férrico</li>
<li>MTA</li>
<li>Laser</li>
<li>BMPs</li>
</ul>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p><strong>Formocresol</strong> &#8211; A ação bactericida do formocresol se dá junto aos microrganismos presentes nos canais radiculares através da ligação química com as proteínas dos microrganismos. Sua ação (formaldeído) é de fixador tecidual</p>
<ul>
<li>tem alto índice de sucesso clínico</li>
<li>age em pH alcalino</li>
</ul>
<p>Formol 19%: precipita proteínas, fixador pulpar (bactericida)<br />
Cresol 35%: atenua o poder irritante (antisséptico)<br />
Glicerina 15%: aumenta a viscosidade (veículo)<br />
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<strong>Apresentação e modo de aplicação</strong></p>
<div class="page" title="Page 6">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Apresentado de forma líquida e é aplicado sobre o remanescente pulpar com bolinha de algodão e pinça clínica, aplicar durante 5 a 7 minutos.</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<div class="page" title="Page 2">
<table style="border-color: #000000;" border="1">
<colgroup>
<col />
<col />
<col />
<col /> </colgroup>
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;" colspan="4" rowspan="1"> <strong>Tabela de diagnóstico provável da condição pulpar dos dentes descíduos com base nos dados clínicos e radiográficos (parte 1)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
DOR
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
SINAIS CLÍNICOS
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
ASPECTO RADIOGRÁFICO
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
DIAGNÓSTICO PROVÁVEL
</div>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Provocada por estímulos térmicos (frio), mecânico e químico na dentina
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Lesão cariosa superficial ou média ativa de dentina
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Área radiolúcida envolvendo até a metade externa da dentina. Periápice e espaço interrradicular normais
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Hiperemia ou inflamação suave
</div>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Provocada. Exacerbada por estímulos térmicos (frio), mecânico e químico. Localizada
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Lesão cariosa profunda ativa de dentina. Restauração insatisfatória
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Lesão cariosa profunda primária ou recorrente. Restauração insatisfatória. Periápice e espaço interrradicular normais
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Hiperemia ou inflamação suave
</div>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Espontânea, contínua, pulsátil, reflexa, comumente durante a noite. Sensível à percussão
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Lesão cariosa profunda, com ou sem exposição clínica da polpa. Restauração insatisfatória
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Lesão de cárie profunda. Restauração insatisfatória. Lesão cariosa secundária. Espessamento do espaço periodontal e/ou reabsorção interna
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Inflamação grave (pulpite aguda)
</div>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div class="page" title="Page 3">
<table style="border-color: #000000;" border="1">
<colgroup>
<col />
<col />
<col />
<col /> </colgroup>
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;" colspan="4" rowspan="1"> <strong>Tabela de diagnóstico provável da condição pulpar dos dentes descíduos com base nos dados clínicos e radiográficos (parte 2)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>DOR
</p></div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
SINAIS CLÍNICOS
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
ASPECTO RADIOGRÁFICO
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
DIAGNÓSTICO PROVÁVEL
</div>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Provocada à mastigação
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Lesão cariosa profunda ativa. Exposição e hiperplasia pulpares (pólipo)
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Lesão de cárie profunda. Periápice e espaço interrradicular normais
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Pulpite crônica hiperplásica
</div>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Provocada por estímulo térmico (calor)
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Lesão cariosa profunda com ou sem exposição clínica da polpa
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Reabsorção interna. Massas mineralizadas na câmara pulpar. Espessamento do espaço periodontal
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Alterações pulpares degenerativas
</div>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Espontânea ou provocada à palpação e mastigação. Sensibilidade à percussão
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Lesão cariosa profunda com ou sem exposição clínica da polpa. Tecidos moles podem apresentar tumefação, abscesso ou fístula
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Reabsorção radicular patológica. Rarefação óssea periapical e interrradicular.
</div>
</div>
</td>
<td style="text-align: center;">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Necrose pulpar
</div>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: right;">Tabela retirada do livro do Mário Leonardo</p>
<p><strong>O sucesso do diagnóstico pulpar depende:</strong></p>
<ul>
<li>estado geral de saúde</li>
<li>conhecimento da histofisiologia pulpar</li>
<li>conhecimento das patologias pulpares</li>
<li>diagnóstico clínico e radiográfico</li>
</ul>
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</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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