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	<title>odontogênico &#8211; Odonto Up</title>
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		<title>Lesão Central de Células Gigantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2015 20:43:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[Estomatologia & Patologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Lesão Central de Células Gigantes (LCCG) é uma proliferação não neoplásica de etiologia desconhecida. No entanto, as células gigantes multinucleadas presentes nesse tipo de lesão estão concentradas em áreas de hemorragias e adjacentes a vasos sanguíneos, sugerindo que LCCG representam uma resposta fagocítica à hemorragia. Predileção Acomete cerca de 7% de todas as lesões benignas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Lesão Central de Células Gigantes (LCCG)</strong> é uma proliferação não neoplásica de etiologia desconhecida. No entanto, as células gigantes multinucleadas presentes nesse tipo de lesão estão concentradas em áreas de hemorragias e adjacentes a vasos sanguíneos, sugerindo que LCCG representam uma resposta fagocítica à hemorragia.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Predileção</strong></p>
<p style="text-align: left;">Acomete cerca de 7% de todas as lesões benignas na maxila. Essas lesões ocorrem mais freqüentemente em mandíbula do que em maxila, sendo o lado direito mais envolvido e conforme na literatura a proporção varia de 2:1 a 3:1 (PADMAVATHI <em>et al</em>., 2012). A LCCG é mais comum em pessoas do sexo feminino, com uma proporção de 3:6, com relação homem/mulher de 1,3:1 (OSTERNE <em>et al.,</em> 2013). Essa lesão pode ocorrer em todas as idades, mas a maioria dos casos foram diagnosticados entre a segunda e terceira década de vida (OSTERNE <em>et al.,</em> 2012).</p>
<p style="text-align: left;">A Organização Mundial da Saúde (OMS) define como uma lesão intra-óssea constituída por tecido fibroso celular, que contém múltiplos focos de hemorragia, agregações de células gigantes multinucleadas e, ocasionalmente, trabéculas de tecido ósseo (YUZBASIOGLU <em>et al.,</em> 2013).</p>
<p><strong>Sintomas e Etiologia</strong><br />
A LCCG é normalmente assintomática, tem etiologia indefinida. Na maxila essa lesão pode invadir o assoalho do seio maxilar, a órbita e/ou as fossas nasais, podendo levar a assimetria facial, desvio nasal e mobilidade dos elementos dentais associados (SARMENTO <em>et al.,</em> 2011).<br />
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<p><strong>Classificação</strong><br />
Baseado em características clínicas, radiográficas e histológicas, essas lesões podem ser classificadas como não-agressivas e agressivas (OSTERNE <em>et al.,</em> 2012). A forma não-agressiva se caracteriza por um crescimento lento, tipicamente assintomático e que não transpassa osso cortical ou induz a reabsorção radicular, tendo uma baixa taxa de recidiva.</p>
<p>Já a agressiva é caracterizada por episódios de dor não específica, crescimento rápido, lesão de tamanho grande (&gt;5 cm), parestesia, reabsorção radicular, perfuração da cortical, alta taxa de recidiva pós-tratamento de enucleação e frequentemente produzem inchaço (SILVA <em>et al.,</em> 2012].</p>
<p><strong>Radiograficamente<br />
</strong>A LCCG pode variar de pequenas lesões apicais a grandes áreas radiolúcidas multiloculares envolvendo parte da maxila (OSTERNE <em>et al.,</em> 2012). A presença de uma fina opacificação no interior da lesão é o sinal radiográfico mais significativo associado com LCCG (MOHANTY e JHAMB, 2008).</p>
<p>A LCCG, em uma análise radiográfica, aparece como uma radiolucidez uni ou multilocular, bem ou mal definida, além de uma expansão variada e destruição da placa cortical. Esse padrão radiográfico não é patognomônico e pode ser confundida com muitas outras lesões na maxila e mandíbula (SINGH <em>et al.,</em> 2014).</p>
<p>Pode variar de pequenas lesões apicais a grandes áreas radiolúcidas multiloculares envolvendo parte da maxila (OSTERNE <em>et al.,</em> 2012). A tomografia computadorizada é um excelente exame de imagem para demonstrar a destruição ou desgaste ósseo.</p>
<p>Já a ressonância magnética é melhor empregada para avaliar a extensão da lesão (PADMAVATHI <em>et al</em>., 2012). As LCCG que estão localizadas nas regiões apical ou lateral das raízes dos dentes podem ser facilmente confundidas com lesões odontogênicas inflamatórias (SELFI e FOUROGHI, 2009).</p>
<p><strong>Histologia</strong><br />
Histologicamente são representadas por células gigantes multinucleadas num proeminente estroma fibroso. Os osteoclastos tem distribuição irregular e é associada com áreas de hemorragia. Estruturalmente as células proliferativas incluem fibroblastos fusiformes, miofibroblastos e células inflamatórias mononucleares (PADMAVATHI <em>et al</em>., 2012). Focos de hemorragia com liberação de pigmento hemossiderínico são muitas vezes vistos.</p>
<p>Estudos imunoistoquímicos feitos em casos de LCCG têm ajudado a estabelecer a linhagem e padrão dessas células, no entanto, não podem prever a agressividade da lesão. O diagnóstico final eventualmente repousa sobre os dados histopatológicos porque os recursos clínicos e radiográficos se mostram inespecíficos (SINGH <em>et al.,</em> 2014].</p>
<p>O diagnóstico diferencial inclui cisto ósseo aneurismático, tumor de células gigantes e tumor marrom de hiperparatireoidismo (PADMAVATHI <em>et al</em>., 2012).</p>
<p><strong>Tratamento</strong><br />
O tratamento tradicional de LCCG é a excisão cirúrgica, enucleação ou ressecção em bloco. Essa escolha depende de fatores como: comportamento agressivo e não-agressivo, localização, tamanho e aparência radiográfica. Outros tratamentos incluem radiação, injeções sistêmicas de calcitocina, Interferon e injeções intralesionais com corticóides (PATLOPH e REDDY, 2013].</p>
<p>A abordagem com calcitocina é coadjuvante e inibe atividade osteoclástica (SHOLAPURKAR <em>et al., </em>2006). No entanto, devido ao seu grande desconforto e tempo de tratamento relativamente longo, é, em determinados casos, descartado (YUZBASIOGLU <em>et al.,</em> 2013). Interferon-alfa apresenta-se útil no manejo de LCCG agressivo, presumivelmente devido aos seus efeitos anti-angiogênicos (EBRAHIMI <em>et al.,</em> 2008).</p>
<p>Injeções intralesionais com corticóides são cada vez mais utilizados clinicamente, sendo que alguns estudos apontam resultados excelentes. Podem ser consideradas a primeira opção de tratamento e tem sido cada vez mais utilizadas clinicamente. Com uma abordagem menos invasiva, essas injeções permitem serem usadas sozinhas ou em combinação com outras formas de tratamento, tais como calcitocina e cirurgia (OSTERNE <em>et al.,</em> 2012). Injeção intralesional é preferível a sistêmica, pois alcança uma elevada concentração do medicamento no tecido (SILVA <em>et al.,</em> 2012).<br />
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</body></p>
<p>As complicações sistêmicas associadas a administração de corticóides quase não é relatada (OSTERNE <em>et al.,</em> 2012).</p>
<p>Os tipos mais agressivos da lesão requerem uma abordagem mais radical, o manejo dessas lesões depende dos achados clínicos e radiográficos. Geralmente, a enucleação de lesões bem definidas e localizadas está associada a uma baixa taxa de recidiva. Nas lesões extensas, com bases em exames de imagens, onde já ouve perfuração do córtex, uma excisão mais radical é obrigatória (EBRAHIMI <em>et al.,</em> 2008). A enucleação continua sendo a modalidade de tratamento mais comum em LCCG, no entanto, uma taxa de 24% de recorrência foi relatada em lesões não-agressivas, por isso, a inclinação para associações com outras modalidades (TSICHLAKI <em>et al.,</em> 2012).</p>
<p>Em alguns casos, a perda de dentes e germes dentais são inevitáveis, assim como reabsorções radiculares (PATLOPH e REDDY, 2013]. Um acompanhamento periódico com realização de radiografias e avaliações clínicas devem ser realizado para evitar recidivas.</p>
<p>Artigo Publicado no <em>The Journal of Medical Case Reports </em><br />
Oliveira JP*, Olivete F*, Scariot R**.</p>
<p><strong>Referências</strong><br />
Amar AS , Pai MK, Auswaf A. <strong>Central Giant Cell Granuloma of the anterior maxilla: A case report. </strong><br />
Ebrahimi H, Yazdani J, Pourshahidi S, Esmaeli F, Zenouz AT, Mehdipour M . <strong>Central Giant Cell Granuloma of the Posterior Maxilla: A Case Report </strong><br />
Farzaneh AH, Pardis P M. <strong>Central giant cell granuloma and Fibrous Dysplasia occurring in the same jaw.</strong><br />
Fonseca FP, Ribeiro AP, Silva AR, Vargas PA, Lopes MA. <strong>Fine Needle Aspiration Cytology and Intralesional Steroid Injection in a Central Giant Cell Granuloma Affecting the Gingiva: A New Clinical Approach.</strong><br />
Geetha NT, Pattathan RKB, Upasi AP. <strong>Fibro-osseous lesions vs. central giant cell granuloma:</strong> <strong>A hybrid lesion.</strong><br />
Gulati D, Bansal V, Dubey P, Pandey S, Agrawal A. <strong>Central Giant Cell Granuloma of Posterior Maxilla: First Expression of Primary Hyperparathyroidism &#8211; Case Report. </strong><br />
Gupta M, Gupta M, Singh S, Kaur R. <strong>Central giant cell granuloma of the posterior maxilla &#8211; </strong><strong>Case Report. </strong><br />
Jadu FM, Pharoah MJ, Lee L, Baker GI, Allidina A.<strong> Central giant cell granuloma of the mandibular condyle: a case report and review of the literature.</strong><br />
Júnior NGS, Carreira ASD, Pedreira EN, Tuji FM, Ortega KL, JJV Pinheiro. <strong>Treatment of central giant cell lesions using bisphosphonates with intralesional corticosteroid </strong> <strong>injections.</strong><br />
Mohanty S, Jhamb A. <strong>Central giant cell lesion of mandible managed by intralesional triamcinolone injections. A report of two cases and literature review. </strong><br />
Padmavathi CD, Swaroopkanth T, Sudhakar G, Kiranmai D., Sasank R., Sridharreddy D.. <strong>Central Giant Cell Granuloma of Maxilla: A Case Report. </strong><br />
Patloth T, Reddy SJ. <strong>Surgically Treated Central Giant Cell Granuloma in Six-Year-Old Child: A Case Report.</strong><br />
PinheiroI LR, PinheiroII JV, Sérgio A, Newton G, Marcelo GPC. <strong>Clinical and imagiological findings of central giant cell lesion and cherubism.</strong></p>
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		<title>Cistos Odontogênicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2013 04:22:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estomatologia & Patologia]]></category>
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		<category><![CDATA[odontogênico]]></category>
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					<description><![CDATA[Com raras exceções, no osso, cistos limitados por epitélio são observados somente nos maxilares ainda que alguns cistos possam resultar da inclusão de epitélio na linha de fusão de processos embrionários, muitos cistos são limitados por epitélio que se origina do epitélio odontogênico. A classificação desses cistos ocorre de acordo com a sua origem, podendo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com raras exceções, no osso, cistos limitados por epitélio são observados somente nos maxilares ainda que alguns cistos possam resultar da inclusão de epitélio na linha de fusão de processos embrionários, muitos cistos são limitados por epitélio que se origina do epitélio odontogênico.</p>
<p>A classificação desses cistos ocorre de acordo com a sua origem, podendo ser Cistos de desenvolvimento e Cistos inflamatórios.</p>
<p><b>Cisto Dentígero (Cisto Folicular): </b>é definido como um cisto que se origina pela separação do folículo da coroa de um dente incluso. Tipo de cisto mais comum (20%). O cisto dentígero envolve a coroa do dente incluso e está unido ao dente na junção cemento-esmalte. Uma característica clinica é que embora o cisto dentígero pode envolver qualquer dente, acomete mais os terceiros molares e em segundo lugar, os caninos superiores. Radiograficamente, um cisto folicular apresenta-se como uma lesão radiolúcida unilocular associada à coroa do dente incluso.</p>
<ul>
<li><b>Tratamento:</b> consiste na cuidadosa enucleação do cisto, com a remoção do dente incluso associado. Se a erupção do dente envolvido é considerada viável, o dente pode ser deixado no lugar, após a remoção parcial da parede do cisto. O prognóstico relacionado a muitos cistos dentígeros é excelente, e raramente ocorre recorrência após a remoção completa do cisto.</li>
</ul>
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<p><b>Cisto de Erupção:</b> é o correspondente, no tecido mole, do cisto dentígero. Desenvolve-se como resultado da separação do folículo dentário que envolve a coroa de um dente em erupção que está no tecido mole sobre o osso alveolar. É uma tumefação mole que recobre a coroa de um dente decíduo ou permanente em erupção. Muitos casos são vistos em crianças com menos de 10 anos. Ainda que a lesão possa ocorrer em qualquer dente em erupção, é mais comumente na região dos molares inferiores.</p>
<ul>
<li><b>Tratamento:</b> pode não ser necessário nenhum tratamento, porque frequentemente o cisto se rompe espontaneamente, permitindo a erupção.</li>
</ul>
<p><b>Ceratocisto Odontogênico:</b> a um conceito geral de que o ceratocisto se origina de remanescentes celulares da lâmina dentária. Tal cisto apresenta um comportamento histológico e um mecanismo de crescimento diferentes do cisto radicular e dentígero. Podem ser encontrados, na maioria das vezes, em pacientes entre 10 a 40 anos, com prevalência pelo  sexo masculino. Os ceratocistos grandes podem estar associados a dor, tumefação ou drenagem. Os ceratocistos aprensentam área radiolucida bem evidenciada, com cortical bem definida.</p>
<ul>
<li><b>Tratamento: </b>exame histopatológico com tratamento semelhante aos outros cistos, ou seja, enucleação e curetagem. A não ser pela tendência à recorrência, o prognóstico é bom.</li>
</ul>
<p>Existem outros tipos de cistos odontogênicos, mas que são mais raros ou incomuns, como o <i>Cisto Odontogênico Ortoceratinizado, Síndrome do Carcinoma Nevóide Basocelular (Sindrome de Gorlin), Cisto Gengival do Recém-Nascido,</i> entre outros.</p>
<p>Referência Bibliográfica: Brad W. Neville, Douglas D. Damm, Carl M. Allen. <em>Patologia Oral e Maxilofacia</em>, 1998. Rio de Janeiro</p>
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