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	<title>nervo alveolar inferior &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>nervo alveolar inferior &#8211; Odonto Up</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Apr 2021 20:46:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ninguém nunca te ensinou anestesia dessa forma. Já pensou em aprender e dominar definitivamente as técnicas de anestesia intraoral? Grande parte dos acadêmicos e cirurgiões-dentistas enxergam a anestesiacomo um momento difícil do tratamento. Será que vou encontrar o nervo? Será que vou acertar um vaso sanguíneo? Quanto anestésico eu posso infiltrar? É aqui que a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1>Ninguém nunca te ensinou anestesia dessa forma.</h1>
<p>Já pensou em aprender e dominar definitivamente as técnicas de anestesia intraoral?</p>
<p>Grande parte dos acadêmicos e cirurgiões-dentistas enxergam a <strong>anestesia</strong>como um momento difícil do tratamento. Será que vou encontrar o nervo? Será que vou acertar um vaso sanguíneo? Quanto anestésico eu posso infiltrar?</p>
<p>É aqui que a gente entra.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Técnica Anestésica Pterigomandibular e Bloqueio do Nervo Mentual e Palatino Maior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 20:14:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anestesiologia e Terapêutica]]></category>
		<category><![CDATA[anestesia]]></category>
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					<description><![CDATA[Existem várias técnicas anestésicas utilizadas na prática clínica do cirurgião-dentistas. Nesse post iremos falar sobre a Pterigomandibular que bloqueia o nervo alveolar inferior e suas variações, além das técnicas de bloqueio do nervo mentual e palatino maior. Pterigomanbidular &#124; Nervo Alveolar Inferior A técnica anestésica mais frequentemente empregada em Odontologia é a técnica de bloqueio do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem várias <a href="https://www.odontoup.com.br/tecnicas-anestesicas-em-odontologia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">técnicas anestésicas</a> utilizadas na prática clínica do cirurgião-dentistas. Nesse post iremos falar sobre a Pterigomandibular que bloqueia o <a href="https://www.odontoup.com.br/nervo-alveolar-inferior-e-nervo-mentual/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">nervo alveolar inferior</a> e suas variações, além das técnicas de bloqueio do nervo mentual e <a href="https://www.odontoup.com.br/nervo-palatino-maior-e-nervo-nasopalatino/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">palatino maior</a>.</p>
<p><strong>Pterigomanbidular | Nervo Alveolar Inferior</strong><br />
A técnica anestésica mais frequentemente empregada em Odontologia é a técnica de bloqueio do nervo alveolar inferior ou pterigomandibular. Como o nervo lingual fica distante apenas 8mm do nervo alveolar inferior no local da injeção, ele também é anestesiado.<br />
Quando a finalidade da anestesia é realizar procedimentos cirúrgicos em <a href="https://www.odontoup.com.br/molares-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">molares</a> inferiores, o nervo bucal também precisa ser abrangido. Uma variante da técnica providencia, então, que, com a mesma punção, esse nervo seja alcançado e devidamente anestesiado. <img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6331" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/CUIDADO-e1464908443835.png" alt="CUIDADO" width="1024" height="540" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/CUIDADO-e1464908443835.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/CUIDADO-e1464908443835-300x158.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/CUIDADO-e1464908443835-768x405.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><br />
<strong>Anestesia do nervo alveolar inferior</strong></p>
<ul>
<li>Bloqueio dos nervos alveolar inferior, incisivo, bucal, mentoniano e lingual (técnica indireta);</li>
<li>Bloqueio pulpar de todos os dentes do hemi-arco inferior;</li>
<li>Anestesia do corpo da mandíbula, do periósteo e de tecidos moles mandibulares;</li>
<li>Anestesia dos 2/3 anteriores da <a href="https://www.odontoup.com.br/lingua/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">língua</a> e do assoalho da boca (daquele lado)</li>
</ul>
<p><strong><br />
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</script></strong></p>
<p>Indicações</p>
<ul>
<li>Procedimentos em múltiplos dentes de um quadrante inferior;</li>
<li>Anestesia de tecidos moles na região inferior, tanto por vestibular quanto por lingual.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Contraindicações</strong></p>
<ul>
<li>Possibilidade de mordedura de lábio/língua – crianças muito pequenas;</li>
<li>Necessidade de tratamento no sextante 5;</li>
<li>É desconfortável se feita bilateralmente.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Equipamentos</strong></p>
<ul>
<li>Seringa carpule;</li>
<li>Agulha longa calibre 25.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Pontos de reparo</strong></p>
<ul>
<li>Ligamento pterigomandibular;</li>
<li>Borda anterior do ramo ascendente da mandíbula;</li>
<li>Plano oclusal inferior;</li>
<li><a href="https://www.odontoup.com.br/pre-molares-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Pré-molares</a> inferiores do lado oposto.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Técnica Indireta ou das Três Posições</strong></p>
<ul>
<li>Uma única punção permite o bloqueio dos nervos alveolar inferior, lingual e bucal;</li>
<li>Deposição do anestésico em 3 locais distintos, cada um para bloqueio de um nervo;</li>
<li>Necessidade de mudança de posição do conjunto seringa-agulha.</li>
</ul>
<p><em><br />
Técnica – 1ª posição:</em> anestesia do nervo bucal:</p>
<ul>
<li>Identificar as linhas formadas pelo ramo ascendente e pelo ligamento pterigomandibular;</li>
<li>Traçar a bissetriz do ângulo dessas linhas;</li>
<li>Punção na bissetriz, 1cm acima do plano oclusal, com o bisel da agulha voltado para a face interna do ramo;</li>
<li>Manter a seringa paralela ao plano oclusal, alinhada com a superfície oclusal dos molares inferiores;</li>
<li>Induzir a agulha +/- 5mm;</li>
<li>Aspirar;</li>
<li>Injetar um pouco de anestésico</li>
</ul>
<p><em><br />
Técnica – 2ª posição:</em> anestesia do nervo lingual:</p>
<ul>
<li>Após a anestesia bucal, introduzir a agulha por mais 5mm, mantendo a seringa na mesma orientação da primeira posição;</li>
<li>Aspirar;</li>
<li>Injetar anestésico até atingir ¼ do tubete;</li>
<li>Mantendo a carpule paralela ao plano oclusal, retirar quase toda a agulha (manter pouco mais que toco o bisel dentro da mucosa);</li>
<li>Esta etapa é a preparação para a 3ª posição.</li>
</ul>
<p><em><br />
Técnica – 3ª posição:</em> anestesia do alveolar inferior:</p>
<ul>
<li>A agulha deve estar quase toda fora da mucosa;</li>
<li>Deslocar a seringa para o lado oposto, de modo que o canhão da carpule fique acima dos pré-molares do lado oposto ao lado anestesiado;</li>
<li>Reintroduzir a agulha até que ela toque o osso (pode-se injetar um pouco de anestésico durante a introdução);</li>
<li>Recuar a agulha 1mm;</li>
<li>Aspirar;</li>
<li>Injetar o restante do anestésico (3/4 do anestube)</li>
</ul>
<p><strong><br />
Técnica Direta</strong><br />
Técnica- anestesia dos nervos lingual e alveolar inferior:</p>
<ul>
<li>Identificar as linhas formadas pelo ramo ascendente e pelo ligamento pterigomandibular;</li>
<li>Traçar a bissetriz do ângulo dessas linhas;</li>
<li>Posicionar o canhão da carpule entre os pré-molares inferiores do lado oposto;</li>
<li>Punção da bissetriz, 1cm acima do plano oclusal com o bisel da agulha voltado para a face interna do ramo;</li>
<li>Introduzir a agulha até que ela toque o osso, injetando um pouco de anestésico no trajeto;</li>
<li>Recuar 1mm;</li>
<li>Aspirar;</li>
<li>Injetar o restante do anestube.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Observações</strong></p>
<ul>
<li>O nervo lingual é anestesiado durante a pulsão (introduzir e injetar ao mesmo tempo);</li>
<li>Esta técnica não bloqueia o nervo bucal;</li>
<li>Não provoca anestesia na mucosa vestibular dos molares inferiores;</li>
<li>O nervo mentoniano é bloqueado;</li>
<li>Ocorre anestesia da mucosa vestibular dos pré-molares inferiores.<br />
<hr />
</li>
</ul>
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<p><strong>Bloqueio do Nervo Mentual</strong></p>
<p>O bloqueio do nervo mentoniano ou mentual não é uma técnica muito usual na odontologia. É usado como alternativa para a técnica de bloqueio do nervo alveolar inferior.</p>
<p>Ao se injetar no forame mentoniano, a solução difundi-se pelo canal mentoniano, que e muito curto (3 a 6mm), e bloqueia o próprio nervo alveolar inferior. Ganha-se assim, a insensibilidade dos dentes anteriores e pré-molares, de sua gengiva vestibular e da pele e mucosa do mento e lábio inferior.</p>
<p>O forame mentoniano fica abaixo do segundo pré-molar, porém, em uma entre 4 pessoas, ele se situa entre os dois pré-molares. Está, em média, 2,60mm distante do plano mediano. Nos indivíduos dentados, está a meio caminho da base da mandíbula e da borda livre do processo alveolar e em linha com os forames supra e infra-orbitais. O canal mentoniano com inclinação de 45°, dirige-se para cima, para trás e para fora.</p>
<p>Na criança, o forame fica mais baixo, entre os primeiros e segundos molares decíduos, e o canal abre-se para cima. No paciente idoso, desdentado, devido a reabsorção que pode ocorrer do processo alveolar, o forame mentoniano pode estar situado próximo a crista alveolar residual ou até mesmo sobre ela.</p>
<p><strong>Objetivo da técnica</strong></p>
<ul>
<li>Bloqueio dos nervos mentoniano e incisivos;</li>
<li>Anestesia da mucosa vestibular, lábio e dentes anteriores ao forame;</li>
<li>Não produz anestesia lingual;</li>
<li>Alvo: forame mentoniano.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Equipamento</strong></p>
<ul>
<li>Seringa carpule;</li>
<li>Agulha longa 25 ou 27</li>
</ul>
<p><strong><br />
Descrição da técnica</strong></p>
<ul>
<li>Localizar o forame (palpar)</li>
<li>Seringa na vertical, levemente inclinada (de trás para frente, de fora para dentro);</li>
<li>Aspirar</li>
<li>Injetar ½ a 1 tubete;</li>
<li>Fazer pressão digital para forçar a entrada do anestésico no forame.<br />
<hr />
</li>
</ul>
<p><strong>Bloqueio do Nervo Palatino Maior</strong></p>
<p>O forame palatino maior fica situado cerca de 1cm medialmente ao terceiro molar (ou entre o segundo e terceiro molares) e 3 a 4mm adiante da borda posterior do palato duro. Na criança, fica sobre uma linha imaginária que passa logo atrás dos primeiros molares permanentes. Com o nervo palatino maior anestesiado, nesse local pode-se intervir sem dor na mucosa palatina do lado anestesiado até a região do primeiro pré-molar.</p>
<p>*Na região do forame palatino maior, existe espaço para acomodar a solução e a anestesia é menos traumática.</p>
<p><strong>Observação clinica</strong></p>
<p>Tem sido sugerido que os ramos do nervo palatino maior penetram no osso alveolar e participam da inervação do periodonto e/ou da polpa dos dentes posteriores, mas isso não está confirmado.</p>
<p>Quando se injeta quantidade excessiva da solução anestésica ou se penetra mais posteriormente ao forame, haverá anestesia de úvula, palato mole e tonsila palatina. Em decorrência, podem sobrevir náuseas e vômitos. O mesmo pode ocorrer em pacientes com emotividade exacerbada. Nessas condições, deve-se acalmar verbalmente o paciente e fazê-lo beber água gelada (MADEIRA, Miguel Carlos).</p>
<p><strong>Objetivo da técnica</strong></p>
<ul>
<li>Bloqueio do nervo palatino maior</li>
<li>Anestesia do palato duro e tecidos distais ao canino superior</li>
<li>Potencialmente traumática</li>
</ul>
<p><strong>Equipamento</strong></p>
<ul>
<li>Seringa carpule</li>
<li>Agulha longa ou curta calibre 27’</li>
</ul>
<p><strong>Descrição da Técnica</strong></p>
<ul>
<li>Alvo: forame palatino maior</li>
<li>Boa anestesia tópica</li>
<li>Compressão até isquemia</li>
<li>Introdução entre os 2° e 3° molares superiores até tocar o osso</li>
<li>Injetar até ⅓ do tubete</li>
<li>Mais lento possível*</li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Nervo Alveolar Inferior e Nervo Mentual &#8211; Resumo de Técnicas Anestésicas</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/nervo-alveolar-inferior-e-nervo-mentual/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 04:31:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anestesiologia e Terapêutica]]></category>
		<category><![CDATA[anestesia]]></category>
		<category><![CDATA[direta]]></category>
		<category><![CDATA[indireta]]></category>
		<category><![CDATA[nervo alveolar inferior]]></category>
		<category><![CDATA[nervo mentual]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
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					<description><![CDATA[O Nervo Alveolar Inferior é um ramo do nervo mandibular, que é o terceiro ramo (V3) do quinto par craniano, o nervo trigêmio. Inerva os dentes incisivos, caninos, pré-molares e molares inferiores. Ele se subdivide em ramos: nervo mentual/mentoniano, incisivo, bucal, aurículo temporal e lingual. Em alguns casos o nervo alveolar inferior cruza a linha mediana, inervando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O<strong> Nervo Alveolar Inferior </strong>é um ramo do nervo mandibular, que é o terceiro ramo (V3) do quinto par craniano, o nervo trigêmio. Inerva os dentes incisivos, caninos, pré-molares e molares inferiores. Ele se subdivide em ramos: nervo mentual/mentoniano, incisivo, bucal, aurículo temporal e lingual. Em alguns casos o nervo alveolar inferior cruza a linha mediana, inervando estruturas do lado oposto.</p>
<p><strong>Características</strong><br />
Terceiro ramo do nervo <a href="http://odontoup.com.br/anatomia/anatomia-de-cabeca-e-pescoco/nervo-trigemio-v-par-craniano/" target="_blank" rel="noopener">trigêmio</a></p>
<p><strong>Trajeto nervoso:</strong><br />
Forame oval → forame da mandíbula → canal da mandíbula → trabécula óssea → ramos incisivos<br />
→ nervos bucal, lingual e milo-hióide<br />
<body><br />
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</body></p>
<p><strong><span style="color: #000000;">Abrangência do nervo</span></strong></p>
<ul>
<li><strong>Nervo alveolar inferior:</strong> polpas dentárias de molares até 2 pré de uma hemiarcada inferior</li>
<li><strong>Ramos incisivos:</strong> polpas dentárias de 1º pré até incisivo central de uma hemiarcada inferior</li>
<li><strong>Nervo milo-hióide:</strong> assoalho bucal, músculo respectivo e ventre anterior do músculo digástrico.</li>
<li><strong>Nervo lingual:</strong> gengiva lingual, sensibilidade geral nos 2/3 anteriores da língua</li>
<li><strong>Nervo bucal:</strong> gengiva vestibular do 2º pré até molares.</li>
</ul>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Tipo de técnica:</strong></span> troncular ou loco-regional</p>
<p><strong>Descrição da técnica</strong></p>
<p>&#8211; Direta</p>
<ol>
<li>Controle da microbiota.</li>
<li>Secar mucosa (mucina dificulta penetração da solução)</li>
<li>Anestesia loco terminal superficial (tópico)</li>
<li>Palpar borda anterior do ramo ascendente da mandíbula com o dedo indicador oposto, procurando deixar a face radial do dedo paralela ao plano oclusal</li>
<li>Direção da agulha guiada pela comissura labial do lado oposto, estando o corpo da agulha forçando a comissura para trás.</li>
<li>Introdução da agulha entre o ligamento esfenomandibular/ prega pterigopalatina e a borda óssea, até chegar ao sulco mandibular, o qual se encontra aproximadamente 1 cm acima do plano oclusal. A seringa ficará perpendicular com a face interna do osso mandibular.</li>
<li>Injeção da solução anestésica (em torno de 1 minuto, pressionando o êmbolo concomitantemente ao trajeto da agulha).</li>
</ol>
<p>&#8211; Indireta</p>
<ol>
<li>Controle da microbiota.</li>
<li>Secar mucosa (mucina dificulta penetração da solução)</li>
<li>Anestesia loco terminal superficial (tópico)</li>
<li>Palpar borda anterior do ramo ascendente da mandíbula com o dedo indicador oposto, procurando deixar a face radial do dedo paralela ao plano oclusal</li>
<li>Direção da agulha em relação aos pré-molares do lado oposto.</li>
<li>Introdução da agulha entre o ligamento esfenomandibular/ prega pterigopalatina e a borda óssea, até chegar ao sulco mandibular, o qual se encontra aproximadamente 1 cm acima do plano oclusal. A seringa ficará perpendicular com a face interna do osso mandibular.</li>
<li>Injeção da solução anestésica (em torno de 1 minuto, pressionando o êmbolo concomitantemente ao trajeto da agulha).</li>
</ol>
<p><strong><br />
Tipo de agulha:</strong> longa para as duas técnicas</p>
<hr />
<p><strong>Nervo Mentual </strong></p>
<p><strong>Características </strong><br />
Ramo do nervo alveolar inferior, recebendo aquele nome quando se exterioriza através do forame mentual.</p>
<p><strong>Trajeto nervoso</strong><br />
Forame mentual → nervo mentual</p>
<p><strong>Abrangência do nervo</strong></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Nervo mentual:</strong> </span>lábio inferior, mento, sulco vestibular anterior e gengiva vestibular de 1º a 1º pré inferior.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Tipo de técnica: </strong> loco- regional<br />
<strong>Descrição da técnica</strong></p>
<ol>
<li>Controle da microbiota</li>
<li>Secar mucosa</li>
<li>Anestesia loco terminal superficial (tópico)</li>
<li>Posição posterior da agulha</li>
<li>Localização do forame entre os dois pré molares</li>
<li>Introdução da solução anestésica</li>
</ol>
<p><strong><br />
Tipo de agulha</strong>: curta<br />
A anestesia loco terminal infiltrativa é possível na maxila, uma vez que seu osso formador tem característica esponjosa. O objetivo dela é, por difusão da solução pelos tecidos moles e duros, atingir o feixe nervoso que adentra o ápice radicular do respectivo dente superior.<br />
As técnicas serão descritas a seguir:<br />
<span style="color: #ff0000;">SUB MUCOSA</span><br />
<strong><br />
Características</strong><br />
Introduz a agulha via submucosa (apenas tecidos moles) até atingir, figurativamente, o ápice radicular.<br />
<strong><br />
Tipo de agulha:</strong> curta<br />
<strong>Descrição da técnica</strong></p>
<ol>
<li>Controle da microbiota</li>
<li>Secar mucosa (mucina dificulta penetração da solução)</li>
<li>Anestesia loco terminal superficial (tópico)</li>
<li>Introdução apenas do bisel, ângulo aproximadamente reto em relação a mucosa)</li>
<li>Injeção de 3 gotas, suficientes para a formação de uma pápula e de um ponto isquêmico.</li>
<li>Fricção</li>
<li>Introdução da seringa, cujo movimento é concomitante ai pressionamento do êmbolo.</li>
</ol>
<p><span style="color: #ff0000;"><br />
SUB PERIÓSTEA</span><br />
<strong><br />
Características</strong><br />
A solução será injetada entre o periósteo e a superfície óssea crivada de orifícios. Em relação a técnica submucosa, a técnica é mais rápida e duradoura.<br />
<strong><br />
Tipo de agulha:</strong> curta<br />
<strong>Descrição da técnica:</strong></p>
<ol>
<li>Controle da microbiota</li>
<li>Secar mucosa (mucina dificulta penetração da solução)</li>
<li>Anestesia loco terminal superficial (tópico)</li>
<li>Introdução apenas do bisel na metade da distância entre o festão gengival e o fundo de vestíbulo, de maneira que a agulha fique perpendicular ao osso</li>
<li>Injeção de 3 gotas, suficientes para a formação de uma pápula e de um ponto isquêmico.</li>
<li>Fricção</li>
<li>Introdução da seringa, cujo movimento é concomitante ai pressionamento do êmbolo</li>
<li>Depois, angulação da agulha paralela em relação ao periósteo, de maneira que possa atravessá-lo.</li>
</ol>
<p><strong>Conteúdo retirado do Compêndio 2011 &#8211; Amanda Mushashe</strong></p>
<p>REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA</p>
<p>FEHRENBACH, Margaret J. HERRING, Susan W. Anatomia ilustrada da Cabeça e do Pescoço. 1ª Ed. São Paulo: Manole, 1998.</p>
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