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	<title>molar &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>molar &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Biogênese da Dentição Humana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2015 04:26:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ortodontia & Ortopedia Facial]]></category>
		<category><![CDATA[decíduo]]></category>
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					<description><![CDATA[Dentição DecíduaInicia-se aproximadamente aos 6 meses de vida, com erupção do ICId (Incisivo Central Inferior decido). Completa aproximadamente aos 24-30 meses com erupção dos últimos dentes decíduos (segundos molares descidos). Seu término é dado até os 5,5 &#8211; 6 anos com erupção do primeiro dente permanente, sendo o 1MI (primeiro molar inferior) permanente. A cronologia de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dentição Decídua</strong><br />Inicia-se aproximadamente aos 6 meses de vida, com erupção do ICId (Incisivo Central Inferior decido). Completa aproximadamente aos 24-30 meses com erupção dos últimos dentes decíduos (segundos molares descidos). Seu término é dado até os 5,5 &#8211; 6 anos com erupção do primeiro dente permanente, sendo o 1MI (primeiro molar inferior) permanente. A cronologia de erupção é muito variável, sendo a sequência mais importante.</p>
<p><strong>Dentadura Mista</strong><br />Até o último dente decido esfoliar, sendo esse, o segundo molar inferior decíduo (2MId)</p>
<p><strong>Dentição Permanente</strong><br />Aos 12 anos &#8211; segundos molares permanentes<br />Aos 18 anos &#8211; terceiros molares. Obs.: clinicamente, podemos não considerar os terceiros molares.</p>
<p><strong>Sequência de erupção &#8211; Dentes Decíduos</strong></p>
<ol>
<li>Incisivos Centrais Inferiores</li>
<li>Incisivos Centrais Superiores</li>
<li>Incisivos Laterais Superiores</li>
<li>Incisivos Laterais Inferiores</li>
<li>Primeiro Molar Inferiores</li>
<li>Primeiro Molar Superiores</li>
<li>Caninos Inferiores</li>
<li>Caninos Superiores</li>
<li>Segundos Molares Inferiores</li>
<li>Segundo Molares Superiores</li>
</ol>
<p>Obs.: geralmente, os dentes mandibulares (inferiores) nascem um pouco antes que os maxilares (superiores).</p>
<p><strong>Característica Morfológicas da Dentadura Decídua</strong><br /><strong>1 &#8211; Arcos semi-circulares;</strong><br />2 &#8211; <strong>Diastemas generalizados</strong> (normalidade): a presença de diademas indica que os dentes que serão sucessores terão espaço para se acomodar adequadamente, já que eles são maiores que os antecessores.<br />3 &#8211; <strong>Implantação vertical dos dentes decíduos nos processos alveolares:</strong> os dentes decíduos não têm inclinação nos processos alveolares, ou seja, têm uma implantação vertical;<br />4 &#8211; <strong>Ausência de curvas compensatórias (Curva de Spee e Wilson):</strong> decorrente da compensação vertical dos processos alveolares;<br />5 &#8211; <strong>Espaços primatas:</strong> mesiais de caninos superiores e distal de caninos inferiores &gt; providencia espaço dimensional de caninos decíduos e permanentes;<br />6<strong> &#8211; Sobremordida:</strong> de 0 a 3 mm (normal); &gt; 3 mm (profunda); &lt; 0 mm (aberta);<br />7<strong> &#8211; Sobressaliência de 0 a 3 mm;</strong><br />8<strong> &#8211; Relação dos caninos em classe I;</strong><br />9 &#8211; <strong>Plano terminal do 2Md =</strong> reto ou degrau mesial. É aceitável no máximo um pequeno degrau mesial.<br />&#8211; Sem degrau = mordida topo a topo;<br />&#8211; Degrau mesial = Classe I;<br />&#8211; Degrau distal = Classe II;<br />&#8211; Grande degrau distal: Classe III.<br /><span style="color: #999999;">(Linden, 1986)</span></p>
<ul>
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<li>Primeiro período transicional</li>
<li>Período intertransicional</li>
<li>Segundo período transicional</li>
</ul>
<p><strong>Primeiro Período Transicional</strong><br />Nesse período ocorre 2 eventos importantes:</p>
<ol>
<li>Erupção dos primeiros molares permanentes;<br />&#8211; Com a erupção do primeiro molar permanente, surge a necessidade de controle clínico do perímetro do arco. Caso extraia um dente decíduo, há a necessidade de um mantenedor de espaço</li>
<li>Troca dos incisivos decíduos pelos permanentes</li>
</ol>
<p><strong>Período Intertransicional</strong><br />É um período estável entre os dois períodos de trocas dentárias. Não há trocas dentárias e há na boca um total de 24 dentes, sendo eles 12 decíduos e 12 permanentes simultaneamente.<br /><em>Fase do Patinho Feio (Broad dent) </em></p>
<ul>
<li>8 &#8211; 12 anos</li>
<li>divergências das coroas dos incisivos superiores</li>
<li>canino no ápice do lateral</li>
</ul>
<p><strong>Segundo Período Transicional</strong><br />Neste período, ocorre a troca dos caninos e molares descidos pelos caninos permanentes e pré-molares. Há também o ajuste da relação molar &#8211; Classe I, bem como, a erupção dos segundos molares permanentes<br />&#8211;<em> Espaço Livre de Nance </em></p>
<ul>
<li>+ 1,8 mm na maxila</li>
<li>+ 3,4 mm na mandíbula</li>
</ul>
<p>Isso porque:<br />&#8211; O canino decíduo é MENOR que o Canino permanente;<br />&#8211; O primeiro molar decido é IGUAL ao Primeiro Pré-molar;<br />&#8211; O segundo molar decíduo é muito MAIOR que o Segundo Pré-molar.<br />Esse espaço que sobra no Segundo Período Transicional é definido como o <span style="text-decoration: underline;"><em>Espaço Livre de Nance</em></span>.</p>
<p>Veja esse video incrível que mostra o desenvolvimento radicular: </p>


<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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<p>Conteúdo retirado da aula do Prof. Ricardo Moresca, Universidade Positivo</p>
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			</item>
		<item>
		<title>As 6 Chaves da Oclusão Perfeita de Andrews</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/as-6-chaves-da-oclusao-perfeita-de-andrews/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2015 03:15:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ortodontia & Ortopedia Facial]]></category>
		<category><![CDATA[andrews]]></category>
		<category><![CDATA[chaves]]></category>
		<category><![CDATA[molar]]></category>
		<category><![CDATA[oclusão]]></category>
		<category><![CDATA[ortodontia]]></category>
		<category><![CDATA[relação]]></category>
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					<description><![CDATA[Em sua pesquisa, utilizando uma amostragem de 120 casos (modelos) de oclusão perfeita, com muita propriedade, propõe seis características obtidas do conhecimento atual da oclusão na dentadura natural. As 6 chaves da oclusão perfeita não são novidades conceituais, mas sim a reunião de leis, princípios, conceitos e regras da mais alta importância para a Ortodontia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em sua pesquisa, utilizando uma amostragem de 120 casos (modelos) de oclusão perfeita, com muita propriedade, propõe seis características obtidas do conhecimento atual da oclusão na dentadura natural. As <strong>6 chaves da oclusão perfeita</strong> não são novidades conceituais, mas sim a reunião de leis, princípios, conceitos e regras da mais alta importância para a Ortodontia Contemporânea.</p>
<p><strong>Chave 1 &#8211; </strong><em>Relações Interarcos.</em><br />
Dentre as 6 chaves, a primeira se reveste de suma importância pelas características encontradas de forma significativa na coleção de 120 modelos com oclusão perfeita. O autor dividiu esta chave em 7 itens:</p>
<ol>
<li>As cúspides mesiovestibulares dos primeiros molares superiores permanentes (16 e 26) ocluam nos sulcos mesiovestibulares dos primeiros molares inferiores (36 e 46);</li>
<li>As pontes (cristas) marginais distais dos dentes 16 e 26 devem ocluir com as cristais marginais mesiais dos 37 e 47;</li>
<li>As cúspides mesiopalatinas dos 16 e 26 devem ocluir nas fossas centrais dos 36 e 46;</li>
<li>As cúspides vestibulares dos pré-molares superiores devem manter uma relação cúspide-ameia com os dentes 34, 35, 36, 44, 45 e 46;</li>
<li>As cúspides palatinas dos pré-molares superiores devem ocluir com as fossas distais dos dentes 34, 35, 44 e 45;</li>
<li>Os caninos superiores devem fazer uma chave perfeita com uma relação cúspide-ameia com os dentes 33, 34, 43 e 44;</li>
<li>Os incisivos superiores devem fazer uma sobremordida e uma sobressalência com os inferiores, de modo a promoverem uma protrusiva que desoclua os dentes posteriores. As relações interincisivos devem mostrar coincidência de suas linhas médias.</li>
</ol>
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<p><strong>Chave 2 &#8211;</strong> <em>Angulação das Coroas</em>.<br />
Para Andrews, a angulação das coroas clínicas de todos os dentes se apresentam inclinadas mesialmente. Quando a angulação se apresentar invertida, a notação é negativa.</p>
<p><strong>Chave 3 &#8211; </strong><em>Inclinação das Coroas.</em><br />
Por intermédio de uma tangente às faces vestibulares, acompanhando o longo eixo das coroas em relação ao plano oclusal de Andrews, verifica-se a seguinte disposição:</p>
<ul>
<li>Os incisivos centrais e laterais superiores têm inclinação positiva;</li>
<li>Os incisivos inferiores, pré-molares e molares superiores e inferiores mostram inclinações negativas, que aumentam progressivamente em direção posterior.</li>
</ul>
<p><strong>Chave 4</strong> &#8211; <em>Ausência de Rotações.</em><br />
Arcos dentários com ausência de rotações apresentam um perímetro normalizado, sem espaços interdentários.</p>
<p><strong>C</strong><strong>have 5 &#8211;</strong> <em>Pontos de Contatos Justos.</em><br />
Na ausência de discrepância no diâmetro mesiodistal de coroa, as relações interproximais devem ser as mais justas possíveis.</p>
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<p><strong>Chave 6</strong> &#8211; <em>Curva de Spee.</em><br />
Uma curva de Spee perfeita se constitui numa chave essencial para uma oclusão perfeita. Uma profundidade de até no máximo 2,5 mm da curva de Spee pode ser aceita como normal; entretanto, Andrews preconiza o seu nivelamento, deixando-a plana ou encurvada muito levemente.</p>
<p>Conteúdo baseado e retirado do livro do João Baptista &#8211; Ortodontia<br />
Fonte da imagem em destaque; orthofree.com</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Classificação de Angle</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/classificacao-de-angle/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2015 03:06:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ortodontia & Ortopedia Facial]]></category>
		<category><![CDATA[angle]]></category>
		<category><![CDATA[classe]]></category>
		<category><![CDATA[classificação]]></category>
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					<description><![CDATA[Estas Classes são baseadas nas relações mesiodistais dos dentes, arcos dentários e maxilares, as quais dependem primeiramente das posições mesiodistais assumidas pelos primeiros molares permanentes, nas suas erupções e correlações. Ao diagnosticarmos casos de maloclusões, a obrigação de considerar, em primeiro lugar, a relação mesiodistais dos maxilares e arcos dentários, indicadas pela relação dos primeiros [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estas Classes são baseadas nas relações mesiodistais dos dentes, arcos dentários e maxilares, as quais dependem primeiramente das posições mesiodistais assumidas pelos primeiros molares permanentes, nas suas erupções e correlações.</p>
<p>Ao diagnosticarmos casos de maloclusões, a obrigação de considerar, em primeiro lugar, a relação mesiodistais dos maxilares e arcos dentários, indicadas pela relação dos primeiros molares inferiores com os primeiros molares superiores &#8211; as chaves de oclusão; e em segundo, as posições individuais dos dentes, cuidadosamente anotando suas relações para a linha de oclusão.<br />
<strong>Classe I &#8211;</strong> arcos dentários em relação mesiodistal normal.<br />
<strong>Classe II &#8211;</strong> arco inferior distal ao normal em sua relação para o arco superior.</p>
<ul>
<li><strong>Divisão 1</strong> &#8211; Distal bilateralmente, com incisivos superiores em protrusão. Originariamente, pelo menos, associada a respiração bucal.</li>
<li><strong>Subdivisão &#8211;</strong> distal <em>unilateralmente</em>, com incisivos em protrusão. originariamente, pelo menos, associada a respiração bucal.</li>
<li><strong>Divisão 2 &#8211;</strong> distal <em>bilateralmente</em>, com incisivos superiores em retrusão. Respiradores normais.</li>
<li><strong>Subdivisão &#8211;</strong> unilateralmente distal, com incisivos superiores em retrusão. Respiradores normais.</li>
</ul>
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<p><strong>Classe III &#8211;</strong> Arco inferior mesial à sua relação normal com o arco superior.</p>
<ul>
<li><strong>Divisão 1 &#8211;</strong> mesial bilateralmente</li>
<li><strong>Subdivisão &#8211; </strong>mesial unilateralmente</li>
</ul>
<p>Conteúdo retirado do livro do ortodontista João Baptista</p>
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		<title>Molares: descrição anatômica, o que são, funções e características na Odontologia</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/molares-descricao-anatomica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Sep 2013 23:33:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anatomia e Escultura Dental]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[anatomia]]></category>
		<category><![CDATA[carabelli]]></category>
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		<category><![CDATA[segundo molar]]></category>
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					<description><![CDATA[Os molares são dentes posteriores responsáveis pela trituração principal dos alimentos durante a mastigação. Na Odontologia, eles exercem papel fundamental na eficiência mastigatória, estabilidade oclusal e manutenção da dimensão vertical. Anatomicamente, os molares apresentam superfícies oclusais amplas e múltiplas cúspides, sendo adaptados para suportar grandes forças mastigatórias. O que são os molares? Os molares são [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="1223" data-end="1462">Os molares são dentes posteriores responsáveis pela trituração principal dos alimentos durante a mastigação. Na Odontologia, eles exercem papel fundamental na eficiência mastigatória, estabilidade oclusal e manutenção da dimensão vertical.</p>
<p data-start="1466" data-end="1613">Anatomicamente, os molares apresentam superfícies oclusais amplas e múltiplas cúspides, sendo adaptados para suportar grandes forças mastigatórias.</p>
<h2 data-start="1620" data-end="1648">O que são os molares?</h2>
<p data-start="1650" data-end="1782">Os molares são dentes posteriores com função especializada na trituração dos alimentos, possuindo coroas largas e anatomia complexa.</p>
<h2 data-start="1789" data-end="1827">Quantos dentes molares existem?</h2>
<p data-start="1829" data-end="1887">A dentição permanente possui <strong data-start="1858" data-end="1879">12 dentes molares</strong>, sendo:</p>
<ul data-start="1888" data-end="1937">
<li data-start="1888" data-end="1912">
<p data-start="1890" data-end="1912">6 molares superiores</p>
</li>
<li data-start="1913" data-end="1937">
<p data-start="1915" data-end="1937">6 molares inferiores</p>
</li>
</ul>
<p data-start="1939" data-end="1991">Incluindo os <strong data-start="1952" data-end="1990">terceiros molares (dentes do siso)</strong>.</p>
<h2 data-start="1998" data-end="2021">Tipos de molares</h2>
<h4 data-start="2023" data-end="2051">🔹 <strong>Molares superiores</strong></h4>
<p data-start="2052" data-end="2114">Primeiros molares superiores (16 e 26), segundos molares superiores (17 e 27), terceiros molares superiores (18 e 28). Apresentam geralmente três raízes e anatomia oclusal complexa.</p>
<h4 data-start="2116" data-end="2144">🔹<strong> Molares inferiores</strong></h4>
<p data-start="2145" data-end="2199">Primeiros molares inferiores (36 e 46), segundos molares inferiores (37 e 47) e terceiros molares inferiores (38 e 48). Possuem normalmente duas raízes e grande área oclusal.</p>
<h2 data-start="2206" data-end="2232">Funções dos molares</h2>
<p data-start="2234" data-end="2276">As principais funções dos molares incluem:</p>
<ul data-start="2277" data-end="2408">
<li data-start="2277" data-end="2305">
<p data-start="2279" data-end="2305">Trituração dos alimentos</p>
</li>
<li data-start="2306" data-end="2347">
<p data-start="2308" data-end="2347">Distribuição das forças mastigatórias</p>
</li>
<li data-start="2348" data-end="2372">
<p data-start="2350" data-end="2372">Estabilidade oclusal</p>
</li>
<li data-start="2373" data-end="2408">
<p data-start="2375" data-end="2408">Manutenção da dimensão vertical</p>
</li>
</ul>
<h2 data-start="2452" data-end="2497">Características anatômicas dos molares</h2>
<p data-start="2499" data-end="2521">Os molares apresentam:</p>
<ul data-start="2522" data-end="2624">
<li data-start="2522" data-end="2548">
<p data-start="2524" data-end="2548">Coroa larga e volumosa</p>
</li>
<li data-start="2549" data-end="2571">
<p data-start="2551" data-end="2571">Múltiplas cúspides</p>
</li>
<li data-start="2572" data-end="2595">
<p data-start="2574" data-end="2595">Duas ou três raízes</p>
</li>
<li data-start="2596" data-end="2624">
<p data-start="2598" data-end="2624">Superfície oclusal ampla</p>
</li>
</ul>
<h2 data-start="2631" data-end="2676">Importância dos molares na Odontologia</h2>
<p data-start="2678" data-end="2729">Na prática clínica, os molares são essenciais para:</p>
<ul data-start="2730" data-end="2834">
<li data-start="2730" data-end="2754">
<p data-start="2732" data-end="2754">Mastigação eficiente</p>
</li>
<li data-start="2755" data-end="2775">
<p data-start="2757" data-end="2775">Prótese dentária</p>
</li>
<li data-start="2776" data-end="2794">
<p data-start="2778" data-end="2794">Implantodontia</p>
</li>
<li data-start="2795" data-end="2809">
<p data-start="2797" data-end="2809">Endodontia</p>
</li>
<li data-start="2810" data-end="2834">
<p data-start="2812" data-end="2834">Planejamento oclusal</p>
</li>
</ul>
<h2 data-start="2873" data-end="2917">Diferença entre molares e pré-molares</h2>
<ul data-start="2919" data-end="3046">
<li data-start="2919" data-end="2983">
<p data-start="2921" data-end="2983"><strong data-start="2921" data-end="2932">Molares</strong>: trituração principal e maior superfície oclusal</p>
</li>
<li data-start="2984" data-end="3046">
<p data-start="2986" data-end="3046"><strong data-start="2986" data-end="3001">Pré-molares</strong>: trituração inicial e função intermediária</p>
</li>
</ul>
<p>Os <strong>molares</strong> são dentes fundamentais na arcada dentária humana. As funções dos molares são: mastigação, manutenção da dimensão vertical de <a href="https://www.odontoup.com.br/category/oclusao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">oclusão</a> (DVO) e suporte para lábios e bochechas.</p>
<p>Os dentes molares não apresentam <a href="https://www.odontoup.com.br/biogenese-da-denticao-humana/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">decíduos</a>, (os molares decíduos dão lugar aos pré-molares permanentes). São 6 maxilares e 6 mandibulares.</p>
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<p>O objetivo desse post é nomear e caracterizar os <strong>aspectos anatômicos gerais dos molares.</strong></p>
<p>Os molares são divididos em:</p>
<p>Primeiros molares superiores direito (16) e esquerdo (26);<br />
Primeiros molares inferiores direito (46) e esquerdo (36);<br />
Segundos molares superiores direito (17) e esquerdo (27);<br />
Segundos molares inferiores direito (47) e esquerdo (37);<br />
Terceiros molares superiores direito (18) e esquerdo (28);<br />
Terceiros molares inferiores direito (48) e esquerdo (38).</p>
<p>A partir disso, vamos nos aprofundar na anatomia de cada um:</p>
<h3><strong>PRIMEIRO MOLAR SUPERIOR (16 e 26)</strong></h3>
<p>A coroa do primeiro molar é da mesma altura da coroa dos pré-molares do mesmo arco, mas é duas vezes mais larga.</p>
<p><strong>Face vestibular: </strong>seu contorno é trapezoidal de grande base oclusal. Os lados mesial e distal do trapézio convergem a partir das áreas de contato em direção cervical. A área de contato mesial fica entre os terços médio e oclusal e a distal no terço médio.</p>
<p>Consequentemente, a borda mesial é mais alta, além de ser mais reta, menos convexa.<br />
Na borda oclusal, a cúspide mésio-vestibular é mais alta e mais larga do que a cúspide disto-vestibular. Um sulco vestibular se estende entre as cúspides até o terço médio da coroa, local onde termina em fosseta de forma imperceptível.</p>
<p>Na base menor do trapézio, a linha cervical é pouco arqueada e caracteriza-se por uma pequena projeção pontiaguda em direção ao espaço entre as duas raízes vestibulares.</p>
<p><strong>Face lingual/palatina:</strong> sua silhueta é a mesma da vestibular, com a diferença de que é maior. Contrariando a regra geral, o primeiro molar superior tem a face lingual da coroa mais larga que a vestibular.</p>
<p>Das duas cúspides visíveis por esta face, a mésio-lingual é maior e a disto-lingual, menor. O sulco que as separa inicia-se na face oclusal e, com a forma de um arco de concavidade distal, alcança o centro da face lingual.</p>
<p>Como característica deste dente, a face lingual mostra na sua metade mesial (junto à cúspide mésio-lingual) um tubérculo que foi descrito pela primeira vez pelo dentista austríaco <em>Carabelli</em>. O <strong><em>tubérculo de Carabelli</em></strong>, assim chamado, varia muito em forma e tamanho, podendo ser uma quinta cúspide bem formada, um tubérculo de tamanho razoável, uma pequena elevação que quase não se nota ou até mesmo uma depressão vestigial. De qualquer modo, é discernível bilateralmente em 60% dos casos e adquire o tamanho de uma verdadeira cúspide em 10 a 15% das pessoas.</p>
<p><strong>Face oclusal:</strong> seu contorno tem formato de losango; os ângulos agudos são o mésio-vestibular e o disto-lingual, e os ângulos obtusos são o mésio-lingual e o disto-vestibular.</p>
<p>A cúspide mésio-lingual é a maior de todas, seguida em tamanho pela seguinte ordem: mésio-vestibular, disto-vestibular e disto-lingual. A porção mesial do dente é maior em todos os sentidos. Obviamente, a crista marginal mesial é também mais longa e mais alta que a distal. A cúspide disto-lingual é arredondada, em contraste com as demais, que são típicas pirâmides de base quadrangular.</p>
<p>Um arranjo irregular de sulcos principais em forma de &#8220;H&#8221; maiúsculo separa as quatro cúspides.</p>
<p><strong>Raiz:</strong> o primeiro molar superior tem uma porção que se divide em 3 raízes: mesio-vestibular, disto-vestibular e palatina. Geralmente paralelas entre si, as três raízes não se fusionam. Estão sempre bem separadas uma das outras.</p>
<p><a href="https://sketchfab.com/3d-models/maxillary-first-molar-e719a474ef7e4bd7abec508f85f1e984" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clique aqui</a> e veja um modelo 3D do primeiro molar superior desenvolvido por uma universidade da Escócia.</p>
<h3><strong>SEGUNDO MOLAR SUPERIOR (17 e 27)</strong></h3>
<p>É menor que o primeiro molar em todas as dimensões.</p>
<p><strong>Face vestibular:</strong> quando visto por vestibular, nota-se que a cúspide disto-vestibular é muito menor do que a mésio-vestibular; no primeiro molar ela é apenas menor. A grande diferença de tamanho faz com que a borda oclusal se incline cervicalmente de mesial para distal. O sulco que separa essas cúspides é menor e raramente termina em fosseta.</p>
<p><strong>Face lingual/palatina:</strong> a cúspide disto-lingual pode não existir em alguns casos, tornando o dente tricuspidado. O sulco lingual, que separa as cúspides linguais (quando a cúspide disto-lingual falta ele não existe), é mais curto e menos profundo. Não há tubérculo <em>Carabelli.</em></p>
<p><strong>Face oclusal:</strong> comparando com o primeiro molar, nota-se na face oclusal sensível modificação ditada pelo contorno: por ser a cúspide disto-lingual bem menor, a borda lingual desta face é menor que a borda vestibular. Portanto, as bordas mesial e distal convergem para a lingual e não para a vestibular. Nos casos em que falta a cúspide disto-lingual, a convergência é muito mais acentuada e a face oclusal passa a ter um contorno triangular.</p>
<p><strong>Raiz:</strong> as três raízes são um pouco menores, mais curtas e menos divergentes do que as do primeiro molar. As raízes vestibulares são paralelas, muito próximas, e se inclinam para a distal (não ocorre o aspecto de &#8220;chifres de touro&#8221;). A união de duas raízes não é incomum, principalmente da mésio-vestibular com a lingual.</p>
<h3><strong>TERCEIRO MOLAR SUPERIOR (18 e 28)</strong></h3>
<p>Este dente tem aspectos morfológicos muito variáveis. As modificações levam a uma simplificação na coroa e na raiz, pela diminuição do número de cúspides e raízes. No todo, é o menor dos molares.</p>
<p>A forma da coroa lembra aquela do segundo molar tricuspidado, com a face oclusal de contorno triangular. Quando a cúspide disto-lingual está presente, é muito pequena. Sua face oclusal costuma ser caracterizada por numerosos sulcos secundários, que lhe dão uma aparência enrugada.</p>
<p>É muito comum a <em>coalescência</em>* (união/fusão) das raízes.</p>
<h3><strong>PRIMEIRO MOLAR INFERIOR (36 e 46)</strong></h3>
<p>É o maior dente da boca. Sua coroa é alongada e lembra um paralelepípedo.</p>
<div id="fb-root"></div>
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<h1>Anatomia do Primeiro Molar Inferior</h1>
<div class="fb-video" data-href="https://fb.watch/qDqY1Ydl0q/" data-width="500" data-allowfullscreen="true"></div>
<p><strong>Face vestibular:</strong> tem um contorno trapezoidal de grande base oclusal. A base menor coincide com a linha cervical, que é praticamente reta, mas manda uma ponta de esmalte na direção da bifurcação das raízes. Os elementos descritivos mais importantes desta face ficam por conta das três cúspides mésio-vestibular, vestibular mediana e disto-vestibular, separadas por sulcos verticais.</p>
<p>A cúspide mésio-vestibular é a mais volumosa e mais alta, seguida em tamanho pela vestibular mediana e, finalmente, pela disto-vestibular, que é a menor das três. Isto significa que a borda oclusal é inclinada de mesial para distal. Portanto, a borda mesial é mais alta do que a distal, com a área de contato na junção dos terços médio e oclusal, além de ser mais retilínea.</p>
<p>A face vestibular é muito convexa no terço cervical (bossa vestibular). Os dois terços restantes são mais planos e muito inclinados para a lingual.</p>
<p><strong>Face lingual:</strong> tem o contorno semelhante ao da face vestibular, mas é menor porque as faces mesial e distal convergem para a lingual. As cúspides mésio-lingual e disto-lingual projetam-se na borda oclusal. O sulco lingual que as separa não é muito destacado e não termina em fosseta. A face lingual, convexa em todas as direções, não se inclina como a vestibular.</p>
<p><strong>Face oclusal:</strong> é mais larga na borda mesial do que na distal, e mais larga na borda vestibular do que na lingual.</p>
<p>As cúspides mesiais são as maiores (a mésio-lingual é a maior de todas) e perfazem metade, ou mais da metade, da coroa.</p>
<p><strong>Raiz:</strong> a s duas raízes deste dente estão sempre bem separadas uma da outra e se<br />
curvam levemente para a distal.</p>
<h3><strong>SEGUNDO MOLAR INFERIOR (37 e 47)</strong></h3>
<p>Difere do primeiro molar inferior por ser um pouco menor e possuir quatro cúspides. A ausência da quinta cúspide provoca modificações na configuração da coroa.</p>
<p><strong>Face vestibular:</strong> mostra na sua borda oclusal somente duas projeções relativas às cúspides mésio-vestibular e disto-vestibular, como são chamadas, e somente um sulco vestibular.</p>
<p><strong>Face lingual:</strong> menor que a vestibular, com sulco lingual pouco evidente.</p>
<p><strong>Face oclusal:</strong> é nesta face onde se encontram as maiores diferenças. Seu contorno retangular é mais nítido porque as bordas, duas a duas, estão mais próximas do paralelismo.</p>
<p>As quatro cúspides estão simetricamente dispostas na face oclusal. Um sulco vestíbulo-lingual, retilíneo, separa as cúspides mesiais, maiores, das distais, menores. Dividindo as cúspides vestibulares das linguais, corre outro sulco reto da fosseta mesial até a fosseta distal. Ambos os sulcos cruzam-se em ângulos retos no centro da face oclusal (fosseta central).</p>
<p><strong>Raiz:</strong> são um pouco menores e menos divergentes do que no primeiro molar. Nem sempre  seus ápices se inclinam para a distal; eles podem se encurvar um em<br />
direção ao outro (aspectos de &#8220;chifres de touro&#8221;). Elas têm tendência a se fusionar.</p>
<h3><strong>TERCEIRO MOLAR INFERIOR (38 e 48)</strong></h3>
<p>Este dente pode ter um padrão morfológico característico tanto do primeiro quanto do segundo molar inferior. No entanto, tem uma larga diversidade de formas, as quais frequentemente se mostram muito complicadas. Algumas dessas formas são multicuspidadas (ou multituberculadas), de arranjo muito irregular.</p>
<p>Na grande maioria dos casos, o terceiro molar inferior tem quatro ou cinco cúspides. Mesmo assim, elas não são bem definidas, devido à presença de cristas e sulcos secundários.</p>
<p>Suas raízes são frequentemente fusionadas.</p>
<p>Antes de ir para o resumo e fixação do conteúdo, veja o vídeo a seguir</p>
<hr />
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<p>RESUMINDO</p>
<p><b>Diferença entre SUPERIORES e INFERIORES:</b></p>
<ul>
<li>Superiores possuem três raízes, duas vestibulares e uma palatina;<b></b></li>
<li>Inferiores possuem duas raízes, uma mesial e uma distal;<b></b></li>
<li>Declive lingual das coroas dos molares inferiores acentuada;<b></b></li>
<li>Bordas mesial e distal convergente para cervical nos superiores e tendem ao paralelismo nos inferiores;<b></b></li>
<li>Faces oclusais com formato quadrangular tendendo a losango nos superiores e mais retangulares nos inferiores;<b></b></li>
</ul>
<p><b>Diferença entre 1º e 2º SUPERIORES:</b></p>
<ul>
<li>Primeiro molar possui  4 cúspides, enquanto o segundo possui 3;<b></b></li>
<li>Ponte de esmalte interliga as cúspides mesio-lingual e disto-vestibular no primeiro molar;<b></b></li>
<li>Segundo molar possui forma semelhante a um coração, com duas cúspides vestibulares e uma palatina;<b></b></li>
<li>Discreta convergência das bordas vestibular e lingual para distal nos primeiros molares, mais acentuada nos segundos molares;<b></b></li>
<li>Face lingual é maior que a vestibular no sentido mesio-distal, nos primeiros molares;<b></b></li>
<li>Presença do tubérculo de Carabelli no terço médio-mesial da face palatina, nos primeiros molares.<b></b></li>
</ul>
<p><b>3º Molares Superiores:</b></p>
<ul>
<li>Pode ser semelhante ao primeiro ou ao segundo molar;<b></b></li>
<li>Diferenciam-se dos primeiros e dos segundos molares por apresentarem raízes mais curtas e frequentemente fusionadas;<b></b></li>
<li>A face oclusal é comumente acometida de sulcos e cúspides suplementares;<b></b></li>
<li>Forma tricuspídea bastante frequente;<b></b></li>
<li>Variam muito em sua morfologia;<b></b></li>
</ul>
<p><b>Diferenças entre 1º e 2º molares INFERIORES:</b></p>
<ul>
<li>Primeiro molar apresenta cinco cúspides, sendo três vestibulares e duas linguais. Cúspide mesio-vestibular é a maior delas;<b></b></li>
<li>Segundo molar apresenta quatro cúspides, com sulco principal em forma de X;<b></b></li>
<li>Contorno pentagonal nos primeiro (vista pela oclusal) e retangular nos segundos molares;<b></b></li>
<li>Sulco principal em forma de W com vértices para vestibular nos primeiros molares;<b></b></li>
</ul>
<p><b>3º Molares INFERIORES:</b></p>
<ul>
<li>Menores que os primeiros e segundos molares inferiores;<b></b></li>
<li>Podem se assemelhar ao primeiro ou ao segundo molar inferior;<b></b></li>
<li>Diferenciam-se dos primeiros e segundos molares por apresentarem raízes mais curtas e frequentemente fusionadas;<b></b></li>
<li>A face oclusal é comumente acometida de sulcos e cúspides complementares.<b></b></li>
</ul>
<p><figure id="attachment_2491" aria-describedby="caption-attachment-2491" style="width: 190px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2491 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/36_46_f_o.jpg" alt="dente primeiro molar características anatômicas" width="190" height="170" /><figcaption id="caption-attachment-2491" class="wp-caption-text">1º Molar Inferior &#8211; vista oclusal</figcaption></figure></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-2489 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/17_27_f_p.jpg" alt="dentes molares – características anatômicas na Odontologia" width="110" height="230" /><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-2490 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/17_27_f_v.jpg" alt="dentes molares – características anatômicas na Odontologia" width="110" height="230" /><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-2492 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/36_46_f_p.jpg" alt="dentes molares – características anatômicas na Odontologia" width="130" height="226" /><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-2493 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/36_46_f_v.jpg" alt="dentes molares – características anatômicas na Odontologia" width="130" height="226" /><br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-2494 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/37-47_f_o.jpg" alt="dentes molares – características anatômicas na Odontologia oclusal" width="240" height="230" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-2495 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/37-47_f_p.jpg" alt="dentes molares – características anatômicas na Odontologia" width="130" height="230" /></p>
<h2 data-start="3053" data-end="3069">Conclusão</h2>
<p data-start="3071" data-end="3258">Os molares são fundamentais para a função mastigatória e o equilíbrio do sistema estomatognático. O domínio de sua anatomia é indispensável para a prática odontológica segura e eficiente.</p>
<h2 data-start="3324" data-end="3364">Perguntas frequentes sobre molares</h2>
<p data-start="3366" data-end="3476"><strong data-start="3366" data-end="3405">Qual a função dos dentes molares?</strong><br data-start="3405" data-end="3408" />Os molares são responsáveis pela trituração principal dos alimentos.</p>
<hr data-start="3478" data-end="3481" />
<p data-start="3483" data-end="3588"><strong data-start="3483" data-end="3536">Quantos molares existem na dentição permanente?</strong><br data-start="3536" data-end="3539" />Existem 12 dentes molares na dentição permanente.</p>
<hr data-start="3590" data-end="3593" />
<p data-start="3595" data-end="3683"><strong data-start="3595" data-end="3628">Molares têm quantas raízes?</strong><br data-start="3628" data-end="3631" />Podem ter duas ou três raízes, dependendo da arcada.</p>
<hr data-start="3685" data-end="3688" />
<p data-start="3690" data-end="3779"><strong data-start="3690" data-end="3724">O que são terceiros molares?</strong><br data-start="3724" data-end="3727" />São os dentes do siso, últimos molares a erupcionar.</p>
<hr data-start="3781" data-end="3784" />
<p data-start="3786" data-end="3929"><strong data-start="3786" data-end="3837">Qual a diferença entre molares e pré-molares?</strong><br data-start="3837" data-end="3840" />Os molares trituram os alimentos, enquanto os pré-molares auxiliam na trituração inicial.</p>
<p>Quer se aprofundar ainda mais na anatomia dos molares? Acesse esse <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31327135/" target="_blank" rel="noopener">link do PubMed</a>.</p>
<p>Veja também:</p>
<p><a href="https://www.odontoup.com.br/incisivos-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Anatomia dos Incisivos </a><br />
<a href="https://www.odontoup.com.br/caninos-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Anatomia dos Caninos</a><br />
<a href="https://www.odontoup.com.br/pre-molares-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Anatomia dos Pré-Molares</a><br />
<a href="https://www.odontoup.com.br/anatomia-da-mandibula/" target="_blank" rel="noopener">Anatomia da mandíbula</a><br />
<a href="https://www.odontoup.com.br/ossos-do-cranio-faciais/" target="_blank" rel="noopener">Ossos do crânio</a></p>
<p>E se você quiser ficar sempre por dentro das novidades do Odonto Up, curta nossa página no <strong><a href="https://www.facebook.com/odonto.up/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">facebook </a></strong>e siga a gente no Instagram <strong><a href="https://www.instagram.com/siteodontoup/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">@siteodontoup</a></strong></p>
<p>Colaboração: Kayke Carvalho, Universidade Positivo</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Anatomia e Abertura de Molares Superiores</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/anatomia-e-abertura-de-primeiro-molar-superior/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2013 21:08:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anatomia]]></category>
		<category><![CDATA[Endodontia]]></category>
		<category><![CDATA[abertura]]></category>
		<category><![CDATA[anatomia]]></category>
		<category><![CDATA[molar]]></category>
		<category><![CDATA[primeiro]]></category>
		<category><![CDATA[segundo]]></category>
		<category><![CDATA[superior]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=2420</guid>

					<description><![CDATA[No conhecimento da anatomia, se fundamentam a arte e a ciência da cura. Primeiro Molar Superior  Em algumas situações, podemos observar irrompimento e término da rizogênese: Comprimento em média dos Primeiro Molares Superiores: Segundo Molar Superior  Conteúdo retirado da aula da professora Flávia Sens Fagundes Tomazinho]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="right">No conhecimento da anatomia, se fundamentam a arte e a ciência da cura.</p>
<p style="text-align: left;" align="right"><strong>Primeiro Molar Superior </strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5625 " src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/1-molar1.jpg" alt="" width="239" height="239" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/1-molar1.jpg 600w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/1-molar1-150x150.jpg 150w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/1-molar1-300x300.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 239px) 100vw, 239px" /></p>
<p><figure id="attachment_2422" aria-describedby="caption-attachment-2422" style="width: 240px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-2422 " src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/molar-radiografia.png" alt="Primeiro Molar Superior - Radiograficamente " width="240" height="212" /><figcaption id="caption-attachment-2422" class="wp-caption-text">Primeiro Molar Superior &#8211; Radiograficamente</figcaption></figure></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5626 " src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/molar-sup-posição-arco1.png" alt="" width="427" height="185" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/molar-sup-posição-arco1.png 567w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/molar-sup-posição-arco1-300x130.png 300w" sizes="auto, (max-width: 427px) 100vw, 427px" /></p>
<p>Em algumas situações, podemos observar irrompimento e término da rizogênese:</p>
<p><figure id="attachment_5627" aria-describedby="caption-attachment-5627" style="width: 425px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5627 " src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/irrompimento-e-risogênese1.png" alt="" width="425" height="262" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/irrompimento-e-risogênese1.png 433w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/irrompimento-e-risogênese1-300x185.png 300w" sizes="auto, (max-width: 425px) 100vw, 425px" /><figcaption id="caption-attachment-5627" class="wp-caption-text">Figura à direita: 6 à 7 anos de idade e Figura à esquerda: 9 à 10 anos de idade</figcaption></figure><br />
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<p>Comprimento em média dos Primeiro Molares Superiores:</p>
<p><figure id="attachment_5628" aria-describedby="caption-attachment-5628" style="width: 427px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5628 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/comprimento1.png" alt="" width="427" height="198" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/comprimento1.png 427w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/comprimento1-300x139.png 300w" sizes="auto, (max-width: 427px) 100vw, 427px" /><figcaption id="caption-attachment-5628" class="wp-caption-text">Comprimento dos Primeiros Molares</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_5629" aria-describedby="caption-attachment-5629" style="width: 365px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5629 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/entrada-dos-canais1.png" alt="" width="365" height="236" /><figcaption id="caption-attachment-5629" class="wp-caption-text">Entrada dos Canais</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_5630" aria-describedby="caption-attachment-5630" style="width: 367px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5630 " src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/raizes-mesiovestibular-1MS1.png" alt="" width="367" height="242" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/raizes-mesiovestibular-1MS1.png 379w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/raizes-mesiovestibular-1MS1-300x198.png 300w" sizes="auto, (max-width: 367px) 100vw, 367px" /><figcaption id="caption-attachment-5630" class="wp-caption-text">Raiz mésio-vestibular dos Primeiro Molares Superiores</figcaption></figure></p>
<hr />
<p><strong>Segundo Molar Superior </strong></p>
<p><figure id="attachment_2442" aria-describedby="caption-attachment-2442" style="width: 629px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2442 " src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/maxillary-second-molar.jpg" alt="maxillary second molar" width="629" height="722" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/maxillary-second-molar.jpg 1420w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/maxillary-second-molar-262x300.jpg 262w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/maxillary-second-molar-768x880.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/maxillary-second-molar-893x1024.jpg 893w" sizes="auto, (max-width: 629px) 100vw, 629px" /><figcaption id="caption-attachment-2442" class="wp-caption-text">2º molar superior</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_5632" aria-describedby="caption-attachment-5632" style="width: 453px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5632 " src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/2-molar-radiografia1.png" alt="" width="453" height="202" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/2-molar-radiografia1.png 502w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/2-molar-radiografia1-300x134.png 300w" sizes="auto, (max-width: 453px) 100vw, 453px" /><figcaption id="caption-attachment-5632" class="wp-caption-text">Segundo Molar Superior &#8211; Aspecto Radiográfico</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_5633" aria-describedby="caption-attachment-5633" style="width: 453px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5633 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/2-molar-arco-dentario1.png" alt="" width="453" height="172" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/2-molar-arco-dentario1.png 453w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/2-molar-arco-dentario1-300x114.png 300w" sizes="auto, (max-width: 453px) 100vw, 453px" /><figcaption id="caption-attachment-5633" class="wp-caption-text">Segundo Molar Superior &#8211; Situação no arco dentário</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_5634" aria-describedby="caption-attachment-5634" style="width: 384px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5634 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/2-molar-irrompimento-temrino-rizogênese1.png" alt="" width="384" height="239" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/2-molar-irrompimento-temrino-rizogênese1.png 384w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/2-molar-irrompimento-temrino-rizogênese1-300x187.png 300w" sizes="auto, (max-width: 384px) 100vw, 384px" /><figcaption id="caption-attachment-5634" class="wp-caption-text">2 molar – irrompimento e término da rizogênese</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_5635" aria-describedby="caption-attachment-5635" style="width: 386px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5635 " src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/2-molar-raiz-mesiovestibular1.png" alt="" width="386" height="257" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/2-molar-raiz-mesiovestibular1.png 403w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/2-molar-raiz-mesiovestibular1-300x200.png 300w" sizes="auto, (max-width: 386px) 100vw, 386px" /><figcaption id="caption-attachment-5635" class="wp-caption-text">Segundo Molar Superior – Raiz mésio-vestibular</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_2448" aria-describedby="caption-attachment-2448" style="width: 388px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2448 " src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/2-molar-comprimento.png" alt="" width="388" height="206" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/2-molar-comprimento.png 478w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/2-molar-comprimento-300x159.png 300w" sizes="auto, (max-width: 388px) 100vw, 388px" /><figcaption id="caption-attachment-2448" class="wp-caption-text">2 molar &#8211; comprimento</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_5637" aria-describedby="caption-attachment-5637" style="width: 389px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5637 " src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/2-molar-entrada-dos-canais1.png" alt="" width="389" height="260" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/2-molar-entrada-dos-canais1.png 399w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/2-molar-entrada-dos-canais1-300x201.png 300w" sizes="auto, (max-width: 389px) 100vw, 389px" /><figcaption id="caption-attachment-5637" class="wp-caption-text">Segundo Molar Superior &#8211; Entrada dos Canais</figcaption></figure></p>
<p>Conteúdo retirado da aula da professora Flávia Sens Fagundes Tomazinho</p>
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