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	<title>maxila &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>maxila &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Cirurgia Ortognática: Entenda o que é em 3 minutos.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2016 18:51:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[classificação]]></category>
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					<description><![CDATA[A cirurgia ortognática é uma modalidade de tratamento bem estabelecida para corrigir as deformidades dentofaciais moderadas e severas, de modo a facilitar a terapia ortodôntica de má-oclusão. A conduta de tratamento visa atender a cinco princípios: As deformidades dentofaciais podem, frequentemente, ser tratadas por procedimentos isolados na maxila ou mandíbula. Em razão das anormalidades poderem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>cirurgia ortognática</strong> é uma modalidade de tratamento bem estabelecida para corrigir as <strong>deformidades dentofaciais</strong> moderadas e severas, de modo a facilitar a terapia ortodôntica de má-oclusão.</p>
<p>A conduta de tratamento visa atender a cinco princípios:</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6482" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/ortognatica-2-e1468262906308.png" alt="ortognatica" width="1024" height="565" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/ortognatica-2-e1468262906308.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/ortognatica-2-e1468262906308-300x166.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/ortognatica-2-e1468262906308-768x424.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>As deformidades dentofaciais podem, frequentemente, ser tratadas por procedimentos isolados na maxila ou mandíbula. Em razão das anormalidades poderem ocorrer em ambos os ossos, maxila e mandíbula, a correção geralmente requer a combinação de procedimentos cirúrgicos.</p>
<p>As <strong>deformidades dentofaciais</strong> podem ser classificadas, de acordo com a alteração óssea, em:</p>
<ul>
<li>Deficiência ou excesso vertical de maxila</li>
<li>Deficiência transversal de maxila</li>
<li>Deficiência ou excesso ântero-posterior de maxila</li>
<li>Deficiência ou excesso ântero-posterior de mandíbula</li>
<li>Assimetria mandibular</li>
<li>Deficiência ou excesso ântero-posterior de mento</li>
<li>Mordida aberta anterior</li>
<li>Combinação dessas deformidades</li>
</ul>
<p>As principais <strong>técnicas cirúrgicas</strong> para correção de deformidades dento-faciais são:</p>
<ul>
<li>Osteotomia da maxila tipo LeFort I</li>
<li>Osteotomia sagital do ramo mandibular</li>
<li>Mentoplastia</li>
<li>Expansão rápida de maxila</li>
</ul>
<p>A preparação do paciente inclui o tratamento ortodôntico, controle de problemas sistêmicos, avaliação laboratorial (exames pré-operatórios), e, muitas vezes, preparação psicológica – levando em conta a mudança estética que o procedimento proporciona.<br />
O pós-operatório – como todo procedimento cirúrgico – exige cuidados especiais:</p>
<ul>
<li>Alimentação completamente líquida e fria nos primeiros dias</li>
<li>Gelo nas primeiras 48 horas</li>
<li>Compressa morna (após as primeiras 48 horas)</li>
<li>Manter a cabeceira da cama elevada em 45º</li>
<li>Retornos periódicos ao Cirurgião responsável</li>
</ul>
<p><body><br />
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</body></p>
<p>Em breve um post com as definições das técnicas e suas particularidades. Não deixe de seguir o Odonto Up nas redes sociais:<strong><span style="color: #33cccc;"> <a style="color: #33cccc;" href="https://www.facebook.com/odonto.up/?pnref=lhc" target="_blank" rel="noopener noreferrer">facebook</a></span></strong>, <strong><span style="color: #33cccc;"><a style="color: #33cccc;" href="https://www.instagram.com/siteodontoup/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">instagram</a></span></strong> e<strong><span style="color: #33cccc;"> <a style="color: #33cccc;" href="https://twitter.com/odontoup" target="_blank" rel="noopener noreferrer">twitter</a></span></strong>!</p>
<p>Autor: Katheleen Miranda dos Santos</p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<ol>
<li>Araújo A. Cirurgia Ortognática. 1 ed. São Paulo: Santos; 1999, 113-130.</li>
<li>Araújo I, Scariot R, Rebellato N, <em>et al</em>., Cirurgia ortognática combinada maxilomandibular para correção de deformidade dentofacial – Relato de Caso. Revista. Dens., v. 15, n. 2, p. 121-6, 2007.</li>
<li>Ellis III, E.; Zide M. Acessos Cirúrgicos ao Esqueleto Facial. 2ª ed., São Paulo:Ed. Santos, 2006.</li>
<li>Miloro, M. et al. Principles of oral maxillofacial surgery. Second ediction. Canadá Bc Decker, 2004.</li>
<li>Peterson LJ, Ellis E, Hupp E, Hupp JR, Tucker MR. Cirurgia oral e maxillofacial contemporânea. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.</li>
<li>Proffit WR, Turvey TA, PhIllips C. The hierarchy of stability and predictability in orthognathic surgery with rigid fixation: an update and extension. Head Face Med 2007; 3: 21-22.</li>
<li>Quinn P. D. Color Atlas of Temporal Mandibular Joint Surgery. 1<sup>ª</sup>  , Mosby. 1997.</li>
<li>Scariot R, Oliveira IA, Costa DJ, Rebellato NLB, Muller PR. Fratura inadequada em cirurgia ortognática de avanço mandibular: Relato de caso. Rev bras cir traumatol buco-maxilo-fac 2007; 4:294-9</li>
</ol>
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		<item>
		<title>Anatomia da Maxila: estrutura, funções e importância na Odontologia</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/anatomia-da-maxila/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/anatomia-da-maxila/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2016 15:08:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anatomia de Cabeça e Pescoço]]></category>
		<category><![CDATA[anatomia]]></category>
		<category><![CDATA[cabeça]]></category>
		<category><![CDATA[crânio]]></category>
		<category><![CDATA[Face]]></category>
		<category><![CDATA[inervação]]></category>
		<category><![CDATA[irrigação]]></category>
		<category><![CDATA[maxila]]></category>
		<category><![CDATA[nervo facial]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
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		<category><![CDATA[pescoço]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[trigêmeo]]></category>
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					<description><![CDATA[A maxila é um osso fundamental do viscerocrânio, responsável pela sustentação dos dentes superiores e participação na mastigação, fonação e estética facial. Este conteúdo aborda sua anatomia, funções e relevância clínica na Odontologia.
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="1257" data-end="1538">📌 Conteúdo originalmente publicado em 2016 e revisado/atualizado em fevereiro de 2026.</p>
<p data-start="1257" data-end="1538">A maxila é um osso par do <a href="https://www.odontoup.com.br/ossos-do-cranio-faciais/" target="_blank" rel="noopener">viscerocrânio</a> responsável pela sustentação dos dentes superiores, formação do palato duro e participação na cavidade nasal e órbita. Na Odontologia, seu conhecimento é essencial para diagnóstico, planejamento cirúrgico e interpretação de exames de imagem.</p>
<p data-start="1542" data-end="1683">Anatomicamente, a maxila apresenta corpo e processos específicos que desempenham funções estruturais e funcionais no sistema estomatognático.</p>
<p><strong data-start="1569" data-end="1600">Resumo anatômico da maxila:</strong><br data-start="1600" data-end="1603" />A maxila é um osso par do viscerocrânio que sustenta os dentes superiores, participa da formação do palato duro, da cavidade nasal e do assoalho da órbita, sendo fundamental para procedimentos cirúrgicos e reabilitadores na Odontologia.</p>
<p>📘 <strong data-start="461" data-end="489">IA no TCC de Odontologia</strong><br data-start="489" data-end="492" />Está começando a organizar seu TCC? Criamos um guia gratuito com prompts e orientações para usar IA com método, ética e segurança acadêmica.<br />
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<h2 data-start="2638" data-end="2675"><strong>Quantos ossos formam a maxila?</strong></h2>
<p data-start="2677" data-end="2801">A maxila é formada por <strong data-start="2700" data-end="2714">dois ossos</strong>, um direito e um esquerdo, que se unem na linha média por meio da sutura intermaxilar.</p>
<h2 data-start="2808" data-end="2842"><strong>Partes anatômicas da maxila</strong></h2>
<h3 data-start="2844" data-end="2869">&#8211; Corpo da maxila</h3>
<p data-start="2870" data-end="2911">Região central que abriga o seio maxilar.</p>
<h3 data-start="2913" data-end="2942">&#8211; Processos da maxila</h3>
<ul data-start="2943" data-end="3031">
<li data-start="2943" data-end="2964">
<p data-start="2945" data-end="2964">Processo alveolar</p>
</li>
<li data-start="2965" data-end="2986">
<p data-start="2967" data-end="2986">Processo palatino</p>
</li>
<li data-start="2987" data-end="3007">
<p data-start="2989" data-end="3007">Processo frontal</p>
</li>
<li data-start="3008" data-end="3031">
<p data-start="3010" data-end="3031">Processo zigomático</p>
</li>
</ul>
<p data-start="3033" data-end="3116">Esses processos permitem articulação com outros ossos do crânio e suporte dentário.</p>
<h2 data-start="3123" data-end="3147"><strong>Funções da maxila</strong></h2>
<p data-start="3149" data-end="3185">As principais funções da maxila são:</p>
<ul data-start="3186" data-end="3339">
<li data-start="3186" data-end="3223">
<p data-start="3188" data-end="3223">Sustentação dos dentes superiores</p>
</li>
<li data-start="3224" data-end="3251">
<p data-start="3226" data-end="3251">Formação do palato duro</p>
</li>
<li data-start="3252" data-end="3282">
<p data-start="3254" data-end="3282">Participação na mastigação</p>
</li>
<li data-start="3283" data-end="3314">
<p data-start="3285" data-end="3314">Contribuição para a fonação</p>
</li>
<li data-start="3315" data-end="3339">
<p data-start="3317" data-end="3339">Estruturação da face</p>
</li>
</ul>
<h2 data-start="3389" data-end="3432"><strong>Importância da maxila na Odontologia</strong></h2>
<p data-start="3434" data-end="3487">Na prática odontológica, a maxila é fundamental para:</p>
<ul data-start="3488" data-end="3602">
<li data-start="3488" data-end="3506">
<p data-start="3490" data-end="3506">Implantodontia</p>
</li>
<li data-start="3507" data-end="3536">
<p data-start="3509" data-end="3536">Cirurgia bucomaxilofacial</p>
</li>
<li data-start="3537" data-end="3551">
<p data-start="3539" data-end="3551">Ortodontia</p>
</li>
<li data-start="3552" data-end="3572">
<p data-start="3554" data-end="3572">Prótese dentária</p>
</li>
<li data-start="3573" data-end="3602">
<p data-start="3575" data-end="3602">Avaliação do seio maxilar</p>
</li>
</ul>
<h2 data-start="3643" data-end="3675"><strong>Maxila e exames de imagem</strong></h2>
<p data-start="3677" data-end="3750">O conhecimento da anatomia da maxila é essencial para a interpretação de:</p>
<ul data-start="3751" data-end="3846">
<li data-start="3751" data-end="3777">
<p data-start="3753" data-end="3777">Radiografia panorâmica</p>
</li>
<li data-start="3778" data-end="3808">
<p data-start="3780" data-end="3808">Tomografia computadorizada</p>
</li>
<li data-start="3809" data-end="3846">
<p data-start="3811" data-end="3846">Tomografia de feixe cônico (CBCT)</p>
</li>
</ul>
<h2 data-start="3853" data-end="3894"><strong>Diferença</strong> <strong>entre maxila e mandíbula</strong></h2>
<ul data-start="3896" data-end="4013">
<li data-start="3896" data-end="3952">
<p data-start="3898" data-end="3952"><strong data-start="3898" data-end="3908">Maxila</strong>: osso fixo, sustenta os dentes superiores</p>
</li>
<li data-start="3953" data-end="4013">
<p data-start="3955" data-end="4013"><strong data-start="3955" data-end="3968">Mandíbula</strong>: osso móvel, sustenta os dentes inferiores</p>
</li>
</ul>
<h2><img decoding="async" class="alignnone wp-image-5932 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-2-e1461793106637.png" alt="anatomia da maxila – estruturas ósseas do viscerocrânio na Odontologia vista frontal " width="1024" height="591" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-2-e1461793106637.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-2-e1461793106637-300x173.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-2-e1461793106637-768x443.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><br />
<strong>Posição anatômica<br />
</strong></h2>
<p><em>Anteriormente: </em>espinha nasal<br />
<em>Cranialmente: </em>processo frontal<br />
<em>Lateralmente:</em> processo zigomático</p>
<h2><strong>Corpo da maxila e estruturas associadas<br />
</strong></h2>
<p><em>Seio Maxilar: </em>grande cavidade piramidal dentro do corpo da maxila<br />
<em>Forame Infra-Orbitário:</em> serve como uma passagem para os vasos e nervo infra-orbitais<br />
<em>Face Orbital</em>: forma a maior parte do soalho da órbita</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-5934 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/10-e1461793838341.png" alt="anatomia da maxila – estruturas ósseas do viscerocrânio na Odontologia vista frontal e forames" width="1024" height="499" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/10-e1461793838341.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/10-e1461793838341-300x146.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/10-e1461793838341-768x374.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5956 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-10-e1461797706615.png" alt="anatomia da maxila – estruturas ósseas do viscerocrânio na Odontologia vista lateral inferior" width="1024" height="496" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-10-e1461797706615.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-10-e1461797706615-300x145.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-10-e1461797706615-768x372.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<h2><strong>Processos anatômicos da maxila</strong></h2>
<p><em>Alveolar: </em>cavidades que alojam os dentes<br />
<em>Palatino:</em> horizontal e projeta-se medialmente da face nasal do osso<br />
<em>Zigomático: </em>eminência triangular e áspera, localizada no ângulo de separação das faces anterior, infratemporal e orbital<br />
<em>Frontal:</em> lâmina que parte do limite lateral do nariz</p>
<p>Clinicamente, os processos da maxila são fundamentais para suporte dentário, estabilidade protética e planejamento de implantes.</p>
<h2><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5938 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-4-e1461796056716.png" alt="anatomia da maxila – estruturas ósseas do viscerocrânio na Odontologia processo alveolar maxila" width="1024" height="529" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-4-e1461796056716.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-4-e1461796056716-300x155.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-4-e1461796056716-768x397.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5942 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-51-e1461796215230.png" alt="anatomia da maxila – estruturas ósseas do viscerocrânio na Odontologia processo palatino" width="1024" height="578" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-51-e1461796215230.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-51-e1461796215230-300x169.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-51-e1461796215230-768x434.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-6031 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-19-e1461947147173.png" alt="anatomia da maxila – estruturas ósseas do viscerocrânio na Odontologia processo zigomatico da maxila" width="1024" height="532" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-19-e1461947147173.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-19-e1461947147173-300x156.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-19-e1461947147173-768x399.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5941 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-7-e1461796402447.png" alt="anatomia da maxila – estruturas ósseas do viscerocrânio na Odontologia processo frontal maxila " width="1018" height="550" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-7-e1461796402447.png 1018w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-7-e1461796402447-300x162.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-7-e1461796402447-768x415.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1018px) 100vw, 1018px" /><br />
<strong><br />
Articulação  </strong></h2>
<p>A maxila se articula com 9 ossos na região do crânio, são eles:</p>
<ol>
<li>Frontal;</li>
<li>Lacrimal</li>
<li>Etmoide;</li>
<li>Nasal;</li>
<li>Palatino;</li>
<li>Concha nasal inferior;</li>
<li>Zigomático;</li>
<li>Vômer;</li>
<li>Maxila do lado oposto.</li>
</ol>
<p>Clinicamente, entender as articulações se torna fundamental, tanto para análise de exames, quanto para planejamentos cirúrgicos mais complexos e reabilitadores.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5945 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/21-e1461796762200.png" alt="anatomia da maxila – estruturas ósseas do viscerocrânio na Odontologia frontal" width="1024" height="560" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/21-e1461796762200.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/21-e1461796762200-300x164.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/21-e1461796762200-768x420.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5946 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/31-e1461796803397.png" alt="anatomia da maxila – estruturas ósseas do viscerocrânio na Odontologia lacrimal" width="1024" height="540" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/31-e1461796803397.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/31-e1461796803397-300x158.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/31-e1461796803397-768x405.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5947 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/41-e1461796830980.png" alt="anatomia da maxila – estruturas ósseas do viscerocrânio na Odontologia Etmoide" width="1024" height="519" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/41-e1461796830980.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/41-e1461796830980-300x152.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/41-e1461796830980-768x389.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5948 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/51-e1461796855320.png" alt="anatomia da maxila – estruturas ósseas do viscerocrânio na Odontologia Nasal" width="1024" height="478" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/51-e1461796855320.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/51-e1461796855320-300x140.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/51-e1461796855320-768x359.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5949 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/6-e1461796879997.png" alt="anatomia da maxila – estruturas ósseas do viscerocrânio na Odontologia Palatino" width="1024" height="524" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/6-e1461796879997.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/6-e1461796879997-300x154.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/6-e1461796879997-768x393.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5953 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-8-e1461806862323.png" alt="anatomia da maxila – estruturas ósseas do viscerocrânio na Odontologia concha nasal inferior" width="1024" height="496" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-8-e1461806862323.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-8-e1461806862323-300x145.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-8-e1461806862323-768x372.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5951 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/8-e1461797102623.png" alt="anatomia da maxila – estruturas ósseas do viscerocrânio na Odontologia Zigomatico" width="1024" height="555" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/8-e1461797102623.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/8-e1461797102623-300x163.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/8-e1461797102623-768x416.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5952 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/9-e1461797127276.png" alt="anatomia da maxila – estruturas ósseas do viscerocrânio na Odontologia Vomer" width="1024" height="527" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/9-e1461797127276.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/9-e1461797127276-300x154.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/9-e1461797127276-768x395.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Por ser um osso que abrange uma grande área do viscerocrânio, a maxila se relaciona, além dos ossos citados acima, com outras estruturas da face. Uma dessas estruturas são os seios maxilares. São espaços pneumáticos contidos no interior do osso, normalmente segmentados por septos ósseos, vindo a ser os maiores seios paranasais da face.</p>
<hr />
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5958 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-11-e1461800005841.png" alt="anatomia da maxila – estruturas ósseas do viscerocrânio na Odontologia seio maxilar" width="1024" height="540" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-11-e1461800005841.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-11-e1461800005841-300x158.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-11-e1461800005841-768x405.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>A cavidade dos seios paranasais são revestidos por uma camada de muco denominada mucosa. A mucosa tem vários tipos de células: células epiteliais escamosas, células achatadas que revestem os seios e formam a maior parte da mucosa; células glandulares, similares às células das glândulas salivares, que produzem muco e outras secreções, além de células do sistema vascular e outras.</p>
<p>Clinicamente, essa relação do seio maxilar é de extrema importância para o cirurgião dentista, visto que o seio tem direta conexão com o alvéolo dentário superior, sendo importante nos planejamentos cirúrgicos para implantes, enxertos e exodontias.</p>
<p>Outra estrutura que está associada a essa região é o corpúsculo adiposo da bochecha, também conhecido como Bola de Bichat. É um tecido adiposo, encapsulado, de forma arredondada e bastante vascularizado (artérias temporais e artérias faciais).</p>
<h2><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5960 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-12-e1461800935291.png" alt="anatomia da maxila – estruturas ósseas do viscerocrânio na Odontologia bola de bichat" width="1024" height="606" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-12-e1461800935291.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-12-e1461800935291-300x178.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-12-e1461800935291-768x455.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><strong>Musculatura relacionada com a Maxila  </strong></h2>
<p>Vários músculos da expressão facial tem sua origem (extremidade fixa) ou parte dela na maxila e em seus processos.</p>
<h2><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5963 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-13-e1461802358204.png" alt="anatomia da maxila – estruturas ósseas do viscerocrânio na Odontologia musculos relacionados maxila" width="1024" height="604" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-13-e1461802358204.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-13-e1461802358204-300x177.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-13-e1461802358204-768x453.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><br />
<strong><br />
Inervação </strong></h2>
<p>Na região da maxila, dois nervos são responsáveis pela inervação: o nervo facial e o nervo trigêmeo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5964 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-14-e1461803288840.png" alt="anatomia da maxila – estruturas ósseas do viscerocrânio na Odontologia nervo facial" width="1024" height="407" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-14-e1461803288840.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-14-e1461803288840-300x119.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-14-e1461803288840-768x305.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Já o nervo trigêmeo, é o quinto par craniano, possuindo três ramos: o nervo oftálmico, o nervo maxilar e o nervo mandibular, com apenas os seus dois ramos superiores inervando região de maxila. Clinicamente, essa inervação é relevante em anestesias locais e procedimentos cirúrgicos da região posterior e anterior da maxila.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5965 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-15-e1461803593902.png" alt="anatomia da maxila – estruturas ósseas do viscerocrânio na Odontologia nervo trigemeo" width="1024" height="596" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-15-e1461803593902.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-15-e1461803593902-300x175.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-15-e1461803593902-768x447.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<h2><strong>Irrigação</strong></h2>
<p>A maxila é irrigada por uma série de ramos derivados das artérias maxilares, facial e outras. Clinicamente, entender por onde passam as artérias é de extrema importância para os planejamentos cirúrgicos, principalmente para os cirurgiões implantodontistas e bucomaxilos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5967 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-16-e1461804771349.png" alt="anatomia da maxila – estruturas ósseas do viscerocrânio na Odontologia irrigacao maxila" width="1024" height="514" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-16-e1461804771349.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-16-e1461804771349-300x151.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-16-e1461804771349-768x386.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5968 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-17-e1461804839342.png" alt="anatomia da maxila – estruturas ósseas do viscerocrânio na Odontologia irrigacao interior maxila" width="1024" height="588" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-17-e1461804839342.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-17-e1461804839342-300x172.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/MAXILA-17-e1461804839342-768x441.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<h2 data-start="4020" data-end="4036"><strong>Conclusão</strong></h2>
<p data-start="4038" data-end="4181">A anatomia da maxila é um dos pilares do estudo odontológico. Seu domínio é indispensável para uma prática clínica segura, precisa e eficiente.</p>
<h2 data-start="4235" data-end="4276"><strong>Perguntas</strong> <strong>frequentes sobre a maxila</strong></h2>
<p data-start="363" data-end="433"><strong>Por que a anatomia da maxila é tão importante na Implantodontia?<br />
</strong>A anatomia da maxila influencia diretamente a posição dos implantes, principalmente pela presença do seio maxilar, qualidade óssea e altura disponível para ancoragem.</p>
<hr data-start="4380" data-end="4383" />
<p data-start="4278" data-end="4378"><strong data-start="4278" data-end="4316">A maxila é um osso par ou ímpar?</strong><br data-start="4316" data-end="4319" />A maxila é um osso par, formado por duas partes simétricas.</p>
<hr data-start="4380" data-end="4383" />
<p data-start="1074" data-end="1152"><strong>Por que a maxila apresenta maior reabsorção óssea após perdas dentárias?<br />
</strong>A maxila possui osso geralmente mais esponjoso, o que favorece reabsorção mais rápida após extrações, impactando tratamentos restauradores e implantodontia.</p>
<hr data-start="1311" data-end="1314" />
<p data-start="4385" data-end="4520"><strong data-start="4385" data-end="4430">Qual a função da maxila na Odontologia?</strong><br data-start="4430" data-end="4433" />Ela sustenta os dentes superiores e participa da mastigação, fonação e estética facial.</p>
<hr data-start="4522" data-end="4525" />
<p data-start="4527" data-end="4647"><strong data-start="4527" data-end="4556">O que é o seio maxilar?</strong><br data-start="4556" data-end="4559" />É uma cavidade localizada no corpo da maxila, importante em procedimentos odontológicos.</p>
<hr data-start="4649" data-end="4652" />
<p data-start="4654" data-end="4751"><strong data-start="4654" data-end="4702">Qual a diferença entre maxila e mandíbula?</strong><br data-start="4702" data-end="4705" />A maxila é fixa, enquanto a mandíbula é móvel.</p>
<hr data-start="4649" data-end="4652" />
<p data-start="4654" data-end="4751"><strong data-start="1837" data-end="1891">A anatomia da maxila influencia a estética facial?</strong><br data-start="1891" data-end="1894" />Sim. Alterações ósseas da maxila impactam suporte labial, sorriso e harmonia facial, sendo relevantes em reabilitações estéticas e ortodônticas.</p>
<p>Quer aprender mais sobre anatomia de cabeça e pescoço? Acesse os links abaixo:</p>
<ul>
<li><a href="https://www.odontoup.com.br/ossos-do-cranio-faciais/" target="_blank" rel="noopener">Ossos do crânio</a>;</li>
<li><a href="https://www.odontoup.com.br/anatomia-da-mandibula/" target="_blank" rel="noopener">Mandíbula</a></li>
<li><a href="https://www.odontoup.com.br/tipos-de-dentes/" target="_blank" rel="noopener">Anatomia dental</a> (descrição anatômica de todos os dentes)</li>
</ul>
<p><strong>Referências</strong></p>
<p>NETTER, Atlas de Anatomia da Cabeça e Pescoço. 3a Edição;<br />
SOBOTTA, Anatomia de Cabeça, Pescoço e Neurocrânio, 24a Edição.</p>
<p>Imagens: KenHub; Sobotta; Netter.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/anatomia-da-maxila/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>3</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Biogênese da Dentição Humana</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/biogenese-da-denticao-humana/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/biogenese-da-denticao-humana/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2015 04:26:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ortodontia & Ortopedia Facial]]></category>
		<category><![CDATA[decíduo]]></category>
		<category><![CDATA[dente]]></category>
		<category><![CDATA[dentes retidos]]></category>
		<category><![CDATA[espaço]]></category>
		<category><![CDATA[mandíbula]]></category>
		<category><![CDATA[maxila]]></category>
		<category><![CDATA[molar]]></category>
		<category><![CDATA[nance]]></category>
		<category><![CDATA[permanente]]></category>
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					<description><![CDATA[Dentição DecíduaInicia-se aproximadamente aos 6 meses de vida, com erupção do ICId (Incisivo Central Inferior decido). Completa aproximadamente aos 24-30 meses com erupção dos últimos dentes decíduos (segundos molares descidos). Seu término é dado até os 5,5 &#8211; 6 anos com erupção do primeiro dente permanente, sendo o 1MI (primeiro molar inferior) permanente. A cronologia de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dentição Decídua</strong><br />Inicia-se aproximadamente aos 6 meses de vida, com erupção do ICId (Incisivo Central Inferior decido). Completa aproximadamente aos 24-30 meses com erupção dos últimos dentes decíduos (segundos molares descidos). Seu término é dado até os 5,5 &#8211; 6 anos com erupção do primeiro dente permanente, sendo o 1MI (primeiro molar inferior) permanente. A cronologia de erupção é muito variável, sendo a sequência mais importante.</p>
<p><strong>Dentadura Mista</strong><br />Até o último dente decido esfoliar, sendo esse, o segundo molar inferior decíduo (2MId)</p>
<p><strong>Dentição Permanente</strong><br />Aos 12 anos &#8211; segundos molares permanentes<br />Aos 18 anos &#8211; terceiros molares. Obs.: clinicamente, podemos não considerar os terceiros molares.</p>
<p><strong>Sequência de erupção &#8211; Dentes Decíduos</strong></p>
<ol>
<li>Incisivos Centrais Inferiores</li>
<li>Incisivos Centrais Superiores</li>
<li>Incisivos Laterais Superiores</li>
<li>Incisivos Laterais Inferiores</li>
<li>Primeiro Molar Inferiores</li>
<li>Primeiro Molar Superiores</li>
<li>Caninos Inferiores</li>
<li>Caninos Superiores</li>
<li>Segundos Molares Inferiores</li>
<li>Segundo Molares Superiores</li>
</ol>
<p>Obs.: geralmente, os dentes mandibulares (inferiores) nascem um pouco antes que os maxilares (superiores).</p>
<p><strong>Característica Morfológicas da Dentadura Decídua</strong><br /><strong>1 &#8211; Arcos semi-circulares;</strong><br />2 &#8211; <strong>Diastemas generalizados</strong> (normalidade): a presença de diademas indica que os dentes que serão sucessores terão espaço para se acomodar adequadamente, já que eles são maiores que os antecessores.<br />3 &#8211; <strong>Implantação vertical dos dentes decíduos nos processos alveolares:</strong> os dentes decíduos não têm inclinação nos processos alveolares, ou seja, têm uma implantação vertical;<br />4 &#8211; <strong>Ausência de curvas compensatórias (Curva de Spee e Wilson):</strong> decorrente da compensação vertical dos processos alveolares;<br />5 &#8211; <strong>Espaços primatas:</strong> mesiais de caninos superiores e distal de caninos inferiores &gt; providencia espaço dimensional de caninos decíduos e permanentes;<br />6<strong> &#8211; Sobremordida:</strong> de 0 a 3 mm (normal); &gt; 3 mm (profunda); &lt; 0 mm (aberta);<br />7<strong> &#8211; Sobressaliência de 0 a 3 mm;</strong><br />8<strong> &#8211; Relação dos caninos em classe I;</strong><br />9 &#8211; <strong>Plano terminal do 2Md =</strong> reto ou degrau mesial. É aceitável no máximo um pequeno degrau mesial.<br />&#8211; Sem degrau = mordida topo a topo;<br />&#8211; Degrau mesial = Classe I;<br />&#8211; Degrau distal = Classe II;<br />&#8211; Grande degrau distal: Classe III.<br /><span style="color: #999999;">(Linden, 1986)</span></p>
<ul>
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<li>Primeiro período transicional</li>
<li>Período intertransicional</li>
<li>Segundo período transicional</li>
</ul>
<p><strong>Primeiro Período Transicional</strong><br />Nesse período ocorre 2 eventos importantes:</p>
<ol>
<li>Erupção dos primeiros molares permanentes;<br />&#8211; Com a erupção do primeiro molar permanente, surge a necessidade de controle clínico do perímetro do arco. Caso extraia um dente decíduo, há a necessidade de um mantenedor de espaço</li>
<li>Troca dos incisivos decíduos pelos permanentes</li>
</ol>
<p><strong>Período Intertransicional</strong><br />É um período estável entre os dois períodos de trocas dentárias. Não há trocas dentárias e há na boca um total de 24 dentes, sendo eles 12 decíduos e 12 permanentes simultaneamente.<br /><em>Fase do Patinho Feio (Broad dent) </em></p>
<ul>
<li>8 &#8211; 12 anos</li>
<li>divergências das coroas dos incisivos superiores</li>
<li>canino no ápice do lateral</li>
</ul>
<p><strong>Segundo Período Transicional</strong><br />Neste período, ocorre a troca dos caninos e molares descidos pelos caninos permanentes e pré-molares. Há também o ajuste da relação molar &#8211; Classe I, bem como, a erupção dos segundos molares permanentes<br />&#8211;<em> Espaço Livre de Nance </em></p>
<ul>
<li>+ 1,8 mm na maxila</li>
<li>+ 3,4 mm na mandíbula</li>
</ul>
<p>Isso porque:<br />&#8211; O canino decíduo é MENOR que o Canino permanente;<br />&#8211; O primeiro molar decido é IGUAL ao Primeiro Pré-molar;<br />&#8211; O segundo molar decíduo é muito MAIOR que o Segundo Pré-molar.<br />Esse espaço que sobra no Segundo Período Transicional é definido como o <span style="text-decoration: underline;"><em>Espaço Livre de Nance</em></span>.</p>
<p>Veja esse video incrível que mostra o desenvolvimento radicular: </p>


<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="3D modeling : Root tooth development" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/5Mi4AX50LO0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Conteúdo retirado da aula do Prof. Ricardo Moresca, Universidade Positivo</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Estruturas Anatômicas Visíveis em Radiografias</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/estruturas-anatomicas-visiveis-em-radiografias/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/estruturas-anatomicas-visiveis-em-radiografias/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2015 05:36:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Radiologia]]></category>
		<category><![CDATA[inferior]]></category>
		<category><![CDATA[mandíbula]]></category>
		<category><![CDATA[maxila]]></category>
		<category><![CDATA[superior]]></category>
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					<description><![CDATA[Estruturas Anatômicas da Maxila Região de Incisivos Superiores Sutura intermaxilar (radiolúcido) Septo nasal (radiopaco) Concha nasal inferior (radiopaco) Espinha nasal anterior (radiopaco) Forame incisivo (radiolúcido) Fossa nasal (radiolúcido) Região de Incisivo Lateral e Canino Superior Soalho do seio maxilar (radiopaco) Y invertido de Ennis (radiopaco) Fossa nasal (radiolúcido) Soalho da fossa nasal (radiopaco) Seio maxilar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Estruturas Anatômicas da Maxila</strong><br />
<strong>Região de Incisivos Superiores</strong></p>
<ul>
<li>Sutura intermaxilar (radiolúcido)</li>
<li>Septo nasal (radiopaco)</li>
<li>Concha nasal inferior (radiopaco)</li>
<li>Espinha nasal anterior (radiopaco)</li>
<li>Forame incisivo (radiolúcido)</li>
<li>Fossa nasal (radiolúcido)</li>
</ul>
<p><strong>Região de Incisivo Lateral e Canino Superior</strong></p>
<ul>
<li>Soalho do seio maxilar (radiopaco)</li>
<li>Y invertido de Ennis (radiopaco)</li>
<li>Fossa nasal (radiolúcido)</li>
<li>Soalho da fossa nasal (radiopaco)</li>
<li>Seio maxilar (radiolúcido)</li>
<li>Fosseta Mirtiforme (radiolúcido)</li>
</ul>
<p><strong>Região de Pré Molares Superiores</strong></p>
<ul>
<li>Septo ósseo do seio maxilar (radiopaco)</li>
<li>Processo zigomático da maxila (radiopaco)</li>
<li>Osso zigomático (radiopaco)</li>
<li>Seio maxilar (radiolúcido)</li>
</ul>
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<p><strong>Região de Molares Superiores</strong></p>
<ul>
<li>Osso zigomático (radiopaco)</li>
<li>Processo zigomático da maxila (radiopaco)</li>
<li>Lâmina lateral do processo pterigoideo do osso esfenoide (radiopaco)</li>
<li>Hâmulo do Pterigoideo (radiopaco)</li>
<li>Processo coronóide da mandíbula  (radiopaco)</li>
<li>Seio maxilar (radiolúcido)</li>
<li>Túber ou Tuberosidade da maxila (radiopaco)</li>
</ul>
<p><strong>Estruturas Anatômicas da Mandíbula</strong><br />
<strong>Região de Incisivos Inferiores</strong></p>
<ul>
<li>Protuberância mentual (radiopaco)</li>
<li>Processo Geni ou Espinha geminiana (radiopaco)</li>
<li>Forame lingual (radiolúcido)</li>
<li>Fossa mentual (radiolúcido)</li>
</ul>
<p><strong>Região de Caninos Inferiores</strong></p>
<ul>
<li>Protuberância mentual (radiopaco)</li>
<li>Processo geni (radiopaco)</li>
<li>Forame lingual (radiolúcido)</li>
<li>Base da mandíbula (radiopaco)</li>
<li>Forame mentual (radiolúcido)</li>
</ul>
<p><strong>Região de Pré-molares Inferiores</strong></p>
<ul>
<li>Forame mentual (radiolúcido)</li>
<li>Linha milo-hioidea (radiopaco)</li>
<li>Fóvea da glândula submandibular (radiolúcido)</li>
<li>Canal mandibular (radiolúcido)</li>
<li>Limites do canal mandibular (radiopaco)</li>
</ul>
<p><strong>Região de Molares Inferiores</strong></p>
<ul>
<li>Canal mandibular (radiolúcido)</li>
<li>Limites do canal mandibular (radiopaco)</li>
<li>Linha milo-hioidea (radiopaco)</li>
<li>Linha obliqua (radiopaco)</li>
<li>Fóvea da glândula submandibular (radiolúcido)</li>
</ul>
<p>Fonte da imagem destacada: https://bruxistas.wordpress.com/page/2/<br />
&nbsp;</p>
<h2>Autor:</h2>
<p><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/03/jeff1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-3322 " src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/03/jeff1-139x300.jpg" alt="jeff" width="130" height="281" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/03/jeff1-139x300.jpg 139w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/03/jeff1.jpg 156w" sizes="auto, (max-width: 130px) 100vw, 130px" /></a><br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">Jefferson P. Oliveira, 24 anos. Acadêmico do 5º ano do  curso<br />
de Odontologia da Universidade Positivo, Curitiba &#8211; PR</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Elementos Constituintes das PPRs – Selas e Conectores</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/elementos-constituintes-das-pprs-selas-e-conectores/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/elementos-constituintes-das-pprs-selas-e-conectores/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Nov 2014 00:36:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prótese]]></category>
		<category><![CDATA[barra]]></category>
		<category><![CDATA[conectores]]></category>
		<category><![CDATA[lingual]]></category>
		<category><![CDATA[mandíbula]]></category>
		<category><![CDATA[maxila]]></category>
		<category><![CDATA[palatina]]></category>
		<category><![CDATA[placa]]></category>
		<category><![CDATA[U]]></category>
		<category><![CDATA[única]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=3154</guid>

					<description><![CDATA[Outro elemento que compõe uma PPR, é a Sela, que é destinada à preencher o espaço protético, reconstruindo funcional e esteticamente os tecidos ósseos e mucosos alterados pela perda dentária e servindo ainda de base para a fixação dos dentes artificiais. Tem função de: Transmissão das forças mastigatórias Preenchimento de espaços Evita impactação alimentar Evita [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Outro elemento que compõe uma PPR, é a <strong>Sela</strong>, que é destinada à preencher o espaço protético, reconstruindo funcional e esteticamente os tecidos ósseos e mucosos alterados pela perda dentária e servindo ainda de base para a fixação dos dentes artificiais.<br />
<strong>Tem função de:</strong></p>
<ul>
<li>Transmissão das forças mastigatórias</li>
<li>Preenchimento de espaços</li>
<li>Evita impactação alimentar</li>
<li>Evita desconforto e injúria</li>
<li>Favorece a fonética</li>
</ul>
<p>Já os<strong> Conectores</strong> são elementos que fazem a ligação ou união dos retentores entre si, rígida e bilateralmente.</p>
<p><strong>Características:</strong></p>
<ul>
<li>Rigidez</li>
<li>Passividade</li>
</ul>
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<p><strong>Classificação:</strong></p>
<ul>
<li>Conectores maiores (barras tangenciais): elemento rígido que faz a conexão de todos os elementos da PPR, conformando sua estrutura.</li>
<li>Conectores menores: barras metálicas de ligação</li>
</ul>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>MAXILA –</strong></span></p>
<table style="height: 487px;" width="701">
<tbody>
<tr>
<td width="576">
<ol>
<li><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-full wp-image-3156" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/11/barra-palatina-dupla.jpg" alt="barra palatina dupla" width="252" height="199" />Barra palatina anterior e posterior</strong></li>
</ol>
<ul>
<li>Casos de classe I e II, quando os dentes estiverem normalmente implantados e rebordos pouco reabsorvidos.</li>
<li>Presença de tórus palatino</li>
<li>Casos de classe III, com espaço protético amplo</li>
<li>Casos de classe IV, quando se quer rigidez para garantir suporte posterior</li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="576">
<ol start="2">
<li><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-3157" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/11/barra-em-U.jpg" alt="barra em U" width="254" height="204" />Barra palatina em “U”</strong></li>
</ol>
<ul>
<li>Largura aumentada para 10mm a 12mm, para garantir estrutura</li>
<li>Casos de tórus palatino posterior</li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="576">
<ol start="3">
<li><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-full wp-image-3158" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/11/barra-palatina-unica.jpg" alt="barra palatina unica" width="256" height="206" />Barra palatina Única</strong></li>
</ol>
<ul>
<li>União dos conectores é feita diretamente na placa</li>
<li>Indicados para pacientes classe III</li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="576">
<ol start="4">
<li><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-full wp-image-3159" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/11/conector-em-placa.jpg" alt="conector em placa" width="256" height="202" />Conector em Placa</strong></li>
</ol>
<ul>
<li>Indicados em casos de extremidade livre, onde o suporte mucoso</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">MANDÍBULA –</span></strong></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="576">
<ol>
<li><strong>Barra Lingual</strong></li>
</ol>
<ul>
<li>Conector mais utilizado</li>
<li>Não apresenta contato direto com os dentes</li>
<li>Largura de 4mm</li>
<li>Distância aproximada de 3mm da gengiva marginal</li>
<li>Borda inferior ao nível da musculatura do assoalho</li>
<li>Secção transversal em forma de gota (meia pêra)</li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="576">
<ol start="2">
<li><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-full wp-image-3161" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/11/chapeado-lingual-ou-placa-lingual.jpg" alt="chapeado lingual ou placa lingual" width="263" height="213" />Placa Lingual</strong></li>
</ol>
<ul>
<li>Apresenta-se em contato com os dentes remanescentes anteriores</li>
<li>Largura de aproximadamente 10mm</li>
<li>Permite terço incisal a descoberto dos dentes inferiores</li>
<li>Indicados para casos onde não apresenta espaço para a barra lingual</li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="576">
<ol start="3">
<li><strong>Barra Vestibular</strong></li>
</ol>
<ul>
<li>Barra de uso extremo</li>
<li>Igual a barra lingual, porém, toda por vestibular.</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Conteúdo baseado na aula do Profº Eduardo Moraes, Universidade Positivo<br />
Fontes das imagens: http://muitobomessecafe.blogspot.com.br/2013/03/conectores-maiores-ppr.html</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>ATM &#8211; Articulação Temporomandibular</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/atm-articulacao-temporo-mandibular/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/atm-articulacao-temporo-mandibular/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jun 2012 16:04:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anatomia de Cabeça e Pescoço]]></category>
		<category><![CDATA[articular]]></category>
		<category><![CDATA[ATM]]></category>
		<category><![CDATA[cápsula]]></category>
		<category><![CDATA[côndilo]]></category>
		<category><![CDATA[disco articular]]></category>
		<category><![CDATA[eminência articular]]></category>
		<category><![CDATA[feixe]]></category>
		<category><![CDATA[ligamento]]></category>
		<category><![CDATA[mandíbula]]></category>
		<category><![CDATA[maxila]]></category>
		<category><![CDATA[Temporomandibular joint]]></category>
		<category><![CDATA[TMJ]]></category>
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					<description><![CDATA[As articulações temporomandibulares são as articulações mais acionadas do nosso corpo, É uma articulação sinovial, condiliana, do tipo gínglimo, com superfícies fibrocartilaginosas e não de cartilagem hialina e possui um disco articular. &#160; Compartimentos da articulação temporomandibular A ATM é dividida em um compartimento superior e um inferior, separado pelo dico articular. O compartimento superior [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As articulações temporomandibulares são as articulações mais acionadas do nosso corpo, É uma articulação sinovial, condiliana, do tipo gínglimo, com superfícies fibrocartilaginosas e não de cartilagem hialina e possui um disco articular.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5982" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-1-e1461874895884.png" alt="ATM" width="1024" height="624" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-1-e1461874895884.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-1-e1461874895884-300x183.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-1-e1461874895884-768x468.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Compartimentos da articulação temporomandibular </strong></span></p>
<p>A ATM é dividida em um compartimento superior e um inferior, separado pelo dico articular. O compartimento superior é limitado superiormente pela fossa mandibular do <a href="https://www.odontoup.com.br/ossos-do-cranio-faciais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">osso temporal</a> e inferiormente pelo próprio disco articular. Ele contém 1,2 ml de fluído sinovial, e é responsável pelo movimento de translação da articulação.</p>
<p>O compartimento inferior tem o disco articular como uma borda superior e o côndilo da <a href="https://www.odontoup.com.br/ossos-do-cranio-faciais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">mandíbula</a> como uma borda inferior. Ele é ligeiramente menor, com um volume de fluido sinovial médio de 0,9 ml e permite movimentos rotacionais.<br />
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<p><strong>Componentes da articulação temporomandibular </strong></p>
<ul>
<li>Fossa mandibular</li>
<li>Disco articular</li>
<li>Líquido Sinovial</li>
<li>Eminência articular do <a href="https://www.odontoup.com.br/ossos-do-cranio-faciais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">osso temporal</a></li>
<li>Cabeça da mandíbula</li>
<li>Cápsula articular</li>
<li>Ligamentos</li>
</ul>
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</script><br />
<strong>Disco articular </strong></p>
<p>É uma estrutura com forma ovulada, fina. Situada entre o côndilo da mandíbula e a fossa mandibular. Divide a articulação em parte superior e inferior. Sua face superior é côncavo-convexa para se ajustar ao tubérculo e a fossa da mandíbula e sua face inferior é côncava para se ajustar ao côndilo da mandíbula. É vascularizado e inervado nas áreas periféricas, e na parte central é avascular e aneural.</p>
<p>Ele está dividido em 3 porções:</p>
<ol>
<li><em>Anterior: </em>espessa porção se localiza anteriormente ao processo condilar da mandíbula com a boca fechada;</li>
<li><em>Intermediária: </em>está localizada ao longo do tubérculo articular com a boca fechada</li>
<li><em>Posterior:</em> localizada superiormente ao processo condilar da mandíbula com a boca fechada.</li>
</ol>
<hr />
<p><strong>Zona bilaminar </strong></p>
<p>A porção mais posterior da articulação temporomandibular é denominada de zona bilaminar, está formada em um estrato superior, que está sujeito dorsalmente ao processo glenoide, ao conduto auditivo ósseo, à porção cartilaginosa do conduto auditivo e à fáscia da glândula parótida.  Já o estrato inferior insere-se na porção posterior do côndilo e é responsável pela estabilização do disco sobre o côndilo.</p>
<p>Entre eles encontra-se o plexo vascular da ATM com grande quantidade de <a href="https://www.odontoup.com.br/sistema-arterial-e-venoso-da-cabeca-e-do-pescoco/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">vasos</a>, <a href="https://www.odontoup.com.br/resumo-1-de-anatomia-de-cabeca-e-pescoco/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">nervos</a> e tecido conjuntivo.</p>
<hr />
<p><strong>Cápsula articular </strong></p>
<p>A cápsula articular se origina a partir da borda da fossa mandibular, envolve o tubérculo articular do osso temporal e se insere na mandíbula acima da fóvea pterigoide. É tão solto que a mandíbula pode naturalmente se deslocar anteriormente sem danificar as fibras da cápsula.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5987" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-6-e1461884919763.png" alt="capsla articular" width="665" height="413" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-6-e1461884919763.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-6-e1461884919763-300x187.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-6-e1461884919763-768x478.png 768w" sizes="auto, (max-width: 665px) 100vw, 665px" /></p>
<p><em>S</em><em>uperfície interna ou membrana sinovial:</em> recobre o côndilo, a eminência articular e o disco articular. O líquido sinovial confere viscosidade, elasticidade e plasticidade à articulação. As células sinoviais formam o liquido sinovial, que permite a nutrição da cartilagem avascular das superfícies articulares e que tem função de lubrificante para reduzir a fricção.</p>
<p><em>Superfície externa ou fibrosa:</em> formada por tecido conjuntivo denso, fibroso, reforçada na sua superfície lateral, onde se forma o ligamento temporomandibular.</p>
<p>A segunda função da cápsula articular é a propriocepção.</p>
<hr />
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5984" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-3-e1461882805831.png" alt="ligamentos ATM" width="1024" height="481" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-3-e1461882805831.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-3-e1461882805831-300x141.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-3-e1461882805831-768x361.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><strong>Ligamento Temporomandibular (lateral): </strong>é um ligamento com uma certa espessura na face lateral da cápsula articular e impede o deslocamento lateral e posterior do processo condilar da mandíbula. É composto por duas porções: a parte oblíqua externa e a parte horizontal interna.  A parte oblíqua externa é a maior porção, presa ao tubérculo articular, cursa póstero-inferiormente para se fixar em uma região imediatamente inferior ao processo condilar da mandíbula, isso limita a abertura da mandíbula. A parte horizontal interna é a menor porção, está presa ao tubérculo articular cursando horizontalmente para se fixar à parte lateral do processo condilar da mandíbula e disco articular, isso limita o movimento posterior do disco articular e do processo condilar.</p>
<p><strong>Ligamento Esfenomandibular: </strong>estende-se da espinha do <a href="https://www.odontoup.com.br/ossos-do-cranio-faciais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">osso esfenoide</a> até a <a href="https://www.odontoup.com.br/lingua/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">língua</a> da mandíbula. Pode ajudar atuando como eixo da relação à mandíbula através da manutenção da mesma quantidade de tensão durante a abertura e fechamento da boca.</p>
<p><strong>Ligamento Estilomandibular:</strong> é um ligamento acessório, composto por um espessamento da fáscia cervical profunda. Estende-se do <a href="https://www.odontoup.com.br/ossos-do-cranio-faciais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">processo estiloide</a> para a margem posterior do ângulo e ramo da mandíbula. Tem uma função de ajudar a limitar a protusão anterior da mandíbula.</p>
<hr />
<p><strong>Inervação</strong><br />
Nervos: <a href="https://www.odontoup.com.br/nervo-trigemio-v-par-craniano/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">trigêmeo</a>, nervo auriculotemporal, nervo massetérico e temporal profundo posterior.</p>
<p>O <a href="https://www.odontoup.com.br/nervo-trigemio-v-par-craniano/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">nervo mandibular (V3)</a> fornece o suprimento nervoso principal da ATM. A inervação adicional vem do nervo massetérico e nervos temporais profundos. Fibras parassimpáticas do gânglio ótico estimulam a produção sinovial. Neurônios simpáticos do gânglio cervical superior atingem a articulação ao longo dos vasos e desempenham um papel na recepção da dor e o acompanham o volume de sangue.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5985" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-4-e1461883831833.png" alt="inervacao atm" width="1024" height="532" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-4-e1461883831833.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-4-e1461883831833-300x156.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-4-e1461883831833-768x399.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5988" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-7-e1461886291131.png" alt="nervos ATM" width="1024" height="435" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-7-e1461886291131.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-7-e1461886291131-300x127.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-7-e1461886291131-768x326.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<hr />
<p><strong>Suprimento vascular</strong><br />
<a href="https://www.odontoup.com.br/sistema-arterial-e-venoso-da-cabeca-e-do-pescoco/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #000000;">Artérias: </span></a>temporal superficial, auricular posterior, artéria facial, timpânica anterior e faríngea ascendente, que são ramos da artéria carótida externa.</p>
<p>A suplementação da ATM é dada por três artérias principais. A alimentação principal vem da artéria auricular posterior (a partir da artéria maxilar) e da artéria temporal superficial (um ramo terminal da artéria carótida externa). Além disso, uma parte da suplementação da articulação é fornecida pela artéria timpânica anterior (também um ramo da artéria maxilar). Já os drenos de sangue venoso, são  feitos por meio da veia temporal superficial e a veia maxilar.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5989" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-8-e1461887299517.png" alt="suplementacao sanguinea " width="1024" height="435" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-8-e1461887299517.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-8-e1461887299517-300x127.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-8-e1461887299517-768x326.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<hr />
<p><strong>Músculos </strong><br />
A ATM se relaciona com alguns <a href="https://www.odontoup.com.br/resumo-anatomia-de-cabeca-e-pescoco/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">músculos</a>, que tem função de elevação, protusão, desvio e outros. Estão nesse grupo:</p>
<p><strong>Pterigoideo Lateral: </strong>É um músculo da mastigação muito importante na ATM.<br />
<em><span style="color: #000000;">Feixe superior:<br />
</span></em>Origem: asa maior do esfenoide.<br />
Inserção: cápsula articular.<br />
<span style="color: #000000;"><em>Feixe inferior<br />
</em></span>Origem: face lateral da lâmina lateral do processo pterigoide do osso esfenoide.<br />
Inserção: fóvea pterigoidea da mandíbula.<br />
Função: elevação, protrusão e desvio lateral.</p>
<p><strong>Pterigoideo Medial: </strong><br />
Origem: asa interna do processo pterigoideo.<br />
Inserção: ângulo interno da mandíbula, medialmente a inserção do masseter.<br />
Função: elevação e desvio lateral (unilateral)</p>
<p><strong>Temporal: </strong><br />
Origem: fossa temporal e superfície lateral do crânio.<br />
Inserção: processo coronoide e borda anterior da mandíbula.<br />
Função: elevação da mandíbula.</p>
<p><strong>Masseter: </strong><br />
Origem: arco zigomático.<br />
Inserção: ângulo da mandíbula.<br />
Função: elevação da mandíbula.</p>
<hr />
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<p><strong>Posturas da ATM e da mandíbula</strong></p>
<ul>
<li>Relação cêntrica: côndilo-disco está mais superior e anterior na fossa mandibular</li>
<li>Máxima intercuspidação habitual: dentes superiores contatam os inferiores</li>
<li>Repouso: dentes não estão em oclusão</li>
<li>Rotação: côndilos giram no seu longo eixo</li>
<li>Translação: côndilo caminha anteriormente</li>
<li>Abaixamento: abertura da boca</li>
<li>Protrusão e retrusão: boca para frente e para trás.</li>
</ul>
<p><strong>Movimentos </strong><br />
<strong>1.</strong> Depressão mandibular (abertura da boca) e elevação mandibular (fechamento da boca):<br />
Na depressão o côndilo gira em relação ao disco e o disco gira em relação à eminência.No final do movimento ocorre uma translação do côndilo e do disco juntos ao longo da eminência o que resulta numa abertura posterior no compartimento superior. Já na elevação da mandíbula ocorre o inverso, primeiro há translação posterior seguida pelo giro do côndilo posteriormente sobre o disco.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5990" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-9-e1461887668623.png" alt="movimentos ATM" width="1024" height="391" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-9-e1461887668623.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-9-e1461887668623-300x115.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-9-e1461887668623-768x293.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><strong>2. </strong>Protrusão mandibular (projeção do queixo para frente) e retrusão mandibular (deslizamento dos dentes para trás):<br />
Durante a protrusão e retrusão o movimento é de translação e ocorre na articulação superior. O côndilo e o disco conjuntamente translacionam anterior e inferiormente ao longo da eminência articular na protração e posterior e superiormente na retração.</p>
<p><strong>3.</strong> Desvio lateral da mandíbula (deslizamento dos dentes para ambos os lados).<br />
No desvio lateral a mandíbula desloca-se em torno de um eixo vertical onde um côndilo gira e o outro translaciona para frente.</p>
<p>Os movimentos mandibulares são criados por combinações de rotação e deslizamento nas articulações superiores e inferiores. Sendo controlados pela delicada interação de muitos músculos.</p>
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