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	<title>mandíbula &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>mandíbula &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Anatomia da mandíbula: estrutura, funções e importância na Odontologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Dec 2021 20:06:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anatomia]]></category>
		<category><![CDATA[Anatomia de Cabeça e Pescoço]]></category>
		<category><![CDATA[anatomia]]></category>
		<category><![CDATA[anatomia cabeça e pescoço]]></category>
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					<description><![CDATA[📌 Conteúdo originalmente publicado em 2021 e revisado/atualizado em fevereiro de 2026. A mandíbula é o único osso móvel do crânio e desempenha papel fundamental nas funções mastigatórias, fonéticas e estéticas. Na Odontologia, seu estudo é indispensável para diagnóstico, planejamento clínico e interpretação de exames de imagem. Anatomicamente, a mandíbula apresenta regiões específicas que se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="1570" data-end="1812">📌 Conteúdo originalmente publicado em 2021 e revisado/atualizado em fevereiro de 2026.</p>
<p data-start="1570" data-end="1812">A mandíbula é o único osso móvel do crânio e desempenha papel fundamental nas funções mastigatórias, fonéticas e estéticas. Na Odontologia, seu estudo é indispensável para diagnóstico, planejamento clínico e interpretação de exames de imagem.</p>
<p data-start="1816" data-end="1957">Anatomicamente, a mandíbula apresenta regiões específicas que se relacionam diretamente com dentes, músculos e articulação temporomandibular.</p>
<p data-start="1816" data-end="1957">📘 <strong data-start="461" data-end="489">IA no TCC de Odontologia</strong><br data-start="489" data-end="492" />Está começando a organizar seu TCC? Criamos um guia gratuito com prompts e orientações para usar IA com método, ética e segurança acadêmica.<br />
<a title="Material gratuito" href="https://odontoup-ia.my.canva.site/" target="_blank" rel="noopener">👉 <strong data-start="647" data-end="678">Acessar o material gratuito</strong></a></p>
<h2><strong>O que é a mandíbula?</strong></h2>
<p>A mandíbula é um osso ímpar, mediano e móvel que compõe o viscerocrânio. Ela se articula com o osso temporal por meio da articulação temporomandibular (ATM), permitindo os movimentos de abertura, fechamento e lateralidade da boca.</p>
<h2><strong>Quantos ossos formam a mandíbula?</strong></h2>
<p>A mandíbula é formada por <strong data-start="2298" data-end="2315">um único osso</strong>, embora apresente diversas regiões anatômicas bem definidas.</p>
<h2><strong>Partes anatômicas da mandíbula</strong></h2>
<h3>&#8211; Corpo da mandíbula</h3>
<p>Região horizontal que abriga os dentes inferiores e contém o forame mentual.</p>
<h3>&#8211; Ramo da mandíbula</h3>
<p>Região vertical que se estende superiormente a partir do corpo mandibular.</p>
<h3>&#8211; Ângulo da mandíbula</h3>
<p>Área de transição entre o corpo e o ramo mandibular.</p>
<h3>&#8211; Processo coronóide</h3>
<p>Proeminência anterior do ramo, local de inserção muscular.</p>
<h3>&#8211; Processo condilar (côndilo)</h3>
<p>Estrutura responsável pela articulação com o osso temporal na ATM.</p>
<h2><strong>Funções da mandíbula</strong></h2>
<p data-start="2936" data-end="2975">As principais funções da mandíbula são:</p>
<ul data-start="2976" data-end="3081">
<li data-start="2976" data-end="2988">
<p data-start="2978" data-end="2988">Mastigação</p>
</li>
<li data-start="2989" data-end="2998">
<p data-start="2991" data-end="2998">Fonação</p>
</li>
<li data-start="2999" data-end="3011">
<p data-start="3001" data-end="3011">Deglutição</p>
</li>
<li data-start="3012" data-end="3047">
<p data-start="3014" data-end="3047">Sustentação dos dentes inferiores</p>
</li>
<li data-start="3048" data-end="3081">
<p data-start="3050" data-end="3081">Participação na estética facial</p>
</li>
</ul>
<h2><strong>Importância da mandíbula na Odontologia</strong></h2>
<p data-start="3136" data-end="3190">Na prática odontológica, a mandíbula é essencial para:</p>
<ul data-start="3191" data-end="3332">
<li data-start="3191" data-end="3207">
<p data-start="3193" data-end="3207">Implantodontia</p>
</li>
<li data-start="3208" data-end="3235">
<p data-start="3210" data-end="3235">Cirurgia bucomaxilofacial</p>
</li>
<li data-start="3236" data-end="3248">
<p data-start="3238" data-end="3248">Ortodontia</p>
</li>
<li data-start="3249" data-end="3267">
<p data-start="3251" data-end="3267">Prótese dentária</p>
</li>
<li data-start="3268" data-end="3313">
<p data-start="3270" data-end="3313">Diagnóstico de fraturas e patologias ósseas</p>
</li>
<li data-start="3314" data-end="3332">
<p data-start="3316" data-end="3332">Avaliação da ATM</p>
</li>
</ul>
<h2><strong>Mandíbula e exames de imagem</strong></h2>
<p data-start="3410" data-end="3486">O conhecimento anatômico da mandíbula é fundamental para a interpretação de:</p>
<ul data-start="3487" data-end="3603">
<li data-start="3487" data-end="3511">
<p data-start="3489" data-end="3511">Radiografia panorâmica</p>
</li>
<li data-start="3512" data-end="3540">
<p data-start="3514" data-end="3540">Tomografia computadorizada</p>
</li>
<li data-start="3541" data-end="3576">
<p data-start="3543" data-end="3576">Tomografia de feixe cônico (CBCT)</p>
</li>
<li data-start="3577" data-end="3603">
<p data-start="3579" data-end="3603">Telerradiografia lateral</p>
</li>
</ul>
<h2><strong>Diferença entre mandíbula e maxila</strong></h2>
<ul data-start="3653" data-end="3766">
<li data-start="3653" data-end="3711">
<p data-start="3655" data-end="3711"><strong data-start="3655" data-end="3668">Mandíbula</strong>: osso móvel, abriga os dentes inferiores (<a href="https://www.odontoup.com.br/incisivos-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener">incisivos centrais inferiores</a>, <a href="https://www.odontoup.com.br/incisivos-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener">incisivos laterais inferiores</a>, <a href="https://www.odontoup.com.br/caninos-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener">caninos inferiores</a>, <a href="https://www.odontoup.com.br/pre-molares-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener">pré-molares inferiores</a> e <a href="https://www.odontoup.com.br/molares-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener">molares inferiores</a>).</p>
</li>
<li data-start="3712" data-end="3766">
<p data-start="3714" data-end="3766"><strong data-start="3714" data-end="3724">Maxila</strong>: osso fixo, abriga os dentes superiores (<a href="https://www.odontoup.com.br/incisivos-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener">incisivos centrais superiores</a>, <a href="https://www.odontoup.com.br/incisivos-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener">incisivos laterais superiores</a>, <a href="https://www.odontoup.com.br/caninos-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener">caninos superiores</a>, <a href="https://www.odontoup.com.br/pre-molares-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener">pré-molares superiores</a> e <a href="https://www.odontoup.com.br/molares-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener">molares superiores</a>).</p>
</li>
</ul>
<p class="" data-start="485" data-end="730">A mandíbula é o <strong data-start="501" data-end="531">único osso móvel do crânio</strong>, diretamente envolvido em funções vitais como mastigação, fala e deglutição. Além disso, seu conhecimento anatômico é essencial em áreas como anestesiologia, cirurgia oral, prótese e até ortodontia.</p>
<p class="" data-start="732" data-end="924">Neste guia, você vai encontrar uma explicação clara e direta sobre as estruturas da mandíbula, <strong data-start="827" data-end="870">uma tabela resumida para revisão rápida</strong> e dicas que vão facilitar (muito!) o seu aprendizado.</p>
<p class="" data-start="926" data-end="1058">Prepare-se para nunca mais esquecer onde fica o forame mentual — e ainda mandar bem na hora de aplicar esse conhecimento na clínica!</p>
<h2><strong>Introdução à anatomia da mandíbula</strong></h2>
<p>É um osso com formato em ferradura (<em>horseshoe-shaped)</em>, sendo um osso ímpar, faz parte do grupo <a href="https://www.odontoup.com.br/ossos-do-cranio-faciais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">viscerocânio</a>.</p>
<p>É o único osso que não se articula com os <a href="https://www.odontoup.com.br/ossos-do-cranio-faciais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ossos cranianos</a> adjacentes através de suturas. Observando o crânio puramente como estrutura óssea, não há nada que prenda anatomicamente a <strong>mandíbula</strong> ao resto do crânio.</p>
<p>Antes de continuar, você sabia que temos um canal no Youtube? Teremos conteúdos como esse transformados em vídeos e precisam que você se inscreva ❤️ (só clicar no link:)</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/@siteodontoup" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10757 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/03/2.png" alt="canal youtube do odonto up " width="2240" height="1260" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/03/2.png 2240w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/03/2-300x169.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/03/2-1024x576.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/03/2-768x432.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/03/2-1536x864.png 1536w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/03/2-2048x1152.png 2048w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/03/2-696x392.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/03/2-1068x601.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/03/2-747x420.png 747w" sizes="(max-width: 2240px) 100vw, 2240px" /></a></p>
<p>Este osso articula-se através dos dentes com a <a href="https://www.odontoup.com.br/anatomia-da-maxila/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">maxila</a>, no viscerocrânio, quando a boca se encontra fechada. Ele também se articula com o <a href="https://www.odontoup.com.br/ossos-do-cranio-faciais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">neurocrânio</a> através do osso temporal, formando a articulação temporomandibular (<a href="https://www.odontoup.com.br/atm-articulacao-temporo-mandibular/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ATM</a>).</p>
<p>É composta por um corpo (corpo da mandíbula) e dois ramos (ramos da mandíbula).</p>
<p>Cada ramo se divide em <strong>processo coronoide</strong> e <strong>processo condilar </strong>(<em>veja na imagem logo abaixo</em>). O corpo é composto pela base e pela parte alveolar, separada do processo coronoide pela linha oblíqua, com um trajeto oblíquo e em direção anterior. Anteriormente, na parte alveolar, situa-se o mento (queixo), com a protuberância mentual, os tubérculos mentuais e os forames mentuais.</p>
<figure id="attachment_10132" aria-describedby="caption-attachment-10132" style="width: 1804px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-10132 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/corpo-e-processos-da-mandibula1-e1639146881822.jpg" alt="corpo da mandíbula (com processos e angulos)" width="1804" height="729" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/corpo-e-processos-da-mandibula1-e1639146881822.jpg 1804w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/corpo-e-processos-da-mandibula1-e1639146881822-300x121.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/corpo-e-processos-da-mandibula1-e1639146881822-1024x414.jpg 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/corpo-e-processos-da-mandibula1-e1639146881822-768x310.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/corpo-e-processos-da-mandibula1-e1639146881822-1536x621.jpg 1536w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/corpo-e-processos-da-mandibula1-e1639146881822-696x281.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/corpo-e-processos-da-mandibula1-e1639146881822-1068x432.jpg 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/corpo-e-processos-da-mandibula1-e1639146881822-1039x420.jpg 1039w" sizes="(max-width: 1804px) 100vw, 1804px" /><figcaption id="caption-attachment-10132" class="wp-caption-text">Corpo da mandíbula e processos destacados</figcaption></figure>
<p>O corpo da mandíbula e o ramo da mandíbula se unem no <strong>ângulo da mandíbula</strong>. Já o processo condilar apresenta a <strong>cabeça da mandíbula</strong>.</p>
<figure id="attachment_10134" aria-describedby="caption-attachment-10134" style="width: 1584px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-10134 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/LINHA-OBLIQUA-E-CABECA-DA-MANDIBULA-e1639147413798.jpg" alt="linha oblíqua e cabeça da mandíbula" width="1584" height="897" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/LINHA-OBLIQUA-E-CABECA-DA-MANDIBULA-e1639147413798.jpg 1584w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/LINHA-OBLIQUA-E-CABECA-DA-MANDIBULA-e1639147413798-300x170.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/LINHA-OBLIQUA-E-CABECA-DA-MANDIBULA-e1639147413798-1024x580.jpg 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/LINHA-OBLIQUA-E-CABECA-DA-MANDIBULA-e1639147413798-768x435.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/LINHA-OBLIQUA-E-CABECA-DA-MANDIBULA-e1639147413798-1536x870.jpg 1536w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/LINHA-OBLIQUA-E-CABECA-DA-MANDIBULA-e1639147413798-696x394.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/LINHA-OBLIQUA-E-CABECA-DA-MANDIBULA-e1639147413798-1068x605.jpg 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/LINHA-OBLIQUA-E-CABECA-DA-MANDIBULA-e1639147413798-742x420.jpg 742w" sizes="(max-width: 1584px) 100vw, 1584px" /><figcaption id="caption-attachment-10134" class="wp-caption-text">Linha oblíqua e cabeça da mandíbula</figcaption></figure>
<p>Explorando um pouco mais a anatomia da mandíbula, na face interna, o ramo da mandíbula encontra-se o o forame da mandíbula. À frente deste forame observa-se a linha <strong>milo-hioidea</strong>, que forma uma crista e serve como local de inserção para o <a href="https://www.odontoup.com.br/resumo-2-anatomia-de-cabeca-e-pescoco/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>músculo milo-hioideo</strong></a>, marcando o plano do assoalho da boca.</p>
<figure id="attachment_10135" aria-describedby="caption-attachment-10135" style="width: 1612px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-10135 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/face-interna-mandibulajpg-e1639148637286.jpg" alt="face interna na mandíbula " width="1612" height="849" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/face-interna-mandibulajpg-e1639148637286.jpg 1612w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/face-interna-mandibulajpg-e1639148637286-300x158.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/face-interna-mandibulajpg-e1639148637286-1024x539.jpg 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/face-interna-mandibulajpg-e1639148637286-768x404.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/face-interna-mandibulajpg-e1639148637286-1536x809.jpg 1536w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/face-interna-mandibulajpg-e1639148637286-696x367.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/face-interna-mandibulajpg-e1639148637286-1068x562.jpg 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/face-interna-mandibulajpg-e1639148637286-797x420.jpg 797w" sizes="auto, (max-width: 1612px) 100vw, 1612px" /><figcaption id="caption-attachment-10135" class="wp-caption-text">face interna na mandíbula</figcaption></figure>
<p>Já analisando a mandíbula por uma vista inferior, na face interna da mandíbula, a espinha geniana se encontra próximo da linha média. Lateralmente e abaixo desta espinha, o osso se aprofunda para formar a fossa digástrica; também acima da espinha geniana.</p>
<p>Ficou confuso? Veja a imagem abaixo:</p>
<figure id="attachment_10136" aria-describedby="caption-attachment-10136" style="width: 1593px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-10136 size-full" title="anatomia da mandíbula" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/vista-inferior-mandibula-e1639159741940.jpg" alt="vista inferior da mandíbula" width="1593" height="1032" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/vista-inferior-mandibula-e1639159741940.jpg 1593w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/vista-inferior-mandibula-e1639159741940-300x194.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/vista-inferior-mandibula-e1639159741940-1024x663.jpg 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/vista-inferior-mandibula-e1639159741940-768x498.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/vista-inferior-mandibula-e1639159741940-1536x995.jpg 1536w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/vista-inferior-mandibula-e1639159741940-696x451.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/vista-inferior-mandibula-e1639159741940-1068x692.jpg 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/vista-inferior-mandibula-e1639159741940-648x420.jpg 648w" sizes="auto, (max-width: 1593px) 100vw, 1593px" /><figcaption id="caption-attachment-10136" class="wp-caption-text">vista inferior da mandíbula</figcaption></figure>
<p>Processo (apófise) alveolar é provavelmente a parte mais importante de todo o osso, já que <strong>abriga os dentes</strong>, através de um mecanismo articular conhecido como <strong>gonfose</strong>. Os dentes são responsáveis pela mordida, mastigação, corte e trituração dos alimentos, bem como pela fala e pronúncia, e suporte aos tecidos da face.</p>
<p>O forame mandibular envolve o <a href="https://www.odontoup.com.br/resumo-1-de-anatomia-de-cabeca-e-pescoco/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">nervo alveolar inferior</a> e seus ramo. O corpo lateral da mandíbula contém o forame mentual (mentoniano), onde emerge o nervo mentual bilateralmente e seus vasos correspondentes.</p>
<figure id="attachment_10137" aria-describedby="caption-attachment-10137" style="width: 1785px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-10137 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/forames-da-mandibula-e1639161585540.jpg" alt="forames da mandíbula" width="1785" height="897" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/forames-da-mandibula-e1639161585540.jpg 1785w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/forames-da-mandibula-e1639161585540-300x151.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/forames-da-mandibula-e1639161585540-1024x515.jpg 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/forames-da-mandibula-e1639161585540-768x386.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/forames-da-mandibula-e1639161585540-1536x772.jpg 1536w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/forames-da-mandibula-e1639161585540-696x350.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/forames-da-mandibula-e1639161585540-1068x537.jpg 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/forames-da-mandibula-e1639161585540-836x420.jpg 836w" sizes="auto, (max-width: 1785px) 100vw, 1785px" /><figcaption id="caption-attachment-10137" class="wp-caption-text">forames da mandíbula (mandibular, mentual e lingual)</figcaption></figure>
<p>Veja a tabela a seguir:</p>
<table class="min-w-full" data-start="2623" data-end="3357">
<thead data-start="2623" data-end="2724">
<tr data-start="2623" data-end="2724">
<th data-start="2623" data-end="2647">Estrutura</th>
<th data-start="2647" data-end="2724">Descrição</th>
</tr>
</thead>
<tbody data-start="2826" data-end="3357">
<tr data-start="2826" data-end="2932">
<td class="" data-start="2826" data-end="2868"><span class="relative -mx-px my-[-0.2rem] rounded-sm px-px py-[0.2rem]"><strong data-start="0" data-end="22" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Corpo da Mandíbula</strong></span></td>
<td class="" data-start="2868" data-end="2932"><span class="relative -mx-px my-[-0.2rem] rounded-sm px-px py-[0.2rem]">Parte horizontal que suporta os dentes inferiores.</span></td>
</tr>
<tr data-start="2933" data-end="3042">
<td class="" data-start="2933" data-end="2976"><span class="relative -mx-px my-[-0.2rem] rounded-sm px-px py-[0.2rem]"><strong data-start="0" data-end="21" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Ramo da Mandíbula</strong></span></td>
<td class="" data-start="2976" data-end="3042"><span class="relative -mx-px my-[-0.2rem] rounded-sm px-px py-[0.2rem]">Prolongamento vertical que se conecta ao crânio.</span></td>
</tr>
<tr data-start="3043" data-end="3134">
<td class="" data-start="3043" data-end="3085"><span class="relative -mx-px my-[-0.2rem] rounded-sm px-px py-[0.2rem]"><strong data-start="0" data-end="22" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Processo Coronoide</strong></span></td>
<td class="" data-start="3085" data-end="3134"><span class="relative -mx-px my-[-0.2rem] rounded-sm px-px py-[0.2rem]">Projeção anterior do ramo; ponto de inserção do músculo temporal.</span></td>
</tr>
<tr data-start="3135" data-end="3221">
<td class="" data-start="3135" data-end="3178"><span class="relative -mx-px my-[-0.2rem] rounded-sm px-px py-[0.2rem]"><strong data-start="0" data-end="21" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Processo Condilar</strong></span></td>
<td class="" data-start="3178" data-end="3221"><span class="relative -mx-px my-[-0.2rem] rounded-sm px-px py-[0.2rem]">Projeção posterior do ramo; participa da articulação temporomandibular.</span></td>
</tr>
<tr data-start="3222" data-end="3357">
<td class="" data-start="3222" data-end="3268"><span class="relative -mx-px my-[-0.2rem] rounded-sm px-px py-[0.2rem]"><strong data-start="0" data-end="18" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Forame Mentual</strong></span></td>
<td class="" data-start="3268" data-end="3310"><span class="relative -mx-px my-[-0.2rem] rounded-sm px-px py-[0.2rem]">Abertura no corpo da mandíbula para passagem de nervos e vasos sanguíneos.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>*<em>ao final do post, você encontrará uma tabela resumida com outras informações fundamentais.</em></p>
<h2><strong>Correlações clínicas</strong></h2>
<p>As fraturas da mandíbula ocorrem frequentemente, só sendo superadas pelas fraturas do osso nasal, em razão da sua localização exposta. A conformação em U explica as fraturas muito diferentes, particularmente na região dos dentes <a href="https://www.odontoup.com.br/incisivos-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">incisivos</a> e na altura dos terceiros <a href="https://www.odontoup.com.br/molares-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">molares</a>. O <a href="https://www.odontoup.com.br/sangue-e-linfa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">sangue</a> derivado da mandíbula acumula-se no tecido conjuntivo frouxo do assoalho da boca, causando uma equimose que é característica de fratura.</p>
<p>Quando próteses dentárias não são utilizadas, a perda dos dentes causa uma regressão e reabsorção do processo alveolar da mandíbula na região dos dentes ausentes.</p>
<h2 data-start="249" data-end="303"><strong>Curiosidades e Aplicações Clínicas da Mandíbula</strong></h2>
<p data-start="305" data-end="367">🔍 <strong data-start="313" data-end="367">Curiosidades anatômicas que você talvez não saiba:</strong></p>
<ul data-start="369" data-end="989">
<li class="" data-start="369" data-end="528">
<p class="" data-start="371" data-end="528"><strong data-start="371" data-end="406">É o único osso móvel do crânio.</strong><br data-start="406" data-end="409" />A mandíbula articula-se com o osso temporal por meio da <strong data-start="467" data-end="506">articulação temporomandibular (ATM)</strong> — isso a torna única!</p>
</li>
<li class="" data-start="530" data-end="648">
<p class="" data-start="532" data-end="648"><strong data-start="532" data-end="572">É o maior e mais forte osso da face.</strong><br data-start="572" data-end="575" />Sua robustez é o que garante força para funções como mastigação e fala.</p>
</li>
<li class="" data-start="650" data-end="822">
<p class="" data-start="652" data-end="822"><strong data-start="652" data-end="703">Se desenvolve a partir de dois ossos separados.</strong><br data-start="703" data-end="706" />Durante o desenvolvimento embrionário, a mandíbula começa como dois ossos que se fundem na <strong data-start="799" data-end="821">sínfise mandibular</strong>.</p>
</li>
<li class="" data-start="824" data-end="989">
<p class="" data-start="826" data-end="989"><strong data-start="826" data-end="867">É atravessada por nervos importantes.</strong><br data-start="867" data-end="870" />Como o <strong data-start="879" data-end="906">nervo alveolar inferior</strong>, que passa pelo canal mandibular e precisa ser conhecido para anestesias eficazes.</p>
</li>
</ul>
<h2 data-start="996" data-end="1072"><strong data-start="1004" data-end="1072">Aplicações clínicas indispensáveis para o dia a dia do dentista:</strong></h2>
<ul data-start="1074" data-end="1865">
<li class="" data-start="1074" data-end="1231">
<p class="" data-start="1076" data-end="1231"><strong data-start="1076" data-end="1096">Anestesia local:</strong><br data-start="1096" data-end="1099" />O conhecimento do <strong data-start="1119" data-end="1140">forame mandibular</strong> e <strong data-start="1143" data-end="1161">forame mentual</strong> é essencial para técnicas como o bloqueio do nervo alveolar inferior.</p>
</li>
<li class="" data-start="1233" data-end="1397">
<p class="" data-start="1235" data-end="1397"><strong data-start="1235" data-end="1255">Cirurgias orais:</strong><br data-start="1255" data-end="1258" />Extrações de terceiros molares, fraturas mandibulares ou biópsias exigem domínio total da anatomia para evitar lesões em vasos ou nervos.</p>
</li>
<li class="" data-start="1399" data-end="1546">
<p class="" data-start="1401" data-end="1546"><strong data-start="1401" data-end="1426">Implantes e próteses:</strong><br data-start="1426" data-end="1429" />A espessura do osso mandibular influencia diretamente na escolha de implantes dentários e na técnica de instalação.</p>
</li>
<li class="" data-start="1548" data-end="1718">
<p class="" data-start="1550" data-end="1718"><strong data-start="1550" data-end="1587">Ortodontia e planejamento facial:</strong><br data-start="1587" data-end="1590" />Alterações no crescimento mandibular afetam o perfil facial e podem exigir tratamentos corretivos como a cirurgia ortognática.</p>
</li>
<li class="" data-start="1720" data-end="1865">
<p class="" data-start="1722" data-end="1865"><strong data-start="1722" data-end="1758">Radiografias e exames de imagem:</strong><br data-start="1758" data-end="1761" />Saber localizar e interpretar estruturas anatômicas é fundamental para não cometer erros diagnósticos.</p>
</li>
</ul>
<p>A <strong>melhor forma de aprender</strong> as informações mais importantes da mandíbula é colocando em uma tabela. Fizemos isso para você:</p>
<p style="text-align: center;"><span class="td_btn td_btn_sm td_default_btn td_btn_md" style="color: #ffffff;"><a style="color: #ffffff;" href="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Mandíbula_Tabela_Resumida.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD TABELA RESUMIDA</a></span></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p data-start="3791" data-end="3967">A anatomia da mandíbula é um dos pilares do ensino odontológico. Seu domínio garante segurança clínica, diagnóstico preciso e planejamento eficiente em diversas especialidades.</p>
<p>Agora que você já domina a mandíbula, que tal aprender sobre a <a href="https://www.odontoup.com.br/anatomia-da-maxila/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">maxila</a> e <a href="https://www.odontoup.com.br/ossos-do-cranio-faciais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ossos do crânio</a>.</p>
<h2 data-start="3791" data-end="3967">Perguntas frequentes sobre a mandíbula</h2>
<p data-start="4009" data-end="4088"><strong data-start="4009" data-end="4045">A mandíbula é um osso ou dois?</strong><br data-start="4045" data-end="4048" />A mandíbula é formada por um único osso.</p>
<p data-start="4090" data-end="4230"><strong data-start="4090" data-end="4135">Qual a importância da ATM na mandíbula?</strong><br data-start="4135" data-end="4138" />A ATM permite os movimentos funcionais da mandíbula, sendo essencial para mastigação e fala.</p>
<p class="" data-start="2385" data-end="2470"><span class="relative -mx-px my-[-0.2rem] rounded-sm px-px py-[0.2rem]">&#8220;Gostou do conteúdo? Deixe seu comentário abaixo com dúvidas ou sugestões. Não se esqueça de compartilhar este artigo com seus colegas!&#8221;</span>​</p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<p>NETTER, Atlas de Anatomia da Cabeça e Pescoço. 3a Edição;<br />
SOBOTTA, Anatomia de Cabeça, Pescoço e Neurocrânio, 24a Edição.</p>
<p>Imagens: KenHub; Sobotta; Netter.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Defeito Ósseo de Stafne</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2016 13:59:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estomatologia & Patologia]]></category>
		<category><![CDATA[defeito]]></category>
		<category><![CDATA[lesão]]></category>
		<category><![CDATA[mandíbula]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[ósseo]]></category>
		<category><![CDATA[patologia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[stafne]]></category>
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					<description><![CDATA[O defeito de Stafne pode ser chamado também de Cisto ósseo de Stafne, Depressão mandibular da glândula salivar, Cisto ósseo latente, Cisto ósseo estático, Defeito ósseo estático ou Defeito da cortical lingual da mandíbula. Foi no ano de 1942, que Edward Stafne relatou lesões que acometiam regiões localizadas próximas do ângulo da mandíbula. Esse defeito [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="dropcap">O</span> <strong>defeito de Stafne</strong> pode ser chamado também de Cisto ósseo de Stafne, Depressão mandibular da glândula salivar, Cisto ósseo latente, Cisto ósseo estático, Defeito ósseo estático ou Defeito da cortical lingual da mandíbula. Foi no ano de 1942, que Edward Stafne relatou <strong>lesões</strong> que acometiam regiões localizadas próximas do ângulo da<strong> mandíbula</strong>. Esse defeito ósseo apresenta-se como uma região radiolúcida, assintomática, com aspecto arredondado, bordas radiopacas com diâmetro de variando de 1 a 3 mm, localizada na região posterior da mandíbula, na região de molares e ângulo da mandíbula abaixo do canal mandibular e próximo a base da mandíbula. É de fácil visualização essas alterações em radiografias panorâmicas, porém, não é possível realizar o diagnóstico só por esse meio de exame complementar. Esse tipo de anomalia apresenta maior incidência em homens.</p>
<p>É mais comum o aparecimento desse <strong>defeito ósseo</strong> em regiões posteriores de mandíbula unilaterais – já foram relatados achados bilaterais &#8211; mas existem casos relatados que foram encontrados na região anterior de mandíbula. Atualmente, acredita-se que esse defeito ósseo é uma <strong>alteração de desenvolvimento</strong> e que não esta ligado a formação fetal. Segundo alguns autores, descrevem que essa lesão é decorrente de um processo osteoclástico, que age de forma lenta e gradativa, ocasionada pela glândula submandibular que exerce uma pressão na superfície óssea causando essa deformidade. Ou somente uma variação anatômica.<br />
Quando realizado biopsia, são achados comuns tecido glandular, existem poucos relatos que não continham nenhum conteúdo ou continham tecido conjuntivo fibroso, tecido muscular, gordura, vasos sanguíneos ou tecido linfoide.<br />
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<p>Para que sejam evitados procedimentos desnecessários, é imprescindível que seja solicitado <strong>exames complementares</strong> para que o correto <strong>diagnóstico</strong>, sendo assim a maneira mais apropriada. Podem ser solicitados exames complementares como tomografia computadorizada (TC), imagem por ressonância magnética (IRM) ou sialografia (realizado por meio de contraste, é mais invasivo), mas a maioria dos casos somente a TC e/ou IRM são suficientes. Com a evolução dos métodos de <strong>diagnóstico por imagem,</strong> o método cirúrgico foi abolido por alguns cirurgiões, sendo que os exames complementares são suficientes para realizar o diagnóstico com precisão, trazendo também benefícios para o paciente que não precisou ser submetido a uma intervenção cirúrgica.</p>
<p>Por se apresentar uma lesão assintomática, não é necessário tratamento imediato, porém, deve ser realizado acompanhamento radiográfico.<br />
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</body></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cirurgia Ortognática: Entenda o que é em 3 minutos.</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/cirurgia-ortognatica-entenda-o-que-e-em-3-minutos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2016 18:51:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[classificação]]></category>
		<category><![CDATA[deformidades]]></category>
		<category><![CDATA[dentofaciais]]></category>
		<category><![CDATA[mandíbula]]></category>
		<category><![CDATA[maxila]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[ortognática]]></category>
		<category><![CDATA[Princípios]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[traumatologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A cirurgia ortognática é uma modalidade de tratamento bem estabelecida para corrigir as deformidades dentofaciais moderadas e severas, de modo a facilitar a terapia ortodôntica de má-oclusão. A conduta de tratamento visa atender a cinco princípios: As deformidades dentofaciais podem, frequentemente, ser tratadas por procedimentos isolados na maxila ou mandíbula. Em razão das anormalidades poderem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>cirurgia ortognática</strong> é uma modalidade de tratamento bem estabelecida para corrigir as <strong>deformidades dentofaciais</strong> moderadas e severas, de modo a facilitar a terapia ortodôntica de má-oclusão.</p>
<p>A conduta de tratamento visa atender a cinco princípios:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6482" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/ortognatica-2-e1468262906308.png" alt="ortognatica" width="1024" height="565" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/ortognatica-2-e1468262906308.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/ortognatica-2-e1468262906308-300x166.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/ortognatica-2-e1468262906308-768x424.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>As deformidades dentofaciais podem, frequentemente, ser tratadas por procedimentos isolados na maxila ou mandíbula. Em razão das anormalidades poderem ocorrer em ambos os ossos, maxila e mandíbula, a correção geralmente requer a combinação de procedimentos cirúrgicos.</p>
<p>As <strong>deformidades dentofaciais</strong> podem ser classificadas, de acordo com a alteração óssea, em:</p>
<ul>
<li>Deficiência ou excesso vertical de maxila</li>
<li>Deficiência transversal de maxila</li>
<li>Deficiência ou excesso ântero-posterior de maxila</li>
<li>Deficiência ou excesso ântero-posterior de mandíbula</li>
<li>Assimetria mandibular</li>
<li>Deficiência ou excesso ântero-posterior de mento</li>
<li>Mordida aberta anterior</li>
<li>Combinação dessas deformidades</li>
</ul>
<p>As principais <strong>técnicas cirúrgicas</strong> para correção de deformidades dento-faciais são:</p>
<ul>
<li>Osteotomia da maxila tipo LeFort I</li>
<li>Osteotomia sagital do ramo mandibular</li>
<li>Mentoplastia</li>
<li>Expansão rápida de maxila</li>
</ul>
<p>A preparação do paciente inclui o tratamento ortodôntico, controle de problemas sistêmicos, avaliação laboratorial (exames pré-operatórios), e, muitas vezes, preparação psicológica – levando em conta a mudança estética que o procedimento proporciona.<br />
O pós-operatório – como todo procedimento cirúrgico – exige cuidados especiais:</p>
<ul>
<li>Alimentação completamente líquida e fria nos primeiros dias</li>
<li>Gelo nas primeiras 48 horas</li>
<li>Compressa morna (após as primeiras 48 horas)</li>
<li>Manter a cabeceira da cama elevada em 45º</li>
<li>Retornos periódicos ao Cirurgião responsável</li>
</ul>
<p><body><br />
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</body></p>
<p>Em breve um post com as definições das técnicas e suas particularidades. Não deixe de seguir o Odonto Up nas redes sociais:<strong><span style="color: #33cccc;"> <a style="color: #33cccc;" href="https://www.facebook.com/odonto.up/?pnref=lhc" target="_blank" rel="noopener noreferrer">facebook</a></span></strong>, <strong><span style="color: #33cccc;"><a style="color: #33cccc;" href="https://www.instagram.com/siteodontoup/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">instagram</a></span></strong> e<strong><span style="color: #33cccc;"> <a style="color: #33cccc;" href="https://twitter.com/odontoup" target="_blank" rel="noopener noreferrer">twitter</a></span></strong>!</p>
<p>Autor: Katheleen Miranda dos Santos</p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<ol>
<li>Araújo A. Cirurgia Ortognática. 1 ed. São Paulo: Santos; 1999, 113-130.</li>
<li>Araújo I, Scariot R, Rebellato N, <em>et al</em>., Cirurgia ortognática combinada maxilomandibular para correção de deformidade dentofacial – Relato de Caso. Revista. Dens., v. 15, n. 2, p. 121-6, 2007.</li>
<li>Ellis III, E.; Zide M. Acessos Cirúrgicos ao Esqueleto Facial. 2ª ed., São Paulo:Ed. Santos, 2006.</li>
<li>Miloro, M. et al. Principles of oral maxillofacial surgery. Second ediction. Canadá Bc Decker, 2004.</li>
<li>Peterson LJ, Ellis E, Hupp E, Hupp JR, Tucker MR. Cirurgia oral e maxillofacial contemporânea. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.</li>
<li>Proffit WR, Turvey TA, PhIllips C. The hierarchy of stability and predictability in orthognathic surgery with rigid fixation: an update and extension. Head Face Med 2007; 3: 21-22.</li>
<li>Quinn P. D. Color Atlas of Temporal Mandibular Joint Surgery. 1<sup>ª</sup>  , Mosby. 1997.</li>
<li>Scariot R, Oliveira IA, Costa DJ, Rebellato NLB, Muller PR. Fratura inadequada em cirurgia ortognática de avanço mandibular: Relato de caso. Rev bras cir traumatol buco-maxilo-fac 2007; 4:294-9</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Biogênese da Dentição Humana</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/biogenese-da-denticao-humana/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/biogenese-da-denticao-humana/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2015 04:26:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ortodontia & Ortopedia Facial]]></category>
		<category><![CDATA[decíduo]]></category>
		<category><![CDATA[dente]]></category>
		<category><![CDATA[dentes retidos]]></category>
		<category><![CDATA[espaço]]></category>
		<category><![CDATA[mandíbula]]></category>
		<category><![CDATA[maxila]]></category>
		<category><![CDATA[molar]]></category>
		<category><![CDATA[nance]]></category>
		<category><![CDATA[permanente]]></category>
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					<description><![CDATA[Dentição DecíduaInicia-se aproximadamente aos 6 meses de vida, com erupção do ICId (Incisivo Central Inferior decido). Completa aproximadamente aos 24-30 meses com erupção dos últimos dentes decíduos (segundos molares descidos). Seu término é dado até os 5,5 &#8211; 6 anos com erupção do primeiro dente permanente, sendo o 1MI (primeiro molar inferior) permanente. A cronologia de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dentição Decídua</strong><br />Inicia-se aproximadamente aos 6 meses de vida, com erupção do ICId (Incisivo Central Inferior decido). Completa aproximadamente aos 24-30 meses com erupção dos últimos dentes decíduos (segundos molares descidos). Seu término é dado até os 5,5 &#8211; 6 anos com erupção do primeiro dente permanente, sendo o 1MI (primeiro molar inferior) permanente. A cronologia de erupção é muito variável, sendo a sequência mais importante.</p>
<p><strong>Dentadura Mista</strong><br />Até o último dente decido esfoliar, sendo esse, o segundo molar inferior decíduo (2MId)</p>
<p><strong>Dentição Permanente</strong><br />Aos 12 anos &#8211; segundos molares permanentes<br />Aos 18 anos &#8211; terceiros molares. Obs.: clinicamente, podemos não considerar os terceiros molares.</p>
<p><strong>Sequência de erupção &#8211; Dentes Decíduos</strong></p>
<ol>
<li>Incisivos Centrais Inferiores</li>
<li>Incisivos Centrais Superiores</li>
<li>Incisivos Laterais Superiores</li>
<li>Incisivos Laterais Inferiores</li>
<li>Primeiro Molar Inferiores</li>
<li>Primeiro Molar Superiores</li>
<li>Caninos Inferiores</li>
<li>Caninos Superiores</li>
<li>Segundos Molares Inferiores</li>
<li>Segundo Molares Superiores</li>
</ol>
<p>Obs.: geralmente, os dentes mandibulares (inferiores) nascem um pouco antes que os maxilares (superiores).</p>
<p><strong>Característica Morfológicas da Dentadura Decídua</strong><br /><strong>1 &#8211; Arcos semi-circulares;</strong><br />2 &#8211; <strong>Diastemas generalizados</strong> (normalidade): a presença de diademas indica que os dentes que serão sucessores terão espaço para se acomodar adequadamente, já que eles são maiores que os antecessores.<br />3 &#8211; <strong>Implantação vertical dos dentes decíduos nos processos alveolares:</strong> os dentes decíduos não têm inclinação nos processos alveolares, ou seja, têm uma implantação vertical;<br />4 &#8211; <strong>Ausência de curvas compensatórias (Curva de Spee e Wilson):</strong> decorrente da compensação vertical dos processos alveolares;<br />5 &#8211; <strong>Espaços primatas:</strong> mesiais de caninos superiores e distal de caninos inferiores &gt; providencia espaço dimensional de caninos decíduos e permanentes;<br />6<strong> &#8211; Sobremordida:</strong> de 0 a 3 mm (normal); &gt; 3 mm (profunda); &lt; 0 mm (aberta);<br />7<strong> &#8211; Sobressaliência de 0 a 3 mm;</strong><br />8<strong> &#8211; Relação dos caninos em classe I;</strong><br />9 &#8211; <strong>Plano terminal do 2Md =</strong> reto ou degrau mesial. É aceitável no máximo um pequeno degrau mesial.<br />&#8211; Sem degrau = mordida topo a topo;<br />&#8211; Degrau mesial = Classe I;<br />&#8211; Degrau distal = Classe II;<br />&#8211; Grande degrau distal: Classe III.<br /><span style="color: #999999;">(Linden, 1986)</span></p>
<ul>
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<li>Primeiro período transicional</li>
<li>Período intertransicional</li>
<li>Segundo período transicional</li>
</ul>
<p><strong>Primeiro Período Transicional</strong><br />Nesse período ocorre 2 eventos importantes:</p>
<ol>
<li>Erupção dos primeiros molares permanentes;<br />&#8211; Com a erupção do primeiro molar permanente, surge a necessidade de controle clínico do perímetro do arco. Caso extraia um dente decíduo, há a necessidade de um mantenedor de espaço</li>
<li>Troca dos incisivos decíduos pelos permanentes</li>
</ol>
<p><strong>Período Intertransicional</strong><br />É um período estável entre os dois períodos de trocas dentárias. Não há trocas dentárias e há na boca um total de 24 dentes, sendo eles 12 decíduos e 12 permanentes simultaneamente.<br /><em>Fase do Patinho Feio (Broad dent) </em></p>
<ul>
<li>8 &#8211; 12 anos</li>
<li>divergências das coroas dos incisivos superiores</li>
<li>canino no ápice do lateral</li>
</ul>
<p><strong>Segundo Período Transicional</strong><br />Neste período, ocorre a troca dos caninos e molares descidos pelos caninos permanentes e pré-molares. Há também o ajuste da relação molar &#8211; Classe I, bem como, a erupção dos segundos molares permanentes<br />&#8211;<em> Espaço Livre de Nance </em></p>
<ul>
<li>+ 1,8 mm na maxila</li>
<li>+ 3,4 mm na mandíbula</li>
</ul>
<p>Isso porque:<br />&#8211; O canino decíduo é MENOR que o Canino permanente;<br />&#8211; O primeiro molar decido é IGUAL ao Primeiro Pré-molar;<br />&#8211; O segundo molar decíduo é muito MAIOR que o Segundo Pré-molar.<br />Esse espaço que sobra no Segundo Período Transicional é definido como o <span style="text-decoration: underline;"><em>Espaço Livre de Nance</em></span>.</p>
<p>Veja esse video incrível que mostra o desenvolvimento radicular: </p>


<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="3D modeling : Root tooth development" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/5Mi4AX50LO0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Conteúdo retirado da aula do Prof. Ricardo Moresca, Universidade Positivo</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Estruturas Anatômicas Visíveis em Radiografias</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/estruturas-anatomicas-visiveis-em-radiografias/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/estruturas-anatomicas-visiveis-em-radiografias/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2015 05:36:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Radiologia]]></category>
		<category><![CDATA[inferior]]></category>
		<category><![CDATA[mandíbula]]></category>
		<category><![CDATA[maxila]]></category>
		<category><![CDATA[superior]]></category>
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					<description><![CDATA[Estruturas Anatômicas da Maxila Região de Incisivos Superiores Sutura intermaxilar (radiolúcido) Septo nasal (radiopaco) Concha nasal inferior (radiopaco) Espinha nasal anterior (radiopaco) Forame incisivo (radiolúcido) Fossa nasal (radiolúcido) Região de Incisivo Lateral e Canino Superior Soalho do seio maxilar (radiopaco) Y invertido de Ennis (radiopaco) Fossa nasal (radiolúcido) Soalho da fossa nasal (radiopaco) Seio maxilar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Estruturas Anatômicas da Maxila</strong><br />
<strong>Região de Incisivos Superiores</strong></p>
<ul>
<li>Sutura intermaxilar (radiolúcido)</li>
<li>Septo nasal (radiopaco)</li>
<li>Concha nasal inferior (radiopaco)</li>
<li>Espinha nasal anterior (radiopaco)</li>
<li>Forame incisivo (radiolúcido)</li>
<li>Fossa nasal (radiolúcido)</li>
</ul>
<p><strong>Região de Incisivo Lateral e Canino Superior</strong></p>
<ul>
<li>Soalho do seio maxilar (radiopaco)</li>
<li>Y invertido de Ennis (radiopaco)</li>
<li>Fossa nasal (radiolúcido)</li>
<li>Soalho da fossa nasal (radiopaco)</li>
<li>Seio maxilar (radiolúcido)</li>
<li>Fosseta Mirtiforme (radiolúcido)</li>
</ul>
<p><strong>Região de Pré Molares Superiores</strong></p>
<ul>
<li>Septo ósseo do seio maxilar (radiopaco)</li>
<li>Processo zigomático da maxila (radiopaco)</li>
<li>Osso zigomático (radiopaco)</li>
<li>Seio maxilar (radiolúcido)</li>
</ul>
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<p><strong>Região de Molares Superiores</strong></p>
<ul>
<li>Osso zigomático (radiopaco)</li>
<li>Processo zigomático da maxila (radiopaco)</li>
<li>Lâmina lateral do processo pterigoideo do osso esfenoide (radiopaco)</li>
<li>Hâmulo do Pterigoideo (radiopaco)</li>
<li>Processo coronóide da mandíbula  (radiopaco)</li>
<li>Seio maxilar (radiolúcido)</li>
<li>Túber ou Tuberosidade da maxila (radiopaco)</li>
</ul>
<p><strong>Estruturas Anatômicas da Mandíbula</strong><br />
<strong>Região de Incisivos Inferiores</strong></p>
<ul>
<li>Protuberância mentual (radiopaco)</li>
<li>Processo Geni ou Espinha geminiana (radiopaco)</li>
<li>Forame lingual (radiolúcido)</li>
<li>Fossa mentual (radiolúcido)</li>
</ul>
<p><strong>Região de Caninos Inferiores</strong></p>
<ul>
<li>Protuberância mentual (radiopaco)</li>
<li>Processo geni (radiopaco)</li>
<li>Forame lingual (radiolúcido)</li>
<li>Base da mandíbula (radiopaco)</li>
<li>Forame mentual (radiolúcido)</li>
</ul>
<p><strong>Região de Pré-molares Inferiores</strong></p>
<ul>
<li>Forame mentual (radiolúcido)</li>
<li>Linha milo-hioidea (radiopaco)</li>
<li>Fóvea da glândula submandibular (radiolúcido)</li>
<li>Canal mandibular (radiolúcido)</li>
<li>Limites do canal mandibular (radiopaco)</li>
</ul>
<p><strong>Região de Molares Inferiores</strong></p>
<ul>
<li>Canal mandibular (radiolúcido)</li>
<li>Limites do canal mandibular (radiopaco)</li>
<li>Linha milo-hioidea (radiopaco)</li>
<li>Linha obliqua (radiopaco)</li>
<li>Fóvea da glândula submandibular (radiolúcido)</li>
</ul>
<p>Fonte da imagem destacada: https://bruxistas.wordpress.com/page/2/<br />
&nbsp;</p>
<h2>Autor:</h2>
<p><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/03/jeff1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-3322 " src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/03/jeff1-139x300.jpg" alt="jeff" width="130" height="281" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/03/jeff1-139x300.jpg 139w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/03/jeff1.jpg 156w" sizes="auto, (max-width: 130px) 100vw, 130px" /></a><br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">Jefferson P. Oliveira, 24 anos. Acadêmico do 5º ano do  curso<br />
de Odontologia da Universidade Positivo, Curitiba &#8211; PR</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Elementos Constituintes das PPRs – Selas e Conectores</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/elementos-constituintes-das-pprs-selas-e-conectores/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/elementos-constituintes-das-pprs-selas-e-conectores/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Nov 2014 00:36:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prótese]]></category>
		<category><![CDATA[barra]]></category>
		<category><![CDATA[conectores]]></category>
		<category><![CDATA[lingual]]></category>
		<category><![CDATA[mandíbula]]></category>
		<category><![CDATA[maxila]]></category>
		<category><![CDATA[palatina]]></category>
		<category><![CDATA[placa]]></category>
		<category><![CDATA[U]]></category>
		<category><![CDATA[única]]></category>
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					<description><![CDATA[Outro elemento que compõe uma PPR, é a Sela, que é destinada à preencher o espaço protético, reconstruindo funcional e esteticamente os tecidos ósseos e mucosos alterados pela perda dentária e servindo ainda de base para a fixação dos dentes artificiais. Tem função de: Transmissão das forças mastigatórias Preenchimento de espaços Evita impactação alimentar Evita [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Outro elemento que compõe uma PPR, é a <strong>Sela</strong>, que é destinada à preencher o espaço protético, reconstruindo funcional e esteticamente os tecidos ósseos e mucosos alterados pela perda dentária e servindo ainda de base para a fixação dos dentes artificiais.<br />
<strong>Tem função de:</strong></p>
<ul>
<li>Transmissão das forças mastigatórias</li>
<li>Preenchimento de espaços</li>
<li>Evita impactação alimentar</li>
<li>Evita desconforto e injúria</li>
<li>Favorece a fonética</li>
</ul>
<p>Já os<strong> Conectores</strong> são elementos que fazem a ligação ou união dos retentores entre si, rígida e bilateralmente.</p>
<p><strong>Características:</strong></p>
<ul>
<li>Rigidez</li>
<li>Passividade</li>
</ul>
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<p><strong>Classificação:</strong></p>
<ul>
<li>Conectores maiores (barras tangenciais): elemento rígido que faz a conexão de todos os elementos da PPR, conformando sua estrutura.</li>
<li>Conectores menores: barras metálicas de ligação</li>
</ul>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>MAXILA –</strong></span></p>
<table style="height: 487px;" width="701">
<tbody>
<tr>
<td width="576">
<ol>
<li><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-full wp-image-3156" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/11/barra-palatina-dupla.jpg" alt="barra palatina dupla" width="252" height="199" />Barra palatina anterior e posterior</strong></li>
</ol>
<ul>
<li>Casos de classe I e II, quando os dentes estiverem normalmente implantados e rebordos pouco reabsorvidos.</li>
<li>Presença de tórus palatino</li>
<li>Casos de classe III, com espaço protético amplo</li>
<li>Casos de classe IV, quando se quer rigidez para garantir suporte posterior</li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="576">
<ol start="2">
<li><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-3157" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/11/barra-em-U.jpg" alt="barra em U" width="254" height="204" />Barra palatina em “U”</strong></li>
</ol>
<ul>
<li>Largura aumentada para 10mm a 12mm, para garantir estrutura</li>
<li>Casos de tórus palatino posterior</li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="576">
<ol start="3">
<li><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-full wp-image-3158" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/11/barra-palatina-unica.jpg" alt="barra palatina unica" width="256" height="206" />Barra palatina Única</strong></li>
</ol>
<ul>
<li>União dos conectores é feita diretamente na placa</li>
<li>Indicados para pacientes classe III</li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="576">
<ol start="4">
<li><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-full wp-image-3159" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/11/conector-em-placa.jpg" alt="conector em placa" width="256" height="202" />Conector em Placa</strong></li>
</ol>
<ul>
<li>Indicados em casos de extremidade livre, onde o suporte mucoso</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">MANDÍBULA –</span></strong></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="576">
<ol>
<li><strong>Barra Lingual</strong></li>
</ol>
<ul>
<li>Conector mais utilizado</li>
<li>Não apresenta contato direto com os dentes</li>
<li>Largura de 4mm</li>
<li>Distância aproximada de 3mm da gengiva marginal</li>
<li>Borda inferior ao nível da musculatura do assoalho</li>
<li>Secção transversal em forma de gota (meia pêra)</li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="576">
<ol start="2">
<li><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-full wp-image-3161" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/11/chapeado-lingual-ou-placa-lingual.jpg" alt="chapeado lingual ou placa lingual" width="263" height="213" />Placa Lingual</strong></li>
</ol>
<ul>
<li>Apresenta-se em contato com os dentes remanescentes anteriores</li>
<li>Largura de aproximadamente 10mm</li>
<li>Permite terço incisal a descoberto dos dentes inferiores</li>
<li>Indicados para casos onde não apresenta espaço para a barra lingual</li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="576">
<ol start="3">
<li><strong>Barra Vestibular</strong></li>
</ol>
<ul>
<li>Barra de uso extremo</li>
<li>Igual a barra lingual, porém, toda por vestibular.</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Conteúdo baseado na aula do Profº Eduardo Moraes, Universidade Positivo<br />
Fontes das imagens: http://muitobomessecafe.blogspot.com.br/2013/03/conectores-maiores-ppr.html</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/elementos-constituintes-das-pprs-selas-e-conectores/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>ATM &#8211; Articulação Temporomandibular</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/atm-articulacao-temporo-mandibular/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/atm-articulacao-temporo-mandibular/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jun 2012 16:04:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anatomia de Cabeça e Pescoço]]></category>
		<category><![CDATA[articular]]></category>
		<category><![CDATA[ATM]]></category>
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					<description><![CDATA[As articulações temporomandibulares são as articulações mais acionadas do nosso corpo, É uma articulação sinovial, condiliana, do tipo gínglimo, com superfícies fibrocartilaginosas e não de cartilagem hialina e possui um disco articular. &#160; Compartimentos da articulação temporomandibular A ATM é dividida em um compartimento superior e um inferior, separado pelo dico articular. O compartimento superior [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As articulações temporomandibulares são as articulações mais acionadas do nosso corpo, É uma articulação sinovial, condiliana, do tipo gínglimo, com superfícies fibrocartilaginosas e não de cartilagem hialina e possui um disco articular.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5982" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-1-e1461874895884.png" alt="ATM" width="1024" height="624" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-1-e1461874895884.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-1-e1461874895884-300x183.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-1-e1461874895884-768x468.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Compartimentos da articulação temporomandibular </strong></span></p>
<p>A ATM é dividida em um compartimento superior e um inferior, separado pelo dico articular. O compartimento superior é limitado superiormente pela fossa mandibular do <a href="https://www.odontoup.com.br/ossos-do-cranio-faciais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">osso temporal</a> e inferiormente pelo próprio disco articular. Ele contém 1,2 ml de fluído sinovial, e é responsável pelo movimento de translação da articulação.</p>
<p>O compartimento inferior tem o disco articular como uma borda superior e o côndilo da <a href="https://www.odontoup.com.br/ossos-do-cranio-faciais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">mandíbula</a> como uma borda inferior. Ele é ligeiramente menor, com um volume de fluido sinovial médio de 0,9 ml e permite movimentos rotacionais.<br />
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</script></p>
<p><strong>Componentes da articulação temporomandibular </strong></p>
<ul>
<li>Fossa mandibular</li>
<li>Disco articular</li>
<li>Líquido Sinovial</li>
<li>Eminência articular do <a href="https://www.odontoup.com.br/ossos-do-cranio-faciais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">osso temporal</a></li>
<li>Cabeça da mandíbula</li>
<li>Cápsula articular</li>
<li>Ligamentos</li>
</ul>
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<strong>Disco articular </strong></p>
<p>É uma estrutura com forma ovulada, fina. Situada entre o côndilo da mandíbula e a fossa mandibular. Divide a articulação em parte superior e inferior. Sua face superior é côncavo-convexa para se ajustar ao tubérculo e a fossa da mandíbula e sua face inferior é côncava para se ajustar ao côndilo da mandíbula. É vascularizado e inervado nas áreas periféricas, e na parte central é avascular e aneural.</p>
<p>Ele está dividido em 3 porções:</p>
<ol>
<li><em>Anterior: </em>espessa porção se localiza anteriormente ao processo condilar da mandíbula com a boca fechada;</li>
<li><em>Intermediária: </em>está localizada ao longo do tubérculo articular com a boca fechada</li>
<li><em>Posterior:</em> localizada superiormente ao processo condilar da mandíbula com a boca fechada.</li>
</ol>
<hr />
<p><strong>Zona bilaminar </strong></p>
<p>A porção mais posterior da articulação temporomandibular é denominada de zona bilaminar, está formada em um estrato superior, que está sujeito dorsalmente ao processo glenoide, ao conduto auditivo ósseo, à porção cartilaginosa do conduto auditivo e à fáscia da glândula parótida.  Já o estrato inferior insere-se na porção posterior do côndilo e é responsável pela estabilização do disco sobre o côndilo.</p>
<p>Entre eles encontra-se o plexo vascular da ATM com grande quantidade de <a href="https://www.odontoup.com.br/sistema-arterial-e-venoso-da-cabeca-e-do-pescoco/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">vasos</a>, <a href="https://www.odontoup.com.br/resumo-1-de-anatomia-de-cabeca-e-pescoco/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">nervos</a> e tecido conjuntivo.</p>
<hr />
<p><strong>Cápsula articular </strong></p>
<p>A cápsula articular se origina a partir da borda da fossa mandibular, envolve o tubérculo articular do osso temporal e se insere na mandíbula acima da fóvea pterigoide. É tão solto que a mandíbula pode naturalmente se deslocar anteriormente sem danificar as fibras da cápsula.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5987" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-6-e1461884919763.png" alt="capsla articular" width="665" height="413" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-6-e1461884919763.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-6-e1461884919763-300x187.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-6-e1461884919763-768x478.png 768w" sizes="auto, (max-width: 665px) 100vw, 665px" /></p>
<p><em>S</em><em>uperfície interna ou membrana sinovial:</em> recobre o côndilo, a eminência articular e o disco articular. O líquido sinovial confere viscosidade, elasticidade e plasticidade à articulação. As células sinoviais formam o liquido sinovial, que permite a nutrição da cartilagem avascular das superfícies articulares e que tem função de lubrificante para reduzir a fricção.</p>
<p><em>Superfície externa ou fibrosa:</em> formada por tecido conjuntivo denso, fibroso, reforçada na sua superfície lateral, onde se forma o ligamento temporomandibular.</p>
<p>A segunda função da cápsula articular é a propriocepção.</p>
<hr />
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5984" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-3-e1461882805831.png" alt="ligamentos ATM" width="1024" height="481" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-3-e1461882805831.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-3-e1461882805831-300x141.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-3-e1461882805831-768x361.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><strong>Ligamento Temporomandibular (lateral): </strong>é um ligamento com uma certa espessura na face lateral da cápsula articular e impede o deslocamento lateral e posterior do processo condilar da mandíbula. É composto por duas porções: a parte oblíqua externa e a parte horizontal interna.  A parte oblíqua externa é a maior porção, presa ao tubérculo articular, cursa póstero-inferiormente para se fixar em uma região imediatamente inferior ao processo condilar da mandíbula, isso limita a abertura da mandíbula. A parte horizontal interna é a menor porção, está presa ao tubérculo articular cursando horizontalmente para se fixar à parte lateral do processo condilar da mandíbula e disco articular, isso limita o movimento posterior do disco articular e do processo condilar.</p>
<p><strong>Ligamento Esfenomandibular: </strong>estende-se da espinha do <a href="https://www.odontoup.com.br/ossos-do-cranio-faciais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">osso esfenoide</a> até a <a href="https://www.odontoup.com.br/lingua/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">língua</a> da mandíbula. Pode ajudar atuando como eixo da relação à mandíbula através da manutenção da mesma quantidade de tensão durante a abertura e fechamento da boca.</p>
<p><strong>Ligamento Estilomandibular:</strong> é um ligamento acessório, composto por um espessamento da fáscia cervical profunda. Estende-se do <a href="https://www.odontoup.com.br/ossos-do-cranio-faciais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">processo estiloide</a> para a margem posterior do ângulo e ramo da mandíbula. Tem uma função de ajudar a limitar a protusão anterior da mandíbula.</p>
<hr />
<p><strong>Inervação</strong><br />
Nervos: <a href="https://www.odontoup.com.br/nervo-trigemio-v-par-craniano/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">trigêmeo</a>, nervo auriculotemporal, nervo massetérico e temporal profundo posterior.</p>
<p>O <a href="https://www.odontoup.com.br/nervo-trigemio-v-par-craniano/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">nervo mandibular (V3)</a> fornece o suprimento nervoso principal da ATM. A inervação adicional vem do nervo massetérico e nervos temporais profundos. Fibras parassimpáticas do gânglio ótico estimulam a produção sinovial. Neurônios simpáticos do gânglio cervical superior atingem a articulação ao longo dos vasos e desempenham um papel na recepção da dor e o acompanham o volume de sangue.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5985" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-4-e1461883831833.png" alt="inervacao atm" width="1024" height="532" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-4-e1461883831833.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-4-e1461883831833-300x156.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-4-e1461883831833-768x399.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5988" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-7-e1461886291131.png" alt="nervos ATM" width="1024" height="435" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-7-e1461886291131.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-7-e1461886291131-300x127.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-7-e1461886291131-768x326.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<hr />
<p><strong>Suprimento vascular</strong><br />
<a href="https://www.odontoup.com.br/sistema-arterial-e-venoso-da-cabeca-e-do-pescoco/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #000000;">Artérias: </span></a>temporal superficial, auricular posterior, artéria facial, timpânica anterior e faríngea ascendente, que são ramos da artéria carótida externa.</p>
<p>A suplementação da ATM é dada por três artérias principais. A alimentação principal vem da artéria auricular posterior (a partir da artéria maxilar) e da artéria temporal superficial (um ramo terminal da artéria carótida externa). Além disso, uma parte da suplementação da articulação é fornecida pela artéria timpânica anterior (também um ramo da artéria maxilar). Já os drenos de sangue venoso, são  feitos por meio da veia temporal superficial e a veia maxilar.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5989" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-8-e1461887299517.png" alt="suplementacao sanguinea " width="1024" height="435" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-8-e1461887299517.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-8-e1461887299517-300x127.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-8-e1461887299517-768x326.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<hr />
<p><strong>Músculos </strong><br />
A ATM se relaciona com alguns <a href="https://www.odontoup.com.br/resumo-anatomia-de-cabeca-e-pescoco/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">músculos</a>, que tem função de elevação, protusão, desvio e outros. Estão nesse grupo:</p>
<p><strong>Pterigoideo Lateral: </strong>É um músculo da mastigação muito importante na ATM.<br />
<em><span style="color: #000000;">Feixe superior:<br />
</span></em>Origem: asa maior do esfenoide.<br />
Inserção: cápsula articular.<br />
<span style="color: #000000;"><em>Feixe inferior<br />
</em></span>Origem: face lateral da lâmina lateral do processo pterigoide do osso esfenoide.<br />
Inserção: fóvea pterigoidea da mandíbula.<br />
Função: elevação, protrusão e desvio lateral.</p>
<p><strong>Pterigoideo Medial: </strong><br />
Origem: asa interna do processo pterigoideo.<br />
Inserção: ângulo interno da mandíbula, medialmente a inserção do masseter.<br />
Função: elevação e desvio lateral (unilateral)</p>
<p><strong>Temporal: </strong><br />
Origem: fossa temporal e superfície lateral do crânio.<br />
Inserção: processo coronoide e borda anterior da mandíbula.<br />
Função: elevação da mandíbula.</p>
<p><strong>Masseter: </strong><br />
Origem: arco zigomático.<br />
Inserção: ângulo da mandíbula.<br />
Função: elevação da mandíbula.</p>
<hr />
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<p><strong>Posturas da ATM e da mandíbula</strong></p>
<ul>
<li>Relação cêntrica: côndilo-disco está mais superior e anterior na fossa mandibular</li>
<li>Máxima intercuspidação habitual: dentes superiores contatam os inferiores</li>
<li>Repouso: dentes não estão em oclusão</li>
<li>Rotação: côndilos giram no seu longo eixo</li>
<li>Translação: côndilo caminha anteriormente</li>
<li>Abaixamento: abertura da boca</li>
<li>Protrusão e retrusão: boca para frente e para trás.</li>
</ul>
<p><strong>Movimentos </strong><br />
<strong>1.</strong> Depressão mandibular (abertura da boca) e elevação mandibular (fechamento da boca):<br />
Na depressão o côndilo gira em relação ao disco e o disco gira em relação à eminência.No final do movimento ocorre uma translação do côndilo e do disco juntos ao longo da eminência o que resulta numa abertura posterior no compartimento superior. Já na elevação da mandíbula ocorre o inverso, primeiro há translação posterior seguida pelo giro do côndilo posteriormente sobre o disco.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5990" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-9-e1461887668623.png" alt="movimentos ATM" width="1024" height="391" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-9-e1461887668623.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-9-e1461887668623-300x115.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ATM-9-e1461887668623-768x293.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><strong>2. </strong>Protrusão mandibular (projeção do queixo para frente) e retrusão mandibular (deslizamento dos dentes para trás):<br />
Durante a protrusão e retrusão o movimento é de translação e ocorre na articulação superior. O côndilo e o disco conjuntamente translacionam anterior e inferiormente ao longo da eminência articular na protração e posterior e superiormente na retração.</p>
<p><strong>3.</strong> Desvio lateral da mandíbula (deslizamento dos dentes para ambos os lados).<br />
No desvio lateral a mandíbula desloca-se em torno de um eixo vertical onde um côndilo gira e o outro translaciona para frente.</p>
<p>Os movimentos mandibulares são criados por combinações de rotação e deslizamento nas articulações superiores e inferiores. Sendo controlados pela delicada interação de muitos músculos.</p>
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