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	<title>leucócitos &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>leucócitos &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Hemograma &#038; Leucograma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jun 2013 05:56:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[anemia]]></category>
		<category><![CDATA[hemácias]]></category>
		<category><![CDATA[hemoglobina]]></category>
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					<description><![CDATA[Diversas provas efetuadas, com a finalidade de avaliar quantitativa e qualitativamente os componentes celulares do sangue. Os itens avaliados incluem: hemácias, hemoglobina, hematócrito, índices hematimétricos, leucócitos totais, contagem diferencial de leucócitos, plaquetas e exame microscópico de esfregaço de sangue corado. A avaliação eritrocitária pode identificar processos anêmicos, policitêmicos, alterações de forma e tamanho das hemácias. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Diversas provas efetuadas, com a finalidade de avaliar quantitativa e qualitativamente os componentes celulares do sangue. Os itens avaliados incluem: hemácias, hemoglobina, hematócrito, índices hematimétricos, leucócitos totais, contagem diferencial de leucócitos, plaquetas e exame microscópico de esfregaço de sangue corado.</p>
<ul>
<li>A avaliação eritrocitária pode identificar processos anêmicos, policitêmicos, alterações de forma e tamanho das hemácias.</li>
<li>A avaliação leucocitária pode identificar processos inflamatórios, infecciosos, alérgicos, parasitários e leucêmicos. Além da presença de elementos anormais e de atipias linfocitárias.</li>
<li>A avaliação plaquetária identifica processos de trombocitopenias adquiridas ou hereditárias e trombocitoses.</li>
</ul>
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</script></p>
<p>Os resultados auxiliam a identificação de doenças de origem primária ou secundária de características agudas ou crônicas. São utilizados também para acompanhar a evolução de uma variedade de doenças e para monitorar os efeitos colaterais decorrentes do uso de medicamentos.</p>
<p><b><span style="color: #ff0000;">Série Vermelha</span></b></p>
<ul>
<li>A contagem de hemácias é a primeira informação fornecida e é expressa em milhões por mm<sup>3</sup>.<b></b></li>
<li>A concentração de hemoglobina é expressa em g/dL à anemia<b></b></li>
<li>O volume relativo das hemácias dentro do volume de sangue é fornecido pela análise do hematócrito, que é expresso percentualmente.<b></b></li>
<li>Hematócrito: massa total células sangüíneas àVCMà500 hemácias: 1 leucócito: 30 plaquetas<b></b></li>
<li> Hemoglobina: pigmento respiratório responsável pelo transporte de O<sub>²</sub> à 32% hemácia à CHCM (Concentração de Hemoglobina Corpuscular Média)<b></b></li>
</ul>
<p><b><span style="color: #ff0000;">Série Branca</span></b></p>
<ul>
<li>Leucometria</li>
</ul>
<p>&gt; nº absoluto de LEUCÓCITOS por mm³ de sangue.<br />
&gt; 5.000 a 9.000 células/ mm<sup>3</sup> sg<br />
<span style="color: #ff0000;">Valores citológicos referenciais</span><br />
<b></b></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><b>Série Elitrocítica/ vermelha</b></span></p>
<ul>
<li><span style="color: #ff0000;">Hemácias:</span> Homens : 4.5 a 5.9 milhões/ mm³ e Mulheres: 3.9 a 5.3  milhões/ mm³</li>
<li><span style="color: #ff0000;">Hemoglobina: </span>Homens&gt; 14 a 18 g/dl sg e Mulheres&gt; 12 a 16 g/ dl sg.</li>
<li><span style="color: #ff0000;">Hematócrito:</span> Homens&gt; 39 a 54% e Mulheres&gt; 37 a 46%</li>
</ul>
<p><span style="color: #ff0000;"><b>Série Leucocitária/ branca</b></span></p>
<ul>
<li><span style="color: #ff0000;">Leucometria global: </span>4 a 10 mil/ mm³</li>
<li><span style="color: #ff0000;">Neutrófilos:</span> 40 a 65% -&gt; 2000 a 7500/ mm³</li>
<li><span style="color: #ff0000;">Eosinófilos: </span>0 a 3% -&gt; ± 200/mm³</li>
<li><span style="color: #ff0000;">Basófilos: </span>0 a 1% -&gt; ± 40/ mm³</li>
<li><span style="color: #ff0000;">Linfócitos:</span> 25 a 35 % -&gt; ± 2500/ mm³</li>
<li><span style="color: #ff0000;">Monócitos:</span> 4% -&gt; ± 300/mm³</li>
</ul>
<p><span style="color: #ff0000;"><b>Leucograma</b></span><br />
Análise das alterações morfológicas dos leucócitos por observação microscópica do esfregaço corado (contagem diferencial de leucócitos): lâmina de sangue corada (Giemsa)<br />
A contagem diferencial é de grande importância, podendo definir perfis patológicos, e é fornecida pela análise conjunta dos equipamentos automatizados e pela leitura do esfregaço corado, que avalia as diferentes formas leucocitárias e as expressa de forma percentual (relativa) e em mm3 (absoluta).<br />
<b></b></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><b>Plaquetas</b></span><br />
A avaliação das plaquetas pode ser feita de forma quantitativa, expressa em mm<sup>3</sup>, e de modo qualitativo, pela avaliação das características analisadas no esfregaço corado, o que permite a identificação de possíveis alterações morfológicas.<br />
As alterações quantitativas podem ser tanto o aumento da quantidade de plaquetas, chamada hiperplaquetemia, quanto a diminuição, denominada plaquetopenia.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><b>Anemia</b></span><br />
Redução da taxa de HEMÁCIAS, de HEMOGLOBINA e dos VALORES CORPUSCULARES. Podendo ser manifestação de várias doenças.</p>
<ul>
<li>Anemia Discreta: hb 9 a 12 g/dl à palpitação, sudorese, dispnéia</li>
<li>Anemia Moderada: hb 7 a 9 g/dl à idem + fadiga muscular e sonolência</li>
<li>Anemia Severa: hb 3 a 7 g/dl à idem + hipotensão, síncopes e anorexia.</li>
</ul>
<p>Característica clínica: língua despapilada, lisa, pálida e brilhante.<br />
<b></b></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><b>Cuidados com o paciente</b></span></p>
<ul>
<li>observar atentamente as características físicas do paciente;</li>
<li>realizar uma anamnese detalhada sempre;</li>
<li>dúvidas à solicitar exames;</li>
<li>no atendimento a pacientes doentes atuar em conjunto c/ o médico;</li>
<li>não subestimar protocolos.</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Sistema Linfático (Parte 2)</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/sistema-linfatico-parte-2/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/sistema-linfatico-parte-2/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 20:24:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[baço]]></category>
		<category><![CDATA[gânglios]]></category>
		<category><![CDATA[leucócitos]]></category>
		<category><![CDATA[linfa]]></category>
		<category><![CDATA[linfonodos]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Linfático]]></category>
		<category><![CDATA[timo]]></category>
		<category><![CDATA[tonsilas]]></category>
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					<description><![CDATA[Como já visto no Sistema Linfático Parte 1, é o principal sistema de defesa do organismo. Constituído pelos nódulos linfáticos (linfonodos), ou seja, uma rede complexa de vasos, é responsável por transportar a linfa dos tecidos para o sistema circulatório. Linfonodos São extensões nodulares de forma ovalada nas quais vasos linfáticos penetram trazendo linfa e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como já visto no <strong><a href="https://www.odontoup.com.br/sistema-linfatico-parte-1/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Sistema Linfático Parte 1</a></strong>, é o principal sistema de defesa do organismo. Constituído pelos nódulos linfáticos (linfonodos), ou seja, uma rede complexa de vasos, é responsável por transportar a linfa dos tecidos para o sistema circulatório.</p>
<p><strong>Linfonodos</strong></p>
<ul>
<li>São extensões nodulares de forma ovalada nas quais vasos linfáticos penetram trazendo linfa e os seus componentes</li>
<li>Consistem de tecido linfático, coberto por uma capsula de tecido conjuntivo fibroso. Temos de 400 a 600 linfonodos em cadeia em nosso corpo.</li>
<li>As principais cadeias e linfonodos são: cervical, axilar, fossa-olicraniana, ducto torácico, pre-aortico (ampola), inguinal e losango poplíteo.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-8534 size-large" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2011/10/ganglio-linfatico-1024x576.png" alt="" width="696" height="392" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2011/10/ganglio-linfatico-1024x576.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2011/10/ganglio-linfatico-300x169.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2011/10/ganglio-linfatico-768x432.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2011/10/ganglio-linfatico-696x392.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2011/10/ganglio-linfatico-1068x601.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2011/10/ganglio-linfatico-747x420.png 747w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2011/10/ganglio-linfatico.png 1920w" sizes="(max-width: 696px) 100vw, 696px" /></p>
<ul>
<li>A linfa penetra nos linfonodos através de vasos linfáticos aferentes, onde é lentamente filtrada por estruturas denominadas seios. Apos filtrada, a linfa deixa os linfonodos através dos vasos linfáticos eferentes.</li>
<li>Os microrganismos e partículas estranhas (bactérias) que são retidos nos  linfonodos através da filtragem da linfa são prontamente destruídos pelas células fagociticas (os macrófagos).</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter" title="l1" src="http://odontoup.files.wordpress.com/2011/10/l1.jpg?w=290&amp;h=550" alt="" width="290" height="550" /></p>
<p><strong>Grupo de Linfonodos</strong>:</p>
<ol>
<li>Nível I: Submentoniano e Submandibular</li>
<li>Nível II: Jugulo Digastrico ou Jugulo-Carotidiano Alto</li>
<li>Nível III: Jugulo- Carotidiano Medio</li>
<li>Nível IV: Jugulo- Carotidiano Baixo</li>
<li>Nível V: Triangulo – Posterior</li>
<li>Nível VI:  Compartimento Anterior (avaliação de linfonodos, da glândula tireoide e da laringe – mobilidade e anatomia)</li>
</ol>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" title="Vasos-linfaticos-da-cabeca-e-pescoco" src="http://odontoup.files.wordpress.com/2011/10/vasos-linfaticos-da-cabeca-e-pescoco1.jpg?w=584&amp;h=584" alt="" width="584" height="584" /><br />
<strong>Leucócitos</strong><br />
São formados nos ossos e nos órgãos linfáticos. Podem ser divididos nas seguintes classes:<br />
Leucócitos Granulares</p>
<ul>
<li>Neutrófilos:<br />
Fazem 65% da população total dos leucócitos que provem da medula óssea;</li>
<li>Eosinófilos:<br />
3%, sua concentração aumenta nas reações alérgicas;</li>
<li>Basófilos:<br />
11% das células brancas, funções desconhecidas;</li>
</ul>
<p><a href="http://odontoup.files.wordpress.com/2011/10/leucc3b3citos2.png" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" title="leucócitos" src="http://odontoup.files.wordpress.com/2011/10/leucc3b3citos2.png?w=451&amp;h=278" alt="" width="451" height="278" /></a></p>
<p>Leucócitos<br />
Leucócitos Não-Granulares</p>
<ul>
<li>Linfócitos: 30% dos leucócitos. Originam-se dos tecidos linfáticos e da medula óssea</li>
<li>Monócitos/macrófagos: são os maiores leucócitos, tem ação fagocitária.</li>
</ul>
<p><strong>Anticorpos</strong><br />
Facilitam a destruição dos agentes nocivos. São formados por proteínas como globulina. Constituem o resultado final da proliferação de linfócitos “B”. Linfócitos B  que atuam de maneira eficaz nas infecções agudas e o T que são eficientes nas crônicas.<br />
Linfócitos</p>
<p><strong>Febre</strong><br />
É um sintoma que acompanha numerosos estados patológicos. Consiste no aumento da temperatura corporal acima de 37°, podendo atingir até 41° a 42°C. É um mecanismo para combater com mais eficácia a presença de germes invasores, tendo em vista da impossibilidade destes suportar temperatura próxima dos 40°C. Há dois mecanismos de produção da febre: microrganismos – toxinas bacterianas e via sistema imunológico – corpo estranho, linfócito. Os dois mecanismos terminam da mesma forma.</p>
<p><strong>Tonsilas</strong><br />
Função: todas atuam como defesa adicional contra agentes infecciosos provenientes da boca e do nariz. Exercem esta função de defesa dando o alarme, formando<br />
linfócitos através do seu tecido linfóide e produzindo anticorpos.</p>
<ul>
<li><strong>Tonsilas Faríngeas</strong> – Localizadas na faringe nasal (adenoides). Monitorar as fossas nasais;</li>
<li><strong>Tonsilas Palatinas &#8211;</strong> Mais conhecidas por amigdalas, situadas na retro boca. Monitora o que passa;</li>
<li><strong>Tonsila Lingual – </strong>Situada no dorso da porção da língua, das papilas valadas ate a epiglote. Mesma função da anterior.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" title="linfatico" src="http://odontoup.files.wordpress.com/2011/10/linfatico1.gif?w=344&amp;h=687" alt="" width="344" height="687" /><br />
<strong>Timo</strong><br />
Função: Instruir os linfócitos T e torná-los imunocompetentes</p>
<p><strong>Baço</strong><br />
Função: Formação de linfócitos e destruição de hemácias</p>
<p><strong>Apêndice </strong></p>
<ul>
<li><strong> </strong>Pequena porção do intestino, de formato vermiforme, cilíndrico e flexível, inserido  no ceco, abaixo da válvula ileocecal. Possui tecido linfático.</li>
</ul>
<p><strong>Função: </strong>Produz alguns leucócitos que contribuem na defesa da região onde se encontra.</p>
<p><strong>Gânglios Linfáticos </strong><br />
São os lugares onde se iniciam as respostas imunológicas adaptativas frente aos<br />
antígenos proteicos transportados pela linfa.</p>
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