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	<title>infecção &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>infecção &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Controle de Infecção em Odontologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2015 03:40:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biossegurança]]></category>
		<category><![CDATA[controle]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[esterilização]]></category>
		<category><![CDATA[infecção]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
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					<description><![CDATA[A biossegurança em odontologia compreende um conjunto de medidas empregadas com finalidade de proteger a equipe e os pacientes em ambiente clinico. Práticas ergonômicas no exercício da profissão; Controles dos riscos e químicos; Princípios de controle de infecção. Características do ambiente de trabalho do CD Grande proximidade com o paciente; Ambiente de trabalho de difícil acesso [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A biossegurança em odontologia compreende um conjunto de medidas empregadas com finalidade de proteger a equipe e os pacientes em ambiente clinico.</p>
<ul>
<li>Práticas ergonômicas no exercício da profissão;</li>
<li>Controles dos riscos e químicos;</li>
<li>Princípios de controle de infecção.</li>
</ul>
<p><span style="color: #008080;"><strong>Características do ambiente de trabalho do CD</strong></span></p>
<ul>
<li>Grande proximidade com o paciente;</li>
<li>Ambiente de trabalho de difícil acesso e fiscalização;</li>
<li>Rico em microrganismos patogênicos;</li>
<li>Manipulação de instrumentos perfuro-cortantes;</li>
<li>Utilização de material/instrumento que gera aerossol.</li>
</ul>
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</script></p>
<p><span style="color: #008080;"><strong>Os profissionais devem:</strong></span></p>
<ul>
<li>Tomar medidas para proteger a sua saúde e da sua equipe;</li>
<li>Evitar contato direto com matéria orgânica;</li>
<li>Limitar a propagação de microrganismos;</li>
<li>Tornar seguro o uso de artigos, peças anatômicas e superfícies.</li>
</ul>
<p><span style="color: #008080;"><strong>Imunização</strong></span><br />
&#8211; Lavagem de mãos:</p>
<ul>
<li>Antes e após o atendimento a cada paciente;</li>
<li>Antes de calçar luvas e após retirado;</li>
<li>Quando as mãos forem contaminadas (acidentes).</li>
</ul>
<p>&#8211; Evitar acidentes:</p>
<ul>
<li>Agulhas não devem ser reencapadas após o uso;</li>
<li>Brocas devem ser retiradas das pontas após o uso;</li>
<li>Cuidado com perfuro-cortantes, use pinça.</li>
</ul>
<p><span style="color: #008080;"><strong>Uso de barreiras</strong></span></p>
<ul>
<li>Luvas;</li>
<li>Máscaras;</li>
<li>Óculos;</li>
<li>Avental/pijama;</li>
<li>Gorro</li>
</ul>
<p><span style="color: #008080;"><strong>Recuperação do ambiente</strong></span></p>
<ul>
<li>Planejamento;</li>
<li>Descontaminação e barreiras.</li>
</ul>
<p><span style="color: #008080;"><strong>Limitar propagação</strong></span></p>
<ul>
<li>Uso de deque de borracha;</li>
<li>Usar sugador;</li>
<li>Antissepsia previa da cavidade bucal;</li>
<li>Uso racional de spray.</li>
</ul>
<p><span style="color: #008080;"><strong>Não desinfetar quando se pode esterilizar</strong></span></p>
<ul>
<li>Limpeza do instrumental – EPI;</li>
<li>Enxague;</li>
<li>Secagem;</li>
<li>Empacotamento;</li>
<li>Esterilização.</li>
</ul>
<p>&nbsp;<br />
<img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4146 " src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/recite-1resjl8-e1433476309517.png" alt="recite-1resjl8" width="489" height="482" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/recite-1resjl8-e1433476309517.png 558w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/recite-1resjl8-e1433476309517-300x296.png 300w" sizes="(max-width: 489px) 100vw, 489px" /><br />
Conteúdo retirado da aula do Prof Paulo Tomazinho, Universidade Positivo<br />
Contribuição: Leonardo Martins Sant&#8217;Anna, Biotecnologia<br />
Imagem em destaque: sldkcs.org</p>
<h3></h3>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Relação Microbiota – Hospedeiro: Infecção e Resistência</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/relacao-microbiota-hospedeiro-infeccao-e-resistencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2015 05:12:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imunologia | Microbiologia & Genética]]></category>
		<category><![CDATA[bactérias]]></category>
		<category><![CDATA[gram]]></category>
		<category><![CDATA[infecção]]></category>
		<category><![CDATA[microbiota]]></category>
		<category><![CDATA[microrganismos]]></category>
		<category><![CDATA[processo]]></category>
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					<description><![CDATA[Esse conteúdo te guiará no estudo da infecção, como funciona o processo infeccioso e suas variáveis. Processo Infeccioso  Consiste na implantação e na colonização de microrganismos em hospedeiro altamente organizado. Infecção não é doença infecciosa O conceito de infecção refere–se exclusivamente à colonização microbiana no hospedeiro. Nem sempre infecção implica em doença, dano, lesão ou prejuízo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esse conteúdo te guiará no estudo da infecção, como funciona o processo infeccioso e suas variáveis.</p>
<p><strong>Processo Infeccioso </strong><br />
Consiste na implantação e na colonização de microrganismos em hospedeiro altamente organizado.</p>
<p><strong>Infecção não é doença infecciosa</strong><br />
O conceito de infecção refere–se exclusivamente à colonização microbiana no hospedeiro. Nem sempre infecção implica em doença, dano, lesão ou prejuízo para o hospedeiro.</p>
<p><strong>Patogenicidade (P)<br />
</strong>Capacidade que um microrganismo tem de gerar dano</p>
<p><strong>(P</strong> <strong>= </strong><strong>N . V</strong><strong>R)</strong></p>
<ul>
<li>P – patogenicidade</li>
<li>N – número de molécula (microrganismos)</li>
<li>V – Virulência bacteriana</li>
<li>R – Resistência do hospedeiro</li>
</ul>
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</script></p>
<p><strong>Virulência</strong><br />
Conjunto de fatores microbianos.</p>
<ol>
<li>Capacidade de aderência</li>
<li>Capacidade de multiplicação</li>
<li>Catabólitos</li>
<li>Produção de exotoxinas</li>
<li>Endotoxinas</li>
<li>Peptideoglicano</li>
<li>Produção de enzimas</li>
<li>Fatores de evasão das defesas</li>
</ol>
<p><strong>A capacidade de aderência depende</strong></p>
<ul>
<li>Do microrganismo e da sua habilidade em (P) implantar – se e manter – se no tecido;</li>
<li>Do tecido do hospedeiro em oferecer condições nutricionais e ecológicas;</li>
<li>Da competição com outros microrganismos;</li>
<li>Do microrganismo resistir às defesas do hospedeiro;</li>
<li>Da virulência do microrganismo.</li>
</ul>
<p><strong>Catabólitos – produtos do metabolismo microbiano</strong></p>
<ul>
<li>Degradação de carboidratos – fermentação (ácidos orgânicos como ácido lático)</li>
<li>Degradação de proteínas – (amônia NH<sub>3</sub>; gás sulfídrico H<sub>2</sub>S)</li>
</ul>
<p><strong>Produção de exotoxinas</strong></p>
<ul>
<li>Toxina (proteína) – produzidos e excretados;</li>
<li>Toxina diftérica – <em>Coryscebacterium dephtherial</em>;</li>
<li>Toxina tetânica – <em>Clostridium tetani</em>;</li>
<li>Toxina botulínica – <em>Clostridium botulinium</em>;</li>
</ul>
<p><strong>Endotoxinas – componentes de estruturas bacterianas (gram. negativas)</strong><br />
LPS – lipopolissacarídeos</p>
<p>A porção lipídica é responsável pela toxidade</p>
<ul>
<li>Ativam o sistema complemento;</li>
<li>Ativação de macrófagos;</li>
<li>Atividade pirogênica;</li>
<li>Atoxidade para fibroblastos;</li>
<li>Agregação plaquetária.</li>
</ul>
<p><strong>Peptideoglicanos – componentes de parede celular bacteriana (gram. positiva)</strong><br />
Ácido N-acetilmurâmico e N-acetilglicosamino<br />
São forma e rigidez à célula bacteriana;</p>
<ul>
<li>Ativam o sistema complemento (componente do SI)</li>
<li>Ativam os macrófagos</li>
</ul>
<p><strong>Produção de enzimas Histolíticas</strong><br />
Enzimas que hidrolisam compostos orgânicos.</p>
<ul>
<li>Protease – colagenases, elastinases, peptidases;</li>
<li>Fosfotase – ácido e alcalina;</li>
<li>Coagulase;</li>
<li>Fibriolisina;</li>
<li>Queratinase;</li>
<li>Fosfolipase;</li>
</ul>
<p><strong>Fatores de evasão das defesas do hospedeiro</strong><br />
Ocasionam maior resistência a ação dos fagócitos e de outros elementos da defesa do hospedeiro.</p>
<ul>
<li>Redutores da quimiotaxia de PMN;</li>
<li>Leucoredinas e leucotoxinas;</li>
<li>Cápsula bacteriana;</li>
<li>Resistência à destruição após fagocitose;</li>
<li>Produção de proteases de anticorpos;</li>
<li>Produção de proteases de complemento;</li>
<li>Inibição de linfócitos T auxiliares;</li>
<li>Ativação de linfócitos T superiores.</li>
</ul>
<p><strong>Disseminação do processo infeccioso</strong></p>
<ul>
<li>Bacteremia – circulação de microrganismos na corrente circulatória.</li>
<li>Septicemia – multiplicação de microrganismos na corrente circulatória (infecção generalizada).</li>
</ul>
<p>Conteúdo baseado na aula do Prof. Paulo Tamarinho, Universidade Positivo</p>
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