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	<title>implante &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>implante &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Design dos Implantes: Uma Terminologia Geral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Jun 2023 01:18:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Implantodontia]]></category>
		<category><![CDATA[cone morse]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[hexágono externo]]></category>
		<category><![CDATA[implante]]></category>
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					<description><![CDATA[Os implantes evoluíram muito nos últimos anos, as tecnologias desenvolvidas na área da implantodontia trouxeram várias mudanças no design do implante como um todo. A busca pela eliminação das limitações dos sistemas é constante, já que o sucesso e a longevidade do tratamento estão intimamente ligados à presença e manutenção do tecido ósseo. Nesse post [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os implantes evoluíram muito nos últimos anos, as tecnologias desenvolvidas na área da implantodontia trouxeram várias mudanças no design do implante como um todo. A busca pela eliminação das limitações dos sistemas é constante, já que o sucesso e a longevidade do tratamento estão intimamente ligados à presença e manutenção do tecido ósseo. Nesse post iremos descrever a anatomia do implante osseointegrado de titânio (corpo, plataforma, roscas e mais) de um jeito prático, didático e definitivo.</p>



<p>Existem inúmeros designs diferentes para os implantes. O termo <em>formato radicular</em> é uma descrição global de um implante, cujo corpo utiliza uma <em>coluna óssea vertical</em>.</p>

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<p>Veja o infográfico a seguir com as informações importantes sobre <strong>design do implante</strong>:</p>



<ul class="wp-block-gallery aligncenter columns-1 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<li class="blocks-gallery-item">
<figure><img fetchpriority="high" decoding="async" width="642" height="1024" class="wp-image-8378" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DESIGN-IMPLANTE-INFOGRAFICO-642x1024.png" alt="" data-id="8378" data-link="https://www.odontoup.com.br/?attachment_id=8378" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DESIGN-IMPLANTE-INFOGRAFICO-642x1024.png 642w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DESIGN-IMPLANTE-INFOGRAFICO-188x300.png 188w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DESIGN-IMPLANTE-INFOGRAFICO-768x1226.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DESIGN-IMPLANTE-INFOGRAFICO-696x1111.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DESIGN-IMPLANTE-INFOGRAFICO-1068x1704.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DESIGN-IMPLANTE-INFOGRAFICO-263x420.png 263w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DESIGN-IMPLANTE-INFOGRAFICO.png 1410w" sizes="(max-width: 642px) 100vw, 642px" /></figure>
</li>
</ul>



<p>Esse infográfico traz os modelos mais utilizados no tratamento reabilitador com implantes no Brasil. Existem outros dados que não achamos relevantes colocar nesse post*.</p>

<body>
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</body>



<p>Referências</p>



<p>Carl E. Misch, <em>Contemporary Implants Dentistry</em>, 2 edição.<br />Marco Aurélio Bianchini. <em>O passo a passo cirúrgico na implantodontia da instalação à prótese</em>. 1ª edição, 2008. <br /><br />http://www.inpn.com.br/Materia/DiscutindoMerito/1413<br />https://www.neodent.com.br/implantes-e-componentes/<br />https://www.sinimplantsystem.com.br/7-beneficios-em-utilizar-a-linha-de-implantes-unitite/<br />https://www.clinicadentalausin.com/partes-de-los-implantes/<br />https://pt.slideshare.net/drceos/cone-morse-61728952<br />http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1413-40122016000100021&amp;lng=pt&amp;nrm=iso<br />http://www.clivo.com.br/wpp/wp-content/uploads/morfologia-dos-implantes-dentarios-analise-descritiva-e-morfologica-dos-implantes-dentarios.pdf</p>



<p>&nbsp;</p>



<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Guia Multifuncional em Implantodontia e Prótese</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/guia-multifuncional-em-implantodontia-e-protese/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Apr 2021 20:13:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Implantodontia]]></category>
		<category><![CDATA[Prótese]]></category>
		<category><![CDATA[guia]]></category>
		<category><![CDATA[implante]]></category>
		<category><![CDATA[implante imediato]]></category>
		<category><![CDATA[moldagem]]></category>
		<category><![CDATA[multifuncional]]></category>
		<category><![CDATA[prótese]]></category>
		<category><![CDATA[transferência]]></category>
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					<description><![CDATA[A velocidade do tratamento e a diminuição das etapas é o que tem determinado o caminho para as reabilitações de arcos totais, principalmente em mandíbula. Para que se consiga um melhor posicionamento dos implantes e uma maior precisão da moldagem, bem como mais dados para os laboratórios, entra aqui o Guia Multifuncional. A designação do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><script data-ad-client="ca-pub-4191050030543415" async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></script></p>
<p>A velocidade do tratamento e a diminuição das etapas é o que tem determinado o caminho para as <strong>reabilitações</strong> de arcos totais, principalmente em mandíbula. Para que se consiga um melhor posicionamento dos implantes e uma maior precisão da moldagem, bem como mais dados para os laboratórios, entra aqui o <strong>Guia Multifuncional</strong>.</p>
<p>A designação do nome vem das suas funções propriamente ditas:</p>
<p>&#8211; Delimita as inclinações dos implantes durante a instalação;<br />
&#8211; Serve como estrutura para a moldagem de transferência;<br />
&#8211; Registro oclusal;<br />
&#8211; Referência de dimensão vertical.</p>
<p>Mas antes de falarmos mais sobre o guia multifuncional, é importante que a gente entenda como tem se desenvolvido a <strong>reabilitação oral</strong>, principalmente de <strong>arcos totais</strong>.</p>
<p><a href="https://www.odontoup.com.br/design-dos-implantes-uma-terminologia-geral/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><span style="color: #33cccc;">Implantes</span></strong></a> dentais são amplamente usados na reabilitação oral de pacientes e a sua efetividade longitudinal tem sido comprovada através de vários estudos. Porém, o desejo dos pacientes em diminuir o tempo para a reabilitação de regiões edêntulas com próteses totais implanto-suportadas, tem levado os cirurgiões e clínicos a reduzirem os intervalos padrões de cicatrização</p>
<p>Podemos separar em duas linhas de tratamento:</p>
<h3><span style="background-color: #ffffff; color: #333333;">Técnica Convencional</span></h3>
<p>Uma abordagem cirúrgica de dois estágios é usada para minimizar o risco de falha dos implantes, deixando-os submersos e sem carga em um intervalo de 3 a 6 meses.</p>
<p>1º estágio: cirurgia de instalação dos implantes;<br />
2º estágio: cirurgia de reabertura dos implantes + instalação de cicatrizadores e posteriormente mini-pilares.</p>
<p>Durante o período de cicatrização, <a href="https://www.odontoup.com.br/ppr-da-introducao-a-classificacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #33cccc;"><strong>próteses removíveis</strong> </span></a>são usadas para reabilitação temporária. No entanto, muitos pacientes acham esse processo desconfortável, já que a retenção e estabilidade são insuficientes</p>
<p>Essa modalidade/técnica envolve várias etapas clínicas, como <a href="https://www.odontoup.com.br/moldagem-anatomica-e-moldagem-funcional/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><span style="color: #33cccc;">moldagem anatômica inicial,</span></strong></a> <a href="https://www.odontoup.com.br/relacao-intermaxilares-em-desdentados-completos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><span style="color: #33cccc;">registro oclusal da relação maxilomandibular</span></strong></a>, prova da barra metálica, prova dos dentes, entrega da prótese e possíveis ajustes oclusais.</p>
<h3><span style="color: #333333;">Técnica de Instalação Imediata </span></h3>
<p>Nessa técnica, a instalação dos implantes permanece inalterada, porém, o processo para a confecção da prótese muda consideravelmente para alcançar uma fabricação rápida.</p>
<p>Mesmo tempo cirúrgico: cirurgia de instalação dos implantes (com torque (N) mínimo indicado pelo fabricante) [<a href="https://www.odontoup.com.br/terminologia-em-implantodontia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><span style="color: #33cccc;">clique aqui</span></strong></a> e entenda mais sobre as terminologias dos implantes]<br />
&#8211; são instalados os mini-pilares imediatamente após a cirurgia;<br />
&#8211; logo em seguida, é feita a união dos transfers e a moldagem de transferência utilizando o <strong>guia multifuncional</strong>, que serviu para a cirurgia e também servirá para esse passo tão importante que é a moldagem de transferência.</p>
<p>A precisão das moldagens de transferência dos implantes é um pré-requisito para o sucesso a longo prazo das próteses sobre implante e implanto-suportadas. Os materiais de impressão e as técnicas de moldagem são dois fatores importantes nesse processo.</p>
<p>A introdução de tecnologias digitais para a área de reabilitação com implantes melhorou a previsibilidade dos procedimentos clínicos e laboratoriais. Os guias multifuncionais confeccionados através de CAD/CAM trazem maior precisão e fidelidade, promovendo também a diminuição de tempo clínico.</p>
<p>O Guia Multifuncional é peça-chave nessa modalidade, uma vez que reduz o tempo de fabricação da prótese implanto-suportada imediata, permitindo a rápida reabilitação em mandíbulas edêntulas, além de promover um arranjo pré-determinado da posição dos dentes para o laboratório.</p>
<h3><strong><span style="color: #808080;">Confecção do Guia Multifuncional</span></strong></h3>
<p>&#8211; Moldagem anatômica;<br />
&#8211; Registro de mordida;<br />
&#8211; Prova do rodete (parcial ou total, dependendo do caso;<br />
&#8211; Prova dos dentes e solicitar duplicação para guia cirúrgico (é importante sempre fazer uma montagem dos dentes para refinar o tratamento;<br />
&#8211; Ajuste do guia cirúrgico e prova;<br />
&#8211; Após utilização na cirurgia, unir os mini-pilares e colocar o guia novamente. Feito isso, inserir material de moldagem (silicone de condensação/ adição ou outro).</p>
<p><span style="color: #808080;"><em><img decoding="async" class="alignleft wp-image-9467 size-medium" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/04/guta-panoramica-300x158.png" alt="" width="300" height="158" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/04/guta-panoramica-300x158.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/04/guta-panoramica-768x404.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/04/guta-panoramica-696x366.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/04/guta-panoramica-798x420.png 798w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/04/guta-panoramica.png 889w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />PLUS: fazer marcações com guta-percha com o guia em posição para simular o posicionamento com implantes e tirar uma radiografia panorâmica, pode ser um diferencial para localizar os implantes. A dificuldade de se fazer isso, é a necessidade de uma aparelho de raio-x panorâmico. </em></span></p>
<p>O Guia Multifuncional, quando abordado para uso cirúrgico e na moldagem de transferência com moldeira aberta, traz benefícios e vantagens muito importantes em reabilitações extensas em mandíbula, visto que proporciona a diminuição de tempo clínico e de tratamento, sendo essa, uma objeção atual dos pacientes que precisam de uma reabilitação de arco total, já que é feito um planejamento reverso.</p>
<p>Além disso, facilita posicionamento tridimensional do implante e fornece dados mais precisos para as referências utilizadas pelo laboratório, tornando a relação implante-prótese mais passiva.</p>
<h3><strong><span style="color: #808080;">Veja como ele é utilizado: </span></strong></h3>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-9471" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Moldagem-anatômica-e1619554070437.jpg" alt="" width="800" height="1570" /></p>
<p>Entendeu como funciona?</p>
<p>Deixe um comentário no post caso tenha alguma dúvida ou queira fazer alguma observação sobre o conteúdo.</p>
<p>Até o próximo</p>
<h3><span style="color: #808080;">Referências</span></h3>
<ol>
<li>Ozkomur A, Manfroi F. Multifunctional Guide for Implant Placement, Impressions, and an Occlusal Index for Fixed Complete Dentures. J Prosthodont. 2018 Feb;27(2):197-200.</li>
<li>Junying L, Zhaozhao C, Bo D, HL Wang, H Yu. A digital workflow with computer-assisted implant planning for fabricating an impression splinting framework and custom tray for multiple implants. THE Journal of Prosthetic Dentistry 2020 Sep;124(3):262-269.</li>
<li>M Tabesh, M Alikhasi, H Siadat. A Comparison of implant impression precision: Different materials and techniques. J Clin Exp Dent. 2018;10(2):e151-7.</li>
<li>Michelinakis and Nikolidakis. Using the surgical guide for impression-free digital bite registration in the edentulous maxilla—a technical note. International Journal of Implant Dentistry 2019; 5:19</li>
<li>Mathew T Kattadiyil, Charles JG, Jaime LL, Antoanela G. Digitally Planned and Fabricated Mandibular Fixed Complete Dentures. Part 2. Prosthodontic Phase. Int J Prosthodont 2015;28(2):119-23.</li>
<li>Jaime LL, Antoanela G,Charles JG, Mathew TK. Use of a Digitally Planned and Fabricated Mandibular Complete Denture for Easy Conversion to an Immediately Loaded Provisional Fixed Complete Denture. Part 1. Planning and Surgical Phase. Int J Prosthodont 2014;27(5):417-21.</li>
<li>Hassan B, Gimenez GB, Tahmaseb A, Greven M, Wismeijer D. A digital approach integrating facial scanning in a CAD-CAM workflow for complete-mouth implant-supported rehabilitation of patients with edentulism: A pilot clinical study. J Prosthet Dent. 2017 Apr;117(4):486-492.</li>
<li>Monaco C, Ragazzini N, Scheda L, Evangelisti E. A fully digital approach to replicate functional and aesthetic parameters in implant-supported full-arch rehabilitation. J Prosthodont Res. 2018 Jul;62(3):383-385.</li>
<li>Borges AF, Rego MRM, Correa AM, Torres MF, Telles DM, Santiago LC. Planning and treatment in oral rehabilitation with implant-supported prostheses using cephalometric analysis. RGO, Rev. Gaúch. Odontol 2014;62(2):179-184.</li>
<li>Chochlidakis K, Papaspyridakos P, Tsigarida A, Romeo D, Chen YW, Natto Z, Ercoli C. Digital Versus Conventional Full-Arch Implant Impressions: A Prospective Study on 16 Edentulous Maxillae J Prosthodont. 2020;29(4):281-286.</li>
<li>Vasak C, Kohal .RJ, Lettner S, Rohner D, Zechner W. Clinical and radiological evaluation of a template-guided (NobelGuideTM) treatment concept. Clin Oral Implants Res. 2014 Jan;25(1):116-23.</li>
<li>Koch GK, Gallucci GO, Lee SJ. Accuracy in the digital workflow: From data acquisition to the digitally milled cast. J Prosthet Dent. 2016 Jun; 115(6):749-54.</li>
<li>Behneke A, Burwinkel M, Knierim K, Behneke N. Accuracy assessment of cone beam computed tomography-derived laboratory-based surgical templates on partially edentulous patients. Clin Oral Implants Res. 2012 Feb;23(2):137-143.</li>
<li>Costa AJM, Teixeira Neto AD, Burgoa S, Gutierrez V, Cortes ARG. Fully Digital Workflow with Magnetically Connected Guides for Full-Arch Implant Rehabilitation Following Guided Alveolar Ridge Reduction. J Prosthodont. 2020 Mar;29(3):272-276.</li>
</ol>
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		<item>
		<title>Osseointegração</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/osseointegracao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jun 2019 01:23:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Implantodontia]]></category>
		<category><![CDATA[estabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[fatores]]></category>
		<category><![CDATA[implante]]></category>
		<category><![CDATA[implantodontia]]></category>
		<category><![CDATA[osseointegração]]></category>
		<category><![CDATA[osteoblastos]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo Branemark, osseointegração é a união anatômica e funcional de um implante no tecido ósseo, sem interposição de tecido mole e de forma que esse implante possa suportar carga funcional, ou seja, carga com mastigação efetiva. O processo de osseointegração é dinâmico e envolve vários mecanismos biológicos, o entendimento desses mecanismos e do papel da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Segundo Branemark, <strong>osseointegração</strong> é a união anatômica e funcional de um implante no tecido ósseo, sem interposição de tecido mole e de forma que esse <strong>implante </strong>possa suportar carga funcional, ou seja, carga com mastigação efetiva. O processo de osseointegração é dinâmico e envolve vários mecanismos biológicos, o entendimento desses mecanismos e do papel da superfície dos implantes nesse processo, auxiliará o clínico de diversas maneiras.</p>



<p>Como os implantes são inseridos no tecido ósseo, uma das abordagens para explicar o fenômeno da osseointegração considera esse processo como sendo parte do mecanismo relacionado à reparação de injúrias ósseas.</p>

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<p>Tanto osseointegração como manutenção do implante exigem o recrutamento de células precursoras de osteoblastos. Nesse sentido, ancoragem, fixação, adesão,<br />espalhamento, proliferação e diferenciação de osteoblastos secretores produzem uma<br />matriz calcificada na superfície do implante.</p>



<p>Fases da osseointegração:<br /><br />1. Fase do modelamento;<br />2. Fase do remodelamento;<br />3. Fase de adaptação do tecido ósseo para receber carga.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Fatores importantes a serem controlados para osseointegração dos implantes</h2>



<p>Desde a escolha do implante ideal para o caso, o cirurgião deve levar em consideração todas as informações abaixo para atingir a osseointegração.</p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="499" class="wp-image-8154" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/fatores-osseointegracao-e1559693367419-1024x499.png" alt="" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/fatores-osseointegracao-e1559693367419-1024x499.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/fatores-osseointegracao-e1559693367419-300x146.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/fatores-osseointegracao-e1559693367419-768x374.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/fatores-osseointegracao-e1559693367419-533x261.png 533w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/fatores-osseointegracao-e1559693367419-696x339.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/fatores-osseointegracao-e1559693367419-1068x520.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/fatores-osseointegracao-e1559693367419-862x420.png 862w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/fatores-osseointegracao-e1559693367419.png 1080w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />
<figcaption>Fatores a serem observados</figcaption>
</figure>



<h2 class="wp-block-heading">Estabilidade primária</h2>



<p>A <strong>estabilidade primária</strong> pode ser definida como sendo a fixação primária obtida no momento de inserção do implante no leito ósseo. A estabilidade primária adequada de um implante é importante para o sucesso da osseointegração e determinação de protocolos de carregamento protético. A qualidade, densidade e volume ósseo são alguns dos fatores que influenciam. O design do implante favorece nesse quesito.</p>



<p>Por outro lado, a estabilidade secundária é caracterizada pela fixação obtida durante o processo de cicatrização e remodelação óssea na interface osso-implante devido ao processo de regeneração sofrido e que se encontra também na dependência da estabilidade primária. O tratamento de superfície é importante nessa situação.</p>



<p>É consenso o papel essencial da estabilidade primária na osseointegração e no trabalho do implante em função. O grau de estabilidade primária pode também servir como orientação para tomada de decisão quanto à escolha do protocolo de tratamento em relação à carga imediata, carga precoce ou carga tardia. Assim, os torques de inserção do implante devem estar contidos numa faixa que garantam a estabilidade primária e por outro lado não causem dano ao osso cortical que poderá afetar a estabilidade do implante em função.</p>



<p>O índice de sucesso em implantes, com uma adequada estabilidade inicial, é consideravelmente maior do que implantes sem estabilidade inicial. Vale ressaltar que a estabilidade inicial é essencialmente um fator de influência no processo de osseointegração.</p>

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</body>



<p>Referências</p>



<p>Carl E. Misch, <em>Contemporary Implants Dentistry</em>, 2 edição.</p>



<p>http://revodonto.bvsalud.org/pdf/apcd/v70n2/a11v70n2.pdf<br />http://www.ilapeo.com.br/biblioteca/monografias/60/a-influencia-do-tabagismo-na-osseointegracao-estudo-retrospectivo-de-274-pacientes-tratados-com-implantes-osseointegrados/<br />http://www.ilapeo.com.br/img/materiaismd/pt/Fabricio_Bovo.pdf<br />http://apcdaracatuba.com.br/revista/v32n12011/TRABALHO4.pdf<br />https://peclab.com.br/wp-content/uploads/2017/03/FIQSABENDESTABILIDADE1%C2%AAPDF-1.pdf<br />https://openrit.grupotiradentes.com/xmlui/bitstream/handle/set/<br />https://peclab.com.br/wp-content/uploads/2017/03/FIQSABENDESTABILIDADE1%C2%AAPDF-1.pdf</p>



<p>&nbsp;</p>



<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Técnica cirúrgica para instalação de implante</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/tecnica-cirurgica-para-instalacao-de-implante/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2014 18:52:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Implantodontia]]></category>
		<category><![CDATA[cirúrgico]]></category>
		<category><![CDATA[guia]]></category>
		<category><![CDATA[implant]]></category>
		<category><![CDATA[implante]]></category>
		<category><![CDATA[instalação]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento reverso]]></category>
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					<description><![CDATA[O implante não deve ser visto como um fim em si, mas sim como um meio para se obter uma prótese com melhores qualidades funcionais e retentivas (Daniel Telles) Planejamento reverso Planejamento protético e estético feito em modelos de diagnóstico previamente ao momento cirúrgico (FRANCISCHONE, 1998);  O posicionamento final da coroa protética determina o posicionamento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 2">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column"><span style="color: #000000;">O implante não deve ser visto como um fim em si, mas sim como um meio para se obter uma prótese com melhores qualidades funcionais e retentivas (</span><span style="text-align: right;">Daniel Telles)</span></div>
<div class="column">
<p style="text-align: left;"><strong>Planejamento reverso</strong></p>
<ul>
<li>Planejamento protético e estético feito em modelos de diagnóstico previamente ao momento cirúrgico (FRANCISCHONE, 1998);</li>
<li> O posicionamento final da coroa protética determina o posicionamento do implante (VASCONCELOS, 2005)</li>
</ul>
<p><strong>Enceramento Diagnóstico</strong></p>
<ul>
<li>Número de dentes</li>
<li>Largura e comprimento</li>
<li>Relação com o antagonista</li>
<li>Quantidade de implantes (raio-x)</li>
<li>Posição dos implantes</li>
</ul>
<p><strong>Guia cirúrgico</strong></p>
<ul>
<li>Auxiliar durante a instalação do implante, para que esta seja realizada conforme o planejamento</li>
<li>Facilitar o paralelismo e correta distribuição dos implantes</li>
<li>Permitir visualizar outras alternativas de instalação, caso não seja possível seguir o planejamento</li>
</ul>
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<p><strong>Requisitos do guia cirúrgico:</strong></p>
<ul>
<li>Deve ser estável e rígido</li>
<li>Permitir posicionamento ideal do implante</li>
<li>Permitir visualizar o ângulo ideal de inserção do implante durante a cirurgia</li>
<li>Menos volumoso possível e fácil manipulação</li>
<li>Permitir que a fresagem seja bem refrigerada</li>
</ul>
<p><strong>Sequência do guia multifuncional </strong></p>
<ul>
<li>Incisão</li>
<li>Descolamento do retalho</li>
<li>Fresagem</li>
<li>Posicionador ou paralelisador</li>
<li>Instalação do implante</li>
<li>Instalação do mini-implante</li>
<li>Transferentes de moldagem</li>
<li>Cerclagem</li>
<li>União com guia multifuncional</li>
<li>Registro intermaxilar</li>
<li>Moldagem</li>
<li>Prótese</li>
</ul>
<p>Os espaços a serem determinados no planejamento reverso devem ser avaliados em <span style="color: #ff0000;"><strong>múltiplos de 7 </strong></span></p>
</div>
<div class="column"></div>
<div class="column"><strong>Regras:</strong></div>
<div class="column">
<ul>
<li>Deixar 1,5mm de distância entre dente e implante;</li>
<li>Deixar 3mm de distância entre implante e implante.</li>
</ul>
</div>
<div class="column">
<p style="text-align: left;"><strong>Uma pergunta frequente é: Utilizamos da técnica de prótese unida ou individualizada?&#8221;. Para responder essa questão, devemos levar em consideração os seguintes fatores: </strong></p>
<ul>
<li>densidade óssea</li>
<li>comprimento e diâmetro do implante</li>
</ul>
<p>Conteúdo baseado na aula da Professora Viviane crivellaro</p>
</div>
<div class="column"></div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Terminologia em Implantodontia</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/terminologia-em-implantodontia/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/terminologia-em-implantodontia/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2014 04:44:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Implantodontia]]></category>
		<category><![CDATA[carga]]></category>
		<category><![CDATA[carga imediata]]></category>
		<category><![CDATA[Enxerto]]></category>
		<category><![CDATA[gap]]></category>
		<category><![CDATA[implante]]></category>
		<category><![CDATA[implante imediato]]></category>
		<category><![CDATA[saucerização]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
		<category><![CDATA[tempo cirúrgico]]></category>
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					<description><![CDATA[A implantodontia é a área da odontologia que se destina às reabilitações protéticas suportadas ou retidas por implantes dentários. Um dos objetivos da implantodontia é a implantação, na mandíbula e na maxila, de materiais específicos destinados a suportar próteses unitárias, parciais ou removíveis, além de próteses totais. Parte Cirúrgica dividida em 3 fases fase de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A implantodontia é a área da odontologia que se destina às reabilitações protéticas suportadas ou retidas por implantes dentários. Um dos objetivos da implantodontia é a implantação, na mandíbula e na maxila, de materiais específicos destinados a suportar próteses unitárias, parciais ou removíveis, além de próteses totais.</p>
<p><strong>Parte Cirúrgica dividida em 3 fases</strong></p>
<ol>
<li>fase de enxertia de tecido mole e/ou duro</li>
<li>fase cirúrgica</li>
<li>fase protética</li>
</ol>
<p><strong>Planejamento reverso</strong></p>
<ol>
<li>planejar a prótese</li>
<li>planejar a instalação do implante dentário</li>
<li>planejar a necessidade ou não de enxerto de tecido mole e/ou duro</li>
</ol>
<hr />
<p><strong>Enxertia</strong></p>
<p><strong>Enxertia de tecido duro &#8211; </strong><em><strong>maxila atróficas<br />
</strong></em><br />
<strong style="line-height: 1.5em;">&#8211; Técnicas:</strong></p>
<ul>
<li>enxerto ósseo em bloco</li>
<li>enxerto ósseo particulado</li>
</ul>
<p><strong><span style="line-height: 1.5em;">Os enxertos podem ser:</span></strong></p>
<ul>
<li>enxerto ósseo autógeno (mesma pessoa)</li>
<li>enxerto ósseo alógeno (mesma espécia &#8211; muda o indivíduo)</li>
<li>enxerto ósseo com biomateriais sintéticos</li>
<li>enxerto ósseo xenógenos (outra espécie)</li>
</ul>
<p><strong style="line-height: 1.5em;">Enxertia de tecido mole</strong><br />
<span style="line-height: 1.5em;">Enxerto Gengival Livre (EGL) &#8211; objetivos:</span></p>
<ul>
<li>aprofundamento de vestíbilo</li>
<li>aumento da faixa de gengiva inserida</li>
</ul>
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<p>Enxerto Tecido Conjuntivo (ETC) &#8211; objetivos:</p>
<ul>
<li>aumento da faixa de gengiva inserida</li>
<li>aumento da espessura do tecido periodontal</li>
<li>recobrir roscas expostas dos implantes dentários previamente instalados</li>
</ul>
<hr />
<p style="text-align: left;"><strong>Fase da instalação dos implantes</strong></p>
<p><strong>Tempo Cirúrgico</strong></p>
<ul>
<li><em>1 tempo cirúrgico: </em>instalação do implante e cicatrizador no mesmo momento (para não ter nenhuma carga sobre o implante &#8211; torque insuficiente | baixa densidade óssea)</li>
<li><em>2 tempos cirúrgicos: </em>instala-se o implante e aguarda o período de osseointegração, logo em seguida instala-se o cicatrizador.</li>
</ul>
<p><strong>Implante imediato:</strong> quando se faz a exodontia do dente condenado e a instalação do implante dentário no mesmo momento.</p>
<p><strong>Diasteses/ Gap:</strong> espaço existe entre a parede do alvéolo e o implante dentário instalado (geralmente na área vestibular onde a cortical é menos espessa)<br />
<em>obs:</em> pode ser preenchido com biomaterial.</p>
<p><strong>Implante Mediato:</strong> aguarda-se 2 a 3 meses após a exodontia para instalação do implante dentário</p>
<p><strong>Estética Imediata:</strong> instalação do implante e instalação de uma prótese provisória sem função/oclusão imediatamente após a instalação do implante.</p>
<p><strong>Cirurgia &#8220;Flapless&#8221;:</strong> instalação de implante sem abrir um retalho gengival</p>
<ul>
<li>cirurgia guiada com prototipagem</li>
<li>instalação do implante sem abrir um retalho gengival com um guia cirúrgico fabricado especificamente para esse fim.</li>
</ul>
<p><strong>C</strong><strong>arga Imediata ou Função Imediata:</strong> instalação dos implantes e instalação da prótese em até 48h. A prótese tem que estar em função/oclusão em até 48h</p>
<ul>
<li>necessário um torque de no mínimo 35N durante a instalação do implante</li>
</ul>
<p><strong>Guia Cirúrgico:</strong> placa de acrílico confeccionada para guiar a instalação dos implantes na posição e angulação correta</p>
<p><strong>Saucerização dos Implantes Osteointegráveis:</strong> reabsorção óssea de mais ou menos 1 a 2mm no primeiro ano e 0,1mm nos anos subsequentes.<br />
Conteúdo retirado da aula da Professora Tatiana Deliberador, Universidade Positivo<br />
Imagem: www.dentalsalut.com.br</p>
<h3></h3>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Implantodontia: Uma Visão Geral</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/implantodontia-uma-visao-geral/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 02:01:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Implantodontia]]></category>
		<category><![CDATA[cone morse]]></category>
		<category><![CDATA[hexágono externo]]></category>
		<category><![CDATA[hexágono interno]]></category>
		<category><![CDATA[implante]]></category>
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					<description><![CDATA[Para um resultado satisfatório na implantodontia, é necessário planejamento. Você deve primeiro pensar em que tipo de prótese irá instalar futuramente, verificar sua viabilidade e a expectativa do paciente, para em seguida, planejar a parte cirúrgica. Isso se chama planejamento reverso. Todo implante necessita de osseointegração, que seja capaz de receber cargas funcionais. Por definição, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para um resultado satisfatório na implantodontia, é necessário planejamento. Você deve primeiro pensar em que tipo de prótese irá instalar futuramente, verificar sua viabilidade e a expectativa do paciente, para em seguida, planejar a parte cirúrgica. Isso se chama <strong><span style="text-decoration: underline;">planejamento reverso</span></strong>.</p>
<p>Todo implante necessita de osseointegração, que seja capaz de receber cargas funcionais. Por definição, a osseointegração <em>é a</em> <em>união anatômica e funcional direta entre o osso vivo remodelado e a superfície do implante, sem a interposição de tecido mole</em>.</p>
<p>Para confirmar a osseointegração, devem ser analisados o toque, a radiografia periapical, a percussão e a sintomatologia do paciente (implante osseointegrado não causa dor).<br />
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<p>Os implantes são compostos por uma plataforma e um corpo:</p>
<p><strong>As plataformas podem ser:</strong></p>
<ul>
<li><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1910 alignleft" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/implante-HE.png" alt="implante HE" width="162" height="126" />Hexágono externo: </strong> tem como facilidade, a possibilidade de intermediários que podem corrigir pequenas inclinações por posicionamento desfavorável do implante. Como desvantagem, um problema que pode ocorrer caso a peça protética não esteja com a adaptação adequada. Sem a correta adaptação, as forças mastigatórias são direcionadas para o parafuso, podendo causar fraturado mesmo</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>H<img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1931 alignleft" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/implante-HI3.png" alt="implante HI" width="161" height="128" />exágono interno:</strong>  tem como vantagem, a boa distribuição das forças mastigatórias pelo hexágono e pelas paredes do implante, maior estabilidade e resistência. A maior desvantagem é que necessita de maior remanescente ósseo, pois seu diâmetro é maior.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1912 alignleft" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/implante-cone-morse.png" alt="implante cone morse" width="168" height="126" />Cone Morse:</strong>  tem baixo potencial para perda óssea. Deve ficar 2 mm abaixo da crista óssea. tem redução de GAP’S. Como desvantagem, tem o custo mais elevado.</li>
</ul>
<p>Os implantes sofrem <em>saucerização</em>, que é uma perda óssea ao redor da parte exposta do implante.<br />
É necessário que haja pelo menos 1 mm de osso ao redor de todo o implante para uma efetiva osseointegração. Se o implante for colocado ao lado de um dente, é necessária a distância de no mínimo 1,5 mm entre o implante e a raiz do dente. Já no caso de ser colocado mais de um implante, é necessária a distância maior que 3 mm entre as plataformas dos implantes.</p>
<p><strong>Sequência de fresas utilizadas no preparo cirúrgico:</strong></p>
<ul>
<li>Fresa lança – perfurar a cortical óssea e delimitar o local das futuras perfurações.</li>
<li>Fresa 2.0 – estabelece a profundidade e direcionamento do sítio cirúrgico.</li>
<li>Fresa 2/3 – transição entre a fresa 2 e a 3. Aumenta o diâmetro na cortical para facilitar a perfuração da fresa 3.</li>
<li>Fresa 3 – alarga o sítio até o diâmetro planejado.</li>
<li>Fresa countersink – alarga a cortical para adaptação da plataforma (implante hexágono externo)</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Microbiologia Peri-Implantar</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/microbiologia-peri-implantar/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/microbiologia-peri-implantar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 13:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Implantodontia]]></category>
		<category><![CDATA[Imunologia | Microbiologia & Genética]]></category>
		<category><![CDATA[Periodontia]]></category>
		<category><![CDATA[implante]]></category>
		<category><![CDATA[Microbiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Peri-implantar]]></category>
		<category><![CDATA[peridontite]]></category>
		<category><![CDATA[periimplantite]]></category>
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					<description><![CDATA[A região que circunda o implante é conhecida como região peri-implantar. Tal como o dente, o implante também está sujeito a processos microbiológicos que podem levar a sua perda. Dessa maneira, é fundamental conhecer as características dessa região e a microbiota existente. A perda de dente dente pode acontecer pelos seguintes fatores Causas: Cárie; Problema periodontal; [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A região que circunda o implante é conhecida como região peri-implantar. Tal como o dente, o implante também está sujeito a processos microbiológicos que podem levar a sua perda. Dessa maneira, é fundamental conhecer as características dessa região e a microbiota existente.</p>
<p><strong>A perda de dente dente pode acontecer pelos seguintes fatores</strong></p>
<p>Causas:</p>
<ul>
<li>Cárie;</li>
<li>Problema periodontal;</li>
<li>Por acidentes;</li>
<li>Por alterações genéticas;</li>
<li>Por infecções pulpares.</li>
</ul>
<p><strong>Peri-implantites</strong><br />
Afeta: 10 – 12%  até 5 anos;<br />
Perda da osseointegração e falha do implante<br />
A osseointegração se define como a conexão direta entre o osso vivo e um implante endóseo em função.</p>
<p><strong>Fatores bacterianos</strong><br />
Enzimas:</p>
<ul>
<li>Colagenase</li>
<li>Hialuronidase</li>
<li>Fosfolipase</li>
</ul>
<p><strong>Peri-implantite</strong></p>
<p align="center">“Porque algumas superfícies são doentes e outras não?”</p>
<p align="center">↓</p>
<p align="center"><em>Ecologia</em></p>
<p align="center">Hemostasia Microbiana</p>
<p align="center">Patogenecidade = capacidade de causar doenças</p>
<p align="center"><strong>P= N .V<br />
R</strong></p>
<p><strong>Migração apical do epitélio juncional*</strong></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="288">
<p align="center"><strong>DENTE</strong></p>
</td>
<td valign="top" width="288">
<p align="center"><strong>IMPLANTE</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="288">
<p align="center">Gengivite</p>
<p align="center">↓</p>
<p align="center">Periodontite</p>
</td>
<td valign="top" width="288">
<p align="center">Mucosite</p>
<p align="center">↓</p>
<p align="center">Peri-implantite</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><body><br />
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</body></p>
<p><strong>Sinais e Sintomas</strong></p>
<ul>
<li>Vermelhidão da mucosa perimplantar</li>
<li>Supuração purulenta (ocasional)</li>
<li>Sangramento à sondagem</li>
<li>Aumento da profundidade da bolsa perimplantar</li>
<li>Dor a percussão e ao apertar os dentes</li>
<li>Perda óssea radiográfica do osso perimplantar</li>
<li>Mobilidade progressiva do implante (caso avançado)</li>
</ul>
<p><strong>Mucosite<br />
</strong></p>
<ul>
<li>Deve-se eliminar a placa bacteriana e o cálculo</li>
<li>Realizar um controle químico  da placa com clorexidina tópica</li>
<li>Orientar o paciente e instruir uma melhor higiene bucal</li>
<li>Comprovar se o desenho da prótese esta adequado</li>
<li>Controlar periodicamente o paciente</li>
</ul>
<div></div>
<div><strong>Peri-implantite Incipiente</strong></div>
<div>Se a perda óssea é incipiente, o tratamento é idêntico ao da mucosite, mas inclui a descontaminação dos pilares protéticos e a prescrição de antibioticoterapia.</div>
<div></div>
<p><strong>Peri-implantite Avançada<br />
</strong>Se a perda óssea é avançada ou persistente ao tratamento inicial, será necessário recorrer ao tratamento cirúrgico.</p>
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