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	<title>gengival &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>gengival &#8211; Odonto Up</title>
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		<title>Enxertos Gengivais Livres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Oct 2013 13:23:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Periodontia]]></category>
		<category><![CDATA[Enxerto]]></category>
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					<description><![CDATA[São usados para criar uma zona mais larga de gengiva inserida/queratinizada. A principal função do periodonto é inserir o dente no tecido ósseo dos maxilares e manter a integridade da superfície da mucosa mastigatória da cavidade oral. O periodonto é formado pelos seguintes tecidos: a gengiva, o ligamento periodontal, o cemento radicular e o osso [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>São usados para criar uma zona mais larga de gengiva inserida/queratinizada.</p>
<p>A principal função do <strong>periodonto</strong> é inserir o dente no tecido ósseo dos maxilares e manter a integridade da superfície da mucosa mastigatória da cavidade oral. O periodonto é formado pelos seguintes tecidos: a gengiva, o ligamento periodontal, o cemento radicular e o osso alveolar (Lindhe, 1997).</p>
<p>Segundo Gartrell e Mathews 1976, a recessão gengival é definida como a condição em que a margem gengival está localizada apicalmente à junção cemento-esmalte e a superfície radicular está exposta ao meio bucal. O processo de migração apical da margem gengival sobre a face radicular expõe o cemento à cavidade oral que perde a inserção de fibras gengivais sobre ele e é rapidamente eliminado da superfície radicular.</p>
<p>Essa exposição ao meio bucal, além do comprometimento estético, pode resultar em abrasões, cáries e hipersensibilidade da superfície radicular.</p>
<p>Sendo assim, a recessão do tecido marginal caracteriza uma perda de inserção do periodonto, pois todos os seus tecidos e não somente a gengiva se desloca na direção apical, podendo assim ter sua função comprometida.<br />
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<p>Existem vários fatores que podem desencadear o processo de recessão, entre eles, a escovação traumática, deiscências do osso alveolar, doença periodontal, mau posicionamento dental e fatores iatrogênicos.</p>
<p><strong>Etiologia</strong></p>
<p>De acordo com Lindhe 1997, a recessão tecidual marginal é uma característica comum em populações com altos padrões de higiene oral, bem como em populações com higiene oral precária. O trauma ao tecido provocado pela escovação vigorosa é considerado um fator causal dominante para o desenvolvimento das retrações, particularmente em indivíduos jovens.</p>
<p>Retrações resultantes de técnicas de escovação inadequadas são frequentemente encontradas em áreas com gengiva clinicamente sadia e onde a raiz exposta tem um defeito em forma de cunha, com a superfície limpa, lisa e polida.</p>
<p>Quando está associada a outros fatores etiológicos como, ausência de gengiva inserida ou uma fina camada da mesma, bem como a posição dos dentes, o problema torna-se ainda mais grave. Nesse caso os tecidos são submetidos a uma maior pressão, ficando ainda mais propensos à recessão (Ottoni e Magalhães, 2006). O tratamento ortodôntico também tem sido relatado como fatores que podem desencadear a recessão do tecido marginal.</p>
<p>As deiscências do osso alveolar podem estar associadas com proeminências, mau posicionamento ou rotação dos dentes. Deiscência óssea é a ausência de cobertura óssea no terço coronário das superfícies radiculares. De acordo com Lindhe (1997), a presença de uma deiscência do osso alveolar é considerada um pré-requisito para o desenvolvimento da retração do tecido marginal;</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Classificação de Miller</strong></p>
<p>Miller, em 1985 descreveu uma classificação dos defeitos de retração, levando em consideração o recobrimento radicular esperado que seja possível obter sendo:</p>
<p><strong>Classe I: </strong>Retração do tecido gengival que não se estende até a junção muco gengival. Não há perda óssea nem de tecido mole interdentais.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2694" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/10/classe-1.png" alt="classe 1" width="272" height="172" /></p>
<p><strong>Classe II:</strong> Retração do tecido marginal que se estende até ou além da junção muco gengival. Não há perda óssea nem de tecido mole interdentais.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2695" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/10/Classe-II.png" alt="Classe II" width="271" height="185" /></p>
<p><strong>Classe III: </strong>Retração de tecido mole que se estende até ou além da junção muco gengival. A perda óssea ou de tecido mole interdentais é apical em relação à junção cemento esmalte, porém coronária à extensão apical da retração do tecido marginal.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2696" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/10/Classe-III.png" alt="Classe III" width="273" height="208" /></p>
<p><strong>Classe IV:</strong> Retração do tecido marginal que se estende além da junção muco gengival. A perda óssea interdental estende-se até um nível apical em relação à extensão da retração do tecido marginal.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2697" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/10/Classe-IV.png" alt="Classe IV" width="271" height="180" /></p>
<p>Enquanto o completo recobrimento radicular pode ser alcançado nos defeitos Classe I e II, apenas o recobrimento parcial pode ser esperado nos defeitos Classe III. Os defeitos Classe IV não são passíveis de recobrimento.</p>
<p><strong>Recobrimento</strong><br />
Raspagem e alisamento radicular, orientações de higiene oral e identificação dos possíveis fatores etiológicos da recessão, são pré-requisitos importantes a serem avaliados antes da fase cirúrgica.</p>
<p>As principais indicações para os procedimentos muco gengivais de proteção radicular são necessidades estéticas/ cosméticas, hipersensibilidade da raiz, tratamento de lesões cariosas rasas na raiz e abrasões cervicais. A alteração da topografia do tecido marginal, a fim de facilitar o controle de placa, também se constitui numa indicação comum para os procedimentos de proteção radicular (Lindhe, 1997).</p>
<p><strong>Palato (área doadora):</strong></p>
<p>A mucosa palatina constitui a principal fonte dadora de tecido conjuntivo e epitélio, pelo fato de ser revestida por uma camada de queratina. A área de remoção do enxerto localiza-se entre a última rugosidade palatina e a área do canal palatino posterior (do primeiro pré-molar ao segundo molar). Sob o tecido epitelial encontra-se um tecido conjuntivo bastante fibroso e denso, sendo considerado um tecido doador de melhor qualidade. Mais profundamente encontra-se tecido adiposo (ao nível dos pré-molares e dos caninos). Antes de ser removido o enxerto, alguns elementos anatómicos devem ser rigorosamente avaliados:</p>
<p><strong>1º. Elementos:</strong></p>
<ul>
<li>localização e trajetos das artérias palatinas;</li>
<li>localização e trajetos dos nervos palatinos.</li>
</ul>
<p><strong>2º. Espessura e qualidade do tecido doador.</strong><br />
É possível verificar a espessura disponível com uma medição, sob anestesia, por meio da sonda periodontal.</p>
<p><em>Este tipo de <strong>enxerto</strong>, normalmente é descrito com algumas desvantagens, como:</em></p>
<ul>
<li>No sítio doador, a cicatrização ocorre por segunda intenção, podendo proporcionar um pós-operatório doloroso;</li>
<li>Após a cicatrização dos tecidos, o aspecto da mucosa apresenta características clínicas semelhantes às da mucosa do palato (área dadora) e não igual ao das áreas adjacentes ao enxerto.</li>
</ul>
<p><em>O retalho reposicionado coronariamente apresenta como:</em></p>
<p><strong>Indicações</strong></p>
<ul>
<li>Melhora das condições estéticas;</li>
<li>Recomposição da gengiva inserida;</li>
<li>Redução da sensibilidade radicular</li>
<li>Retrações isoladas ou múltiplas rasas.</li>
</ul>
<p><strong>Contra indicações</strong></p>
<ul>
<li>Vestíbulo raso;</li>
<li>Pouca gengiva inserida;</li>
<li>Retrações muito largas, com proeminência radicular.</li>
</ul>
<p>Referência:<br />
CARRANZA. Periodontia Clínica Ed. Saunders Elsevier.Tradução da 11ª edição.<br />
LINDHE. Jan Tratado de Periodontia Clínica e Implantologia Oral. Ed. Guanabara Koogan 5ª Edição 2010</p>
<p>http://ns.abopr.org.br/imagens/biblioteca/1267126122.pdf<br />
http://www.manuelneves.com/artigos/2011/CA05.pdf<br />
Autor:  Indi O` Hara Patricia Socoloski, Acadêmica do 2º ano Odontologia da Universidade Positivo, Curitiba &#8211; PR</p>
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