<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>fatores &#8211; Odonto Up</title>
	<atom:link href="https://www.odontoup.com.br/tag/fatores/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.odontoup.com.br</link>
	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Wed, 21 Jan 2026 16:08:23 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/cropped-icon-odonto-up--32x32.jpg</url>
	<title>fatores &#8211; Odonto Up</title>
	<link>https://www.odontoup.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Osseointegração</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/osseointegracao/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/osseointegracao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jun 2019 01:23:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Implantodontia]]></category>
		<category><![CDATA[estabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[fatores]]></category>
		<category><![CDATA[implante]]></category>
		<category><![CDATA[implantodontia]]></category>
		<category><![CDATA[osseointegração]]></category>
		<category><![CDATA[osteoblastos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=6998</guid>

					<description><![CDATA[Segundo Branemark, osseointegração é a união anatômica e funcional de um implante no tecido ósseo, sem interposição de tecido mole e de forma que esse implante possa suportar carga funcional, ou seja, carga com mastigação efetiva. O processo de osseointegração é dinâmico e envolve vários mecanismos biológicos, o entendimento desses mecanismos e do papel da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Segundo Branemark, <strong>osseointegração</strong> é a união anatômica e funcional de um implante no tecido ósseo, sem interposição de tecido mole e de forma que esse <strong>implante </strong>possa suportar carga funcional, ou seja, carga com mastigação efetiva. O processo de osseointegração é dinâmico e envolve vários mecanismos biológicos, o entendimento desses mecanismos e do papel da superfície dos implantes nesse processo, auxiliará o clínico de diversas maneiras.</p>



<p>Como os implantes são inseridos no tecido ósseo, uma das abordagens para explicar o fenômeno da osseointegração considera esse processo como sendo parte do mecanismo relacionado à reparação de injúrias ósseas.</p>

<script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script>
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block; text-align:center;"
     data-ad-layout="in-article"
     data-ad-format="fluid"
     data-ad-client="ca-pub-4191050030543415"
     data-ad-slot="1182056593"></ins>
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script>


<p>Tanto osseointegração como manutenção do implante exigem o recrutamento de células precursoras de osteoblastos. Nesse sentido, ancoragem, fixação, adesão,<br />espalhamento, proliferação e diferenciação de osteoblastos secretores produzem uma<br />matriz calcificada na superfície do implante.</p>



<p>Fases da osseointegração:<br /><br />1. Fase do modelamento;<br />2. Fase do remodelamento;<br />3. Fase de adaptação do tecido ósseo para receber carga.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Fatores importantes a serem controlados para osseointegração dos implantes</h2>



<p>Desde a escolha do implante ideal para o caso, o cirurgião deve levar em consideração todas as informações abaixo para atingir a osseointegração.</p>



<figure class="wp-block-image"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="499" class="wp-image-8154" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/fatores-osseointegracao-e1559693367419-1024x499.png" alt="" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/fatores-osseointegracao-e1559693367419-1024x499.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/fatores-osseointegracao-e1559693367419-300x146.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/fatores-osseointegracao-e1559693367419-768x374.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/fatores-osseointegracao-e1559693367419-533x261.png 533w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/fatores-osseointegracao-e1559693367419-696x339.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/fatores-osseointegracao-e1559693367419-1068x520.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/fatores-osseointegracao-e1559693367419-862x420.png 862w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/fatores-osseointegracao-e1559693367419.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />
<figcaption>Fatores a serem observados</figcaption>
</figure>



<h2 class="wp-block-heading">Estabilidade primária</h2>



<p>A <strong>estabilidade primária</strong> pode ser definida como sendo a fixação primária obtida no momento de inserção do implante no leito ósseo. A estabilidade primária adequada de um implante é importante para o sucesso da osseointegração e determinação de protocolos de carregamento protético. A qualidade, densidade e volume ósseo são alguns dos fatores que influenciam. O design do implante favorece nesse quesito.</p>



<p>Por outro lado, a estabilidade secundária é caracterizada pela fixação obtida durante o processo de cicatrização e remodelação óssea na interface osso-implante devido ao processo de regeneração sofrido e que se encontra também na dependência da estabilidade primária. O tratamento de superfície é importante nessa situação.</p>



<p>É consenso o papel essencial da estabilidade primária na osseointegração e no trabalho do implante em função. O grau de estabilidade primária pode também servir como orientação para tomada de decisão quanto à escolha do protocolo de tratamento em relação à carga imediata, carga precoce ou carga tardia. Assim, os torques de inserção do implante devem estar contidos numa faixa que garantam a estabilidade primária e por outro lado não causem dano ao osso cortical que poderá afetar a estabilidade do implante em função.</p>



<p>O índice de sucesso em implantes, com uma adequada estabilidade inicial, é consideravelmente maior do que implantes sem estabilidade inicial. Vale ressaltar que a estabilidade inicial é essencialmente um fator de influência no processo de osseointegração.</p>

<body>
<script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script>
<!-- Publicidade 2 -->
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block"
     data-ad-client="ca-pub-4191050030543415"
     data-ad-slot="9581730292"
     data-ad-format="auto"
     data-full-width-responsive="true"></ins>
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script>
</body>



<p>Referências</p>



<p>Carl E. Misch, <em>Contemporary Implants Dentistry</em>, 2 edição.</p>



<p>http://revodonto.bvsalud.org/pdf/apcd/v70n2/a11v70n2.pdf<br />http://www.ilapeo.com.br/biblioteca/monografias/60/a-influencia-do-tabagismo-na-osseointegracao-estudo-retrospectivo-de-274-pacientes-tratados-com-implantes-osseointegrados/<br />http://www.ilapeo.com.br/img/materiaismd/pt/Fabricio_Bovo.pdf<br />http://apcdaracatuba.com.br/revista/v32n12011/TRABALHO4.pdf<br />https://peclab.com.br/wp-content/uploads/2017/03/FIQSABENDESTABILIDADE1%C2%AAPDF-1.pdf<br />https://openrit.grupotiradentes.com/xmlui/bitstream/handle/set/<br />https://peclab.com.br/wp-content/uploads/2017/03/FIQSABENDESTABILIDADE1%C2%AAPDF-1.pdf</p>



<p>&nbsp;</p>



<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/osseointegracao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Alterações Patológicas Pulpares &#8211; Parte I</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/alteracoes-patologicas-pulpares/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/alteracoes-patologicas-pulpares/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Sep 2013 14:19:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Endodontia]]></category>
		<category><![CDATA[alterações]]></category>
		<category><![CDATA[endodontia]]></category>
		<category><![CDATA[etiológicos]]></category>
		<category><![CDATA[fatores]]></category>
		<category><![CDATA[irreversível]]></category>
		<category><![CDATA[polpa]]></category>
		<category><![CDATA[pulpite]]></category>
		<category><![CDATA[reversível]]></category>
		<category><![CDATA[testes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=2542</guid>

					<description><![CDATA[A polpa dental é constituída por um tecido conjuntivo frouxo, abundantes vasos sanguíneos, drenagem linfática, inervação e células mesenquimais indiferenciadas. Apresenta boa capacidade regenerativa por possuir um metabolismo intenso. A polpa está acomodada dentro de paredes de dentina que impedem o seu seu aumento de volume nos estágios exsudativos dos processos inflamatórios A intensidade da resposta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A<strong> polpa dental</strong> é constituída por um tecido conjuntivo frouxo, abundantes vasos sanguíneos, drenagem linfática, inervação e células mesenquimais indiferenciadas. Apresenta boa capacidade regenerativa por possuir um metabolismo intenso.</p>
<p>A polpa está acomodada dentro de paredes de dentina que impedem o seu seu aumento de volume nos estágios exsudativos dos processos inflamatórios</p>
<p>A intensidade da resposta do tecido pulpar diante dos fatores que podem causá-la dependerá do tipo, duração e intensidade do estímulo, além das condições do próprio tecido e do organismo como um todo. Quando os agentes patogênicos ultrapassam o limiar de tolerância da polpa aparecem às alterações patológicas pulpares.<br />
<script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block; text-align:center;"
     data-ad-layout="in-article"
     data-ad-format="fluid"
     data-ad-client="ca-pub-4191050030543415"
     data-ad-slot="5982478201"></ins><br />
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script></p>
<p><strong>Fatores Etiológicos</strong></p>
<p><em>Fatores microbianos &#8211;</em> a infecção do tecido pulpar pode-se dar por meio de:</p>
<ul>
<li>Cárie.</li>
<li>Infecção via periodonto.</li>
<li>Anacorese, fenômeno em que um tecido inflamado atrai bactérias da corrente sangüínea.</li>
<li>Fratura com exposição pulpar.</li>
</ul>
<p><strong>Fatores Físicos </strong></p>
<ul>
<li>Alterações bruscas de temperatura.</li>
<li>Traumas (fraturas, bruxismo, abrasão, erosão, atrição).</li>
<li>Galvanismo</li>
</ul>
<p><strong>Fatores Químicos</strong></p>
<ul>
<li>Materiais forradores e restauradores não usados adequadamente.</li>
<li>Anti-sépticos.</li>
<li>Desidratantes.</li>
</ul>
<p><strong>Reações do Complexo Dentino-pulpar submetido à ação de irritantes</strong><br />
Independentemente de sua natureza, ao atingir a polpa, o irritante provoca reações defensivas (inflamatórias ou degenerativas). Essas reações podem variar de acordo com a intensidade do irritante, indo desde a formação de dentina até a morte pulpar.</p>
<p><strong>O complexo dentino-pulpar reage com: </strong></p>
<ol>
<li>Aumento da espessura dentinária pela deposição de dentina reacional na superfície pulpar e decorrente redução do volume pulpar.<strong> </strong>Nesta condição, deforma a câmara pulpar, além de diminuir seu volume. Sua finalidade é compensar a perda de substância, pelo restabelecimento da espessura primitiva da dentina.</li>
<li>Diminuição do diâmetro dos túbulos dentinários pela aceleração da deposição contínua de dentina peritubular, levando à esclerose dentinária. Esta condição, provavelmente, favoreça a penetração bacteriana na cárie ou de substâncias químicas decorrentes dos procedimentos operatórios e restauradores.</li>
<li>Redução de células, do número de vasos e de fibras nervosas no tecido pulpar. Como conseqüência, teremos uma diminuição da capacidade reparadora frente aos procedimentos terapêuticos conservadores como capeamento, curetagem pulpar e pulpotomias.</li>
<li>Aumento do componente fibroso cuja associação com a redução da celularidade<br />
e da vascularização pulpar diminuirá a velocidade de renovação colagênica<br />
acompanhada de modificações bioquímicas da matriz extracelular, resultando<br />
em pequenas áreas de hialinização. Nesta situação, podem ocorrer o surgimento de nódulos pulpares por calcificação distrófica.</li>
</ol>
<p>Em qualquer fase do desenvolvimento da cárie, podem aparecer reações inflamatórias da polpa, dependendo da intensidade do agente agressor. É necessário sempre ter em mente que o fator desencadeante da pulpopatia não é, necessariamente, o fator microbiano, pois existem os fatores químicos e físicos.</p>
<p>É importante saber, sob o ponto de vista do tratamento, se a pulpopatia é curável ou não, se a polpa pode ser conservada ou se impõe sua extirpação. As alterações inflamatórias, quando combatidas a tempo, podem regredir, retornando a polpa à normalidade.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>A dor é o sintoma mais encontrado durante a anamnese para descrever a queixa principal.</em></strong></p>
<p>Como a dor é geralmente o resultado de uma alteração pulpar, este é um dos sintomas mais comuns que o clínico necessita para o diagnóstico. A dor pulpar pode ser modificada por muitos fatores, incluindo calor e frio, pressão advinda do contato oclusal, e intensidade do estímulo agressor. A condição preexistente da polpa pode modificar o processo inflamatório e dessa forma a dor. Além disso, o estado emocional do paciente pode aumentar ou diminuir o grau da dor.</p>
<p>A origem da dor e suas características clínicas são normalmente evidenciadas pela história dental, inspeção, exames e testes.</p>
<p><strong>Características Clínicas da Dor:</strong></p>
<ul>
<li>Natureza: provocada, espontânea.</li>
<li>Localização: localizada, difusa, reflexa.</li>
<li> Freqüência com que ocorre.</li>
<li>Qualidade: pulsátil, intermitente ou contínua.</li>
<li>Intensidade: leve, moderada ou forte.</li>
</ul>
<p><strong>Exames:</strong></p>
<ul>
<li>Radiográfico</li>
<li>Inspeção</li>
<li>Palpação</li>
<li>Percussão</li>
<li>Mobilidade</li>
</ul>
<p><strong>Testes:</strong></p>
<ul>
<li>Teste do calor</li>
<li>Teste do frio</li>
<li>Teste Elétrico</li>
<li>Teste de Cavidade</li>
<li>Teste de Anestesia</li>
</ul>
<p>As respostas do paciente aos testes do calor e do frio são idênticas, uma vez que as fibras neurais da polpa transmitem apenas a sensação de dor.</p>
<p>Existem quatro reações possíveis do paciente:</p>
<p>1. Nenhuma resposta.<br />
2. Uma resposta térmica de dor transitória, leve ou moderada.<br />
3. Uma resposta fortemente dolorosa que cessa assim o estímulo é removido.<br />
4. Uma resposta fortemente dolorosa que permanece após a remoção do estímulo térmico.</p>
<p>Se não houver resposta, a <em>polpa está necrosada</em> ou possivelmente vital, mas com uma falsa resposta negativa, em virtude de calcificação excessiva, ápice imaturo, trauma recente ou uso de medicação.</p>
<p>Uma resposta moderada transitória é geralmente considerada normal. Uma resposta dolorosa, que cessa rapidamente com a remoção do estímulo constitui uma característica de <em>pulpite reversível</em>. Finalmente, uma resposta dolorosa que permanece após o estímulo térmico ser removido indica <em>pulpite irreversível sintomática</em>.</p>
<p>A polpa normal é assintomática e exibe uma resposta transitória, de fraca a moderada, aos estímulos térmicos e elétricos, cessando quase imediatamente quando o estímulo é removido. Os testes de palpação e percussão não causam respostas dolorosas. A radiografia, em geral revela uma cavidade pulpar normal e uma lâmina dura intacta.</p>
<p><strong>Pulpite Reversível</strong></p>
<ul>
<li>Dor provocada, de curta duração, presente somente quando um estímulo está em contacto com o dente e não ocorre espontaneamente. Um irritante, como alimentos, bebidas ou cárie, pode causar inflamação focal pulpar, que produz uma dor de curta duração.</li>
<li>Dor provocada nos testes de sensibilidade e somente durante sua realização.</li>
<li>Quando acessada, polpa sangrante ao toque.</li>
<li>Sangramento abundante e vermelho rutilante.</li>
<li>Resistente ao corte com estrutura e consistência preservada.</li>
<li>Deve-se considerar a anamnese e a relação causa efeito.</li>
<li>Radiograficamente observa-se o periodonto normal.</li>
</ul>
<p><em>Nota:</em> O prognóstico da pulpite reversível deve ser considerado muito bom quando submetida a tratamento conservador; capeamento pulpar indireto e direto, curetagem pulpar ou ainda a pulpotomia. A pulpite reversível não é uma doença, mas meramente um sintoma. Se a causa for removida, a polpa deve voltar a um estado de normalidade e os sintomas devem desaparecer.</p>
<p>Por outro lado, se a causa permanece, os sintomas podem persistir indefinidamente ou a inflamação pode tornar-se mais difusa, eventualmente levando a uma pulpite irreversível.<br />
<body><br />
<script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
<!-- Publicidade 2 --><br />
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block"
     data-ad-client="ca-pub-4191050030543415"
     data-ad-slot="9581730292"
     data-ad-format="auto"
     data-full-width-responsive="true"></ins><br />
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script><br />
</body></p>
<p><strong>Pulpite Irreversível </strong></p>
<p><em>A inflamação é mais severa e mais disseminada nessa condição<br />
</em></p>
<ul>
<li>Dor prolongada.</li>
<li>Dor espontânea não aliviada com o uso de analgésicos comuns.</li>
<li>Dor provocada nos testes de sensibilidade, e que se prolonga por períodos variáveis de segundos até horas.</li>
<li>A or pode ser localizada ou difusa, dificultando a localização por parte do paciente.</li>
<li>Intermitente ou contínua, moderada ou severa, aguda ou surda.</li>
<li>Afetada pela posição do corpo ou pela hora do dia.</li>
<li>Quando acessada, apresenta sangramento discreto ou ausente.</li>
<li>A intensidade da dor pode variar consideravelmente com o tempo e pode evoluir para períodos assintomáticos.</li>
<li>Sangramento tendendo a cor vermelho-escura ou muito clara.</li>
<li>Consistência pastosa ou liquefeita.</li>
<li>Não oferece resistência ao corte com instrumento.</li>
<li>Radiograficamente observa-se o periodonto normal ou levemente espessado com lâmina dura intacta.</li>
</ul>
<p><em>Nota:</em> O prognóstico da pulpite irreversível é muito ruim, deve-se escolher o tratamento radical com obturação final do canal. Quando não tratada, evolui para a necrose pulpar, comprometendo na seqüência, os tecidos periapicais.</p>
<p>Conteúdo retirado da aula da Profª Denise Piotto Leonardi</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/alteracoes-patologicas-pulpares/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>2</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
