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	<title>estomatologia &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>estomatologia &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Protocolo Pré-Radioterapia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Nov 2013 18:22:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer Bucal]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
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					<description><![CDATA[O avanço tecnológico nos tratamentos radioterápicos tem aumentado a sobrevida dos pacientes portadores de tumores. A radioterapia está sendo largamente difundida como tratamento para pacientes portadores de tumores de cabeça e pescoço, aumentando a responsabilidade do cirurgião dentista frente a esses pacientes. Porém, a radioterapia provoca sintomatologia dolorosa em região de cabeça e pescoço, podendo também causar: xerostomia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O avanço tecnológico nos tratamentos radioterápicos tem aumentado a sobrevida dos pacientes portadores de tumores. A radioterapia está sendo largamente difundida como tratamento para pacientes portadores de tumores de cabeça e pescoço, aumentando a responsabilidade do cirurgião dentista frente a esses pacientes.</p>
<p>Porém, a radioterapia provoca sintomatologia dolorosa em região de cabeça e pescoço, podendo também causar: xerostomia (diminuição acentuada do fluxo salivar), mucosite (processo inflamatório e ulcerativo em mucosa bucal), fibroses e trismos, dermatite de radiação, cárie de radiação, candidose, osteorradionecrose, disgeusia (diminuição do senso do paladar) entre outras.</p>
<p>Sendo assim, verificou-se a necessidade de instituir um protocolo de atendimento aos pacientes com indicação de tratamento radioterápico na região de cabeça e pescoço.<br />
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<p>Previamente os pacientes devem ser submetidos a consultas odontológicas para a instrução a respeito dos efeitos da radiação ionizante sobre as estruturas bucais.</p>
<p><strong>A sequência do tratamento é:</strong></p>
<p><strong>1</strong>. Avaliação da condição clínica;</p>
<p><strong>2.</strong> Realização dos procedimentos necessários: exodontias, endodontias, restaurações, periodontia, próteses fixas. Deve ser realizada exodontia nos dentes presentes na área irradiada (acima de 4000cGy) nos pacientes adultos, com rigoroso fechamento do sítio com a sutura da mucosa. Nos paciente pediátricos em fase de dentição mista, deve-se fazer exodontia dos dentes em esfoliação, restaurações, orientações de rigorosa higiene bucal, bochecho com flúor e com Clorexidina 0,12%.<br />
Pacientes com mucosite leve e moderada podem fazer bochecho com hidróxido de alumínio, chá de camomila, chá de malva e aplicação de gelo local. Pode ser realizada também a laserterapia de baixa intensidade.<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>3. </strong>Aguardam-se oito dias para início da radioterapia;</p>
<p><strong>4.</strong> Suspender o uso de prótese total ou prótese parcial removível;</p>
<p><strong>5.</strong> Bochecho com solução de fluoreto de sódio 1% por 3 minutos, uma vez ao dia durante o tratamento (se o paciente for dentado);</p>
<p><strong>6. </strong>Realizar 10 bochechos diários com solução salina 0,9%; (água morna com sal) durante aplicação de radioterapia;</p>
<p><strong>7</strong>. Três bochechos ao dia com solução de Clorexidina 0,12% por 1 minuto;</p>
<p><strong>8.</strong> Evitar o álcool e o tabaco;</p>
<p><strong>9.</strong> Evitar alimentos muito quentes ou muito condimentados;</p>
<p><strong>10.</strong> Em caso de candidose, pode ser usada Nistatina suspensão oral (Nistatina solução 500.000 a 1.000.000U V.O. 3 a 5 vezes ao dia por 5 a 7 dias);</p>
<p><strong>11.</strong> Uso de saliva artificial ou lubrificantes no pós-radioterapia como Glicerina 2/8 de água com 3 bochechos diários;</p>
<p><strong>12. </strong>Acompanhamento do paciente por um profissional da odontologia durante e após todo o tratamento.</p>
<p>A utilização desse protocolo visa diminuir ao máximo a ocorrência e a gravidade das complicações da radioterapia. Observa-se também a indispensável participação do cirurgião dentista na equipe multidisciplinar para tratamento do paciente oncológico com indicação de tratamento radioterápico de cabeça e pescoço.</p>
<p><strong>Referência</strong> Sassi LM, Machado RA. <i>Head and neck pré-radiotherapy protocol</i> – Artigo de Revisão<br />
Imagem: <a href="http://www.lip.pt/~luis/investigacao/ct_beam.gif" target="_blank" rel="noopener">http://www.lip.pt/~luis/investigacao/ct_beam.gif</a></p>
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		<item>
		<title>Mucosite</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/mucosite/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Oct 2013 20:15:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer Bucal]]></category>
		<category><![CDATA[bucal]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos]]></category>
		<category><![CDATA[estomatologia]]></category>
		<category><![CDATA[mucosite]]></category>
		<category><![CDATA[patologia]]></category>
		<category><![CDATA[quimioteapia]]></category>
		<category><![CDATA[radioterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[A radioterapia é um dos tratamentos de eleição para pacientes portadores de neoplasias de cabeça e pescoço, porém verificamos que o aparecimento de sequelas é praticamente inevitável. As alterações inflamatórias ou infecciosas da cavidade oral são denominadas mucosites. As alterações nas mucosas podem provocar um desconforto e disfagia, levando muitas vezes, a um comprometimento nutricional. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center">A radioterapia é um dos tratamentos de eleição para pacientes portadores de neoplasias de cabeça e pescoço, porém verificamos que o aparecimento de sequelas é praticamente inevitável. As alterações inflamatórias ou infecciosas da cavidade oral são denominadas <strong>mucosites. </strong></p>
<p style="text-align: left;" align="center">As alterações nas mucosas podem provocar um desconforto e disfagia, levando muitas vezes, a um comprometimento nutricional. A mucosite normalmente é transitória e os pacientes recuperam-se, espontaneamente, no primeiro mês após encerramento do tratamento radioterápico.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">A associação da radioterapia com quimioterápicos produz um efeito sinérgico potencializando a severidade das alterações inflamatórias da mucosa oral.</p>
<p>A <strong>mucosite oral</strong> é uma das complicações mais frequentes em pacientes portadores de câncer de cabeça e pescoço, sendo consequência de um processo inflamatório local, e os tratamentos antineoplásicos, radioterapia e quimioterapia desses tumores são importantes causas dessa afecção.<br />
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<p><strong>A fisiopatologia da mucosite é dividida em 4 fases:</strong></p>
<p><strong>1. Fase Inflamatória:</strong> tecido epitelial libera interleucina 1 (IL-1), interleucina 6 (IL-6) e fator de necrose tumoral-alfa (TNF-alfa) causando aumento da vascularização local.</p>
<p><strong>2. Fase Epitelial:</strong> ocorre a redução da renovação das células em função da radioterapia e da quimioterapia, ocasionando ulceração do epitélio.</p>
<p><strong>3. Fase Ulcerativa:</strong> quando ocorre a colonização por microorganismos e intensificação das lesões</p>
<p><strong>4. Fase Curativa:</strong> corresponde à renovação celular e posterior cicatrização da mucosite.</p>
<p><strong>Sintomatologia:</strong><br />
A sintomatologia da mucosite oral traz graves consequências para a qualidade de vida dos pacientes. Os principais sinais e sintomas são ulceração da mucosa com dor intensa, dificuldade de alimentação, dificuldade para falar e fazer a higiene oral e presença de infecções oportunistas.</p>
<p><strong>Tratamento:</strong><br />
Dentre os vários fatores implicados na gênese das alterações da mucosa, induzidas por radiação, encontra-se a modificação de flora oral bacteriana com desenvolvimento de quadros infecciosos. Desta maneira um medicamento antisséptico poderia auxiliar na prevenção destas modificações e diminuir a intensidade dos quadros de mucosite.</p>
<p>A medicação escolhida foi o gluconato de clorexidina a 0,12% uma droga amplamente utilizada na área da odontologia<sup>6, 7</sup>.</p>
<p>A mucosite apresenta como consequência a formação de ulcerações em alguns casos, e quando isto ocorre, abre-se a possibilidade para infecções secundárias e oportunistas, principalmente por&nbsp;<i>Candida albicans</i><sup>14</sup>. Por este motivo a droga escolhida deve apresentar uma ação antimicrobiana fato bastante conhecido na ação da clorexidina<br />
Nem sempre a interrupção do tratamento é o efeito deletério mais importante da mucosite pós–radioterapia.</p>
<p>Em alguns pacientes a mucosa torna-se intensamente dolorosa, dificultando a deglutição do paciente, fato que pode comprometer o quadro nutricional<sup>11</sup>&nbsp;já deteriorado pela doença de base.</p>
<p>A mucosite oral grave também pode exigir interrupção parcial ou completa de tratamento antineoplásico, como radioterapia, antes do regime planejado ser completado, aumentando o risco de proliferação das células tumorais e dificultando o controle do câncer<sup>6</sup>. Nos pacientes em quimioterapia, a mucosite geralmente ocorre nas mucosas não queratinizadas do ventre de língua, do assoalho de boca, do palato mole e também na mucosa jugal.</p>
<p>Nos pacientes em tratamento com radioterapia em região de cabeça e pescoço, a inflamação pode acometer tanto a mucosa queratinizada quanto a não queratinizada. O uso do álcool e do tabaco, a quimioterapia, as infecções fúngicas e a má higienização bucal podem aumentar a incidência ou agravar a mucosite<sup>6</sup></p>
<p>O<strong> tratamento</strong> da mucosite deve ser conservador, para evitar uma acentuação das irritações teciduais e prejuízos às células remanescentes do epitélio acompanhado de um controle de placa bacteriana com manutenção da higiene oral.<br />
A utilização de bochechos com o chá de camomila, apesar do seu efeito não comprovado, parece conferir importante redução no grau e no alívio das principais queixas da mucosite, fato que pode estar associado à ação anti-inflamatória dessa erva<sup>13</sup>.</p>
<p>Condutas utilizadas no tratamento da mucosite oral incluem o uso de analgésicos sistêmicos, anestésicos ou analgésicos tópicos.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Neoplasias malignas frequentemente associadas</strong></p>
<p>A leucemia e o linfoma são exemplos de neoplasias malignas que causam supressão da medula óssea e tendem a estar associadas a complicações bucais com maior frequência</p>
<p><strong>Conclusão:</strong><br />
A mucosite oral é intercorrência muito comum nos pacientes em tratamento oncológico, advinda de uma alteração celular, podendo se desenvolver em processos ulcerativos importantes e levando a uma redução na qualidade de vida desses pacientes durante e após o tratamento radio e quimioterápico.</p>
<p>Referência das Imagens:<br />
MUCOSITE ORAL RADIOINDUZIDA &#8211; Patrícia Nogueira Montenegro de ALMEIDA; Ernesto ROESLER; Ana Paula Veras SOBRAL<br />
Trabalho apresentado no Projeto de Extensão em Prevenção ao Câncer de Boca.</p>
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		<title>Lesões Vésico-Bolhosas &#8211; Herpes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Sep 2013 03:36:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estomatologia & Patologia]]></category>
		<category><![CDATA[estomatologia]]></category>
		<category><![CDATA[herpes]]></category>
		<category><![CDATA[HSV]]></category>
		<category><![CDATA[lesões]]></category>
		<category><![CDATA[vésico-bolhosas]]></category>
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					<description><![CDATA[A herpes é uma doença, causada por um vírus, que afeta principalmente a região genital e mucosa da boca.  Ela conta com períodos de latência (sem lesões) e reativação com apresentação clínica da doença e sua transmissão se dá por contato mucocutâneo direto com secreções infectadas. O contágio pode acontecer por contato com secreções contaminadas: [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>herpes</strong> é uma doença, causada por um vírus, que afeta principalmente a região genital e mucosa da boca.  Ela conta com períodos de latência (sem lesões) e reativação com apresentação clínica da doença e sua transmissão se dá por contato mucocutâneo direto com secreções infectadas.</p>
<p>O contágio pode acontecer por contato com secreções contaminadas: beijo, objetos de uso pessoal, instrumentos contaminados, entre outros.</p>
<p><strong>Alguns sintomas da infecção por HSV são:</strong></p>
<ul>
<li>Gengivoestomatite</li>
<li>Herpes genital</li>
<li>Herpes ocular</li>
<li>Queratite herpética</li>
<li>Encefalite herpética.</li>
</ul>
<p><b>HSV1</b></p>
<ul>
<li>Disseminação por saliva infectada ou contato direto com lesões peribucais ativas;</li>
<li>Ativação em região bucal, peribucal, facial e ocular;</li>
<li>Faringe, intrabucal, labial, olhos e pele acima da cintura.</li>
</ul>
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<p><b>HSV2</b></p>
<ul>
<li>Causa lesões semelhantes (morfologia e história natural) em genitália e pele abaixo da cintura, em ambos os sexos;</li>
<li>Indivíduos com vida sexual ativa;</li>
<li>Infecção cruzada bucogenital;</li>
<li>Associação com classe socioeconômica mais baixa, com aumento progressivo de taxas de infecção.</li>
</ul>
<p><b>Condições que favorecem o aparecimento de lesões –</b></p>
<ul>
<li>Baixa Imunidade</li>
<li>Estresse emocional</li>
<li>Radiação UV</li>
<li>Trauma</li>
<li>Gravidez</li>
<li>Alergias</li>
<li>Alterações respiratórias</li>
<li>Idade avançada</li>
<li>Menstruação</li>
<li>Doenças sistêmicas</li>
<li>Neoplasias malignas</li>
<li>Quimioterapia</li>
<li>Medicações, entre outras&#8230;</li>
</ul>
<p align="center">
<p align="center"><b>Gengivoestomatite herpética primária aguda</b></p>
<p>Causada pelo HSV1, apresenta-se na mucosa através de vesículas puntiformes que se rompem e formam lesões pequenas avermelhadas que aumentam e formam areas de ulceração. A gengiva se mostra aumentada e dolorosa. Outros sintomas envolvem cefaleias, faringites, tonsilites e febre.  A dificuldade de degluticação é acentuada.<br />
<b></b></p>
<p><b>Os locais de prevalência das lesões são: </b></p>
<ul>
<li>Gengiva inserida</li>
<li>Mucosa labial</li>
<li>Língua</li>
<li>Palato</li>
<li>Orofaringe</li>
</ul>
<p align="center"><b>Herpes recorrente</b></p>
<ul>
<li>Latência do vírus em gânglios nervosos e reativação em 40% dos infectados;</li>
<li>Aparecimento de lesões labiais e peribucais mais comuns</li>
<li>Sintomas gerais: febre, mal estar, anorexia, linfadenopatia bilateral</li>
<li>Após a incubação: prurido, queimação e ardor, pequeno aumento de volume, acompanhada ou não de neuralgia,</li>
<li>Surgimento de vesículas pequenas e agrupadas [1] bolhas que rompem, ulceram e tornam-se cobertas por um exsudato branco-acinzentado.</li>
</ul>
<p><b>Locais de prevalência: </b></p>
<ul>
<li>Contorno dos lábios</li>
<li>Rosto</li>
<li>Órgãos genitais</li>
<li>Nádegas</li>
<li>Pacientes com comportamento duvidoso podem apresentar lesões perianais e ou anais (proctite), coalescentes ou não, podendo ser acompanhadas de dor, corrimento e parestesia sacral;</li>
<li>As vesículas de herpes rompem-se deixando um exsudato hemorrágico;</li>
<li>As lesões tendem a cicatrizar em 10 a 14 dias sem deixar cicatrizes;</li>
<li>Lesões recorrentes tendem a se desenvolver na mesma localização e como resposta ao mesmo agente desencadeante.</li>
</ul>
<p><b>Histopatologia </b></p>
<ul>
<li>Edema intraepitelial</li>
<li>Células acantolíticas</li>
<li>Citologia esfoliativa: boa técnica para avaliar pacientes com possível infecção herpética;</li>
<li>Fluido de vesículas recentemente ulceradas revela mudanças morfológicas típicas em tecido epitelial: Células multinucleadas com núcleo envidraçado.</li>
<li>Técnica fácil e confiável</li>
<li>Biópsia não indicada;</li>
</ul>
<p><b>Tratamento</b></p>
<ul>
<li>Lesões recorrentes: <em>Aciclovir</em> creme ou comprimidos</li>
<li>Lesões herpéticas primárias:</li>
<li>Antibióticos</li>
<li>Antiinflamatórios</li>
<li>Analgésicos</li>
<li>Anestésicos locais</li>
</ul>
<p><em>Conteúdo baseado na aula e resumo da Profª Ana Paula Ribeiro Braosi</em></p>
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