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	<title>emergências &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Thu, 08 Jul 2021 20:40:21 +0000</lastBuildDate>
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	<title>emergências &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Revisão Emergências Médicas em Odontologia</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/revisao-emergencias-medicas-em-odontologia/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/revisao-emergencias-medicas-em-odontologia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jun 2013 12:38:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[emergências]]></category>
		<category><![CDATA[medicação]]></category>
		<category><![CDATA[protocolo]]></category>
		<category><![CDATA[síncope]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Equipamentos de Emergência AMBU Cilindro de oxigênio Esfignomanômetro Glicosímetro Medicamentos em emergências médicas: Adrenalina (aplicação subcutânea) Anti-histamínico Corticoide Vasodilatador Sinais Vitais: Pressão Arterial: 120 mmHg/80 mmHg (Sistólica: 90 a 140 e Diastólica: 60 a 90) Frequência Cardíaca: 60 – 120 Frequência Respiratória: 10 – 20 Glicemia: 99 a 180mg Suporte Básico de Vida – SBV [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Equipamentos de Emergência </b></p>
<ul>
<li>AMBU</li>
<li>Cilindro de oxigênio</li>
<li>Esfignomanômetro</li>
<li>Glicosímetro</li>
</ul>
<p><b>Medicamentos em emergências médicas:</b></p>
<ul>
<li>Adrenalina (aplicação subcutânea)</li>
<li>Anti-histamínico</li>
<li>Corticoide</li>
<li>Vasodilatador</li>
</ul>
<p><b>Sinais Vitais: </b><br />
Pressão Arterial: 120 mmHg/80 mmHg (Sistólica: 90 a 140 e Diastólica: 60 a 90)<br />
Frequência Cardíaca: 60 – 120<br />
Frequência Respiratória: 10 – 20<br />
Glicemia: 99 a 180mg<br />
<b>S</b>uporte <b>B</b>ásico de <b>V</b>ida – SBV</p>
<ul>
<li>Desobstrução de Vias aéreas</li>
<li>Verificar Respiração</li>
<li>Verificar se há Circulação</li>
</ul>
<p>Antes de verificar respiração e circulação, deve-se verificar o nível de consciência, caso o paciente não responda pedir imediatamente por socorro médico.<br />
<b><i></i></b><br />
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<p><b><i>Em uma situação de desmaio&#8230;</i></b></p>
<ol>
<li>Verificar consciência</li>
<li>Chamar socorro</li>
<li>A – Abrir vias aéreas | B – verificar Respiração | C – verificar Circulação</li>
</ol>
<p>A partir do ABC, obtemos o <i>DIAGNÓSTICO.</i><br />
<b></b></p>
<p><b>Sinais de parada respiratória:</b></p>
<ul>
<li><i>Cianose:</i> cor azulado dos lábios, língua e unhas.</li>
</ul>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="288">
<p align="center"><b>Sinais parada cardíaca</b></p>
</td>
<td valign="top" width="288">
<p align="center"><b>Sinais parada respiratória</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="288">Pessoa inconsciente</td>
<td valign="top" width="288">Ausência de movimentos</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="288">não está respirando</td>
<td valign="top" width="288">Cianose</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="288">Pele fria e amarelada</td>
<td valign="top" width="288">Pele fria</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="288">Dilatação das pupilas</td>
<td valign="top" width="288">Dilatação das pupila</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b>Qual é a medida que deve ser tomada frente a uma suposta parada cardíaca?</b></p>
<ul>
<li>Testar responsividade do paciente (verbal e tátil);</li>
<li>Chamar ajuda – ligar 193</li>
<li>Instituir prontamente as medidas do SBV</li>
</ul>
<p><b>Em uma determinada situação, verificou-se que não há pulso, qual deve ser o procedimento a ser executado?</b><br />
Massagem cardíaca (30 compressões para 2 ventilações, reavaliando a cada 5 ciclos)<br />
A massagem retarda a lesão isquêmica (por hipóxia ou acidose) do miocárdio.<br />
<b><i></i></b></p>
<p><b><i>Técnica: </i></b></p>
<ul>
<li>Paciente em decúbito dorsal</li>
<li>Colocar as mãos na porção inferior do esterno, um pouco acima do apêndice xifoide, utilizando a base das mãos. Uma mão sobre a outra, com braços bem estendidos e com movimentos apenas do tronco.</li>
</ul>
<p align="center">
<hr />
<p align="center"><b>Reações vasovagais (desmaio sem parada)</b></p>
<p>Numa reação vasovagal, o sistema parassimpático atua livremente.</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="168">
<p align="center">Sistema Simpático</p>
</td>
<td valign="top" width="189">
<p align="center">Sistema Parassimpático</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="168">
<p align="center">↑ PA</p>
</td>
<td valign="top" width="189">
<p align="center">↓ PA</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="168">
<p align="center">↑ FC</p>
</td>
<td valign="top" width="189">
<p align="center">↓ FC</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="168">
<p align="center">↑ FR</p>
</td>
<td valign="top" width="189">
<p align="center">↓ FR</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O que sobe na ansiedade é a pressão sistólica.</p>
<p align="center"><b>Lipotímia x Síncope</b></p>
<ul>
<li>Quadro clinico parecido com a síncope sem desmaio. O que diferencia lipotímia da síncope é a perda da consciência.</li>
<li>Pode ser classificado como um mal-estar passageiro, como sensação de desfalecimento e alteração de consciência, <b>sem desmaio.</b></li>
</ul>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="192"><strong>Sinais</strong></td>
<td valign="top" width="192"><strong>Sintomas</strong></td>
<td valign="top" width="192"><strong>Sinais Vitais</strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="192">Palidez</td>
<td valign="top" width="192">Mal-estar</td>
<td valign="top" width="192">Bradicardia</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="192">Suor</td>
<td valign="top" width="192">Zumbidos auditivos</td>
<td valign="top" width="192">Respiração superficial e lenta</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="192">Tremores</td>
<td valign="top" width="192">Visão turva</td>
<td valign="top" width="192">Hipotensão arterial</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b></b></p>
<p><b>Atendimento:</b></p>
<ul>
<li>Interromper atendimento</li>
<li>Remover material da boca</li>
<li>Avaliar o grau de consciência</li>
<li>ABC</li>
<li>Pés elevados com joelhos dobrados</li>
<li>Administrar oxigênio a 10 l/min</li>
<li>Reduzir o oxigênio gradativamente</li>
<li>Medir PA – FC – FR</li>
<li>Monitorar até recuperação</li>
</ul>
<p align="center">
<p align="center"><b>Hipotensão Postural</b></p>
<p>Queda brusca e excessiva da pressão arterial por mudança de decúbito</p>
<ul>
<li>Idade</li>
<li>Medicamentos contínuos</li>
<li>Gravidez</li>
<li>Pacientes mantido deitado por muito tempo</li>
</ul>
<p align="center">
<p align="center"><b>Hiperventilação</b></p>
<p>Aumento da quantidade de ar inspirado. A ansiedade provoca:</p>
<ul>
<li>Aumento da frequência respiratória 25 a 30’</li>
<li>Redução do fluxo sanguíneo cerebral</li>
<li>Alteração consciência ou perda</li>
</ul>
<p align="center">
<p align="center"><b>Convulsões</b></p>
<p>Reações físicas ou mudanças no comportamento temporário ou reversíveis, que ocorre após um episódio de atividade elétrica normal do cérebro.</p>
<ul>
<li>Liberação de sinopses para todos os músculos (estimulo eferente desordenado)</li>
</ul>
<p><b>Tipo de Convulsão: </b></p>
<ul>
<li><b><i>PARCIAL  ou LOCALIZADA:</i></b> sinais elétricos incorretos afetam uma área especifica do cérebro (crise convulsiva de ausência)</li>
<li><b><i>GENERALIZADA: </i></b>descarga neural atinge o córtex cerebral como um todo</li>
</ul>
<p><b>Fases da convulsão:</b></p>
<ul>
<li>Fase pré convulsiva ou fase aura</li>
<li>Fase perda da consciência</li>
<li>Fase tônico clônica</li>
<li>Fase ronco epilético</li>
<li>Fase clônica (Max 3 min)</li>
<li>Fase de relaxamento, podendo ter liberação de esfíncteres</li>
</ul>
<p><b>Causas: </b></p>
<ul>
<li>Epilepsia</li>
<li>Febre alta</li>
<li>Hemorragias</li>
<li>Batida forte na cabeça</li>
<li>Tumores</li>
<li>Intoxicações</li>
<li>Drogas</li>
</ul>
<p>Obs: convulsões com mais de 3 min: (hipertemia e acidose tecidual)<br />
<b></b></p>
<p><b>Medicamentos: </b></p>
<ul>
<li>Fenitoína</li>
<li>Carbamazepina</li>
<li>Fnobarbitol</li>
<li>Clonazepam</li>
<li>Gabapentina</li>
</ul>
<p><b>Prevenção: </b></p>
<ul>
<li>Evitar Jejum</li>
<li>Alimentos líquidos</li>
<li>Checagem da medicação</li>
<li>Sedação via oral</li>
<li>Sedação oxido nitroso</li>
<li>Evitar uso de <em>Flagil®</em>, eritromicina e cloritromicina</li>
</ul>
<p><b>Manobras de atendimento:</b></p>
<ul>
<li>Vítima no chão (decúbito lateral)</li>
<li>Afrouxar roupas</li>
<li>Não colocar nada entre as arcadas</li>
<li>Não restringir movimentos</li>
<li>Diazepam intramuscular em deltóide</li>
<li>Administração de oxigênio</li>
</ul>
<p align="center">
<p align="center"><b>Reações Alérgicas</b></p>
<p>Estado de hipersensibilidade do organismo frente a exposição primária a algum antígeno, cujo contato posterior pode produzir reação alérgica.<br />
<b></b></p>
<p><b>Sinais e sintomas REAÇÕES LEVES:</b></p>
<ul>
<li>Vermelhidão da pele</li>
<li>Urticária</li>
<li>Prurido</li>
<li>Rush cutâneo</li>
</ul>
<p><b>Reações MODERADAS à SEVERA</b></p>
<ul>
<li>Bronco-espasmo</li>
<li>Edema de glote</li>
<li>Hipotensão arterial</li>
<li>Rush cutâneo</li>
<li>Prurido</li>
</ul>
<p><b>Protocolo de atendimento REAÇÃO LEVE:</b></p>
<ul>
<li>Administrar anti-histamínico por via oral e oxigênio a 100%</li>
<li>Prometazina (<em>Fenergan®</em> 25mg)</li>
</ul>
<p><b>Protocolo de atendimento REAÇÕES MODERADAS À SEVERA:</b></p>
<ul>
<li>Socorro médico</li>
<li>Oxigênio 100%</li>
<li>1 ampola de anti-histamínico (<em>Fenergan</em>® 50mg) Intra muscular (deltóide)</li>
<li>0,3 a 0,5 ml de adrenalina 1:1.000 (ampola de 1 ml) subcutânea. Se não houver melhora, repetir adrenalina a cada 5 min no Max 3 vezes.  A aplicação da adrenalina deve ser feita na parte de trás do braço ou 1 cm abaixo do umbigo com a agulha inclina 45°</li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Emergências em Odontologia</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/emergencias-odontologicas/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/emergencias-odontologicas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 03:58:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[emergências]]></category>
		<category><![CDATA[odontológicas]]></category>
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					<description><![CDATA[ABC: manobra diagnóstica para verificar o estado em que a vítima se encontra. Passe na desobstrução da s vias aéreas, verificação da respiração e da circulação. Ao fim do ABC podemos ter três tipos de diagnósticos: Com respiração e com circulação: apenas uma síncope (desmaio). O paciente deve ser colocado em decúbito lateral. Com circulação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff0000;"><strong>ABC:</strong></span> manobra diagnóstica para verificar o estado em que a vítima se encontra. Passe na desobstrução da s vias aéreas, verificação da respiração e da circulação. Ao fim do ABC podemos ter três tipos de diagnósticos:</p>
<ol style="list-style-type: upper-roman;">
<li>Com respiração e com circulação: apenas uma síncope (desmaio). O paciente deve ser colocado em decúbito lateral.</li>
<li>Com circulação e sem respiração: parada respiratória. Deve ser administrada 1 ventilação a cada 5 segundos até que volte a respiração. Se voltar, deve ser colocado em decúbito lateral.</li>
<li>Sem circulação e sem respiração: parada cardiorespiratória. O paciente deve ser submetido a reanimação cardio-pulmonar (RCP).</li>
</ol>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6299" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/04/ABC-1.png" alt="ABC " width="1024" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/04/ABC-1.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/04/ABC-1-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/04/ABC-1-768x576.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><br />
* L<em>embre que antes da síncope temos a lipotímia (mal estar pré-sincope).</em><br />
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</body></p>
<p>Para a RCP, deve-se ajoelhar ao lado da vítima. Fazer duas ventilações de 2 segundos cada. Dois dedos acima do processo xifóide, fazer 30 compressões com o peso do corpo sobre as duas mãos sobrepostas.<strong><span style="color: #ff0000;"> A cada 30</span> <span style="color: #ff0000;">compressões, 2 ventilações.</span></strong> Completando-se 4 ciclos, reavaliar os sinais vitais.</p>
<p>O que muda para lactantes e crianças é que as compressões devem ser feitas com 2 ou 3 dedos, em 1/3 ou ½ do tórax, 1 dedo abaixo da linha imaginária que une os mamilos. Faz-se 15 compressões e 2 ventilações, de 1 segundo cada. Reavalia-se os sinais vitais a cada 4 ciclos.</p>
<p>Os sinais vitais, freqüência cardíaca, respiratória, pressão arterial e temperatura (só no caso de infecção) devem ser avaliadas na 1ª consulta, após anamnese, para que se tenha os valores basais. É neles que o cirurgião dentista deve se basear nas próximas consultas, quando novamente avaliar os sinais vitais. Lembrando que o manguito deve estar 2 a 3 dedos acima da fossa antecubital. O primeiro ruído escutado pelo estetoscópio refere-se à pressão sistólica, e o último a diastólica. O esfignomanômetro deve ser inflado até 180-200mmHg.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>SBV (Suporte Básico de Vida), refere-se à assistência da ventilação e circulação:</strong></span></p>
<ol>
<li>Acessar a vítima</li>
<li>Chamar socorro</li>
<li>RCP precoce</li>
<li>Desfibrilação única precoce</li>
<li>Encaminhamento para tratamento avançado</li>
</ol>
<p>OBS: para crianças e lactentes pede-se socorro após o RCP<br />
&#8211; 100 compressões por minuto até a chegada do resgate<br />
<span style="color: #ff0000;"><strong>Glicemia normal:</strong> </span>70 a 89 mg/dL<br />
<span style="color: #ff0000;"><strong>Pressão limítrofe para atendimento:</strong> </span>150/100mmHg<br />
Oxigenoterapia só quando o paciente está respirando (10 a 15L/min).</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Dados padrões</strong></span></p>
<ul>
<li>FC: 60 a 100 batimentos por min</li>
<li>FR: 12 a 20 respirações por minuto</li>
<li>PAs: 90-140 mmHg</li>
<li>PAd: 60-90 mmHg</li>
</ul>
<p>* avaliação do pulso de uma crinaça durante um ABC é feita na artéria braquial</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Lipotímia</strong></span><br />
É um quadro de alteração de consciência, geralmente relacionado a uma reação de medo e ansiedade frente ao atendimento odontológico. Não leva a perda total da consciência. Quando isso acontece, considera-se como síncope. Os sinais e a sintomatologia observada são: sensação de desfalecimento, mal-estar, suores, palidez, visão turva, etc.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>O protocolo de atendimento para um paciente que entra em lipotímia é:</strong></span></p>
<ul>
<li>Parar o tratamento e remover tudo da boca</li>
<li>Posicionar o paciente em decúbito dorsal e com os pés, preferencialmente, elevados</li>
<li>Administrar oxigênio (3-5L/min) até o retorno ou a chegada do socorro</li>
<li>Medir sinais vitais e comparar com os valores basais.</li>
</ul>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Síncope</strong></span><br />
É a perda de consciência repentina e momentânea, com a presença dos sinais vitais, apesar destes estarem deprimidos. Portando, para diferenciar a síncope de outras patologias que geram a perda da consciência, deve-se medir os sinais vitais e comparar com os valores basais.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>O protocolo de atendimento é:</strong></span></p>
<ul>
<li>teste de responsividade</li>
<li>chamar por socorro</li>
<li>manobras do ABC</li>
<li>medir sinais vitais e compará-los com os sinais basais</li>
<li>manter o paciente em oxigenoterapia até retorno ou até a chegada do socorro avançado (10-15 L/min).</li>
</ul>
<p>Ressalta-se que tanto a lipotímia como a síncope são reações frente à fatores emocionais ou não (falta de alimentação, exaustão física, hipovolemia); consideradas como reações vaso-vagais ou vasodepressora. Estas comandam, através da liberação da adrenalina e conseqüentemente da vasoconstrição,a irrigação sanguínea para a periferia, causando depleção de sangue/oxigênio no cérebro (hipóxia cerebral parcial).</p>
<p>A sintomatologia é idêntica, náusea, vômito, palidez, suor, turvamento da visão, etc. elas<br />
Outras reações também podem provocar lipotímia/síncope:</p>
<ul>
<li>pressionamento do seio carotídeo: comum em idosos)</li>
<li>insuficiência vértebro-basal: hiperextensão da cabeça</li>
<li>arritmias cardíacas</li>
</ul>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Hipoglicemia aguda</strong></span><br />
Refere-se a diminuição brusca da glicemia, levando o indivíduo a perda da consciência. O diagnóstico diferencial é feito através de medição da glicemia. Nos casos de hipoglicemia aguda, encontra-se abaixo de 70 mg/dL (sendo que o normal é de 70-99 mg/dL). Pode ser causado por interações medicamentosas, pelo estresse, jejum prolongado, e outros. Nesses casos, administra-se um açúcar, para o retorno rápido, e um outro carboidrato, para a manutenção da glicemia normal.Pode provocar tetania muscular.Se o paciente perder a consciência, deve-se embeber uma gaze com substância açucarada, amarrá-la e colocá-la embaixo da língua. Em casos severos e avançados, o paciente pode apresentar hipotermia e convulsões.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Hipotensão ortostática ou postural</strong></span><br />
Quadro semelhante ao da lipotímia e ou síncope, que pode levar a perda da consciência. Refere-se à queda brusca da pressão arterial pela mudança do decúbito. Não provém de uma reação vaso-vagal. Deve-se retornar a cadeira, principalmente, em procedimentos invasivos, devagar. Ansiolíticos e sedativos potencializam a hipotensão. Pode ocorre a deficiência do controle da pressão arterial, retorno venoso deficiente, gravidez (útero gravídico pressiona a veia cava inferior).</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Hiperventilação</strong></span><br />
Em casos de estresse, ou outros fatores, o paciente pode entrar em quadro de hiperventilação. Que se refere ao aumento da freqüência (taquipnéia) e da profundidade respiratória, entretanto, com eficiência diminuída da expiração. Assim, o sangue se torna supersaturada em relação ao oxigênio e com diminuição da pCo². O organismo entra em um quadro de alcalose respiratória. Para o retorno, o paciente de ser mantido sentado e tranqüilizado, e respirando ar saturado em gás carbônico até o retorno. Há sensação de sufocamento e apertamento no peito.  Se, pela hiperventilação, o paciente desmaiar, então se administra oxigênio, uma vez que os valores basais diminuíram. A freqüência respiratória normal é de 12 a 15 mov. Respiratórios/min.</p>
<p>Quer ir mais afundo e aprender sobre reações vasovagais, convulsão, hipoglicemia, reações alérgicas e muito mais? <strong><span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="http://odontoup.com.br/revisao-emergencias-medicas-em-odontologia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clique aqui.</a></span></strong></p>
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