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	<title>DTM &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>DTM &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Artroscopia de ATM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Mar 2017 21:18:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[artroscopia]]></category>
		<category><![CDATA[ATM]]></category>
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					<description><![CDATA[A cirurgia artroscópica tornou se um dos mais populares e eficazes métodos de diagnóstico e tratamento dos transtornos da ATM. Em 1975, Ohnishi foi o primeiro a utilizar um artroscópio na ATM, estudando seus movimentos e a anatomia artroscópica. É um procedimento realizado sob anestesia geral, é mais invasivo do que a artrocentese e menos agressiva [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>cirurgia artroscópica</strong> tornou se um dos mais populares e eficazes métodos de diagnóstico e tratamento dos transtornos da <strong>ATM</strong>. Em 1975, <em>Ohnishi</em> foi o primeiro a utilizar um artroscópio na ATM, estudando seus movimentos e a anatomia artroscópica. É um procedimento realizado sob anestesia geral, é mais invasivo do que a artrocentese e menos agressiva e iatrogênica do que a artrotomia.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6973" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2017/03/ARTROSCOPIA1-3.png" alt="ARTROSCOPIA1-3" width="1024" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2017/03/ARTROSCOPIA1-3.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2017/03/ARTROSCOPIA1-3-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2017/03/ARTROSCOPIA1-3-768x576.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><br />
<strong>Contra-indicações</strong></p>
<ul>
<li>Infecções cutâneas ou articulares e otites</li>
<li>Tumores</li>
<li>Dores de origem psiquiátricas</li>
</ul>
<p><strong><br />
Procedimento</strong><br />
O artroscópio consiste em um cilindro rígido composto por um sistema de lentes de maneira a projetar a imagem do alvo até o olho humano. Essa técnica envolve a colocação de uma pequena cânula no espaço articular superior, seguido da inserção do artroscópio para permitir a visualização direta de todos os aspectos da fossa glenóide, espaço articular superior e o aspecto superior do disco. A instrumentação utilizada através da cânula de trabalho inclui pinça, tesoura, suturas, agulhas de medicação, sondas de cauterização e instrumentação motorizadas, tais como brocas e raspadores.<br />
<strong></p>
<p>Vantagens</strong></p>
<ul>
<li>Técnica segura (baixa taxa de complicação);</li>
<li>Pós-operatório confortável;</li>
<li>Retorno precoce da função;</li>
<li>Inexistência de cicatriz/ou pouco evidente;</li>
<li>Ótima visualização do campo operatório comparado com a Artrocentese;</li>
</ul>
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<p><strong><br />
Complicações</strong></p>
<ul>
<li>Perfuração da capsula;</li>
<li>Extravasamento do fluido auricular;</li>
<li>Danos aos tecidos moles e cartilaginosos causado pelo cirurgião;</li>
<li>Fraturas de instrumentos;</li>
<li>Necessidade de conversão da cirurgia artroscópica para cirurgia aberta.</li>
</ul>
<p><body><br />
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</body></p>
<p><strong><br />
Referências</strong><br />
<em>Livro: Peterson</em><em>, James r. Hupp. </em><a href="https://www.amazon.com.br/s/ref=dp_byline_sr_book_2?ie=UTF8&amp;field-author=Edward+Ellis&amp;search-alias=books" target="_blank" rel="noopener"><em>Edward Ellis</em></a><em> e </em><a href="https://www.amazon.com.br/s/ref=dp_byline_sr_book_3?ie=UTF8&amp;field-author=Myron+R.+Tucker&amp;search-alias=books" target="_blank" rel="noopener"><em>Myron R. Tucker</em></a><em> em: <strong>Cirurgia Oral e MaxiloFacial, (capitulo 30) 6º Edição</strong>.</em><br />
<em>Artigo- Orientador: SHIBLI e Autores: Jamil Awad, Cozzolino e Fabio Augusto em: <strong>Avaliação da artroscopia cirúrgica da articulação Temporomandibular em indivíduos com disfunções intra-articulares. </strong></em><br />
<strong><em> </em></strong><em>Artigo SCIELO- Autores: Eduardo Grossmann e Thiago Kreutz em: <strong>Temporomandibular Joint Surgery</strong> <strong>(2011).</strong></em><br />
Autor: <strong>Dra. Jiane Gilliet Beira, Cirurgiã Dentista graduada na Universidade Positivo.</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Oclusão, DTM e Componentes da ATM</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/oclusao-dtm-e-componentes-da-atm/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/oclusao-dtm-e-componentes-da-atm/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2015 05:35:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oclusão | DTM & Dor Orofacial]]></category>
		<category><![CDATA[articulador]]></category>
		<category><![CDATA[ATM]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[DTM]]></category>
		<category><![CDATA[músculo]]></category>
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		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
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					<description><![CDATA[A articulação temporomandibular é uma das articulações mais complexas do nosso corpo. O cirurgião-dentista deve não só conhecer a anatomia, mas também suas alterações, tratamentos frente a injúrias articulares e oclusão. Por sua grande importância, selecionamos algumas questões que ajudarão nos seus estudos. Confira: 1) O conceito de oclusão funcional diz que: “oclusão funcional é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A articulação temporomandibular é uma das articulações mais complexas do nosso corpo. O cirurgião-dentista deve não só conhecer a anatomia, mas também suas alterações, tratamentos frente a injúrias articulares e oclusão. Por sua grande importância, selecionamos algumas questões que ajudarão nos seus estudos. Confira:<br />
<strong>1)</strong> O conceito de oclusão funcional diz que: “oclusão funcional é aquela que apresentaria, em suas relações estáticas e dinâmicas, características de não gerar dano ao sistema estomatognático”. Entretanto, OCLUSÃO IDEAL tem critérios bem definidos que a definem. Cite os critérios para uma oclusão ideal.<br />
<strong>2)</strong> Com relação ao articulador semi-ajustável, responda as seguintes questões:<br />
a) Quais os componentes do arco facial?<br />
b) Qual o objetivo do arco facial?<br />
<strong>3)</strong> Descreva a montagem dos modelos no ASA<br />
<strong>4)</strong> Considerando a importância da neuroanatomia e neurofisiologia da dor bucofacial, temos que ter alguns conceitos definidos, como nocicepção, dor, sofrimento e comportamento doloroso. Defina esses conceitos:<br />
<strong>5)</strong> Para a percepção de uma dor originada na ATM, há um caminho nociceptivo das estruturas periféricas até o sistema nervoso central. Esse processo envolve a transdução, transmissão, modulação e até percepção da dor. Descreva as estruturas e mecanismos que são responsáveis nesse processo.<br />
<strong>6)</strong> Descreva o reflexo miotático ou de estiramento, e sua importância.<br />
<strong>7)</strong> Discorra sobre os fatores etiológicos das Desordens Temporomandibulares:<br />
<strong>8)</strong> Defina dor heterotrópica, dor referida e co-contração protetora:<br />
<strong>9)</strong> Quais são as Desordens Temporomandibulares Musculares e descreva as características de cada:<br />
&nbsp;<br />
<a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4998" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png" alt="Respostas" width="760" height="100" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png 760w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas-300x39.png 300w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></a><br />
&nbsp;<br />
<strong>Questão 1: </strong>DVO adequada, axialidade de forças, oclusão mutuamente estável, contatos simultâneos bilaterais, manutenção do plano oclusal.<br />
<strong>Questão 2:<br />
a) </strong>Garfo, relator náseo, arco facial propriamente dito e olivas.<br />
<strong>b)</strong> O arco facial nos proporciona uma visão tridimensional da maxila, ajudando a determinar a sua altura durante a montagem do articulador.<br />
<strong>Questão 3: </strong>Moldagem do paciente para obtenção do modelo, vazar o gesso e cortar o modelo após endurecimento do mesmo, marcação de contatos do arco facial em godiva (posicionando com as olivas e relator náseo), desprogramação com as lâminas de long deixando o paciente em RC e marcação de contatos com a cera rosa número 7 (lembrando de cortar os excessos marginais), montagem do modelo superior do articulador com auxílio da balancinha, montagem do modelo inferior em articulador. Realizar calibragem do ângulo de Bennet e guia condilar.<br />
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<p><strong>Questão 4:<br />
</strong><em>Dor:</em> Experiência sensorial e emocional desagradável, associada a um dano tecidual real ou potencial.<br />
<em>Nocicepção:</em> Estímulo nocivo originado do receptor sensitivo. Esta informação é transportada para o sistema nervoso central.<br />
<em>Sofrimento: </em>Como o ser humano reage a percepção da dor. O sofrimento pode ser proporcional a dor ou nocicepção.<br />
<em>Comportamento Doloroso:</em> São as ações visíveis e auditíveis do indivíduo para comunicar seu sofrimento (como o paciente relata a dor).<br />
<strong>Questão 5:<br />
</strong><em>Transdução:</em> Estímulos nocivos levam à atividade elétrica nos receptores nociceptivos.<br />
<em>Transmissão:</em> Impulsos nociceptivos para o sistema nervoso central: neurônios aferentes à tálamo à córtex à sistema límbico.<br />
<em>Modulação:</em> Controle dos neurotransmissores pelo sistema nervoso central.<br />
<em>Percepção:</em> Impulsos atingem o córtex.<br />
(Neurônio Aferente à SNC à Tronco Encefálico (sinapse) à tálamo àcórtex).<br />
<strong>Questão 6:<br />
</strong>Protege o sistema mastigatório de repentino estiramento de um músculo e mantém a estabilidade do sistema musculo esquelético com o tônus muscular. Com a força da gravidade puxando o músculo para baixo o reflexo miotático mantém em posição de repouso protegendo os músculos do estiramento excessivo. A sua importância é dada através dos fusos que percebem esse estiramento excessivo. Não vai para o córtex.<br />
<strong>Questão 7: </strong>São multifatoriais, podem decorrer por fatores iniciadores, perceptuadores, ou predisponentes. São comuns traumas, estresse excessivo, contatos prematuros, movimentos parafuncionais e hábitos nocivos.<br />
<strong>Questão 8: </strong>Dor Heterotrópica: Local da do sentimento de dor diferente do local de origem da dor (geralmente causado por uma dor já crônica não tratada).<br />
<strong>Questão 9: </strong>Contração protetora, dor muscular localizada, dor muscular tardia, dor miofacial, mioespasmo, miosite.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Artrocentese da ATM</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/artrocentese/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/artrocentese/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 17:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[Oclusão | DTM & Dor Orofacial]]></category>
		<category><![CDATA[artrocentese]]></category>
		<category><![CDATA[ATM]]></category>
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		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
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		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[As disfunções temporomandibulares (DTM), representam uma ampla gama de alterações funcionais e condições patológicas que afetam tanto a própria articulação, músculos da mastigação e em ultima instância, todos os outros componentes do sistema bucomaxilofacial. Nos últimos anos, as DTMs tornaram-se uma causa cada vez mais frequente e o numero de pacientes está crescendo, provavelmente devido [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As disfunções temporomandibulares (DTM), representam uma ampla gama de alterações funcionais e condições patológicas que afetam tanto a própria articulação, músculos da mastigação e em ultima instância, todos os outros componentes do sistema bucomaxilofacial. Nos últimos anos, as DTMs tornaram-se uma causa cada vez mais frequente e o numero de pacientes está crescendo, provavelmente devido à tensão psicológica na nossa sociedade. Desordens temporomandibulares tem multifatores etiológicos e um quadro clinico variado. De acordo com os conceitos psicofisiológicos aceitos, problemas oclusais e emocionais são os mais graves fatores. Em muitos casos os pacientes apresentam quadro assintomático, não os estimulando a procurarem tratamento, deixando assim, mais susceptíveis ao desenvolvimento de alterações morfológicas e funcionais irreversíveis.<br />
Sintomas característicos das DTMs, são alterações na mobilidade (hipomobilidade ou hipermobilidade), além da existência de ruídos e estalidos.<br />
<strong>Existem essencialmente dois tipos de tratamentos</strong></p>
<ol>
<li><strong>Conservadores:</strong><em> U</em>tilização de dispositivos oclusais, exercícios de reabilitação, exercícios isométricos, massagem dos músculos da mastigação, farmacoterapia (AINE, corticosteroides, ansiolíticos, antidepressivos tricíclicos sem vasoconstritor, anestésicos locais), terapia de relaxamento, alongamento passivo e assistido, entre outros.</li>
<li><strong>Cirúrgico:<em><br />
</em></strong>Invasivo: aberta (existe também a artroplastia, aberto mas não tão invasivo)<br />
Minimamente invasivo: artrocentese, por exemplo.</li>
</ol>
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<p><strong>Histórico</strong><br />
A artrocentese da ATM foi descrita por D.W. Nitzan em 1991, como a mais simples forma de terapia cirúrgica, com o objetivo de lavagem dos mediadores inflamatórios, liberando o disco articular e evitando aderências entre o disco articular e a fossa articular por pressão hidráulica.</p>
<p><strong>O que é artrocentese da ATM</strong><br />
É um método de tratamento minimamente invasivo no limite entre a terapia conservadora e tratamento cirúrgico, que possibilita a aplicação de substâncias terapêuticas. Pode ser realizado tanto em regime ambulatorial com anestesia local, quanto em ambiente hospitalar com anestesia geral, que tem a vantagem de não ter interferência muscular e estresse.<br />
<img decoding="async" class="aligncenter wp-image-4785" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/atm6.jpg" alt="atm6" width="518" height="420" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/atm6.jpg 617w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/atm6-300x243.jpg 300w" sizes="(max-width: 518px) 100vw, 518px" /><br />
A mobilidade do disco é mais importante que a sua posição, pois a articulação sem travamento tem boa capacidade de movimentação, preservando a lubrificação da ATM e evitando processos degenerativos. Tem também como objetivo a manipulação do côndilo sob irrigação continua e introdução de medicamentos. É um procedimento simples e com número mínimo de complicações, que pode ser realizado mais de uma vez. Por esta razão tornou-se muito difundido no tratamento das DTM. A resolução dos sintomas é devido à remoção dos mediadores químicos da inflamação e alterações na pressão intra-articular.<br />
<strong>Indicações</strong></p>
<ul>
<li>Deslocamento anterior do disco sem redução</li>
<li>Aderência do disco</li>
<li>Dor relacionada com artrite traumática</li>
<li>Travamento devido ao deslocamento do disco articular</li>
<li>Dor relacionada com artrite degenerativa da ATM</li>
</ul>
<p><strong>Vantagens</strong></p>
<ul>
<li>Procedimento pouco invasivo</li>
<li>De baixo risco</li>
<li>De fácil execução</li>
</ul>
<p><strong>Porque a artrocentese é bem sucedida?</strong></p>
<ul>
<li>Porque aumenta a mobilidade do disco articular</li>
<li>Elimina aderências</li>
<li>Elimina produtos inflamatórios na ATM e dispersos no liquido sinovial.</li>
</ul>
<p><strong>Descrição do Procedimento</strong><br />
<a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/artrocentese-e1438192531950.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-4702" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/artrocentese-e1438192531950.jpg" alt="artrocentese" width="156" height="187" /></a>A técnica inicia-se pela marcação de 2 pontos na pele, sobre a articulação afetada, que indicam a fossa e a eminência articulares da ATM. Primeiro desenha-se uma linha do centro do tragus ao canto externo do olho (linha de Holmlund). O ponto de inserção posterior é localizado ao longo desta linha traçada, dita canto-tragal, 10mm a frente do meio do tragus, e 2mm abaixo da linha, e corresponde aproximadamente à área de maior concavidade da fossa glenóide. A distancia da pele para o centro do espaço articular fica entorno de 25mm. O ponto mais anterior é localizado 10mm à frente do ponto posterior (ou a 20mm do centro do tragus), seguindo a linha canto-tragal ou a 10mm abaixo dela.<br />
Paciente é colocado em uma posição de 45° com a cabeça virada para o lado não afetado para facilitar o acesso a articulação. Após a antissepsia e tricotomia, é realizado o bloqueio do nervo auriculotemporal (sob anestesia local). Insere-se a primeira agulha e são injetados de 2ml a 3ml de solução de Ringer lactato para distender o espaço articular. Outra agulha é introduzida na área correspondente à eminência articular, para permitir um fluxo livre da solução através do compartimento superior. A solução é conectada a uma das agulhas e o frasco com a solução RL é elevado a 1m do nível da articulação (pressão), com fluxo livre de 200ml, durante 15 a 20 minutos. Durante o procedimento, são realizadas diversas tentativas de abertura de boca, até o restabelecimento da abertura máxima. Ao término do procedimento, injeta-se 1ml de Celestone® no espaço articular e em seguida remoção das agulhas.<br />
Em suma, a artrocentese da ATM é um procedimento minimamente invasivo que possibilita a lavagem e remoção dos mediadores inflamatórios liberando o disco articular. Levantando a questão se será absolutamente necessário à reposição do disco na sua posição original, uma vez que a dor e a limitação de abertura bucal foram resolvidos na maioria dos casos.<br />
<body><br />
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</body></p>
<p><strong>Referências </strong><br />
Nitzan DW, Dolwick F, Martinez GA. Temporomandibular Joint Arthrocentesis: A Simplified Treatment for Severe, Limited, Mouth Opening. J Oral Maxillofac Surg. 1991.<br />
Nitzan DW. Arthrocentesis – Incentives for Using This Minimally Invasive Approach for Temporomandibular Disorders. Oral Maxillofac Surg Clin North Am. 2006.<br />
Gonçalves PP. Utilização da Artrocentese em Pacientes Portadores de Desarranjos Internos Sintomáticos da Articulação Temporomandibular – Análise dos Resultados Clínicos, UNIGRANRIO Duque de Caxias. 2012</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Revisão de DTM</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/revisao-dtm/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/revisao-dtm/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2013 01:11:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oclusão | DTM & Dor Orofacial]]></category>
		<category><![CDATA[dor pulpar]]></category>
		<category><![CDATA[DTM]]></category>
		<category><![CDATA[neuralgia do trigêmio]]></category>
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					<description><![CDATA[1) Quais são os requisitos oclusais de uma placa de estabilização? Posição de trabalho em RC ou MIH Guia anterior/ guia canina contatos bilaterais placa rígida DVO em torno de 2 a 3 mm 2) Em uma situação clínica em que se mostra necessário avaliar o posicionamento do disco articular, qual o exame complementar de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1) Quais são os requisitos oclusais de uma placa de estabilização?</strong></p>
<ul>
<li>Posição de trabalho em RC ou MIH</li>
<li>Guia anterior/ guia canina</li>
<li>contatos bilaterais</li>
<li>placa rígida</li>
<li>DVO em torno de 2 a 3 mm</li>
</ul>
<p><strong>2) Em uma situação clínica em que se mostra necessário avaliar o posicionamento do disco articular, qual o exame complementar de escolha?</strong><br />
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<p>Ressonância magnética, pois mostra os tecidos moles.</p>
<p><strong>3) Cite 3 características clínicas que podem diferenciar uma dor pulpar de uma dor por DTM</strong></p>
<table border="1" width="621" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="192">
<p style="text-align: center;"> &#8212;</p>
</td>
<td valign="top" width="222"><b>Dor Pulpar </b></td>
<td valign="top" width="208"><b>Dor por DTM</b></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="192"><b>Característica</b></td>
<td valign="top" width="222">Dor pulsátil, pontada</td>
<td valign="top" width="208">Pressão, queimação, pontada</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="192"><b>Agravada </b></td>
<td valign="top" width="222">Doces, percussão, ação térmica</td>
<td valign="top" width="208">Função</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="192"><b>Localização </b></td>
<td valign="top" width="222">Precisa</td>
<td valign="top" width="208">Local, difusa</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="192"><b>Duração </b></td>
<td valign="top" width="222">Intermitente, episódica</td>
<td valign="top" width="208">Contínua</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>4</strong><strong>)Cite 4 características clínicas que podem diferencias uma dor pulpar de uma neuralgia do trigêmeo.</strong></p>
<table border="1" width="621" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="192">
<p style="text-align: center;"> &#8212;</p>
</td>
<td valign="top" width="222"><b>Dor Pulpar </b></td>
<td valign="top" width="208"><b>Neuralgia do Trigêmeo </b></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="192"><b>Característica</b></td>
<td valign="top" width="222">Dor pulsátil, pontada</td>
<td valign="top" width="208">Choque</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="192"><b>Agravada </b></td>
<td valign="top" width="222">Doces, percussão, ação térmica</td>
<td valign="top" width="208">Estímulo leve (toque)</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="192"><b>Localização </b></td>
<td valign="top" width="222">Precisa</td>
<td valign="top" width="208">Ramo do V par afetado</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="192"><b>Duração </b></td>
<td valign="top" width="222">Intermitente, episódica</td>
<td valign="top" width="208">Segundos</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>5) De que forma as DTM’s podem estar relacionadas as cefaleias primárias?</strong></p>
<p>Um quadro de cefaleias pode agravar um quadro de DTM e uma crise de DTM pode servir de gatilho para cefaleia neuromuscular.</p>
<p><strong>6) Após um bloqueio anestésico do nervo alveolar inferior direito, o paciente relatou nenhum alívio de sua queixa de dor contínua no elemento 46. Que medidas podem ser tomadas para confirmar esta hipótese?</strong></p>
<p>A dor não passou pois a origem não é no dente 46,o correto é procurar a origem da dor realizando palpação e se necessário bloqueio anestésico no músculo.</p>
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