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	<title>dor &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>dor &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Medicamentos Prescritos Pelo Cirurgião Dentista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Jun 2023 23:29:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Farmacologia]]></category>
		<category><![CDATA[AINES]]></category>
		<category><![CDATA[anti-inflamatórios]]></category>
		<category><![CDATA[antibióticos]]></category>
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		<category><![CDATA[benzodiazepínicos]]></category>
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		<category><![CDATA[opióides]]></category>
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					<description><![CDATA[A dor é uma terrível acompanhante dos pacientes de muitas afecções na medicina e odontologia, e quando podemos evitar ou até mesmo controlar essa dor, a mesma é colocada como uma das primeiras prioridades terapêuticas. Mas o que é dor? Quando essa dor é de caráter intenso e contínuo, muitas vezes os pacientes não possuem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <strong>dor</strong> é uma terrível acompanhante dos pacientes de muitas afecções na medicina e odontologia, e quando podemos evitar ou até mesmo controlar essa dor, a mesma é colocada como uma das primeiras prioridades terapêuticas.</p>



<p>Mas o que é dor?</p>



<ul class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<li class="blocks-gallery-item">
<figure><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" class="wp-image-8206" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DOR-1-1-1024x576.jpg" alt="" data-id="8206" data-link="https://www.odontoup.com.br/?attachment_id=8206" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DOR-1-1-1024x576.jpg 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DOR-1-1-300x169.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DOR-1-1-768x432.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DOR-1-1-696x392.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DOR-1-1-1068x601.jpg 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DOR-1-1-747x420.jpg 747w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DOR-1-1.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</li>
</ul>



<p>Quando essa dor é de caráter intenso e contínuo, muitas vezes os pacientes não possuem respostas para o alívio desse quadro álgico com medicamentos analgésicos convencionais e é justamente nesse momento em que nós profissionais, devemos analisar o melhor medicamento para o alívio da dor do nosso paciente. Não somente para a dor, mas o tratamento com os antimicrobianos também é importante nos tratamentos odontológicos, para evitar processos infecciosos e proliferação de bactérias.</p>

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<p>Para que o tratamento seja eficaz e para que o medicamento prescrito ao paciente seja eficiente no alívio da sua dor e outras alterações, é importante ressaltar que devemos sempre estar atentos aos medicamentos que esse paciente <strong>já faz uso</strong> (anamnese é fundamental aqui), assim podemos evitar reações indesejáveis e interações medicamentosas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais os medicamentos que o cirurgião-dentista pode prescrever?</h2>



<p><strong>Medicamentos Opióides</strong></p>



<p>São medicamentos extraídos do <strong>ópio</strong>, que é um extrato do suco da papoula cuja espécie <em>Papaver Somniferum, </em>e no mesmo extrato contém morfina e outros tipos de alcalóides. Possuem a capacidade de bloquear a transmissão dos estímulos da dor, pois são analgésicos de ação central.</p>



<p>Nessa classe de medicamentos encontramos a <strong>Codeína </strong>(Fosfato de Codeína) que pode ser usado associado ao paracetamol. O <em>Tramadol </em>(Cloridrato de Tramadol) e dextropropoxifeno, ambos são prescritos para dor leve, moderada e intensa.</p>



<p>O Tramadol é muito utilizado nas DTMs (disfunções temporomandibulares), neuralgia do trigêmeo (traumática ou não) ou dores neuropáticas orofaciais de origens diversas.</p>



<p>O tipo de receita para a prescrição é a Receita de Controle Especial C1 em 2 vias. Cor: Branca (no final do post você verá exemplos das receitas especiais).</p>



<p><em>Pode se prescrever na receita de controle especial branca quando a dosagem desses medicamentos não ultrapasse 100mg por dose posológica. Se ultrapassar, a receita a ser usada é a de Notificação A, de cor amarela.</em></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Validade de 30 dias.</li>
<li>Pode conter no máximo 3 substâncias se for receita branca e apenas 1 substância se for notificação de receita A.</li>
</ul>


<hr class="wp-block-separator" />


<p>&nbsp;</p>



<p><strong>Medicamentos anti-inflamatórios inibidores seletivos da cicloxigenase-2</strong></p>



<p><strong>Celecoxibe</strong> e Etoricoxibe, ambos são substâncias que fazem parte de um grupo de medicamentos denominados <strong>coxibes</strong>, usados para diminuir a dor e a inflamação. Podem ser prescritos para pacientes em pré e pós-operatório em intervenções odontológicas e no tratamento da dor em quadros inflamatórios agudos.</p>



<p>O tipo de receita para a prescrição é a Receita de Controle Especial C1 em 2 vias. Cor: Branca.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Receita com validade de 30 dias.</li>
<li>Pode conter no máximo 3 substâncias.</li>
</ul>


<hr class="wp-block-separator" />


<p>&nbsp;</p>



<p><strong>Medicamentos para dores crônicas na face e na mandíbula</strong></p>



<p>Esses medicamentos da classe dos antidepressivos, são muito usados no casos de neuralgia do trigêmeo, neuropatia pós-traumática, doenças crônicas com disfunção da articulação temporomandibular (ATM), síndrome da ardência bucal e entre outras necessidades dos pacientes, tratamento do bruxismo associada às desordens da ATM.</p>



<p>Os medicamentos que podem ser usados incluem:</p>



<p><strong>Antidepressivos:</strong> Fármacos coadjuvantes utilizados no tratamento e controle da dor crônica como a amitriptilina, nortriptilina, imipramina, desipramina, paroxetina, fluoxetina, venlafaxina, mianserina, dexepina.</p>



<p><strong>Anticonvulsivantes: </strong>Fármacos utilizados nos distúrbios dolorosos orofaciais como a gabapentina, carbamazepina (neuralgia do trigêmeo), pregabalina.</p>



<p>O tipo de receita para a prescrição é a Receita de Controle Especial C1 em 2 vias. Cor: Branca.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Receita com validade de 30 dias</li>
<li>Pode conter no máximo 3 substâncias.</li>
</ul>



<p><strong>Benzodiazepínicos: </strong>Medicamentos que apresentam ação ansiolítica, hipnótica e miorrelaxante, que auxiliam na sedação consciente do paciente, melhorando a intensa ansiedade, fazendo com que esse paciente fique mais calmo e relaxado no momento do tratamento.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Os medicamentos podem ser usados são: Alprazolam, bromazepam, diazepam, midazolam, cloxazolam, oxazepam, lorazepam, flunitrazepam.</li>
<li>As dosagens devem ser rigorosamente seguidas, não havendo indicação de tratamento prolongado.</li>
<li>O tipo de receita para a prescrição é a Notificação de Receita B1. Cor: Azul.</li>
<li><strong> </strong>Receita com validade de 30 dias.</li>
<li>Pode conter comente 1 substância.</li>
</ul>


<hr class="wp-block-separator" />


<p>&nbsp;</p>



<p><strong>Antimicrobianos</strong> | <strong>Antibióticos</strong></p>



<p><strong> </strong>Os medicamentos que podem ser usados são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Amoxicilina; Amoxilina + Clavulanato (Paciente sem alergia a Penicilinas):</strong> Antibiótico de amplo espectro indicado para o tratamento de infecções bacterianas tanto de gram positivos, quanto de gram negativos.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Cefalosporinas (Cefalexina):</strong> Infecções dentárias causadas por estafilococos e/ou estreptococos sensíveis à cefalexina.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Pacientes com alergia a Penicilinas: Macrolídeos (Azitromicina, eritromicina, claritromicina) e Lincosamina (Clindamicina): </strong>Boa alternativa quando não se pode utilizar as penicilinas devido a problemas de sensibilidade do paciente com o medicamento.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Ampicilina e Cefazolina:</strong> Antibióticos utilizados quando os pacientes estão impossibilitados de receber VO e recebem via IM.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Clindamicina e Cefazolina: </strong>Antibióticos utilizados quando os pacientes tem alergia a penicilinas e estão impossibilitados de receber VO e recebem IM.</li>
</ul>



<p>A prescrição de antibióticos pode ser realizada, desde que sejam somente para fins odontológicos.</p>



<p>A prescrição de medicamentos antimicrobianos deverá ser realizada em receituário privativo do prescritor ou do estabelecimento de saúde, não havendo modelo de receita específico. Deve ser feito em 2 vias, a primeira via fica retida na farmácia e a segunda via fica com o paciente.</p>



<p>É válida em todo território nacional por 10 dias, contando a partir da sua emissão.  </p>


<hr class="wp-block-separator" />


<p><strong>Medicamentos para controle da dor não opióides</strong></p>



<p>Medicamentos que não precisam de receita e controle especial.</p>



<p>Aceclofenaco, Ácido acetilsalicílico, Ácido mefenâmico (pela forte analgesia, utilizado para o controle de dor crônica, como casos de dor muscular e traumática de origem odontológica), Diclofenaco, Diflunisal, Dipirona, Ibuprofeno, Meloxicam, Naproxeno,Paracetamol e Piroxicam.</p>

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<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Antitérmicos Utilizados em Inflamações Odontogênicas:</strong><br />Paracetamol, ibuprofeno, ácido acetilsalicílico e dipirona.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Medicamentos não esteroidais (AINES) usados em processos inflamatórios:</strong><br />Cetoprofeno, Naproxeno, nimesulida<strong>, </strong>meloxicam, ibuprofeno, diclofenaco.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Medicamentos esteroidais (AIES) usados em processos inflamatórios:</strong><br />Cortisona, Dexametasona, Hidrocortisona, Metilpredinisolona, Parametasona, Prednisolona, Prednisona, Triancinolona.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Antifúngicos</strong><br />Anfotericina B, Fluconazol, Itraconazol, Miconazol e Nistatina.</li>
</ul>



<p><strong>IMPORTANTE: </strong> As receitas devem ser devidamente preenchidas com os dados do paciente, dados do profissional e ou a instituição, carimbada e assinada de acordo com a Portaria 344/1998 e Resolução 20/2011.</p>


<hr class="wp-block-separator" />


<ul class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<li class="blocks-gallery-item">
<figure><img decoding="async" width="940" height="788" class="wp-image-8209" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/1.jpg" alt="" data-id="8209" data-link="https://www.odontoup.com.br/?attachment_id=8209" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/1.jpg 940w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/1-300x251.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/1-768x644.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/1-696x583.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/1-501x420.jpg 501w" sizes="(max-width: 940px) 100vw, 940px" /></figure>
</li>
<li class="blocks-gallery-item">
<figure><img decoding="async" width="940" height="788" class="wp-image-8211" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2.jpg" alt="" data-id="8211" data-link="https://www.odontoup.com.br/?attachment_id=8211" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2.jpg 940w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2-300x251.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2-768x644.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2-696x583.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2-501x420.jpg 501w" sizes="(max-width: 940px) 100vw, 940px" /></figure>
</li>
<li class="blocks-gallery-item">
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</li>
</ul>



<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-8216" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/unnamed-1-714x1024.jpg" alt="" width="120" height="172" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/unnamed-1-714x1024.jpg 714w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/unnamed-1-209x300.jpg 209w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/unnamed-1-696x998.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/unnamed-1-293x420.jpg 293w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/unnamed-1.jpg 753w" sizes="auto, (max-width: 120px) 100vw, 120px" /></figure>
</div>



<p>Autora<br />Ana Tavares, Farmacêutica pela Faculdade Pequeno Príncipe. Pós-graduanda em Farmácia Magistral e Homeopática.</p>



<p>&nbsp;</p>



<p>&nbsp;</p>



<p>&nbsp;</p>



<p>Fonte <br /><br />CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DO PARANÁ. Manual para a Dispensação de Medicamentos Sujeitos a Controle Especial.  Disponível em &lt;<a href="https://crfpr.org.br/uploads/pagina/25664/Manual_Dispensacao_de_Medicamentos_4_Edicao.pdf" target="_blank" rel="noopener">https://crfpr.org.br/uploads/pagina/25664/Manual_Dispensacao_de_Medicamentos_4_Edicao.pdf</a>&gt;</p>



<p>CONSELHO REGIONAL DE ODONTOLOGIA DO ESTADO DO PARANÁ . Parecer sobre a prescrição de medicamentos por cirurgiões-dentistas, lei 5.081/66.</p>



<p>AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Antimicrobianos: Bases teóricas e usos clínicos. Disponível em: &lt;<a href="http://www.anvisa.gov.br/servicosaude/controle/rede_rm/cursos/rm_controle/opas_web/modulo1/conceitos.htm" target="_blank" rel="noopener">http://www.anvisa.gov.br/servicosaude/controle/rede_rm/cursos/rm_controle/opas_web/modulo1/conceitos.htm</a> &gt;</p>



<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Você Sabe Como Tratar a Dor de Gestantes, Cardiopatas, Hepatopatas e Renais Crônicos?</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/voce-sabe-como-tratar-a-dor-de-gestantes-cardiopatas-hepatopatas-e-renais-cronicos/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/voce-sabe-como-tratar-a-dor-de-gestantes-cardiopatas-hepatopatas-e-renais-cronicos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2020 16:54:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Farmacologia]]></category>
		<category><![CDATA[analgesia]]></category>
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		<category><![CDATA[cardiopata]]></category>
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		<category><![CDATA[medicamento]]></category>
		<category><![CDATA[renal crônico]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando uma paciente gestante chega ao seu consultório ou faculdade relatando dor ou precisando de atendimento, você tem 100% de segurança para tratar? Quando um paciente cardiopata, hepatopata ou renal crônico precisa de um medicamento para dor, você sabe o que pode ou não prejudicar ainda mais o quadro de saúde desse paciente? Vou te [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando uma paciente <strong>gestante</strong> chega ao seu consultório ou faculdade relatando dor ou precisando de atendimento, você tem 100% de segurança para tratar?</p>
<p>Quando um paciente cardiopata, hepatopata ou renal crônico precisa de um medicamento para dor, você sabe o que pode ou não prejudicar ainda mais o quadro de saúde desse paciente?</p>
<h3 style="text-align: center;">Vou te contar uma coisa: <strong>56%</strong> <strong>dos dentistas</strong> optam por não atender gestantes ou pacientes do grupo de risco, ou fazem atendimentos apenas preventivos/curativos por não saberem ou não terem a certeza do que usar.</h3>
<p style="text-align: left;">Se você faz parte desse grupo, não se preocupe mais, <strong>nós</strong> <strong>vamos te ajudar.</strong></p>
<p>Desenvolvemos um ebook que mostrará o caminho que você deve seguir para atender esses pacientes com SEGURANÇA E EFETIVIDADE.</p>
<hr />
<h3><strong>Quais as vantagens de ter esse ebook: </strong></h3>
<ul>
<li>Com uma tabela personalizada dos<strong> medicamentos mais utilizados</strong>, quais provocam reações adversas e quais são <strong>contraindicados</strong> para os grupos especiais, a sua vida ficará muito mais fácil.</li>
<li>Você também terá acesso a uma revisão incrível sobre analgésicos e anti-inflamatórios para entender <strong>DEFINITIVAMENTE</strong> o que pode ou não utilizar, como esses medicamentos atuam e quais as reações no organismo.</li>
<li>Além de conteúdos exclusivos para tratar a dor desses pacientes sistemicamente comprometidos.</li>
</ul>
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<p>Queremos que você evolua e atenda com segurança os seus pacientes. <strong>Leia, estude, aprenda</strong> mais. Só assim podemos nos tornar dentistas ainda melhores.<br />
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</body></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://pay.hotmart.com/J29812892Y?checkoutMode=10" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-9300 size-large" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/05/ANALGESIA-DA-DOR-1024x576.png" alt="ebook analgesia da dor gestante " width="696" height="392" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/05/ANALGESIA-DA-DOR-1024x576.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/05/ANALGESIA-DA-DOR-300x169.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/05/ANALGESIA-DA-DOR-768x432.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/05/ANALGESIA-DA-DOR-1536x864.png 1536w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/05/ANALGESIA-DA-DOR-696x392.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/05/ANALGESIA-DA-DOR-1068x601.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/05/ANALGESIA-DA-DOR-747x420.png 747w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/05/ANALGESIA-DA-DOR.png 1920w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /></a></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Oclusão, DTM e Componentes da ATM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2015 05:35:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oclusão | DTM & Dor Orofacial]]></category>
		<category><![CDATA[articulador]]></category>
		<category><![CDATA[ATM]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[DTM]]></category>
		<category><![CDATA[músculo]]></category>
		<category><![CDATA[oclusão]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A articulação temporomandibular é uma das articulações mais complexas do nosso corpo. O cirurgião-dentista deve não só conhecer a anatomia, mas também suas alterações, tratamentos frente a injúrias articulares e oclusão. Por sua grande importância, selecionamos algumas questões que ajudarão nos seus estudos. Confira: 1) O conceito de oclusão funcional diz que: “oclusão funcional é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A articulação temporomandibular é uma das articulações mais complexas do nosso corpo. O cirurgião-dentista deve não só conhecer a anatomia, mas também suas alterações, tratamentos frente a injúrias articulares e oclusão. Por sua grande importância, selecionamos algumas questões que ajudarão nos seus estudos. Confira:<br />
<strong>1)</strong> O conceito de oclusão funcional diz que: “oclusão funcional é aquela que apresentaria, em suas relações estáticas e dinâmicas, características de não gerar dano ao sistema estomatognático”. Entretanto, OCLUSÃO IDEAL tem critérios bem definidos que a definem. Cite os critérios para uma oclusão ideal.<br />
<strong>2)</strong> Com relação ao articulador semi-ajustável, responda as seguintes questões:<br />
a) Quais os componentes do arco facial?<br />
b) Qual o objetivo do arco facial?<br />
<strong>3)</strong> Descreva a montagem dos modelos no ASA<br />
<strong>4)</strong> Considerando a importância da neuroanatomia e neurofisiologia da dor bucofacial, temos que ter alguns conceitos definidos, como nocicepção, dor, sofrimento e comportamento doloroso. Defina esses conceitos:<br />
<strong>5)</strong> Para a percepção de uma dor originada na ATM, há um caminho nociceptivo das estruturas periféricas até o sistema nervoso central. Esse processo envolve a transdução, transmissão, modulação e até percepção da dor. Descreva as estruturas e mecanismos que são responsáveis nesse processo.<br />
<strong>6)</strong> Descreva o reflexo miotático ou de estiramento, e sua importância.<br />
<strong>7)</strong> Discorra sobre os fatores etiológicos das Desordens Temporomandibulares:<br />
<strong>8)</strong> Defina dor heterotrópica, dor referida e co-contração protetora:<br />
<strong>9)</strong> Quais são as Desordens Temporomandibulares Musculares e descreva as características de cada:<br />
&nbsp;<br />
<a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4998" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png" alt="Respostas" width="760" height="100" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png 760w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas-300x39.png 300w" sizes="auto, (max-width: 760px) 100vw, 760px" /></a><br />
&nbsp;<br />
<strong>Questão 1: </strong>DVO adequada, axialidade de forças, oclusão mutuamente estável, contatos simultâneos bilaterais, manutenção do plano oclusal.<br />
<strong>Questão 2:<br />
a) </strong>Garfo, relator náseo, arco facial propriamente dito e olivas.<br />
<strong>b)</strong> O arco facial nos proporciona uma visão tridimensional da maxila, ajudando a determinar a sua altura durante a montagem do articulador.<br />
<strong>Questão 3: </strong>Moldagem do paciente para obtenção do modelo, vazar o gesso e cortar o modelo após endurecimento do mesmo, marcação de contatos do arco facial em godiva (posicionando com as olivas e relator náseo), desprogramação com as lâminas de long deixando o paciente em RC e marcação de contatos com a cera rosa número 7 (lembrando de cortar os excessos marginais), montagem do modelo superior do articulador com auxílio da balancinha, montagem do modelo inferior em articulador. Realizar calibragem do ângulo de Bennet e guia condilar.<br />
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</script></p>
<p><strong>Questão 4:<br />
</strong><em>Dor:</em> Experiência sensorial e emocional desagradável, associada a um dano tecidual real ou potencial.<br />
<em>Nocicepção:</em> Estímulo nocivo originado do receptor sensitivo. Esta informação é transportada para o sistema nervoso central.<br />
<em>Sofrimento: </em>Como o ser humano reage a percepção da dor. O sofrimento pode ser proporcional a dor ou nocicepção.<br />
<em>Comportamento Doloroso:</em> São as ações visíveis e auditíveis do indivíduo para comunicar seu sofrimento (como o paciente relata a dor).<br />
<strong>Questão 5:<br />
</strong><em>Transdução:</em> Estímulos nocivos levam à atividade elétrica nos receptores nociceptivos.<br />
<em>Transmissão:</em> Impulsos nociceptivos para o sistema nervoso central: neurônios aferentes à tálamo à córtex à sistema límbico.<br />
<em>Modulação:</em> Controle dos neurotransmissores pelo sistema nervoso central.<br />
<em>Percepção:</em> Impulsos atingem o córtex.<br />
(Neurônio Aferente à SNC à Tronco Encefálico (sinapse) à tálamo àcórtex).<br />
<strong>Questão 6:<br />
</strong>Protege o sistema mastigatório de repentino estiramento de um músculo e mantém a estabilidade do sistema musculo esquelético com o tônus muscular. Com a força da gravidade puxando o músculo para baixo o reflexo miotático mantém em posição de repouso protegendo os músculos do estiramento excessivo. A sua importância é dada através dos fusos que percebem esse estiramento excessivo. Não vai para o córtex.<br />
<strong>Questão 7: </strong>São multifatoriais, podem decorrer por fatores iniciadores, perceptuadores, ou predisponentes. São comuns traumas, estresse excessivo, contatos prematuros, movimentos parafuncionais e hábitos nocivos.<br />
<strong>Questão 8: </strong>Dor Heterotrópica: Local da do sentimento de dor diferente do local de origem da dor (geralmente causado por uma dor já crônica não tratada).<br />
<strong>Questão 9: </strong>Contração protetora, dor muscular localizada, dor muscular tardia, dor miofacial, mioespasmo, miosite.</p>
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		<title>Analgesia da Dor em Pacientes Comprometidos Sistemicamente</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/analgesia-da-dor-em-pacientes-comprometidos-sistemicamente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 20:46:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Farmacologia]]></category>
		<category><![CDATA[AINE]]></category>
		<category><![CDATA[analgesia]]></category>
		<category><![CDATA[analgésico]]></category>
		<category><![CDATA[anestesia]]></category>
		<category><![CDATA[anestésico]]></category>
		<category><![CDATA[cardíaco]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[hepatopata]]></category>
		<category><![CDATA[medicamento]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[O uso de medicamentos com a finalidade de analgesia da dor tem que ser bem avaliado pelo cirurgião-dentista. Existem alguns grupos de pacientes (sistemicamente comprometidos e/ou que fazem uso de antidepressivos) que devemos estar atentos, visto que alguns analgésicos ou AINES tem suas metabolização e excreção em regiões específicas que podem comprometer ainda mais o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O uso de medicamentos com a finalidade de analgesia da dor tem que ser bem avaliado pelo cirurgião-dentista. Existem alguns grupos de pacientes (sistemicamente comprometidos e/ou que fazem uso de antidepressivos) que devemos estar atentos, visto que alguns analgésicos ou AINES tem suas metabolização e excreção em regiões específicas que podem comprometer ainda mais o quadro determinados pacientes.<br />
<strong>Cardiopatas</strong><br />
Devem ser levados em consideração que anestésicos locais, com vasoconstritores (adrenalina, por exemplo), pode aumentar a frequência cardíaca em doses elevadas. Alguns estudos também mostram que em pequenas quantidades a adrenalina age no organismo produzindo uma vasodilatação periférica. Porém, existe outra questão a par da injeção de anestésicos locais, que é o medo que algumas pessoas sentem ao irem ao dentista – o medo faz com que o organismo libere também adrenalina, aumentando a FC. Ou seja, devemos nos ater aos cuidados antes mesmo da aplicação no paciente. Diminuem atividade do marca-passo cardíaco (importante como antiarrítmicos). Ações resultantes da ação sobre miocárdio, vasculatura periférica e SNC. A taquicardia (cardiopatas) pode agravar o quadro de intoxicação, pois promove mais ciclos cardíacos e fornece mais canais inativos para a impregnação do anestésico local.<br />
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</script></p>
<p>É indicado que cardiopatas tragam uma recomendação de um cardiologista responsável de que o tratamento indicado seja realizado sob anestesia local sem o uso de vasopressores (adrenalina e noradrenalina) para evitar hemorragias abundantes e analgesia menos profunda e menos duradoura.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4935" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/a-seminar-about-caring-and-conserving-our.png" alt="anestesicos cardiopatas " width="1024" height="768" />Os anestésicos locais, através da inibição da corrente de sódio no músculo cardíaco, diminuem os estoques intracelulares de cálcio e a força de contração, levando a uma diminuição da excitabilidade, velocidade de condução e a força de contração do miocárdio.. Também causam dilatação arterial, em parte por um efeito direto no músculo liso vascular e, em parte, por inibição do sistema simpático. Os efeitos cardíacos e vasculares levam a uma queda na pressão arterial que pode ser súbita e potencialmente fatal, por isso a importância de uma boa anamnese e da atenção para com o paciente. Os benefícios de uma boa anestesia superam em muito os riscos causados pela anestesia sem vasoconstritor, onde a absorção da base anestésica é rápida e nem sempre se consegue um perfeito bloqueio nervoso.<br />
Em cardiopatas é contraindicado o uso de analgésicos opióides (ex.: morfina &#8211; com <em>pressão arterial baixa</em>). Pode causar também euforia, ansiedade (SNC), taquicardia, braquicardia, hipotensão, palpitação, sensação de colapso cardiovascular (SCV).<br />
O uso de analgésicos de ação periférica não é contra indicado nesses casos, pois não encontraram alterações significativas da pressão arterial e pulso radial com o uso desses medicamentos.<br />
<strong>Gestantes</strong><br />
No caso de analgésicos não-opióides, é indicado respeitando as condições de cada paciente e utilizado em situações de dores leves e moderadas já instaladas.<br />
Em relação aos analgésicos opióides: O consumo de analgésicos opióides, como codeína, oxicodona ou hidrocodona, pouco antes do início da gestação ou no seu começo, aumenta em duas vezes o risco de que o bebê nasça com algum tipo de malformação congênita. Para a mulher grávida, são indicadas apenas em casos de dor extrema, como uma crise de pedra nos rins, por exemplo, onde os benefícios superam os riscos.<br />
Anestésicos locais são considerados para uso durante toda a gravidez. O emprego de baixas doses em odontologia privilegia esse uso. Alguns aspectos devem ser observados quando da utilização de anestésicos locais em gestantes, dentre eles: técnica anestésica, quantidade da droga administrada, ausência/ presença de vasoconstritor e os efeitos citotóxicos. O uso de lidocaína é o mais indicado para mulheres gestantes.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4942" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/EXHIBITION-5.png" alt="EXHIBITION-5" width="1024" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/EXHIBITION-5.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/EXHIBITION-5-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/EXHIBITION-5-768x576.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />O uso de anti-inflamatórios durante a gestação não é recomendado. Anti-inflamatórios esteroides e não esteroides, segundo a classificação da FDA, pertencem à categoria B. sendo bloqueadores das sínteses de prostaglandinas, podem constringir o ducto arterioso intra-útero, causar hipertensão pulmonar sustentada no recém-nascido e prolongar a gestação e o trabalho de parto. Devem ser usados nas menores doses eficazes e retirados 8 semanas antes do parto previsto. Os corticosteroides preferenciais na gestação são: prednisona e prednisolona, por atravessarem com mais dificuldade a placenta. Em pacientes de risco para surgimento de doença péptica, tem sido recomendado o uso concomitante de AINE e misoprostol, análogo sintético das prostaglandinas. No entanto, esse não é recomendado para as gestantes por estimular as contrações uterinas e causar sangramento vaginal e abortamento. Tem sido associado a síndrome de Möbius (paralisia congênita em recém-nascidos). Esses fármacos não estão contraindicados durante a lactação, pois passam ou se encontram em quantidades insignificantes no leite.<br />
Embora a maioria dos antimicrobianos atravesse com facilidade a placenta, poucos são considerados teratogênicos. Penicilinas e cefalosporinas são os agentes preferentemente usados durante toda a gestação (classe B). eritromicina não causa problemas fetais (classe B). azitromicina e claritromicina não estão liberados para uso em gestantes. Clindomicina pertence a categoria B pela FDA. Tetraciclinas são responsabilizadas por deficiência na formação do esmalte dentário, coloração anormal dos dentes e retardo no crescimento ósseo (classe D), além de serem particularmente tóxicas para a gestante (necrose gordurosa aguda do fígado de evolução letal, pancreatite, dano renal associado). Metronidazol, usado como anaeromicida, não induz malformações (classe B), embora haja conflitante evidência de teratogenicidade em animais.<br />
A seguir, um quadro mostrando os fármacos empregados em odontologia e de uso restrito em gestantes:</p>
<table style="height: 793px;" border="1" width="444">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216"><strong>Fármaco</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="216"><strong>Categoria de risco – FDA</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Codeína</td>
<td style="text-align: center;" width="216">C</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Betametasona, dexametasona, hidrocortisona</td>
<td style="text-align: center;" width="216">C</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Carbamazepina</td>
<td style="text-align: center;" width="216">C</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Ácido volpróico</td>
<td style="text-align: center;" width="216">D</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Ácido acetilsalicílico</td>
<td style="text-align: center;" width="216">C</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Aciclovir</td>
<td style="text-align: center;" width="216">C</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Diazepam</td>
<td style="text-align: center;" width="216">D</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Epinefrina</td>
<td style="text-align: center;" width="216">C</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Ibuprofeno</td>
<td style="text-align: center;" width="216">D</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Miconazol</td>
<td style="text-align: center;" width="216">C</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Tetraciclina</td>
<td style="text-align: center;" width="216">D</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Tiopental</td>
<td style="text-align: center;" width="216">C</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;<br />
<body><br />
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</body></p>
<p><strong>Hepatopatas</strong><br />
<strong> </strong>A epinefrina tem ação oposta à da insulina. Por determinar estimulação da neoglicogênese e glicogenólise hepática, é considerado hormônio hiperglicemiante. A probabilidade de ocorrerem alterações metabólicas após a administração de epinefrina, nas concentrações usadas em odontologia, é muito baixa. O risco é maior em diabéticos não-controlados e nos que recebem insulina. Em pacientes com doença estável, controlados por dieta ou hipoglicemiantes orais, o uso de vasoconstritores adrenérgicos é seguro. Diabéticos dependentes de insulina e estáveis podem-se beneficiar de pequenas doses de vasoconstritor.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4962" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/hepatopata12-e1442039098594.png" alt="hepatopata12" width="855" height="639" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/hepatopata12-e1442039098594.png 855w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/hepatopata12-e1442039098594-300x224.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/hepatopata12-e1442039098594-768x574.png 768w" sizes="auto, (max-width: 855px) 100vw, 855px" /><br />
Alguns Opióides podem atenuar também Insuficiência hepática, como é o caso do Sulfato de Morfina. A Dipirona é um analgésico não-opióide que é contraindicado para pacientes hepatopatas (porfiria hepática, por exemplo). O uso do Ácido Acetil Salicílico pode atenuar disfunções hepáticas. Assim como o Paracetamol que tem apresenta algumas reações adversas (hepatotoxidade, Icterícia, hepatite).<br />
Em situações de hipovolemia, cirrose com ascite, nefrite lúpica, síndrome nefrótica e insuficiência cardíaca, os AINE podem intensificar a redução da filtração glomerular, provocando manifestações clinicas importantes, tais como insuficiência renal aguda. Reações hepáticas abrangem desde alterações transitórias (aumento de aminotransferases séricas) até quadros fatais. Devem-se a hipersensibilidade ou hepatotoxicidade direta. A fenilbutazona tem sido associada a necrose hepática e hepatite granulomatosa. Descreveu-se hepatite colestática após uso de sulindaco, indometacina, ibuprofeno e naproxeno.<br />
<strong> </strong><strong>Renal Crônico</strong><br />
Para proceder com anestésicos locais, deve verificar se a pressão arterial esta controlada antes de qualquer procedimento cirúrgico e deve ser monitorada durante o procedimento. Usar anestesia local sem vasoconstritor, uma vez que a maioria dos pacientes renais crônicos é hipertensa. Evitar prescrição de drogas nefrotóxicas: anti-inflamatório não hormonal, aminoglicosídeos.<br />
A administração de opióides em pacientes renais crônicos deve ser feita sob cautela. A morfina é contra indicada em caso de insuficiência renal. Não há relação de toxicidade renal com o uso de opióides agonistas.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4964" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/DONT-QUIT-2.png" alt="DON'T QUIT-2" width="1024" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/DONT-QUIT-2.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/DONT-QUIT-2-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/DONT-QUIT-2-768x576.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />O Ácido Acetil Salicílico, por exemplo, assim como nos hepatopatas, deve ser manejado cuidadosamente em pessoas com disfunções renais (competição pelo transporte renal de ácidos). É contraindicado aos pacientes alérgicos ao Acetil Salicílico o uso do Paracetamol, pois pode desenvolver algumas reações adversas como: insuficiência renal aguda e necrose renal tubular.<br />
As penicilinas são os antimicrobianos mais utilizados na odontologia. Contudo, a penicilina é excretada pelo rim, logo, seu esquema deve ser ajustado de acordo com o quadro do paciente em presença de insuficiência renal.<br />
<strong>Pacientes que fazem uso de antidepressivos</strong><br />
A interação medicamentosa ocorre quando dois ou mais medicamentos administrados ao paciente interferem entre si. Isso causa potencialização ou abolição do efeito terapêutico de um ou mais dos medicamentos ingeridos pelo indivíduo, resultando na maioria em efeitos adversos, que podem ser de grau leve, moderado ou grave, ou ainda levar a óbito. Os analgésicos opióides têm interações com os antidepressivos, o que pode causar uma hipotensão (pressão baixa), portanto é contra indicado em casos de pacientes que fazem uso de antidepressivos. Quando o anestésico local com vaso do grupo das catecolaminas é administrado em grande quantidade ou no caso de uma injeção intravascular acidental, é possível ocorrer elevação na concentração das catecolaminas plasmáticas, que pode resultar em efeitos colaterais potencializados em pacientes que fazem uso de certos antidepressivos atuantes no aumento dos níveis extracelulares de catecolaminas Em usuários de tricíclicos, os efeitos colaterais sobre o sistema cardiovascular, como elevação da pressão arterial  e arritmias cardíacas, são possivelmente potencializados pela administração em altas doses ou por injeção intravascular acidental de vasoconstritores como AD, NA ou fenilefrina.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4965" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/ON-NOW-3.png" alt="ON NOW-3" width="1024" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/ON-NOW-3.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/ON-NOW-3-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/ON-NOW-3-768x576.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />Em relação aos opióides em pacientes que fazem uso de antidepressivo – a Codeína e a Morfina, por exemplo, tem interação medicamentosa com antidepressivos tricíclicos. Por isso, a realização de uma anamnese adequada e uma conversa com o paciente é fundamental para o sucesso do procedimento.<br />
Antidepressivos tricíclicos (amitriptilina, nortriptilina, imipramina, desipramina. Clomipramina, doxepina, maprotilina) são fármacos usados no tratamento de dor crônica e em quadros de depressão. Administração de vasoconstritores adrenérgicos a pacientes de uso de antidepressivos tricíclicos pode desencadear hipertensão marcada e arritmias cardíacas. Recomenda-se dose inferiores a 0,05mg de epinefrina (aproximadamente 3 tubetes de solução 1: 100.000), em unjeção lenta. Antidepressivos atípicos, como mianserina, bupropiona e fluoxetina, não estão incluídos entre aqueles fármacos em que contraindicam o uso de vasoconstritores adrenérgicos.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dor Orofacial Neuropática</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/dor-orofacial-neuropatica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 17:26:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oclusão | DTM & Dor Orofacial]]></category>
		<category><![CDATA[características]]></category>
		<category><![CDATA[clínicas]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[Glossofaríngeo]]></category>
		<category><![CDATA[neuralgia]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[Trigêmio]]></category>
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					<description><![CDATA[O que é dor neuropática? Gerada no SNC e SNP Alteração na via de condução do estímulo; Dor mesmo com ausência de estímulo. Características clínicas  Choque elétrico;  Queimação;  Hiperalgesia &#8211;  sensibilidade aumentada;  Anestesia;  Paroxismo (manifestação brusca). Neuroplasticidade Neurônio de 2° ordem fica hiper-excitado; Ocorre por excesso de estímulo nociceptivo, perda de informação aferente ou de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>O que é dor neuropática?</b></p>
<ul>
<li>Gerada no SNC e SNP</li>
<li>Alteração na via de condução do estímulo;</li>
<li>Dor mesmo com ausência de estímulo.</li>
</ul>
<p><b>Características clínicas</b></p>
<ul>
<li> Choque elétrico;</li>
<li> Queimação;</li>
<li> Hiperalgesia &#8211;  sensibilidade aumentada;</li>
<li> Anestesia;</li>
<li> Paroxismo (manifestação brusca).</li>
</ul>
<p><b>Neuroplasticidade</b></p>
<ul>
<li>Neurônio de 2° ordem fica hiper-excitado;</li>
<li>Ocorre por excesso de estímulo nociceptivo, perda de informação aferente ou de forma idiopática.</li>
<li>*Um impulso aferente não nociceptivo passa a produzir dor.</li>
</ul>
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<p><b>Quais as dores neuropáticas que precisamos conhecer?</b></p>
<ol>
<li>Neuralgia do trigêmio;</li>
<li>Neuralgia do glossofaríngeo;</li>
<li>Neuralgia do intermédio.</li>
</ol>
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<p><b>Neuralgia do trigêmio</b></p>
<ul>
<li> Dor em coque elétrico;</li>
<li> Intensidade severa;</li>
<li> Curta duração;</li>
<li> Unilateral;</li>
<li> Geralmente afeta apenas um ramo;</li>
<li> Dor correspondente ao trajeto do nervo;</li>
<li> Desencadeada por estímulo leve;</li>
<li> Áreas de gatilho;</li>
<li> Remissão espontânea.</li>
<li> Maior incidência acima dos 70.</li>
</ul>
<p><b>Neuralgia x odonto</b></p>
<ul>
<li> A percussão de um dente pode desencadear dor;</li>
<li> Exodontia ou anestesia pode interromper o paroxismo por dias ou semanas.</li>
</ul>
<p><b>Sintomas pré-neuralgicos</b></p>
<ul>
<li> Odontalgia;</li>
<li> Pontadas;</li>
<li> Desconforto/parestesia.</li>
</ul>
<p><b>Tipos de neuralgia do trigêmio</b></p>
<ul>
<li> Neuralgia idiópatica;</li>
<li> Neuralgia do V associada à alterações sistêmicas;</li>
<li> Neuralgia do V secundário a tumor intra-craniano.</li>
</ul>
<p><b>Tratamento</b><br />
1.  Carbonazepina 600 a 1600ng/dia;</p>
<ul>
<li> Discrasia sanguínea;</li>
<li> Sedação;</li>
<li> Hepatotoxicidade;</li>
</ul>
<p>2. Gabapentina 300 a 900ng/dia; (Neurotrin®)</p>
<ul>
<li> Doses crescentes;</li>
<li> Menos efeitos colaterais;</li>
<li> Curta elevado;</li>
</ul>
<p><b>Neuralgia do Glossofaríngeo</b></p>
<ul>
<li> Dor em choque elétrico;</li>
<li> Região de amídalas e ouvido;</li>
<li> Diagnóstico diferencial:<br />
Neuralgia do V;<br />
DTM muscular e articular;<br />
Sindrome de Eagle (sem disco articular).</li>
</ul>
<p><b>Neurite</b></p>
<ul>
<li> Alteração nas fibras aferentes (1°neurônio)</li>
<li> Causas traumáticas infecções tóxicas;</li>
<li> Dor com características de queimação, ferroadas;</li>
<li> Geralmente constante, exacerbada quando estimulada;</li>
<li>Parestesia, hiperestesia.</li>
</ul>
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</body></p>
<p>Contribuição: Leonardo Martins Sant&#8217;Anna</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Classificação das Dores Orofaciais</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/classificacao-das-dores-orofaciais/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/classificacao-das-dores-orofaciais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2015 02:02:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oclusão | DTM & Dor Orofacial]]></category>
		<category><![CDATA[classificação]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[neuropática]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[orofacial]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[somática]]></category>
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					<description><![CDATA[Critérios básicos para diagnóstico em dor conhecimento anatômico da região envolvida; entendimento das características clínicas demonstradas pelas diferentes categorias de dor. Dor temporomandibular Função Aspectos psicosocioemocionais da dor Dor somática (do corpo)  Função protetora;  Respostas e estímulos de receptores nociceptivos;  Há proporcionalidade na relação estímulo x resposta;  Pode ser superficial, profunda e visceral; Ex.: odontotologia, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Critérios básicos para diagnóstico em dor</b></p>
<ol>
<li>conhecimento anatômico da região envolvida;</li>
<li>entendimento das características clínicas demonstradas pelas diferentes categorias de dor.</li>
</ol>
<p><b>Dor temporomandibular</b></p>
<ul>
<li>Função</li>
<li>Aspectos psicosocioemocionais da dor</li>
</ul>
<p><b>Dor somática (do corpo)</b></p>
<ul>
<li> Função protetora;</li>
<li> Respostas e estímulos de receptores nociceptivos;</li>
<li> Há proporcionalidade na relação estímulo x resposta;</li>
<li> Pode ser superficial, profunda e visceral;</li>
</ul>
<p>Ex.: odontotologia, DTM, sinusite.<br />
<b>Dor neuropática</b></p>
<ul>
<li> Dor é a enfermidade;</li>
<li> Anormalidade nas vias de condução do estímulo doloroso;</li>
<li> Respostas desproporcional do estímulo;</li>
<li> Podem ser episódio ou contínuo;</li>
</ul>
<p>Ex.: neuralgia do trigêmio.<br />
<b>Dor aguda</b></p>
<ul>
<li> Sofre um dano tecidual;</li>
<li> Função biológica de alerta;</li>
<li> Desaparece com a resolução do dano tecidual que a gerou;</li>
<li> Curta duração &#8211; menor que 3 meses;</li>
<li> Taquicardia, sudorese, agitação, ansiedade.</li>
</ul>
<p><b>Dor crônica</b></p>
<ul>
<li> Muitas vezes não se relaciona com a lesão;</li>
<li> Sem função de alerta;</li>
<li> Persiste após a resolução do dano que a gerou;</li>
<li> Desenvolvimento lento.</li>
</ul>
<p><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Image354-e1437014259372.png" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-4386 " src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Image354-e1437014259372.png" alt="Image354" width="478" height="297" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Image354-e1437014259372.png 792w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Image354-e1437014259372-300x186.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Image354-e1437014259372-768x476.png 768w" sizes="auto, (max-width: 478px) 100vw, 478px" /></a><br />
<b>Dor somática Superficial</b></p>
<ul>
<li> Tem origem nos tecidos cutâneos ou mucogengivais (lesão);</li>
<li> Resposta proporcional ao estímulo nociceptivo;</li>
<li> Dor viva, estimulante, precisa localização;</li>
<li> Local e origem da dor são os mesmos;</li>
<li> Se resolve com resolução da lesão.</li>
</ul>
<p><b>Dor somática profunda</b><br />
Musculoesquelética/visceral + neurovasculares;</p>
<ul>
<li> Tem origem nos tecidos profundos do organismo;</li>
<li> Localização geralmente difusa e imprecisa;</li>
<li> Dor tem características monótonas e depressiva;</li>
<li> Geralmente a área que a dor é sentida é maior que a origem;</li>
<li> Nem sempre o local da dor coincide com a origem;</li>
<li> Tendem a induzir sensibilização central;</li>
</ul>
<p>Ex:. DTM, dor periodontal;<br />
Toda dor profunda pode induzir <em>sensibilização central</em>.</p>
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<p><b>Dor somática profunda visceral</b></p>
<ul>
<li> Mantém características da dor somática profunda;</li>
<li> Envolve receptores de alto limiar interceptivos;</li>
<li> Dor não é desencadeada até que limiar seja atingida;</li>
<li> Não tem respostas proporcionais ao estimulo;</li>
<li> Difícil localização;</li>
</ul>
<p>Ex:. dor pulpar, dor ocular, dor articular, dor neurovascular.<br />
<b>Disfunções temporos-mandibulares</b><br />
&#8220;As DTM são um termo coletivo que abrangem as alterações funcionais da ATM e/ou os músculos da mastigação&#8221;.</p>
<p style="text-align: right;">OLIVEIRA, W. 2002</p>
<ul>
<li>Sinais Cardinais</li>
<li> Dor na face;</li>
<li> Ruídos na articulação;</li>
<li> Limitações funcionais.</li>
</ul>
<p>Conteúdo baseado na aula do Prof. Daniel Bonotto<br />
Contribuição: Leonardo M. Sant&#8217;Anna<br />
Fonte da imagem: southwestoralsurgeryutah.com</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Neurofisiologia</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/neurofisiologia/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/neurofisiologia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2015 00:57:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Oclusão | DTM & Dor Orofacial]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[Neurofisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[neuronio]]></category>
		<category><![CDATA[nocicepção]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[sinapse]]></category>
		<category><![CDATA[somestesia]]></category>
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					<description><![CDATA[Somestesia: modalidade sensorial inerente ao ser humano e qualquer espécie animal e propicia o recebimento de informações de diferentes partes do corpo. Propricepção: percepção que o corpo tem sobre ele mesmo. Componentes: Neurônios; Células da glia. Neurônio  Motores ou eferentes (órgãos efetores);  Sensoriais ou aferentes (meio ambiente);  Interneurônios ou de associação (tipo I ou II de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Somestesia: modalidade sensorial inerente ao ser humano e qualquer espécie animal e propicia o recebimento de informações de diferentes partes do corpo.<br />
Propricepção: percepção que o corpo tem sobre ele mesmo.<br />
Componentes: Neurônios; Células da glia.<br />
<b><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/neuronio1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-4368 " src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/neuronio1.jpg" alt="neuronio1" width="181" height="181" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/neuronio1.jpg 400w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/neuronio1-150x150.jpg 150w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/neuronio1-300x300.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 181px) 100vw, 181px" /></a>Neurônio</b></p>
<ul>
<li> Motores ou eferentes (órgãos efetores);</li>
<li> Sensoriais ou aferentes (meio ambiente);</li>
<li> Interneurônios ou de associação (tipo I ou II de Golgi) &#8211; facilita ou dificulta a interação dos neurônios.</li>
</ul>
<p><b>Sinapses</b></p>
<ul>
<li> Elétricos &#8211; interação entre membranas;</li>
<li> Químicas &#8211; potencial de ação que está no neurônio, chega até os receptores da próxima célula.</li>
<li> Moléculas excitatórias &#8211; facilita;</li>
<li> Moléculas inibitórias &#8211; inibe</li>
<li> Pontência de ação &#8211; corrente elétrica.</li>
</ul>
<p><b>Fisiologia da nocicepção</b><br />
Nociceptores &#8211; terminações nervosas livres que geram potencial de ação.</p>
<ul>
<li>Mecânica</li>
<li>Térmica</li>
<li>Elétrica</li>
<li>Química</li>
</ul>
<p><b>Tipos de fibras</b><br />
Quanto maior a bainha de mielina, mais rápido o estímulo.</p>
<ul>
<li> A-Beta &#8211; 30 a 70m/s &#8211; rápida tato, propricepção.</li>
<li> A-Delta &#8211; 3 a 30m/s &#8211; dor rápida</li>
<li> C &#8211; 0,5 a 3m/s &#8211;  dor lenta &#8211; dor crônica, dor odontológica.</li>
</ul>
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<p><b>Sinapses</b><br />
Potencial de ação<br />
Neurônio aferente primário (primeiro neurônio) &#8211; núcleo do trato especial do trigêmio (segundo neurônio) &#8211; tálamo (terceiro neurônio) &#8211; córtex (dor se torna consciente).<br />
1° dor percebida por fibra do tipo A-delta (mielinizada).<br />
Lesão celular &#8211; libera bradicinina (deixa as fibra do tipo C mais excitadas) e prostaglandina.<br />
<b>Sistemas supressores da dor</b><br />
Condições de suprir um estimulo doloroso por conta própria.</p>
<ol style="list-style-type: lower-alpha;">
<li>Periférico &#8211; cicatrização/ farmacoterapia (AINES);</li>
<li>Segmentar &#8211; efeito portão;</li>
<li>Supra-segmentar ou descendente</li>
<li>Sistema hormonal</li>
<li>Cortical</li>
</ol>
<p>Conteúdo baseado e retirado da aula do Prof. Daniel Bonotto<br />
Contribuição: Leonardo M. Sant&#8217;Anna, Biotecnologia<br />
Fonte da imagem: profjh.com</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/neurofisiologia/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Alterações Patológicas Pulpares &#8211; Parte II</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/alteracoes-patologicas-pulpares-parte-ii/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/alteracoes-patologicas-pulpares-parte-ii/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Sep 2013 17:19:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Endodontia]]></category>
		<category><![CDATA[abscessos]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[endodontia]]></category>
		<category><![CDATA[pulpites]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=2601</guid>

					<description><![CDATA[Fatores de Agressão ao Tecido Pulpar Biológicos Físicos Químicos Idiopáticos   Microrganismos Mecânicos Elétricos Térmicos Cimentos Acrílicos Resinas Envelhecimentos Reabsorções Alterações Pulpares e Periapicais  Inflamação Pulpar Reversível Irreversível Tratamento Conservador Pouca ou nenhuma exposição pulpar Capeamento Curetagem Pulpotomia Expectante Alivio Oclusal Tratamento Radical: Biopulpectomia Sem tratamento &#62; Necrose Pulpar Tratamento: Necropulpectomia I sem lesão Tratamento: [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Fatores de Agressão ao Tecido Pulpar</strong></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="144">
<p align="center"><b>Biológicos</b></p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center"><b>Físicos</b></p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center"><b>Químicos</b></p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center"><b>Idiopáticos</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="144">
<p align="center"><b> </b></p>
<p align="center">Microrganismos</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">Mecânicos</p>
<p align="center">Elétricos</p>
<p align="center">Térmicos</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">Cimentos</p>
<p align="center">Acrílicos</p>
<p align="center">Resinas</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">Envelhecimentos</p>
<p align="center">Reabsorções</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b>Alterações Pulpares e Periapicais </b></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="3" valign="top" width="576">
<p align="center"><strong>Inflamação Pulpar</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="234">
<p align="center"><strong>Reversível</strong></p>
</td>
<td colspan="2" valign="top" width="342">
<p align="center"><b>Irreversível</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="234"><b>Tratamento Conservador</b><b><br />
</b><b> Pouca ou nenhuma exposição pulpar</b><b style="line-height: 19px;"><br />
</b></p>
<ul>
<li><b>Capeamento </b></li>
<li><b>Curetagem </b></li>
<li><b>Pulpotomia </b></li>
<li><b>Expectante </b></li>
<li><b>Alivio Oclusal </b></li>
</ul>
</td>
<td valign="top" width="132">Tratamento Radical: <b>Biopulpectomia </b></td>
<td valign="top" width="210">Sem tratamento <i>&gt; </i><b>Necrose Pulpar</b><i></i></p>
<ul>
<li>Tratamento: <b>Necropulpectomia I</b> <i>sem lesão </i></li>
<li>Tratamento: <b>Necropulpectomia II</b> <i>com lesão</i></li>
</ul>
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</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b>Pulpites Agudas</b></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="192"><strong>Reversível</strong></td>
<td valign="top" width="192"><strong>Reversibilidade Duvidosa</strong></td>
<td valign="top" width="192"><strong>Irreversível</strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="192">Tratamento conservador:Pouca ou nenhuma exposição pulpar.Dor leve e provocada por estímulos como o frio e doce</p>
<ul>
<li>Capeamento</li>
<li>Curetagem</li>
<li>Pulpotomia</li>
<li>Expectante</li>
<li>Alivio oclusal</li>
</ul>
</td>
<td valign="top" width="192">Tratamento conservador ou radical.Dor moderada, suportável.<br />
Provocada<br />
<b>Paroxística<br />
</b>Aliviada com analgésicos</td>
<td valign="top" width="192">Tratamento radical: <b>Biopulpectomia</b>Dor intensa, insuportável, contínua.<br />
<b>Espontânea</b>Polpa com microacessos, <i>evoluindo para necrose</i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Alterações Periapicais </strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-2603 aligncenter" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/alterações-pulpares.png" alt="alterações pulpares" width="507" height="285" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/alterações-pulpares.png 938w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/alterações-pulpares-300x169.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/alterações-pulpares-768x432.png 768w" sizes="auto, (max-width: 507px) 100vw, 507px" /></p>
<p align="center"><b>Pericementites</b></p>
<p><b>Pericementite Apical Aguda Traumática (Oclusal)</b></p>
<ul>
<li>Tratamento: somente alívio oclusal</li>
</ul>
<p><b>Pericementite Apical Aguda Traumática (endodontia)</b></p>
<ul>
<li>Medicação intracanal, sobre obturação e sobre-instrumentação</li>
</ul>
<p><b>Pericementite Apical Aguda Química (Endodontia)</b></p>
<ul>
<li>Medicação intracanal, soluções irrigadoras</li>
</ul>
<p><b>Pericementite Apical Aguda Bacteriana </b></p>
<ul>
<li>Invasão bacteriana até o cemento apical</li>
</ul>
<p><b>Pericementite Apical Crônica </b></p>
<ul>
<li>Pericementite aguda não tratada</li>
</ul>
<p align="center">
<p align="center"><b>Abscessos</b></p>
<p>Pericementite evolui para abscessos (depende da resistência do hospedeiro e do número de microrganismos)<br />
<b></b></p>
<p><b>Abscesso Dentoalveolar Agudo </b><br />
3 fases:</p>
<ol>
<li>Inicial</li>
<li>Em evolução</li>
<li>Evoluído</li>
</ol>
<p><b>Abscesso Dentoalveolar Crônico </b><br />
Formação de lesão periapical, assintomático<br />
<b></b></p>
<p><b>Abscesso Dentoalveolar Crônico Reagudizado ou Fênix </b><br />
Reagudização com lesão e sintomático</p>
<p align="center"><b>Diagnóstico</b></p>
<p><strong>Subjetivos:</strong> história médica e dental</p>
<p><strong>Objetivo:</strong></p>
<ul>
<li>Exame clinico</li>
<li>Testes de vitalidade pulpar (térmico, elétrico, cavidade)</li>
<li>Testes perirradiculares (palpação e percussão)</li>
<li>Sondagem periodontal</li>
<li>Exame radiográfico</li>
</ul>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="4" valign="top" width="576">
<p align="center"><b>Dor</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="206">
<p align="center">Insuportável</p>
<p align="center">X</p>
<p align="center">Suportável</p>
</td>
<td colspan="2" valign="top" width="161">
<p align="center">Espontânea</p>
<p align="center">X</p>
<p align="center">Não espontânea</p>
</td>
<td valign="top" width="210">
<p align="center">Contínua</p>
<p align="center">X</p>
<p align="center">Intermitente</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" valign="top" width="291">
<p align="center">Alivia</p>
<p align="center">X</p>
<p align="center">Não alivia</p>
</td>
<td colspan="2" valign="top" width="286">
<p align="center">Localizada</p>
<p align="center">X</p>
<p align="center">Difusa</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="4" valign="top" width="576">
<p align="center"><b>Informações subjetivas do paciente + Exame Clínico + Testes Diagnósticos + Raio-X</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="206"></td>
<td width="85"></td>
<td width="76"></td>
<td width="210"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Testes térmicos:</strong> indica a ausência ou a presença de vitalidade pulpar, além do grau da inflamação</p>
<ul>
<li>Bolinha compatível com o dente</li>
<li>Secar o dente</li>
<li>Encostar sem tocar na gengiva</li>
<li>Mais próximo da polpa coronária</li>
<li>Sempre por vestibular</li>
</ul>
<p><strong>Teste de Percussão:</strong></p>
<ul>
<li>Horizontal</li>
<li>Vertical</li>
</ul>
<p><strong>Teste de Palpação:</strong></p>
<ul>
<li>Intrabucal: examinar todos os tecidos moles em cor, continuidade e volume</li>
</ul>
<p><strong>Outros testes:</strong></p>
<ul>
<li>Cavidade: explorador endodôntico e brocas</li>
<li>Teste elétrico</li>
<li>Teste de anestesia seletiva</li>
<li>Extrusão súbita</li>
<li>Deslocamento dental</li>
</ul>
<p><strong>Exame radiográfico</strong></p>
<ul>
<li>Presença de cáries (profundidade?)</li>
<li>Presença de restaurações/ próteses</li>
<li>Características da lâmina dura</li>
<li>Fraturas dentárias</li>
<li>Áreas radiolúcidas periapicais (Circunscritas ou difusas)</li>
<li>Áreas radiopacas</li>
<li>Presença de tratamentos endodônticos,</li>
<li>Instrumentos endodônticos.</li>
</ul>
<p><strong>Tratamento de emergência para aliviar a DOR</strong><br />
Diagnóstico <b>&gt; </b>Rapidez + tempo disponível + habilidade <b>&gt; </b>Abertura + MIC + drenagem (intra ou extra) troca de medicação <b>&gt;</b> Medicação sistêmica</p>
<p align="center"><b>Dores de Origem Pulpar</b></p>
<p><strong>Pulpites &#8211; </strong></p>
<p><strong>Fatores etiológicos:</strong></p>
<ul>
<li>Biológicos- cárie dental, bolsa periodontal</li>
<li>Físicos- mecânicos, térmicos, elétricos, traumas</li>
<li>Químicos- materiais restauradores</li>
</ul>
<p><strong>Classificação:</strong><br />
<em>Agudas:</em></p>
<ul>
<li>Reversível</li>
<li>Reversibilidade duvidosa</li>
<li>Irreversível</li>
</ul>
<p><em>Crônicas:</em></p>
<ul>
<li>Ulcerada</li>
<li>Hiperplásica</li>
</ul>
<p><strong>Característica Clinica:</strong></p>
<ul>
<li>Dor provocada por frio (passa rápido após remoção estímulo)</li>
<li>Dor suportável</li>
<li>Dor provocada por ingestão de açúcar</li>
<li>Dor localizada</li>
<li>Com vitalidade +cárie/restauração recente</li>
<li>Periodontopatia</li>
<li>Trauma oclusal</li>
</ul>
<p><b>Características Radiográficas:</b></p>
<ul>
<li>Normais</li>
</ul>
<p><b>Diagnóstico Diferencial:</b><br />
<i>Pulpite aguda de reversibilidade duvidosa </i></p>
<ul>
<li>Teste térmico</li>
</ul>
<p><b>Tratamento (sem exposição pulpar):</b></p>
<ul>
<li>Anestesia</li>
<li>Isolamento absoluto</li>
<li>Remoção do fator etiológico</li>
<li>Proteção pulpar</li>
<li>Restauração</li>
</ul>
<p><b>Tratamento (com exposição pulpar):</b></p>
<ul>
<li>Anestesia</li>
<li>Isolamento</li>
<li>Remoção do fator etiológico (exposição pulpar)</li>
<li>Sangramento abundante e brilhante</li>
<li>Polpa resistente ao corte com cureta</li>
<li>Tratamento conservador (curetagem pulpar ou pulpotomia)</li>
<li>Restauração</li>
</ul>
<p align="center">
<p align="center"><b>Pulpite de Reversibilidade Duvidosa</b></p>
<p><strong>Características Clínicas:</strong></p>
<ul>
<li>Dor pelo frio (diminui lentamente)</li>
<li>Dor localizada e suportável</li>
<li>Vitalidade +</li>
<li>Cárie/restauração recente</li>
</ul>
<p><strong>Características Radiográficas:</strong></p>
<ul>
<li>Normais</li>
</ul>
<p><strong>Diagnóstico Diferencial:</strong><br />
Pulpite Aguda Irreversível</p>
<ul>
<li>Teste térmico</li>
<li>Características clinicas: dor passa lentamente após o estímulo; DOR PAROXÍSTICA (repentina – fisgada)</li>
</ul>
<p><strong>Prognóstico:</strong></p>
<ul>
<li>Duvidoso</li>
</ul>
<p><strong>Tratamento:</strong></p>
<ul>
<li>Anestesia</li>
<li>Isolamento</li>
<li>Tratamento conservador (curetagem pulpar ou pulpotomia)</li>
<li>Restauração provisória</li>
<li>Acompanhamento 30 a 60 dias</li>
</ul>
<p align="center">
<p align="center"><b>Pulpite Aguda Irreversível</b></p>
<p><strong>Características Clínicas:</strong></p>
<ul>
<li>Dor espontânea, ininterrupta &#8211; dor contínua (longa duração), de alta intensidade (severa), pulsátil. na pulpite irreversível a dor começa intermitente e depois passa a ser ininterrupta</li>
<li>Dor diminuída por frio e aumenta com calor</li>
<li>Dor exacerbada ao decúbito</li>
<li>Diminuição da dor após uso de anti-inflamatório</li>
<li>Coroa com cárie ou restauração profunda</li>
<li>Com vitalidade pulpar</li>
<li>Resposta positiva aos testes de vitalidade (segundos-horas)</li>
<li>Dor difusa/ dificuldade de localização – não é aliviada com analgésicos comuns</li>
<li>ALÍVIO COM FRIO: pus no tecido pulpar com formação de gases (decomposição).</li>
<li><b>Com FRIO:</b> gases condensados &#8211; diminui pressão &#8211; ALÍVIO da dor</li>
<li><b>Com CALOR</b>: expansão dos gases &#8211; aumento da pressão – DOR</li>
</ul>
<p><strong>Características Radiográficas:</strong></p>
<ul>
<li>Normais</li>
</ul>
<p><strong>Diagnóstico Diferencial</strong><br />
<em>Abcesso Periapical Agudo</em></p>
<ul>
<li>Teste térmico</li>
<li>Percussão hipersensível</li>
<li>Localização da dor</li>
<li>Escurecimento dental</li>
<li>Pacientes com garrafa de água</li>
</ul>
<p><strong>Tratamento:</strong></p>
<ul>
<li>Biopulpectomia</li>
</ul>
<p><strong>Tratamento Emergencial:</strong></p>
<ul>
<li>Anestesia</li>
<li>Isolamento</li>
<li>Abertura endodôntica</li>
<li>Curetagem polpa coronária</li>
<li>Irrigação</li>
<li>Hemostasia</li>
<li>Curativo com associação Corticóide-antibiótico</li>
<li><b>Sempre fazer a abertura coronária</b></li>
</ul>
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<p align="center">
<p align="center"><b>Pulpite Crônica Ulcerada</b></p>
<p><strong>Etiologia:</strong> exposição pulpar + infecção por bactérias baixa virulência e longa duração<b></b></p>
<ul>
<li>Exposição pulpar prolongada (meses)</li>
<li>Superfície exposta da polpa : ulcerada</li>
<li>Positiva ao teste de sensibilidade</li>
<li>Dor exacerbada durante a mastigação</li>
<li>Sangramento ao toque</li>
</ul>
<p align="center">
<p align="center"><b>Pulpite Crônica Hiperplásica</b></p>
<p><b>Etiologia: </b>Exposição pulpar de longa duração +Infecção bacteriana de baixa virulência</p>
<ul>
<li>Positiva ao teste de sensibilidade</li>
<li>Pólipo pulpar</li>
<li>Sangramento ao toque</li>
<li>Dor durante a mastigação</li>
<li>Polpa resistente ao corte</li>
</ul>
<p><b>Condições para Pulpite Crônica Hiperplástica ou Pólipo Pulpar:</b></p>
<ul>
<li>Polpa jovem;</li>
<li>Cavidade ampla;</li>
<li>Resistência orgânica alta;</li>
<li>Baixa virulência;</li>
<li>Ápice incompleto.</li>
</ul>
<p><strong>Tratamento:</strong> (depende do grau de formação radicular)</p>
<ul>
<li>Conservador (curetagem pulpar ou pulpotomia)</li>
<li>Radical (pulpectomia)</li>
</ul>
<p>Saiba mais lendo o post sobre Alterações Pulpares Parte I, <a href="http://odontoup.com.br/alteracoes-periapicais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">clicando aqui</a></p>
<p><strong>Referência</strong><br />
LEONARDO, M. R. Endodontia Tratamento de Canais<br />
Radiculares: Princípios Técnicos e Biológicos. v.1. São Paulo:<br />
Artes Médicas, 2005. cap. 2, p. 21-48.<br />
Conteúdo baseado na aula da Profº Flavia Sens Fagundes Tomazinho</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/alteracoes-patologicas-pulpares-parte-ii/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>4</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Princípios Gerais do Tratamento da Dor</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/principios-gerais-do-tratamento-da-dor/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/principios-gerais-do-tratamento-da-dor/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Mar 2012 14:53:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Farmacologia]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[Princípios]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=826</guid>

					<description><![CDATA[Dor é uma experiência sensorial e emocional desagradável, que em decorrência de lesão tecidual verdadeira ou potencial ou descrita em termos desta lesão (International Association for the Study of Pain).  Fisiopatologia da Dor Estímulos &#62; Ativam Nociceptores &#62; Reação Inflamatória &#62; Liberação de mediadores químicos e inflamatórios &#62; Hiperestasia ou Hiperalgesia Primária Estímulo Nociceptivo Dor Sensação Subjetiva Intensidade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dor é uma experiência sensorial e emocional desagradável, que em decorrência de lesão tecidual verdadeira ou potencial ou descrita em termos desta lesão (<em>International Association for the Study of Pain). </em><br />
<strong>Fisiopatologia da Dor</strong><br />
Estímulos <strong>&gt;</strong> Ativam Nociceptores<strong> &gt; </strong>Reação Inflamatória <strong>&gt;</strong> Liberação de mediadores químicos e inflamatórios &gt; Hiperestasia ou Hiperalgesia Primária<br />
<strong>Estímulo Nociceptivo</strong><br />
<span style="color: #000000;">Dor</span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;">Sensação Subjetiva</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Intensidade da dor</span></li>
</ul>
<p><span style="color: #000000;">Anamnese</span><br />
<span style="color: #000000;">→ Avaliar condição emocional e ter uma boa percepção, levando em consideração todas as queixas do paciente, pois existem graus variados de dor em diferentes indivíduos.</span><br />
<span style="color: #000000;">Nocicepção</span></p>
<ul>
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</body></p>
<li><span style="color: #000000;">Conjunto das percepções de dor que somos capazes de distinguir</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Atividade do sistema nervoso aferente induzida por estímulos nocivos</span></li>
</ul>
<p align="center"><span style="color: #000000;"><strong>Causas de dor orofacial </strong>(exemplos)</span></p>
<table class="aligncenter" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="144"><span style="color: #000000;"><strong>Causas Locais</strong></span></td>
<td valign="top" width="144"><span style="color: #000000;"><strong>Causas Neurológicas</strong></span></td>
<td valign="top" width="144"><span style="color: #000000;"><strong>Causas Vasculares</strong></span></td>
<td valign="top" width="144"><span style="color: #000000;"><strong>Causas Psicogênicas</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="144"><span style="color: #000000;">Lesões em dentes ou tecidos de sustentação</span></td>
<td valign="top" width="144"><span style="color: #000000;">Neuralgia do Trigêmio</span></td>
<td valign="top" width="144"><span style="color: #000000;"> Hemicrânia</span></td>
<td valign="top" width="144"><span style="color: #000000;">Dor facial atípica</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="color: #000000;"> </span><strong><span style="color: #000000;">Classificação da Dor</span></strong></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Critérios Temporais</strong></span></li>
</ul>
<p><span style="color: #000000;">&#8211; Aguda e Crônica</span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Critérios Topográficos</strong></span></li>
</ul>
<p><span style="color: #000000;">&#8211; Localizada e Generalizada</span><br />
<span style="color: #000000;">&#8211; Tegumentar e Visceral</span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Critérios Fisiopatológicos</strong></span></li>
</ul>
<p><span style="color: #000000;">&#8211; Orgânica e Psicogênica</span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Intensidade</strong></span></li>
</ul>
<p><span style="color: #000000;">&#8211; Leve, moderada e intensa</span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Periodicidade</strong></span></li>
</ul>
<p><span style="color: #000000;">&#8211; Continua, intermitente, esporádica</span><br />
<span style="color: #000000;"><strong>Dor Nociceptiva</strong></span><br />
<span style="color: #000000;">Resulta na ativação mecânica, térmica ou química de receptores eferentes Nociceptivos. Pode ser:</span></p>
<ol>
<li><span style="color: #000000;">Somática: bem localizada. Envolve patologia da pele, músculos, fáscia e osso;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Visceral: mal localizada, pode ser referida para regiões somáticas superficiais e envolve condições patológicas dos tecidos viscerais profundos.</span></li>
</ol>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Dor Neuropática</strong></span><br />
<span style="color: #000000;">Surge em decorrência de atividade somatossensorial aberrante no SNP ou SNC. Caracteriza-se por dor pulsátil paroxística ou dor semelhante ao choque elétrico, freqüentemente com a sensação de queimação ou constrição.</span><br />
<span style="color: #000000;"><strong>Dor Psicogênica </strong></span><br />
<span style="color: #000000;">É a dor menos tratável por ser emocional e está é uma dor extremamente incapacitante, por gerar estimulo apenas a um simples toque de dedo sobre a pele.</span><br />
<span style="color: #000000;"><strong>Dor Aguda</strong></span><br />
<span style="color: #000000;">Possui causa conhecida, costuma desaparecer com o processo de cura e apresenta parâmetro final previsível. Altera sinais vitais: associada a ansiedade, aumento da FR e do pulso.</span><br />
<span style="color: #000000;"><strong>Dor Crônica</strong></span><br />
<span style="color: #000000;">Duração de mais de 3 a 6 meses. Os pacientes não apresentam reatividade fisiológica.</span><br />
<strong><span style="color: #000000;">&#8211; Avaliação da Dor</span></strong></p>
<h2><span style="color: #000000;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-814 size-full aligncenter" title="Escala de intensidade da dor" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Escala-de-intensidade-da-dor1.png" alt="" width="593" height="327" /></span></h2>
<p><span style="color: #000000;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-816" title="Avaliação dos sinais e sintomas" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Avaliação-dos-sinais-e-sintomas1.png" alt="" width="443" height="322" /></span><strong>Princípios gerais no tratamento da dor</strong></p>
<ol>
<li><span style="color: #000000;">Identificar origem da dor, bem como intensidade;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Eliminar dor com o tratamento específico da condição indutora da dor;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Se o tratamento for sintomático, iniciar com analgésicos mais potentes e com menores efeitos adversos;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Não postergar o uso de analgésico em presença de casos dolorosos intensos;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Utilizar esquemas de administração apropriados para o tempo adequado;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Reconhecer doses equianalgésicas dos diferentes representantes;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Na falha terapêutica utilizar doses máximas do agente escolhido antes da substituição;</span></li>
<li><span style="color: #000000;"> Usar a seqüência de analgésicos: não-opióides → associação de opióides e não-opióides → opióides;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Monitorar efeitos adversos;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Não usar placebo para diagnosticar dor psicogênica.</span></li>
</ol>
<p><strong><span style="color: #000000;">Seleção de analgésicos</span></strong></p>
<ol>
<li><span style="color: #000000;">Causa da dor e sua intensidade;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Posologia: via de administração, dose, freqüência;</span></li>
</ol>
<p><strong>Analgesia:</strong> ausência de dor/ controle da dor;<br />
<span style="color: #000000;"><strong>Anestesia:</strong> perda de sensibilidade e/ou perda de consciência. </span><br />
<span style="color: #000000;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-819" title="opióides" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/03/opióides1.png" alt="" width="596" height="473" /></span><br />
<span style="color: #000000;">Os anestésicos são mais benéficos se o profissional proceder a uma monitoração freqüente do alivio da dor e do aparecimento dos efeitos adversos, bem como ao ajuste do esquema, quando necessário, para otimizar o tratamento.<em> </em> </span></p>
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		<title>Neurofisiologia da Dor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 21:35:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Oclusão | DTM & Dor Orofacial]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[dor neuropática]]></category>
		<category><![CDATA[fisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurofisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[pain]]></category>
		<category><![CDATA[percepção]]></category>
		<category><![CDATA[transdução]]></category>
		<category><![CDATA[transmissão]]></category>
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					<description><![CDATA[Entender o que é dor e como ela se desenvolve no organismo é fundamental para poder agir da melhor maneira. Conceitos e definições se fazem necessário. Pensando nisso, o Odonto Up preparou esse conteúdo que define o que é dor e quais processos ocorrem. Vamos lá? Dor É a resposta do organismo à uma agressão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entender o que é dor e como ela se desenvolve no organismo é fundamental para poder agir da melhor maneira. Conceitos e definições se fazem necessário.</p>
<p>Pensando nisso, o Odonto Up preparou esse conteúdo que define o que é dor e quais processos ocorrem.</p>
<p>Vamos lá?</p>
<p><strong>Dor</strong></p>
<p>É a resposta do organismo à uma agressão ou trauma que, se incontrolada, pode reduzir a qualidade de vida.</p>
<p><strong>Processo funcional da do</strong></p>
<p><strong>1. </strong><strong>Transdução</strong><br />
Origem do estimulo doloroso em um potencial de ação, normalmente são 4 neurônios envolvidos.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-35 size-full" title="transdução" src="http://odontoup.files.wordpress.com/2011/10/transduc3a7c3a3o.png" alt="dor transducao sinapse neuronio " width="584" height="375" /></p>
<p>O objetivo do anestésico é <strong>bloquear</strong> a membrana, não permitindo a passagem do sódio (Na<sup>+</sup>) que promove a despolarização do<strong> neurônio.</strong></p>
<p>&#8211; A transdução ocorre nos nociceptores.</p>
<p><strong>2. Transmissão</strong><br />
É a condução do estimulo até o córtex cerebral</p>
<p>→ neurônio aferente primário ou de 1ª ordem (pode ser bloqueado por anestésico local);<br />
→ neurônio de 2ª ordem (parte do tronco encefálico até o tálamo);<br />
→ neurônio de 3ª ordem (parte do tálamo até o córtex cerebral);<br />
→ neurônio de 4ª ordem (integra parte ou regiões do córtex cerebral).</p>
<p><em>Fibra A (<strong>mielinizadas</strong>)</em> = dor rápida<br />
<em>Fibra C (<strong>amielinizadas</strong>)</em> = dor lenta</p>
<p><strong>3. </strong><strong>Modulação</strong><br />
Os impulsos nervosos podem ser alterados em sua vida aos centros superiores</p>
<ul>
<li>Facilitação: aumento dos impulsos acentuando a dor.</li>
<li>Inibição: diminuição dos impulsos
<ul>
<li>TENS</li>
<li>Acupuntura</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><strong>4. </strong><strong>Percepção</strong><br />
Os impulsos chegam ao córtex cerebral.</p>
<p>Pronto! Agora você já sabe como funciona a dor e seu comportamento fisiológico. Que tal se aprofundar mais e descobrir Os tipos de dores e a sua classificação? <strong><a href="https://www.odontoup.com.br/classificacao-das-dores-orofaciais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clique aqui </a></strong></p>
<p>Você também pode gostar de saber <strong><a href="https://www.odontoup.com.br/dor-orofacial-neuropatica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O Que É Dor Orofacial Neuropática</a>. </strong></p>
<p>Fonte da imagem: taringa.net</p>
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