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	<title>doença &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>doença &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Resumo de Cariologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jun 2012 14:50:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontologia Social e Preventiva e Cariologia]]></category>
		<category><![CDATA[ART]]></category>
		<category><![CDATA[atividade]]></category>
		<category><![CDATA[Cariologia]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[flúor]]></category>
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		<category><![CDATA[radiografia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[selante]]></category>
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					<description><![CDATA[Resumo sobre cariologia que montamos para você traz explicações de conceitos, classificações e até técnicas de prevenção. Processo Des-Re: se dá quando o pH do esmalte está abaixo de 5,5 – quando o esmalte mais perde íons cálcio e fosfato do que ganha, ou seja, mais desmineralização. Com a presença do flúor, esse limite de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Resumo sobre <strong>cariologia</strong> que montamos para você traz explicações de conceitos, classificações e até técnicas de prevenção.</p>
<p><strong>Processo Des-Re:</strong> se dá quando o pH do esmalte está abaixo de 5,5 – quando o esmalte mais perde íons cálcio e fosfato do que ganha, ou seja, mais desmineralização. Com a presença do flúor, esse limite de pH crítico do esmalte aumenta para 4,5.</p>
<p>*Já na dentina, a progressão da cárie é mais rápida, já que seu pH crítico é 6,5.</p>
<p><strong>Classificação segundo atividade de doença</strong></p>
<p><strong>Aguda/ativa</strong></p>
<ul>
<li>Opacas (sem brilho)</li>
<li>Ásperas</li>
<li>Localizadas em sítios de retenção&nbsp; crônica de biofilmes</li>
</ul>
<p>-margem cervical; fóssulas e fissuras; bordas de próteses; bordas de brackets.</p>
<p><strong>Crônica/inativa </strong></p>
<ul>
<li>Brilhantes</li>
<li>Lisas</li>
<li>Brancas ou escuras</li>
</ul>
<p><strong>Técnica de Prevenção &#8211; Selante</strong></p>
<p><strong>Requisitos básicos de um selante: </strong></p>
<ul>
<li>Adesão ao esmalte</li>
<li>Aplicação clínica simples</li>
<li>Fluidez</li>
<li>Polimerização rápida</li>
<li>Não ser prejudicial aos tecidos bucais</li>
<li>Solubilidade</li>
</ul>
<p><strong>Critérios para aplicação:</strong><br />
Indicações tendo como base&#8230;</p>
<ul>
<li>Idade e higiene do paciente</li>
<li>Histórico de doença carie no individuo</li>
<li>Hábitos alimentares</li>
<li>Cooperação e confiança no retorno do paciente</li>
<li>Tipo de morfologia do dente</li>
<li>Julgamento clínico de cada dentista</li>
</ul>
<p><strong>Técnica de aplicação do selante </strong></p>
<ol>
<li>Profilaxia com soro fisiológico ou água oxigenada</li>
<li>Isolamento relativo, quando possível – absoluto</li>
<li>Condicionamento ácido 30seg (ácido poliacrílico 11%: ionomérico | ácido fosfórico 37%: resinoso)</li>
<li>Remoção do ácido com água e secagem para controle de umidade (opaca)</li>
<li>Aplicação do selante</li>
<li>Ajuste oclusal</li>
<li>Aplicação do verniz fluoretado</li>
<li>Avaliação periódica – risco do paciente</li>
</ol>
<p><strong>A eficácia dos selantes oclusais depende:</strong></p>
<ul>
<li>Retenção dependente do controle da umidade no momento da aplicação</li>
<li>Espera-se 100% da prevenção de cáries em cicatrículas e fissuras com a aplicação e manutenção dos selantes.</li>
</ul>
<p><strong>Lesão de cárie incipiente e selamento oclusal:</strong></p>
<ol>
<li>Bloqueio da fonte de nutrientes da bactéria</li>
<li>Capacidade de reparar da dentina</li>
<li>Ataque ácido reduz 75% o número de microrganismos</li>
</ol>
<div></div>
<div><strong>ART</strong><br />
Se da pela remoção do tecido cariado com o uso de instrumentos manuais e restauração de cavidades com material restaurador adesivo.</div>
<div></div>
<p><body><br />
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</body></p>
<div><strong>Vantagens: </strong></p>
<ul>
<li>Dispensa o uso de equipamentos odontológicos</li>
<li>Simples e de baixo custo operacional</li>
<li>Não necessita de anestesia (se estiver em clínica e houver a necessidade é indicado)</li>
<li>Maior conservação de estrutura dentária</li>
<li>Uso de material restaurador adesivo com liberação de flúor</li>
</ul>
<p><strong>Sequência da técnica: </strong></p>
<ol>
<li>Isolamento do campo operatório com rolos de algodão</li>
<li>Limpeza da superfície do dente</li>
<li>Ampliação do acesso à lesão se necessário</li>
<li>Remoção do tecido cariado (com colher de dentina)</li>
<li>Limpeza da cavidade ou superfície oclusal (ácido poliacrilico)</li>
<li>Lavagem com&nbsp; bolinhas de algodão umedecidas e secagem</li>
<li>Proteção pulpar se necessário</li>
<li>Manipulação do CIV</li>
<li>Inserção do material na cavidade</li>
<li>Pressão digital</li>
<li>Ajustes e remoção de excessos</li>
<li>Verificação da oclusão</li>
<li>Proteção com verniz fluoretado</li>
</ol>
<p><strong>Revelação de Placa &gt; IHO-S</strong></p>
<ul>
<li>Pastilha reveladora de placa – mastigar e bochechar a solução por 1 min.</li>
<li>Visualizar áreas&nbsp; pigmentadas .</li>
</ul>
<p><strong>Ciclo restaurador repetitivo</strong></p>
<div>O ciclo restaurador repetitivo é caracterizado por uma sequência de eventos que seguem após um diagnóstico impreciso, ou indicação errada ou até mesmo uma cultura tradicional restauradora, que levam a uma perda de estrutura dentária, deixando o dente mais frágil. Para que haja uma intervenção mínima, é exigido do profissional um esforço maior no diagnóstico e mais capacidade cientifica do que métodos invasivos.</div>
<div></div>
<div><strong>Pressupostos necessários para o manejo da cárie</strong></p>
<ol>
<li>Identificação dos fatores de risco</li>
<li>Implementação de estratégias preventivas</li>
<li>Remineralização de lesões não cavitadas</li>
<li>Intervenção cirúrgica mínima em lesões cavitadas</li>
<li>Reparo de restaurações não defeituosas</li>
</ol>
<p align="right">Mickenautsch, 2006</p>
<p><strong>Promoção da Saúde</strong></p>
<p><strong>Definição de promoção à saúde: </strong>Processo de capacitação da comunidade para atuar na melhoria da sua capacidade de vida e saúde.<br />
&#8211; Redução dos fatores de risco e promoção de fatores de saúde.<br />
&#8211; Redução de desigualdades sociais e de saúde;<br />
&#8211; Ações coletivas, multidimensionadas, mediadas pelo setor de saúde (tornar as escolhas saudáveis, as mais fáceis).</p>
<p><strong>Ações de promoção da saúde:</strong></p>
<ul>
<li>Construir políticas públicas saudáveis</li>
<li>Criar ambientes favoráveis à saúde</li>
<li>Fortalecer ações comunitárias</li>
<li>Desenvolver ações comunitárias</li>
<li>Desenvolver habilidades pessoais</li>
<li>Reorientar serviços de saúde.</li>
</ul>
<p><strong>Flúor</strong><br />
O elemento mais eletronegativo da tabela tem uma ação preventiva e terapêutica quando se fala de cárie, porém, o mito de que ele deixa os dentes mais fortes é uma inverdade, porque quando o flúor é ingerido, grande parte não fica na superfície dental.<br />
Nos dentes, quando o pH diminui, o aleto é quebrado (lise) e o fluoreto será disponibilizado em sua forma iônica [F-] para efetuar a remineralização. No esmalte o flúor forma a fluorapatita, composto mais “resistente” às condições ácidas do que a hidroxiapatita (condição normal do esmalte), dessa forma, o flúor aumenta o limite de pH crítico do esmalte.</p>
<p><strong>Radiografias</strong></p>
<p><strong>Bite-wing:</strong><br />
Indicações – lesões cariosas proximais e incipientes; falta ou excesso de material restaurador; reabsorções ósseas</p>
<p><strong>Periapical:</strong><br />
Indicações &#8211; Lesões cariosas,&nbsp; excesso ou falta de material restaurador, relação entre dentição decídua e permanente, mineralizações e nódulos pulpares, reabsorções radiculares internas e externas, anomalias dentárias, lesões periapicais e outras patologias ósseas.</p>
<p><strong>Panorâmica:</strong><br />
Indicações &#8211; Estudo dos padrões de erupção dentária, formação e desenvolvimento das raízes, Visualização dos seios maxilares, exames da articulação têmporo-mandibular (ATM), estudo de grandes áreas patológicas e suas relações com estruturas vizinhas, verificação de fraturas, estudo das glândulas salivares e verificação de assimetrias no complexo dento-facial.</p>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Doenças Periodontais</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/doencas-periodontais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 20:19:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Periodontia]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[gengivite]]></category>
		<category><![CDATA[perio]]></category>
		<category><![CDATA[Periodontais]]></category>
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					<description><![CDATA[O processo de saúde ou doença periodontal pode apresentar vários padrões ou estágios de evolução ou manifestações clínicas, mas o agente desencadeador é sempre a placa bacteriana, a partir das diferentes respostas dadas pelo hospedeiro. Fizemos uma revisão e separamos para você padrões de GENGIVITE  e PERIODONTITE, classificando, trazendo conceitos e desenvolvimento de cada uma. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center">O processo de saúde ou <strong>doença periodontal</strong> pode apresentar vários padrões ou estágios de evolução ou manifestações clínicas, mas o agente desencadeador é sempre a <strong>placa bacteriana</strong>, a partir das diferentes respostas dadas pelo hospedeiro.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">Fizemos uma revisão e separamos para você padrões de GENGIVITE  e PERIODONTITE, classificando, trazendo conceitos e desenvolvimento de cada uma.</p>
<p><strong>Gengiva Normal</strong></p>
<ul>
<li><strong>Aspecto Clínico</strong></li>
</ul>
<p>Coloração Rósea/ Rósea Pálida;<br />
Consistência Firme;<br />
Contorno festonado (delineado);<br />
Superfície com pontilhado em casca de laranja;<br />
<strong><br />
<span style="color: #ff0000;">Ausência de sangramento à sondagem.</span></strong><strong> </strong></p>
<ul>
<li><strong>Aspecto Histológico</strong></li>
</ul>
<p>Livre de acumulo de células inflamatórias no epitélio juncional;<br />
Sulco gengival raro;<br />
Epitélio externo queratinizado;<br />
Epitélio juncional firme, hemidesmossomos;<br />
Alguns neutrófilos e mononucleares;<br />
Colágeno densamente organizado.</p>
<table width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<div>   Pela Simples presença de sulco gengival, possui inflamação.</div>
<div>→ Inflamação subclínica;</div>
<div>→ maior nível de inflamação;<br />
→ mais raso o sulco.</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>GENGIVA NORMAL x GENGIVA CLINICAMENTE NORMAL</strong><br />
O estágio inicial da inflamação não é alterado clinicamente.</p>
<p><strong>Mecanismos de defesa gengivais:</strong></p>
<ol>
<li>Extravasamento de fluido gengival;</li>
<li>Ação fagocitária de neutrófilos e macrófagos;</li>
<li>Descamação celular (epitélio juncional);</li>
<li>Ação de anticorpos (complemento);</li>
<li>Limitação do crescimento de microrganismos.</li>
</ol>
<p><strong>A inflamação gengival é</strong>: o acumulo de biofilme na superfície dental e se deve também pela incapacidade de promove uma resposta inflamatória e imune efetiva contra os microrganismos do biofilme.</p>
<table border="1" width="633" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="369">
<p align="center"><strong>90%</strong> habitantes →<br />
problemas gengival</p>
</td>
<td valign="top" width="265">
<p align="center"><strong>80% periodontite crônica</strong></p>
<p align="center">(perda de 0,1 – 0,2 mm de osso por ano)</p>
<p align="center"><strong>10% periodontite agressiva</strong></p>
<p align="center">(perda de 1 – 2 mm de osso por ano)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="369">
<p align="center"><strong>10%</strong> habitantes →<br />
não tinham/ apresentavam gengivite</p>
</td>
<td valign="top" width="265">
<p align="center">(10 anos)</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Löe, 1964</p>
<p><strong>Patogênese</strong>: é a sequência de eventos que levam a ocorrência de uma doença<br />
ACUMULO DE BIOFILME → GENGIVITE → PERIODONTITE</p>
<p><strong>Doença Periodontal</strong>: processos patológicos que afetam o<br />
periodonto. Mais frequentemente a gengivite e a periodontite.<br />
→ é conseqüência da interação entre o biofilme e as<br />
respostas imunológicas do paciente.</p>
<hr />
<p><strong>Gengivite</strong><br />
Vermelhidão, tumefação, sangramento a sondagem delicada.</p>
<p style="text-align: left;" align="right"><em>A gengivite é uma lesão inflamatória confinada a gengiva marginal<br />
Etiologia: acumulo de biofilme na margem gengival ou próximo a margem gengival</em></p>
<p style="text-align: left;">Löe, 1965<br />
<strong><br />
Clinicamente:</strong><br />
&#8211; alterações inflamatórias 2 dias;<br />
&#8211; alterações clinicas 10 a 20 dias<br />
<strong><br />
Gengivite Marginal, Características Clinicas:</strong></p>
<p>&#8211; aumento da quantidade do fluido gengival<br />
&#8211; <strong>aumento de bactérias proteolíticas</strong><br />
&#8211; eritema<br />
&#8211; edema</p>
<p align="center">GENGIVITE → PERIODONTITE<br />
(degrada a estrutura de sustentação do<br />
dente, o osso e o epitélio juncional)</p>
<p style="text-align: center;"><strong> &gt; <span style="background-color: #ccffff;">MIGRAÇÃO PARA APICAL DO EPITÉLIO JUNCIONAL </span></strong></p>
<hr />
<p><strong>Periodontite </strong></p>
<ul>
<li>Perda de inserção conjuntiva;</li>
<li>Aprofundamento de bolsa periodontal;</li>
<li>Proliferação apical do epitélio;</li>
<li>Destruição do osso alveolar;</li>
<li>Predomínio de plasmócitos;</li>
<li>Predomínio de bactérias anaeróbias.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Características Clinica da Periodontite</strong></p>
<ul>
<li>Perda da inserção de fibras colágenas na superfície radicular;</li>
<li>Exposição de cimento;</li>
<li><strong>Migração para apical do epitélio juncional;</strong></li>
<li>Perda óssea alveolar;</li>
<li>Formação de bolsa periodontal.</li>
</ul>
<p><em>→ bolsa periodontal é uma extensão.</em><br />
<strong><br />
Progressão da Doença Periodontal</strong><br />
<img fetchpriority="high" decoding="async" title="progressão periodontite" src="http://odontoup.files.wordpress.com/2011/10/progressc3a3o-periodontite.png?w=458&amp;h=361" alt="" width="458" height="361" /></p>
<div> <img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4641" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2011/10/disease-periodontal.jpg" alt="disease periodontal" width="550" height="277" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2011/10/disease-periodontal.jpg 550w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2011/10/disease-periodontal-300x151.jpg 300w" sizes="(max-width: 550px) 100vw, 550px" /></div>
<div></div>
<div></div>
<div>EM RESUMO, a Periodontite é teoricamente uma evolução da gengivite presente, quando ocorre um evento chamado MIGRAÇÃO PARA APICAL DO EPITÉLIO JUNCIONAL, além, é claro, das outras características clínicas presentes.</div>
<div></div>
<div></div>
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<div></div>
<div></div>
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