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	<title>direta &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>direta &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Facetas Diretas e Indiretas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 May 2012 08:32:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dentística & Estética]]></category>
		<category><![CDATA[direta]]></category>
		<category><![CDATA[facetas]]></category>
		<category><![CDATA[indireta]]></category>
		<category><![CDATA[Preparo]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesse post você vai descobrir as diferenças entre facetas diretas e indiretas, tudo sobre as características dos preparos, diferenças e sequência técnica. Considerações em relação ao preparo Não existe uma profundidade padrão para o preparo de facetas, pois este depende majoritariamente do grau de escurecimento do dente em questão. Dessa forma, dentes com alterações cromáticas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesse post você vai descobrir as diferenças entre <strong>facetas diretas e indiretas</strong>, tudo sobre as características dos preparos, diferenças e sequência técnica.</p>
<p><strong>Considerações em relação ao preparo</strong><br />
Não existe uma profundidade padrão para o preparo de facetas, pois este depende majoritariamente do grau de escurecimento do dente em questão. Dessa forma, dentes com alterações cromáticas leves, sem alteração cromática, ou excessivamente lingualizados, podem exigir um preparo mínimo ou até ausente. Dessa forma, a profundidade varia de 0,2mm a 2 mm, espessura que pode ser controlada pela própria ponta diamantada que está sendo utilizada.</p>
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<p>Deve-se observar também as áreas estáticas e dinâmicas de visibilidade. A primeira refere-se a uma vista por vestibular, enquanto a segunda é uma vista por proximal, geralmente observada quando o paciente está com a cabeça em movimento, ou em um ângulo de visão não frontal. O estabelecimento destas áreas permitirá que se determinem os limites da faceta. Por exemplo, na área dinâmica de visibilidade, seria possível observar a linha de união das margens do dente com as da faceta. Dessa forma, na tentativa de mascarar essa margem, se faz um sobre-extensão do preparo na região proximal, procurando manter os pontos de contato (ou pelo menos metade deles).</p>
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<p>As brocas utilizadas são <strong>1011/12/16</strong> (esférica) e a<strong> 2135</strong> (tronco cônica com extremo arredondado). Pontas diamantadas auto limitantes também podem ser utilizadas.<br />
Em relação à extensão gengival, deve-se observar: a linha do sorriso do paciente, a saúde periodontal, o grau de escurecimento ou do acometimento da cárie, dentre outros. O ideal é que o preparo fosse supra-gengival. Mas, por razões estéticas, o preparo poderá ser normo-gengival ou com leve extensão subgengival (lembrando que a saúde periodontal neste caso está interligada a qualidade do acabamento e polimento do término).</p>
<p><strong>O preparo da margem incisal pode ser de 3 tipos:</strong><br />
&#8211; <em>Ponta de faca:</em> casos sem alteração cromática<br />
&#8211; <em>Chanfrado:</em> leve alterações. O chanfrado permite uma espessura suficiente do material para reproduzir a translucidez.<br />
&#8211; <em>Envolvimento da palatina (Ângulo reto na palatina e biselado por vestibular):</em> quando o dente tem que ser aumentado verticalmente ou quando há severas alterações cromáticas.</p>
<p><strong>Sequência clínica para facetas diretas (técnica da silhueta):</strong></p>
<ul>
<li>Profilaxia</li>
<li>Tomada de cor e verificação dos contatos oclusais</li>
<li>Escolha das resinas</li>
<li>Anestesia</li>
<li>Isolamento relativo ou absoluto modificado</li>
<li>Colocação de fio retrator, quando necessário</li>
<li>Confecção do sulco de orientação com broca esférica compatível</li>
<li>Confecção de sulcos axiais com broca tronco cônica</li>
<li>União dos sulcos em apenas metade do dente</li>
<li>Avaliação da uniformidade da profundidade</li>
<li>União da outra metade</li>
<li>Extensão proximal</li>
<li>Acabamento da margem gengival</li>
<li>Acabamento e regularização do preparo</li>
<li>Proteção dos dentes adjacentes e condicionamento ácido do dente com ácido fosfórico 37%</li>
<li>Lavagem abundante e secagem cuidadosa</li>
<li>Aplicação do sistema adesivo (o <em>primer</em> é utilizado apenas quando houver dentina exposta)</li>
<li>Após 10 segundos de volatilização do sistema, fotopolimerizar por 20 segundos</li>
<li>Inserção da resina de forma estratificada e incremental. Observar a necessidade do opacificador, sendo que se presente, este deve ser o primeiro incremento</li>
<li>A última camada pode ser de resina microparticulada, permitindo um bom acabamento e polimento</li>
<li>Acabamento e polimento, após a retirada do isolamento</li>
<li>Proservação</li>
</ul>
<p><strong>Sequência técnica para facetas indiretas</strong></p>
<ul>
<li>Profilaxia</li>
<li>Tomada de cor e verificação dos contatos oclusais</li>
<li>Escolha das resinas</li>
<li>Anestesia</li>
<li>Isolamento relativo ou absoluto modificado</li>
<li>Colocação de fio retrator, quando necessário</li>
<li>Confecção do sulco de orientação com broca esférica compatível</li>
<li>Confecção de sulcos axiais com broca tronco cônica</li>
<li>União dos sulcos em apenas metade do dente</li>
<li>Avaliação da uniformidade da profundidade</li>
<li>União da outra metade</li>
<li>Extensão proximal</li>
<li>Acabamento da margem gengival</li>
<li>Acabamento e regularização do preparo</li>
<li>Moldagem e confecção do registro de oclusão</li>
<li>Confecção e instalação de facetas provisórias (podem ser de resina acrílica cimentadas com cimento temporário ou com resina direta, retidas por uma camada híbrida apenas 3 pontos na vestibular do dente)</li>
<li>Etapas laboratoriais</li>
<li>Remoção das facetas provisórias e higienização da superfície, removendo os excessos do cimentos</li>
<li>Prova e ajuste da faceta, podendo se utilizar um cimento teste/ cimento prova, na tentativa de se verificar a coloração que a faceta adquirirá após cimentação. Ressaltar que o cimento teste deve ser hidrossolúvel</li>
<li>Higienização da superfície dentária</li>
</ul>
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Fonte da imagem: tctmedicare.com</p>
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		<item>
		<title>Nervo Alveolar Inferior e Nervo Mentual &#8211; Resumo de Técnicas Anestésicas</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/nervo-alveolar-inferior-e-nervo-mentual/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/nervo-alveolar-inferior-e-nervo-mentual/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 04:31:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anestesiologia e Terapêutica]]></category>
		<category><![CDATA[anestesia]]></category>
		<category><![CDATA[direta]]></category>
		<category><![CDATA[indireta]]></category>
		<category><![CDATA[nervo alveolar inferior]]></category>
		<category><![CDATA[nervo mentual]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
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					<description><![CDATA[O Nervo Alveolar Inferior é um ramo do nervo mandibular, que é o terceiro ramo (V3) do quinto par craniano, o nervo trigêmio. Inerva os dentes incisivos, caninos, pré-molares e molares inferiores. Ele se subdivide em ramos: nervo mentual/mentoniano, incisivo, bucal, aurículo temporal e lingual. Em alguns casos o nervo alveolar inferior cruza a linha mediana, inervando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O<strong> Nervo Alveolar Inferior </strong>é um ramo do nervo mandibular, que é o terceiro ramo (V3) do quinto par craniano, o nervo trigêmio. Inerva os dentes incisivos, caninos, pré-molares e molares inferiores. Ele se subdivide em ramos: nervo mentual/mentoniano, incisivo, bucal, aurículo temporal e lingual. Em alguns casos o nervo alveolar inferior cruza a linha mediana, inervando estruturas do lado oposto.</p>
<p><strong>Características</strong><br />
Terceiro ramo do nervo <a href="http://odontoup.com.br/anatomia/anatomia-de-cabeca-e-pescoco/nervo-trigemio-v-par-craniano/" target="_blank" rel="noopener">trigêmio</a></p>
<p><strong>Trajeto nervoso:</strong><br />
Forame oval → forame da mandíbula → canal da mandíbula → trabécula óssea → ramos incisivos<br />
→ nervos bucal, lingual e milo-hióide<br />
<body><br />
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</body></p>
<p><strong><span style="color: #000000;">Abrangência do nervo</span></strong></p>
<ul>
<li><strong>Nervo alveolar inferior:</strong> polpas dentárias de molares até 2 pré de uma hemiarcada inferior</li>
<li><strong>Ramos incisivos:</strong> polpas dentárias de 1º pré até incisivo central de uma hemiarcada inferior</li>
<li><strong>Nervo milo-hióide:</strong> assoalho bucal, músculo respectivo e ventre anterior do músculo digástrico.</li>
<li><strong>Nervo lingual:</strong> gengiva lingual, sensibilidade geral nos 2/3 anteriores da língua</li>
<li><strong>Nervo bucal:</strong> gengiva vestibular do 2º pré até molares.</li>
</ul>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Tipo de técnica:</strong></span> troncular ou loco-regional</p>
<p><strong>Descrição da técnica</strong></p>
<p>&#8211; Direta</p>
<ol>
<li>Controle da microbiota.</li>
<li>Secar mucosa (mucina dificulta penetração da solução)</li>
<li>Anestesia loco terminal superficial (tópico)</li>
<li>Palpar borda anterior do ramo ascendente da mandíbula com o dedo indicador oposto, procurando deixar a face radial do dedo paralela ao plano oclusal</li>
<li>Direção da agulha guiada pela comissura labial do lado oposto, estando o corpo da agulha forçando a comissura para trás.</li>
<li>Introdução da agulha entre o ligamento esfenomandibular/ prega pterigopalatina e a borda óssea, até chegar ao sulco mandibular, o qual se encontra aproximadamente 1 cm acima do plano oclusal. A seringa ficará perpendicular com a face interna do osso mandibular.</li>
<li>Injeção da solução anestésica (em torno de 1 minuto, pressionando o êmbolo concomitantemente ao trajeto da agulha).</li>
</ol>
<p>&#8211; Indireta</p>
<ol>
<li>Controle da microbiota.</li>
<li>Secar mucosa (mucina dificulta penetração da solução)</li>
<li>Anestesia loco terminal superficial (tópico)</li>
<li>Palpar borda anterior do ramo ascendente da mandíbula com o dedo indicador oposto, procurando deixar a face radial do dedo paralela ao plano oclusal</li>
<li>Direção da agulha em relação aos pré-molares do lado oposto.</li>
<li>Introdução da agulha entre o ligamento esfenomandibular/ prega pterigopalatina e a borda óssea, até chegar ao sulco mandibular, o qual se encontra aproximadamente 1 cm acima do plano oclusal. A seringa ficará perpendicular com a face interna do osso mandibular.</li>
<li>Injeção da solução anestésica (em torno de 1 minuto, pressionando o êmbolo concomitantemente ao trajeto da agulha).</li>
</ol>
<p><strong><br />
Tipo de agulha:</strong> longa para as duas técnicas</p>
<hr />
<p><strong>Nervo Mentual </strong></p>
<p><strong>Características </strong><br />
Ramo do nervo alveolar inferior, recebendo aquele nome quando se exterioriza através do forame mentual.</p>
<p><strong>Trajeto nervoso</strong><br />
Forame mentual → nervo mentual</p>
<p><strong>Abrangência do nervo</strong></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Nervo mentual:</strong> </span>lábio inferior, mento, sulco vestibular anterior e gengiva vestibular de 1º a 1º pré inferior.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Tipo de técnica: </strong> loco- regional<br />
<strong>Descrição da técnica</strong></p>
<ol>
<li>Controle da microbiota</li>
<li>Secar mucosa</li>
<li>Anestesia loco terminal superficial (tópico)</li>
<li>Posição posterior da agulha</li>
<li>Localização do forame entre os dois pré molares</li>
<li>Introdução da solução anestésica</li>
</ol>
<p><strong><br />
Tipo de agulha</strong>: curta<br />
A anestesia loco terminal infiltrativa é possível na maxila, uma vez que seu osso formador tem característica esponjosa. O objetivo dela é, por difusão da solução pelos tecidos moles e duros, atingir o feixe nervoso que adentra o ápice radicular do respectivo dente superior.<br />
As técnicas serão descritas a seguir:<br />
<span style="color: #ff0000;">SUB MUCOSA</span><br />
<strong><br />
Características</strong><br />
Introduz a agulha via submucosa (apenas tecidos moles) até atingir, figurativamente, o ápice radicular.<br />
<strong><br />
Tipo de agulha:</strong> curta<br />
<strong>Descrição da técnica</strong></p>
<ol>
<li>Controle da microbiota</li>
<li>Secar mucosa (mucina dificulta penetração da solução)</li>
<li>Anestesia loco terminal superficial (tópico)</li>
<li>Introdução apenas do bisel, ângulo aproximadamente reto em relação a mucosa)</li>
<li>Injeção de 3 gotas, suficientes para a formação de uma pápula e de um ponto isquêmico.</li>
<li>Fricção</li>
<li>Introdução da seringa, cujo movimento é concomitante ai pressionamento do êmbolo.</li>
</ol>
<p><span style="color: #ff0000;"><br />
SUB PERIÓSTEA</span><br />
<strong><br />
Características</strong><br />
A solução será injetada entre o periósteo e a superfície óssea crivada de orifícios. Em relação a técnica submucosa, a técnica é mais rápida e duradoura.<br />
<strong><br />
Tipo de agulha:</strong> curta<br />
<strong>Descrição da técnica:</strong></p>
<ol>
<li>Controle da microbiota</li>
<li>Secar mucosa (mucina dificulta penetração da solução)</li>
<li>Anestesia loco terminal superficial (tópico)</li>
<li>Introdução apenas do bisel na metade da distância entre o festão gengival e o fundo de vestíbulo, de maneira que a agulha fique perpendicular ao osso</li>
<li>Injeção de 3 gotas, suficientes para a formação de uma pápula e de um ponto isquêmico.</li>
<li>Fricção</li>
<li>Introdução da seringa, cujo movimento é concomitante ai pressionamento do êmbolo</li>
<li>Depois, angulação da agulha paralela em relação ao periósteo, de maneira que possa atravessá-lo.</li>
</ol>
<p><strong>Conteúdo retirado do Compêndio 2011 &#8211; Amanda Mushashe</strong></p>
<p>REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA</p>
<p>FEHRENBACH, Margaret J. HERRING, Susan W. Anatomia ilustrada da Cabeça e do Pescoço. 1ª Ed. São Paulo: Manole, 1998.</p>
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