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	<title>diagnóstico &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>diagnóstico &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Exames necessários para um bom diagnóstico em dentição mista para tratamento com alinhadores transparentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2024 14:27:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontopediatria]]></category>
		<category><![CDATA[Ortodontia & Ortopedia Facial]]></category>
		<category><![CDATA[alinhadores]]></category>
		<category><![CDATA[alinhadores transparentes]]></category>
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					<description><![CDATA[Um sorriso saudável e bonito é um objetivo desejado por muitas pessoas, e não seria diferente para as nossas crianças e adolescentes. Durante essa fase de dentição mista, onde há uma combinação de dentes decíduos e permanentes em crescimento, é importante garantir que os dentes e todo conjunto bucal consiga empregar corretamente as suas funções [&#8230;]]]></description>
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<p>Um sorriso saudável e bonito é um objetivo desejado por muitas pessoas, e não seria diferente para as nossas crianças e adolescentes. Durante essa fase de <strong>dentição mista</strong>, onde há uma combinação de dentes decíduos e permanentes em crescimento, é importante garantir que os dentes e todo conjunto bucal consiga empregar corretamente as suas funções e é crucial identificar problemas ortodônticos precocemente e planejar um <strong>tratamento</strong> adequado.</p>
<p>Aqui que os <strong>alinhadores transparentes</strong> se tornam uma opção cada vez mais popular quando o assunto é tratamento com previsibilidade, conforto e qualidade.</p>
<p>Nesta série de posts, em parceria com o <em>Prof Dr. Derly Tescaro, Pós-doutor em Ortodontia, Speaker ClearCorrect LATAM em Dentição Mista</em>, exploraremos o papel dos alinhadores na dentição mista e como eles podem contribuir para o desenvolvimento de um sorriso saudável e harmonioso em crianças e adolescentes.</p>
<p>Para fazer um bom <strong>diagnóstico</strong> em dentição mista precisamos de exames clínicos e exames complementares. Nesse post, você vai aprender no que é preciso estar atento e o que vai precisar para um tratamento de sucesso com alinhadores transparentes nessa fase da dentição.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<h3 class="_chat-field-placeholder_1mb7g_84">Exame Clínico</h3>
<p>Realize um exame clínico abrangente e detalhado, avaliando a oclusão, a posição dos dentes, a mordida e a função mastigatória. Observe a relação entre os dentes anteriores e posteriores, procurando por problemas como atresia de arcos, apinhamento, diastemas, sobremordida, overjet, entre outros.</p>
<p>Nessa fase inicial, estar atento ao que o paciente e o responsável fala é importante. Além, é claro, de também identificar hábitos parafuncionais ou outras características que fogem do padrão.</p>
<h3 class="_chat-field-placeholder_1mb7g_84">Exame Complementares</h3>
<p><strong>Radiografias</strong></p>
<ul>
<li>Utilize radiografias, como radiografias panorâmicas e periapicais para avaliar a condição dos dentes permanentes que estão erupcionando e a posição dos dentes de leite remanescentes.</li>
<li>Radiografias oclusais podem ser úteis para avaliar a erupção e a posição dos dentes posteriores.</li>
</ul>
<p><strong>Avaliação do Crescimento Facial</strong></p>
<ul>
<li>Considere o crescimento facial e a relação entre as bases ósseas maxilar e mandibular.</li>
<li>Avalie a simetria facial, o perfil e a relação entre o queixo e o lábio superior.</li>
</ul>
<p><strong>Análise Cefalométrica</strong></p>
<ul>
<li>Se necessário, realize análises cefalométricas para avaliar as proporções faciais, as relações esqueléticas e as características dentárias.</li>
</ul>
<p><strong>Escaneamento e Modelos de Estudo</strong></p>
<ul>
<li>Escaneamento intraoral (<em>STL</em>)</li>
<li>Tire modelos de estudo para avaliar a relação tridimensional dos dentes e a oclusão.</li>
<li>Observe a posição dos dentes permanentes em erupção em relação aos dentes de leite e a oclusão.</li>
</ul>
<p><strong>Avaliação da Função Muscular </strong></p>
<ul>
<li>Observe a função muscular, incluindo a atividade dos músculos faciais e mastigatórios.</li>
<li>Avalie se há sinais de hábitos prejudiciais, como sucção de dedo.</li>
</ul>
<p><strong>Anamnese e Histórico Clínico </strong></p>
<ul>
<li>Obtenha informações sobre histórico médico e odontológico da criança, incluindo hábitos, problemas de respiração e histórico familiar de condições ortodônticas.</li>
</ul>
</div>
<p><strong>Comunicação com os pais e responsáveis</strong></p>
<ul>
<li>Mantenha uma comunicação aberta com os pais ou responsáveis para entender suas preocupações e expectativas.</li>
<li>Explique claramente qualquer necessidade de tratamento e o plano proposto.</li>
</ul>
<p>Lembrando que cada paciente é único, e o diagnóstico deve ser personalizado com base nas características específicas de cada caso. A intervenção precoce durante a dentição mista pode, em alguns casos, evitar problemas ortodônticos mais sérios no futuro, por isso a importância de um diagnóstico detalhado e preciso. O trabalho colaborativo entre ortodontistas, odontopediatras e outros profissionais de saúde é fundamental para proporcionar o melhor cuidado ao paciente.</p>
<p>O próximo post dessa série será sobre &#8220;<strong>Diretrizes de tratamentos em dentição mista leve, moderado e severo&#8221;, </strong>te esperamos lá!</p>
</div>
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		<item>
		<title>Síndrome de Apneia e Hipopneia Obstrutiva do Sono (SAHOS)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2020 18:11:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oclusão | DTM & Dor Orofacial]]></category>
		<category><![CDATA[Prótese]]></category>
		<category><![CDATA[APARELHO INTRAORAL]]></category>
		<category><![CDATA[APNEIA]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[HIPOPNEIA]]></category>
		<category><![CDATA[SAHOS]]></category>
		<category><![CDATA[SONO]]></category>
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					<description><![CDATA[A Síndrome de Apneia e Hipopneia Obstrutiva do Sono (SAHOS) é definida como estreitamento anatômico das vias aéreas superiores que se estende desde a nasofaringe até a porção inferior da hipofaringe durante o sono.  Mas como funciona o sono? É um processo fisiológico importante para a homeostasia (regulador fisiológico), que regula todo o organismo, inclusive [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Síndrome de Apneia e Hipopneia Obstrutiva do Sono (SAHOS) é definida como estreitamento anatômico das vias aéreas superiores que se estende desde a nasofaringe até a porção inferior da hipofaringe durante o <b>sono. </b></p>
<p><em>Mas como funciona o sono?</em></p>
<p>É um processo fisiológico importante para a <b>homeostasia</b> (regulador fisiológico), que regula todo o organismo, inclusive o sistema nervoso central, que tem papel fundamental no controle do corpo.</p>
<p>Veja nesses quadros esquemáticos como funciona:</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-9140" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/ciclo-sono-300x154.png" alt="" width="570" height="292" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/ciclo-sono-300x154.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/ciclo-sono-768x395.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/ciclo-sono-1024x527.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/ciclo-sono-696x358.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/ciclo-sono-816x420.png 816w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/ciclo-sono.png 1253w" sizes="(max-width: 570px) 100vw, 570px" /></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-9143" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2-300x148.png" alt="" width="596" height="294" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2-300x148.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2-768x378.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2-1024x504.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2-324x160.png 324w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2-696x343.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2-1068x526.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2-853x420.png 853w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2.png 1277w" sizes="(max-width: 596px) 100vw, 596px" /></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-9142" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-300x154.png" alt="" width="596" height="306" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-300x154.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-768x394.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-1024x525.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-696x357.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-1068x547.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-820x420.png 820w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios.png 1243w" sizes="(max-width: 596px) 100vw, 596px" /></p>
<p>Alterações anatômicas como excessos de tecidos moles, macroglossia, micro e retrognatismo podem causar o fechamento parcial ou total das vias aéreas durante o sono, produzindo o ronco (vibração do palato mole ou outros tecidos faríngeos durante a passagem de ar) causando despertares frequentes durante o sono.</p>
<p>Agora relembre a anatomia da região</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9145" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/anatomia-sistema-respiratorio-superior-300x159.png" alt="" width="623" height="330" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/anatomia-sistema-respiratorio-superior-300x159.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/anatomia-sistema-respiratorio-superior-768x408.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/anatomia-sistema-respiratorio-superior-1024x544.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/anatomia-sistema-respiratorio-superior-696x369.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/anatomia-sistema-respiratorio-superior-1068x567.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/anatomia-sistema-respiratorio-superior-791x420.png 791w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/anatomia-sistema-respiratorio-superior.png 1300w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /></p>
<p>Agora veja como as alterações anatômicas em caso de SAHOS se apresentam:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9146" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/alteraçoes-anatomia-sistema-300x161.jpg" alt="" width="625" height="336" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/alteraçoes-anatomia-sistema-300x161.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/alteraçoes-anatomia-sistema-696x373.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/alteraçoes-anatomia-sistema-1068x572.jpg 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/alteraçoes-anatomia-sistema-784x420.jpg 784w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/alteraçoes-anatomia-sistema.jpg 1257w" sizes="auto, (max-width: 625px) 100vw, 625px" /></p>
<p>Esses fatores geralmente estão também associados ao aumento da circunferência cervical, sobrepeso e ingestão de bebidas alcoólicas em excesso.</p>
<p><strong>Você sabe as diferenças entre Ronco, Apneia e Hipopneia?</strong></p>
<p><strong>Ronco:</strong> vibração do palato mole ou outros tecidos faríngeos durante a passagem de ar;<br />
<strong>Apneia:</strong> parada respiratória provocada pelo colabamento das paredes faríngeas, bloqueando a passagem de ar. Bloqueio Total que pode provocar microdespertares e sensação de sufocamento;<br />
<strong>Hipopneia:</strong> bloqueio parcial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<h2><strong>Diagnóstico </strong></h2>
<p>Para um diagnóstico eficaz e tratamento adequado da <strong>SAHOS</strong> é importante que o médico otorrinolaringologista avalie as estruturas anatômicas do paciente e seu histórico clínico levando em consideração os sintomas mais comuns relatados pelos pacientes que são as dores de cabeça matinais, sonolência diurna, ronco alto, fadiga, irritabilidade e alterações no desenvolvimento cognitivo.</p>
<p>Uma vez que há suspeita de que o paciente sofre da síndrome o exame realizado nesses casos é a<strong> polissonografia</strong> que é considerado padrão ouro para o diagnóstico da SAHOS. A polissonografia consiste no monitoramento de parâmetros fisiológicos durante o sono, analisando o tipo de apneia (<strong>central, obstrutiva ou mista</strong>) e o grau (<strong>leve, moderado ou severa</strong>), levando-se em conta a quantidade de eventos apneicos<br />
durante o sono.</p>
<p>Além de avaliar alterações cardíacas, respiratórias e cerebrais através do índice de apneia e hipopneia (<strong>IAH</strong>) por hora de sono, a polissonografia avalia o grau de severidade do quadro da apneia e o tempo de saturação mínima de oxigenação arterial.</p>
<p><em>Vamos além? </em></p>
<div class="td_text_columns_two_cols">
<p><strong>Como Funciona a Polissonografia? </strong></p>
<p>O tempo de duração deste exame é de uma noite inteira de sono, onde são observados os movimentos oculares, eletrocardiograma, movimentos torácicos e abdominais, eletroencefalograma, fluxo oronasal, saturação da oxi-hemoglobina pela oximetria de pulso. Além disso, são obtidos registros da pressão esofágica, do ronco, temperatura e posição corporal.</p>
</div>
<hr />
<h2><strong>Tratamento</strong></h2>
<p>Todos os graus de casos de SAHOS podem ser tratados após efetivo diagnóstico, com o uso da máscara facial de pressão aérea positiva contínua <strong>(CPAP)</strong> utilizando-se um aparelho que gera e direciona um fluxo de ar contínuo para dentro da cavidade nasal. Porém, em grau leve ou moderado, o tratamento indicado pode ser o uso de <strong>aparelho intraoral de avanço mandibular</strong> confeccionado pelo cirurgião-dentista.</p>
<p>Esses aparelhos posicionam a mandíbula anteriormente durante o sono liberando a passagem de ar e são aceitos pelos pacientes em 85% dos casos devido a sua facilidade na utilização.</p>
<p>O tratamento SAHOS representa mais um campo de trabalho para o cirurgião-dentista, melhorando a qualidade de vida do paciente e prevenindo doenças como hipertensão, insuficiência e arritmias cardíacas, acidentes vasculares e diabetes decorrentes da queda da saturação da oxi-hemoglobina.</p>
<p>Quer saber como é feito o tratamento com Uso de Aparelho Intraoral de Avanço Mandibular Para Ronco e Apneia? Fique ligado que logo postaremos!</p>
<p>Autora: Ana Paula Stachuk</p>
<p>Referências</p>
<ol>
<li>Secundo I. Apneia obstrutiva do sono: como diagnosticar. Revista Brasileira Hipertensão. 2013; 20(1): 18-22.</li>
<li>Duarte RLM. Ronco: diagnóstico, consequências e tratamento. Pulmão RJ. 2010; 19(3-4): 63-67.</li>
<li>Zancanella E. Apneia obstrutiva do sono e ronco primário: diagnóstico. Brazilian Journal of Otorhinolaryngology. 2014; 80(1 supl. 1): S1-S16.</li>
<li>Dekon SFC. Tratamento com aparelho intraoral da síndrome obstrutiva do sono (SAHOS). Revista Odontológica de Araçatuba. 2018; 39(1): 33-38.</li>
<li>Souza FJFB. Influência do aparelho intraoral em pacientes com apneia obstrutiva do sono por meio de avaliação polissonográfica pré e pós instalação do dispositivo oral. Arq. Catarin Med. 2017; 46(4): 72-81.</li>
<li>Campostrini DDA. Síndrome da apneia obstrutiva do sono e doenças cardiovasculares. Revista Neurocience. 2014; 22(1): 102-112.</li>
<li>Zancanella E. Apneia obstrutiva do sono e ronco primário: diagnóstico. Brazilian Journal of Otorhinolaryngology. 2014; 80(1 supl. 1): S17-S28.</li>
<li>Pacheco FYR. Síndrome da apneia/hipopneia obstrutiva do sono: artigo e revisão bibliográfica. Revista UNILUS Ensino e Pesquisa. 2015; 12(29): 2318-2083.</li>
<li>Catão MHCV. Aparelhos orais de protrusão mandibular – IAH eficiência do sono, sono REM e oxigenação de usuários. CEFAC. 2014; 16(1): 2014-2021.</li>
<li>Vinha P. Ronco e apneia do sono: apresentação de novo dispositivo oral e protocolo de tratamento. Revista Gaúcha de Odontologia. 2010; 58(4): 515-520.</li>
<li>Bastos PL. Aparelhos intraorais e sua eficácia no tratamento de pacientes com ronco e com síndrome da apneia e hipopneia obstrutiva do sono (SAHOS): uma revisão de literatura. RFO. 2017; 22(1): 130-136.</li>
<li>Poluha RL. A odontologia na síndrome da apneia obstrutiva do sono: diagnóstico e tratamento. Revista Brasileira de Odontologia. 2015; 72(1-2): 87-90.</li>
<li>Junior CMC. Consenso brasileiro de ronco e apneia do sono – aspectos de interesse aos ortodontistas. Dental Press. 2011; 16(1): 34.</li>
<li>Balbani APS. Ronco e síndrome da apneia obstrutiva do sono. Revista Associação Médica Brasil. 1999; 43(3): 273-278.</li>
<li>Camacho M. Comprehensive review of surgeries for obstructive sleep apnea syndrome. Brazilian Journal of Otorhinolaryngology. 2013; 79(6): 780-788.</li>
<li>Mancini MC. Apneia do sono em obesos. Arq Bras Endocrinol Metab. 2000; 44(1): 81-90.</li>
<li>Togeiro SMGP. Métodos diagnósticos no distúrbio do sono. Revista Brasileira de Psiquiatria. 2005; 27(1): 8-15.</li>
<li>Trindade MO. Aparelho intraoral de controle lingual para o controle da SAHOS grave. Journal Health. 2016; 18(1): 52-58</li>
</ol>
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		<title>Miosite Ossificante Traumática</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Apr 2016 23:35:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[Estomatologia & Patologia]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[etiologia]]></category>
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		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[traumática]]></category>
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					<description><![CDATA[Miosite Ossificante Traumática (MOT) é uma lesão não-neoplásica rara, caracterizada pela proliferação de tecido fibroso e formação de grande quantidade de osso dentro de um músculo (AOKI et al., 2002). Na região de cabeça e pescoço acomete os músculos da mastigação, com predileção pelo sexo masculino e sem predileção por idade (ACKERMAN, 1958). Etiologia A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Miosite Ossificante Traumática (MOT) é uma lesão não-neoplásica rara, caracterizada pela proliferação de tecido fibroso e formação de grande quantidade de osso dentro de um músculo (AOKI <em>et al.,</em> 2002). Na região de cabeça e pescoço acomete os músculos da mastigação, com predileção pelo sexo masculino e sem predileção por idade (ACKERMAN, 1958).<br />
<strong>Etiologia</strong><br />
A patogênese não está totalmente explicada, mas tem o trauma como fator etiológico principal. Na região de cabeça e pescoço o músculo masséter é o mais acometido, uma vez que se localiza na porção lateral da mandíbula, sendo o mais suscetível a receber forças diretas (AOKI <em>et al.,</em> 2002).<br />
<strong>Manifestações clínicas e radiográficas</strong><br />
Sua apresentação clínica mais comum é o trismo. Também podem vir associados a dor, alteração de sensibilidade, limitação de movimento do músculo afetado e presença de edema localizado (WIGGINS <em>et al.,</em> 2008).<br />
Radiograficamente, apresenta-se como uma massa calcificada bem delimitada dentro de um músculo. Exames como radiografia panorâmica, tomografia computadorizada e ultrassonografia são bastante utilizados para o correto diagnóstico (GODHI <em>et al.,</em> 2011).<br />
<strong>Diagnóstico diferencial</strong><br />
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</script></p>
<p>A MOT pode ser uma das causas da anquilose da articulação têmporo-mandibular e de doenças que tenham como característica a limitação de abertura bucal, como deslocamento anterior de disco sem redução, alargamento do processo coronóide e reação de corpo estranho (SPINZIA <em>et al.,</em> 2014). Também pode ser diagnóstico diferencial de doenças malignas, como o osteossarcoma (THANGAVELU<em> et al.,</em> 2011).<br />
<strong>Tratamento</strong><br />
A modalidade de tratamento aceita universalmente é a excisão completa da massa ossificada (GODHI <em>et al.,</em> 2011). No entanto, alternativas de tratamento já foram propostas na literatura. Entre elas, o tratamento conservador, que consiste no uso de AINES, bifosfonatos e radiação de baixa potência (WIEDER, 1992; STEIDL <em>et al.,</em> 1991).<br />
A fisioterapia intensiva deve ser indicada como parte dos cuidados pós-operatórios, para recuperação da função mastigatória e diminuição significativa das taxas de recidiva da doença (JAYADE <em>et al</em>., 2013).<br />
<a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6017" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840.jpg" alt="ODO_5840" width="55" height="83" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840.jpg 1728w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840-200x300.jpg 200w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840-768x1152.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840-683x1024.jpg 683w" sizes="auto, (max-width: 55px) 100vw, 55px" /></a>Autor: Katheleen Miranda dos Santos<br />
Graduação em Odontologia pela Universidade Positivo.<br />
Aluna da Pós-Graduação em Cirurgia e Traumatologia<br />
Buco-Maxilo-Facial da Universidade Positivo.</p>
<div class="yj6qo ajU"></div>
<p><body><br />
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</body></p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<ol>
<li>ACKERMAN LV, Extra-osseous localized non-neoplastic bone and cartilage formation (so-called myositis ossificants). J Bone Joint Surg Am 1958;49:279-98.</li>
<li>AOKI T, NAITO H, OTA Y, SHIKII K. Myositis ossificans traumática of the masticatory muscles: review of the literature and report of a case. J Oral Maxillofacial Surgery 2002;60:1083-8.</li>
<li>GODHI SS, SINGH A, KUKREJA P, SINGH V. Myositis ossificans circumscripta involving bilateral masticatory muscles. The <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22134307" target="_blank" rel="noopener">Journal of Craniofacial Surgery.</a>2011 Nov;22(6):e11-3.</li>
<li>JAYADE B, ADIRAJAIAH S, VADERA H, KUNDALASWAMY G, SATTUR AP and KALKUR C. Myositis ossificans in medial, lateral pterygoid, and contralateral temporalis muscles: a rare case report. 116 No. 4 October 2013.</li>
<li>SPINZIA A, MOSCATO G, BROCCARDO E, CASTELLETTI L, MAGLITTO F, DELL1AVERSANA G PIOMBINO P. 2014. A rare isolated unilateral myositis ossificans traumatica of the lateral pterygoid muscle: a case report. Journal of Medical Case Reports. 8:230.</li>
<li>STEIDL L, DITMAR R. Treatment of soft tissue calcifications with magnesium. Acta Univ Palacki Olomuc Fac Med 1991;130:273-87.</li>
<li>THANGAVELU A, VAIDHYANATHAN A, NARENDAR R. Myositis ossificans traumatica of the medial pterygoid. Int J Oral Maxillofac Surg 2011; 40:545-58.</li>
<li>WIEDER DL. Treatment of myositis ossificans with acetic acid iontophoresis. Phys Ther 1992; 72:133-7.</li>
<li>WIGGINS RL, THURBER D, ABRAMOVITCH K, BOUQUOTt J VIGNESWARAN N. Myositis ossificans circumscripta of the buccinators muscle: first report of a rare complication of mandibular third molar extraction. J Oral Maxillofac Surg 2008;66: 1959-63.</li>
</ol>
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			</item>
		<item>
		<title>Etapas Para o Preparo e Terapia Endodôntica</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/etapas-para-o-preparo-e-terapia-endodontica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2016 19:07:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Endodontia]]></category>
		<category><![CDATA[biopulpectomia]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[endodontia]]></category>
		<category><![CDATA[etapa]]></category>
		<category><![CDATA[necropulpectomia]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
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					<description><![CDATA[A endodontia é uma especialidade da odontologia voltada para o cuidado e tratamento do endodonto e da região periapical. Para entendermos melhor como a endodontia funciona voltaremos a alguns conceitos de anatomia que serão essenciais para a o entendimento da especialidade. Anatomicamente, o órgão dental é constituído de esmalte, dentina, cemento e em seu interior [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A endodontia é uma especialidade da odontologia voltada para o cuidado e tratamento do endodonto e da região periapical. Para entendermos melhor como a endodontia funciona voltaremos a alguns conceitos de anatomia que serão essenciais para a o entendimento da especialidade.<br />
Anatomicamente, o órgão dental é constituído de esmalte, dentina, cemento e em seu interior possui uma câmara, denominada de câmara pulpar nela se encontram nervos e vasos sanguíneos. O que sustentam os dentes em sua posição é o osso alveolar, cemento radicular e ligamento periodontal que fazem parte do periodonto de sustentação.<br />
A área de atuação do endodontista é a cavidade pulpar, polpa e dentina que é compreendida pelo endodonto e também é de grande interesse a região periapical que é constituída de cemento, osso, ligamento periodontal e parede alveolar.<br />
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<p><strong>Etapas para o inicio da realização do tratamento endodôntico</strong><br />
Para a realização do tratamento endodôntico, precisamos realizar previamente o correto diagnostico e logo após iniciar o plano de tratamento.</p>
<ul>
<li>Diagnóstico e plano de tratamento</li>
<li>Raio-X inicial com posicionador (Medir o CAD)</li>
<li>Anestesia e isolamento absoluto do dente a ser tratado</li>
</ul>
<p><strong>Etapas operatórias<br />
</strong><br />
<img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-5818 aligncenter" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-endo-12.png" alt="tabela endo 1" width="715" height="741" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-endo-12.png 1671w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-endo-12-290x300.png 290w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-endo-12-768x796.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-endo-12-989x1024.png 989w" sizes="auto, (max-width: 715px) 100vw, 715px" /><br />
<strong>Nomenclatura</strong><br />
<strong>CAD:</strong> Comprimento aparente do dente;<br />
<strong>CTex:</strong> Comprimento de trabalho de exploração;<br />
<strong>X:</strong> Distância que compreende da ponta do instrumento (lima) até o final do conduto radicular;<br />
<strong>CRD:</strong> Comprimento real do dente;<br />
<strong>CT:</strong> Comprimento de trabalho.<br />
CTG: Comprimeto de trabalho das Gates<br />
CTes: Comprimento de trabalho de esvaziamento</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-5821 aligncenter" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-endo-21.png" alt="tabela endo 2" width="487" height="1069" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-endo-21.png 918w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-endo-21-137x300.png 137w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-endo-21-768x1687.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-endo-21-466x1024.png 466w" sizes="auto, (max-width: 487px) 100vw, 487px" /><br />
Para a realização do selamento do preparo utilizaremos as seguintes medicações – MIC (medicação intra-canal).<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-5822 aligncenter" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-endo-3.png" alt="tabela endo 3" width="655" height="216" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-endo-3.png 1097w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-endo-3-300x99.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-endo-3-768x253.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-endo-3-1024x338.png 1024w" sizes="auto, (max-width: 655px) 100vw, 655px" /><br />
Quer aprender mais sobre Endodontia? <strong><span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="http://odontoup.com.br/category/endodontia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clique aqui.</a></span></strong></p>
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</script></p>
<p style="text-align: left;">Autor: Bruno Gusso. Acadêmico do curso de Odontologia da Universidade Positivo<br />
Membro acadêmico do Banco de dentes – FOUP<br />
Membro acadêmico da Liga sem Dor Curitiba Paraná<br />
Membro acadêmico do Programa de Iniciação Científica da Universidade Positivo</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Bruxismo na Infância e na Adolescência</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/bruxismo-na-infancia-e-na-adolescencia/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/bruxismo-na-infancia-e-na-adolescencia/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jan 2016 15:59:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontopediatria]]></category>
		<category><![CDATA[adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[apartamento]]></category>
		<category><![CDATA[bruxismo]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dental]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[resultado]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[O que é o Bruxismo? Se uma criança ou um adolescente apresenta bruxismo na casa, dificilmente pais, irmãos ou pessoas que convivem no mesmo ambiente não notem o fato. Ranger ou apertar os dentes com força, chegando a apresentar sons é o que caracteriza o bruxismo. Quando se manifesta durante o dia chama-se bruxismo da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que é o Bruxismo?</strong><br />
Se uma criança ou um adolescente apresenta bruxismo na casa, dificilmente pais, irmãos ou pessoas que convivem no mesmo ambiente não notem o fato. Ranger ou apertar os dentes com força, chegando a apresentar sons é o que caracteriza o bruxismo. Quando se manifesta durante o dia chama-se bruxismo da vigília e na maioria das vezes ocorre em forma de apertamento dos dentes.</p>
<p>Em crianças mais novas, o bruxismo pode ser uma consequência da imaturidade da formação do sistema neuromuscular, apresentando-se de forma passageira, decorrente da “descoberta” dos contatos dos dentes que irromperam na cavidade bucal.</p>
<p>A presença de bruxismo do sono em crianças é motivo de preocupação por parte dos pais, pois a percepção do barulho de ranger de dentes pode prejudicar a qualidade do sono, afetando a saúde e a vida no dia-a-dia da família.<br />
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<p>O bruxismo é classificado como uma desordem de movimento relacionada ao sono, cuja presença pode ou não representar um distúrbio. Para ser diagnosticado como tal é preciso que hajam queixas de alterações no sono, sonolência diurna ou fadiga.</p>
<p><strong>O que causa o bruxismo na infância?</strong></p>
<p>Diversos fatores podem ser associados à ocorrência de bruxismo em crianças e adolescentes. Fatores psicossociais, predisposição genética e familiar, fatores exógenos (álcool, cafeína, exposição à fumaça de cigarro, drogas ilícitas e alguns medicamentos), respiração bucal, asma e outras doenças sistêmicas têm sido associados ao bruxismo. Crianças que dormem menos de oito horas por noite e com presença de luz e barulho durante o sono são mais predispostas ao problema.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5426 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Resultados-do-Bruxismo-2-e1453304682613.png" alt="bruxismo infancia " width="1024" height="683" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Resultados-do-Bruxismo-2-e1453304682613.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Resultados-do-Bruxismo-2-e1453304682613-300x200.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Resultados-do-Bruxismo-2-e1453304682613-768x512.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Veja o resultado do bruxismo:</p>
<figure id="attachment_5425" aria-describedby="caption-attachment-5425" style="width: 446px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/01/bruxismo-2.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5425" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/01/bruxismo-2.jpg" alt="Desgastes severos nos incisivos superiores e inferiores decíduos e guia incisal dos incisivos centrais inferiores já em desgaste por atrição." width="446" height="248" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/01/bruxismo-2.jpg 446w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/01/bruxismo-2-300x167.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 446px) 100vw, 446px" /></a><figcaption id="caption-attachment-5425" class="wp-caption-text">Desgastes severos nos incisivos superiores e inferiores decíduos e guia incisal dos incisivos centrais inferiores já em desgaste por atrição.</figcaption></figure>
<p><strong>Como se faz o diagnóstico ?</strong></p>
<p>O diagnóstico de bruxismo em crianças se baseia no relato dos pais/cuidadores, pois são eles que percebem o ranger ou apertar de dentes das crianças com maior fidelidade. Os desgastes excessivos dos dentes decíduos (dentes “de leite”) podem ser indicativos de bruxismo, assim como sinais e sintomas de dor e/ou fadiga da musculatura mastigatória quando estão associados ao relato de ranger de dentes.</p>
<p>A polissonografia, exame realizado no laboratório de sono, embora não seja necessária para o diagnóstico, deve estar associada à gravação de audio e vídeo para o estabelecimento do diagnóstico definitivo de bruxismo.</p>
<p><strong>Como tratar ?</strong></p>
<p>Os pais muitas vezes não sabem que conduta tomar frente ao bruxismo, por isso se faz necessário o apoio do cirurgião-dentista ou do odontopediatra para o controle dos sintomas e desgastes dos dentes. O tratamento deve ser multidisciplinar, em conjunto com a medicina e a psicologia, visando a melhora na qualidade de vida do paciente e de seus familiares.<br />
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</body></p>
<p>Autora:</p>
<div><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Foto_joyce.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-5429 alignleft" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Foto_joyce.jpeg" alt="Foto_joyce" width="85" height="128" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Foto_joyce.jpeg 426w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Foto_joyce-200x300.jpeg 200w" sizes="auto, (max-width: 85px) 100vw, 85px" /></a>Joyce Duarte</div>
<div>Cirurgiã dentista &#8211; Universidade Federal do Paraná</div>
<div>Especialista em Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial &#8211; Universidade Federal do Paraná</div>
<div>Especialista em Ortodontia &#8211; Instituto Cabrera de Ortodontia</div>
<div>Mestranda em Odontologia &#8211; Universidade Federal do Paraná</div>
<p>Referências Bibliográficas</p>
<ol>
<li>Lam MH, Zhang J, Li AM, et al. A community study of sleep bruxism in Hong Kong children: association with comorbid sleep disorders and neurobehavioral consequences. Sleep Med. 2011;12:641–5.</li>
<li>Cheifetz AT, Osganian SK, Allred EN, et al. Prevalence of bruxism and associated correlates in children as reported by parents. J Dent Child. 2005;72:67–73.</li>
<li>Carra MC, Huynh N, Morton P, et al. Prevalence and risk factors of sleep bruxism and wake-time tooth clenching in a 7- to 17-yr-old population. Eur J Oral Sci. 2011;119:386–94.</li>
<li>Montaldo, L, et al. Association between exposure to secondhand smoke and sleep bruxism in children: a randomised control study. Tobacco Control. 2012; 21: 392-396.</li>
<li>Castroflorio T, Bargellini A, Rossini G, Cugliari G, Rainoldi A, Deregibus A. Risk factors related to sleep bruxism in children: A systematic literature review. Arch Oral Biol. 2015 Nov;60(11):1618-24.</li>
<li>Serra-Negra JM, et al. Environmental factors, sleep duration, and sleep bruxism in Brazilian schoolchildren: a case-control study. Sleep Medicine. 2014; 15: 236–239.</li>
<li>Carlsson GE, Egermark I, Magnusson T. Predictors of bruxism, other oral parafunctions and dental wear over a 20-year follow-up period. J Orofac Pain. 2003;17:50-57.</li>
<li>Takagi I, Sakurai K. Investigation of the factors related to the formation of the buccal mucosa ridging. J Oral Rehabil 2003;30:565-572.</li>
<li>Pergamalian A, Rudy TE, Zaki HS, Greco CM. The association between wear facets, bruxism, and severity of facial pain in patients with temporomandibular disorders. J Prosthet Dent. 2003; 90:194-200</li>
<li>Lobbezoo F, Ahlberg J, Glaros AG, Kato T, Koyano K, Lavigne GJ, de Leeuw R, Manfredini D, Svensson P, Winocur E. Bruxism defined and graded: an international consensus. J Oral Rehabil. 2013; 40(1):2-4.</li>
<li>Ferreira-Bacci AV, Cardoso CLC, Diaz-Serrano KV. Behavioral problems and emotional stress in children with bruxism. Braz Dent. J 2012;23:246-251.</li>
<li>Herrera M, Valencia I, Grant M, Metroka D, Chialastri A, Kothare SV. Bruxism in children: effect on sleep architecture and daytime cognitive performance and behaviour. Sleep 2006;29:1143-1148.</li>
<li>International Classification of Sleep Disorders. American Academy of Sleep Medicine, 2014.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Alterações Patológicas Pulpares &#8211; Parte II</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/alteracoes-patologicas-pulpares-parte-ii/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/alteracoes-patologicas-pulpares-parte-ii/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Sep 2013 17:19:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Endodontia]]></category>
		<category><![CDATA[abscessos]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[endodontia]]></category>
		<category><![CDATA[pulpites]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=2601</guid>

					<description><![CDATA[Fatores de Agressão ao Tecido Pulpar Biológicos Físicos Químicos Idiopáticos   Microrganismos Mecânicos Elétricos Térmicos Cimentos Acrílicos Resinas Envelhecimentos Reabsorções Alterações Pulpares e Periapicais  Inflamação Pulpar Reversível Irreversível Tratamento Conservador Pouca ou nenhuma exposição pulpar Capeamento Curetagem Pulpotomia Expectante Alivio Oclusal Tratamento Radical: Biopulpectomia Sem tratamento &#62; Necrose Pulpar Tratamento: Necropulpectomia I sem lesão Tratamento: [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Fatores de Agressão ao Tecido Pulpar</strong></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="144">
<p align="center"><b>Biológicos</b></p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center"><b>Físicos</b></p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center"><b>Químicos</b></p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center"><b>Idiopáticos</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="144">
<p align="center"><b> </b></p>
<p align="center">Microrganismos</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">Mecânicos</p>
<p align="center">Elétricos</p>
<p align="center">Térmicos</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">Cimentos</p>
<p align="center">Acrílicos</p>
<p align="center">Resinas</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">Envelhecimentos</p>
<p align="center">Reabsorções</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b>Alterações Pulpares e Periapicais </b></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="3" valign="top" width="576">
<p align="center"><strong>Inflamação Pulpar</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="234">
<p align="center"><strong>Reversível</strong></p>
</td>
<td colspan="2" valign="top" width="342">
<p align="center"><b>Irreversível</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="234"><b>Tratamento Conservador</b><b><br />
</b><b> Pouca ou nenhuma exposição pulpar</b><b style="line-height: 19px;"><br />
</b></p>
<ul>
<li><b>Capeamento </b></li>
<li><b>Curetagem </b></li>
<li><b>Pulpotomia </b></li>
<li><b>Expectante </b></li>
<li><b>Alivio Oclusal </b></li>
</ul>
</td>
<td valign="top" width="132">Tratamento Radical: <b>Biopulpectomia </b></td>
<td valign="top" width="210">Sem tratamento <i>&gt; </i><b>Necrose Pulpar</b><i></i></p>
<ul>
<li>Tratamento: <b>Necropulpectomia I</b> <i>sem lesão </i></li>
<li>Tratamento: <b>Necropulpectomia II</b> <i>com lesão</i></li>
</ul>
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</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b>Pulpites Agudas</b></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="192"><strong>Reversível</strong></td>
<td valign="top" width="192"><strong>Reversibilidade Duvidosa</strong></td>
<td valign="top" width="192"><strong>Irreversível</strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="192">Tratamento conservador:Pouca ou nenhuma exposição pulpar.Dor leve e provocada por estímulos como o frio e doce</p>
<ul>
<li>Capeamento</li>
<li>Curetagem</li>
<li>Pulpotomia</li>
<li>Expectante</li>
<li>Alivio oclusal</li>
</ul>
</td>
<td valign="top" width="192">Tratamento conservador ou radical.Dor moderada, suportável.<br />
Provocada<br />
<b>Paroxística<br />
</b>Aliviada com analgésicos</td>
<td valign="top" width="192">Tratamento radical: <b>Biopulpectomia</b>Dor intensa, insuportável, contínua.<br />
<b>Espontânea</b>Polpa com microacessos, <i>evoluindo para necrose</i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Alterações Periapicais </strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-2603 aligncenter" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/alterações-pulpares.png" alt="alterações pulpares" width="507" height="285" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/alterações-pulpares.png 938w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/alterações-pulpares-300x169.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/alterações-pulpares-768x432.png 768w" sizes="auto, (max-width: 507px) 100vw, 507px" /></p>
<p align="center"><b>Pericementites</b></p>
<p><b>Pericementite Apical Aguda Traumática (Oclusal)</b></p>
<ul>
<li>Tratamento: somente alívio oclusal</li>
</ul>
<p><b>Pericementite Apical Aguda Traumática (endodontia)</b></p>
<ul>
<li>Medicação intracanal, sobre obturação e sobre-instrumentação</li>
</ul>
<p><b>Pericementite Apical Aguda Química (Endodontia)</b></p>
<ul>
<li>Medicação intracanal, soluções irrigadoras</li>
</ul>
<p><b>Pericementite Apical Aguda Bacteriana </b></p>
<ul>
<li>Invasão bacteriana até o cemento apical</li>
</ul>
<p><b>Pericementite Apical Crônica </b></p>
<ul>
<li>Pericementite aguda não tratada</li>
</ul>
<p align="center">
<p align="center"><b>Abscessos</b></p>
<p>Pericementite evolui para abscessos (depende da resistência do hospedeiro e do número de microrganismos)<br />
<b></b></p>
<p><b>Abscesso Dentoalveolar Agudo </b><br />
3 fases:</p>
<ol>
<li>Inicial</li>
<li>Em evolução</li>
<li>Evoluído</li>
</ol>
<p><b>Abscesso Dentoalveolar Crônico </b><br />
Formação de lesão periapical, assintomático<br />
<b></b></p>
<p><b>Abscesso Dentoalveolar Crônico Reagudizado ou Fênix </b><br />
Reagudização com lesão e sintomático</p>
<p align="center"><b>Diagnóstico</b></p>
<p><strong>Subjetivos:</strong> história médica e dental</p>
<p><strong>Objetivo:</strong></p>
<ul>
<li>Exame clinico</li>
<li>Testes de vitalidade pulpar (térmico, elétrico, cavidade)</li>
<li>Testes perirradiculares (palpação e percussão)</li>
<li>Sondagem periodontal</li>
<li>Exame radiográfico</li>
</ul>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="4" valign="top" width="576">
<p align="center"><b>Dor</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="206">
<p align="center">Insuportável</p>
<p align="center">X</p>
<p align="center">Suportável</p>
</td>
<td colspan="2" valign="top" width="161">
<p align="center">Espontânea</p>
<p align="center">X</p>
<p align="center">Não espontânea</p>
</td>
<td valign="top" width="210">
<p align="center">Contínua</p>
<p align="center">X</p>
<p align="center">Intermitente</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" valign="top" width="291">
<p align="center">Alivia</p>
<p align="center">X</p>
<p align="center">Não alivia</p>
</td>
<td colspan="2" valign="top" width="286">
<p align="center">Localizada</p>
<p align="center">X</p>
<p align="center">Difusa</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="4" valign="top" width="576">
<p align="center"><b>Informações subjetivas do paciente + Exame Clínico + Testes Diagnósticos + Raio-X</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="206"></td>
<td width="85"></td>
<td width="76"></td>
<td width="210"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Testes térmicos:</strong> indica a ausência ou a presença de vitalidade pulpar, além do grau da inflamação</p>
<ul>
<li>Bolinha compatível com o dente</li>
<li>Secar o dente</li>
<li>Encostar sem tocar na gengiva</li>
<li>Mais próximo da polpa coronária</li>
<li>Sempre por vestibular</li>
</ul>
<p><strong>Teste de Percussão:</strong></p>
<ul>
<li>Horizontal</li>
<li>Vertical</li>
</ul>
<p><strong>Teste de Palpação:</strong></p>
<ul>
<li>Intrabucal: examinar todos os tecidos moles em cor, continuidade e volume</li>
</ul>
<p><strong>Outros testes:</strong></p>
<ul>
<li>Cavidade: explorador endodôntico e brocas</li>
<li>Teste elétrico</li>
<li>Teste de anestesia seletiva</li>
<li>Extrusão súbita</li>
<li>Deslocamento dental</li>
</ul>
<p><strong>Exame radiográfico</strong></p>
<ul>
<li>Presença de cáries (profundidade?)</li>
<li>Presença de restaurações/ próteses</li>
<li>Características da lâmina dura</li>
<li>Fraturas dentárias</li>
<li>Áreas radiolúcidas periapicais (Circunscritas ou difusas)</li>
<li>Áreas radiopacas</li>
<li>Presença de tratamentos endodônticos,</li>
<li>Instrumentos endodônticos.</li>
</ul>
<p><strong>Tratamento de emergência para aliviar a DOR</strong><br />
Diagnóstico <b>&gt; </b>Rapidez + tempo disponível + habilidade <b>&gt; </b>Abertura + MIC + drenagem (intra ou extra) troca de medicação <b>&gt;</b> Medicação sistêmica</p>
<p align="center"><b>Dores de Origem Pulpar</b></p>
<p><strong>Pulpites &#8211; </strong></p>
<p><strong>Fatores etiológicos:</strong></p>
<ul>
<li>Biológicos- cárie dental, bolsa periodontal</li>
<li>Físicos- mecânicos, térmicos, elétricos, traumas</li>
<li>Químicos- materiais restauradores</li>
</ul>
<p><strong>Classificação:</strong><br />
<em>Agudas:</em></p>
<ul>
<li>Reversível</li>
<li>Reversibilidade duvidosa</li>
<li>Irreversível</li>
</ul>
<p><em>Crônicas:</em></p>
<ul>
<li>Ulcerada</li>
<li>Hiperplásica</li>
</ul>
<p><strong>Característica Clinica:</strong></p>
<ul>
<li>Dor provocada por frio (passa rápido após remoção estímulo)</li>
<li>Dor suportável</li>
<li>Dor provocada por ingestão de açúcar</li>
<li>Dor localizada</li>
<li>Com vitalidade +cárie/restauração recente</li>
<li>Periodontopatia</li>
<li>Trauma oclusal</li>
</ul>
<p><b>Características Radiográficas:</b></p>
<ul>
<li>Normais</li>
</ul>
<p><b>Diagnóstico Diferencial:</b><br />
<i>Pulpite aguda de reversibilidade duvidosa </i></p>
<ul>
<li>Teste térmico</li>
</ul>
<p><b>Tratamento (sem exposição pulpar):</b></p>
<ul>
<li>Anestesia</li>
<li>Isolamento absoluto</li>
<li>Remoção do fator etiológico</li>
<li>Proteção pulpar</li>
<li>Restauração</li>
</ul>
<p><b>Tratamento (com exposição pulpar):</b></p>
<ul>
<li>Anestesia</li>
<li>Isolamento</li>
<li>Remoção do fator etiológico (exposição pulpar)</li>
<li>Sangramento abundante e brilhante</li>
<li>Polpa resistente ao corte com cureta</li>
<li>Tratamento conservador (curetagem pulpar ou pulpotomia)</li>
<li>Restauração</li>
</ul>
<p align="center">
<p align="center"><b>Pulpite de Reversibilidade Duvidosa</b></p>
<p><strong>Características Clínicas:</strong></p>
<ul>
<li>Dor pelo frio (diminui lentamente)</li>
<li>Dor localizada e suportável</li>
<li>Vitalidade +</li>
<li>Cárie/restauração recente</li>
</ul>
<p><strong>Características Radiográficas:</strong></p>
<ul>
<li>Normais</li>
</ul>
<p><strong>Diagnóstico Diferencial:</strong><br />
Pulpite Aguda Irreversível</p>
<ul>
<li>Teste térmico</li>
<li>Características clinicas: dor passa lentamente após o estímulo; DOR PAROXÍSTICA (repentina – fisgada)</li>
</ul>
<p><strong>Prognóstico:</strong></p>
<ul>
<li>Duvidoso</li>
</ul>
<p><strong>Tratamento:</strong></p>
<ul>
<li>Anestesia</li>
<li>Isolamento</li>
<li>Tratamento conservador (curetagem pulpar ou pulpotomia)</li>
<li>Restauração provisória</li>
<li>Acompanhamento 30 a 60 dias</li>
</ul>
<p align="center">
<p align="center"><b>Pulpite Aguda Irreversível</b></p>
<p><strong>Características Clínicas:</strong></p>
<ul>
<li>Dor espontânea, ininterrupta &#8211; dor contínua (longa duração), de alta intensidade (severa), pulsátil. na pulpite irreversível a dor começa intermitente e depois passa a ser ininterrupta</li>
<li>Dor diminuída por frio e aumenta com calor</li>
<li>Dor exacerbada ao decúbito</li>
<li>Diminuição da dor após uso de anti-inflamatório</li>
<li>Coroa com cárie ou restauração profunda</li>
<li>Com vitalidade pulpar</li>
<li>Resposta positiva aos testes de vitalidade (segundos-horas)</li>
<li>Dor difusa/ dificuldade de localização – não é aliviada com analgésicos comuns</li>
<li>ALÍVIO COM FRIO: pus no tecido pulpar com formação de gases (decomposição).</li>
<li><b>Com FRIO:</b> gases condensados &#8211; diminui pressão &#8211; ALÍVIO da dor</li>
<li><b>Com CALOR</b>: expansão dos gases &#8211; aumento da pressão – DOR</li>
</ul>
<p><strong>Características Radiográficas:</strong></p>
<ul>
<li>Normais</li>
</ul>
<p><strong>Diagnóstico Diferencial</strong><br />
<em>Abcesso Periapical Agudo</em></p>
<ul>
<li>Teste térmico</li>
<li>Percussão hipersensível</li>
<li>Localização da dor</li>
<li>Escurecimento dental</li>
<li>Pacientes com garrafa de água</li>
</ul>
<p><strong>Tratamento:</strong></p>
<ul>
<li>Biopulpectomia</li>
</ul>
<p><strong>Tratamento Emergencial:</strong></p>
<ul>
<li>Anestesia</li>
<li>Isolamento</li>
<li>Abertura endodôntica</li>
<li>Curetagem polpa coronária</li>
<li>Irrigação</li>
<li>Hemostasia</li>
<li>Curativo com associação Corticóide-antibiótico</li>
<li><b>Sempre fazer a abertura coronária</b></li>
</ul>
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</body></p>
<p align="center">
<p align="center"><b>Pulpite Crônica Ulcerada</b></p>
<p><strong>Etiologia:</strong> exposição pulpar + infecção por bactérias baixa virulência e longa duração<b></b></p>
<ul>
<li>Exposição pulpar prolongada (meses)</li>
<li>Superfície exposta da polpa : ulcerada</li>
<li>Positiva ao teste de sensibilidade</li>
<li>Dor exacerbada durante a mastigação</li>
<li>Sangramento ao toque</li>
</ul>
<p align="center">
<p align="center"><b>Pulpite Crônica Hiperplásica</b></p>
<p><b>Etiologia: </b>Exposição pulpar de longa duração +Infecção bacteriana de baixa virulência</p>
<ul>
<li>Positiva ao teste de sensibilidade</li>
<li>Pólipo pulpar</li>
<li>Sangramento ao toque</li>
<li>Dor durante a mastigação</li>
<li>Polpa resistente ao corte</li>
</ul>
<p><b>Condições para Pulpite Crônica Hiperplástica ou Pólipo Pulpar:</b></p>
<ul>
<li>Polpa jovem;</li>
<li>Cavidade ampla;</li>
<li>Resistência orgânica alta;</li>
<li>Baixa virulência;</li>
<li>Ápice incompleto.</li>
</ul>
<p><strong>Tratamento:</strong> (depende do grau de formação radicular)</p>
<ul>
<li>Conservador (curetagem pulpar ou pulpotomia)</li>
<li>Radical (pulpectomia)</li>
</ul>
<p>Saiba mais lendo o post sobre Alterações Pulpares Parte I, <a href="http://odontoup.com.br/alteracoes-periapicais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">clicando aqui</a></p>
<p><strong>Referência</strong><br />
LEONARDO, M. R. Endodontia Tratamento de Canais<br />
Radiculares: Princípios Técnicos e Biológicos. v.1. São Paulo:<br />
Artes Médicas, 2005. cap. 2, p. 21-48.<br />
Conteúdo baseado na aula da Profº Flavia Sens Fagundes Tomazinho</p>
]]></content:encoded>
					
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