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	<title>dentina &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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		<title>Planos Anatômicos: O Guia Completo para Estudantes de Odontologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 15:45:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Descubra o que são os planos anatômicos (sagital, coronal, transversal e tangenciais), como são usados no estudo da anatomia e por que são fundamentais para acadêmicos de odontologia. Aprenda com explicações simples e exemplos práticos!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="" data-start="277" data-end="600">Antes de mergulhar no estudo da <strong data-start="309" data-end="341">anatomia da cabeça e pescoço</strong>, é essencial entender a base de toda descrição anatômica: os <strong data-start="403" data-end="424">planos anatômicos</strong>. Eles são como “linhas imaginárias” que dividem o corpo humano em partes específicas, facilitando a <strong data-start="525" data-end="550">localização anatômica</strong>, a descrição e o estudo das estruturas corporais.</p>
<h3 data-start="602" data-end="985"><strong>Por que você precisa conhecê-los?</strong></h3>
<p class="" data-start="602" data-end="985">Na <strong data-start="605" data-end="620">odontologia</strong>, esses planos não são apenas teoria — eles são usados na <strong data-start="678" data-end="710">prática clínica odontológica</strong>, no <strong data-start="715" data-end="741">diagnóstico por imagem</strong>, em <strong data-start="746" data-end="766">cirurgias bucais</strong> e até em <strong data-start="776" data-end="811">procedimentos estéticos faciais</strong>. Dominar esse conceito é o primeiro passo para entender com clareza as relações anatômicas, interpretar exames e se comunicar com precisão com outros profissionais da saúde.</p>
<p class="" data-start="602" data-end="985"><strong>Posição de referência para a descrição anatômica e planos</strong></p>
<ul>
<li>Indivíduo em pé, ereto</li>
<li>Mãos pendentes ao lado do corpo</li>
<li>Palmas das mãos para frente</li>
<li>Calcanhares juntos, pés para frente</li>
</ul>
<p class="" data-start="169" data-end="452">Os <strong data-start="172" data-end="193">planos anatômicos</strong> são linhas imaginárias que <strong data-start="221" data-end="270">dividem o corpo humano em regiões específicas</strong> para facilitar a <strong data-start="288" data-end="316">descrição da localização</strong> das estruturas internas e externas. Eles funcionam como pontos de referência universais utilizados em anatomia, medicina e odontologia.</p>
<p class="" data-start="454" data-end="588">Quando usamos expressões como “anterior”, “posterior”, “superior” ou “inferior”, estamos nos baseando nesses planos para nos orientar.</p>
<p class="" data-start="649" data-end="736">Na <strong data-start="652" data-end="687">anatomia aplicada à odontologia</strong>, entender os planos anatômicos é essencial para:</p>
<ul data-start="738" data-end="1112">
<li class="" data-start="738" data-end="830">
<p class="" data-start="740" data-end="830"><strong data-start="740" data-end="777">Localizar estruturas com precisão</strong> em exames de imagem como tomografias e radiografias;</p>
</li>
<li class="" data-start="831" data-end="885">
<p class="" data-start="833" data-end="885">Realizar <strong data-start="842" data-end="870">procedimentos cirúrgicos</strong> com segurança;</p>
</li>
<li class="" data-start="886" data-end="940">
<p class="" data-start="888" data-end="940">Planejar intervenções em <strong data-start="913" data-end="939">harmonização orofacial</strong>;</p>
</li>
<li class="" data-start="941" data-end="1026">
<p class="" data-start="943" data-end="1026">Compreender relações entre músculos, ossos, vasos e nervos na <strong data-start="1005" data-end="1025">cabeça e pescoço</strong>;</p>
</li>
<li class="" data-start="1027" data-end="1112">
<p class="" data-start="1029" data-end="1112">Descrever lesões, patologias ou alterações anatômicas de forma clara e padronizada.</p>
</li>
</ul>
<p><strong><br />
Planos Anatômicos</strong><br />
São divididos em dois grupos: seccionais e tangenciais</p>
<hr />
<h3><strong>Planos Seccionais:</strong></h3>
<ul>
<li class="" data-start="1188" data-end="1549">
<p class="" data-start="1191" data-end="1278"><strong data-start="1191" data-end="1221">Plano sagital (ou mediano)</strong><br data-start="1221" data-end="1224" />Divide o corpo em <strong data-start="1245" data-end="1275">metades direita e esquerda</strong>.</p>
<ul data-start="1282" data-end="1549">
<li class="" data-start="1282" data-end="1341">
<p class="" data-start="1284" data-end="1341">O plano <strong data-start="1292" data-end="1309">mediano exato</strong> passa bem no centro do corpo.</p>
</li>
<li class="" data-start="1345" data-end="1430">
<p class="" data-start="1347" data-end="1430">Os planos <strong data-start="1357" data-end="1373">parasagitais</strong> são paralelos ao mediano, mas deslocados lateralmente.</p>
</li>
<li class="" data-start="1434" data-end="1549">
<p class="" data-start="1436" data-end="1549"><strong data-start="1436" data-end="1454">Na odontologia</strong>: usado para visualizar a simetria facial e estruturas como mandíbula, língua e cavidade nasal.</p>
</li>
</ul>
</li>
<li class="" data-start="1551" data-end="1818">
<p class="" data-start="1554" data-end="1664"><strong data-start="1554" data-end="1584">Plano coronal (ou frontal)</strong><br data-start="1584" data-end="1587" />Divide o corpo em <strong data-start="1608" data-end="1636">parte anterior (frontal)</strong> e <strong data-start="1639" data-end="1661">posterior (dorsal)</strong>.</p>
<ul data-start="1668" data-end="1818">
<li class="" data-start="1668" data-end="1767">
<p class="" data-start="1670" data-end="1767">Essencial para avaliar estruturas da <strong data-start="1707" data-end="1731">face, órbitas, nariz</strong> e tecidos moles da região facial.</p>
</li>
<li class="" data-start="1771" data-end="1818">
<p class="" data-start="1773" data-end="1818">Muito utilizado em <strong data-start="1792" data-end="1817">tomografias cone beam</strong>.</p>
</li>
</ul>
</li>
<li class="" data-start="1820" data-end="2086">
<p class="" data-start="1823" data-end="1934"><strong data-start="1823" data-end="1855">Plano transversal (ou axial)</strong><br data-start="1855" data-end="1858" />Divide o corpo em <strong data-start="1879" data-end="1907">parte superior (cranial)</strong> e <strong data-start="1910" data-end="1931">inferior (caudal)</strong>.</p>
<ul data-start="1938" data-end="2086">
<li class="" data-start="1938" data-end="2086">
<p class="" data-start="1940" data-end="2086">Fundamental em exames de imagem para <strong data-start="1977" data-end="2017">avaliar cortes horizontais da cabeça</strong>, incluindo <strong data-start="2029" data-end="2049">seios paranasais</strong>, maxila, mandíbula e base do crânio.</p>
</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li>Sagital ou Mediano</li>
<li>Coronal ou Frontal</li>
<li>Horizontal, Transversal ou Axial</li>
</ul>
<figure id="attachment_5690" aria-describedby="caption-attachment-5690" style="width: 952px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-5690 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/05/planos-e1460476604847.png" alt="planos seccionais " width="952" height="606" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/05/planos-e1460476604847.png 952w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/05/planos-e1460476604847-300x191.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/05/planos-e1460476604847-768x489.png 768w" sizes="(max-width: 952px) 100vw, 952px" /><figcaption id="caption-attachment-5690" class="wp-caption-text">Planos seccionais divididos (azul: sagital ou mediano/ vermelho: coronal ou frontar/ verde: transversal ou axial</figcaption></figure>
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<h3 class="" data-start="2093" data-end="2113"><strong>Dica clínica:</strong></h3>
<p class="" data-start="2114" data-end="2329">Em procedimentos de <strong data-start="2134" data-end="2177">toxina botulínica, preenchimento facial</strong> e até em <strong data-start="2187" data-end="2210">implantes dentários</strong>, saber exatamente onde cada plano cruza a anatomia do paciente evita complicações e garante maior precisão e simetria.</p>
<hr />
<h3 data-start="198" data-end="451"><strong>Planos tangenciais na odontologia:</strong></h3>
<p class="" data-start="198" data-end="451">Os <strong data-start="201" data-end="223">planos tangenciais</strong> são cortes anatômicos <strong data-start="246" data-end="269">menos convencionais</strong>, mas extremamente úteis na <strong data-start="297" data-end="320">odontologia moderna</strong>, especialmente em <strong data-start="339" data-end="375">exames de imagem tridimensionais</strong>, como a <strong data-start="384" data-end="450">tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC ou cone beam)</strong>.</p>
<p class="" data-start="453" data-end="768">Diferente dos planos anatômicos clássicos (sagital, coronal e transversal), os planos tangenciais <strong data-start="551" data-end="600">não seguem uma divisão padrão do corpo humano</strong>, mas são traçados de acordo com a <strong data-start="635" data-end="671">estrutura que se deseja analisar</strong>, <strong data-start="673" data-end="689">tangenciando</strong> (ou seja, <strong data-start="700" data-end="740">passando de forma paralela e próxima</strong>) à superfície de interesse.</p>
<p>Planos Tangenciais são</p>
<ul>
<li>Superior (S)</li>
<li>Inferior (I)</li>
<li>Anterior (A)</li>
<li>Posterior (P)</li>
<li>Lateral (L)</li>
</ul>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-5689" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/05/planos-tangenciais-e1460476774865.png" alt="planos tangenciais" width="369" height="681" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/05/planos-tangenciais-e1460476774865.png 587w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/05/planos-tangenciais-e1460476774865-163x300.png 163w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/05/planos-tangenciais-e1460476774865-555x1024.png 555w" sizes="(max-width: 369px) 100vw, 369px" /></p>
<h3><strong>Importância dos planos tangenciais na odontologia</strong></h3>
<ul data-start="833" data-end="1360">
<li class="" data-start="833" data-end="952">
<p class="" data-start="835" data-end="952">São essenciais para avaliar estruturas curvilíneas, como o contorno da maxila, mandíbula ou canal mandibular;</p>
</li>
<li class="" data-start="953" data-end="1132">
<p class="" data-start="955" data-end="1018">Permitem uma visualização mais fiel de regiões complexas, como:</p>
<ul data-start="1021" data-end="1132">
<li class="" data-start="1021" data-end="1055">
<p class="" data-start="1023" data-end="1055">Paredes dos seios maxilares;</p>
</li>
<li class="" data-start="1058" data-end="1083">
<p class="" data-start="1060" data-end="1083">Forames anatômicos;</p>
</li>
<li class="" data-start="1086" data-end="1132">
<p class="" data-start="1088" data-end="1132">Implantes dentários em áreas inclinadas;</p>
</li>
</ul>
</li>
<li class="" data-start="1133" data-end="1360">
<p class="" data-start="1135" data-end="1191">Facilitam o planejamento e execução de procedimentos em:</p>
<ul data-start="1194" data-end="1360">
<li class="" data-start="1194" data-end="1262">
<p class="" data-start="1196" data-end="1262">Harmonização orofacial (como o mapeamento do arco zigomático);</p>
</li>
<li class="" data-start="1265" data-end="1298">
<p class="" data-start="1267" data-end="1298">Ortodontia com alinhadores;</p>
</li>
<li class="" data-start="1301" data-end="1360">
<p class="" data-start="1303" data-end="1360">Cirurgias de terceiros molares ou lesões periapicais.</p>
</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p data-start="1367" data-end="1389"><em>Exemplo prático: Ao analisar uma tomografia para colocação de implantes, um plano tangencial pode ser traçado ao longo do rebordo alveolar para mostrar a espessura óssea em toda sua extensão, o que não seria possível com cortes apenas axiais ou sagitais.</em></p>
<hr />
<h3 class="" data-start="273" data-end="347"><strong>Exemplos práticos de aplicação dos planos anatômicos na Odontologia</strong></h3>
<ol data-start="349" data-end="1726">
<li class="" data-start="349" data-end="693">
<p class="" data-start="352" data-end="390"><strong data-start="352" data-end="390">Plano Sagital em Exames de Imagem:</strong></p>
<ul data-start="394" data-end="693">
<li class="" data-start="394" data-end="693">
<p class="" data-start="396" data-end="693">Quando o cirurgião-dentista analisa uma tomografia computadorizada para avaliar a posição de um dente incluso (como um terceiro molar), o plano sagital permite visualizar o corpo dividido em lado direito e esquerdo. Isso facilita a análise da simetria e o planejamento cirúrgico com mais precisão.</p>
</li>
</ul>
</li>
<li class="" data-start="695" data-end="1040">
<p class="" data-start="698" data-end="740"><strong data-start="698" data-end="740">Plano Frontal em Avaliações Estéticas:</strong></p>
<ul data-start="744" data-end="1040">
<li class="" data-start="744" data-end="1040">
<p class="" data-start="746" data-end="1040">Na harmonização orofacial, o plano frontal é utilizado para examinar a simetria facial, analisando elementos como a altura das sobrancelhas, o alinhamento dos lábios e a projeção do mento. Esse plano ajuda a planejar intervenções estéticas, como aplicação de toxina botulínica e preenchimentos.</p>
</li>
</ul>
</li>
<li class="" data-start="1042" data-end="1343">
<p class="" data-start="1045" data-end="1099"><strong data-start="1045" data-end="1099">Plano Transversal em Implantes e Anatomia de Base:</strong></p>
<ul data-start="1103" data-end="1343">
<li class="" data-start="1103" data-end="1343">
<p class="" data-start="1105" data-end="1343">Em aulas práticas de anatomia, o plano transversal é essencial para estudar cortes horizontais da cabeça e pescoço. Ele também é fundamental em exames de imagem para avaliar a largura óssea disponível na instalação de implantes dentários.</p>
</li>
</ul>
</li>
<li class="" data-start="1345" data-end="1726">
<p class="" data-start="1348" data-end="1394"><strong data-start="1348" data-end="1394">Posição Anatômica como Referência Clínica:</strong></p>
<ul data-start="1398" data-end="1726">
<li class="" data-start="1398" data-end="1726">
<p class="" data-start="1400" data-end="1726">Mesmo que o paciente esteja deitado na cadeira odontológica, toda a descrição anatômica (como distal, mesial, superior e inferior) parte da posição anatômica padrão — em pé, com os braços estendidos ao lado do corpo e as palmas voltadas para frente. Essa padronização evita confusões durante a comunicação entre profissionais.</p>
</li>
</ul>
</li>
</ol>
<p><strong>Termos de Relação Anatômica</strong></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Superior ou cranial:</strong> mais próximo da cabeça</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Inferior ou caudal:</strong> mais próximo dos pés</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Anterior ou ventral:</strong> mais próximo do ventre</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Posterior ou dorsal:</strong> mais próximo do dorso</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Proximal:</strong> mais próximo do ponto de origem</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Distal:</strong> mais afastado do ponto de origem</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Medial:</strong> mais próximo do plano sagital mediano</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Lateral:</strong> mais afastado do plano sagital mediano</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Homolateral ou ipsilateral:</strong> do mesmo lado do corpo</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Contra-lateral:</strong> do lado oposto do corpo</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Superficial:</strong> mais próximo da pele</span></li>
<li><strong>Profundo:</strong> mais afastado da pele</li>
</ul>
<p>Referências:</p>
<ul>
<li class="" data-start="180" data-end="353">
<p class="" data-start="183" data-end="353"><strong data-start="183" data-end="232">Moore, K. L., Dalley, A. F., &amp; Agur, A. M. R.</strong> – <em data-start="235" data-end="270">Anatomia Orientada para a Clínica</em><br data-start="270" data-end="273" />(Referência clássica para planos anatômicos, termos de posição e orientação).</p>
</li>
<li class="" data-start="355" data-end="506">
<p class="" data-start="358" data-end="506"><strong data-start="358" data-end="375">Netter, F. H.</strong> – <em data-start="378" data-end="404">Atlas de Anatomia Humana</em><br data-start="404" data-end="407" />(Muito usado por acadêmicos de odontologia e medicina para estudo visual dos planos anatômicos).</p>
</li>
<li class="" data-start="508" data-end="640">
<p class="" data-start="511" data-end="640"><strong data-start="511" data-end="546">Gray’s Anatomia para Estudantes</strong> – Drake, Vogl &amp; Mitchell<br data-start="571" data-end="574" />(Didática e objetiva, excelente para introduções sobre o tema).</p>
</li>
<li class="" data-start="642" data-end="796">
<p class="" data-start="645" data-end="796"><strong data-start="645" data-end="685">Terminologia Anatômica Internacional</strong> (TAI)<br data-start="691" data-end="694" />(Documento oficial com os nomes padronizados para estruturas anatômicas, incluindo planos e eixos).</p>
</li>
<li class="" data-start="798" data-end="887">
<p class="" data-start="801" data-end="887">Artigos e diretrizes educacionais de universidades renomadas como USP, UFMG e UNICAMP.</p>
</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/planos-anatomicos-odontologia/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Remoção Químico-Mecânica da Cárie Dental</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/remocao-quimico-mecanica-da-carie-dental/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2015 18:20:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Técnica Operatória & Materiais Dentários]]></category>
		<category><![CDATA[cárie]]></category>
		<category><![CDATA[cariostático]]></category>
		<category><![CDATA[dentina]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[vantagens]]></category>
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					<description><![CDATA[1. Em que consiste a técnica de remoção químico-mecânica da cárie dental? 2. Cite dois exemplos de materiais que cumprem esta finalidade. 3. Qual o princípio deste método? 4. Quais são limitações são apresentadas pelos métodos químicos-mecânicos de remoção da cárie? 5. Que tipo de dentina deve ser removida? Como recuperar as estruturas remanescentes? &#160; Questão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1. </strong>Em que consiste a técnica de remoção químico-mecânica da cárie dental?<br />
<strong>2. </strong>Cite dois exemplos de materiais que cumprem esta finalidade.<br />
<strong>3. </strong>Qual o princípio deste método?<br />
<strong>4. </strong>Quais são limitações são apresentadas pelos métodos químicos-mecânicos de remoção da cárie?<br />
<strong>5. </strong>Que tipo de dentina deve ser removida? Como recuperar as estruturas remanescentes?<br />
<a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4998" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png" alt="Respostas" width="760" height="100" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png 760w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas-300x39.png 300w" sizes="auto, (max-width: 760px) 100vw, 760px" /></a><br />
&nbsp;<br />
<strong>Questão 1. </strong><br />
Consiste na remoção do tecido cariado utilizando instrumentos manuais em conjunto com um material de ação química, sendo indicado para lesões em dentina, cavitada e sem envolvimento pulpar. A anestesia pode ser, na maioria das vezes, dispensada.<br />
<strong>Questão 2. </strong><br />
CARISOLV™: hipoclorito de sódio (NaOCI) a 0,5%; Gel vermelho, ácido glutâmico, leucina, lisina cloreto de sódio, eritrosina, carboximetil-celulose (CMC), hidróxido de sódio e água.<br />
<strong>Questão 3.</strong><br />
PAPACARIE®: gel, composto por papaína, cloramina, azul de toluidina, sais e espessante. Seus principais componentes ativos, a papaína e a cloramina, possuem propriedades bacteriostáticas, bactericidas e anti-inflamatórias.<br />
<strong>Questão 4. </strong><br />
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</script></p>
<p>A principal vantagem deles seria que seu agente ativo agiria sobre o colágeno pré-degradado, amolecendo o tecido cariado e facilitando a sua remoção, sem afetar os tecidos sadios e sem gerar estímulos dolorosos.<br />
Devido à boa aceitação por parte dos pacientes, a sua principal indicação seria o auxílio a técnicas restauradoras atraumáticas já realizadas em saúde pública, facilitando a remoção do tecido cariado, com o objetivo de diminuir a sensibilidade e o desconforto para o paciente, principalmente em casos de lesão aguda profunda em dentina.<br />
<strong>Questão 5.</strong><br />
É uma técnica baseada na intervenção mínima com ação seletiva, removendo apenas tecido cariado necrosado (dentina infectada) preservando a estrutura dentária sadia (dentina afetada) e está de acordo com os mesmos princípios biológicos de remoção parcial de tecido cariado em que se respaldam outras técnicas de comprovada efetividade (Bressani, 2003).<br />
O tecido dentinário remanescente é passível de recuperação desde que a cavidade esteja selada de forma a impedir o acesso dos microrganismos a nutrientes, tornando-os inviáveis (Conceição, 2000). Em adição está de acordo com os princípios do preparo cavitário para restaurações adesivas, seguindo a filosofia atual da Odontologia Preventiva.<br />
&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Órgão Dental em uma Visão Esquemática</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/orgao-dental-em-uma-visao-esquematica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2015 20:50:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anatomia e Escultura Dental]]></category>
		<category><![CDATA[Bioquímica]]></category>
		<category><![CDATA[Histologia]]></category>
		<category><![CDATA[dental]]></category>
		<category><![CDATA[dente]]></category>
		<category><![CDATA[dentina]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[órgão]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[teeth]]></category>
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					<description><![CDATA[O órgão dental é um sistema complexo que envolve tecido mineralizado, ósseo, conjuntivo, nervoso e fibroso. Cada parte desse sistema tem uma função importante para o equilíbrio bucal. A seguir, você pode conferir um Infográfico que mostra de forma interativa, como o órgão dental é disposto:]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h6></h6>
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<h6></h6>
<p>O órgão dental é um sistema complexo que envolve tecido mineralizado, ósseo, conjuntivo, nervoso e fibroso. Cada parte desse sistema tem uma função importante para o equilíbrio bucal. A seguir, você pode conferir um Infográfico que mostra de forma interativa, como o órgão dental é disposto:</p>
<h6><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/1433548281.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4187" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/1433548281.jpg" alt="1433548281" width="2400" height="2031" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/1433548281.jpg 2400w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/1433548281-300x254.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/1433548281-768x650.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/1433548281-1024x867.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 2400px) 100vw, 2400px" /></a></h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Adequação do Meio Bucal</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/adequacao-do-meio-bucal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2015 23:44:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontopediatria]]></category>
		<category><![CDATA[adequação]]></category>
		<category><![CDATA[bucal]]></category>
		<category><![CDATA[cárie]]></category>
		<category><![CDATA[dentina]]></category>
		<category><![CDATA[ionômero]]></category>
		<category><![CDATA[meio]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
		<category><![CDATA[zonas]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma dieta cariogênica é baseada no consumo elevado de carboidratos. O biofilme é presente em todo o indivíduo, no entanto, um biofilme potencialmente cariogênico se apresenta mais organizado e com bactérias mais seletivas. Já o hospedeiro, como um fato óbvio, precisa ter em sua boca, dentes para que esse ciclo ocorra. Ou seja, um recém-nascido [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma dieta cariogênica é baseada no consumo elevado de carboidratos. O biofilme é presente em todo o indivíduo, no entanto, um biofilme potencialmente cariogênico se apresenta mais organizado e com bactérias mais seletivas. Já o hospedeiro, como um fato óbvio, precisa ter em sua boca, dentes para que esse ciclo ocorra. Ou seja, um recém-nascido que ainda não apresenta dentição não é capaz de desenvolver a doença cárie.</p>
<p>Então, como fatores etiológicos, ou seja, fatores necessários para que o indivíduo tenha cárie dentária, é necessário dieta + biofilme + hospedeiro.</p>
<p>Existe uma diferença entre <strong>RISCO</strong> e <strong>ATIVIDADE</strong> de cárie. O risco antecede a doença, ou seja, se uma criança tem uma dieta com alto consumo de carboidratos e presença de biofilme, corre o risco de desenvolver a doença. Já atividade de cárie é quando existe presença de lesões ou manchas brancas ativas.<br />
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</script></p>
<p>A cárie dentária é um processo dinâmico que ocorre nos depósitos microbianos e que resulta em um distúrbio do equilíbrio entre a substância do dente e os microrganismos.  Como descreveu GUEDES Pinto em 1995, tem uma incidência alta, apesar dos métodos e meios de prevenção.</p>
<p><strong>Tratamento Restaurador </strong></p>
<ul>
<li>Repara os danos da doença</li>
<li>Não atua na doença em si</li>
<li>Atendimento integral do paciente infantil</li>
<li>De acordo com o risco e atividade da doença<br />
Conceito = é um conjunto de procedimentos que visam a promoção da saúde</li>
</ul>
<ul>
<li>Diminuição dos níveis de microrganismos cariogênicos</li>
<li>Eliminação de focos infecciosos</li>
<li>Estabilização de atividade da doença cárie /periodontal</li>
<li>Favorecimento de manutenção pós-eruptiva</li>
<li>Manejo clínico</li>
<li>Preparar cavidade para tratamento restaurador-habilitador</li>
</ul>
<p><strong>Objetivos: </strong></p>
<ol>
<li>Atuar nos agentes etiológicos da doença</li>
<li>Controlar o risco/ atividade de cárie</li>
<li>Controle do foco de infecção</li>
</ol>
<p>A mãe é uma das principais fontes de transmissão vertical dos Streptococcus do grupo Mutans para o bebê, com o período crítico sendo de 13 a 24 meses. No entanto, se o bebê não apresentar risco de doença, a presença desses microrganismos não são preocupantes. Mas é importante salientar sobre a orientação para retardar/ prevenir a contaminação.</p>
<p><strong>Controle de Biofilme: </strong><br />
Conjunto de medidas que tem por objetivo a remoção de placa dental e prevenção de sua recorrência. Pode ser realizada pelo próprio paciente.</p>
<p><strong>Escavação e Selamento das Lesões de Cárie: </strong></p>
<ul>
<li>Favorece a paralização da progressão da lesão</li>
<li>Reduz microbiota bucal cariogênica</li>
<li>Remove nichos de retenção bacteriana.</li>
</ul>
<p>Obs.: Não confundir com ART (<em>Atraumatic Restorative Treatment</em>)</p>
<p><strong>Objetivos: </strong></p>
<ul>
<li>Diminuir a quantidade e qualidade da microbiota</li>
<li>Formar dentina reparativa</li>
<li>Desmascarar lesões pulsares irreversíveis</li>
</ul>
<p><strong>Em quais dentes estão indicados: </strong></p>
<ul>
<li>Cavidades com profundidade rasa e média</li>
<li>Quando não há envolvimento pulpar</li>
<li>Quando não apresenta indicação de exodontia</li>
<li>Não apresenta de procedimento anestésico</li>
<li>O isolamento pode ser relativo</li>
</ul>
<p><strong>Avaliar aspecto clínico da lesão: </strong><br />
&#8211; Lesão ativa (aguda);<br />
&#8211; Lesão inativa (crônica).</p>
<p><strong>Zonas de Cárie em Dentina </strong><br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-3624 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/04/dentina-cariada.png" alt="dentina cariada" width="426" height="315" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/04/dentina-cariada.png 426w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/04/dentina-cariada-300x222.png 300w" sizes="auto, (max-width: 426px) 100vw, 426px" /></p>
<table style="height: 287px;" width="514">
<tbody>
<tr>
<td width="145">
<p style="text-align: center;"><strong>Característica</strong></p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="145"><strong><br />
Dentina Afetada</strong></td>
<td width="145">
<p style="text-align: center;"><strong>Dentina Infectada</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="145"><strong><span style="color: #003366;">Consistência</span></strong></td>
<td width="145">
<p style="text-align: center;">Firme</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="145">Amolecida</td>
</tr>
<tr>
<td width="145"><strong><span style="color: #003366;">Coloração</span></strong></td>
<td width="145">
<p style="text-align: center;">Escura</p>
</td>
<td width="145">
<p style="text-align: center;">Amarelada</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="145"><span style="color: #003366;"><strong>Quantidade de Bactéria</strong></span></td>
<td width="145">
<p style="text-align: center;">10<sup>5</sup> bactérias/g</p>
</td>
<td width="145">
<p style="text-align: center;">10<sup>8</sup> bactérias/g</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="145"><span style="color: #003366;"><strong>Organização</strong></span></td>
<td width="145">
<p style="text-align: center;">Organizada</p>
</td>
<td width="145">
<p style="text-align: center;">Desorganizada/descalcificada</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="145">
<p style="text-align: left;"><span style="color: #003366;"><strong>Condição</strong></span></p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="145">Remineralizável</td>
<td width="145">
<p style="text-align: center;">Não remineralizável</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Quais materiais utilizar?</strong></p>
<ul>
<li>Ionômero de Vidro</li>
<li>Óxido de Zinco e Eugenol &#8211; tipo II</li>
</ul>
<p><strong>Sequência Técnica </strong></p>
<ul>
<li>Isolamento relativo com rodetes de algodão;</li>
<li>Remoção somente da zona infectada de cárie com auxilio de colher de destina &#8211; ao sinal de dor, deve-se cessar a remoção;</li>
<li>Preenchimento da cavidade com ionômero de vidro (CIV) ou Óxido de Zinco e Eugenol (OZE)</li>
<li>Avaliar possibilidade de fluorterapia</li>
<li>Instruções de dieta (diário alimentar)</li>
</ul>
<p>Conteúdo baseado na aula da Prof. Sheila de Carvalho Stroppa, Odontopediatria &#8211; Universidade Positivo</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Dentina e Polpa &#8211;  Histologia</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/dentina-e-polpa-histologia/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/dentina-e-polpa-histologia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2015 02:55:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Histologia]]></category>
		<category><![CDATA[dentina]]></category>
		<category><![CDATA[odontoblastos]]></category>
		<category><![CDATA[polpa]]></category>
		<category><![CDATA[primária]]></category>
		<category><![CDATA[terciária]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=3483</guid>

					<description><![CDATA[A Dentina é o tecido dentário com maior volume. Composição 70% de mineral (hidroxiapatita); 18% orgânico; 12% agua. Características gerais Resiliência; Cor; Envolve a polpa. Estrutura Dentina primária (até o fechamento do ápice radicular) Dentina no manto Dentina circumpulpar Dentina circumpulpar 1° peritubular – ao redor do tubo; 2° intratubular – entre os tubos. Fluído [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A<strong> Dentina </strong>é o tecido dentário com maior volume.</p>
<p><strong>Composição</strong></p>
<ul>
<li>70% de mineral (hidroxiapatita);</li>
<li>18% orgânico;</li>
<li>12% agua.</li>
</ul>
<p><strong>Características gerais</strong></p>
<ul>
<li>Resiliência;</li>
<li>Cor;</li>
<li>Envolve a polpa.</li>
</ul>
<p><strong>Estrutura</strong></p>
<p><strong>Dentina primária</strong> (até o fechamento do ápice radicular)</p>
<ul>
<li>Dentina no manto</li>
<li>Dentina circumpulpar</li>
</ul>
<p><strong>Dentina circumpulpar</strong><br />
1° peritubular – ao redor do tubo;<br />
2° intratubular – entre os tubos.</p>
<p><strong>Fluído dentário</strong></p>
<ul>
<li>Liquido tissular – Até 30% do volume total da dentina percorre os canalículos e túbulos da polpa em direção ao esmalte.</li>
</ul>
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
<p><strong>Dentina interglobular</strong></p>
<ul>
<li>Falhas na mineralização da dentina (hipomineralização)</li>
</ul>
<p><strong>Dentina </strong><b>terciária</b><br />
1- Reparadora (célula indiferenciada da polpa);<br />
2- Reacional (odontoblastos, ex.: esclerosante)</p>
<hr>
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<p><strong>Polpa dentaria</strong></p>
<p><strong>Tecido conjuntivo</strong></p>
<ul>
<li>Coronário – coroa;</li>
<li>Radicular – raiz (tubuliforme);</li>
<li>Forame apical – ápice;</li>
<li>Canais acessórios –</li>
</ul>
<p>Matriz = fibras + substância fundamental</p>
<p><strong>Fibras</strong></p>
<ul>
<li>Colágeno tipo I (odontoblastos) tipo II (fibroblastos) e III;</li>
<li>Região apical mais fibrosa</li>
</ul>
<p><strong>Substância fundamental ou intercelular</strong></p>
<ul>
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</script></p>
<li>Aspecto gelatinoso denso, granular fibrilar.</li>
</ul>
<p><strong>Região central da polpa</strong></p>
<p><strong>Células indiferenciadas</strong></p>
<ul>
<li>Raras, apenas em polpa jovens;</li>
<li>Aspecto similar porém maiores que fibroblastos;</li>
<li>Dão origem a células referenciadas de acordo com a necessidade.</li>
</ul>
<p><strong>Células de defesa</strong></p>
<ul>
<li>Macrófagos fixos;</li>
<li>Mastócitos (reações alérgicas);</li>
<li>Plasmócitos (Ig);</li>
<li>Resposta inflamatória</li>
</ul>
<p><strong>Odontoblastos</strong><br />
Prolongamento permanece na dentina</p>
<ul>
<li>Corpo celular fina na polpa;</li>
<li>Região da coroa: cilíndricos em pseudoestratificação;</li>
<li>Região da raiz: cúbicos em camada única nítida;</li>
</ul>
<p><strong>Funções da polpa</strong></p>
<ul>
<li>Indutora – Induzir a formação (tecido) de dentina esclerosada;</li>
<li>Formadora –</li>
<li>Nutriente – Vaso sanguíneo;</li>
<li>Protetora – Estimulo dolorosa afim de defender.</li>
</ul>
<p><strong>Inervação da polpa</strong></p>
<ul>
<li>Origem &#8211; Trigêmeo e ramos simpáticos do gânglio cervical superior;</li>
<li>Axônios</li>
<li>Plexo nervoso na região subodontoblástica</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Bioquímica do Sistema Dentário</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/bioquimica-do-sistema-dentario/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/bioquimica-do-sistema-dentario/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2015 06:18:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bioquímica]]></category>
		<category><![CDATA[dentina]]></category>
		<category><![CDATA[esmalte]]></category>
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					<description><![CDATA[Veja a seguir tudo sobre esmalte, dentina e polpa: 1. Esmalte Tecido mineralizado que recebe a coroa anatômica (96%). Obs.: Coroa anatômica x clinica É produzido pelos ameloblastos. O esmalte não é uma estrutura estática, pois ele perde e ganha minerais (OH, Ca, PO4) estando sujeito a DES RE. Entre pH 5,5 e 7,0 = [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Veja a seguir tudo sobre esmalte, dentina e polpa:</p>
<p><strong>1. Esmalte<br />
</strong>Tecido mineralizado que recebe a coroa anatômica (96%). Obs.: Coroa anatômica x clinica<br />
É produzido pelos ameloblastos. O esmalte não é uma estrutura estática, pois ele perde e ganha minerais (OH, Ca, PO4) estando sujeito a DES RE.</p>
<p>Entre pH 5,5 e 7,0 = ganha e perde mineral e pH &lt; 5,5 ocorre a desmineralização,<br />
sendo considerado pH crítico</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-3316" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/03/bioquimica-1-150x150.png" alt="bioquimica 1" width="206" height="206" /><br />
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</script></p>
<p>Organização Estrutural do Esmalte:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3371" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/03/bioquimica-6.png" alt="bioquimica 6" width="572" height="194" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/03/bioquimica-6.png 572w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/03/bioquimica-6-300x102.png 300w" sizes="auto, (max-width: 572px) 100vw, 572px" /></p>
<p><strong>Mineral:</strong> D<sub>10</sub>, (T<sub>4</sub>)<sub>6</sub>, (M)<sub>2</sub>.<br />
D<sub>10</sub> – Cátion bivalente (2 cargas positivas): Ca<sup>+2</sup>, Ng<sup>+2</sup><br />
(T<sub>4</sub>)<sub>6</sub>&#8211; ânion trivalente (3 cargas negativas) PO<sub>4</sub><sup>-3</sup><br />
M<sub>2</sub> – ânion monovalente (1 carga negativa): Oh<sup>&#8211;</sup>, Cl<sup>&#8211;</sup>, F<sup>&#8211;</sup></p>
<p><strong>Exemplos:</strong><br />
&#8211; Ca<sub>10</sub>(PO<sub>4</sub>)<sub>6</sub>(OH)<sub>2</sub> – Hidróxiapatita<br />
&#8211; Mg<sub>10</sub>(PO<sub>4</sub>)<sub>6</sub>(OH)<sub>2</sub> – Magnésioapatita<br />
&#8211; Ca<sub>10</sub>(PO<sub>4</sub>)<sub>6</sub>(Cl)<sub>2</sub> – Cloroapatita<br />
&#8211; Ca<sub>10</sub>(PO<sub>4</sub>)<sub>6</sub>(F)<sub>2</sub> – Flúorapatita<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>A inclusão de flúor traz alguma vantagem?</strong></p>
<p>*Torna a apatita mais resistente</p>
<p><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/03/bioquimica-3.png" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3318" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/03/bioquimica-3.png" alt="bioquimica 3" width="474" height="329" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/03/bioquimica-3.png 474w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/03/bioquimica-3-300x208.png 300w" sizes="auto, (max-width: 474px) 100vw, 474px" /></a><br />
O esmalte dentário tem predomínio de cargas negativas na superfície, tem dualidade de carga, dessa maneira, facilita a retenção de proteínas.<br />
<strong><br />
Amelogeninas: </strong>no espaço interprísmatico<br />
<strong>Enamelinas:</strong>glicina e hidróxiproplina<br />
<strong>Amelogeninas: </strong>proteínas durante a formação do esmalte.<br />
<strong>Enamelinas: </strong>aparecem quando o esmalte está formado.</p>
<p><strong>2. Dentina</strong><br />
Tecido menos mineralizado do que o esmalte; (65%) mineral, e forma/delimita a câmara pulpar. Está localizada abaixo do esmalte na coroa anatômica e abaixo do cemento na raiz dentária. É produzido por células especializadas chamadas odontoblastos.</p>
<figure id="attachment_3319" aria-describedby="caption-attachment-3319" style="width: 370px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3319" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/03/bioquimica-4.png" alt="Capacidade de remineralização; Serve como suporte; pH critico &lt; 6,5." width="370" height="231" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/03/bioquimica-4.png 370w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/03/bioquimica-4-300x187.png 300w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><figcaption id="caption-attachment-3319" class="wp-caption-text">Capacidade de remineralização; Serve como suporte; pH critico &lt; 6,5.</figcaption></figure>
<p>Conteúdo resumido da aula do professor João Armando Brancher, da Universidade Positivo</p>
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