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	<title>dente &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>dente &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Erosão Ácida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Sep 2015 04:25:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bioquímica]]></category>
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					<description><![CDATA[A vida agitada e a mudança dos hábitos alimentares tem levado um grande número de pessoas a procurarem os dentista com uma queixa: sensibilidade por erosão ácida. Essa erosão é dada pelo consumo excessivo de alimentos como as frutas e sucos cítricos industrializados, refrigerantes, energéticos, doces e vinhos. O pH salivar presente na nossa boca, normalmente fica em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A vida agitada e a mudança dos hábitos alimentares tem levado um grande número de pessoas a procurarem os dentista com uma queixa: sensibilidade por erosão ácida. Essa erosão é dada pelo consumo excessivo de alimentos como as frutas e sucos cítricos industrializados, refrigerantes, energéticos, doces e vinhos.<br />
O pH salivar presente na nossa boca, normalmente fica em torno de 6,8 a 7,2. Ao ingerirmos alimentos ácidos, consequentemente, o pH salivar também tende a baixar. É comum muitas pessoas escovarem os dentes imediatamente após ingerirem alimentos ácidos, o que não é o indicado. Por outro lado, algumas pessoas não escovam os dentes durante o dia ou escovam em espaços prolongados. O esmalte dentário exposto sofre um processo de desmineralização. É ai que entra uma das funções da saliva: a capacidade <strong>tampão. </strong>Essa característica natural é aliada na manutenção da saúde bucal, pois serve como uma espécie de mediador de equilíbrio do pH. No entanto, com o consumo exagerado de alimentos ácidos, essa função fisiológica não consegue manter esse equilíbrio químico, fazendo com que o esmalte perca íons cálcio para o meio. O esmalte mais desmineralizado fica susceptível a abrasão da escovação, provocando uma erosão ácida.<br />
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<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4951 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Erosão-ácida-3.png" alt="Erosao acida " width="1024" height="768" /><br />
Quando o dente já apresenta algum sinal de erosão, o paciente deve procurar o dentista, na tentativa de reverter o quadro. Pode-se optar por tratamentos restauradores, orientação de escovação e dieta. Os sinais iniciais são: sensibilidade e descoloração. Já os sinais avançados podem ser: descoloração acentuada, fissuras e sensibilidade severa.<br />
Algumas medidas que podem ser tomadas para evitar a erosão são:</p>
<ul>
<li>evitar escovar os dentes imediatamente após consumirem alimentos ácidos;</li>
<li>ao ingerir bebidas ácidas, não deixar que fiquem na boca por períodos prolongados;</li>
<li>optar, sempre que possível, por usar um canudo que chegue até a parte posterior da boca;</li>
<li>escovar os dentes suavemente e com uma escova de cerdas macias.</li>
</ul>
<p>A erosão por meios ácidos deve ser considerada um problema sério, podendo levar, em algum casos mais avançados, a destruição de parte ou de toda estrutura dental.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Órgão Dental em uma Visão Esquemática</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/orgao-dental-em-uma-visao-esquematica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2015 20:50:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anatomia e Escultura Dental]]></category>
		<category><![CDATA[Bioquímica]]></category>
		<category><![CDATA[Histologia]]></category>
		<category><![CDATA[dental]]></category>
		<category><![CDATA[dente]]></category>
		<category><![CDATA[dentina]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[órgão]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[teeth]]></category>
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					<description><![CDATA[O órgão dental é um sistema complexo que envolve tecido mineralizado, ósseo, conjuntivo, nervoso e fibroso. Cada parte desse sistema tem uma função importante para o equilíbrio bucal. A seguir, você pode conferir um Infográfico que mostra de forma interativa, como o órgão dental é disposto:]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h6></h6>
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<p>O órgão dental é um sistema complexo que envolve tecido mineralizado, ósseo, conjuntivo, nervoso e fibroso. Cada parte desse sistema tem uma função importante para o equilíbrio bucal. A seguir, você pode conferir um Infográfico que mostra de forma interativa, como o órgão dental é disposto:</p>
<h6><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/1433548281.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4187" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/1433548281.jpg" alt="1433548281" width="2400" height="2031" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/1433548281.jpg 2400w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/1433548281-300x254.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/1433548281-768x650.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/1433548281-1024x867.jpg 1024w" sizes="(max-width: 2400px) 100vw, 2400px" /></a></h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Biogênese da Dentição Humana</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/biogenese-da-denticao-humana/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2015 04:26:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ortodontia & Ortopedia Facial]]></category>
		<category><![CDATA[decíduo]]></category>
		<category><![CDATA[dente]]></category>
		<category><![CDATA[dentes retidos]]></category>
		<category><![CDATA[espaço]]></category>
		<category><![CDATA[mandíbula]]></category>
		<category><![CDATA[maxila]]></category>
		<category><![CDATA[molar]]></category>
		<category><![CDATA[nance]]></category>
		<category><![CDATA[permanente]]></category>
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					<description><![CDATA[Dentição DecíduaInicia-se aproximadamente aos 6 meses de vida, com erupção do ICId (Incisivo Central Inferior decido). Completa aproximadamente aos 24-30 meses com erupção dos últimos dentes decíduos (segundos molares descidos). Seu término é dado até os 5,5 &#8211; 6 anos com erupção do primeiro dente permanente, sendo o 1MI (primeiro molar inferior) permanente. A cronologia de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dentição Decídua</strong><br />Inicia-se aproximadamente aos 6 meses de vida, com erupção do ICId (Incisivo Central Inferior decido). Completa aproximadamente aos 24-30 meses com erupção dos últimos dentes decíduos (segundos molares descidos). Seu término é dado até os 5,5 &#8211; 6 anos com erupção do primeiro dente permanente, sendo o 1MI (primeiro molar inferior) permanente. A cronologia de erupção é muito variável, sendo a sequência mais importante.</p>
<p><strong>Dentadura Mista</strong><br />Até o último dente decido esfoliar, sendo esse, o segundo molar inferior decíduo (2MId)</p>
<p><strong>Dentição Permanente</strong><br />Aos 12 anos &#8211; segundos molares permanentes<br />Aos 18 anos &#8211; terceiros molares. Obs.: clinicamente, podemos não considerar os terceiros molares.</p>
<p><strong>Sequência de erupção &#8211; Dentes Decíduos</strong></p>
<ol>
<li>Incisivos Centrais Inferiores</li>
<li>Incisivos Centrais Superiores</li>
<li>Incisivos Laterais Superiores</li>
<li>Incisivos Laterais Inferiores</li>
<li>Primeiro Molar Inferiores</li>
<li>Primeiro Molar Superiores</li>
<li>Caninos Inferiores</li>
<li>Caninos Superiores</li>
<li>Segundos Molares Inferiores</li>
<li>Segundo Molares Superiores</li>
</ol>
<p>Obs.: geralmente, os dentes mandibulares (inferiores) nascem um pouco antes que os maxilares (superiores).</p>
<p><strong>Característica Morfológicas da Dentadura Decídua</strong><br /><strong>1 &#8211; Arcos semi-circulares;</strong><br />2 &#8211; <strong>Diastemas generalizados</strong> (normalidade): a presença de diademas indica que os dentes que serão sucessores terão espaço para se acomodar adequadamente, já que eles são maiores que os antecessores.<br />3 &#8211; <strong>Implantação vertical dos dentes decíduos nos processos alveolares:</strong> os dentes decíduos não têm inclinação nos processos alveolares, ou seja, têm uma implantação vertical;<br />4 &#8211; <strong>Ausência de curvas compensatórias (Curva de Spee e Wilson):</strong> decorrente da compensação vertical dos processos alveolares;<br />5 &#8211; <strong>Espaços primatas:</strong> mesiais de caninos superiores e distal de caninos inferiores &gt; providencia espaço dimensional de caninos decíduos e permanentes;<br />6<strong> &#8211; Sobremordida:</strong> de 0 a 3 mm (normal); &gt; 3 mm (profunda); &lt; 0 mm (aberta);<br />7<strong> &#8211; Sobressaliência de 0 a 3 mm;</strong><br />8<strong> &#8211; Relação dos caninos em classe I;</strong><br />9 &#8211; <strong>Plano terminal do 2Md =</strong> reto ou degrau mesial. É aceitável no máximo um pequeno degrau mesial.<br />&#8211; Sem degrau = mordida topo a topo;<br />&#8211; Degrau mesial = Classe I;<br />&#8211; Degrau distal = Classe II;<br />&#8211; Grande degrau distal: Classe III.<br /><span style="color: #999999;">(Linden, 1986)</span></p>
<ul>
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<li>Primeiro período transicional</li>
<li>Período intertransicional</li>
<li>Segundo período transicional</li>
</ul>
<p><strong>Primeiro Período Transicional</strong><br />Nesse período ocorre 2 eventos importantes:</p>
<ol>
<li>Erupção dos primeiros molares permanentes;<br />&#8211; Com a erupção do primeiro molar permanente, surge a necessidade de controle clínico do perímetro do arco. Caso extraia um dente decíduo, há a necessidade de um mantenedor de espaço</li>
<li>Troca dos incisivos decíduos pelos permanentes</li>
</ol>
<p><strong>Período Intertransicional</strong><br />É um período estável entre os dois períodos de trocas dentárias. Não há trocas dentárias e há na boca um total de 24 dentes, sendo eles 12 decíduos e 12 permanentes simultaneamente.<br /><em>Fase do Patinho Feio (Broad dent) </em></p>
<ul>
<li>8 &#8211; 12 anos</li>
<li>divergências das coroas dos incisivos superiores</li>
<li>canino no ápice do lateral</li>
</ul>
<p><strong>Segundo Período Transicional</strong><br />Neste período, ocorre a troca dos caninos e molares descidos pelos caninos permanentes e pré-molares. Há também o ajuste da relação molar &#8211; Classe I, bem como, a erupção dos segundos molares permanentes<br />&#8211;<em> Espaço Livre de Nance </em></p>
<ul>
<li>+ 1,8 mm na maxila</li>
<li>+ 3,4 mm na mandíbula</li>
</ul>
<p>Isso porque:<br />&#8211; O canino decíduo é MENOR que o Canino permanente;<br />&#8211; O primeiro molar decido é IGUAL ao Primeiro Pré-molar;<br />&#8211; O segundo molar decíduo é muito MAIOR que o Segundo Pré-molar.<br />Esse espaço que sobra no Segundo Período Transicional é definido como o <span style="text-decoration: underline;"><em>Espaço Livre de Nance</em></span>.</p>
<p>Veja esse video incrível que mostra o desenvolvimento radicular: </p>


<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="3D modeling : Root tooth development" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/5Mi4AX50LO0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Conteúdo retirado da aula do Prof. Ricardo Moresca, Universidade Positivo</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Caninos: descrição anatômica, o que são, funções e características na Odontologia</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/caninos-descricao-anatomica/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/caninos-descricao-anatomica/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jun 2013 05:53:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anatomia e Escultura Dental]]></category>
		<category><![CDATA[anatomia]]></category>
		<category><![CDATA[canines]]></category>
		<category><![CDATA[caninos]]></category>
		<category><![CDATA[coroa]]></category>
		<category><![CDATA[dental]]></category>
		<category><![CDATA[dente]]></category>
		<category><![CDATA[função]]></category>
		<category><![CDATA[maxillary]]></category>
		<category><![CDATA[teeth]]></category>
		<category><![CDATA[tooth]]></category>
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					<description><![CDATA[Objetivo de considerar as formas, aspectos vestibulares, linguais, palatinos, mesiais e distais. Bem como, características das raizes e curiosidades dos caninos permanentes em maxila e mandíbula.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="1310" data-end="1561">Os caninos são dentes localizados entre os <strong><a href="https://www.odontoup.com.br/incisivos-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener">incisivos</a></strong> e os <strong><a href="https://www.odontoup.com.br/pre-molares-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener">pré-molares</a></strong>, desempenhando papel fundamental na mastigação e na proteção da oclusão. Na Odontologia, eles são essenciais para a estabilidade do arco dentário, estética do sorriso e guia canina.</p>
<p data-start="1565" data-end="1720">Anatomicamente, os caninos apresentam características próprias que os diferenciam dos demais dentes, especialmente por sua raiz longa e formato pontiagudo.</p>
<h2 data-start="1727" data-end="1755">O que são os caninos?</h2>
<p data-start="1757" data-end="1883">Os caninos são dentes anteriores de transição, com coroa pontiaguda e função adaptada à perfuração e rasgamento dos alimentos.</p>
<h2 data-start="1890" data-end="1928">Quantos dentes caninos existem?</h2>
<p data-start="1930" data-end="1987">A dentição permanente possui <strong data-start="1959" data-end="1979">4 dentes caninos</strong>, sendo:</p>
<ul data-start="1988" data-end="2037">
<li data-start="1988" data-end="2012">
<p data-start="1990" data-end="2012">2 caninos superiores</p>
</li>
<li data-start="2013" data-end="2037">
<p data-start="2015" data-end="2037">2 caninos inferiores</p>
</li>
</ul>
<h2 data-start="2044" data-end="2067">Tipos de caninos</h2>
<h3 data-start="2069" data-end="2097">&#8211;<strong> Caninos</strong> <strong>superiores</strong></h3>
<p data-start="2098" data-end="2175">São mais longos, volumosos e possuem grande importância estética e funcional.</p>
<h3 data-start="2177" data-end="2205">&#8211; <strong>Caninos</strong> <strong>inferiores</strong></h3>
<p data-start="2206" data-end="2290">Apresentam dimensões menores, mas exercem papel fundamental na estabilidade oclusal.</p>
<h2 data-start="2297" data-end="2323">Funções dos caninos</h2>
<p data-start="2325" data-end="2367">As principais funções dos caninos incluem:</p>
<ul data-start="2368" data-end="2508">
<li data-start="2368" data-end="2396">
<p data-start="2370" data-end="2396">Rasgamento dos alimentos</p>
</li>
<li data-start="2397" data-end="2434">
<p data-start="2399" data-end="2434">Proteção da oclusão (guia canina)</p>
</li>
<li data-start="2435" data-end="2468">
<p data-start="2437" data-end="2468">Estabilidade do arco dentário</p>
</li>
<li data-start="2469" data-end="2508">
<p data-start="2471" data-end="2508">Contribuição para a estética facial</p>
</li>
</ul>
<h2 data-start="2556" data-end="2601">Características anatômicas dos caninos</h2>
<p data-start="2603" data-end="2625">Os caninos apresentam:</p>
<ul data-start="2626" data-end="2753">
<li data-start="2626" data-end="2646">
<p data-start="2628" data-end="2646">Coroa pontiaguda</p>
</li>
<li data-start="2647" data-end="2683">
<p data-start="2649" data-end="2683">Uma única raiz, geralmente longa</p>
</li>
<li data-start="2684" data-end="2717">
<p data-start="2686" data-end="2717">Grande resistência estrutural</p>
</li>
<li data-start="2718" data-end="2753">
<p data-start="2720" data-end="2753">Importante inserção periodontal</p>
</li>
</ul>
<h2 data-start="2760" data-end="2805">Importância dos caninos na Odontologia</h2>
<p data-start="2807" data-end="2860">Na prática clínica, os caninos são fundamentais para:</p>
<ul data-start="2861" data-end="2982">
<li data-start="2861" data-end="2875">
<p data-start="2863" data-end="2875">Ortodontia</p>
</li>
<li data-start="2876" data-end="2896">
<p data-start="2878" data-end="2896">Prótese dentária</p>
</li>
<li data-start="2897" data-end="2921">
<p data-start="2899" data-end="2921">Planejamento oclusal</p>
</li>
<li data-start="2922" data-end="2945">
<p data-start="2924" data-end="2945">Estética do sorriso</p>
</li>
<li data-start="2946" data-end="2982">
<p data-start="2948" data-end="2982">Prevenção de desgastes dentários</p>
</li>
</ul>
<h2 data-start="3027" data-end="3069">Diferença entre caninos e incisivos</h2>
<ul data-start="3071" data-end="3159">
<li data-start="3071" data-end="3109">
<p data-start="3073" data-end="3109"><strong data-start="3073" data-end="3086">Incisivos</strong>: corte dos alimentos</p>
</li>
<li data-start="3110" data-end="3159">
<p data-start="3112" data-end="3159"><strong data-start="3112" data-end="3123">Caninos</strong>: rasgamento e proteção da oclusão</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<hr data-start="1722" data-end="1725" />
<h3 data-start="1727" data-end="1755"></h3>
<p>É o mais longo dos dentes. A coroa tem o mesmo comprimento da coroa do incisivo central superior, mas a raiz é bem mais longa. A forma da coroa dá ao canino um aspecto de força e robustez.</p>
<p>Os <strong>caninos</strong> são divididos em dois grupos, sendo 2 maxilares (superiores) e 2 mandibulares (inferiores): Servem como alicerces do arco (canto da boca) e geralmente são os últimos dentes a serem perdidos por doença periodontal.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-6308 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/what-we-do-1-e1464737551726.png" alt="dentes caninos – características anatômicas na Odontologia" width="1024" height="573" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/what-we-do-1-e1464737551726.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/what-we-do-1-e1464737551726-300x168.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/what-we-do-1-e1464737551726-768x430.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
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<p><b>Morfologia Geral</b></p>
<ul>
<li>Forma de cúspide;</li>
<li>Dente mais longo do arco;</li>
<li>Cúspide divide declive mesial e declive distal;</li>
<li>Presença de crista labial na vestibular;</li>
<li>Maior no sentido vestíbulo-lingual que no mesio-distal;</li>
</ul>
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</script></p>
<p><b>Aspecto Vestibular</b></p>
<ul>
<li>Forma pentagonal;</li>
<li>Cristas marginais mesiais mais curtas que cristas distais;</li>
</ul>
<p><b>Aspecto Proximal</b></p>
<ul>
<li>Cuneiforme, assim como os incisivos;</li>
<li>Linhas cervicais convexas em direção ao ápice, mais na face mesial que na distal;</li>
<li>Contorno lingual em forma de “S”.</li>
</ul>
<p><strong>Caninos Superiores: 13 e 23</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5667 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/canino-superior.jpg" alt="canino superior características anatômicas na Odontologia" width="568" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/canino-superior.jpg 568w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/canino-superior-222x300.jpg 222w" sizes="auto, (max-width: 568px) 100vw, 568px" /><br />
<b><br />
Aspecto Vestibular das Coroas</b></p>
<ul>
<li>Face vestibular composta por 3 lobos;</li>
<li>Contorno MESIAL amplamente convexo no terço médio, achatando – se no terço cervical;</li>
<li>Lado DISTAL forma um “S” raso, convexo no terço médio e ligeiramente côncavo no cervical;</li>
<li>Declive mesial mais curto que declive distal;</li>
</ul>
<p>Visto por vestibular, difere dos incisivos por ter uma coroa de contorno pentagonal e não quadrangular. Isto se deve à presença de uma cúspide na borda incisal, que a divide em duas inclinações. O segmento mesial da aresta* longitudinal é mais curto e menos inclinado. O maior e mais pronunciado segmento distal torna o ângulo disto-incisal mais arredondado e mais deslocado para a cervical do que o ângulo mésio-incisal.</p>
<p>A face vestibular tem no centro uma elevação longitudinal em forma de crista que termina na ponta da cúspide. É acompanhada de cada lado por sulcos rasos, que dão um aspecto trilobado à face, sendo que o lobo central é o mais proeminente.</p>
<p><b>Aspecto Palatino das Coroas</b></p>
<ul>
<li>Cíngulo grande e centralizado;</li>
<li>Cristas marginais geralmente menos proeminentes que a crista lingual;</li>
<li>Atrito oclusal;</li>
</ul>
<p>A lingual tem a mesma silhueta da face vestibular, mas é mais estreita, principalmente no terço cervical, devido à convergência pronunciada das faces de contato para a lingual e para a cervical. As cristas marginais e o cíngulo são bem desenvolvidos no canino superior. O cíngulo é especialmente robusto, lembrando uma pequena cúspide. Frequentemente, está unido à cúspide por uma crista cérvico-incisal, semelhante àquela da face vestibular. Quando presente, esta crista lingual divide a fossa lingual, que já é rasa, em uma mesial e outra distal, mais rasas ainda. Algumas vezes, a face lingual é lisa, sem a presença de crista ou fossas.</p>
<p><b>Raízes dos Caninos Superiores</b></p>
<ul>
<li><b>Vestibular – </b>Comprida, cônica; Terço apical estreito, frequentemente para distal; Face vestibular mais convexa;</li>
<li><b>Lingual – </b>Mais estreita que no lado vestibular;</li>
<li><b>Proximais – </b>Face mesial mais larga; Depressão longitudinal mais pronunciada na distal.</li>
</ul>
<hr />
<p><b><strong>Caninos Inferiores: 33 e 43</strong> </b></p>
<p>Em comparação com o canino superior, o canino inferior tem a coroa mais longa e estreita. Na realidade, ela habitualmente é só um pouco mais longa, mas a sua reduzida dimensão mésio-distal dá-lhe a aparência de coroa bem alta.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5666" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/canino-inferior.jpg" alt="canino inferior – características anatômicas na Odontologia" width="543" height="784" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/canino-inferior.jpg 1324w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/canino-inferior-208x300.jpg 208w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/canino-inferior-768x1110.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/canino-inferior-709x1024.jpg 709w" sizes="auto, (max-width: 543px) 100vw, 543px" /><br />
<b><br />
Aspecto Vestibular das Coroas</b></p>
<ul>
<li>Lisa e convexa;</li>
<li>Lado mesial convexo, tendendo a plano, quase em linha com a face mesial da raiz;</li>
<li>Parece haver mais da coroa na distal do longo eixo da raiz (aspecto de inclinação para distal);</li>
</ul>
<p>Por ser um dente mais estreito que o canino superior, sua face vestibular é mais convexa, mas não tem a crista cérvico-incisal tão marcada. A borda mesial é mais alta que a distal, mais retilínea, e continua alinhada com a superfície mesial da raiz. A borda distal, mais inclinada e curva, forma um ângulo com a superfície distal da raiz. Como o dente é mais estreito, a convergência dessas bordas para a cervical é menor em relação ao canino superior.</p>
<p>Tal como no canino superior, a coroa não tem simetria bilateral, porque o segmento mesial da aresta longitudinal da cúspide é menor e menos inclinado (quase horizontal) que o distal. Os ângulos mésio-incisal e disto-incisal e as áreas de contato se dispõem como no canino superior.<br />
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</script></p>
<p><b>Aspecto Lingual das Coroas</b></p>
<ul>
<li>Cíngulo baixo, menos volumoso, deslocado para distal;</li>
<li>Crista lingual e fossas linguais discretas;</li>
<li>Coroa e raiz se afilam da vestibular para lingual;</li>
</ul>
<p>Face lingual: em contraste com o canino superior, nem o cíngulo nem as cristas marginais são bem marcados. Também não há crista que una o cíngulo à cúspide. Sua forma acompanha, assim, a dos incisivos inferiores, com uma fossa lingual pouco escavada.</p>
<p><b>Aspecto Proximal das Coroas</b></p>
<ul>
<li>Borda incisal inclinada para distal;</li>
<li>Curvatura da linha cervical maior na mesial;</li>
</ul>
<p>Por esta vista, a borda vestibular é menos convexa que a do canino superior. O diâmetro vestíbulo-lingual também é menor.</p>
<p><b>Raízes dos Caninos Inferiores</b></p>
<ul>
<li><b>Vestibular – </b>Convexo, reto (curvatura não deve ser decisiva na identificação do lado do dente)</li>
<li><b>Lingual – </b>Mais estreita que no lado vestibular;</li>
<li><b>Proximal – </b>Depressão longitudinal mais profunda na distal.</li>
</ul>
<h2>Curiosidade</h2>
<p><em>A prevalência de caninos inferiores birradiculares* gira em torno de 5%. Quando esta variação ocorre, a raiz vestibular é ligeiramente maior que a lingual e o ponto<br />
de bifurcação* está geralmente no terço médio.<br />
Link do pubmed: </em><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/18265772/" target="_blank" rel="noopener">Mandibular canine with two separated canals</a></p>
<h2 data-start="3166" data-end="3182">Conclusão</h2>
<p data-start="3184" data-end="3416">Os caninos exercem papel essencial na função mastigatória, na estabilidade oclusal e na estética do sorriso. O conhecimento detalhado de suas características anatômicas é indispensável para a prática odontológica segura e eficiente.</p>
<h2 data-start="3482" data-end="3522">Perguntas frequentes sobre caninos</h2>
<p data-start="3524" data-end="3675"><strong data-start="3524" data-end="3563">Qual a função dos dentes caninos?</strong><br data-start="3563" data-end="3566" />Os caninos são responsáveis pelo rasgamento dos alimentos e pela proteção da oclusão por meio da guia canina.</p>
<hr data-start="3677" data-end="3680" />
<p data-start="3682" data-end="3786"><strong data-start="3682" data-end="3735">Quantos caninos existem na dentição permanente?</strong><br data-start="3735" data-end="3738" />Existem 4 dentes caninos na dentição permanente.</p>
<hr data-start="3788" data-end="3791" />
<p data-start="3793" data-end="3894"><strong data-start="3793" data-end="3826">Caninos têm quantas raízes?</strong><br data-start="3826" data-end="3829" />Os caninos possuem uma única raiz, geralmente longa e resistente.</p>
<hr data-start="3896" data-end="3899" />
<p data-start="3901" data-end="4023"><strong data-start="3901" data-end="3949">Qual a importância dos caninos na oclusão?</strong><br data-start="3949" data-end="3952" />Eles protegem os dentes posteriores durante os movimentos mandibulares.</p>
<hr data-start="4025" data-end="4028" />
<p data-start="4030" data-end="4201"><strong data-start="4030" data-end="4083">Caninos superiores e inferiores são diferentes?</strong><br data-start="4083" data-end="4086" />Sim. Os superiores são maiores e mais evidentes esteticamente, enquanto os inferiores são menores e mais estreitos.</p>
<p>Veja também:</p>
<p><a href="https://www.odontoup.com.br/incisivos-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Anatomia dos Incisivos </a><br />
<a href="https://www.odontoup.com.br/pre-molares-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Anatomia dos Pré-Molares</a><br />
<a href="https://www.odontoup.com.br/molares-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Anatomia dos Molares </a></p>
<p><em>Referência: Miguel Carlos Madeira, Anatomia do Dente, 5 edição. </em></p>
<p>Atualizado dia 07/07/2021</p>
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