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	<title>dental &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>dental &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Bruxismo na Infância e na Adolescência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jan 2016 15:59:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontopediatria]]></category>
		<category><![CDATA[adolescente]]></category>
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					<description><![CDATA[O que é o Bruxismo? Se uma criança ou um adolescente apresenta bruxismo na casa, dificilmente pais, irmãos ou pessoas que convivem no mesmo ambiente não notem o fato. Ranger ou apertar os dentes com força, chegando a apresentar sons é o que caracteriza o bruxismo. Quando se manifesta durante o dia chama-se bruxismo da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que é o Bruxismo?</strong><br />
Se uma criança ou um adolescente apresenta bruxismo na casa, dificilmente pais, irmãos ou pessoas que convivem no mesmo ambiente não notem o fato. Ranger ou apertar os dentes com força, chegando a apresentar sons é o que caracteriza o bruxismo. Quando se manifesta durante o dia chama-se bruxismo da vigília e na maioria das vezes ocorre em forma de apertamento dos dentes.</p>
<p>Em crianças mais novas, o bruxismo pode ser uma consequência da imaturidade da formação do sistema neuromuscular, apresentando-se de forma passageira, decorrente da “descoberta” dos contatos dos dentes que irromperam na cavidade bucal.</p>
<p>A presença de bruxismo do sono em crianças é motivo de preocupação por parte dos pais, pois a percepção do barulho de ranger de dentes pode prejudicar a qualidade do sono, afetando a saúde e a vida no dia-a-dia da família.<br />
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<p>O bruxismo é classificado como uma desordem de movimento relacionada ao sono, cuja presença pode ou não representar um distúrbio. Para ser diagnosticado como tal é preciso que hajam queixas de alterações no sono, sonolência diurna ou fadiga.</p>
<p><strong>O que causa o bruxismo na infância?</strong></p>
<p>Diversos fatores podem ser associados à ocorrência de bruxismo em crianças e adolescentes. Fatores psicossociais, predisposição genética e familiar, fatores exógenos (álcool, cafeína, exposição à fumaça de cigarro, drogas ilícitas e alguns medicamentos), respiração bucal, asma e outras doenças sistêmicas têm sido associados ao bruxismo. Crianças que dormem menos de oito horas por noite e com presença de luz e barulho durante o sono são mais predispostas ao problema.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-5426 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Resultados-do-Bruxismo-2-e1453304682613.png" alt="bruxismo infancia " width="1024" height="683" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Resultados-do-Bruxismo-2-e1453304682613.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Resultados-do-Bruxismo-2-e1453304682613-300x200.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Resultados-do-Bruxismo-2-e1453304682613-768x512.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Veja o resultado do bruxismo:</p>
<figure id="attachment_5425" aria-describedby="caption-attachment-5425" style="width: 446px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/01/bruxismo-2.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="size-full wp-image-5425" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/01/bruxismo-2.jpg" alt="Desgastes severos nos incisivos superiores e inferiores decíduos e guia incisal dos incisivos centrais inferiores já em desgaste por atrição." width="446" height="248" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/01/bruxismo-2.jpg 446w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/01/bruxismo-2-300x167.jpg 300w" sizes="(max-width: 446px) 100vw, 446px" /></a><figcaption id="caption-attachment-5425" class="wp-caption-text">Desgastes severos nos incisivos superiores e inferiores decíduos e guia incisal dos incisivos centrais inferiores já em desgaste por atrição.</figcaption></figure>
<p><strong>Como se faz o diagnóstico ?</strong></p>
<p>O diagnóstico de bruxismo em crianças se baseia no relato dos pais/cuidadores, pois são eles que percebem o ranger ou apertar de dentes das crianças com maior fidelidade. Os desgastes excessivos dos dentes decíduos (dentes “de leite”) podem ser indicativos de bruxismo, assim como sinais e sintomas de dor e/ou fadiga da musculatura mastigatória quando estão associados ao relato de ranger de dentes.</p>
<p>A polissonografia, exame realizado no laboratório de sono, embora não seja necessária para o diagnóstico, deve estar associada à gravação de audio e vídeo para o estabelecimento do diagnóstico definitivo de bruxismo.</p>
<p><strong>Como tratar ?</strong></p>
<p>Os pais muitas vezes não sabem que conduta tomar frente ao bruxismo, por isso se faz necessário o apoio do cirurgião-dentista ou do odontopediatra para o controle dos sintomas e desgastes dos dentes. O tratamento deve ser multidisciplinar, em conjunto com a medicina e a psicologia, visando a melhora na qualidade de vida do paciente e de seus familiares.<br />
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</body></p>
<p>Autora:</p>
<div><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Foto_joyce.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class=" wp-image-5429 alignleft" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Foto_joyce.jpeg" alt="Foto_joyce" width="85" height="128" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Foto_joyce.jpeg 426w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Foto_joyce-200x300.jpeg 200w" sizes="(max-width: 85px) 100vw, 85px" /></a>Joyce Duarte</div>
<div>Cirurgiã dentista &#8211; Universidade Federal do Paraná</div>
<div>Especialista em Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial &#8211; Universidade Federal do Paraná</div>
<div>Especialista em Ortodontia &#8211; Instituto Cabrera de Ortodontia</div>
<div>Mestranda em Odontologia &#8211; Universidade Federal do Paraná</div>
<p>Referências Bibliográficas</p>
<ol>
<li>Lam MH, Zhang J, Li AM, et al. A community study of sleep bruxism in Hong Kong children: association with comorbid sleep disorders and neurobehavioral consequences. Sleep Med. 2011;12:641–5.</li>
<li>Cheifetz AT, Osganian SK, Allred EN, et al. Prevalence of bruxism and associated correlates in children as reported by parents. J Dent Child. 2005;72:67–73.</li>
<li>Carra MC, Huynh N, Morton P, et al. Prevalence and risk factors of sleep bruxism and wake-time tooth clenching in a 7- to 17-yr-old population. Eur J Oral Sci. 2011;119:386–94.</li>
<li>Montaldo, L, et al. Association between exposure to secondhand smoke and sleep bruxism in children: a randomised control study. Tobacco Control. 2012; 21: 392-396.</li>
<li>Castroflorio T, Bargellini A, Rossini G, Cugliari G, Rainoldi A, Deregibus A. Risk factors related to sleep bruxism in children: A systematic literature review. Arch Oral Biol. 2015 Nov;60(11):1618-24.</li>
<li>Serra-Negra JM, et al. Environmental factors, sleep duration, and sleep bruxism in Brazilian schoolchildren: a case-control study. Sleep Medicine. 2014; 15: 236–239.</li>
<li>Carlsson GE, Egermark I, Magnusson T. Predictors of bruxism, other oral parafunctions and dental wear over a 20-year follow-up period. J Orofac Pain. 2003;17:50-57.</li>
<li>Takagi I, Sakurai K. Investigation of the factors related to the formation of the buccal mucosa ridging. J Oral Rehabil 2003;30:565-572.</li>
<li>Pergamalian A, Rudy TE, Zaki HS, Greco CM. The association between wear facets, bruxism, and severity of facial pain in patients with temporomandibular disorders. J Prosthet Dent. 2003; 90:194-200</li>
<li>Lobbezoo F, Ahlberg J, Glaros AG, Kato T, Koyano K, Lavigne GJ, de Leeuw R, Manfredini D, Svensson P, Winocur E. Bruxism defined and graded: an international consensus. J Oral Rehabil. 2013; 40(1):2-4.</li>
<li>Ferreira-Bacci AV, Cardoso CLC, Diaz-Serrano KV. Behavioral problems and emotional stress in children with bruxism. Braz Dent. J 2012;23:246-251.</li>
<li>Herrera M, Valencia I, Grant M, Metroka D, Chialastri A, Kothare SV. Bruxism in children: effect on sleep architecture and daytime cognitive performance and behaviour. Sleep 2006;29:1143-1148.</li>
<li>International Classification of Sleep Disorders. American Academy of Sleep Medicine, 2014.</li>
</ol>
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		<title>Clareamento Dental</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/clareamento-dental/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2015 17:08:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dentística & Estética]]></category>
		<category><![CDATA[carbamida]]></category>
		<category><![CDATA[clareador]]></category>
		<category><![CDATA[clareamento]]></category>
		<category><![CDATA[dental]]></category>
		<category><![CDATA[hidrogênio]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[peróxido]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
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					<description><![CDATA[Esteticamente, dentes brancos são essenciais para a integração do individuo na sociedade. O clareamento dental é uma das alternativas terapêuticas para alcançar este objetivo. Esse procedimento clínico estético que tem sido amplamente divulgado e realizado nos consultórios odontológicos, apesar de não se conhecer exatamente os efeitos adversos que este tratamento pode causar nas estruturas do órgão dental. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="dropcap">E</span>steticamente, dentes brancos são essenciais para a integração do individuo na sociedade. O clareamento dental é uma das alternativas terapêuticas para alcançar este objetivo. Esse procedimento clínico estético que tem sido amplamente divulgado e realizado nos consultórios odontológicos, apesar de não se conhecer exatamente os efeitos adversos que este tratamento pode causar nas estruturas do órgão dental.<br />
Existem diversas formas para denominarmos as técnicas de clarear os dentes. No Brasil o termo mais difundido é o “clareamento”, os nomes de clareação e branqueamento são menos utilizados, porém podem ser encontrados na literatura. O termo branqueamento, origina-se da palavra <em>whitening</em> em inglês. Apesar de não ser exatamente o que ocorre durante o procedimento.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5244" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/11/clareamento-2-e1446828518563.png" alt="clareamento-2" width="990" height="601" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/11/clareamento-2-e1446828518563.png 990w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/11/clareamento-2-e1446828518563-300x182.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/11/clareamento-2-e1446828518563-768x466.png 768w" sizes="auto, (max-width: 990px) 100vw, 990px" /></p>
<p>Os dentes poderão sofrer alterações na saturação ou no croma mas não na matiz, por exemplo uma pessoa que apresenta cor C3 poderá, após o tratamento ficar com a cor C2 ou C1 mas não alterar a sua matiz para o B1 ou A2.</p>
<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column"><strong>Etiologia das alterações de cor do elemento dental</strong></div>
<div></div>
<div class="column">
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<p>O dente é um elemento policromático e sua cor é estabelecida pela dentina resultando em uma coloração amarelada. O esmalte dental é translúcido e irá atenuar a cor da dentina, quanto maior for a mineralização do esmalte, mais translúcido ele se torna. As áreas cervicais e incisais dos dentes refletem esse comportamento do esmalte e da dentina. Na região incisai, a translucidez é mais evidente.</p>
<div class="page" title="Page 3">
<div class="layoutArea">
<div class="column">Após o estudo das etiologias das alterações de cor e os mecanismos envolvidos no clareamento pode-se afirmar que o sucesso da técnica depende: de um adequado diagnóstico, bom plano de tratamento, seleção adequada da técnicas utilizada, associada ao o potencial do agente clareador e documentação completa do casos incluindo radiografias e fotografias iniciais. Porém o sucesso do tratamento também está na dependência das orientações dadas aos paciente e sua colaboração durante o processo clareador.</div>
</div>
</div>
<p><strong>Como funciona</strong></p>
<div class="page" title="Page 6">
<div class="layoutArea">
<div class="column">O processo de escurecimento dental ocorre devido a formação de estruturas quimicamente estáveis, responsáveis pela instalação progressiva de manchas na coroa dental. O processo básico de clareamento envolve a <strong>oxidação</strong>, que consiste em um processo químico onde os materiais orgânicos são convertidos em dióxido de carbono e água. Os pigmentos são compostos de grandes quantidades de moléculas de carbono (macromoléculas). Essas são quebradas e convertidas em compostos intermediários (cadeias menores) que são mais claros. Essa reação química altera o tipo, número e posição relativa dos átomos que compõem essas moléculas. No decorrer do clareamento as cadeias de carbono são transformadas em CO2 e H2O, sendo gradualmente liberados junto com o oxigênio nascente. O ponto de saturação é o momento em que ocorre o máximo de clareamento, a partir dessa etapa os pigmentos não são mais clareados e o agente clareador começa a atuar em outros compostos que apresentam cadeias de carbono, como as proteínas da matriz do esmalte. Nesse ponto ocorre a perda de estrutura dental, por isso é necessário saber quando cessar o processo, pois, no momento em que há perda de estrutura dental perde-se todo benefício estético do clareamento.</div>
<div class="column"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5241" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/11/clareamento1-e1446827081100.png" alt="clareamento" width="1024" height="645" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/11/clareamento1-e1446827081100.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/11/clareamento1-e1446827081100-300x189.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/11/clareamento1-e1446827081100-768x484.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><br />
Existem várias técnicas de clareamento dental, tanto papa dentes vitais, como para dentes despolpados. As mais utilizadas são para dentes vitais, onde se pode fazer um clareamento através de moldeiras e com gel clareador de peróxido de hidrogênio, carbamida ou associados, em uma concentração mais baixa. E também, o mais procurado nos consultórios, que são os clareamentos assistidos, ou seja, com a supervisão direta do cirurgião-dentista. Essa, por sua vez, utiliza um peróxido de hidrogênio de 30% a 35% e peróxido de carbamida de 22%, 35% e 37%. Esses produtos são mais concentrados e acabam sendo mais tóxicos, por isso necessitam de uma proteção dos tecidos moles.</p>
<div class="page" title="Page 7">
<div class="layoutArea">
<div class="column"><strong>Vantagem</strong></div>
<div></div>
<div class="column">
<ul>
<li>rapidez no processo através do uso de agentes ativados por luz e calor (depende do produto, podendo levar de 1 a 3 sessões, alternando aplicações em cada).</li>
</ul>
<p><strong>Desvantagem</strong></p>
<div class="page" title="Page 8">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<ul>
<li>As desvantagens dessa técnica são: maior sensibilidade no pós-operatório devido a alta concentração dos agentes clareadores</li>
<li>o tempo de consulta é maior, consequentemente o custo é mais elevado e assim como as outras técnicas os resultados são imprevisíveis.</li>
<li>após algum tempo os dentes desidratados pelo isolamento e desmineralizados pelo condicionamento ácido remineralizam e ocorre uma hidratação, produzindo um efeito de regressão a cor original;</li>
<li>pode necessitar de repetições</li>
</ul>
<p><strong>Limitações</strong></p>
<ul>
<li>não é indicado para gestantes e lactantes</li>
</ul>
</div>
</div>
</div>
<div class="page" title="Page 8">
<div class="layoutArea">
<div></div>
<div class="column">Com a associação das técnicas ocorre um ganho de tempo e aumento da segurança nos procedimentos, aliando as vantagens da técnica no consultório com a caseira, GARBER,1997.<br />
A sensibilidade é advinda por conta de um processo inflamatório, por isso, pode-se receitar um anti-inflamatório para amenizar a sensibilidade dentária do paciente. Caso o paciente relate uma grande sensibilidade pré-tratamento, deve-se avaliar a real necessidade do clareamento.<br />
Uma avaliação inicial, composta por uma anamnese completa, exame clinico e radiográfico deve ser realizada. A localização de restaurações presentes, pigmentação severa por fatores como: uso de tetraciclinas (grau III e IV), eritroblastose fetal e outras devem ser bem analisadas.<br />
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</body></p>
<p>Referências<br />
http://www.forp.usp.br/restauradora/dentistica/temas/clar_dent/clar_dent.pdf<br />
COLDEBELLA, Cármen Regina et al.<span class="article-title">.</span><i> Braz. Dent. J.</i> [online]. 2009, vol.20, n.4, pp. 267-274.</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="sNSkKksmH2"><p><a href="https://www.abcdasaude.com.br/odontologia/clareamento-dentario/" target="_blank" rel="noopener">Clareamento Dentário</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Clareamento Dentário&#8221; &#8212; ABC da Saude" src="https://www.abcdasaude.com.br/odontologia/clareamento-dentario/embed/#?secret=sNSkKksmH2" data-secret="sNSkKksmH2" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe><br />
Fonte da imagem em destaque: http://www.sbodontologiaespecializada.com.br/Fotos/clareamento%201.jpg</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Órgão Dental em uma Visão Esquemática</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/orgao-dental-em-uma-visao-esquematica/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/orgao-dental-em-uma-visao-esquematica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2015 20:50:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anatomia e Escultura Dental]]></category>
		<category><![CDATA[Bioquímica]]></category>
		<category><![CDATA[Histologia]]></category>
		<category><![CDATA[dental]]></category>
		<category><![CDATA[dente]]></category>
		<category><![CDATA[dentina]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[órgão]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[teeth]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=4180</guid>

					<description><![CDATA[O órgão dental é um sistema complexo que envolve tecido mineralizado, ósseo, conjuntivo, nervoso e fibroso. Cada parte desse sistema tem uma função importante para o equilíbrio bucal. A seguir, você pode conferir um Infográfico que mostra de forma interativa, como o órgão dental é disposto:]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h6></h6>
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<p>O órgão dental é um sistema complexo que envolve tecido mineralizado, ósseo, conjuntivo, nervoso e fibroso. Cada parte desse sistema tem uma função importante para o equilíbrio bucal. A seguir, você pode conferir um Infográfico que mostra de forma interativa, como o órgão dental é disposto:</p>
<h6><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/1433548281.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4187" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/1433548281.jpg" alt="1433548281" width="2400" height="2031" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/1433548281.jpg 2400w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/1433548281-300x254.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/1433548281-768x650.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/1433548281-1024x867.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 2400px) 100vw, 2400px" /></a></h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Pré-Molares: descrição Anatômica, o que são, funções e características na Odontologia</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/pre-molares-descricao-anatomica/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/pre-molares-descricao-anatomica/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Aug 2013 13:59:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anatomia e Escultura Dental]]></category>
		<category><![CDATA[anatomia]]></category>
		<category><![CDATA[dental]]></category>
		<category><![CDATA[dentristry]]></category>
		<category><![CDATA[pre-molar]]></category>
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					<description><![CDATA[Os pré-molares são dentes localizados entre os caninos e os molares, desempenhando função intermediária na mastigação. Na Odontologia, eles são fundamentais para a trituração inicial dos alimentos, estabilidade oclusal e manutenção da dimensão vertical. Anatomicamente, os pré-molares apresentam características próprias que os diferenciam dos dentes anteriores e posteriores. O que são os pré-molares? Os pré-molares [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="1316" data-end="1569">Os pré-molares são dentes localizados entre os <a href="https://www.odontoup.com.br/caninos-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener">caninos</a> e os <a href="https://www.odontoup.com.br/molares-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener">molares</a>, desempenhando função intermediária na mastigação. Na Odontologia, eles são fundamentais para a trituração inicial dos alimentos, estabilidade oclusal e manutenção da dimensão vertical.</p>
<p data-start="1573" data-end="1695">Anatomicamente, os pré-molares apresentam características próprias que os diferenciam dos dentes anteriores e posteriores.</p>
<h2 data-start="1702" data-end="1734">O que são os pré-molares?</h2>
<p data-start="1736" data-end="1892">Os pré-molares são dentes posteriores de transição, com superfícies oclusais adaptadas à trituração dos alimentos e à distribuição das forças mastigatórias.</p>
<h2 data-start="1899" data-end="1941">Quantos dentes pré-molares existem?</h2>
<p data-start="1943" data-end="2004">A dentição permanente possui <strong data-start="1972" data-end="1996">8 dentes pré-molares</strong>, sendo:</p>
<ul data-start="2005" data-end="2062">
<li data-start="2005" data-end="2033">
<p data-start="2007" data-end="2033">4 pré-molares superiores</p>
</li>
<li data-start="2034" data-end="2062">
<p data-start="2036" data-end="2062">4 pré-molares inferiores</p>
</li>
</ul>
<h2 data-start="2069" data-end="2096">Tipos de pré-molares</h2>
<h3 data-start="2098" data-end="2130">&#8211; Pré-molares superiores</h3>
<p data-start="2131" data-end="2198">Apresentam geralmente duas cúspides e maior complexidade anatômica.</p>
<h3 data-start="2200" data-end="2232">&#8211; Pré-molares inferiores</h3>
<p data-start="2233" data-end="2293">Possuem anatomia mais simples e cúspides menos pronunciadas.</p>
<h2 data-start="2300" data-end="2330">Funções dos pré-molares</h2>
<p data-start="2332" data-end="2378">As principais funções dos pré-molares incluem:</p>
<ul data-start="2379" data-end="2521">
<li data-start="2379" data-end="2407">
<p data-start="2381" data-end="2407">Trituração dos alimentos</p>
</li>
<li data-start="2408" data-end="2449">
<p data-start="2410" data-end="2449">Distribuição das forças mastigatórias</p>
</li>
<li data-start="2450" data-end="2474">
<p data-start="2452" data-end="2474">Estabilidade oclusal</p>
</li>
<li data-start="2475" data-end="2521">
<p data-start="2477" data-end="2521">Auxílio na manutenção da dimensão vertical</p>
</li>
</ul>
<h2 data-start="2565" data-end="2614">Características anatômicas dos pré-molares</h2>
<p data-start="2616" data-end="2642">Os pré-molares apresentam:</p>
<ul data-start="2643" data-end="2811">
<li data-start="2643" data-end="2679">
<p data-start="2645" data-end="2679">Coroa com cúspides bem definidas</p>
</li>
<li data-start="2680" data-end="2712">
<p data-start="2682" data-end="2712">Superfície oclusal funcional</p>
</li>
<li data-start="2713" data-end="2756">
<p data-start="2715" data-end="2756">Uma ou duas raízes, dependendo do dente</p>
</li>
<li data-start="2757" data-end="2811">
<p data-start="2759" data-end="2811">Câmara pulpar compatível com a função mastigatória</p>
</li>
</ul>
<h2 data-start="2818" data-end="2867">Importância dos pré-molares na Odontologia</h2>
<p data-start="2869" data-end="2924">Na prática clínica, os pré-molares são essenciais para:</p>
<ul data-start="2925" data-end="3064">
<li data-start="2925" data-end="2952">
<p data-start="2927" data-end="2952">Dentística restauradora</p>
</li>
<li data-start="2953" data-end="2973">
<p data-start="2955" data-end="2973">Prótese dentária</p>
</li>
<li data-start="2974" data-end="2988">
<p data-start="2976" data-end="2988">Ortodontia</p>
</li>
<li data-start="2989" data-end="3013">
<p data-start="2991" data-end="3013">Planejamento oclusal</p>
</li>
<li data-start="3014" data-end="3064">
<p data-start="3016" data-end="3064">Distribuição adequada das forças mastigatórias</p>
</li>
</ul>
<h2 data-start="3106" data-end="3150">Diferença entre pré-molares e molares</h2>
<ul data-start="3152" data-end="3279">
<li data-start="3152" data-end="3214">
<p data-start="3154" data-end="3214"><strong data-start="3154" data-end="3169">Pré-molares</strong>: trituração inicial e função intermediária</p>
</li>
<li data-start="3215" data-end="3279">
<p data-start="3217" data-end="3279"><strong data-start="3217" data-end="3228">Molares</strong>: trituração principal e maior superfície oclusal</p>
</li>
</ul>
<p>Os <strong>pré-molares</strong> são dentes muito importantes na mastigação, posicionalmente estão posterior aos caninos e anterior aos molares. Não existem pré-molares decíduos, eles avulsionam na região dos molares decíduos (54, 55, 64, 65, 74, 75, 84 e 85).</p>
<p><b>Funções:</b></p>
<ul>
<li>Trabalham com os molares na mastigação;</li>
<li>Mantém a DVO (Dimensão vertical de oclusão);</li>
<li>Suporte de lábios e bochechas;</li>
</ul>
<p style="text-align: left;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-6306 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/08/what-we-do-e1464735665130.png" alt="morfologia dentes pré-molares – características anatômicas na Odontologia" width="1024" height="647" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/08/what-we-do-e1464735665130.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/08/what-we-do-e1464735665130-300x190.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/08/what-we-do-e1464735665130-768x485.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: left;"><b>Aspecto Vestibular </b></p>
<ul>
<li>Forma pentagonal do coroa;</li>
<li>Declive mesial da cúspide vestibular mais curto que o distal (exceto 1º PS);</li>
<li>Presença de crista bucal ou crista vestibular;</li>
</ul>
<p><b>Aspecto Lingual</b></p>
<ul>
<li>Face lingual mais estreita que a vestibular (exceto 2º PI);</li>
</ul>
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<p><b>Aspecto Oclusal</b></p>
<ul>
<li>Mais largo no sentido vestíbulo-lingual do que no mésio-distal;</li>
<li>Vertentes triturantes mesiais e distais;</li>
<li>Cristas triangulares (vestibular e lingual) se encontram no sulco central;</li>
</ul>
<p><b>Características diferenciais entre PM Superiores e Inferiores</b></p>
<ul>
<li>Na vista oclusal, os superiores são mais alongados no sentido V-P ; enquanto os inferiores são mais quadrados;</li>
<li>Crista vestibular é mais proeminente nos superiores;</li>
<li>Coroa dos inferiores aparentem estar inclinadas para distal;</li>
<li>Declive lingual das coroas nos inferiores;</li>
</ul>
<p><b>Características diferenciais entre 1º e 2º PM Superiores</b></p>
<ul>
<li>O 1º é mais longo e mais largo que o 2º;</li>
<li>A convergência dos lados proximais é mais acentuada no 1º.PS, conferindo à região cervical do 2º. PS um aspecto mais largo;</li>
<li> O 1º.PS é o único a apresentar a ponta da cúspide vestibular deslocada para dista do longo eixo, tornando o declive mesial maior que o distal;</li>
<li> Formato da cúspide vestibular do 1º. PS é mais “afiado” ou pontiagudo;</li>
<li> 60% dos 1º possuem duas raízes, enquanto a maioria dos 2º são monorradiculares;</li>
<li> Cúspide palatina é mais curta, especialmente no 1º PMS;</li>
<li>A concavidade mesial aparece em 100% dos 1º.PS, envolvendo o terço cervical da coroa, continuando na raiz;</li>
</ul>
<hr />
<p><b>Características diferenciais entre 1º e 2º PM Inferiores</b><br />
<b></b><b> </b></p>
<p><b>Vestibular:</b></p>
<ul>
<li>1º.PI tem coroa mais longa e cúspide vestibular mais pontiaguda;</li>
<li>O 2º. PI geralmente é mais largo no colo cervical;</li>
<li>O 1º. PI apresenta a crista bucal mais proeminente;</li>
<li>O 1º. PI tem raiz mais curta, com ápice pontiagudo enquanto o 2º PI tem raiz mais longa e apice obtuso;</li>
</ul>
<p><b>Lingual:</b></p>
<ul>
<li>1º. PI tem coroa mais estreita na lingual, enquanto o 2º. PI tem lingual bastante larga;</li>
<li>Cúspide lingual muito curta e estreita no 1º. PI (não funcional);</li>
<li>2º. PI com uma ou duas cúspides linguais (mésio-lingual é mais larga);</li>
</ul>
<p><b>Oclusal</b></p>
<ul>
<li>1º.PI com contorno assimétrico; enquanto o 2º. PI tem aspecto quadrado;</li>
<li>Face oclusal do 2º. PI é maior (funcional);</li>
<li>Enquanto o 1º. PI tem grande convergência para lingual (principalmente na mesial) o 2º. PI pode apresentar a lingual mais larga que a vestibular;</li>
<li>Diferença no número de fossas oclusais;</li>
<li>Crista transversa bem definida no 1º. PI;</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-2380" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/08/PM.png" alt="dentes pré-molares inferiores – características anatômicas na Odontologia" width="434" height="250" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/08/PM.png 542w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/08/PM-300x173.png 300w" sizes="auto, (max-width: 434px) 100vw, 434px" /></p>
<figure id="attachment_2383" aria-describedby="caption-attachment-2383" style="width: 445px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2383" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/08/1PMS1.png" alt="dentes pré-molares superiores, primeiro molar: características anatômicas na Odontologia" width="445" height="412" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/08/1PMS1.png 556w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/08/1PMS1-300x278.png 300w" sizes="auto, (max-width: 445px) 100vw, 445px" /><figcaption id="caption-attachment-2383" class="wp-caption-text">1º Pré-Molar Superior</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2384" aria-describedby="caption-attachment-2384" style="width: 436px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2384" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/08/2PMS.png" alt="dentes pré-molares, segundo molar: características anatômicas na Odontologia" width="436" height="416" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/08/2PMS.png 484w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/08/2PMS-300x286.png 300w" sizes="auto, (max-width: 436px) 100vw, 436px" /><figcaption id="caption-attachment-2384" class="wp-caption-text">2º Pré-Molar Superior</figcaption></figure>
<h2 data-start="3286" data-end="3302">Conclusão</h2>
<p data-start="3304" data-end="3511">Os pré-molares desempenham papel essencial na mastigação e no equilíbrio oclusal. O conhecimento detalhado de suas características anatômicas é indispensável para uma prática odontológica segura e eficiente.</p>
<h2 data-start="3577" data-end="3621">Perguntas frequentes sobre pré-molares</h2>
<p data-start="3623" data-end="3784"><strong data-start="3623" data-end="3666">Qual a função dos dentes pré-molares?</strong><br data-start="3666" data-end="3669" />Os pré-molares são responsáveis pela trituração inicial dos alimentos e pela distribuição das forças mastigatórias.</p>
<hr data-start="3786" data-end="3789" />
<p data-start="3791" data-end="3903"><strong data-start="3791" data-end="3848">Quantos pré-molares existem na dentição permanente?</strong><br data-start="3848" data-end="3851" />Existem 8 dentes pré-molares na dentição permanente.</p>
<hr data-start="3905" data-end="3908" />
<p data-start="3910" data-end="4018"><strong data-start="3910" data-end="3949">Pré-molares têm quantas cúspides?</strong><br data-start="3949" data-end="3952" />Geralmente possuem duas cúspides, podendo variar conforme o dente.</p>
<hr data-start="4020" data-end="4023" />
<p data-start="4025" data-end="4126"><strong data-start="4025" data-end="4062">Pré-molares têm quantas raízes?</strong><br data-start="4062" data-end="4065" />Podem apresentar uma ou duas raízes, dependendo do pré-molar.</p>
<hr data-start="4128" data-end="4131" />
<p data-start="4133" data-end="4280"><strong data-start="4133" data-end="4184">Qual a diferença entre pré-molares e molares?</strong><br data-start="4184" data-end="4187" />Os pré-molares têm função intermediária, enquanto os molares realizam a trituração principal.</p>
<p data-start="4133" data-end="4280">Aprofunde um pouco mais seus conhecimentos em anatomia de pré-molares no <strong><em>PubMed</em></strong>: <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31327135/" target="_blank" rel="noopener">Quantification of odontological differences of the upper first and second molar by 3D-3D superimposition: a novel method to assess anatomical matches</a></p>
<p>Veja também:</p>
<p><a href="https://www.odontoup.com.br/incisivos-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Anatomia dos Incisivos </a><br />
<a href="https://www.odontoup.com.br/caninos-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Anatomia dos Caninos</a><br />
<a href="https://www.odontoup.com.br/molares-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Anatomia dos Molares </a></p>
<p><em>Referência: Miguel Carlos Madeira, Anatomia do Dente, 5 edição. </em></p>
<p>Atualizado dia 04/02/2026</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Caninos: descrição anatômica, o que são, funções e características na Odontologia</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/caninos-descricao-anatomica/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/caninos-descricao-anatomica/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jun 2013 05:53:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anatomia e Escultura Dental]]></category>
		<category><![CDATA[anatomia]]></category>
		<category><![CDATA[canines]]></category>
		<category><![CDATA[caninos]]></category>
		<category><![CDATA[coroa]]></category>
		<category><![CDATA[dental]]></category>
		<category><![CDATA[dente]]></category>
		<category><![CDATA[função]]></category>
		<category><![CDATA[maxillary]]></category>
		<category><![CDATA[teeth]]></category>
		<category><![CDATA[tooth]]></category>
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					<description><![CDATA[Objetivo de considerar as formas, aspectos vestibulares, linguais, palatinos, mesiais e distais. Bem como, características das raizes e curiosidades dos caninos permanentes em maxila e mandíbula.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="1310" data-end="1561">Os caninos são dentes localizados entre os <strong><a href="https://www.odontoup.com.br/incisivos-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener">incisivos</a></strong> e os <strong><a href="https://www.odontoup.com.br/pre-molares-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener">pré-molares</a></strong>, desempenhando papel fundamental na mastigação e na proteção da oclusão. Na Odontologia, eles são essenciais para a estabilidade do arco dentário, estética do sorriso e guia canina.</p>
<p data-start="1565" data-end="1720">Anatomicamente, os caninos apresentam características próprias que os diferenciam dos demais dentes, especialmente por sua raiz longa e formato pontiagudo.</p>
<h2 data-start="1727" data-end="1755">O que são os caninos?</h2>
<p data-start="1757" data-end="1883">Os caninos são dentes anteriores de transição, com coroa pontiaguda e função adaptada à perfuração e rasgamento dos alimentos.</p>
<h2 data-start="1890" data-end="1928">Quantos dentes caninos existem?</h2>
<p data-start="1930" data-end="1987">A dentição permanente possui <strong data-start="1959" data-end="1979">4 dentes caninos</strong>, sendo:</p>
<ul data-start="1988" data-end="2037">
<li data-start="1988" data-end="2012">
<p data-start="1990" data-end="2012">2 caninos superiores</p>
</li>
<li data-start="2013" data-end="2037">
<p data-start="2015" data-end="2037">2 caninos inferiores</p>
</li>
</ul>
<h2 data-start="2044" data-end="2067">Tipos de caninos</h2>
<h3 data-start="2069" data-end="2097">&#8211;<strong> Caninos</strong> <strong>superiores</strong></h3>
<p data-start="2098" data-end="2175">São mais longos, volumosos e possuem grande importância estética e funcional.</p>
<h3 data-start="2177" data-end="2205">&#8211; <strong>Caninos</strong> <strong>inferiores</strong></h3>
<p data-start="2206" data-end="2290">Apresentam dimensões menores, mas exercem papel fundamental na estabilidade oclusal.</p>
<h2 data-start="2297" data-end="2323">Funções dos caninos</h2>
<p data-start="2325" data-end="2367">As principais funções dos caninos incluem:</p>
<ul data-start="2368" data-end="2508">
<li data-start="2368" data-end="2396">
<p data-start="2370" data-end="2396">Rasgamento dos alimentos</p>
</li>
<li data-start="2397" data-end="2434">
<p data-start="2399" data-end="2434">Proteção da oclusão (guia canina)</p>
</li>
<li data-start="2435" data-end="2468">
<p data-start="2437" data-end="2468">Estabilidade do arco dentário</p>
</li>
<li data-start="2469" data-end="2508">
<p data-start="2471" data-end="2508">Contribuição para a estética facial</p>
</li>
</ul>
<h2 data-start="2556" data-end="2601">Características anatômicas dos caninos</h2>
<p data-start="2603" data-end="2625">Os caninos apresentam:</p>
<ul data-start="2626" data-end="2753">
<li data-start="2626" data-end="2646">
<p data-start="2628" data-end="2646">Coroa pontiaguda</p>
</li>
<li data-start="2647" data-end="2683">
<p data-start="2649" data-end="2683">Uma única raiz, geralmente longa</p>
</li>
<li data-start="2684" data-end="2717">
<p data-start="2686" data-end="2717">Grande resistência estrutural</p>
</li>
<li data-start="2718" data-end="2753">
<p data-start="2720" data-end="2753">Importante inserção periodontal</p>
</li>
</ul>
<h2 data-start="2760" data-end="2805">Importância dos caninos na Odontologia</h2>
<p data-start="2807" data-end="2860">Na prática clínica, os caninos são fundamentais para:</p>
<ul data-start="2861" data-end="2982">
<li data-start="2861" data-end="2875">
<p data-start="2863" data-end="2875">Ortodontia</p>
</li>
<li data-start="2876" data-end="2896">
<p data-start="2878" data-end="2896">Prótese dentária</p>
</li>
<li data-start="2897" data-end="2921">
<p data-start="2899" data-end="2921">Planejamento oclusal</p>
</li>
<li data-start="2922" data-end="2945">
<p data-start="2924" data-end="2945">Estética do sorriso</p>
</li>
<li data-start="2946" data-end="2982">
<p data-start="2948" data-end="2982">Prevenção de desgastes dentários</p>
</li>
</ul>
<h2 data-start="3027" data-end="3069">Diferença entre caninos e incisivos</h2>
<ul data-start="3071" data-end="3159">
<li data-start="3071" data-end="3109">
<p data-start="3073" data-end="3109"><strong data-start="3073" data-end="3086">Incisivos</strong>: corte dos alimentos</p>
</li>
<li data-start="3110" data-end="3159">
<p data-start="3112" data-end="3159"><strong data-start="3112" data-end="3123">Caninos</strong>: rasgamento e proteção da oclusão</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<hr data-start="1722" data-end="1725" />
<h3 data-start="1727" data-end="1755"></h3>
<p>É o mais longo dos dentes. A coroa tem o mesmo comprimento da coroa do incisivo central superior, mas a raiz é bem mais longa. A forma da coroa dá ao canino um aspecto de força e robustez.</p>
<p>Os <strong>caninos</strong> são divididos em dois grupos, sendo 2 maxilares (superiores) e 2 mandibulares (inferiores): Servem como alicerces do arco (canto da boca) e geralmente são os últimos dentes a serem perdidos por doença periodontal.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-6308 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/what-we-do-1-e1464737551726.png" alt="dentes caninos – características anatômicas na Odontologia" width="1024" height="573" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/what-we-do-1-e1464737551726.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/what-we-do-1-e1464737551726-300x168.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/what-we-do-1-e1464737551726-768x430.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
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<p><b>Morfologia Geral</b></p>
<ul>
<li>Forma de cúspide;</li>
<li>Dente mais longo do arco;</li>
<li>Cúspide divide declive mesial e declive distal;</li>
<li>Presença de crista labial na vestibular;</li>
<li>Maior no sentido vestíbulo-lingual que no mesio-distal;</li>
</ul>
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</script></p>
<p><b>Aspecto Vestibular</b></p>
<ul>
<li>Forma pentagonal;</li>
<li>Cristas marginais mesiais mais curtas que cristas distais;</li>
</ul>
<p><b>Aspecto Proximal</b></p>
<ul>
<li>Cuneiforme, assim como os incisivos;</li>
<li>Linhas cervicais convexas em direção ao ápice, mais na face mesial que na distal;</li>
<li>Contorno lingual em forma de “S”.</li>
</ul>
<p><strong>Caninos Superiores: 13 e 23</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5667 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/canino-superior.jpg" alt="canino superior características anatômicas na Odontologia" width="568" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/canino-superior.jpg 568w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/canino-superior-222x300.jpg 222w" sizes="auto, (max-width: 568px) 100vw, 568px" /><br />
<b><br />
Aspecto Vestibular das Coroas</b></p>
<ul>
<li>Face vestibular composta por 3 lobos;</li>
<li>Contorno MESIAL amplamente convexo no terço médio, achatando – se no terço cervical;</li>
<li>Lado DISTAL forma um “S” raso, convexo no terço médio e ligeiramente côncavo no cervical;</li>
<li>Declive mesial mais curto que declive distal;</li>
</ul>
<p>Visto por vestibular, difere dos incisivos por ter uma coroa de contorno pentagonal e não quadrangular. Isto se deve à presença de uma cúspide na borda incisal, que a divide em duas inclinações. O segmento mesial da aresta* longitudinal é mais curto e menos inclinado. O maior e mais pronunciado segmento distal torna o ângulo disto-incisal mais arredondado e mais deslocado para a cervical do que o ângulo mésio-incisal.</p>
<p>A face vestibular tem no centro uma elevação longitudinal em forma de crista que termina na ponta da cúspide. É acompanhada de cada lado por sulcos rasos, que dão um aspecto trilobado à face, sendo que o lobo central é o mais proeminente.</p>
<p><b>Aspecto Palatino das Coroas</b></p>
<ul>
<li>Cíngulo grande e centralizado;</li>
<li>Cristas marginais geralmente menos proeminentes que a crista lingual;</li>
<li>Atrito oclusal;</li>
</ul>
<p>A lingual tem a mesma silhueta da face vestibular, mas é mais estreita, principalmente no terço cervical, devido à convergência pronunciada das faces de contato para a lingual e para a cervical. As cristas marginais e o cíngulo são bem desenvolvidos no canino superior. O cíngulo é especialmente robusto, lembrando uma pequena cúspide. Frequentemente, está unido à cúspide por uma crista cérvico-incisal, semelhante àquela da face vestibular. Quando presente, esta crista lingual divide a fossa lingual, que já é rasa, em uma mesial e outra distal, mais rasas ainda. Algumas vezes, a face lingual é lisa, sem a presença de crista ou fossas.</p>
<p><b>Raízes dos Caninos Superiores</b></p>
<ul>
<li><b>Vestibular – </b>Comprida, cônica; Terço apical estreito, frequentemente para distal; Face vestibular mais convexa;</li>
<li><b>Lingual – </b>Mais estreita que no lado vestibular;</li>
<li><b>Proximais – </b>Face mesial mais larga; Depressão longitudinal mais pronunciada na distal.</li>
</ul>
<hr />
<p><b><strong>Caninos Inferiores: 33 e 43</strong> </b></p>
<p>Em comparação com o canino superior, o canino inferior tem a coroa mais longa e estreita. Na realidade, ela habitualmente é só um pouco mais longa, mas a sua reduzida dimensão mésio-distal dá-lhe a aparência de coroa bem alta.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5666" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/canino-inferior.jpg" alt="canino inferior – características anatômicas na Odontologia" width="543" height="784" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/canino-inferior.jpg 1324w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/canino-inferior-208x300.jpg 208w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/canino-inferior-768x1110.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/canino-inferior-709x1024.jpg 709w" sizes="auto, (max-width: 543px) 100vw, 543px" /><br />
<b><br />
Aspecto Vestibular das Coroas</b></p>
<ul>
<li>Lisa e convexa;</li>
<li>Lado mesial convexo, tendendo a plano, quase em linha com a face mesial da raiz;</li>
<li>Parece haver mais da coroa na distal do longo eixo da raiz (aspecto de inclinação para distal);</li>
</ul>
<p>Por ser um dente mais estreito que o canino superior, sua face vestibular é mais convexa, mas não tem a crista cérvico-incisal tão marcada. A borda mesial é mais alta que a distal, mais retilínea, e continua alinhada com a superfície mesial da raiz. A borda distal, mais inclinada e curva, forma um ângulo com a superfície distal da raiz. Como o dente é mais estreito, a convergência dessas bordas para a cervical é menor em relação ao canino superior.</p>
<p>Tal como no canino superior, a coroa não tem simetria bilateral, porque o segmento mesial da aresta longitudinal da cúspide é menor e menos inclinado (quase horizontal) que o distal. Os ângulos mésio-incisal e disto-incisal e as áreas de contato se dispõem como no canino superior.<br />
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</script></p>
<p><b>Aspecto Lingual das Coroas</b></p>
<ul>
<li>Cíngulo baixo, menos volumoso, deslocado para distal;</li>
<li>Crista lingual e fossas linguais discretas;</li>
<li>Coroa e raiz se afilam da vestibular para lingual;</li>
</ul>
<p>Face lingual: em contraste com o canino superior, nem o cíngulo nem as cristas marginais são bem marcados. Também não há crista que una o cíngulo à cúspide. Sua forma acompanha, assim, a dos incisivos inferiores, com uma fossa lingual pouco escavada.</p>
<p><b>Aspecto Proximal das Coroas</b></p>
<ul>
<li>Borda incisal inclinada para distal;</li>
<li>Curvatura da linha cervical maior na mesial;</li>
</ul>
<p>Por esta vista, a borda vestibular é menos convexa que a do canino superior. O diâmetro vestíbulo-lingual também é menor.</p>
<p><b>Raízes dos Caninos Inferiores</b></p>
<ul>
<li><b>Vestibular – </b>Convexo, reto (curvatura não deve ser decisiva na identificação do lado do dente)</li>
<li><b>Lingual – </b>Mais estreita que no lado vestibular;</li>
<li><b>Proximal – </b>Depressão longitudinal mais profunda na distal.</li>
</ul>
<h2>Curiosidade</h2>
<p><em>A prevalência de caninos inferiores birradiculares* gira em torno de 5%. Quando esta variação ocorre, a raiz vestibular é ligeiramente maior que a lingual e o ponto<br />
de bifurcação* está geralmente no terço médio.<br />
Link do pubmed: </em><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/18265772/" target="_blank" rel="noopener">Mandibular canine with two separated canals</a></p>
<h2 data-start="3166" data-end="3182">Conclusão</h2>
<p data-start="3184" data-end="3416">Os caninos exercem papel essencial na função mastigatória, na estabilidade oclusal e na estética do sorriso. O conhecimento detalhado de suas características anatômicas é indispensável para a prática odontológica segura e eficiente.</p>
<h2 data-start="3482" data-end="3522">Perguntas frequentes sobre caninos</h2>
<p data-start="3524" data-end="3675"><strong data-start="3524" data-end="3563">Qual a função dos dentes caninos?</strong><br data-start="3563" data-end="3566" />Os caninos são responsáveis pelo rasgamento dos alimentos e pela proteção da oclusão por meio da guia canina.</p>
<hr data-start="3677" data-end="3680" />
<p data-start="3682" data-end="3786"><strong data-start="3682" data-end="3735">Quantos caninos existem na dentição permanente?</strong><br data-start="3735" data-end="3738" />Existem 4 dentes caninos na dentição permanente.</p>
<hr data-start="3788" data-end="3791" />
<p data-start="3793" data-end="3894"><strong data-start="3793" data-end="3826">Caninos têm quantas raízes?</strong><br data-start="3826" data-end="3829" />Os caninos possuem uma única raiz, geralmente longa e resistente.</p>
<hr data-start="3896" data-end="3899" />
<p data-start="3901" data-end="4023"><strong data-start="3901" data-end="3949">Qual a importância dos caninos na oclusão?</strong><br data-start="3949" data-end="3952" />Eles protegem os dentes posteriores durante os movimentos mandibulares.</p>
<hr data-start="4025" data-end="4028" />
<p data-start="4030" data-end="4201"><strong data-start="4030" data-end="4083">Caninos superiores e inferiores são diferentes?</strong><br data-start="4083" data-end="4086" />Sim. Os superiores são maiores e mais evidentes esteticamente, enquanto os inferiores são menores e mais estreitos.</p>
<p>Veja também:</p>
<p><a href="https://www.odontoup.com.br/incisivos-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Anatomia dos Incisivos </a><br />
<a href="https://www.odontoup.com.br/pre-molares-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Anatomia dos Pré-Molares</a><br />
<a href="https://www.odontoup.com.br/molares-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Anatomia dos Molares </a></p>
<p><em>Referência: Miguel Carlos Madeira, Anatomia do Dente, 5 edição. </em></p>
<p>Atualizado dia 07/07/2021</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/caninos-descricao-anatomica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>4</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dente Anterior Fraturado. O Que Fazer?</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/dentes-anteriores-fraturados/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/dentes-anteriores-fraturados/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 17:58:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Técnica Operatória & Materiais Dentários]]></category>
		<category><![CDATA[Anteriores]]></category>
		<category><![CDATA[concussão]]></category>
		<category><![CDATA[dental]]></category>
		<category><![CDATA[Dentes]]></category>
		<category><![CDATA[emergência]]></category>
		<category><![CDATA[exame]]></category>
		<category><![CDATA[fratura]]></category>
		<category><![CDATA[Fraturados]]></category>
		<category><![CDATA[luxação]]></category>
		<category><![CDATA[trauma]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=281</guid>

					<description><![CDATA[Os dentes anteriores, num episódio de trauma dental, são os primeiros a serem atingidos. O que favorece são a sua posição e localização na arcada dentária.  Trauma Estruturas envolvidas Esmalte Ligamento periodontal Dentina Osso Polpa Tecidos moles   Classificação Traumatismo dos tecidos duros dentais e da polpa Fratura incompleta de esmalte (trinca) Fratura de esmalte Fratura [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="right"><span style="color: #000000;">Os dentes anteriores, num episódio de trauma dental, são os primeiros a serem atingidos. O que favorece são a sua posição e localização na arcada dentária. </span></p>
<p style="text-align: left;" align="right"><strong>Trauma</strong></p>
<p><strong>Estruturas envolvidas</strong></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="288">
<p style="text-align: center;">Esmalte</p>
</td>
<td style="text-align: center;" valign="top" width="288">Ligamento periodontal</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="288">
<p style="text-align: center;">Dentina</p>
</td>
<td valign="top" width="288">
<p style="text-align: center;">Osso</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" valign="top" width="288">Polpa</td>
<td valign="top" width="288">
<p style="text-align: center;">Tecidos moles</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<body>
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</body>

<p><strong>Classificação</strong></p>
<p><strong>Traumatismo dos tecidos duros dentais e da polpa </strong></p>
<ul>
<li>Fratura incompleta de esmalte (trinca)</li>
<li>Fratura de esmalte</li>
<li>Fratura de esmalte-dentina (fratura coronária não-complicada)</li>
<li>Fratura coronária complicada (polpa)</li>
<li>Fratura corono-radicular não-complicada</li>
<li>Fratura corono-radicular complicada (raiz, coroa e polpa)</li>
<li>Fratura radicular</li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>Traumatismo dos tecidos periodontais </strong></p>
<ul>
<li>Concussão (pequena mobilidade)</li>
<li>Subluxação (pequena mobilidade sem sangramento)</li>
<li>Luxação extrusiva</li>
<li>Luxação lateral</li>
<li>Luxação intrusiva</li>
<li>Avulsão (perda do dente)</li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>Traumatismo do osso de sustentação </strong></p>
<ul>
<li>Fratura da parede vestibular ou lingual da cavidade alveolar</li>
<li>Fratura do processo alveolar com ou sem o envolvimento do alvéolo dental</li>
<li>Fratura da mandíbula ou da maxila com ou sem o envolvimento do alvéolo dental</li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>Traumatismo da gengiva ou mucosa oral</strong></p>
<ul>
<li>Laceração</li>
<li>Contusão</li>
<li>Abrasão</li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>Etiologia<br /></strong><br />Acidentes de forma geral → automobilístico</p>
<div align="center"><hr align="center" size="2" width="100%" /></div>
<p>Agressão física</p>
<div align="center"><hr align="center" size="2" width="100%" /></div>
<p>Esporte</p>
<div align="center"><hr align="center" size="2" width="100%" /></div>
<p>Quedas</p>
<div align="center"><hr align="center" size="2" width="100%" /></div>
<p><strong><br />Epidemiologia</strong></p>
<div>Sexo: masculino é o mais atingido<br />Mais comum: jovens<br />Picos: 2 a 4 anos e de 8 a 10<br /><br /></div>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="576">Maior incidência de trauma dental envolvendo os dentes anteriores</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="576">Mais da metade dos traumatismos dentais envolvem incisivos centrais</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="576">Fratura coronária mais frequente</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><br />Medidas para prevenção do trauma dental</strong></p>
<p><em>→ Plano de tratamento </em><br /><strong><br />Exame clinico &#8211;  4 etapas</strong></p>
<ol>
<li>Anamnese (como, quando, onde ocorreu o acidente)</li>
<li>Exame de tecidos moles e duros</li>
<li>Exame físico loco regional intra-bucal</li>
</ol>
<ul>
<li>Inspeção;</li>
<li>Palpação;</li>
<li>Percussão;</li>
<li>Mobilidade dentária;</li>
<li>Teste de sensibilidade (-20° C)</li>
</ul>
<p>4. Exame complementar radiográfico<br /><strong> </strong></p>
<p><strong>Plano de tratamento </strong></p>
<ul>
<li>Tipo de fratura</li>
<li>Fragmento dental</li>
<li>Idade do paciente</li>
<li>Grau de envolvimento da raiz</li>
<li>Remanescente dental</li>
</ul>
<p>&#8211; qualidade<br />&#8211; quantidade</p>
<ul>
<li>Oclusão</li>
<li>Tempo e recurso do paciente</li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>Considerar também:</strong><br /><br />Fator emocional:  estado psicológico do paciente e a ansiedade dos pais.<br />Vitalidade dental: quadro pulpar e/ou periodontal indefinido.<br />Plano de tratamento: de acordo com o tipo de fratura<br />Obs: <em>fraturas em esmalte raramente prejudicam a função ou a estética</em></p>
<p><strong>Opções de tratamento</strong></p>
<ol>
<li>Controle</li>
<li>Restauração adesiva direta com resina composta</li>
<li>Colagem do fragmento</li>
</ol>
<p> </p>
<p><strong>Tratamento conservador da polpa</strong></p>
<ul>
<li>Capeamento pulpar (soro → pó de cimento de hidróxido de cálcio → cimento)</li>
<li>Curetagem pulpar</li>
<li>Pulpotomia → exposição (começo de sintomas dolorosos)</li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>Fatores a serem considerados </strong><br /> </p>
<table class="aligncenter" style="width: 222px; height: 217px;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="288">
<p style="text-align: center;">Dor</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="288">
<p style="text-align: center;">Sangramento</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="288">
<p style="text-align: center;">Idade</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="288">
<p style="text-align: center;">Tempo de exposição pulpar</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="288">
<p style="text-align: center;">Tamanho da exposição</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> <br /> </p>
<p><strong>Pacientes jovens </strong>(exposição pulpar)<br />→ manter vitalidade;<br />→ formação completa da raiz;<br /><em>Associação de fraturas coronárias e luxação</em> → necrose pulpar</p>
<div><strong>Colagem de fragmento dentário</strong></div>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="196">
<p align="center">Colagem autógena</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="196">
<p align="center">Colagem homógena</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="196">
<p align="center">Dentes vitais</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="196">
<p align="center">Dentes não vitais</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="196">
<p align="center">Colagem mediata</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="196">
<p align="center">Colagem imediata</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p><strong>Vantagens</strong></p>
<ul>
<li>Efeito psicológico positivo sobre o paciente</li>
<li>Tratamento conservador</li>
<li>Estética</li>
<li>Manutenção da função</li>
<li>Técnica simples e segura</li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>Desvantagens</strong></p>
<ul>
<li>Diferença de cor</li>
<li>Possibilidade de mau posicionamento</li>
<li> Deslocamento do fragmento</li>
<li>Linha de fratura evidente</li>
</ul>


<p>Estar preparado para uma situação de emergência é fundamental para que você obtenha sucesso em situações de trauma. </p>



<p>Espero que esse conteúdo tenha feito a diferença na sua vida acadêmica e profissional. </p>
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