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	<title>decíduo &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>decíduo &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Traumatismo Dentoalveolar na Dentição Decídua</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Nov 2015 00:53:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontopediatria]]></category>
		<category><![CDATA[avulsão]]></category>
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					<description><![CDATA[O atendimento a crianças com traumatismos na dentição decídua requer uma abordagem diferente daquela utilizada na dentição permanente, isso porque existe uma relação muito próxima entre o ápice do dente decíduo afetado pelo trauma e o germe do dente permanente sucessor. Precisa ser considerado as possíveis sequelas nos dentes permanentes e avaliar o tipo de tratamento a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">O atendimento a crianças com traumatismos na dentição decídua requer uma abordagem diferente daquela utilizada na dentição permanente, isso porque existe uma relação muito próxima entre o ápice do dente decíduo afetado pelo trauma e o germe do dente permanente sucessor. Precisa ser considerado as possíveis sequelas nos dentes permanentes e avaliar o tipo de tratamento a ser instaurado, bem como as sequelas tardias do trauma Para decidir o tratamento, precisam ser levadas em conta a idade e maturidade da criança, sua capacidade de cooperação em situação de emergência e a oclusão que a criança apresenta.</p>
<div class="page" title="Page 3">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<div class="page" title="Page 3">
<div class="layoutArea">
<div class="column">A falta de selamento labial e excessiva sobressaliência → fatores predisponentes ao trauma na dentição decídua.<br />
<img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5309" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/11/Consulta.png" alt="Consulta" width="1024" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/11/Consulta.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/11/Consulta-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/11/Consulta-768x576.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><br />
<strong>Exame geral </strong><br />
Deve-se observar:</p>
<div class="page" title="Page 4">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<ul>
<li>Lesões extrabucais (mento, face, cabeça)</li>
<li>Lesões na pele e no rosto: encaminhar paciente para cirurgião plástico.</li>
</ul>
<p>Diante de quadro de traumatismo dentoalveolar, o Ministério da Saúde recomenda, quanto à profilaxia antitetânica,</p>
<ul>
<li>façam limpeza e desinfecção da lesão com soro fisiológico e solução oxidante</li>
<li>debridamento da ferida, quando necessário.</li>
</ul>
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<p><strong>Exame Radiográfico</strong></p>
<div class="page" title="Page 4">
<div class="layoutArea">
<div class="column">É necessário considerar a idade da criança e o tipo de trauma. Devem-se verificar:</p>
<div class="page" title="Page 4">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<ul>
<li>Estágio de erupção dentária;</li>
<li>Grau de rizólise dos dentes decíduos;</li>
<li>Grau de rizogênese do dente permanente;</li>
<li>Fragmentos em tecido mole;</li>
<li>Presença de fraturas ósseas ou dentárias;</li>
<li>Espessura da dentina remanescente entre a linha de fratura e a polpa coronária (fratura coronária);</li>
<li>Reabsorções radiculares;</li>
<li>Tamanho da câmara pulpar;</li>
<li>Deslocamentos intrusivos e extrusivos;</li>
<li>Relação entre os deslocamentos intrusivos do dente decíduo e os germes dos sucessores permanentes;</li>
<li>Presença de outras alterações patológicas na área.</li>
</ul>
</div>
</div>
</div>
</div>
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</div>
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</div>
</div>
</div>
<p><strong>Exame clínico intrabucal</strong></p>
<div class="page" title="Page 4">
<div class="layoutArea">
<div class="column">Limpam-se e examinam-se os tecidos moles. Deve-se constatar:</p>
<ul>
<li>se os tecidos moles estão afetados pelo trauma e qual a sua extensão;</li>
<li>se os dentes apresentam fratura, mobilidade ou deslocamento;</li>
<li>se o tecido ósseo contém fratura;</li>
<li>se a oclusão está normal, pois isso indicará se ocorreram deslocamento dental e fratura óssea;</li>
<li>a <strong>não</strong> realização de testes de percussão e vitalidade.</li>
</ul>
<p><strong>Lesões traumáticas aos tecidos dentários</strong></p>
<div class="page" title="Page 5">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column"><span style="color: #008080;"><strong>Trinca de esmalte → Sem perda de estrutura dental.</strong></span><br />
<strong>Tratamento:</strong> fluorterapia<br />
<strong>Prognóstico:</strong> favorável</div>
</div>
</div>
</div>
<p><strong><span style="color: #008080;">Fratura de esmalte → Perda de estrutura dentária restrita ao esmalte.</span></strong><br />
<strong>Tratamento:</strong> quando envolve apenas esmalte, um eventual desgaste e polimento do dente com o intuito de evitar lacerações nos tecidos moles (lábio e língua) é suficiente. Indica-se aplicação de flúor no dente fraturado. Pode-se também restaurar, mas geralmente evitam-se desgastes adicionais;<br />
<strong>Prognóstico:</strong> favorável<br />
<strong><span style="color: #008080;">Fratura de esmalte e dentina → Perda de estrutura dentária restrita ao esmalte e à dentina, sem exposição pulpar.</span></strong><br />
<strong>Tratamento:</strong> observa-se radiograficamente a relação da fratura com a câmara pulpar para decidir sobre a necessidade de proteção do complexo dentinopulpar com hidróxido de cálcio. Se houver colaboração, restaurar com resina composta. Se não houver, CIV é indicado;<br />
<strong>Prognóstico:</strong> favorável<br />
<span style="color: #008080;"><strong>Fratura de esmalte e dentina com exposição pulpar → Perda de estrutura dentária restrita ao esmalte e à dentina, com exposição pulpar.</strong></span><br />
<strong>Tratamento:</strong> o tratamento vai depender de uma série de fatores, tais como extensão da fratura, grau de desenvolvimento dental (grau de rizogênese ou rizólise), momento em que ocorreu o trauma (se a busca pelo tratamento foi imediata ou tardia) e grau de colaboração da criança;<br />
<strong>Prognóstico:</strong> favorável, se observadas as condições ideais<br />
<strong><span style="color: #008080;">Fratura coronorradicular → Solução de continuidade que envolve esmalte, dentina e cemento, sem envolvimento pulpar.</span></strong><br />
<strong>Tratamento:</strong> depende da extensão subgengival e segue os mesmos princípios da fratura coronorradicular sem exposição pulpar, todavia, neste caso, o tratamento pulpar se faz necessário e a abordagem é semelhante à da fratura coronária com envolvimento pulpar;<br />
<strong>Prognóstico:</strong> favorável, desde que sejam verificadas as indicações ou contraindicações da restauração (2 mm aquém da margem gengival) e da terapia pulpar (estágio de desenvolvimento dentário adequado);<br />
<span style="color: #008080;"><strong>Fratura de raíz → Solução de continuidade que envolve esmalte, dentina, cemento e polpa.</strong></span><br />
<strong>Tratamento:</strong> depende da localização (terços apical, médio ou cervical) e direção da linha de fratura (orientação transversal ou longitudinal):<br />
<strong>Prognóstico:</strong> as fraturas transversais no terço apical têm prognóstico mais favorável que as demais;<br />
<strong> Lesões traumáticas aos tecidos de sustentação</strong><br />
As lesões aos tecidos de sustentação estão envolvidas na maioria dos traumatismos que ocorre na dentição decídua, pois há alta prevalência de deslocamentos dentários em razão da maior resiliência do osso alveolar.<br />
<strong>Concussão </strong></p>
<div class="page" title="Page 9">
<div class="layoutArea">
<div class="column">Traumatismo de pequena intensidade que envolve hemorragia e edema do ligamento periodontal, porém sem ruptura de fibras.</p>
<div class="page" title="Page 10">
<div class="layoutArea">
<div class="column"><strong>Subluxação</strong><br />
Traumatismo de intensidade baixa a moderada que provoca ruptura de algumas fibras do ligamento periodontal e leva à mobilidade sem provocar deslocamento dentário. Sangramento no sulco gengival pode estar presente.</p>
<div class="page" title="Page 10">
<div class="layoutArea">
<div class="column"><strong>Luxação lateral</strong><br />
Trata-se de traumatismo de maior intensidade que leva a deslocamentos dentários nos sentidos palatino, vestibular, mesial ou distal.</p>
<div class="page" title="Page 11">
<div class="layoutArea">
<div class="column"><strong>Luxação intrusiva</strong><br />
Também denominada intrusão, é o deslocamento dentário para o interior do seu alvéolo. É considerada grau I (suave) quando mais de 50% da coroa fica visível, grau II (moderada) quando menos de 50% da coroa pode ser vista e grau III (severa) quando há intrusão total da coroa.<br />
<strong>Luxação extrusiva</strong><br />
Também denominada extrusão, é o deslocamento parcial do dente para fora de seu alvéolo.<br />
<strong>Avulsão</strong></p>
<div class="page" title="Page 13">
<div class="layoutArea">
<div class="column">Também denominada luxação total, é o deslocamento completo do dente para fora de seu alvéolo.<br />
<strong>→ Contenção</strong></p>
<div class="page" title="Page 14">
<div class="layoutArea">
<div class="column">Auxilia na manutenção da posição de repouso, o que ajuda no reparo do feixe vasculonervoso e das fibras periodontais. Quando a contenção é recomendada, deve ser colocada no terço médio da face vestibular dos dentes traumatizados e adjacentes envolvendo dois dentes de suporte de cada lado.</p>
<div class="page" title="Page 14">
<div class="layoutArea">
<div class="column">As mais usadas são as que empregam fios de náilon ou de aço fixados aos dentes com resina composta. Podem ser flexíveis, com fios de náilon que variam do n.o 70 ao 80, e geralmente são utilizadas quando há lesões nos tecidos de sustentação.</p>
<div class="page" title="Page 14">
<div class="layoutArea">
<div class="column"><strong>Lesões de tecido mole</strong><br />
Os traumatismos em crianças são frequentemente acompanhados de lesões em tecidos moles como gengiva, mucosa alveolar, freios e bridas, lábios e pele.</p>
<ul>
<li><strong>Laceração:</strong> perfuração por objetos cortantes que mostra solução de continuidade.</li>
<li><strong>Contusão:</strong> hematoma provocado por impactos com objetos rombos que leva a hemorragias e edemas com mucosas íntegras;</li>
<li><strong>Abrasão:</strong> ferimento em que há remoção de camada superficial de tecido, deixando a gengiva áspera e sangrante.</li>
</ul>
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<p><strong>Orientação aos pais</strong></p>
<ul>
<li>Higiene bucal</li>
<li>Protetor labial</li>
<li>Dieta leve</li>
<li>Restrição do uso de mamadeiras e chupetas</li>
<li>Alerta-se sobre eventuais alterações nos dentes decíduos</li>
<li>Possíveis sequelas aos dentes permanentes associadas a traumatismo dental no decíduo também deverão ser informadas</li>
<li>Exames de controle</li>
</ul>
<p><strong>Repercussões do trauma para dentes decíduos</strong></p>
<div class="page" title="Page 16">
<div class="layoutArea">
<div class="column">A <strong>hiperemia pulpar</strong> é a primeira reação da polpa em resposta ao trauma sofrido e está presente mesmo em traumatismos de pequena intensidade.</p>
<div class="page" title="Page 16">
<div class="layoutArea">
<div class="column">A <strong>descoloração coronária</strong> é a sequela mais comum na dentição decídua e pode ser transitória ou acompanhar o dente até a esfoliação. Tons amarelados ou brancos opacos geralmente estão relacionados a obliterações (calcificações) do canal pulpar, caracterizadas pela deposição de tecido mineralizado no interior do canal radicular. Apesar da obliteração do canal radicular, é normal esses dentes sofrerem rizólise. Já as colorações acinzentadas ou azuladas que ocorrem logo depois do traumatismo são decorrentes de hemorragia pulpar, causada por ruptura dos capilares, o que leva ao extravasamento de eritrócitos e, por consequência, à pigmentação.</p>
<div class="page" title="Page 16">
<div class="layoutArea">
<div class="column">A <strong>retenção prolongada</strong>, em que não acontece o processo fisiológico de rizólise na raiz do decíduo; aqui a exodontia deve ser realizada.</p>
<div class="page" title="Page 16">
<div class="layoutArea">
<div class="column">As <strong>reabsorções dentárias</strong> são divididas em internas ou externas e estão ou não ligadas a outras alterações, como a necrose pulpar. Em casos de reabsorções leves, apenas o acompanhamento radiográfico está indicado. Em situações mais severas a exodontia é indicada.</p>
<div class="page" title="Page 16">
<div class="layoutArea">
<div class="column">A<strong> descoloração,</strong> se isolada de outros sinais, não sugere tratamento endodôntico, que só será feito em casos de necrose pulpar ou infecções associadas.</p>
<div class="page" title="Page 17">
<div class="layoutArea">
<div class="column">A <strong>anquilose dental</strong> (reabsorção substitutiva) também pode ocorrer em razão da progressiva substituição de tecido dentário por tecido ósseo.</div>
</div>
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</div>
</div>
<div class="page" title="Page 15"></div>
<p>Referência: Revista RSBO &#8211;  Dentoalveolar trauma in the primary dentition<br />
Estela Maris Losso, Maria Cristina dos Reis Tavares, Fernanda Mara de Paiva Bertoli, Flares Baratto-Filho</p>
</div>
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</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Perdas Precoces de Dentes Decíduos</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/perdas-precoces-de-dentes-deciduos/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/perdas-precoces-de-dentes-deciduos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2015 02:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ortodontia & Ortopedia Facial]]></category>
		<category><![CDATA[decíduo]]></category>
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					<description><![CDATA[A causa da perda dental pode ser devido a processos curiosos, trauma, hábitos deletérios, apinhamentos ou iatrogenias. No entanto, uma perda precoce só é definida quando o sucessor permanente está à quem da formação do Estágio 8 na Classificação de Nolla. O método desenvolvido em 1960 é apresentado da seguinte maneira: Perda MUITO precoce → retarda [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">A causa da perda dental pode ser devido a processos curiosos, trauma, hábitos deletérios, apinhamentos ou iatrogenias. No entanto, uma perda precoce só é definida quando o sucessor permanente está à quem da formação do Estágio 8 na Classificação de Nolla. O método desenvolvido em 1960 é apresentado da seguinte maneira:</span><br />
<span style="color: #000000;"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-4228" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/CLASSIFICAÇÃO-DE-NOLLA-2.png" alt="CLASSIFICAÇÃO DE  NOLLA-2" width="424" height="636" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/CLASSIFICAÇÃO-DE-NOLLA-2.png 800w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/CLASSIFICAÇÃO-DE-NOLLA-2-200x300.png 200w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/CLASSIFICAÇÃO-DE-NOLLA-2-768x1152.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/CLASSIFICAÇÃO-DE-NOLLA-2-683x1024.png 683w" sizes="(max-width: 424px) 100vw, 424px" /></span><br />
<span style="color: #000000;">Perda <strong>MUITO</strong> precoce → retarda a erupção do sucessor (lâmina de osso se forma na região).</span><br />
<span style="color: #000000;"> Perda<strong> PERTO</strong> da época normal de esfoliação (estágio 8) → acelera a erupção do sucessor, que já está com 2/3 de sua raíz formada e não encontra mais nenhuma barreira.</span><br />
<span style="color: #000000;"><strong>Consequências das Perdas</strong></span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;">Problemas de ordens psicológicas</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Distúrbios fonéticos</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Extrusão de antagonista</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Movimentos indesejáveis</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Condensação da fibromucosa</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Má-formação óssea</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Desenvolvimentos de hábitos deletérios</span></li>
</ul>
<p><span style="color: #000000;">Esses problemas são mais graves na mandíbula.</span><br />
<span style="color: #000000;"><strong>Perdas de Espaços Localizados</strong></span><br />
<span style="color: #000000;">Incisivos Centrais → não há perda de espaço</span><br />
<span style="color: #000000;"> Incisivos Laterais → distância inter-caninos</span><br />
<span style="color: #000000;"> Caninos → desvio da linha média</span></p>
<ul style="list-style-type: square;">
<li><span style="color: #000000;">colapso lingual (causa: Incisivos Laterais muito grandes)</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Perda unilateral &#8211; a remoção imediata do canino de lado oposto deve ser considerada</span></li>
</ul>
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<p><span style="color: #000000;">Primeiros Molares Decíduos → não é tão grave quanto a perde dos Segundos Molares Decíduos</span><br />
<span style="color: #000000;"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-4234" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Presentation-2-e1434850508940.png" alt="Presentation-2" width="621" height="391" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Presentation-2-e1434850508940.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Presentation-2-e1434850508940-300x189.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Presentation-2-e1434850508940-768x484.png 768w" sizes="(max-width: 621px) 100vw, 621px" /></span><br />
<span style="color: #000000;"><strong>Indicações dos Mantenedores de Espaço</strong></span></p>
<ol>
<li><span style="color: #000000;"> Perda prematura de 1 ou mais dentes decíduos</span></li>
<li><span style="color: #000000;">O dente sucessor está presente e se desenvolvendo normalmente (panorâmica &#8211; Nolla)</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Quando não houve perda de espaço no arco dentário</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Quando há tendência de extrusão do dente antagonista</span></li>
<li><span style="color: #000000;">A relação dos molares e caninos não foi afetada pela perda</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Situação favorável de erupção de todos os dentes subsequentes após análise da dentição</span></li>
</ol>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Diagnóstico e Plano de Tratamento </strong></span></p>
<ul style="list-style-type: square;">
<li><span style="color: #000000;">Exame Clínico</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Exame Radiográfico (periapicais e panorâmicas)</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Exame de Modelos (discrepância de modelos)</span></li>
</ul>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Requisitos </strong></span></p>
<ul style="list-style-type: square;">
<li><span style="color: #000000;">Deverão manter o diâmetro mesio distal do dente perdido</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Funcionais &#8211; impedir a extrusão dos antagonistas</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Resistentes</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Fácil limpeza e higiene</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Construção de tal maneira que não interfira no processo de crescimento, mastigação, fala e deglutição</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Não interferir na oclusão</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;<br />
<span style="color: #000000;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-4236" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Presentation-4-e1434852461477.png" alt="Presentation-4" width="525" height="345" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Presentation-4-e1434852461477.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Presentation-4-e1434852461477-300x197.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Presentation-4-e1434852461477-768x505.png 768w" sizes="auto, (max-width: 525px) 100vw, 525px" /></span><br />
<span style="color: #000000;"><strong>Essas perdas promovem: </strong></span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;">Inclinação mesial da coroa</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Rotação da coroa</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Translação</span></li>
</ul>
<p><span style="color: #000000;">Primeiro Molar Superior → inclinação/ rotação</span><br />
<span style="color: #000000;"> Primeiro Molar Inferior → rotação/ translação/ Lingualização</span><br />
<span style="color: #000000;"><strong>Indicações de Recuperadores de Espaço </strong></span></p>
<ul style="list-style-type: square;">
<li><span style="color: #000000;">Discrepância negativa</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Perda de 1 ou mais dentes e algum espaço do arco que foi perdido devido mesialização do 1M</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Perda de espaço por cáries proximais</span></li>
</ul>
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		<title>Biogênese da Dentição Humana</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/biogenese-da-denticao-humana/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2015 04:26:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ortodontia & Ortopedia Facial]]></category>
		<category><![CDATA[decíduo]]></category>
		<category><![CDATA[dente]]></category>
		<category><![CDATA[dentes retidos]]></category>
		<category><![CDATA[espaço]]></category>
		<category><![CDATA[mandíbula]]></category>
		<category><![CDATA[maxila]]></category>
		<category><![CDATA[molar]]></category>
		<category><![CDATA[nance]]></category>
		<category><![CDATA[permanente]]></category>
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					<description><![CDATA[Dentição DecíduaInicia-se aproximadamente aos 6 meses de vida, com erupção do ICId (Incisivo Central Inferior decido). Completa aproximadamente aos 24-30 meses com erupção dos últimos dentes decíduos (segundos molares descidos). Seu término é dado até os 5,5 &#8211; 6 anos com erupção do primeiro dente permanente, sendo o 1MI (primeiro molar inferior) permanente. A cronologia de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dentição Decídua</strong><br />Inicia-se aproximadamente aos 6 meses de vida, com erupção do ICId (Incisivo Central Inferior decido). Completa aproximadamente aos 24-30 meses com erupção dos últimos dentes decíduos (segundos molares descidos). Seu término é dado até os 5,5 &#8211; 6 anos com erupção do primeiro dente permanente, sendo o 1MI (primeiro molar inferior) permanente. A cronologia de erupção é muito variável, sendo a sequência mais importante.</p>
<p><strong>Dentadura Mista</strong><br />Até o último dente decido esfoliar, sendo esse, o segundo molar inferior decíduo (2MId)</p>
<p><strong>Dentição Permanente</strong><br />Aos 12 anos &#8211; segundos molares permanentes<br />Aos 18 anos &#8211; terceiros molares. Obs.: clinicamente, podemos não considerar os terceiros molares.</p>
<p><strong>Sequência de erupção &#8211; Dentes Decíduos</strong></p>
<ol>
<li>Incisivos Centrais Inferiores</li>
<li>Incisivos Centrais Superiores</li>
<li>Incisivos Laterais Superiores</li>
<li>Incisivos Laterais Inferiores</li>
<li>Primeiro Molar Inferiores</li>
<li>Primeiro Molar Superiores</li>
<li>Caninos Inferiores</li>
<li>Caninos Superiores</li>
<li>Segundos Molares Inferiores</li>
<li>Segundo Molares Superiores</li>
</ol>
<p>Obs.: geralmente, os dentes mandibulares (inferiores) nascem um pouco antes que os maxilares (superiores).</p>
<p><strong>Característica Morfológicas da Dentadura Decídua</strong><br /><strong>1 &#8211; Arcos semi-circulares;</strong><br />2 &#8211; <strong>Diastemas generalizados</strong> (normalidade): a presença de diademas indica que os dentes que serão sucessores terão espaço para se acomodar adequadamente, já que eles são maiores que os antecessores.<br />3 &#8211; <strong>Implantação vertical dos dentes decíduos nos processos alveolares:</strong> os dentes decíduos não têm inclinação nos processos alveolares, ou seja, têm uma implantação vertical;<br />4 &#8211; <strong>Ausência de curvas compensatórias (Curva de Spee e Wilson):</strong> decorrente da compensação vertical dos processos alveolares;<br />5 &#8211; <strong>Espaços primatas:</strong> mesiais de caninos superiores e distal de caninos inferiores &gt; providencia espaço dimensional de caninos decíduos e permanentes;<br />6<strong> &#8211; Sobremordida:</strong> de 0 a 3 mm (normal); &gt; 3 mm (profunda); &lt; 0 mm (aberta);<br />7<strong> &#8211; Sobressaliência de 0 a 3 mm;</strong><br />8<strong> &#8211; Relação dos caninos em classe I;</strong><br />9 &#8211; <strong>Plano terminal do 2Md =</strong> reto ou degrau mesial. É aceitável no máximo um pequeno degrau mesial.<br />&#8211; Sem degrau = mordida topo a topo;<br />&#8211; Degrau mesial = Classe I;<br />&#8211; Degrau distal = Classe II;<br />&#8211; Grande degrau distal: Classe III.<br /><span style="color: #999999;">(Linden, 1986)</span></p>
<ul>
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</script>


<li>Primeiro período transicional</li>
<li>Período intertransicional</li>
<li>Segundo período transicional</li>
</ul>
<p><strong>Primeiro Período Transicional</strong><br />Nesse período ocorre 2 eventos importantes:</p>
<ol>
<li>Erupção dos primeiros molares permanentes;<br />&#8211; Com a erupção do primeiro molar permanente, surge a necessidade de controle clínico do perímetro do arco. Caso extraia um dente decíduo, há a necessidade de um mantenedor de espaço</li>
<li>Troca dos incisivos decíduos pelos permanentes</li>
</ol>
<p><strong>Período Intertransicional</strong><br />É um período estável entre os dois períodos de trocas dentárias. Não há trocas dentárias e há na boca um total de 24 dentes, sendo eles 12 decíduos e 12 permanentes simultaneamente.<br /><em>Fase do Patinho Feio (Broad dent) </em></p>
<ul>
<li>8 &#8211; 12 anos</li>
<li>divergências das coroas dos incisivos superiores</li>
<li>canino no ápice do lateral</li>
</ul>
<p><strong>Segundo Período Transicional</strong><br />Neste período, ocorre a troca dos caninos e molares descidos pelos caninos permanentes e pré-molares. Há também o ajuste da relação molar &#8211; Classe I, bem como, a erupção dos segundos molares permanentes<br />&#8211;<em> Espaço Livre de Nance </em></p>
<ul>
<li>+ 1,8 mm na maxila</li>
<li>+ 3,4 mm na mandíbula</li>
</ul>
<p>Isso porque:<br />&#8211; O canino decíduo é MENOR que o Canino permanente;<br />&#8211; O primeiro molar decido é IGUAL ao Primeiro Pré-molar;<br />&#8211; O segundo molar decíduo é muito MAIOR que o Segundo Pré-molar.<br />Esse espaço que sobra no Segundo Período Transicional é definido como o <span style="text-decoration: underline;"><em>Espaço Livre de Nance</em></span>.</p>
<p>Veja esse video incrível que mostra o desenvolvimento radicular: </p>


<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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</div></figure>



<p>Conteúdo retirado da aula do Prof. Ricardo Moresca, Universidade Positivo</p>
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