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	<title>coroa &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>coroa &#8211; Odonto Up</title>
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		<title>Diferenças dos Preparos para Coroa Total Metálica e Coroa Metalo-Cerâmica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Apr 2016 03:38:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Existem vários tipos de materiais para se realizar uma coroa total, seja total metálica, cerâmica pura, metalo-cerâmica ou metalo-plástica. Vamos abordar nesse post os dois mais utilizados na prática clínica: a coroa total-metálica (CTM) e a coroa metalo-cerâmica (CMC), apontando as suas diferenças, indicações e peculiaridades. No entanto, ambas tem princípios que devem ser respeitados para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Existem vários tipos de materiais para se realizar uma coroa total, seja total metálica, cerâmica pura, metalo-cerâmica ou metalo-plástica. Vamos abordar nesse post os dois mais utilizados na prática clínica: a <strong>coroa total-metálica</strong> (CTM) e a<strong> coroa metalo-cerâmica</strong> (CMC), apontando as suas diferenças, indicações e peculiaridades. No entanto, ambas tem princípios que devem ser respeitados para que haja sucesso no preparo.</p>
<p style="text-align: justify;">Inicialmente temos que relembrar alguns conceitos de periodontia para que possamos ter uma base melhor para a realização de uma coroa total. Na periodontia, existem dois conceitos anatômicos para a análise da coroa de um dente, um desses termos é designado de <strong>coroa clínica</strong>, que é a parte visível da coroa do dente, e a outra é a<strong> coroa anatômica, </strong>que vai da junção cemento esmalte (JEC) até a ponta da cúspide.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma coroa total protética possui alguns princípios de preparo que devem ser respeitados para que haja sucesso no procedimento. Existem três princípios básicos para a realização de uma boa peça protética, são eles:</p>
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<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5536" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Then-go-and-share-it-with-the-world.-1.png" alt="principios preparo coroa total" width="1024" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Then-go-and-share-it-with-the-world.-1.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Then-go-and-share-it-with-the-world.-1-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Then-go-and-share-it-with-the-world.-1-768x576.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Observação: Durante a anamnese, um fator importante a ser perguntado ao paciente é se ele possui algum tipo de alergia a algum tipo liga metálica. Atualmente, são usadas as ligas áureas, liga de NiCr (<em>Niquel Cromo</em>) e liga de CrCo (<em>cobalto cromo</em>).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Princípios para realização do preparo – Técnica da Silhueta (dentes posteriores)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O princípio da técnica da silhueta é basicamente realizar um <strong>preparo parcial</strong> do dente, confeccionando inicialmente uma caixa oclusal no sentido mesio-destal, logo após realizar sulcos de orientação nas faces livres vestibular e lingual/palatina, respeitando sempre a primeira inclinação de 2 a 5 graus e segunda inclinação de 5 a 10 graus.</p>
<p style="text-align: justify;">Observação: Durante a realização dos sulcos de orientação na face lingual dos molares inferiores, sempre respeitar a única inclinação do dente. O sulco de orientação deve seguir o longo eixo do dente, ou seja, o operador deve fazer o desgaste em um ângulo de 90 graus ao longo eixo do dente.</p>
<p style="text-align: justify;">Após a realização dos sulcos de orientação, o operador deve unir os desgastes realizados nas faces livres com a caixa oclusal. Dependendo da indicação da coroa protética para cada caso, o desgaste será feito de diferentes formas, em seguida, será ilustrada uma tabela contendo valores referenciais para o desgaste de cada face dental.</p>
<p style="text-align: justify;">Os desgastes que serão realizados nas faces proximais serão feitos com uma broca 2200, seja para preparos de CTM ou CMC. Para realizar o desgaste das faces proximais, o operador deve proteger bem o dente adjacente com uma tira de aço para que não ocorra nenhum dano, o modo indicado para realizar o desgaste das faces proximais é entrar com a broca 2200 ao longo eixo do dente, realizando movimentos pendulares.</p>
<p style="text-align: justify;">Observação: Durante a realização dos desgastes proximais, é imprescindível que o operador tenha máximo cuidado o quanto o preparo deve se estender subgengivalmente, pois nesta área existe uma região de extrema importância, chamada área de <em>COL</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo após a realização dos desgastes proximais, inicialmente realizado pela broca 2200, agora é utilizada a broca 2214 (para preparos em CTM) ou 3216 (para preparos em CMC), unindo todas as paredes do preparo. Nesse momento, o dentes já esta parcialmente preparado, agora o operador deve realizar todos os passo novamente na parte restante do dente. Após todos os desgastes feitos, o operador deve reduzir as cúspides de contenção cêntrica “VIPS” (Vestibulares dos dentes Inferiores e Palatina dos Superiores) e levar o preparo subgengival 0,5 mm, respeitando o espaço biológico.</p>
<p style="text-align: justify;">Observação: O espaço biológico é a área que compreende ao epitélio juncional + inserção conjuntiva = espaço biológico, caso esse espaço seja invadido por meios iatrogênicos do operador, o tecido gengival terá uma resposta inflamatória e como forma de defesa o tecido irá se deslocar mais apicalmente, além de ocorrer perda óssea significativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre observar se o termino do preparo ficou adequado, é de extrema importância que não haja defeitos, o mais comum de términos inadequados é o “cabo de guarda-chuva”, uma dica importante é sempre fazer a sondagem de todo o preparo e se necessário passar um grafite nas bordas do preparo, delimitando cada etapa e nunca deixar ângulos vivos no preparo.</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5735" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-diferenca-preparos-coroa-total.png" alt="tabela diferenca preparos coroa total" width="1200" height="883" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-diferenca-preparos-coroa-total.png 1200w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-diferenca-preparos-coroa-total-300x221.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-diferenca-preparos-coroa-total-768x565.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-diferenca-preparos-coroa-total-1024x753.png 1024w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Princípios para realização do preparo – Técnica da silhueta (dentes anteriores)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para a realização de um preparo para CMC em dente anterior o primeiro passo a ser dado é realizar sulcos de orientação na vestibular e palatina/lingual com a broca 3216 ou 2215, fazer um sulco dividindo o dente ao meio no seu longo eixo e outro sulco paralelo ao primeiro em direção a proximal de sua escolha e sempre respeitando as duas inclinações: primeira inclinação médio-cervical e segunda inclinação médio-incisal. Realizar desgaste na incisal de aproximadamente 2mm. Na palatina também realizar sulcos de orientações, diferente da face vestibular a palatina só tem uma inclinação o operador deve realizar o sulco de orientação ao longo eixo do dente, ou seja, o operador deve fazer o desgaste em um ângulo de 90 graus ao longo eixo do dente, com máximo cuidado, pois a maior parte dos desgastes inadequados acontece nesse passo.</p>
<p style="text-align: justify;">Observação: Sempre preservar o cíngulo do dente.</p>
<p style="text-align: justify;">A próxima etapa é realizar <strong>desgaste nas proximais</strong> com a broca 2200, sempre protegendo o dente vizinho com tira de aço para não ocorrer eventuais danos, o modo indicado para realizar o desgaste das faces proximais é entrar com a broca 2200 ao longo eixo do dente realizando movimentos pendulares.</p>
<p><body><br />
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</body></p>
<p style="text-align: justify;">Logo após a realização dos desgastes proximais, inicialmente realizado pela broca 2200, agora é utilizada a broca 3216 para unir todas as faces. Nessa etapa o dente já esta parcialmente preparado, agora o operador deve realizar todos os passos já citados na parte restante do dente. Após realizar toda a sequencia deve fazer o desgaste da face lingual do dente com a broca 3118 (ponta de chama) e arredondar os ângulos vivos caso houver necessidade.</p>
<p><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Foto-Bruno-Gusso.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class=" wp-image-5533 alignleft" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Foto-Bruno-Gusso.jpg" alt="Foto Bruno Gusso" width="90" height="90" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Foto-Bruno-Gusso.jpg 960w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Foto-Bruno-Gusso-150x150.jpg 150w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Foto-Bruno-Gusso-300x300.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Foto-Bruno-Gusso-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 90px) 100vw, 90px" /></a><br />
Autor: Bruno Gusso. Acadêmico do curso de Odontologia da Universidade Positivo<br />
Membro acadêmico do Banco de dentes &#8211; FOUP<br />
<span style="font-family: verdana, sans-serif; font-size: small;">Membro acadêmico da Liga sem Dor Curitiba Paraná<br />
</span><span style="font-family: verdana, sans-serif; font-size: small;">Membro acadêmico do Programa de Iniciação Científica da Universidade Positivo</span></p>
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		<title>Sistema e.Max</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/sistema-e-max/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2015 10:45:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dentística & Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Prótese]]></category>
		<category><![CDATA[cimentação]]></category>
		<category><![CDATA[coroa]]></category>
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					<description><![CDATA[Coroas metal-free Existem no mercado já há algum tempo, mas não permitem uma adesão química adequada (ex. zircônia). As coroas compostas por cerâmica vítrea à base de Dissilicato de Lítio (e-max) vieram para mudar isso, pois permitem adesão química entre o substrato dentário e a peça protética através do sistema adesivo, permitindo três tipos de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Coroas metal-free</strong><br />
Existem no mercado já há algum tempo, mas não permitem uma adesão química adequada (ex. zircônia). As coroas compostas por cerâmica vítrea à base de Dissilicato de Lítio (e-max) vieram para mudar isso, pois permitem adesão química entre o substrato dentário e a peça protética através do sistema adesivo, permitindo três <strong>tipos de cimentação</strong>:</p>
<p>&#8211; cimentação adesiva<br />
&#8211; cimentação auto-adesiva<br />
&#8211; cimentação convencional</p>
<p>Este sistema protético é também conhecido como <strong>cerâmica injetada</strong>. Para sua confecção laboratorial, são necessários:</p>
<p>&#8211; forno especial<br />
&#8211; pastilhas de cores<br />
&#8211; anel<br />
&#8211; enceramento livre de carbono</p>
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<p>O protético faz o enceramento do elemento dental, faz a inclusão deste padrão de cera em um anel e com o material dentro do forno especial, ocorre a evaporação da cera e a inclusão das pastilhas de cores de cerâmica dentro deste anel. Parte-se para a desinclusão do dente e otimização da estética com pinturas e refinamentos.</p>
<p>O <em>e-max</em> pode ser utilizado para a confecção de várias peças protéticas, sendo mais comumente utilizado para a confecção de facetas e coroas.</p>
<p>Entre <strong>as vantagens</strong> do sistema estão:</p>
<p>&#8211; excelentes propriedades ópticas<br />
&#8211; durabilidade<br />
&#8211; longevidade<br />
&#8211; previsibilidade do resultado<br />
&#8211; semelhança com dentes naturais<br />
&#8211; biocompatibilidade</p>
<p>Na confecção de facetas, o e-max se sobressai principalmente por possuir <strong>cimentos resinosos e adesivos</strong> que, além de possibilitar a adesão química, possuem <strong>ampla variedade de cores</strong>, não interferindo no momento da cimentação como ocorre com as demais coroas metal-free, principalmente quando trata-se de faceta translúcida.</p>
<p>Este sistema possui um índice de refração da luz semelhante ao esmalte dental, sem interferência significativa de translucidez, proporcionando um alto padrão estético.<br />
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<p><strong>Cimentação:</strong></p>
<p>&#8211; Na cimentação convencional, após a prova clinica da peça, ajustes de oclusão e polimento, deve-se realizar jateamento de Óxido de Alumínio para criação de microporosidades;<br />
&#8211; Limpa-se a peça completamente com água,<br />
&#8211; Secá-la com jato de ar;</p>
<p><strong>Condicionamento da peça protética:</strong><br />
Submeter ao condicionamento ácido, com ácido fluorídrico a 5% e silanizar a superfície da peça com adesivo;</p>
<p><strong>Condicionamernto do preparo:</strong><br />
Deve-se limpar o remanescente dental e condicioná-lo com ácido fosfórico a 37%;<br />
Após a completa limpeza do preparo, aplicar o sistema adesivo sobre o remanescente dental, escolhendo a cor adequada do cimento; remover excessos e fotopolimerizar.</p>
<p>Autor: Ana Carolina da Silva, 26 anos. Acadêmica do 5º ano (2015) do  curso<br />
de Odontologia da Universidade Positivo, Curitiba &#8211; PR</p>
<p style="text-align: left;">
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		<item>
		<title>Tipos de Términos em Prótese Fixa</title>
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					<comments>https://www.odontoup.com.br/tipos-de-terminos-em-protese/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2015 03:39:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prótese]]></category>
		<category><![CDATA[bisel]]></category>
		<category><![CDATA[coroa]]></category>
		<category><![CDATA[ombro]]></category>
		<category><![CDATA[prótese]]></category>
		<category><![CDATA[termino]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; 4 Tipos de Términos em Prótese Fixa &#160; &#160; Os términos dos preparos, também conhecidos como margens, podem apresentar diferentes configurações de acordo com o material a ser empregado para a confecção da coroa. Dessa forma, desenvolvemos um conteúdo simplificado e útil para você poder entender esse passo tão importante no preparo para uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div id="fb-root"></div>
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<h1>4 Tipos de Términos em Prótese Fixa</h1>
<div class="fb-video" data-href="https://www.facebook.com/reel/194780353560800" data-width="500" data-allowfullscreen="true"></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os <strong>términos </strong>dos preparos, também conhecidos como margens, podem apresentar diferentes configurações de acordo com o material a ser empregado para a confecção da coroa. Dessa forma, desenvolvemos um conteúdo simplificado e útil para você poder entender esse passo tão importante no preparo para uma prótese fixa.</p>
<p>Os términos devem permitir a aplicação do material estético a fim de evitar sobrecontorno e serem resistentes, a partir disso temos os seguintes tipos de términos:</p>
<p><strong>Término Chanfrado:</strong> tem indicação para coroas metalo-cerâmicas e tem como características: <em>boa adaptação da margem</em>, menor concentração de estresse nessa região, melhor escoamento de cimento. É feito de um segmento de círculo, ¼ de circulo.<br />
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<p>Utiliza-se ponta diamantada cilíndrica com diâmetro de 1,2mm.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-3759 size-medium" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/04/chanfrado-300x121.png" alt="chanfrado protese fixa " width="300" height="121" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/04/chanfrado-300x121.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/04/chanfrado.png 516w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><strong>Término Chanferete:</strong> tem indicação para coroas totais metálicas (2º e 3º molares) e tem como características: mesmas vantagens do chanfrado e deve ser utilizado somente em coroas metálicas. É um segmento de círculo menor que o chanfrado.</p>
<p>Utiliza-se ponta diamantada cilíndrica com diâmetro de 1,2mm.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-3758 size-medium" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/04/chanferete-300x122.png" alt="chanferete protese fixa " width="300" height="122" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/04/chanferete-300x122.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/04/chanferete.png 511w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><strong>Término Ombro Arredondado ou Biselado: </strong>tem indicação para coroa de cerâmica, e tem como características: permite espessura adequada da cerâmica na região cervical, garantindo resistência contra a forças oclusais, apresenta maior discrepância marginal em relação aos demais términos, pode apresentar maior dificuldade no escoamento do cimento, necessita de maior quantidade de desgaste nas faces axiais, incisal e oclusal. É um ângulo interno arredondado entre a parede axial e gengival.</p>
<p>Utiliza-se ponta diamantada cilíndrica com diâmetro de 1mm com extremidade reta e ângulo arredondado.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-3760 size-medium" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/04/ombro-biselado-300x145.png" alt="ombro biselado protese fixa " width="300" height="145" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/04/ombro-biselado-300x145.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/04/ombro-biselado.png 492w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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<p><strong>Ombro ou Degrau: </strong>A parede axial do preparo forma um ângulo de aproximadamente 90° com a parede cervical.Indicado para preparos que receberão coroas de porcelana pura (jaqueta) com 1,0 a 1,2 mm de espessura.<ins class="adsbygoogle" style="display: block;" data-ad-client="ca-pub-4191050030543415" data-ad-slot="9581730292" data-ad-format="auto" data-full-width-responsive="true"></ins></p>
<p><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/04/ombro.png" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-3761 size-medium" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/04/ombro-300x164.png" alt="ombro protese fixa " width="300" height="164" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/04/ombro-300x164.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/04/ombro.png 440w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>Conteúdo baseado e retirado do livro do Pergoraro.</p>
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		<title>Princípios de Preparo Para Prótese Fixa</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/principios-de-preparo-para-protese-fixa/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/principios-de-preparo-para-protese-fixa/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2014 04:57:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prótese]]></category>
		<category><![CDATA[brocas]]></category>
		<category><![CDATA[cerâmica]]></category>
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					<description><![CDATA[Esse post traz um resumo detalhado de preparo para prótese fixa. Com conceitos bem definidos, listagem de brocas utilizadas e dicas incríveis, você vai saber ao final do post os princípios, as indicações e a técnica para um preparo seguro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O sucesso do tratamento com prótese é determinado através de três critérios: longevidade da<strong> prótese</strong>, saúde pulpar e gengival dos dentes envolvidos e satisfação do paciente. Para alcançar esses objetivos, o cirurgião deve saber executar todas as fases do tratamento, tais como exame, diagnóstico, planejamento e <a href="https://www.odontoup.com.br/cimentacao-de-faceta-de-porcelana-e-preparos-inlays-e-onlays/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">cimentação</a> da prótese.</p>
<p>Todas as fases principais e intermediárias são importantes e uma depende da outra. De nada adianta o dente estar preparado corretamente se as outras fases são negligenciadas.</p>
<p>O preparo dental não deve ser iniciado sem que o cirurgião-dentista saiba quando indicá-lo e como executá-lo, buscando preencher os 3 princípios fundamentais para conseguir preparos corretos: mecânicos, biológicos e estéticos.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #36adad;"><strong>Princípios Mecânicos</strong></span></p>
<p><strong>Retenção</strong><br />
O <span style="color: #000000;">preparo</span> deve apresentar certas características que impeçam o deslocamento axial da <a href="https://www.odontoup.com.br/objetivos-de-uma-restauracao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">restauração</a> quando submetida às forças de tração.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5286 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/0001-89203480-e1447117070739.png" alt="retenção friccional" width="1024" height="430" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/0001-89203480-e1447117070739.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/0001-89203480-e1447117070739-300x126.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/0001-89203480-e1447117070739-768x323.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Porém, o aumento exagerado da retenção friccional irá dificultar a cimentação da restauração pela resistência ao escoamento do cimento, impedindo o seu assento final e, consequentemente, causando um desajuste oclusal e cervical da restauração.<br />
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</script></p>
<p>A presença de sulco é ligeiramente importante em preparos extremamente cônicos. Portanto, sem a presença de um plano de inserção definido, para limitar a remoção e inserção da coroa em uma única direção e, assim, reduzir a possibilidade de deslocamento.</p>
<p>A área do preparo e sua textura superficial são aspectos também importantes na retenção. Quanto à textura superficial tem que se considerar que a capacidade de adesão dos cimentos dentários depende basicamente do contato deste, com as microrretenções existentes na superfície do dente preparado e da prótese</p>
<p><strong>Resistência ou Estabilidade</strong><br />
A forma de resistência ou estabilidade conferida ao preparo previne o deslocamento da restauração quando submetidas à forças oblíquas, que podem provocar a rotação da restauração. Por isso é importante que se saiba quais são as áreas do dente preparado das superfície interna da restauração que podem impedir este tipo de movimento.</p>
<p>Existem diversos fatores diretamente relacionados com a forma de resistência do preparo.</p>
<ul>
<li>magnitude e direção da força</li>
<li>relação altura/largura do preparo</li>
<li>integridade do dente preparado</li>
</ul>
<p><strong><br />
Rigidez estrutural</strong><br />
O preparo deve ser executado de tal forma que a restauração apresente espessura suficiente de metal (para as coroas totais metálicas), metal e porcelana (para as coroas de porcelana pura), para resistir as forças mastigatórias e não comprometar a estética e o tecido periodontal. Para isso, o desgaste deverá ser feito seletivamente de acordo com as necessidades estética e funcional da restauração.</p>
<p><strong>Integridade Marginal</strong><br />
O objetivo básico de toda restauração cimentada é estar bem adaptada e com uma linha mínima de cimento, para que a prótese possa permanecer em função o maior tempo possível, num ambiente desfavorável, que é a boca. Margens inadequadas facilitam a instalação do processo patológico do tecido gengival que, por sua vez, irá impedir a obtenção de próteses bem adaptadas.</p>
<p>Assim, o controle da linha de cimento exposta ao meio bucal e a higiene do paciente são fatores que aumentam a expectativa de longevidade da prótese</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #36adad;"><strong>Princípios Biológicos</strong></span></p>
<p><strong>Preservação do órgão pulpar</strong><br />
O desgaste excessivo está diretamente relacionado à retenção e saúde pulpar, pois além de diminuir a área preparada prejudicando a retenção da prótese e a própria resistência do remanescente dentário, nos dentes anteriores, principalmente, pode trazer danos irreversíveis à polpa, como inflamação, sensibilidade, etc.</p>
<p>Por outro lado, o desgaste insuficiente está diretamente relacionado ao sobrecontorno da prótese e, consequentemente, aos problemas que isso pode causar em termos de estética e prejuízo para o <a href="https://www.odontoup.com.br/periodonto-de-sustentacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">periodonto</a>.</p>
<p>Um dos objetivos principais da reabilitação com <a href="https://www.odontoup.com.br/protese-fixa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">prótese fixa</a> é a preservação da saúde do periodonto. Vários são os fatores diretamente relacionados à esse objetivo: higiene oral, forma, contorno de localização da margem cervical do preparo.</p>
<p>A melhor localização do término cervical é aquela em que o profissional pode controlar todos os procedimentos clínicos e o paciente tem condições efetivas de higienização. Assim é vital, para a homeostasia da área, que o preparo estenda-se o mínimo dentro do sulco gengival, exclusivamente por razões estéticas e suficiente apenas para esconder a cinta metálica da coroa, sem alterar significantemente a biologia do tecido gengival.</p>
<p>De maneira genérica, a extensão cervical dos dentes preparados pode variar de 2mm aquém da gengiva marginal livre até 1mm no interior do sulco. Os pacientes que pertencem ao grupo de risco à cárie não devem ter o término cervical colocado aquém do nível gengival</p>
<p><strong>Indicações término subgengival</strong></p>
<ul>
<li>razões estéticas com o objetivo de mascarar a cinta metálica</li>
<li>restaurações de amálgama ou de <a href="https://www.odontoup.com.br/resinas-compostas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">resina composta</a>, cujas paredes gengivais já se encontrem nesse nível.</li>
<li>presença de cárie que se estendam para dentro do sulco gengival</li>
<li>presença de fraturas que terminam subgengivalmente</li>
<li>razões mecânicas aplicadas, aplicadas geralmente aos dentes curtos</li>
<li>colocação do término cervical em área de relativa imunidade à <a href="https://www.odontoup.com.br/3801/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">cárie</a>, como se acredita ser a região correspondente ao sulco gengival.</li>
</ul>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"><br />
</span>(!) </strong>O preparo subgengival dentro dos níveis convencionais de 0.5 a 1.0mm não traz problemas ao tecido gengival, desde que a adaptação, forma, contorno e polimento da restauração estejam satisfatórios e o paciente consiga higienizar corretamente essa área.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #36adad;"><strong>Princípios Estéticos</strong></span></p>
<p>A estética depende, basicamente, da saúde periodontal, forma, contorno e cor da prótese. Para atingir esses objetivos, há que se preservar o estado de saúde do periodonto, confeccionar restaurações com forma, contorno e cor corretos. Fatores estes que estão diretamente relacionados com a quantidade de desgaste da estrutura dentária.</p>
<p>Se o desgaste é insuficiente para uma coroa <a href="https://www.odontoup.com.br/diferencas-do-preparo-para-coroa-total-metalica-e-coroa-metalo-ceramica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">metalo-cerâmica</a>, a porcelana apresentará espessura insuficiente para esconder a estrutura metálica, o que pode levar o técnico a compensar essa deficiência aumentando o contorno da restauração.</p>
<p><strong>Tipos de término cervical</strong><br />
O térmico cervical dos preparos pode apresentar diferentes configurações de acordo com o material a ser empregado para a confecção da coroa.</p>
<ol>
<li><a href="https://www.odontoup.com.br/tipos-de-terminos-em-protese/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ombro ou degrau</a>: a parede axial do preparo forma um ângulo de aproximadamente 90° com a parede cervical;</li>
<li><a href="https://www.odontoup.com.br/tipos-de-terminos-em-protese/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ombro ou degrau biselado</a>: ocorre formação de ângulo de aproximadamente 90° com a parede axial e cervical, com biselamento da aresta cavo-superficial;</li>
<li><a href="https://www.odontoup.com.br/tipos-de-terminos-em-protese/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Chanfrado</a>: a junção entra a parede axial e gengival é feita por um segmento de círculo, que deverá apresentar espessura suficiente para acomodar metal e faceta estética;</li>
<li><a href="https://www.odontoup.com.br/tipos-de-terminos-em-protese/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Chanferete</a>: a junção entra a parede axial e gengival é feita por um segmento de círculo de pequena dimensão (aproximadamente a metade do chanfrado), devendo apresentar espessura suficiente para acomodar o metal.</li>
</ol>
<p><strong><br />
Técnica de preparo para coroa metalo-cerâmica (Técnica da Silhueta)</strong><br />
DENTES ANTERIORES –</p>
<p><strong>1 – Sulcos de orientação:</strong> nas faces vestibular, incisal e linguo-cervical<br />
As coroas metalo-cerâmicas necessitam de 1,5mm de desgaste nas faces vestibular e metade das proximais e 2mm na incisal, para acomodar metal e porcelana.</p>
<p><strong>(!!!) DICA: </strong>faça primeiro os desgastes na metade, só então os outros desgastes na segunda metade.Esse passo nos da o controle da quantidade de desgaste necessária.</p>
<p>Brocas: 2215; 3216</p>
<figure id="attachment_5740" aria-describedby="caption-attachment-5740" style="width: 250px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5740 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-2215.jpg" alt="" width="250" height="250" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-2215.jpg 250w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-2215-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px" /><figcaption id="caption-attachment-5740" class="wp-caption-text">2215</figcaption></figure>
<figure id="attachment_5744" aria-describedby="caption-attachment-5744" style="width: 250px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5744 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3216.jpg" alt="" width="250" height="250" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3216.jpg 250w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3216-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px" /><figcaption id="caption-attachment-5744" class="wp-caption-text">3216</figcaption></figure>
<p><strong>2 – União dos sulcos de orientação:</strong> Com a broca 3216 ou 2215, faça a união dos sulcos da metade escolhida da face vestibular, incisal e lingual, mantendo-se a relação de paralelismo previamente obtida.</p>
<p><strong>3- Desgastes proximais:</strong> Com o dente adjacente protegido com uma matriz de aço, procede-se a eliminação da convexidade natural desta área. O desgaste deve terminar no nível gengival e deixar as paredes proximais paralelas entre si.</p>
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<p>Brocas: 2200; 3203</p>
<figure id="attachment_5738" aria-describedby="caption-attachment-5738" style="width: 250px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5738 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-2200.jpg" alt="" width="250" height="259" /><figcaption id="caption-attachment-5738" class="wp-caption-text">2200</figcaption></figure>
<figure id="attachment_5742" aria-describedby="caption-attachment-5742" style="width: 250px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5742 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3203.jpg" alt="" width="250" height="250" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3203.jpg 250w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3203-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px" /><figcaption id="caption-attachment-5742" class="wp-caption-text">3203</figcaption></figure>
<p><strong>4 – Desgaste Lingual: </strong>Segue a anatomia da área. Deve ser desgastada no mínimo em 0,6mm para acomodar apenas o metal nas coroas dos dentes anteriores que apresentam um sobrepasso cervical muito acentuado. Evita-se assim, deixar a região incisal muito fina e sujeita à fratura.</p>
<p>Brocas: 3118; 3215; 2214</p>
<figure id="attachment_5741" aria-describedby="caption-attachment-5741" style="width: 250px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5741 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3118.jpg" alt="" width="250" height="250" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3118.jpg 250w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3118-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px" /><figcaption id="caption-attachment-5741" class="wp-caption-text">3118</figcaption></figure>
<figure id="attachment_5743" aria-describedby="caption-attachment-5743" style="width: 250px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5743 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3215.jpg" alt="" width="250" height="250" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3215.jpg 250w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-3215-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px" /><figcaption id="caption-attachment-5743" class="wp-caption-text">3215</figcaption></figure>
<figure id="attachment_5739" aria-describedby="caption-attachment-5739" style="width: 250px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5739 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-2214.jpg" alt="" width="250" height="250" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-2214.jpg 250w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-2214-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px" /><figcaption id="caption-attachment-5739" class="wp-caption-text">2214</figcaption></figure>
<p><strong>5 – Preparo subgengival: </strong>para se obter um término cervical do preparo no interior do sulco gengival, no término em chanfrado, é utilizado apenas a metade da ponta ativa da broca. Assim, o posicionamento correto da broca para estender o término do preparo dentro do sulco gengival deve ser feito deixando metade de seu diâmetro em contato com o dente e a outra metade fora do dente e, consequentemente, em contado com o epitélio sulcular.</p>
<p>Brocas: 3216 2215</p>
<p><strong>6 – Acabamento:</strong> Com o término cervical obtido com as brocas diamantadas 3216 ou 2215 é um chanfrado longo, torna-se necessário aumentar um pouco mais o desgaste na região cervical das faces estéticas, vestibular e metade das proximais, para acomodar o metal e a porcelana e não haver sobrecontornos. Para isso utiliza-se a broca tronco-cônica com extremidade arredondada, totalmente apoiada na parede axial, acentuando o desgaste nessa região.</p>
<p>Brocas: 4138</p>
<figure id="attachment_5745" aria-describedby="caption-attachment-5745" style="width: 250px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5745 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-4138.jpg" alt="" width="250" height="250" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-4138.jpg 250w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2014/08/broca-4138-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px" /><figcaption id="caption-attachment-5745" class="wp-caption-text">4138</figcaption></figure>
<p><strong>Técnica de preparo para coroa total metálica</strong><br />
Indicada onde o fator estético não precisa ser considerado. A única diferença desse preparo para uma coroa metalo-cerâmica é a quantidade de desgaste, que passa de 1,5mm para apenas 1,0mm que é realizada na face vestibular, visto que essa área será recoberta somente com um metal.</p>
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<p>Receba dicas que vão mudar sua vida <strong>acadêmica</strong> e <strong>profissional</strong>.</p>
<p>Referência: conteúdo baseado e retirado das aulas de próteses ministradas na Universidade Positivo</p>
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		<item>
		<title>Caninos: descrição anatômica, o que são, funções e características na Odontologia</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/caninos-descricao-anatomica/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/caninos-descricao-anatomica/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jun 2013 05:53:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anatomia e Escultura Dental]]></category>
		<category><![CDATA[anatomia]]></category>
		<category><![CDATA[canines]]></category>
		<category><![CDATA[caninos]]></category>
		<category><![CDATA[coroa]]></category>
		<category><![CDATA[dental]]></category>
		<category><![CDATA[dente]]></category>
		<category><![CDATA[função]]></category>
		<category><![CDATA[maxillary]]></category>
		<category><![CDATA[teeth]]></category>
		<category><![CDATA[tooth]]></category>
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					<description><![CDATA[Objetivo de considerar as formas, aspectos vestibulares, linguais, palatinos, mesiais e distais. Bem como, características das raizes e curiosidades dos caninos permanentes em maxila e mandíbula.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="1310" data-end="1561">Os caninos são dentes localizados entre os <strong><a href="https://www.odontoup.com.br/incisivos-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener">incisivos</a></strong> e os <strong><a href="https://www.odontoup.com.br/pre-molares-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener">pré-molares</a></strong>, desempenhando papel fundamental na mastigação e na proteção da oclusão. Na Odontologia, eles são essenciais para a estabilidade do arco dentário, estética do sorriso e guia canina.</p>
<p data-start="1565" data-end="1720">Anatomicamente, os caninos apresentam características próprias que os diferenciam dos demais dentes, especialmente por sua raiz longa e formato pontiagudo.</p>
<h2 data-start="1727" data-end="1755">O que são os caninos?</h2>
<p data-start="1757" data-end="1883">Os caninos são dentes anteriores de transição, com coroa pontiaguda e função adaptada à perfuração e rasgamento dos alimentos.</p>
<h2 data-start="1890" data-end="1928">Quantos dentes caninos existem?</h2>
<p data-start="1930" data-end="1987">A dentição permanente possui <strong data-start="1959" data-end="1979">4 dentes caninos</strong>, sendo:</p>
<ul data-start="1988" data-end="2037">
<li data-start="1988" data-end="2012">
<p data-start="1990" data-end="2012">2 caninos superiores</p>
</li>
<li data-start="2013" data-end="2037">
<p data-start="2015" data-end="2037">2 caninos inferiores</p>
</li>
</ul>
<h2 data-start="2044" data-end="2067">Tipos de caninos</h2>
<h3 data-start="2069" data-end="2097">&#8211;<strong> Caninos</strong> <strong>superiores</strong></h3>
<p data-start="2098" data-end="2175">São mais longos, volumosos e possuem grande importância estética e funcional.</p>
<h3 data-start="2177" data-end="2205">&#8211; <strong>Caninos</strong> <strong>inferiores</strong></h3>
<p data-start="2206" data-end="2290">Apresentam dimensões menores, mas exercem papel fundamental na estabilidade oclusal.</p>
<h2 data-start="2297" data-end="2323">Funções dos caninos</h2>
<p data-start="2325" data-end="2367">As principais funções dos caninos incluem:</p>
<ul data-start="2368" data-end="2508">
<li data-start="2368" data-end="2396">
<p data-start="2370" data-end="2396">Rasgamento dos alimentos</p>
</li>
<li data-start="2397" data-end="2434">
<p data-start="2399" data-end="2434">Proteção da oclusão (guia canina)</p>
</li>
<li data-start="2435" data-end="2468">
<p data-start="2437" data-end="2468">Estabilidade do arco dentário</p>
</li>
<li data-start="2469" data-end="2508">
<p data-start="2471" data-end="2508">Contribuição para a estética facial</p>
</li>
</ul>
<h2 data-start="2556" data-end="2601">Características anatômicas dos caninos</h2>
<p data-start="2603" data-end="2625">Os caninos apresentam:</p>
<ul data-start="2626" data-end="2753">
<li data-start="2626" data-end="2646">
<p data-start="2628" data-end="2646">Coroa pontiaguda</p>
</li>
<li data-start="2647" data-end="2683">
<p data-start="2649" data-end="2683">Uma única raiz, geralmente longa</p>
</li>
<li data-start="2684" data-end="2717">
<p data-start="2686" data-end="2717">Grande resistência estrutural</p>
</li>
<li data-start="2718" data-end="2753">
<p data-start="2720" data-end="2753">Importante inserção periodontal</p>
</li>
</ul>
<h2 data-start="2760" data-end="2805">Importância dos caninos na Odontologia</h2>
<p data-start="2807" data-end="2860">Na prática clínica, os caninos são fundamentais para:</p>
<ul data-start="2861" data-end="2982">
<li data-start="2861" data-end="2875">
<p data-start="2863" data-end="2875">Ortodontia</p>
</li>
<li data-start="2876" data-end="2896">
<p data-start="2878" data-end="2896">Prótese dentária</p>
</li>
<li data-start="2897" data-end="2921">
<p data-start="2899" data-end="2921">Planejamento oclusal</p>
</li>
<li data-start="2922" data-end="2945">
<p data-start="2924" data-end="2945">Estética do sorriso</p>
</li>
<li data-start="2946" data-end="2982">
<p data-start="2948" data-end="2982">Prevenção de desgastes dentários</p>
</li>
</ul>
<h2 data-start="3027" data-end="3069">Diferença entre caninos e incisivos</h2>
<ul data-start="3071" data-end="3159">
<li data-start="3071" data-end="3109">
<p data-start="3073" data-end="3109"><strong data-start="3073" data-end="3086">Incisivos</strong>: corte dos alimentos</p>
</li>
<li data-start="3110" data-end="3159">
<p data-start="3112" data-end="3159"><strong data-start="3112" data-end="3123">Caninos</strong>: rasgamento e proteção da oclusão</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<hr data-start="1722" data-end="1725" />
<h3 data-start="1727" data-end="1755"></h3>
<p>É o mais longo dos dentes. A coroa tem o mesmo comprimento da coroa do incisivo central superior, mas a raiz é bem mais longa. A forma da coroa dá ao canino um aspecto de força e robustez.</p>
<p>Os <strong>caninos</strong> são divididos em dois grupos, sendo 2 maxilares (superiores) e 2 mandibulares (inferiores): Servem como alicerces do arco (canto da boca) e geralmente são os últimos dentes a serem perdidos por doença periodontal.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-6308 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/what-we-do-1-e1464737551726.png" alt="dentes caninos – características anatômicas na Odontologia" width="1024" height="573" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/what-we-do-1-e1464737551726.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/what-we-do-1-e1464737551726-300x168.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/what-we-do-1-e1464737551726-768x430.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
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<p><b>Morfologia Geral</b></p>
<ul>
<li>Forma de cúspide;</li>
<li>Dente mais longo do arco;</li>
<li>Cúspide divide declive mesial e declive distal;</li>
<li>Presença de crista labial na vestibular;</li>
<li>Maior no sentido vestíbulo-lingual que no mesio-distal;</li>
</ul>
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<p><b>Aspecto Vestibular</b></p>
<ul>
<li>Forma pentagonal;</li>
<li>Cristas marginais mesiais mais curtas que cristas distais;</li>
</ul>
<p><b>Aspecto Proximal</b></p>
<ul>
<li>Cuneiforme, assim como os incisivos;</li>
<li>Linhas cervicais convexas em direção ao ápice, mais na face mesial que na distal;</li>
<li>Contorno lingual em forma de “S”.</li>
</ul>
<p><strong>Caninos Superiores: 13 e 23</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5667 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/canino-superior.jpg" alt="canino superior características anatômicas na Odontologia" width="568" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/canino-superior.jpg 568w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/canino-superior-222x300.jpg 222w" sizes="auto, (max-width: 568px) 100vw, 568px" /><br />
<b><br />
Aspecto Vestibular das Coroas</b></p>
<ul>
<li>Face vestibular composta por 3 lobos;</li>
<li>Contorno MESIAL amplamente convexo no terço médio, achatando – se no terço cervical;</li>
<li>Lado DISTAL forma um “S” raso, convexo no terço médio e ligeiramente côncavo no cervical;</li>
<li>Declive mesial mais curto que declive distal;</li>
</ul>
<p>Visto por vestibular, difere dos incisivos por ter uma coroa de contorno pentagonal e não quadrangular. Isto se deve à presença de uma cúspide na borda incisal, que a divide em duas inclinações. O segmento mesial da aresta* longitudinal é mais curto e menos inclinado. O maior e mais pronunciado segmento distal torna o ângulo disto-incisal mais arredondado e mais deslocado para a cervical do que o ângulo mésio-incisal.</p>
<p>A face vestibular tem no centro uma elevação longitudinal em forma de crista que termina na ponta da cúspide. É acompanhada de cada lado por sulcos rasos, que dão um aspecto trilobado à face, sendo que o lobo central é o mais proeminente.</p>
<p><b>Aspecto Palatino das Coroas</b></p>
<ul>
<li>Cíngulo grande e centralizado;</li>
<li>Cristas marginais geralmente menos proeminentes que a crista lingual;</li>
<li>Atrito oclusal;</li>
</ul>
<p>A lingual tem a mesma silhueta da face vestibular, mas é mais estreita, principalmente no terço cervical, devido à convergência pronunciada das faces de contato para a lingual e para a cervical. As cristas marginais e o cíngulo são bem desenvolvidos no canino superior. O cíngulo é especialmente robusto, lembrando uma pequena cúspide. Frequentemente, está unido à cúspide por uma crista cérvico-incisal, semelhante àquela da face vestibular. Quando presente, esta crista lingual divide a fossa lingual, que já é rasa, em uma mesial e outra distal, mais rasas ainda. Algumas vezes, a face lingual é lisa, sem a presença de crista ou fossas.</p>
<p><b>Raízes dos Caninos Superiores</b></p>
<ul>
<li><b>Vestibular – </b>Comprida, cônica; Terço apical estreito, frequentemente para distal; Face vestibular mais convexa;</li>
<li><b>Lingual – </b>Mais estreita que no lado vestibular;</li>
<li><b>Proximais – </b>Face mesial mais larga; Depressão longitudinal mais pronunciada na distal.</li>
</ul>
<hr />
<p><b><strong>Caninos Inferiores: 33 e 43</strong> </b></p>
<p>Em comparação com o canino superior, o canino inferior tem a coroa mais longa e estreita. Na realidade, ela habitualmente é só um pouco mais longa, mas a sua reduzida dimensão mésio-distal dá-lhe a aparência de coroa bem alta.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5666" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/canino-inferior.jpg" alt="canino inferior – características anatômicas na Odontologia" width="543" height="784" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/canino-inferior.jpg 1324w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/canino-inferior-208x300.jpg 208w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/canino-inferior-768x1110.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/canino-inferior-709x1024.jpg 709w" sizes="auto, (max-width: 543px) 100vw, 543px" /><br />
<b><br />
Aspecto Vestibular das Coroas</b></p>
<ul>
<li>Lisa e convexa;</li>
<li>Lado mesial convexo, tendendo a plano, quase em linha com a face mesial da raiz;</li>
<li>Parece haver mais da coroa na distal do longo eixo da raiz (aspecto de inclinação para distal);</li>
</ul>
<p>Por ser um dente mais estreito que o canino superior, sua face vestibular é mais convexa, mas não tem a crista cérvico-incisal tão marcada. A borda mesial é mais alta que a distal, mais retilínea, e continua alinhada com a superfície mesial da raiz. A borda distal, mais inclinada e curva, forma um ângulo com a superfície distal da raiz. Como o dente é mais estreito, a convergência dessas bordas para a cervical é menor em relação ao canino superior.</p>
<p>Tal como no canino superior, a coroa não tem simetria bilateral, porque o segmento mesial da aresta longitudinal da cúspide é menor e menos inclinado (quase horizontal) que o distal. Os ângulos mésio-incisal e disto-incisal e as áreas de contato se dispõem como no canino superior.<br />
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<p><b>Aspecto Lingual das Coroas</b></p>
<ul>
<li>Cíngulo baixo, menos volumoso, deslocado para distal;</li>
<li>Crista lingual e fossas linguais discretas;</li>
<li>Coroa e raiz se afilam da vestibular para lingual;</li>
</ul>
<p>Face lingual: em contraste com o canino superior, nem o cíngulo nem as cristas marginais são bem marcados. Também não há crista que una o cíngulo à cúspide. Sua forma acompanha, assim, a dos incisivos inferiores, com uma fossa lingual pouco escavada.</p>
<p><b>Aspecto Proximal das Coroas</b></p>
<ul>
<li>Borda incisal inclinada para distal;</li>
<li>Curvatura da linha cervical maior na mesial;</li>
</ul>
<p>Por esta vista, a borda vestibular é menos convexa que a do canino superior. O diâmetro vestíbulo-lingual também é menor.</p>
<p><b>Raízes dos Caninos Inferiores</b></p>
<ul>
<li><b>Vestibular – </b>Convexo, reto (curvatura não deve ser decisiva na identificação do lado do dente)</li>
<li><b>Lingual – </b>Mais estreita que no lado vestibular;</li>
<li><b>Proximal – </b>Depressão longitudinal mais profunda na distal.</li>
</ul>
<h2>Curiosidade</h2>
<p><em>A prevalência de caninos inferiores birradiculares* gira em torno de 5%. Quando esta variação ocorre, a raiz vestibular é ligeiramente maior que a lingual e o ponto<br />
de bifurcação* está geralmente no terço médio.<br />
Link do pubmed: </em><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/18265772/" target="_blank" rel="noopener">Mandibular canine with two separated canals</a></p>
<h2 data-start="3166" data-end="3182">Conclusão</h2>
<p data-start="3184" data-end="3416">Os caninos exercem papel essencial na função mastigatória, na estabilidade oclusal e na estética do sorriso. O conhecimento detalhado de suas características anatômicas é indispensável para a prática odontológica segura e eficiente.</p>
<h2 data-start="3482" data-end="3522">Perguntas frequentes sobre caninos</h2>
<p data-start="3524" data-end="3675"><strong data-start="3524" data-end="3563">Qual a função dos dentes caninos?</strong><br data-start="3563" data-end="3566" />Os caninos são responsáveis pelo rasgamento dos alimentos e pela proteção da oclusão por meio da guia canina.</p>
<hr data-start="3677" data-end="3680" />
<p data-start="3682" data-end="3786"><strong data-start="3682" data-end="3735">Quantos caninos existem na dentição permanente?</strong><br data-start="3735" data-end="3738" />Existem 4 dentes caninos na dentição permanente.</p>
<hr data-start="3788" data-end="3791" />
<p data-start="3793" data-end="3894"><strong data-start="3793" data-end="3826">Caninos têm quantas raízes?</strong><br data-start="3826" data-end="3829" />Os caninos possuem uma única raiz, geralmente longa e resistente.</p>
<hr data-start="3896" data-end="3899" />
<p data-start="3901" data-end="4023"><strong data-start="3901" data-end="3949">Qual a importância dos caninos na oclusão?</strong><br data-start="3949" data-end="3952" />Eles protegem os dentes posteriores durante os movimentos mandibulares.</p>
<hr data-start="4025" data-end="4028" />
<p data-start="4030" data-end="4201"><strong data-start="4030" data-end="4083">Caninos superiores e inferiores são diferentes?</strong><br data-start="4083" data-end="4086" />Sim. Os superiores são maiores e mais evidentes esteticamente, enquanto os inferiores são menores e mais estreitos.</p>
<p>Veja também:</p>
<p><a href="https://www.odontoup.com.br/incisivos-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Anatomia dos Incisivos </a><br />
<a href="https://www.odontoup.com.br/pre-molares-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Anatomia dos Pré-Molares</a><br />
<a href="https://www.odontoup.com.br/molares-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Anatomia dos Molares </a></p>
<p><em>Referência: Miguel Carlos Madeira, Anatomia do Dente, 5 edição. </em></p>
<p>Atualizado dia 07/07/2021</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/caninos-descricao-anatomica/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
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