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	<title>classificação &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>classificação &#8211; Odonto Up</title>
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		<title>Você Sabe Como Tratar Mucosite? Novo Conceito no Tratamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2019 19:38:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estomatologia & Patologia]]></category>
		<category><![CDATA[classificação]]></category>
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					<description><![CDATA[Se um paciente oncológico vai até o seu consultório/clínica apresentando um grau de mucosite, relatando dor e incomodo, você saberia como resolver sem questionar se está fazendo certo ou não? Esse artigo vai ajudar você a definir um tratamento e orientar seu paciente quando o assunto for mucosite. Veja o que esse conteúdo tem e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se um paciente oncológico vai até o seu consultório/clínica apresentando um grau de <strong>mucosite</strong>, relatando dor e incomodo, você saberia como resolver sem questionar se está fazendo certo ou não?</p>
<p>Esse artigo vai <strong>ajudar</strong> você a definir um tratamento e orientar seu paciente quando o assunto for mucosite. Veja o que esse conteúdo tem e se prepare para ser um profissional de destaque. <img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-8464 size-large" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/O-QUE-VOCE-VAI-ENCONTRAR-NESSE-POST-2-1024x1024.png" alt="" width="696" height="696" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/O-QUE-VOCE-VAI-ENCONTRAR-NESSE-POST-2-1024x1024.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/O-QUE-VOCE-VAI-ENCONTRAR-NESSE-POST-2-150x150.png 150w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/O-QUE-VOCE-VAI-ENCONTRAR-NESSE-POST-2-300x300.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/O-QUE-VOCE-VAI-ENCONTRAR-NESSE-POST-2-768x768.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/O-QUE-VOCE-VAI-ENCONTRAR-NESSE-POST-2-696x696.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/O-QUE-VOCE-VAI-ENCONTRAR-NESSE-POST-2-1068x1068.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/O-QUE-VOCE-VAI-ENCONTRAR-NESSE-POST-2-420x420.png 420w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/O-QUE-VOCE-VAI-ENCONTRAR-NESSE-POST-2.png 1080w" sizes="(max-width: 696px) 100vw, 696px" /></p>
<p>Vamos lá?</p>
<p>A mucosite é uma reação tóxica inflamatória que pode ocorrer por exposição a<br />
agentes quimioterápicos (quimioterapia) ou radiação ionizante (radioterapia). Na cavidade oral, esta toxicidade sobre as células epiteliais leva à descamação em função do atrito presente na boca. Como a reposição celular está comprometida devido ao tratamento oncológico, ocorre exposição do tecido conjuntivo subjacente onde se localizam vasos sanguíneos, vasos linfáticos e feixes nervosos; desencadeando dor intensa, ulcerações,<br />
dificuldade de alimentação e fala.<br />
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<p>A mucosite normalmente é transitória e os pacientes recuperam-se espontaneamente no primeiro mês após encerramento do tratamento. Entre as manifestações da mucosite, a <strong>ulceração</strong> é a mais importante, constituindo-se em uma verdadeira porta de entrada para infecções bacterianas e determinando em alguns casos, a suspensão do tratamento radioterápico. A associação da radioterapia com quimioterápicos produz um efeito sinérgico, potencializando a severidade das alterações inflamatórias da mucosa oral.</p>
<p>Outro fator agravante para a mucosite oral é a susceptibilidade à infecção por microrganismos normalmente presentes na cavidade bucal que são oportunistas e invadem os tecidos lesados, como as leveduras do gênero <em>Cândida</em> que aumentam sua colonização durante a radioterapia.</p>
<p><strong>Fisiopatologia da mucosite<br />
</strong>O modelo biológico do desenvolvimento da mucosite é descrito em cinco fases:</p>
<ol>
<li>Fase de Iniciação: é a fase assintomática em que ocorre lesão direta no DNA das células basais do epitélio e o aparecimento de radicais oxidativos.</li>
<li>Fase de Sinalização: às enzimas podem ser ativadas diretamente pela radioterapia e quimioterapia, ou indiretamente pelos radicais oxidativos formados na fase anterior, induzindo a apoptose (morte celular programada).</li>
<li>Fase de Amplificação: ocorre uma série de ciclos retroalimentados, aumentando ainda mais a injúria celular em virtude da produção exacerbada de citocinas inflamatórias.</li>
<li>Fase ulcerativa: caracterizada pela perda da integridade da mucosa, promovendo porta de entrada para bactérias, fungos e vírus, acompanhada de sintomatologia dolorosa.</li>
<li>Fase de cicatrização: observa-se proliferação, diferenciação e migração das células epiteliais, além da restauração da integridade da mucosa.</li>
</ol>
<p>Quando se entende o desenvolvimento da mucosite e seus aspectos histológicos, você naturalmente entenderá sua classificação clínica e o grau que aquela lesão se encontra, veja só:</p>
<p><strong>Classificação Clínica da Mucosite</strong></p>
<p><strong>Grau 1:</strong> Áreas Eritematosas (paciente consegue comer alimentos sólidos);<br />
<strong>Grau 2:</strong> Áreas Ulceradas com pseudomembranosa (alimentos pastosos);<br />
<strong>Grau 3:</strong> Extensas áreas pseudomembranosas (somente alimentos líquidos);<br />
<strong>Grau 4:</strong> Áreas ulceradas com crostas hemorrágicas (não consegue comer).</p>
<p><strong>Recomendações para o Tratamento da Mucosite<br />
</strong>Há vários estudos que mostram tratamentos efetivos e paliativos, veja os que listamos:</p>
<p><strong>Laserterapia de baixa intensidade 660nm</strong><br />
Analgesia: que tem efeito direto nas terminações nervosas, assim reduzindo a velocidade da condução e liberação de neurotransmissores.<br />
Inflamatória: aumento de mastócitos, leucócitos e inibição da bradicinina  inibição da expressão da ciclo-oxigenase (cox 2).<br />
Reparo tecidual: Proliferação de queratinócitos, fibroblastos, Aumento da velocidade de reepitelização, angiogênese e secreção de colágeno.<br />
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</body></p>
<p><strong>Crioterapia</strong><br />
A aplicação do gelo na mucosa ou bochecho com agua gelada durante a administração dos fármacos (quimioterapia), promove um arrefecimento da temperatura que conduz a vasoconstrição e consequentemente a diminuição da circulação do fármaco na mucosa oral. Desta forma, impede que o agente quimioterápico chegue aos tecidos bucais em grandes quantidades, reduzindo a toxidade local e gravidade do dano a mucosa.</p>
<ul>
<li>Bochecho com Morfina 2% e Chá de camomila (efeito anti-inflamatório): serve como tratamento de suporte e alivia sintomatologia dolorosa.</li>
<li>Fluconazol: antifúngico da família dos triazólicos e pode ser usado quando tem candidíase associada a mucosite. Esse fármaco é bem aceito pelos pacientes pelo gosto agradável.</li>
</ul>
<p><strong>Tratamento Subjetivo:</strong><br />
Os anestésicos tópicos podem minimizar a dor temporariamente em casos de mucosite de pouca gravidade (graus 1 e 2). A anestesia tópica é uma escolha óbvia para uma ação paliativa da dor pela mucosite e com mínimas consequências sistêmicas. Os agentes mais utilizados são a lidocaína e a benzocaína. Porém, possuem curto tempo de duração (aproximadamente 30 minutos), interfere no paladar, reduz os estímulos salivares e facilita a aspiração de alimento ocorrendo afogamento.</p>
<p><strong>Tratamento não recomendado:</strong><br />
Bochechos com Digluconato de Clorexidina já foi muito utilizado em tratamento para mucosite, hoje os estudos mais recentes <strong>não</strong> indicam clorexidina por provocar ardência oral e digeusia (diminuição ou distorção do paladar). Além disso, temos outros métodos mais eficazes para o tratamento da mucosite, como falamos acima.</p>
<p>Com esse material você já se sente preparado para diagnosticar, tratar e orientar seus pacientes? Mesmo que não sejam casos frequentes no dia a dia clínico, saber o que fazer quando se deparar com um, te diferencia dos demais profissionais.</p>
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<p>REFERÊNCIAS<br />
BVS-Santos, Paulo Sérgio da Silva; Messagi, Ana Cristina; Mantesso,<br />
Andrea; Magalhães, Marina Helena Cury Gallotini- Oral Mucositis:<br />
Recent Perspectives On Prevention and Treatment (RGO).</p>
<p>Morais, Teresa &#8211; Silva, Antônio. Livro: Fundamentos da Odontologia<br />
em Ambiente Hospitalar/UTI 2015.<br />
Scielo- Prevenção e Tratamento da Mucosite em Ambulatório de<br />
Oncologia: uma construção coletiva 2016.</p>
<p>Referência da imagem: http://falandosobrecancer.com.br/mucosite-pos-quimioterapia/</p>
<p>Autor: Dra. Jiane Gilliet Beira, Cirurgiã-Dentista, Universidade Positivo.</p>
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		<title>Tudo o Que Você Precisa Saber Sobre HPV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Aug 2016 22:47:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer Bucal]]></category>
		<category><![CDATA[Estomatologia & Patologia]]></category>
		<category><![CDATA[Imunologia | Microbiologia & Genética]]></category>
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					<description><![CDATA[O Papiloma Vírus Humano é uma DST (Doença sexualmente transmissível), mais conhecido popularmente como HPV. Sinais e Sitomas do HPV O sinal mais comum dessa doença é o aparecimento de lesões verruciformes nas regiões intimas de coxas, mãos e boca. Mais frequente em língua e palato mole. Porém, qualquer área pode ser afetada, sendo comum o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Papiloma Vírus Humano</strong> é uma <strong>DST</strong> (Doença sexualmente transmissível), mais conhecido popularmente como <strong>HPV</strong>.<br />
<img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6822" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/08/HPV-diagrama-1.png" alt="HPV diagrama" width="1024" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/08/HPV-diagrama-1.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/08/HPV-diagrama-1-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/08/HPV-diagrama-1-768x576.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><br />
<strong>Sinais e Sitomas do HPV<br />
</strong>O sinal mais comum dessa doença é o aparecimento de <strong>lesões</strong> verruciformes nas regiões intimas de coxas, mãos e boca. Mais frequente em língua e palato mole. Porém, qualquer área pode ser afetada, sendo comum o aparecimento na região de mucosa jugal e lábio. A lesão se apresenta como um nódulo róseo ou pápula, sendo semelhante a uma couve-flor. Apresenta-se indolor a palpação. Caso a pessoa entre em contato com o vírus, pode haver um <strong>período de incubação</strong> de 3 a 12 meses.<br />
<strong>Modo de transmissão<br />
</strong>A transmissão desse vírus pode acontecer pelo ato sexual, sendo o meio mais comum. O contagio também pode acontecer de outras formas:</p>
<ul>
<li>Pelo simples contato com a região infectada, ou seja, é possível se contaminar com uma única exposição ao vírus;</li>
<li>Pode ocorrer a transmissão por meio de objetos contaminados, como toalhas e roupas intimas;</li>
<li>A transmissão também pode acontecer na hora do parto e leite materno.</li>
</ul>
<p><strong> Existe uma classificação para os tipos de HPV entre baixo e médio-alto risco</strong></p>
<ul>
<li>Baixo risco ao desenvolvimento de lesões cancerígenas: tipo 6, 11, 26, 40, 42, 53-55, 57, 59, 66 e 68</li>
<li>Médio-alto risco ao desenvolvimento de câncer: tipo 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56 e 59.</li>
</ul>
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<p><strong>Apresentações do HPV</strong></p>
<ul>
<li><strong>forma clínica</strong>: lesão visível;</li>
<li><strong>subclínica:</strong> não apresenta sinais aparentes de doença;</li>
<li><strong>forma latente:</strong> sem manifestação clinica, “adormecido”.</li>
</ul>
<p>O HPV é uma lesão precursora do câncer, sendo que pessoas portadoras do vírus tem maiores chances de desenvolver câncer (entre eles, o câncer bucal &#8211; carcinoma espinocelular; carcinoma de células escamosas; carcinoma basocelular)<br />
<strong>Modo de prevenção</strong><br />
O HPV, sendo uma das DSTs mais comuns, o modo de prevenção pode ser feito pelo uso de preservativos. Porém, não impede totalmente a pessoa de ser infectada. Não compartilhar as mesmas roupas (roupa íntima) e compartilhamento de objetos pessoais, não fazer o compartilhamento da mesma toalha, tomar a vacina contra o HPV e realizar exames preventivos (exame de Papanicolau) são algumas maneiras no controle e prevenção.<br />
<strong>Formas de tratamento do HPV</strong><br />
O tratamento do HPV pode ser feito por meio de medicamentos e cirúrgico. Sabe-se que por meio do tratamento medicamentoso não é possível eliminar o vírus completamente, mas sim, diminuir a sintomatologia. Já por meio cirúrgico, é realizada a remoção completa da lesão. Em pacientes imuno-deprimidos severos, existe maior chance de recidiva das lesões.<br />
Quer entender como o HPV age no corpo humano? <a href="https://vimeo.com/67874443" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clique aqui</a> e veja esse vídeo (conteúdo em inglês).</p>
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		<title>Cirurgia Ortognática: Entenda o que é em 3 minutos.</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/cirurgia-ortognatica-entenda-o-que-e-em-3-minutos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2016 18:51:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[bucomaxilofacial]]></category>
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					<description><![CDATA[A cirurgia ortognática é uma modalidade de tratamento bem estabelecida para corrigir as deformidades dentofaciais moderadas e severas, de modo a facilitar a terapia ortodôntica de má-oclusão. A conduta de tratamento visa atender a cinco princípios: As deformidades dentofaciais podem, frequentemente, ser tratadas por procedimentos isolados na maxila ou mandíbula. Em razão das anormalidades poderem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>cirurgia ortognática</strong> é uma modalidade de tratamento bem estabelecida para corrigir as <strong>deformidades dentofaciais</strong> moderadas e severas, de modo a facilitar a terapia ortodôntica de má-oclusão.</p>
<p>A conduta de tratamento visa atender a cinco princípios:</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6482" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/ortognatica-2-e1468262906308.png" alt="ortognatica" width="1024" height="565" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/ortognatica-2-e1468262906308.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/ortognatica-2-e1468262906308-300x166.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/ortognatica-2-e1468262906308-768x424.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>As deformidades dentofaciais podem, frequentemente, ser tratadas por procedimentos isolados na maxila ou mandíbula. Em razão das anormalidades poderem ocorrer em ambos os ossos, maxila e mandíbula, a correção geralmente requer a combinação de procedimentos cirúrgicos.</p>
<p>As <strong>deformidades dentofaciais</strong> podem ser classificadas, de acordo com a alteração óssea, em:</p>
<ul>
<li>Deficiência ou excesso vertical de maxila</li>
<li>Deficiência transversal de maxila</li>
<li>Deficiência ou excesso ântero-posterior de maxila</li>
<li>Deficiência ou excesso ântero-posterior de mandíbula</li>
<li>Assimetria mandibular</li>
<li>Deficiência ou excesso ântero-posterior de mento</li>
<li>Mordida aberta anterior</li>
<li>Combinação dessas deformidades</li>
</ul>
<p>As principais <strong>técnicas cirúrgicas</strong> para correção de deformidades dento-faciais são:</p>
<ul>
<li>Osteotomia da maxila tipo LeFort I</li>
<li>Osteotomia sagital do ramo mandibular</li>
<li>Mentoplastia</li>
<li>Expansão rápida de maxila</li>
</ul>
<p>A preparação do paciente inclui o tratamento ortodôntico, controle de problemas sistêmicos, avaliação laboratorial (exames pré-operatórios), e, muitas vezes, preparação psicológica – levando em conta a mudança estética que o procedimento proporciona.<br />
O pós-operatório – como todo procedimento cirúrgico – exige cuidados especiais:</p>
<ul>
<li>Alimentação completamente líquida e fria nos primeiros dias</li>
<li>Gelo nas primeiras 48 horas</li>
<li>Compressa morna (após as primeiras 48 horas)</li>
<li>Manter a cabeceira da cama elevada em 45º</li>
<li>Retornos periódicos ao Cirurgião responsável</li>
</ul>
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</body></p>
<p>Em breve um post com as definições das técnicas e suas particularidades. Não deixe de seguir o Odonto Up nas redes sociais:<strong><span style="color: #33cccc;"> <a style="color: #33cccc;" href="https://www.facebook.com/odonto.up/?pnref=lhc" target="_blank" rel="noopener noreferrer">facebook</a></span></strong>, <strong><span style="color: #33cccc;"><a style="color: #33cccc;" href="https://www.instagram.com/siteodontoup/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">instagram</a></span></strong> e<strong><span style="color: #33cccc;"> <a style="color: #33cccc;" href="https://twitter.com/odontoup" target="_blank" rel="noopener noreferrer">twitter</a></span></strong>!</p>
<p>Autor: Katheleen Miranda dos Santos</p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<ol>
<li>Araújo A. Cirurgia Ortognática. 1 ed. São Paulo: Santos; 1999, 113-130.</li>
<li>Araújo I, Scariot R, Rebellato N, <em>et al</em>., Cirurgia ortognática combinada maxilomandibular para correção de deformidade dentofacial – Relato de Caso. Revista. Dens., v. 15, n. 2, p. 121-6, 2007.</li>
<li>Ellis III, E.; Zide M. Acessos Cirúrgicos ao Esqueleto Facial. 2ª ed., São Paulo:Ed. Santos, 2006.</li>
<li>Miloro, M. et al. Principles of oral maxillofacial surgery. Second ediction. Canadá Bc Decker, 2004.</li>
<li>Peterson LJ, Ellis E, Hupp E, Hupp JR, Tucker MR. Cirurgia oral e maxillofacial contemporânea. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.</li>
<li>Proffit WR, Turvey TA, PhIllips C. The hierarchy of stability and predictability in orthognathic surgery with rigid fixation: an update and extension. Head Face Med 2007; 3: 21-22.</li>
<li>Quinn P. D. Color Atlas of Temporal Mandibular Joint Surgery. 1<sup>ª</sup>  , Mosby. 1997.</li>
<li>Scariot R, Oliveira IA, Costa DJ, Rebellato NLB, Muller PR. Fratura inadequada em cirurgia ortognática de avanço mandibular: Relato de caso. Rev bras cir traumatol buco-maxilo-fac 2007; 4:294-9</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Radiografias Intrabucais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2015 15:30:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Radiologia]]></category>
		<category><![CDATA[classificação]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[intrabucal]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[periapical]]></category>
		<category><![CDATA[propriedade]]></category>
		<category><![CDATA[radiografia]]></category>
		<category><![CDATA[raio-x]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
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					<description><![CDATA[1. Cite 5 estruturas anatômicas da maxila e 5 da mandíbula descrevendo quais são radiolúcias e radiopacas (exceto dentes) 2. Cite 5 propriedades dos raios-x 3. Qual a semelhança entre as técnicas do paralelismo e da bissetriz modificada? 4. Qual a diferença da técnica da bissetriz convencional e do paralelismo? 5. Quantas e quais são [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<div><strong>1.</strong> Cite 5 estruturas anatômicas da maxila e 5 da mandíbula descrevendo quais são radiolúcias e radiopacas (exceto dentes)</div>
<div></div>
<div><strong>2.</strong> Cite 5 propriedades dos raios-x</div>
<div>
<div>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>3.</strong> Qual a semelhança entre as técnicas do paralelismo e da bissetriz modificada?</div>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>4.</strong> Qual a diferença da técnica da bissetriz convencional e do paralelismo?</div>
<div></div>
</div>
</div>
<div></div>
<div><strong>5.</strong> Quantas e quais são as fases do processamento radiográfico?</div>
<div></div>
<div>
<div></div>
<div><strong>6.</strong> Qual o ponto de incidência de uma radiografia de prés-molares superiores pela técnica periapical de bissetriz convencional?</div>
<div></div>
</div>
<div></div>
<div><strong>7. </strong>Quais os requisitos necessários para haver a produção dos raios-x?</div>
<div></div>
</div>
<div></div>
<div><strong>8.</strong> Cite 5 acidentes anatômicos que podemos visualizar numa radiografia periapical de molares superiores?</div>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>9.</strong> Qual a posição do paciente e angulação do cilindro para uma radiografia interproximal?</div>
<div></div>
</div>
<div>
<div></div>
<div><strong>10.</strong> Qual o tipo e tamanho do filme periapical da bissetriz?</div>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>11.</strong> Quanto a utilização, como são classificados os filmes radiográficos?</div>
<div></div>
<div></div>
<p><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4998" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png" alt="Respostas" width="760" height="100" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png 760w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas-300x39.png 300w" sizes="auto, (max-width: 760px) 100vw, 760px" /></a></p>
<div>
<div>
<div><strong>Questão 1. </strong></div>
<div>
<div>Maxila</div>
<div>
<ul>
<li>septo nasal (radiopaco)</li>
<li>concha nasal inferior (radiopaco)</li>
<li>espinha nasal anterior (radiopaco)</li>
<li>forame incisivo (radiolúcido)</li>
<li>fossa nasal (radiolúcido)</li>
</ul>
<div>Mandíbula</div>
<div>
<ul>
<li>forame lingual (radiolúcido)</li>
<li>espinha geminiana ou processo geni (radiopaco)</li>
<li>protuberância mentual (radiopaco)</li>
<li>linha milo-hióidea (radiopaco)</li>
<li>forame mentual (radiolúcido)</li>
</ul>
<div><strong>Questão 2. </strong></div>
</div>
<div>
<ul>
<li>velocidade da luz &#8211; 300.000 km/s</li>
<li>propaga-se em linha reta</li>
<li>divergente</li>
<li>invisível</li>
<li>inodoro</li>
</ul>
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<div><strong>Questão 3. </strong></div>
</div>
<p>Uso do posicionador</p>
<div><strong>Questão 4. </strong></div>
</div>
</div>
<p>Distância focal (foco-filme)</p>
<div><strong>Questão 5. </strong></div>
<div>São 5:</div>
<div>
<ol>
<li>revelação</li>
<li>lavagem intermediária (enxágue)</li>
<li>fixação</li>
<li>lavagem final</li>
<li>secagem</li>
</ol>
<div><strong>Questão 6. </strong></div>
</div>
<p>Linha da pupila</p>
<div><strong>Questão 7. </strong></div>
</div>
<ul>
<li>Gerador de elétrons;</li>
<li>Acelerador de elétrons;</li>
<li>Alvo Anteparo</li>
</ul>
<div><strong>Questão 8. </strong></div>
</div>
<div>
<ol>
<li>Osso zigomático</li>
<li>processo zigomático da maxila</li>
<li>seio maxilar</li>
<li>hâmulo do pterigóide</li>
<li>Lâmina lateral do processo pterigóide do osso esfenóide</li>
</ol>
<p><strong>Questão 9. </strong></p>
<ul>
<li>Posição: Plano sagital mediano, perpendicular ao plano horizontal.</li>
<li>Angulação: +5 a +10 graus</li>
</ul>
<div><strong>Questão 10. </strong></div>
<div></div>
<div>Tipo 1, tamanho 2</div>
<div></div>
<div><strong>Questão 11. </strong></div>
<p>Extrabucal, intrabucal e dosimétricos
</p></div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Classificação das Dores Orofaciais</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/classificacao-das-dores-orofaciais/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/classificacao-das-dores-orofaciais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2015 02:02:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oclusão | DTM & Dor Orofacial]]></category>
		<category><![CDATA[classificação]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[neuropática]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[orofacial]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[somática]]></category>
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					<description><![CDATA[Critérios básicos para diagnóstico em dor conhecimento anatômico da região envolvida; entendimento das características clínicas demonstradas pelas diferentes categorias de dor. Dor temporomandibular Função Aspectos psicosocioemocionais da dor Dor somática (do corpo)  Função protetora;  Respostas e estímulos de receptores nociceptivos;  Há proporcionalidade na relação estímulo x resposta;  Pode ser superficial, profunda e visceral; Ex.: odontotologia, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Critérios básicos para diagnóstico em dor</b></p>
<ol>
<li>conhecimento anatômico da região envolvida;</li>
<li>entendimento das características clínicas demonstradas pelas diferentes categorias de dor.</li>
</ol>
<p><b>Dor temporomandibular</b></p>
<ul>
<li>Função</li>
<li>Aspectos psicosocioemocionais da dor</li>
</ul>
<p><b>Dor somática (do corpo)</b></p>
<ul>
<li> Função protetora;</li>
<li> Respostas e estímulos de receptores nociceptivos;</li>
<li> Há proporcionalidade na relação estímulo x resposta;</li>
<li> Pode ser superficial, profunda e visceral;</li>
</ul>
<p>Ex.: odontotologia, DTM, sinusite.<br />
<b>Dor neuropática</b></p>
<ul>
<li> Dor é a enfermidade;</li>
<li> Anormalidade nas vias de condução do estímulo doloroso;</li>
<li> Respostas desproporcional do estímulo;</li>
<li> Podem ser episódio ou contínuo;</li>
</ul>
<p>Ex.: neuralgia do trigêmio.<br />
<b>Dor aguda</b></p>
<ul>
<li> Sofre um dano tecidual;</li>
<li> Função biológica de alerta;</li>
<li> Desaparece com a resolução do dano tecidual que a gerou;</li>
<li> Curta duração &#8211; menor que 3 meses;</li>
<li> Taquicardia, sudorese, agitação, ansiedade.</li>
</ul>
<p><b>Dor crônica</b></p>
<ul>
<li> Muitas vezes não se relaciona com a lesão;</li>
<li> Sem função de alerta;</li>
<li> Persiste após a resolução do dano que a gerou;</li>
<li> Desenvolvimento lento.</li>
</ul>
<p><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Image354-e1437014259372.png" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-4386 " src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Image354-e1437014259372.png" alt="Image354" width="478" height="297" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Image354-e1437014259372.png 792w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Image354-e1437014259372-300x186.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Image354-e1437014259372-768x476.png 768w" sizes="auto, (max-width: 478px) 100vw, 478px" /></a><br />
<b>Dor somática Superficial</b></p>
<ul>
<li> Tem origem nos tecidos cutâneos ou mucogengivais (lesão);</li>
<li> Resposta proporcional ao estímulo nociceptivo;</li>
<li> Dor viva, estimulante, precisa localização;</li>
<li> Local e origem da dor são os mesmos;</li>
<li> Se resolve com resolução da lesão.</li>
</ul>
<p><b>Dor somática profunda</b><br />
Musculoesquelética/visceral + neurovasculares;</p>
<ul>
<li> Tem origem nos tecidos profundos do organismo;</li>
<li> Localização geralmente difusa e imprecisa;</li>
<li> Dor tem características monótonas e depressiva;</li>
<li> Geralmente a área que a dor é sentida é maior que a origem;</li>
<li> Nem sempre o local da dor coincide com a origem;</li>
<li> Tendem a induzir sensibilização central;</li>
</ul>
<p>Ex:. DTM, dor periodontal;<br />
Toda dor profunda pode induzir <em>sensibilização central</em>.</p>
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<p><b>Dor somática profunda visceral</b></p>
<ul>
<li> Mantém características da dor somática profunda;</li>
<li> Envolve receptores de alto limiar interceptivos;</li>
<li> Dor não é desencadeada até que limiar seja atingida;</li>
<li> Não tem respostas proporcionais ao estimulo;</li>
<li> Difícil localização;</li>
</ul>
<p>Ex:. dor pulpar, dor ocular, dor articular, dor neurovascular.<br />
<b>Disfunções temporos-mandibulares</b><br />
&#8220;As DTM são um termo coletivo que abrangem as alterações funcionais da ATM e/ou os músculos da mastigação&#8221;.</p>
<p style="text-align: right;">OLIVEIRA, W. 2002</p>
<ul>
<li>Sinais Cardinais</li>
<li> Dor na face;</li>
<li> Ruídos na articulação;</li>
<li> Limitações funcionais.</li>
</ul>
<p>Conteúdo baseado na aula do Prof. Daniel Bonotto<br />
Contribuição: Leonardo M. Sant&#8217;Anna<br />
Fonte da imagem: southwestoralsurgeryutah.com</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Lesão Central de Células Gigantes</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/lesao-central-de-celulas-gigantes/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/lesao-central-de-celulas-gigantes/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2015 20:43:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[Estomatologia & Patologia]]></category>
		<category><![CDATA[Células]]></category>
		<category><![CDATA[central]]></category>
		<category><![CDATA[classificação]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[gigantes]]></category>
		<category><![CDATA[lesão]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontogênico]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Lesão Central de Células Gigantes (LCCG) é uma proliferação não neoplásica de etiologia desconhecida. No entanto, as células gigantes multinucleadas presentes nesse tipo de lesão estão concentradas em áreas de hemorragias e adjacentes a vasos sanguíneos, sugerindo que LCCG representam uma resposta fagocítica à hemorragia. Predileção Acomete cerca de 7% de todas as lesões benignas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Lesão Central de Células Gigantes (LCCG)</strong> é uma proliferação não neoplásica de etiologia desconhecida. No entanto, as células gigantes multinucleadas presentes nesse tipo de lesão estão concentradas em áreas de hemorragias e adjacentes a vasos sanguíneos, sugerindo que LCCG representam uma resposta fagocítica à hemorragia.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Predileção</strong></p>
<p style="text-align: left;">Acomete cerca de 7% de todas as lesões benignas na maxila. Essas lesões ocorrem mais freqüentemente em mandíbula do que em maxila, sendo o lado direito mais envolvido e conforme na literatura a proporção varia de 2:1 a 3:1 (PADMAVATHI <em>et al</em>., 2012). A LCCG é mais comum em pessoas do sexo feminino, com uma proporção de 3:6, com relação homem/mulher de 1,3:1 (OSTERNE <em>et al.,</em> 2013). Essa lesão pode ocorrer em todas as idades, mas a maioria dos casos foram diagnosticados entre a segunda e terceira década de vida (OSTERNE <em>et al.,</em> 2012).</p>
<p style="text-align: left;">A Organização Mundial da Saúde (OMS) define como uma lesão intra-óssea constituída por tecido fibroso celular, que contém múltiplos focos de hemorragia, agregações de células gigantes multinucleadas e, ocasionalmente, trabéculas de tecido ósseo (YUZBASIOGLU <em>et al.,</em> 2013).</p>
<p><strong>Sintomas e Etiologia</strong><br />
A LCCG é normalmente assintomática, tem etiologia indefinida. Na maxila essa lesão pode invadir o assoalho do seio maxilar, a órbita e/ou as fossas nasais, podendo levar a assimetria facial, desvio nasal e mobilidade dos elementos dentais associados (SARMENTO <em>et al.,</em> 2011).<br />
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<p><strong>Classificação</strong><br />
Baseado em características clínicas, radiográficas e histológicas, essas lesões podem ser classificadas como não-agressivas e agressivas (OSTERNE <em>et al.,</em> 2012). A forma não-agressiva se caracteriza por um crescimento lento, tipicamente assintomático e que não transpassa osso cortical ou induz a reabsorção radicular, tendo uma baixa taxa de recidiva.</p>
<p>Já a agressiva é caracterizada por episódios de dor não específica, crescimento rápido, lesão de tamanho grande (&gt;5 cm), parestesia, reabsorção radicular, perfuração da cortical, alta taxa de recidiva pós-tratamento de enucleação e frequentemente produzem inchaço (SILVA <em>et al.,</em> 2012].</p>
<p><strong>Radiograficamente<br />
</strong>A LCCG pode variar de pequenas lesões apicais a grandes áreas radiolúcidas multiloculares envolvendo parte da maxila (OSTERNE <em>et al.,</em> 2012). A presença de uma fina opacificação no interior da lesão é o sinal radiográfico mais significativo associado com LCCG (MOHANTY e JHAMB, 2008).</p>
<p>A LCCG, em uma análise radiográfica, aparece como uma radiolucidez uni ou multilocular, bem ou mal definida, além de uma expansão variada e destruição da placa cortical. Esse padrão radiográfico não é patognomônico e pode ser confundida com muitas outras lesões na maxila e mandíbula (SINGH <em>et al.,</em> 2014).</p>
<p>Pode variar de pequenas lesões apicais a grandes áreas radiolúcidas multiloculares envolvendo parte da maxila (OSTERNE <em>et al.,</em> 2012). A tomografia computadorizada é um excelente exame de imagem para demonstrar a destruição ou desgaste ósseo.</p>
<p>Já a ressonância magnética é melhor empregada para avaliar a extensão da lesão (PADMAVATHI <em>et al</em>., 2012). As LCCG que estão localizadas nas regiões apical ou lateral das raízes dos dentes podem ser facilmente confundidas com lesões odontogênicas inflamatórias (SELFI e FOUROGHI, 2009).</p>
<p><strong>Histologia</strong><br />
Histologicamente são representadas por células gigantes multinucleadas num proeminente estroma fibroso. Os osteoclastos tem distribuição irregular e é associada com áreas de hemorragia. Estruturalmente as células proliferativas incluem fibroblastos fusiformes, miofibroblastos e células inflamatórias mononucleares (PADMAVATHI <em>et al</em>., 2012). Focos de hemorragia com liberação de pigmento hemossiderínico são muitas vezes vistos.</p>
<p>Estudos imunoistoquímicos feitos em casos de LCCG têm ajudado a estabelecer a linhagem e padrão dessas células, no entanto, não podem prever a agressividade da lesão. O diagnóstico final eventualmente repousa sobre os dados histopatológicos porque os recursos clínicos e radiográficos se mostram inespecíficos (SINGH <em>et al.,</em> 2014].</p>
<p>O diagnóstico diferencial inclui cisto ósseo aneurismático, tumor de células gigantes e tumor marrom de hiperparatireoidismo (PADMAVATHI <em>et al</em>., 2012).</p>
<p><strong>Tratamento</strong><br />
O tratamento tradicional de LCCG é a excisão cirúrgica, enucleação ou ressecção em bloco. Essa escolha depende de fatores como: comportamento agressivo e não-agressivo, localização, tamanho e aparência radiográfica. Outros tratamentos incluem radiação, injeções sistêmicas de calcitocina, Interferon e injeções intralesionais com corticóides (PATLOPH e REDDY, 2013].</p>
<p>A abordagem com calcitocina é coadjuvante e inibe atividade osteoclástica (SHOLAPURKAR <em>et al., </em>2006). No entanto, devido ao seu grande desconforto e tempo de tratamento relativamente longo, é, em determinados casos, descartado (YUZBASIOGLU <em>et al.,</em> 2013). Interferon-alfa apresenta-se útil no manejo de LCCG agressivo, presumivelmente devido aos seus efeitos anti-angiogênicos (EBRAHIMI <em>et al.,</em> 2008).</p>
<p>Injeções intralesionais com corticóides são cada vez mais utilizados clinicamente, sendo que alguns estudos apontam resultados excelentes. Podem ser consideradas a primeira opção de tratamento e tem sido cada vez mais utilizadas clinicamente. Com uma abordagem menos invasiva, essas injeções permitem serem usadas sozinhas ou em combinação com outras formas de tratamento, tais como calcitocina e cirurgia (OSTERNE <em>et al.,</em> 2012). Injeção intralesional é preferível a sistêmica, pois alcança uma elevada concentração do medicamento no tecido (SILVA <em>et al.,</em> 2012).<br />
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</body></p>
<p>As complicações sistêmicas associadas a administração de corticóides quase não é relatada (OSTERNE <em>et al.,</em> 2012).</p>
<p>Os tipos mais agressivos da lesão requerem uma abordagem mais radical, o manejo dessas lesões depende dos achados clínicos e radiográficos. Geralmente, a enucleação de lesões bem definidas e localizadas está associada a uma baixa taxa de recidiva. Nas lesões extensas, com bases em exames de imagens, onde já ouve perfuração do córtex, uma excisão mais radical é obrigatória (EBRAHIMI <em>et al.,</em> 2008). A enucleação continua sendo a modalidade de tratamento mais comum em LCCG, no entanto, uma taxa de 24% de recorrência foi relatada em lesões não-agressivas, por isso, a inclinação para associações com outras modalidades (TSICHLAKI <em>et al.,</em> 2012).</p>
<p>Em alguns casos, a perda de dentes e germes dentais são inevitáveis, assim como reabsorções radiculares (PATLOPH e REDDY, 2013]. Um acompanhamento periódico com realização de radiografias e avaliações clínicas devem ser realizado para evitar recidivas.</p>
<p>Artigo Publicado no <em>The Journal of Medical Case Reports </em><br />
Oliveira JP*, Olivete F*, Scariot R**.</p>
<p><strong>Referências</strong><br />
Amar AS , Pai MK, Auswaf A. <strong>Central Giant Cell Granuloma of the anterior maxilla: A case report. </strong><br />
Ebrahimi H, Yazdani J, Pourshahidi S, Esmaeli F, Zenouz AT, Mehdipour M . <strong>Central Giant Cell Granuloma of the Posterior Maxilla: A Case Report </strong><br />
Farzaneh AH, Pardis P M. <strong>Central giant cell granuloma and Fibrous Dysplasia occurring in the same jaw.</strong><br />
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PinheiroI LR, PinheiroII JV, Sérgio A, Newton G, Marcelo GPC. <strong>Clinical and imagiological findings of central giant cell lesion and cherubism.</strong></p>
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		<title>Classificação de Angle</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2015 03:06:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ortodontia & Ortopedia Facial]]></category>
		<category><![CDATA[angle]]></category>
		<category><![CDATA[classe]]></category>
		<category><![CDATA[classificação]]></category>
		<category><![CDATA[molar]]></category>
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					<description><![CDATA[Estas Classes são baseadas nas relações mesiodistais dos dentes, arcos dentários e maxilares, as quais dependem primeiramente das posições mesiodistais assumidas pelos primeiros molares permanentes, nas suas erupções e correlações. Ao diagnosticarmos casos de maloclusões, a obrigação de considerar, em primeiro lugar, a relação mesiodistais dos maxilares e arcos dentários, indicadas pela relação dos primeiros [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estas Classes são baseadas nas relações mesiodistais dos dentes, arcos dentários e maxilares, as quais dependem primeiramente das posições mesiodistais assumidas pelos primeiros molares permanentes, nas suas erupções e correlações.</p>
<p>Ao diagnosticarmos casos de maloclusões, a obrigação de considerar, em primeiro lugar, a relação mesiodistais dos maxilares e arcos dentários, indicadas pela relação dos primeiros molares inferiores com os primeiros molares superiores &#8211; as chaves de oclusão; e em segundo, as posições individuais dos dentes, cuidadosamente anotando suas relações para a linha de oclusão.<br />
<strong>Classe I &#8211;</strong> arcos dentários em relação mesiodistal normal.<br />
<strong>Classe II &#8211;</strong> arco inferior distal ao normal em sua relação para o arco superior.</p>
<ul>
<li><strong>Divisão 1</strong> &#8211; Distal bilateralmente, com incisivos superiores em protrusão. Originariamente, pelo menos, associada a respiração bucal.</li>
<li><strong>Subdivisão &#8211;</strong> distal <em>unilateralmente</em>, com incisivos em protrusão. originariamente, pelo menos, associada a respiração bucal.</li>
<li><strong>Divisão 2 &#8211;</strong> distal <em>bilateralmente</em>, com incisivos superiores em retrusão. Respiradores normais.</li>
<li><strong>Subdivisão &#8211;</strong> unilateralmente distal, com incisivos superiores em retrusão. Respiradores normais.</li>
</ul>
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<p><strong>Classe III &#8211;</strong> Arco inferior mesial à sua relação normal com o arco superior.</p>
<ul>
<li><strong>Divisão 1 &#8211;</strong> mesial bilateralmente</li>
<li><strong>Subdivisão &#8211; </strong>mesial unilateralmente</li>
</ul>
<p>Conteúdo retirado do livro do ortodontista João Baptista</p>
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		<title>CIV &#8211; Cimento de Ionômero de Vidro</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/cimentos-de-ionomero-de-vidro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2015 03:14:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dentística & Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica Operatória & Materiais Dentários]]></category>
		<category><![CDATA[cimento]]></category>
		<category><![CDATA[cimento de ionômero de vidro]]></category>
		<category><![CDATA[CIV]]></category>
		<category><![CDATA[classificação]]></category>
		<category><![CDATA[indicação]]></category>
		<category><![CDATA[ionômero]]></category>
		<category><![CDATA[tipos]]></category>
		<category><![CDATA[vidro]]></category>
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					<description><![CDATA[Esse post vai te mostrar tudo que você precisa saber a respeito do cimento de ionômero de vidro, indicações, formas de utilização, classificação e muito mais. Utilização de materiais que confiram Proteção de Complexo Dentino-pulpar  Estimulo tênue; Microinfiltração; Ação terapêutica. Indicação do material depende Profundidade da cavidade; Características pulpares; Material restaurador definitivo. Já tem um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esse post vai te mostrar tudo que você precisa saber a respeito do <strong>cimento de ionômero de vidro</strong>, indicações, formas de utilização, classificação e muito mais.</p>
<p><strong>Utilização de materiais que confiram Proteção de Complexo Dentino-pulpar </strong></p>
<ul>
<li>Estimulo tênue;</li>
<li>Microinfiltração;</li>
<li>Ação terapêutica.</li>
</ul>
<p><strong>Indicação do material depende</strong></p>
<ul>
<li>Profundidade da cavidade;</li>
<li>Características pulpares;</li>
<li>Material restaurador definitivo.</li>
</ul>
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<p>Comercial</p>
<ul>
<li>Pó e liquido;</li>
<li>Cápsulas</li>
</ul>
<p><strong>Classificação – indicação</strong></p>
<p>Tipo I – cimentação (fluído);<br />
Tipo II – restauração (propriedades mecânicas melhores);<br />
Tipo III – base (intermediário).</p>
<p><strong>Composição</strong></p>
<ul>
<li>Partícula de vidro (pó) SiO<sub>2</sub>;</li>
<li>Ácido poliacrílico (líquido) Al<sub>2</sub>O<sub>3</sub> CaF<sub>2</sub>.</li>
</ul>
<p><strong>Reação da presa</strong></p>
<p>Partícula do pó e atacada pelo ácido e libera íons.</p>
<ul>
<li>Cadeias de ácidos poliacrílicos se ligam através dos íons C<sup>+2</sup> – aumento do comprimento das cadeias</li>
<li>Cadeias do ácido poliacrílico se ligam através dos íons Al<sup>+3</sup> ramificações das cadeias;</li>
<li>Reação ácido-base;</li>
<li>Acelerada pelo calor;</li>
<li>Sensível ao ganho e perda de água;</li>
<li>Longo tempo de presa – proteger as ramificações nas primeiras horas.</li>
</ul>
<p><strong>União estrutura dental</strong></p>
<p>União química com a estrutura dental.</p>
<p>1° Aplicação do líquido (ácido poliacrílico) na cavidade.</p>
<ul>
<li>Limpeza e condicionamento da estrutura dental.</li>
</ul>
<p>2° Homogeneização do pó (mexer).<br />
3° Proporcionalidade do pó e do liquido.</p>
<p><strong>Espatulação (aglutinação)</strong></p>
<p>Massa final homogênea e brilhante.</p>
<p>Uso da seringa <em>Centrix</em>*</p>
<ul>
<li>Acabamento inicial;</li>
<li>Protege a superfície pelo período inicial para evitar que ele perca ou ganhe água;</li>
</ul>
<ol>
<li>Esmalte incolor;</li>
<li>Adesivo;</li>
<li>Verniz.</li>
</ol>
<ul>
<li>Bom vedamento marginal (com) em dentina e em esmalte<br />
&#8211; Adesão química à estrutura dental.</li>
<li>Liberação de flúor<br />
&#8211; Ação anticariogênica</li>
<li>Compatibilidade com o periodonto;</li>
<li>Boas vantagens.</li>
</ul>
<p><strong>Desvantagem</strong></p>
<ul>
<li>Solubilidade alta;</li>
<li>Estética não satisfatória;</li>
<li>Difícil inserção na cavidade (sem <em>Centrix</em>);</li>
<li>Não compatível com a polpa.</li>
</ul>
<p><strong>Indicações</strong></p>
<ul>
<li>Tratamento expectante;</li>
<li>Adequação de meio;</li>
<li>Cimentação definitivo;</li>
<li>Restauração de dentes decíduos;</li>
</ul>
<p><strong>CIV modificado por metais</strong></p>
<ul>
<li>Propriedade mecânicas elevadas;</li>
<li>Menor liberação de flúor.</li>
</ul>
<p><strong>CIV modificado por resina</strong></p>
<ul>
<li>Sensibilidade à umidade e baixa resistência imediata;</li>
<li>Adição de monômeros e iniciadores fotossensíveis.</li>
</ul>
<p>Conteúdo baseado na aula da Prof Carla Castiglia, Universidade Positivo</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dentes Retidos</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/dentes-retidos/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/dentes-retidos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jun 2013 13:21:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[classificação]]></category>
		<category><![CDATA[dentes retidos]]></category>
		<category><![CDATA[pell & gregory]]></category>
		<category><![CDATA[winter]]></category>
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					<description><![CDATA[É quando dente ainda não fez o processo normal de nascer dentro do tempo esperado&#8221; Complicações das retenções: Cárie Doença periodontal do dente adjacente Patologias associadas a folículo pericoronário entre outros Contraindicações para exodontia: Extremo de idade Paciente com comprometimento sistêmico Classificação Classificação de WINTER: Mesioangular Distoangular Horizontal Vertical Classificação de Pell &#38; Gregory Classe: [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center">É quando dente ainda não fez o processo normal de nascer dentro do tempo esperado&#8221;</p>
<p><strong>Complicações das retenções:</strong></p>
<ul>
<li>Cárie</li>
<li>Doença periodontal do dente adjacente</li>
<li>Patologias associadas a folículo pericoronário entre outros</li>
</ul>
<p><strong>Contraindicações para exodontia:</strong></p>
<ul>
<li>Extremo de idade</li>
<li>Paciente com comprometimento sistêmico</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><strong>Classificação</strong></p>
<p><strong>Classificação de WINTER:</strong></p>
<ul>
<li>Mesioangular</li>
</ul>
<ul>
<li>Distoangular</li>
</ul>
<figure id="attachment_2295" aria-describedby="caption-attachment-2295" style="width: 216px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/distoangular.gif" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-2295 " src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/distoangular.gif" alt="Dente Distoangulado " width="216" height="169" /></a><figcaption id="caption-attachment-2295" class="wp-caption-text">Dente Distoangulado</figcaption></figure>
<ul>
<li>Horizontal</li>
</ul>
<figure id="attachment_2296" aria-describedby="caption-attachment-2296" style="width: 220px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/horizontal.gif" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-2296 " src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/horizontal.gif" alt="Dente em posição Horizontal " width="220" height="185" /></a><figcaption id="caption-attachment-2296" class="wp-caption-text">Dente em posição Horizontal</figcaption></figure>
<ul>
<li>Vertical</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_2297" aria-describedby="caption-attachment-2297" style="width: 204px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/vertical-1.gif" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-2297 " src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/vertical-1.gif" alt="Dente em posição Vertical " width="204" height="165" /></a><figcaption id="caption-attachment-2297" class="wp-caption-text">Dente em posição Vertical</figcaption></figure><br />
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</script></p>
<p><strong>Classificação de Pell &amp; Gregory</strong></p>
<p><em>Classe:</em></p>
<ul>
<li><strong>Classe I:</strong> quando couber uma coroa entre espaço do ramo  a distal do 2º molar;</li>
<li><strong>Classe II:</strong> quando couber metade de uma coroa;</li>
<li><strong>Classe III:</strong> não não cabe uma coroa nesse espaço</li>
</ul>
<p><em>Posição:</em></p>
<ul>
<li><strong>Posição A:</strong> quando estiver no mesmo plano oclusão e cervical do 2º molar;</li>
<li><strong>Posição B:</strong> entre as duas linhas;</li>
<li><strong>Posição C:</strong> abaixo da linha cervical do 2º molar.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/classificação-pell-e-gregory.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2298 aligncenter" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/classificação-pell-e-gregory.jpg" alt="classificação pell e gregory" width="367" height="369" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/classificação-pell-e-gregory.jpg 367w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/classificação-pell-e-gregory-150x150.jpg 150w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/classificação-pell-e-gregory-298x300.jpg 298w" sizes="auto, (max-width: 367px) 100vw, 367px" /></a></p>
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		<title>Tudo O Que Você Precisa Saber Sobre Classificação do Amálgama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Aug 2012 04:33:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dentística & Estética]]></category>
		<category><![CDATA[amálgama]]></category>
		<category><![CDATA[classificação]]></category>
		<category><![CDATA[cristalização]]></category>
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					<description><![CDATA[Quanto ao conteúdo de cobre Convencionais ou com baixo teor de cobre &#8211; máximo teor de cobre: 6% Alto teor de cobre – máximo de cobre: 30% Quanto as formas das partículas Limalha: grande, com arestas irregulares; Esferoidal: redondas (fácil adaptação); Dispersa: mistura de limalha e esferoidal. Reação de Cristalização Sempre no produto final tem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Quanto ao conteúdo de cobre</strong></p>
<ul>
<li>Convencionais ou com baixo teor de cobre &#8211; máximo teor de cobre: 6%</li>
<li>Alto teor de cobre – máximo de cobre: 30%</li>
</ul>
<p><strong>Quanto as formas das partículas</strong></p>
<ul>
<li><span style="color: #ff0000;">Limalha</span>: grande, com arestas irregulares;</li>
<li><span style="color: #ff0000;">Esferoidal</span>: redondas (fácil adaptação);</li>
<li><span style="color: #ff0000;">Dispersa</span>: mistura de limalha e esferoidal.</li>
</ul>
<p><body><br />
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</body></p>
<p><strong>Reação de Cristalização</strong><br />
Sempre no produto final tem um agente que não reage com o Mercúrio. A fase de γ2 é a fase mais fraca, onde ocorre a ligação do Estanho com o Mercúrio. Com a adição de Cobre (Cu), possuímos na fase final γ1 e Ԑ (Eta)</p>
<p><span style="color: #ff0000;">Características de um amálgama recém-triturado</span>:</p>
<ul>
<li>Coeso</li>
<li>Plástico</li>
<li>Brilhante</li>
</ul>
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