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	<title>ciclo &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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		<title>Bioenergética: Aminoácidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jun 2016 01:11:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bioquímica]]></category>
		<category><![CDATA[aminoácidos]]></category>
		<category><![CDATA[ciclo]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Aminoácidos são compostos orgânicos que apresentam em sua estrutura molecular o grupo funcional amino (NH2) e uma carboxila terminal (COOH). A partir da ligação peptídica entre outros aminoácidos (mais de 40), formam uma cadeia que conhecemos por proteínas. De acordo com sua classificação, os aminoácidos de dividem de acordo com sua necessidade orgânica (essenciais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os <strong>Aminoácidos</strong> são compostos orgânicos que apresentam em sua estrutura molecular o grupo funcional amino (NH2) e uma carboxila terminal (COOH).</p>
<p>A partir da ligação peptídica entre outros aminoácidos (mais de 40), formam uma cadeia que conhecemos por proteínas.</p>
<p>De acordo com sua classificação, os aminoácidos de dividem de acordo com sua necessidade orgânica (essenciais e não essenciais) e quanto ao destino de sua cadeia (aminoácidos glicogênicos, cetogênicos e glicocetogênicos).</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6459" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/PROTEÍNA-11-e1466557767337.png" alt="PROTEINA" width="1024" height="686" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/PROTEÍNA-11-e1466557767337.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/PROTEÍNA-11-e1466557767337-300x201.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/PROTEÍNA-11-e1466557767337-768x515.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><br />
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<p>As proteínas são moléculas responsáveis pelo funcionamento celular. Ajudam no transporte específico de substâncias, movimento das organelas no interior da célula, auxiliam em reações bioquímicas, possuem função estrutural, possuem função hormonal, dentre muitas outras. De acordo com sua classificação, podem ser globulares, fibrosas, conjugadas, associadas à membrana, anticorpos e enzimas.</p>
<p><strong>1- Metabolismo dos aminoácidos</strong></p>
<p>As proteínas ingeridas através da dieta são hidrolisadas pelo trato gastrointestinal em aminoácidos. Em seguida, os aminoácidos ingeridos para a síntese de proteínas e os aminoácidos restantes são oxidados para fornecimento de energia.<br />
Na reação de oxidação, há a retirada do grupo amina da estrutura do aminoácido, onde, este grupo poderá formar ureia e a estrutura que sobra denomina-se alfa-cetoácidos. A partir das próximas reações, o alfa-cetoácido através de seu radical livre poderá formar corpos cetônicos ou glicose que posteriormente participará do Ciclo de Krebs e cadeia respiratória.</p>
<p><strong>1.1 &#8211; Reação de transaminação </strong><br />
Para que os aminoácidos possam ser utilizados como fonte de energia, devem primeiramente sofrer a transferência (retirada) do seu grupo amino. Nesta reação, geralmente é formado o alfa-cetoácido e participam da reação as enzimas transaminases e amenotransgerases. Vale lembrar que a vitamina B6 (peridoxal fosfato) é a dependência desse tipo de reação, pois são o grupo prostético das aminotrasferases.<br />
Logo após a ocorrência dessa reação, o grupo amino retirado é transportado formando o Glutamato que, posteriormente, quando ocorre novamente a retirada desse grupo (agora pela reação de desaminação) há a formação do alfa-cetoglutarato.</p>
<p><strong>1.2 &#8211; Reações de desaminação</strong><br />
São reações onde há a obtenção do grupo amina, proveniente das reações de transaminação. Neste momento, há a formação da amônia e posteriormente a ureia. Tal reação acontece na mitocôndria, é dependente de água, enzima responsável por esta conversão é a glutamato desidrogenase e há a formação de NADPH + H<sup>+</sup>.</p>
<p>Logo após essa reação, a amônia é transportada dos tecidos para o fígado e rins através da Alanina (formada através da junção do Piruvato com a amônia) e da Glutamina (junção do Glutamato com a amônia). Chegando em tais destinos, a Alanina transfere a amônia para o alfa-cetoglutarato no fígado o qual é transportado até os músculos para posterior formação do glutamato. Ainda, no fígado ocorre o ciclo da ureia e nos rins a liberação de duas moléculas de amônia.</p>
<p><strong>1.3 &#8211; Ciclo da Ureia</strong><br />
Processo que acontece no fígado, onde a amônia produzida pela desaminação dos aminoácidos se convertem em ureia.<br />
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</body></p>
<p>Este processo se inicia através da reação da amônia mais o CO2 formando o Carbamil Fosfato na mitocôndria, onde, em reação com a Ornitina, formará a Citrulina e será liberada para o citosol. Lá, ao reagir com o Aspartato formará o Argininossuccinato. Em seguida, através da reação dos mesmos, haverá a formação da Arginina + Fumarato. Por fim, a Arginina se transformará em Ureia e Ornitina (a qual poderá ser transportada novamente para a mitocôndria para se iniciar novamente o ciclo).</p>
<p><strong>Referências Bibliográficas</strong><br />
&#8211; BLACKSTOCK, J. C. <em>Biochemistry</em>. Oxford: Butterworth, 1998.<br />
&#8211; LEHNINGER, A. L. <em>Princípios de Bioquímica.</em> 4. ed. São Paulo: Sarvier, 2006.<br />
&#8211; STRYER, L. <em>Bioquímica</em>. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 1996.<br />
&#8211; VOET, D., VOET, J.G., PRATT, C.W. <em>Fundamentos de bioquímica</em>. Porto Alegre: Artmed, 2000.</p>
<p>Autor: <strong>Robson Diego Calixto </strong>– Graduando de Bacharelado em Odontologia pelo Centro de Ensino Superior dos Campos Gerais – CESCAGE.</p>
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		<title>Ciclo Restaurador Repetitivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2015 23:41:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dentística & Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Odontologia Social e Preventiva e Cariologia]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica Operatória & Materiais Dentários]]></category>
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					<description><![CDATA[As restaurções, tanto em amálgama como em resina composta, prolongam a vida do elemento dentário porém não os mantém isentos da possibilidade de recidiva da doença cárie. O controle da conseqüência da doença deve ser simultâneo ao tratamento da causa da mesma, pois apenas restaurar, sem descobrir a causa e alertar o paciente, fará com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As restaurções, tanto em amálgama como em resina composta, prolongam a vida do elemento dentário porém não os mantém isentos da possibilidade de recidiva da doença cárie. O controle da conseqüência da doença deve ser simultâneo ao tratamento da causa da mesma, pois apenas restaurar, sem descobrir a causa e alertar o paciente, fará com que a doença continue aparecendo e progredindo levando à troca da restauração.<br />
O ciclo restaurador repetitivo baseia-se exatamente nisso, quando as restaurações não são duráveis e não curam a cárie é sinal de que o diagnóstico feito pelo profissional foi impreciso e a restauração realizada de maneira agressiva. Foi uma decisão imediata e a manutenção não foi efetivada da melhor forma pelo profissional, o que levou a restauração ao fracasso. A partir disso a mesma deverá ser substituída, geralmente depois de um período de 5 a 10 anos se for em amálgama e de 1 a 5 anos se for em resina. Para a substituição, um preparo deve ser realizado, ele será, de maneira inevitável, maior que o primeiro, aumentando a cavidade e a complexidade da restauração. Os CD após realizarem esse procedimento, concluem que fizeram um bom trabalho, mas a cárie não foi tratada como doença e os pacientes geralmente não possuem o mínimo conhecimento preventivo, testes de diagnóstico disponíveis para o trabalho são inadequados. A insatisfação do paciente leva-o a trocar de dentista, o que dá continuidade ao ciclo restaurador repetitivo e o acelera. Quando os efeitos adversos de materiais restauradores, como infiltração marginal, manchamento da interface e deficiência da anatomia dental começam a aparecer, o material deve ser substituído, recomeçando assim o ciclo e tendo como resultado uma significante insatisfação do paciente e do CD.<br />
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<p>O experimento e pesquisas realizadas sobre o Ciclo Restaurador Repetitivo, foram descritas por Elderton no ano de 1999 e é muito comum entre os consultórios odontológicos de todo o mundo atualmente.<br />
<span data-reactid=".8f.$mid=11415212674717=2655c209456bcae5359.2:0.0.0.0.0.0.$end:0:$0:0">Autor: Tangreyse de Luca Moraes, 18 anos. A</span><span data-reactid=".8f.$mid=11415212674717=2655c209456bcae5359.2:0.0.0.0.0.0.$end:0:$2:0">cadêmica do curso de Odontologia da Universidade Positivo, Curitiba &#8211; PR</span></p>
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