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	<title>central &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>central &#8211; Odonto Up</title>
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		<title>Lesão Central de Células Gigantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2015 20:43:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[Estomatologia & Patologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Lesão Central de Células Gigantes (LCCG) é uma proliferação não neoplásica de etiologia desconhecida. No entanto, as células gigantes multinucleadas presentes nesse tipo de lesão estão concentradas em áreas de hemorragias e adjacentes a vasos sanguíneos, sugerindo que LCCG representam uma resposta fagocítica à hemorragia. Predileção Acomete cerca de 7% de todas as lesões benignas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Lesão Central de Células Gigantes (LCCG)</strong> é uma proliferação não neoplásica de etiologia desconhecida. No entanto, as células gigantes multinucleadas presentes nesse tipo de lesão estão concentradas em áreas de hemorragias e adjacentes a vasos sanguíneos, sugerindo que LCCG representam uma resposta fagocítica à hemorragia.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Predileção</strong></p>
<p style="text-align: left;">Acomete cerca de 7% de todas as lesões benignas na maxila. Essas lesões ocorrem mais freqüentemente em mandíbula do que em maxila, sendo o lado direito mais envolvido e conforme na literatura a proporção varia de 2:1 a 3:1 (PADMAVATHI <em>et al</em>., 2012). A LCCG é mais comum em pessoas do sexo feminino, com uma proporção de 3:6, com relação homem/mulher de 1,3:1 (OSTERNE <em>et al.,</em> 2013). Essa lesão pode ocorrer em todas as idades, mas a maioria dos casos foram diagnosticados entre a segunda e terceira década de vida (OSTERNE <em>et al.,</em> 2012).</p>
<p style="text-align: left;">A Organização Mundial da Saúde (OMS) define como uma lesão intra-óssea constituída por tecido fibroso celular, que contém múltiplos focos de hemorragia, agregações de células gigantes multinucleadas e, ocasionalmente, trabéculas de tecido ósseo (YUZBASIOGLU <em>et al.,</em> 2013).</p>
<p><strong>Sintomas e Etiologia</strong><br />
A LCCG é normalmente assintomática, tem etiologia indefinida. Na maxila essa lesão pode invadir o assoalho do seio maxilar, a órbita e/ou as fossas nasais, podendo levar a assimetria facial, desvio nasal e mobilidade dos elementos dentais associados (SARMENTO <em>et al.,</em> 2011).<br />
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<p><strong>Classificação</strong><br />
Baseado em características clínicas, radiográficas e histológicas, essas lesões podem ser classificadas como não-agressivas e agressivas (OSTERNE <em>et al.,</em> 2012). A forma não-agressiva se caracteriza por um crescimento lento, tipicamente assintomático e que não transpassa osso cortical ou induz a reabsorção radicular, tendo uma baixa taxa de recidiva.</p>
<p>Já a agressiva é caracterizada por episódios de dor não específica, crescimento rápido, lesão de tamanho grande (&gt;5 cm), parestesia, reabsorção radicular, perfuração da cortical, alta taxa de recidiva pós-tratamento de enucleação e frequentemente produzem inchaço (SILVA <em>et al.,</em> 2012].</p>
<p><strong>Radiograficamente<br />
</strong>A LCCG pode variar de pequenas lesões apicais a grandes áreas radiolúcidas multiloculares envolvendo parte da maxila (OSTERNE <em>et al.,</em> 2012). A presença de uma fina opacificação no interior da lesão é o sinal radiográfico mais significativo associado com LCCG (MOHANTY e JHAMB, 2008).</p>
<p>A LCCG, em uma análise radiográfica, aparece como uma radiolucidez uni ou multilocular, bem ou mal definida, além de uma expansão variada e destruição da placa cortical. Esse padrão radiográfico não é patognomônico e pode ser confundida com muitas outras lesões na maxila e mandíbula (SINGH <em>et al.,</em> 2014).</p>
<p>Pode variar de pequenas lesões apicais a grandes áreas radiolúcidas multiloculares envolvendo parte da maxila (OSTERNE <em>et al.,</em> 2012). A tomografia computadorizada é um excelente exame de imagem para demonstrar a destruição ou desgaste ósseo.</p>
<p>Já a ressonância magnética é melhor empregada para avaliar a extensão da lesão (PADMAVATHI <em>et al</em>., 2012). As LCCG que estão localizadas nas regiões apical ou lateral das raízes dos dentes podem ser facilmente confundidas com lesões odontogênicas inflamatórias (SELFI e FOUROGHI, 2009).</p>
<p><strong>Histologia</strong><br />
Histologicamente são representadas por células gigantes multinucleadas num proeminente estroma fibroso. Os osteoclastos tem distribuição irregular e é associada com áreas de hemorragia. Estruturalmente as células proliferativas incluem fibroblastos fusiformes, miofibroblastos e células inflamatórias mononucleares (PADMAVATHI <em>et al</em>., 2012). Focos de hemorragia com liberação de pigmento hemossiderínico são muitas vezes vistos.</p>
<p>Estudos imunoistoquímicos feitos em casos de LCCG têm ajudado a estabelecer a linhagem e padrão dessas células, no entanto, não podem prever a agressividade da lesão. O diagnóstico final eventualmente repousa sobre os dados histopatológicos porque os recursos clínicos e radiográficos se mostram inespecíficos (SINGH <em>et al.,</em> 2014].</p>
<p>O diagnóstico diferencial inclui cisto ósseo aneurismático, tumor de células gigantes e tumor marrom de hiperparatireoidismo (PADMAVATHI <em>et al</em>., 2012).</p>
<p><strong>Tratamento</strong><br />
O tratamento tradicional de LCCG é a excisão cirúrgica, enucleação ou ressecção em bloco. Essa escolha depende de fatores como: comportamento agressivo e não-agressivo, localização, tamanho e aparência radiográfica. Outros tratamentos incluem radiação, injeções sistêmicas de calcitocina, Interferon e injeções intralesionais com corticóides (PATLOPH e REDDY, 2013].</p>
<p>A abordagem com calcitocina é coadjuvante e inibe atividade osteoclástica (SHOLAPURKAR <em>et al., </em>2006). No entanto, devido ao seu grande desconforto e tempo de tratamento relativamente longo, é, em determinados casos, descartado (YUZBASIOGLU <em>et al.,</em> 2013). Interferon-alfa apresenta-se útil no manejo de LCCG agressivo, presumivelmente devido aos seus efeitos anti-angiogênicos (EBRAHIMI <em>et al.,</em> 2008).</p>
<p>Injeções intralesionais com corticóides são cada vez mais utilizados clinicamente, sendo que alguns estudos apontam resultados excelentes. Podem ser consideradas a primeira opção de tratamento e tem sido cada vez mais utilizadas clinicamente. Com uma abordagem menos invasiva, essas injeções permitem serem usadas sozinhas ou em combinação com outras formas de tratamento, tais como calcitocina e cirurgia (OSTERNE <em>et al.,</em> 2012). Injeção intralesional é preferível a sistêmica, pois alcança uma elevada concentração do medicamento no tecido (SILVA <em>et al.,</em> 2012).<br />
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</body></p>
<p>As complicações sistêmicas associadas a administração de corticóides quase não é relatada (OSTERNE <em>et al.,</em> 2012).</p>
<p>Os tipos mais agressivos da lesão requerem uma abordagem mais radical, o manejo dessas lesões depende dos achados clínicos e radiográficos. Geralmente, a enucleação de lesões bem definidas e localizadas está associada a uma baixa taxa de recidiva. Nas lesões extensas, com bases em exames de imagens, onde já ouve perfuração do córtex, uma excisão mais radical é obrigatória (EBRAHIMI <em>et al.,</em> 2008). A enucleação continua sendo a modalidade de tratamento mais comum em LCCG, no entanto, uma taxa de 24% de recorrência foi relatada em lesões não-agressivas, por isso, a inclinação para associações com outras modalidades (TSICHLAKI <em>et al.,</em> 2012).</p>
<p>Em alguns casos, a perda de dentes e germes dentais são inevitáveis, assim como reabsorções radiculares (PATLOPH e REDDY, 2013]. Um acompanhamento periódico com realização de radiografias e avaliações clínicas devem ser realizado para evitar recidivas.</p>
<p>Artigo Publicado no <em>The Journal of Medical Case Reports </em><br />
Oliveira JP*, Olivete F*, Scariot R**.</p>
<p><strong>Referências</strong><br />
Amar AS , Pai MK, Auswaf A. <strong>Central Giant Cell Granuloma of the anterior maxilla: A case report. </strong><br />
Ebrahimi H, Yazdani J, Pourshahidi S, Esmaeli F, Zenouz AT, Mehdipour M . <strong>Central Giant Cell Granuloma of the Posterior Maxilla: A Case Report </strong><br />
Farzaneh AH, Pardis P M. <strong>Central giant cell granuloma and Fibrous Dysplasia occurring in the same jaw.</strong><br />
Fonseca FP, Ribeiro AP, Silva AR, Vargas PA, Lopes MA. <strong>Fine Needle Aspiration Cytology and Intralesional Steroid Injection in a Central Giant Cell Granuloma Affecting the Gingiva: A New Clinical Approach.</strong><br />
Geetha NT, Pattathan RKB, Upasi AP. <strong>Fibro-osseous lesions vs. central giant cell granuloma:</strong> <strong>A hybrid lesion.</strong><br />
Gulati D, Bansal V, Dubey P, Pandey S, Agrawal A. <strong>Central Giant Cell Granuloma of Posterior Maxilla: First Expression of Primary Hyperparathyroidism &#8211; Case Report. </strong><br />
Gupta M, Gupta M, Singh S, Kaur R. <strong>Central giant cell granuloma of the posterior maxilla &#8211; </strong><strong>Case Report. </strong><br />
Jadu FM, Pharoah MJ, Lee L, Baker GI, Allidina A.<strong> Central giant cell granuloma of the mandibular condyle: a case report and review of the literature.</strong><br />
Júnior NGS, Carreira ASD, Pedreira EN, Tuji FM, Ortega KL, JJV Pinheiro. <strong>Treatment of central giant cell lesions using bisphosphonates with intralesional corticosteroid </strong> <strong>injections.</strong><br />
Mohanty S, Jhamb A. <strong>Central giant cell lesion of mandible managed by intralesional triamcinolone injections. A report of two cases and literature review. </strong><br />
Padmavathi CD, Swaroopkanth T, Sudhakar G, Kiranmai D., Sasank R., Sridharreddy D.. <strong>Central Giant Cell Granuloma of Maxilla: A Case Report. </strong><br />
Patloth T, Reddy SJ. <strong>Surgically Treated Central Giant Cell Granuloma in Six-Year-Old Child: A Case Report.</strong><br />
PinheiroI LR, PinheiroII JV, Sérgio A, Newton G, Marcelo GPC. <strong>Clinical and imagiological findings of central giant cell lesion and cherubism.</strong></p>
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		<title>Sistema Nervoso Central e Periférico</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/sistema-nervoso-central-e-periferico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2015 05:31:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[central]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[nervoso]]></category>
		<category><![CDATA[neurônios]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[periférico]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema]]></category>
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					<description><![CDATA[Partes: encéfalo, medula, espinha; N.C – encéfalo/medula; N.P – S.N.P somático/S.N.P autônomo (simpático e parassimpático). Sistema Nervoso Central (SNC) Sistema Nervoso Periférico (SNP)  Tecido nervoso Principal tecido do sistema nervoso; Tipos celulares – neurônios e células da glia; Neurônios – condução de impulsos nervosos; Células da glia – responsáveis pela manutenção dos neurônios; Tipos de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li>Partes: encéfalo, medula, espinha;</li>
<li>N.C – encéfalo/medula;</li>
<li>N.P – S.N.P somático/S.N.P autônomo (simpático e parassimpático).</li>
</ul>
<p><strong>Sistema Nervoso Central (SNC)</strong><br />
<a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/SNC11.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3986" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/SNC11.png" alt="SNC1" width="395" height="96" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/SNC11.png 395w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/SNC11-300x73.png 300w" sizes="(max-width: 395px) 100vw, 395px" /></a><br />
<strong>Sistema Nervoso Periférico (SNP) </strong><br />
<a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/snp1.png" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3987" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/snp1.png" alt="snp1" width="365" height="157" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/snp1.png 365w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/snp1-300x129.png 300w" sizes="(max-width: 365px) 100vw, 365px" /></a><strong>Tecido nervoso</strong></p>
<ul>
<li>Principal tecido do sistema nervoso;</li>
<li>Tipos celulares – neurônios e células da glia;</li>
<li>Neurônios – condução de impulsos nervosos;</li>
<li>Células da glia – responsáveis pela manutenção dos neurônios;</li>
<li>Tipos de neurônios – neurônio associativo, sensorial e um final que faz a condução do sentido;</li>
<li>Na repolarização do neurônio é feito por transporte ativo</li>
<li>Tipos de condução – continua e saltatório.</li>
</ul>
<p><strong>Sinapses </strong></p>
<ul>
<li>Ligações entre neurônios (interneurais);</li>
<li>Neuro muscular – neurônio-muscular;</li>
<li>Neuro glandulares – neurônio-célula glandular.</li>
</ul>
<p><strong>Células da Glia</strong></p>
<ul>
<li>Também chamada de neuroglia;</li>
<li>Menores que os neurônios.</li>
</ul>
<p><strong>Funções</strong></p>
<ul>
<li>Sustentação do tecido;</li>
<li>Produção de mielina;</li>
<li>Remoção de excretas;</li>
<li>Fornecimento de substancias nutritivas aos neurônios;</li>
<li>Fagocitose de restos celulares;</li>
<li>Isolamento dos neurônios.</li>
</ul>
<p><strong>SNP – função</strong></p>
<ul>
<li>Ajustar o organismo animal ao ambiente;</li>
<li>Perceber e identificar as condições ambientais externas.</li>
</ul>
<p><strong>SNC – função</strong></p>
<ul>
<li>Processamento e integração das informações.</li>
</ul>
<p><strong>Sistema nervoso autônomo</strong><br />
Via motora autônoma = neurovegetativa</p>
<ul>
<li>Nível subcortical;</li>
<li>Simpático e parassimpático.</li>
<li>Opera por reflexos viscerais;</li>
<li>Sinais sensitivos de parte do corpo enviam impulsos ao centro medular;</li>
<li>O SNA atua no musculo liso, cardíaco e glândulas.</li>
</ul>
<p><strong>Cadeia simpática</strong></p>
<ul>
<li>Descarga simpático adrenal;</li>
<li>Dilatação da pupila;</li>
<li>Taquicardia;</li>
<li>Aumento da pressão arterial;</li>
<li>Vasoconstrição;</li>
<li>Inibição gastrointestinal;</li>
<li>Efeitos metabólicos (energia).</li>
</ul>
<p><strong>SNA simpático – Gastador</strong></p>
<ul>
<li>Emerge a nível medular T1 e L2;</li>
<li>Enerva glândula supra-renal;</li>
<li>Atuação generalizada;</li>
<li>Dispendia (gasto) de energia;</li>
<li></li>
</ul>
<p><strong>Receptores adrenérgicos</strong></p>
<ul>
<li>Vasoconstrição – α;</li>
<li>Vasoconstrição – β;</li>
<li>Aceleração cardíaco – β;</li>
<li>Contração do miocárdio – β;</li>
<li>Bronquiodilatador – β.</li>
</ul>
<p><strong>SNA parassimpático</strong></p>
<ul>
<li>Nervos cranianos III, VII, IX e X;</li>
<li>Não enervo – vasos, glândulas sudoríparas, pelos, baço e supra-renal;</li>
<li>Atuação mais restritiva;</li>
<li>Restauração e conservação de energia.</li>
</ul>
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<p><strong>Integração simpático e parassimpático</strong></p>
<ul>
<li>Órgão com inervação (dupla) simpática exclusivo;</li>
<li>Hipotálamo – função integradora;</li>
<li>Sistema límbico – função modeladora;</li>
<li>Córtex cerebral – função reguladora fina.</li>
</ul>
<p><strong>Quais as respostas complexas do hipotálamo?</strong></p>
<ul>
<li>Comportamento emocional – descarga simpática adrenal;</li>
<li>Controle hormonal –fatores hormonais;</li>
<li>Balanço energético – maior atividade gastrointestinal;</li>
<li>Temperatura – maior temp. parassimpático, menor temp. simpático;</li>
<li>Omularidade plasmática – seleção de respostas somáticas;</li>
<li>Glicemia – regulação balanço hídrico, metabólico e reprodutivo.</li>
</ul>
<p><strong>Ato reflexo</strong></p>
<ul>
<li>Permite a reação rápida do organismo em casos de emergência;</li>
<li>Respostas rápidas sem a participação do encéfalo;</li>
</ul>
<p>Participam o nervo sensorial, medula (nervo associativo e nervo motor)<br />
Conteúdo retirado da aula de Fisiologia Humana da Universidade Positivo<br />
Contribuição: Leonardo Martins Sant&#8217;Anna<br />
Imagem em destaque: medicinaemcasa.com</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Incisivos: descrição anatômica, o que são, funções e características na Odontologia</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/incisivos-descricao-anatomica/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/incisivos-descricao-anatomica/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2013 06:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anatomia e Escultura Dental]]></category>
		<category><![CDATA[anatomia]]></category>
		<category><![CDATA[central]]></category>
		<category><![CDATA[incisivo]]></category>
		<category><![CDATA[inferior]]></category>
		<category><![CDATA[lateral]]></category>
		<category><![CDATA[superior]]></category>
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					<description><![CDATA[Objetivo de considerar as formas dos dentes, aspectos vestibulares, linguais, palatinos, mesiais e distais. Bem como, características das raizes e curiosidades dos incisivos permanentes em maxila e mandíbula.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="1048" data-end="1278">Os incisivos são dentes localizados na região anterior da arcada dentária e têm como principal função o corte dos alimentos. Na Odontologia, eles desempenham papel fundamental na estética do sorriso, fonação e função mastigatória.</p>
<p data-start="1282" data-end="1467">Esses dentes apresentam características anatômicas específicas que os diferenciam dos <a href="https://www.odontoup.com.br/caninos-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener">caninos</a>, <a href="https://www.odontoup.com.br/pre-molares-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener">pré-molares</a> e <a href="https://www.odontoup.com.br/molares-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener">molares</a>, sendo essenciais para o equilíbrio funcional e estético da oclusão.</p>
<p data-start="1282" data-end="1467">📘 <strong data-start="461" data-end="489">IA no TCC de Odontologia</strong><br data-start="489" data-end="492" />Está começando a organizar seu TCC? Criamos um guia gratuito com prompts e orientações para usar IA com método, ética e segurança acadêmica.<br />
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<h2 data-start="3074" data-end="3242"><strong>O que são os incisivos?</strong></h2>
<p data-start="3074" data-end="3242">Os incisivos são dentes anteriores, de formato achatado e com borda incisal cortante. Eles são responsáveis pelo primeiro contato com os alimentos durante a mastigação.</p>
<h2 data-start="3074" data-end="3242"><strong>Quais dentes incisivos existem?</strong></h2>
<p data-start="3074" data-end="3242">A dentição permanente apresenta <strong data-start="3320" data-end="3342">8 dentes incisivos</strong>, sendo quatro superiores e quatro inferiores.</p>
<h2 data-start="3395" data-end="3417"><strong>Tipos de incisivos</strong></h2>
<h3 data-start="3419" data-end="3444">&#8211; Incisivos centrais</h3>
<p data-start="3445" data-end="3579">Localizados na região central da arcada dentária, são os dentes mais visíveis do sorriso e exercem papel essencial na estética facial.</p>
<h3 data-start="3581" data-end="3606">&#8211; Incisivos laterais</h3>
<p data-start="3607" data-end="3711">Situados ao lado dos incisivos centrais, auxiliam no corte dos alimentos e na harmonia do arco dentário.</p>
<hr data-start="3713" data-end="3716" />
<h2 data-start="3718" data-end="3743"><strong>Funções dos incisivos</strong></h2>
<p data-start="3745" data-end="3789">As principais funções dos incisivos incluem:</p>
<ul data-start="3790" data-end="3894">
<li data-start="3790" data-end="3813">
<p data-start="3792" data-end="3813">Corte dos alimentos</p>
</li>
<li data-start="3814" data-end="3841">
<p data-start="3816" data-end="3841">Participação na fonação</p>
</li>
<li data-start="3842" data-end="3865">
<p data-start="3844" data-end="3865">Estética do sorriso</p>
</li>
<li data-start="3866" data-end="3894">
<p data-start="3868" data-end="3894">Auxílio na guia anterior</p>
</li>
</ul>
<hr data-start="3896" data-end="3899" />
<h2 data-start="3901" data-end="3945">Características anatômicas dos incisivos</h2>
<p data-start="3947" data-end="3971">Os incisivos apresentam:</p>
<ul data-start="3972" data-end="4099">
<li data-start="3972" data-end="4019">
<p data-start="3974" data-end="4019">Coroa achatada no sentido vestíbulo-lingual</p>
</li>
<li data-start="4020" data-end="4046">
<p data-start="4022" data-end="4046">Borda incisal cortante</p>
</li>
<li data-start="4047" data-end="4061">
<p data-start="4049" data-end="4061">Raiz única</p>
</li>
<li data-start="4062" data-end="4099">
<p data-start="4064" data-end="4099">Câmara pulpar relativamente ampla</p>
</li>
</ul>
<hr data-start="4101" data-end="4104" />
<h2 data-start="4106" data-end="4150">Importância dos incisivos na Odontologia</h2>
<p data-start="4152" data-end="4207">Na prática clínica, os incisivos são fundamentais para:</p>
<ul data-start="4208" data-end="4319">
<li data-start="4208" data-end="4222">
<p data-start="4210" data-end="4222">Ortodontia</p>
</li>
<li data-start="4223" data-end="4250">
<p data-start="4225" data-end="4250">Dentística restauradora</p>
</li>
<li data-start="4251" data-end="4271">
<p data-start="4253" data-end="4271">Prótese dentária</p>
</li>
<li data-start="4272" data-end="4297">
<p data-start="4274" data-end="4297">Planejamento estético</p>
</li>
<li data-start="4298" data-end="4319">
<p data-start="4300" data-end="4319">Avaliação oclusal</p>
</li>
</ul>
<hr data-start="4321" data-end="4324" />
<h2 data-start="4326" data-end="4379">Diferença entre incisivos superiores e inferiores</h2>
<ul data-start="4381" data-end="4546">
<li data-start="4381" data-end="4460">
<p data-start="4383" data-end="4460"><strong data-start="4383" data-end="4407">Incisivos superiores</strong>: maiores, mais visíveis e esteticamente dominantes</p>
</li>
<li data-start="4461" data-end="4546">
<p data-start="4463" data-end="4546"><strong data-start="4463" data-end="4487">Incisivos inferiores</strong>: menores, mais estreitos e funcionalmente complementares</p>
</li>
</ul>
<hr data-start="4321" data-end="4324" />
<h2 data-start="4326" data-end="4379">Descrição anatômica dos incisivos:</h2>
<h3><strong>Incisivo Central Superior: 11 e 21</strong><br />
<b></b></h3>
<p><b>Aspecto Vestibular das Coroas</b><br />
<img decoding="async" class="alignnone wp-image-5670 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/ICS-vestibular.jpg" alt="incisivos – descrição anatômica" width="432" height="311" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/ICS-vestibular.jpg 432w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/ICS-vestibular-300x216.jpg 300w" sizes="(max-width: 432px) 100vw, 432px" /></p>
<ul>
<li>Trapezoidal tendendo para quadrilátero;</li>
<li>Diâmetro cervico-incisal proporcional ao mesio-distal;</li>
<li>Bordo incisal retilíneo levemente inclinado para distal.</li>
</ul>
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<p>Visto pela face vestibular, a coroa é estreita no terço cervical e larga no terço incisai. Isso significa que as bordas mesial e distal convergem na direção cervical. Mas a borda mesial é mais retilínea e continua em linha com a superfície mesial da raiz. A borda distai é mais convexa, mais inclinada, e ao encontrar a superfície distai da raiz o faz em ângulo.<br />
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</script></p>
<p>Na borda incisal, o ângulo mésio-incisal é mais agudo do que o ângulo disto-incisal, que é mais obtuso ou arredondado. Se o mésio-incisal for um pouco arredondado, o disto-incisal será mais ainda. O desgaste excessivo faz desaparecer o arredondamento dos ângulos.</p>
<p>Por causa da inclinação da face distal e do arredondamento do ângulo disto-incisal, a área de contato distal situa-se mais cervicalmente (entre os terços médio e incisal) do que a área de contato mesial, que se situa bem próximo ao ângulo mésio-incisal.</p>
<p><b>Aspecto Lingual das Coroas</b><br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5671" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/ICS-lingual1.jpg" alt="ICS-lingual" width="434" height="325" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/ICS-lingual1.jpg 434w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/ICS-lingual1-300x225.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 434px) 100vw, 434px" /></p>
<ul>
<li>Pouca incidência de forame cego;</li>
<li>União indireta das cristas proximais.</li>
</ul>
<p>A face lingual é mais estreita virtude da convergência das faces mesial e distal para a lingual. Seu terço cervical mostra uma saliência arredondada bem desenvolvida chamada cíngulo. Em seus terços médio e incisal observa-se uma depressão &#8211; a fossa lingual &#8211; de profundidade variável, dependendo das elevações que a circundam. Limitando a fossa lingual, as cristas marginais mesial e distal também variam em proeminência em diferentes dentes. As cristas marginais são espessas próximo ao cíngulo e vão perdendo espessura à medida que se aproximam dos ângulos incisais. Com isso, a fossa lingual vai perdendo profundidade ao se aproximar da borda incisal.</p>
<p>O cíngulo tem, às vezes, uma extensão que invade a fossa lingual. Sulcos, fossetas ou forame cego não são comuns nesta face do dente.</p>
<p><strong>Aspecto Mesial e Distal</strong><br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5672" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/ICS-MESIAL1.jpg" alt="ICS-MESIAL" width="413" height="316" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/ICS-MESIAL1.jpg 413w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/ICS-MESIAL1-300x230.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 413px) 100vw, 413px" /></p>
<p>As vistas mesial e distal deste dente ilustram o seu aspecto de cunha. As faces vestibular e lingual convergem acentuadamente na direção incisal. Ambas as faces têm uma inclinação lingual, de modo que a borda incisal e o ápice da raiz ficam centrados no eixo longitudinal do dente. Como em todos os incisivos, sua face vestibular é convexa, porém, os terços médio e incisal são planos.</p>
<p>Por este ângulo pode-se ver o bisel da borda incisal, que avança pela face lingual, quando há desgaste. O diâmetro vestíbulo-lingual é grande no terço cervical, diminuindo 1 mm ou<br />
menos junto à linha cervical.</p>
<p><strong>Aspecto Incisal </strong><br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5674 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/ICS-INCISAL1-e1460474447866.jpg" alt="ICS-INCISAL" width="544" height="217" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/ICS-INCISAL1-e1460474447866.jpg 544w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/ICS-INCISAL1-e1460474447866-300x120.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 544px) 100vw, 544px" /><br />
<b></b></p>
<p>Raiz<b>: </b>Comprimento proporcional ao da coroa e tendência a conformação reta e cônica.<b> </b><br />
<b></b></p>
<hr />
<h3><b>Incisivos Laterais Superiores: 12 e 22 </b></h3>
<p>Pela sua forma, lembra o incisivo central. No entanto, é menor em todas as dimensões, com exceção do comprimento da raiz.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5677" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/ILS-1.jpg" alt="ILS 1" width="546" height="709" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/ILS-1.jpg 1459w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/ILS-1-231x300.jpg 231w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/ILS-1-768x998.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/ILS-1-788x1024.jpg 788w" sizes="auto, (max-width: 546px) 100vw, 546px" /><br />
<b> </b></p>
<p><b>Aspecto Vestibular das Coroas</b></p>
<ul>
<li>Trapezoidal tendendo para triangular;</li>
<li>Diâmetro cervico-incisal bem maior que mesio-distal;</li>
<li>Convergência das bordas proximais mais acentuada.</li>
</ul>
<p>A face vestibular por ser mais estreita que a do incisivo central, a coroa do incisivo lateral tem convexidade mais acentuada no sentido mésio-distal. As bordas mesial e distal são mais convergentes e os ângulos mésio e disto-incisal, mais arredondados, principalmente este último. Isto torna a borda incisal bem inclinada para a distal.</p>
<p><b>Aspecto Lingual das Coroas</b></p>
<ul>
<li>Presença do forame cego bem frequente;</li>
<li>União direta das cristas proximais.</li>
<li>Raiz: Mais longa e delgada em relação a coroa e tendência para inclinação distal.<b><br />
</b></li>
</ul>
<p>Já a face lingual tem os mesmos elementos arquitetônicos do incisivo central, porém, com cristas marginais geralmente mais salientes e fossa lingual mais profunda. O cíngulo, apesar de alto e bem formado, é mais estreito. Entre o cíngulo e a fossa lingual surge frequentemente uma depressão em forma de fosseta, o forame cego.</p>
<p><strong>Aspecto Mesial e Distal das Coroas </strong></p>
<p>São muito parecidas com as do incisivo central, mas a menor dimensão vestíbulo-lingual ao nível do terço cervical faz com que a linha cervical seja de curva mais fechada. A borda incisal coincide com o longo eixo do dente.</p>
<p>Raiz: é proporcionalmente mais longa que a do central, mais afilada, mais achatada no sentido mésio-distal e seu terço apical é mais desviado para distal.</p>
<hr />
<h3><b></b><b>Incisivos Centrais Inferiores: 31 e 41 </b></h3>
<p>É o menor e mais simétrico dente da dentição permanente humana, seus elementos anatômicos, como cristas e sulcos, são os menos evidentes.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5678" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/ICI.png" alt="ICI" width="751" height="657" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/ICI.png 751w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/ICI-300x262.png 300w" sizes="auto, (max-width: 751px) 100vw, 751px" /><br />
<b></b></p>
<p><b>Aspecto Vestibular das Coroas</b></p>
<ul>
<li>Trapezoidal tendendo a forma retangular;</li>
<li>Bordas mesial e distal tendem ao paralelismo;</li>
<li>Ângulos incisais nítidos;</li>
</ul>
<p>A largura da face vestibular corresponde a dois terços da largura da mesma face do incisivo central superior. É convexa no terço cervical, mas torna-se plana nos terços médio e incisal.</p>
<p>As bordas mesial e distal encontram a borda incisal em ângulos quase retos, muito pouco ou nada arredondados. As áreas de contato estão no mesmo nível, muito próximas desses ângulos. O desgaste da borda incisal provoca a inclinação desta para a mesial, isto é, há maior desgaste próximo ao ângulo mésio-incisal (em uma oclusão normal). As bordas mesial e distal convergem para o colo, mas não muito acentuadamente; elas tendem ao paralelismo mais do que em qualquer outro incisivo.</p>
<p><b>Aspecto Lingual das Coroas</b></p>
<ul>
<li>Cíngulo centralizado;</li>
<li>Raiz: Tendem a conformação reta.</li>
</ul>
<p>Já a face lingual, levemente côncava, é menor que a vestibular em razão da convergência das faces de contato para a lingual e para a cervical. Isto lhe dá um contorno tendendo para triangular. O cíngulo é baixo e as cristas marginais são dificilmente perceptíveis. Isto faz com que a fossa lingual seja apenas uma leve depressão.</p>
<p>Raiz: é retilínea, sem inclinação para qualquer lado, e muito achatada<br />
mésio-distalmente, com uma dimensão vestibular maior que a lingual.</p>
<hr />
<p><b>Incisivos Laterais Inferiores: 32 e 42</b></p>
<p>É muito parecido com o incisivo central inferior, mas ligeiramente maior em todas as dimensões da coroa e da raiz. Até a borda incisal é um pouco mais larga.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5680" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/ILI-1.jpg" alt="ILI 1" width="513" height="766" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/ILI-1.jpg 1365w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/ILI-1-201x300.jpg 201w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/ILI-1-768x1147.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/ILI-1-686x1024.jpg 686w" sizes="auto, (max-width: 513px) 100vw, 513px" /><br />
<b></b></p>
<p><b>Aspecto Vestibular das Coroas</b></p>
<ul>
<li>Aspecto trapezoidal nítido;</li>
<li>Borda mesial mais convergente para o colo;</li>
<li>Ângulo disto-incisal arredondado;</li>
<li>Inclinação da borda incisal para distal.</li>
</ul>
<p>Pela vista por vestibular, a coroa do incisivo lateral difere do central por apresentar as bordas mesial e distal mais inclinadas (mais convergentes), o que lhe dá um aspecto tendente a triangular. Além disso, a borda mesial é ligeiramente mais alta que a distal; o desgaste acentua essa diferença, provocando grande inclinação no sentido cervical, de mesial para distal.</p>
<p>O ângulo disto-incisal é mais arredondado e obtuso. Todos esses detalhes fazem com que a área de contato distal esteja um pouco mais deslocada para a cervical em relação à área de contato mesial.</p>
<p><b>Aspecto Lingual das Coroas</b></p>
<ul>
<li>Cíngulo para distal.</li>
<li>Raiz:Tendem a conformação reta (50%) ou à inclinação distal (30%).</li>
</ul>
<p>Pela vista lingual, são observados os mesmos aspectos citados na vista vestibular.</p>
<p><b>Elementos que definem o lado dos incisivos</b></p>
<ul>
<li>Convergência da borda distal para cervical;</li>
<li>Convexidade cervical dirigida para a borda mesial;</li>
<li>Ângulos disto-incisais arredondados (exceto centrais inferiores);</li>
<li>Ápice radicular voltado para distal;</li>
<li>Cíngulo voltado para distal (incisivos laterais).</li>
</ul>
<p>Raiz: comparando-se com a raiz do central, ela é mais longa, mais robusta, com sulcos mais profundos, principalmente o distal, e é geralmente desviada para a distal.</p>
<h2 data-start="4553" data-end="4566">Conclusão</h2>
<p data-start="4568" data-end="4752">Os incisivos desempenham papel essencial na mastigação, estética e fonação. O domínio de suas características anatômicas é indispensável para a prática odontológica segura e eficiente.</p>
<h2 data-start="4568" data-end="4752">Perguntas frequentes sobre incisivos:</h2>
<p data-start="2665" data-end="2799"><strong data-start="2665" data-end="2699">Qual a função dos incisivos?</strong><br data-start="2699" data-end="2702" />Os incisivos são responsáveis principalmente pelo corte dos alimentos e pela estética do sorriso.</p>
<p data-start="2801" data-end="2907"><strong data-start="2801" data-end="2856">Quantos incisivos existem na dentição permanente?</strong><br data-start="2856" data-end="2859" />A dentição permanente possui 8 dentes incisivos.</p>
<p data-start="900" data-end="942"><strong>Onde ficam localizados os incisivos?<br />
</strong>Os incisivos estão localizados na <strong data-start="977" data-end="1015">região anterior da arcada dentária</strong>, tanto superior quanto inferior.</p>
<p data-start="1055" data-end="1114"><strong>Qual a diferença entre incisivos centrais e laterais?</strong><br />
Os incisivos centrais ficam no centro da arcada dentária e são mais visíveis, enquanto os incisivos laterais ficam ao lado deles e auxiliam na função e na harmonia do sorriso.</p>
<p data-start="1297" data-end="1332"><strong>Incisivos têm quantas raízes?</strong><br />
Os incisivos possuem <strong data-start="1354" data-end="1372">uma única raiz</strong>, geralmente de formato cônico.</p>
<p data-start="1410" data-end="1472"><strong>Qual a importância dos incisivos na estética do sorriso?</strong><br />
Os incisivos são fundamentais para a estética do sorriso, pois influenciam diretamente o alinhamento, o tamanho e a exposição dentária durante o sorriso.</p>
<p data-start="1633" data-end="1677"><strong>Os incisivos participam da mastigação?</strong><br />
Sim. Os incisivos são responsáveis pelo primeiro estágio da mastigação, realizando o corte inicial dos alimentos.</p>
<p data-start="1993" data-end="2040"><strong>Os incisivos são importantes para a fala?</strong><br />
Sim. Os incisivos participam da articulação de diversos fonemas, sendo essenciais para uma fonação adequada.</p>
<p>Veja também:</p>
<p><a href="https://www.odontoup.com.br/caninos-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Anatomia dos Caninos</a><br />
<a href="https://www.odontoup.com.br/pre-molares-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Anatomia dos Pré-Molares</a><br />
<a href="https://www.odontoup.com.br/molares-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Anatomia dos Molares </a></p>
<p>Aprofunde seus conhecimentos em incisivos e aplique em outras áreas (PubMed): <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/3287129/" target="_blank" rel="noopener">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/3287129/</a></p>
<p><em>Referência: Miguel Carlos Madeira, Anatomia do Dente, 5 edição. </em></p>
<p>Atualizado dia 07/07/2021</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/incisivos-descricao-anatomica/feed/</wfw:commentRss>
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