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	<title>biópsia &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>biópsia &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Câncer Bucal: Um Guia Com os Sinais e Sintomas de Alerta</title>
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					<comments>https://www.odontoup.com.br/cancer-bucal-um-guia-com-os-sinais-e-sintomas-de-alerta/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Nov 2021 22:18:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estomatologia & Patologia]]></category>
		<category><![CDATA[alcolismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Identificar sinais, sintomas e lesões é fundamento para qualquer diagnóstico seguro. Esse guia vai mostrar as lesões e condições cancerizáveis que podem evoluir para câncer bucal. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como aluno, dentista ou médico, tenho certeza que você já leu muito sobre <strong>Câncer Bucal. </strong>Embora muito falado, grande parte dos acadêmicos ou profissionais da saúde encontram dificuldades na hora de diagnosticar uma lesão cancerizável.</p>
<p>É aqui que entra a necessidade desse post. Serão 5min de leitura que mudarão a sua forma de ver e entender o câncer bucal.</p>
<p>Sendo o sexto câncer mais comum entre os humanos, 90% dessas lesões são carcinoma epidermóide e 10% <a href="https://www.odontoup.com.br/neoplasias-mesenquimais-benignas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">neoplasias mesenquimais</a> e de glândulas salivares. A região sudoeste do Brasil é a que concentra mais casos no país, com os homens acima de 40 anos, os mais afetados.</p>
<h4><strong>Mas qual a importância desses dados epidemiológicos?</strong></h4>
<p>É importante analisarmos o perfil do paciente além da lesão propriamente dita. Os fatores de risco podem podem ajudar na definição do <strong>diagnóstico.</strong></p>
<p>Nesse post você encontrará:</p>
<ol>
<li><strong>Fatores de risco</strong></li>
<li><strong>Lesões cancerizáveis</strong><br />
&#8211; Leucoplasia;<br />
&#8211; Eritroplasia;<br />
&#8211; Queilite actínica;</li>
<li><strong>Fluxo de diagnóstico clínico e tratamento</strong></li>
<li><strong>Condições cancerizáveis</strong><br />
&#8211; Líquen plano;<br />
&#8211; Fibrose submucosa;</li>
</ol>
<hr />
<h3><strong>Fatores de risco</strong></h3>
<p><strong>TABAGISMO:</strong> com mais de 60 substâncias cancerígenas, o <a href="https://www.odontoup.com.br/cigarro-saude-bucal/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">tabagismo</a> é um fator carcinogênico complete e de dose dependente. Os riscos aumentam de acordo com o tipo de <a href="https://www.odontoup.com.br/cigarro-saude-bucal/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">cigarro</a> que está sendo consumindo, sendo:</p>
<p>&#8211; Cigarro industrializado: 6,3%<br />
&#8211; Cachimbo: 13,9%<br />
&#8211; Cigarro de palha: 7%</p>
<p><strong>ALCOOLISMO:</strong> os mecanismos da ação do álcool ainda não estão bem estabelecidos, mas acredita-se que o mesmo pode atuar aumentando a permeabilidade celular da mucosa aos agentes carcinogênicos diversos. Assim como no caso do tabaco, o risco relativo também é<br />
dose-dependente.</p>
<p>Quem bebe ao menos duas doses diárias de destilados aumenta em até 10x o risco de<br />
desenvolver câncer. Quando consumido junto com o fumo, multiplica-se o perigo. Em câncer de laringe, por exemplo, esse risco pode chegar a mais de 100x. Assim, além de o álcool ter seu efeito isolado, ele potencializa muito o efeito do tabaco, afirma o Dr. Vartanian do <em>Hospital ACCamargo</em>.</p>
<p>Dados da <em>Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço (SBCCP)</em> revelam que<br />
o hábito de beber e fumar aumenta em até 20x a chance de uma pessoa<br />
desenvolver algum tipo de câncer de cabeça e pescoço. Tumores nessa região<br />
correspondem a 3% de todos os tipos de câncer. Os de cavidade oral, que incluem<br />
lábios, língua, assoalho de boca, céu da boca, orofaringe como amígdalas, e de laringe<br />
são os tumores mais comuns. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), no<br />
Brasil, as estimativas de 2016 apontam a ocorrência de 15.490 novos casos de câncer<br />
bucal, sendo 11.140 em homens e 4.350 em mulheres.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote class="td_quote td_quote_left"><p>Para discutir:<strong> Enxaguante bucal pode causar câncer?</strong></p></blockquote>
<p>Mito ou Verdade? Segundo matéria no site AC/Camargo, os <a href="https://www.odontoup.com.br/resultado-do-teste-de-eficacia-dos-anti-septicos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">enxaguantes bucais</a> com álcool podem sim causar câncer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já em matéria nos site da FOUSP, o álcool contido nos enxaguantes bucais é diferente<br />
dos contidos nos destilados e por isso é    incapaz de causar câncer.</p>
<p><strong>RADIAÇÃO ULTRAVIOLETA:</strong> representa o principal fator de risco para o desenvolvimento do carcinoma nos lábios.</p>
<p>Varia com:</p>
<ul>
<li>intensidade;</li>
<li>tempo de exposição;</li>
<li>quantidade de pigmentação presente na pele do paciente.</li>
</ul>
<p><strong>DEFICIÊNCIAS NUTRICIONAIS:</strong> esses pacientes podem ter o epitélio mais vulnerável e permeável, principalmente às ações de outros agentes de risco como o tabaco e o álcool. Ciclo vicioso entre a deficiência nutricional e o hábito do tabaco e do álcool.</p>
<p><strong>DEFICIÊNCIAS DE HIGIENE:</strong> quando não existe o hábito de higiene regular, há maior predisposição para a entrada de bactérias e/ou vírus que podem vulnerabilizar a mucosa do paciente. Dessa forma, aumenta-se a predisposição para alterações dessa mucosa.</p>
<p><strong>HPV:</strong> nos estudos analisados, o tipo de <a href="https://www.odontoup.com.br/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-o-papiloma-virus-humano-hpv/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">HPV</a> mais prevalente é o de baixo risco (6 e 54) e o de alto risco (16), sendo encontrado em lesões localizadas na <a href="https://www.odontoup.com.br/lingua/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">língua</a> e assoalho de boca em pacientes do sexo masculino, faixa etária acima e 60 anos e não-tabagistas.</p>
<p><em>Conclusões:</em> são necessários estudos que permitam considerar o HPV como agente<br />
causal do carcinoma epidermóide bucal, pois, na literatura, a presença de diversos carcinógenos, atuando concomitantemente, impede conclusões precisas e apontam para uma ação sinérgica do HPV com outros carcinógenos que, de fato, potencializaria o desenvolvimento de uma neoplasia maligna.</p>
<hr />
<h3><strong>Lesões Cancerizáveis </strong></h3>
<p><strong>LEUCOPLASIAS | LESÕES BRANCAS:</strong> podem ser resultado do espessamento da camada de ceratina, hiperplasia epitelial da camada de <em>Malpighi</em>, edema intracelular das células epiteliais ou uma redução da vascularidade do tecido conjuntivo subjacente.</p>
<p>A definição de leucoplasia segundo a <em>Organização Mundial de Saúde (OMS)</em> é uma <a href="https://www.odontoup.com.br/lesoes-brancas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">lesão branca</a> que não pode ser removida por simples raspagem e que, clínica e histologicamente, não se assemelha a nenhuma outra lesão.</p>
<p>A leucoplasia apresenta diferentes aspectos clínicos:</p>
<ul>
<li>placa ou mancha branca;</li>
<li>tamanho variável;</li>
<li>aspecto homogêneo ou heterogêneo;</li>
<li>lisa ou verrucosa;</li>
<li>assintomática.</li>
</ul>
<p>Pode ser chamada de hiperceratose focal ou friccional, segundo <em>Regezi&amp;Sciubba</em>. Se a natureza da lesão for traumática, não é necessária a <a href="https://www.odontoup.com.br/biopsia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">biópsia</a>, apenas acompanhamento e orientação quanto a mudança de hábito.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10012" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE-e1638026875852.jpg" alt="LEUCOPLASIA" width="640" height="320" /></p>
<p><strong>Etiologia das leucoplasias</strong></p>
<p>Desconhecida, porém alguns fatores estão relacionados à sua patogenia, como relacionados anteriormente nesse post:</p>
<ul>
<li>Fumo;</li>
<li>Álcool;</li>
<li>Fatores modificadores irritativos crônicos locais (<a href="https://www.odontoup.com.br/exame-clinico-para-protese-total/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">próteses</a> ou dentes mal posicionados<br />
resultando em trauma);</li>
<li>Radiação ultravioleta;</li>
<li>Microrganismos.</li>
</ul>
<p style="text-align: right;"><em>Sugaya, 2001; Wan der Waal, 1995</em></p>
<p><strong>Características clínicas</strong></p>
<ul>
<li>Manchas ou placas brancas;</li>
<li>Coloração homogênea ou não;</li>
<li>Lisa, rugosa ou ainda verrucosas;</li>
<li>Isoladas, únicas ou múltiplas e de tamanhos variados.</li>
</ul>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-10014 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE1-e1638054977560.jpg" alt="leucoplasia" width="1920" height="753" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE1-e1638054977560.jpg 1920w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE1-e1638054977560-300x118.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE1-e1638054977560-1024x402.jpg 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE1-e1638054977560-768x301.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE1-e1638054977560-1536x602.jpg 1536w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE1-e1638054977560-696x273.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE1-e1638054977560-1068x419.jpg 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE1-e1638054977560-1071x420.jpg 1071w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p><strong>Diagnóstico diferencial<br />
</strong><em><span style="color: #808080;">Kovalski, 2002</span></em><strong><br />
</strong></p>
<ul>
<li>linha alba;<img decoding="async" class=" wp-image-10015 alignright" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE3-e1638055490274.jpg" alt="" width="325" height="221" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE3-e1638055490274.jpg 1094w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE3-e1638055490274-300x204.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE3-e1638055490274-1024x695.jpg 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE3-e1638055490274-768x522.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE3-e1638055490274-696x473.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE3-e1638055490274-1068x725.jpg 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE3-e1638055490274-618x420.jpg 618w" sizes="(max-width: 325px) 100vw, 325px" /></li>
<li>mucosa mordiscada;</li>
<li>queratose irritativa;</li>
<li>estomatite nicotínica;</li>
<li><a href="https://www.odontoup.com.br/candidiase/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">candidose hiperplásica</a>;</li>
<li>líquen plano;</li>
<li>nevo branco esponjoso;</li>
<li>leucoplasia pilosa.</li>
</ul>
<p><strong>Tratamento</strong></p>
<ul>
<li>Acompanhamento depois de removido o fator causal (se possível);</li>
<li>Remoção cirúrgica completa da lesão.</li>
</ul>
<p><strong>Fluxograma de Diagnóstico Clínico e tratamento de Lesões Brancas </strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10019 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/FLUXO-DE-DIAGNÓSTICO-E-TRATAMENTO-e1638059756552.png" alt="" width="800" height="700" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/FLUXO-DE-DIAGNÓSTICO-E-TRATAMENTO-e1638059756552.png 800w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/FLUXO-DE-DIAGNÓSTICO-E-TRATAMENTO-e1638059756552-300x263.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/FLUXO-DE-DIAGNÓSTICO-E-TRATAMENTO-e1638059756552-768x672.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/FLUXO-DE-DIAGNÓSTICO-E-TRATAMENTO-e1638059756552-696x609.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/FLUXO-DE-DIAGNÓSTICO-E-TRATAMENTO-e1638059756552-480x420.png 480w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><strong>ERITROPLASIA: </strong>termo clínico utilizado para identificar mancha ou placa vermelha que não pode ser caracterizada clínica ou patologicamente com nenhuma outra condição.</p>
<p style="text-align: right;"><em>WHO, 1978</em></p>
<p>90% dos casos já representam um carcinoma <em>in situ</em> ou micro-invasivo</p>
<p style="text-align: right;"><em>Dib, 2002; Sugaya, 2001</em></p>
<p><strong>Características clínicas<br />
</strong><span style="color: #999999;">Eritroplasia</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-10023 alignright" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/ERITROPLASIA-POST-INSIDE-e1638103630433.jpg" alt="" width="380" height="335" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/ERITROPLASIA-POST-INSIDE-e1638103630433.jpg 1080w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/ERITROPLASIA-POST-INSIDE-e1638103630433-300x264.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/ERITROPLASIA-POST-INSIDE-e1638103630433-1024x901.jpg 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/ERITROPLASIA-POST-INSIDE-e1638103630433-768x676.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/ERITROPLASIA-POST-INSIDE-e1638103630433-696x612.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/ERITROPLASIA-POST-INSIDE-e1638103630433-1068x939.jpg 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/ERITROPLASIA-POST-INSIDE-e1638103630433-477x420.jpg 477w" sizes="auto, (max-width: 380px) 100vw, 380px" /></p>
<ul>
<li>Manchas ou placas avermelhadas</li>
<li>Sem sinais de <a href="https://www.odontoup.com.br/resumo-de-farmacologia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">inflamação</a></li>
<li>Assintomática ou sintomática (ardência/queimação)</li>
<li>Bem demarcada</li>
<li>Tamanho variado</li>
<li>Textura aveludada e macia</li>
</ul>
<p><strong>Diagnóstico diferencial<br />
</strong><span style="color: #999999;">Eritroplasia</span><strong><br />
</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.odontoup.com.br/mucosite/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Mucosites</a> inespecíficas</li>
<li><a href="https://www.odontoup.com.br/candidiase/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Candidíase</a> eritematosa</li>
<li>Lesões vasculares</li>
</ul>
<p><strong>Tratamento<br />
</strong><span style="color: #999999;">Eritroplasia</span><strong><br />
</strong></p>
<ul>
<li>Eliminar fatores irritativos locais;</li>
<li>Cirurgia, com ressecção completa da lesão, realizando margem de segurança adequada.</li>
</ul>
<p><strong>QUEILITE ACTÍNICA: </strong>Lesão cancerizável por consequência da exposição prolongada e contínua à radiação solar, especificamente à radiação ultravioleta, afeta preferencialmente o lábio inferior, porém, o fumo também é um fator relacionado à sua etiopatogenia.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Markopoulos, 2004; Rojas, 2004</em></p>
<ul>
<li>Homens brancos;</li>
<li>Intensa exposição solar;</li>
<li>A transformação maligna da queilite actínica pode chegar a 17% dos casos.</li>
</ul>
<p><strong>Características clínicas</strong><strong><br />
</strong><span style="color: #999999;">Queilite Actínica</span></p>
<ul>
<li>Manchas, placas vermelhas ou brancas;</li>
<li>Presença ou não de áreas ulceradas ou descamativas;</li>
<li>Ressecamento, atrofia no vermelhão do lábio inferior;</li>
<li>Áreas eritematosas irregulares ou hiperqueratóticas;</li>
<li>Podem evoluir para erosões, ulcerações, fissuras ou ainda vesículas.</li>
</ul>
<p style="text-align: right;"><em>Dib, 2002; Scully 1992</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10024" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/QUEILITE-ACTINICA-POST-INSIDE-e1638106704151.jpg" alt="" width="398" height="186" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/QUEILITE-ACTINICA-POST-INSIDE-e1638106704151.jpg 1214w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/QUEILITE-ACTINICA-POST-INSIDE-e1638106704151-300x140.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/QUEILITE-ACTINICA-POST-INSIDE-e1638106704151-1024x477.jpg 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/QUEILITE-ACTINICA-POST-INSIDE-e1638106704151-768x358.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/QUEILITE-ACTINICA-POST-INSIDE-e1638106704151-696x324.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/QUEILITE-ACTINICA-POST-INSIDE-e1638106704151-1068x498.jpg 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/QUEILITE-ACTINICA-POST-INSIDE-e1638106704151-901x420.jpg 901w" sizes="auto, (max-width: 398px) 100vw, 398px" /></p>
<p><strong>Microscopicamente<br />
</strong><span style="color: #999999;">Queilite Actínica</span><strong><br />
</strong></p>
<ul>
<li>Atrofia epitelial;</li>
<li>Hiperqueratose em estágios iniciais, até displasias que podem ser classificadas como<br />
leve, moderada ou severa;</li>
<li>Degeneração hialina (elastose solar);</li>
</ul>
<p><strong>Tratamento</strong><br />
<span style="color: #999999;">Queilite Actínica</span></p>
<ul>
<li><a href="https://www.odontoup.com.br/biopsia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Biópsia</a>;</li>
<li>Uso de pomadas, fotoprotetores e corticosteróides;</li>
<li>Cirurgia: vermelhectomia.</li>
</ul>
<hr />
<h3><strong>Condições Cancerizáveis </strong></h3>
<p><strong>LÍQUEN PLANO: </strong>Condição inflamatória crônica, mucocutânea benigna, de etiologia associada às alterações imunológicas, acometendo preferencialmente adultos, cuja relação parece associar-se a distúrbios de ordem emocional. As mulheres acima de 30 anos são as mais acometidas.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Dib, 2002; Einsenberg, 1992.</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10026" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LIQUEN-PLANO-POST-INSIDE-e1638109099530.jpg" alt="" width="659" height="284" /></p>
<p><strong>Características clínicas</strong><br />
<span style="color: #999999;">Líquen Plano</span></p>
<ul>
<li>Expressas de maneira polimorfa podendo ser bolhosa, em placa, papular;</li>
<li>Atrófica e erosiva/ulcerativa;</li>
<li>Reticular, em placa ou papular são mais comuns e geralmente assintomáticas;</li>
<li>Erosivo, causa sintomatologia dolorosa, ardor e queimação;</li>
<li>Localização mais frequente: mucosa jugal, gengiva e <a href="https://www.odontoup.com.br/lingua/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">língua</a>.</li>
</ul>
<p><strong>Diagnóstico</strong><br />
<span style="color: #999999;">Líquen Plano</span></p>
<p>Através de biópsia.</p>
<p><strong>FIBROSE SUBMUCOSA: </strong>Doença crônica da <a href="https://www.odontoup.com.br/mucosa-bucal/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">mucosa bucal</a> caracterizada por uma inflamação e fibrose progressiva da lâmina própria e dos tecidos conjuntivos mais<br />
profundos, seguido de enrijecimento da mucosa. Conhecida também como <em>Noz de Areca e Noz de Betel.</em></p>
<p><strong>Características clínicas</strong><br />
<span style="color: #999999;">Fibrose submucosa</span></p>
<ul>
<li>Sintomas como queimação bucal, sialorréia, pigmentação;</li>
<li>Dificuldade de abertura da boca;</li>
<li>Mucosa com aspecto enrugado, pálido, superfície atrófica;</li>
<li>Em região de mucosa jugal, retromolar e palato mole (mais afetados)</li>
</ul>
<p><strong>Tratamento </strong><br />
<span style="color: #999999;">Fibrose submucosa</span></p>
<ul>
<li>Colagenase, corticosteróides;</li>
<li>Cirurgia para remoção;</li>
<li>Interferon gama</li>
</ul>
<p>Pronto, esse material vai te ajudar no diagnóstico de lesões e será um grande aliado nas provas e trabalhos acadêmicos.</p>
<p>Não se esqueça de referenciar, viu?</p>
<p><span style="color: #808080;"><strong>Referências:</strong></span></p>
<p>MartinsRB, GiovaniEM, VillalbaH. Lesõescancerizáveisna cavidadebucal.Rev  Inst CiêncSaúde.2008;26(4):467-76.<br />
www.unasus.unifesp.br/biblioteca_virtual/pab<br />
www.accamargo.org.br/sobre-o-cancer<br />
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23139/tde-19022015-114144/<br />
http://revodonto.bvsalud.org/pdf/rctbmf/v14n2/a15v14n2.pdf<br />
Sugaya, 2001; Wan der Waal, 1995<br />
Markopoulos, 2004; Rojas, 2004<br />
Dib, 2002; Einsenberg, 1992.<br />
Kovalski, 2002</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Biópsia</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/biopsia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2013 20:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estomatologia & Patologia]]></category>
		<category><![CDATA[biópsia]]></category>
		<category><![CDATA[excisional]]></category>
		<category><![CDATA[incisional]]></category>
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					<description><![CDATA[O conceito de biópsia é a remoção de tecido vivo para analise laboratorial, sendo possível a remoção total ou parcial da lesão. Indicações Verificação da extensão da lesão, diagnósticos de doenças, lesões patológicas, lesões brancas ou lesões que não regridem em duas semanas ou com edema persistente. Contra Indicações Lesões enegrecidas ou pigmentadas ou em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center">O conceito de<b> biópsia </b>é a remoção de tecido vivo para analise laboratorial, sendo possível a remoção total ou parcial da lesão.</p>
<p><b>Indicações</b></p>
<p>Verificação da extensão da lesão, diagnósticos de doenças, lesões patológicas, lesões brancas ou lesões que não regridem em duas semanas ou com edema persistente.<br />
<b></b></p>
<p><b>Contra Indicações</b></p>
<p>Lesões enegrecidas ou pigmentadas ou em hemangiona (lesão vascular com comprometimento intra-ósseo)<br />
<b></b><br />
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<p><b>Causas de erro</b></p>
<p>Uso de substâncias antissépticas corantes, introdução de agente anestésico sobre a lesão, tamanho do material coletado e manipulação inadequada da peça.<br />
<b><br />
</b>Obs:</p>
<ul>
<li>O material coletado deve ter uma margem de segurança de 1 cm em todo o corte.</li>
<li>A peça coletada deve ser fixada em Formalina à 10%.</li>
<li>Lesões que englobam o dente tem grande probabilidade de serem malignas.</li>
</ul>
<p><b>TIPOS DE BIÓPSIA:</b><br />
<b></b></p>
<p><b> </b><b>Biópsia Excisional: </b></p>
<ul>
<li>Remoção total da lesão.</li>
<li>Depende do tamanho, localização e inserção da lesão.</li>
<li>Lesões pequenas de até 2 cm.</li>
<li>Mucosa jugal e gengival, palato e língua.</li>
</ul>
<p><b><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-2064 alignleft" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/biopsia-incisional.jpg" alt="biopsia incisional" width="124" height="150" />Biópsia incisional:</b></p>
<ul>
<li>Remoção de apenas uma parte da lesão.<b></b></li>
<li>Lesões maiores de 2 cm.<b></b></li>
<li>Lesão de localização difícil, como palato mole e assoalho bucal.<b></b></li>
<li>Lesões sésseis.<b></b></li>
</ul>
<p>Fernanda T. Zamboni, 22 anos. Acadêmica do curso de Odontologia da Universidade Positivo &#8211; Curitiba &#8211; PR</p>
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