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	<title>anestesia &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>anestesia &#8211; Odonto Up</title>
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		<title>BAIXE AGORA Ebook Anestesia Descomplicada Para Dentistas 2.0</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Apr 2021 20:46:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-books]]></category>
		<category><![CDATA[akinosi]]></category>
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					<description><![CDATA[Ninguém nunca te ensinou anestesia dessa forma. Já pensou em aprender e dominar definitivamente as técnicas de anestesia intraoral? Grande parte dos acadêmicos e cirurgiões-dentistas enxergam a anestesiacomo um momento difícil do tratamento. Será que vou encontrar o nervo? Será que vou acertar um vaso sanguíneo? Quanto anestésico eu posso infiltrar? É aqui que a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1>Ninguém nunca te ensinou anestesia dessa forma.</h1>
<p>Já pensou em aprender e dominar definitivamente as técnicas de anestesia intraoral?</p>
<p>Grande parte dos acadêmicos e cirurgiões-dentistas enxergam a <strong>anestesia</strong>como um momento difícil do tratamento. Será que vou encontrar o nervo? Será que vou acertar um vaso sanguíneo? Quanto anestésico eu posso infiltrar?</p>
<p>É aqui que a gente entra.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O Melhor Conteúdo de Anestesia em Odontopediatria Que Você Verá Hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2016 19:55:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontopediatria]]></category>
		<category><![CDATA[acidentes]]></category>
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					<description><![CDATA[Para a realização de qualquer procedimento que envolva anestesia em odontopediatria, deve-se ter muita cautela pelo cirurgião dentista, sendo que o manejo com o paciente pediátrico deve ser de extrema importância para que ocorra tudo dentro do planejamento e para que não tenha surpresas durante ou após o procedimento. Inicialmente, realizar uma boa anamnese perguntando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para a realização de qualquer procedimento que envolva <strong>anestesia</strong> em <strong>odontopediatria</strong>, deve-se ter muita cautela pelo cirurgião dentista, sendo que o <strong>manejo</strong> com o paciente pediátrico deve ser de extrema importância para que ocorra tudo dentro do planejamento e para que não tenha surpresas durante ou após o procedimento.</p>
<p>Inicialmente, realizar uma boa <em>anamnese</em> perguntando para os pais:</p>
<ul>
<li>se a criança é alérgica a algum medicamento;</li>
<li>se já tomou anestesia de dentista;</li>
<li>se houve algum tipo de reação alérgica</li>
</ul>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6493" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/AspectosPsicológicos-e1468266713913.png" alt="Aspectos Psicologicos" width="1024" height="547" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/AspectosPsicológicos-e1468266713913.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/AspectosPsicológicos-e1468266713913-300x160.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/AspectosPsicológicos-e1468266713913-768x410.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Mas tendo como foco a aplicação da anestesia, deve-se sempre realizar a técnica de forma correta e:</p>
<ul>
<li>nunca utilizar agulhas longas;</li>
<li>sempre utilizar agulhas curtas ou extra curtas;</li>
<li>é um fator extremamente importante também, não deixar o paciente ver a agulha;</li>
<li>explicar o efeito da anestesia.</li>
</ul>
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</script></p>
<p>Caso o paciente não seja colaborativo pode-se utilizar de outras técnicas como a utilização do <strong>óxido nitroso</strong>, conhecido também como gás do riso, que é muito utilizado pelos odontopediatras e tem grande eficácia durante a realização do caso, sendo que pode ser um coadjuvante durante a realização de algum tipo de procedimento. O cirurgião dentista deve ser habilitado a fazer a utilização do óxido nitroso e sendo de obrigação do mesmo explicar as <em>causas e efeitos</em> que o gás pode causar na criança.<br />
<strong><br />
Anestésicos</strong><br />
Os anestésicos utilizados em odontopediatria são divididos em dois grupos: as amidas e o éster. Dentro da classificação do Éster, se encontra a benzocaína que é utilizada como anestésico tópico. Já o outro grupo são as Amidas, que nelas se encontram a Lidocaína, Mepivacaína, Articaína, Prilocaína. A concentração e a dose máxima de cada anestésico é de:</p>
<ul>
<li><strong>Lidocaína a 2% sem vaso</strong>, dose máxima por kg de peso 4,4 mg;</li>
<li><strong>Lidocaína a 2% com epinefrina 1:100.000</strong>, dose máxima por kg de peso 4,4 mg.</li>
<li><strong>Mepivacaína a 3% sem vaso</strong>, dose máxima por kg de peso 4,4 mg.</li>
<li><strong>Mepivacaína 3% com epinefrina 1:100.000</strong>, dose máxima por kg de peso 4,4 mg.</li>
<li><strong>Prilocaína a 3% sem vaso</strong>, dose máxima por kg de peso 6 mg.</li>
<li><strong>Prilocaína a 3% com felipressina</strong>, dose máxima por kg de peso 6 mg.</li>
<li><strong>Articaína a 4% com epinefrina 1:100.000</strong>, dose máxima por kg de peso 7 mg.</li>
</ul>
<p>O cirurgião dentista deve ter cautela durante a aplicação do anestésico, porem caso haja uma super dosagem de anestésico na criança, pode leva-la a alguns problemas de saúde, entre eles estão as <span style="color: #00ccff;"><strong><a style="color: #00ccff;" href="http://odontoup.com.br/revisao-emergencias-medicas-em-odontologia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">reações alérgicas</a></strong></span> e as <strong><span style="color: #00ccff;">reações tóxicas</span>. </strong></p>
<p><strong>As técnicas mais utilizadas em odontopediatria são</strong></p>
<ul>
<li><strong>Técnica infiltrativa:</strong> Com uma agulha curta, penetrar na prega da mucosa vestibular no sentido do longo eixo do dente depositando o anestésico o mais próximo possível do ápice do dente a ser anestesiado.</li>
<li><strong>Técnica interpapilar, papilar ou transpapilar:</strong> Com uma agulha curta, penetrar na papila injetando apenas algumas gotas do líquido anestésico.</li>
<li><strong>Técnica bloqueio regional:</strong> Quando se deseja trabalhar em mais de um dente, realiza-se um bloqueio regional infiltrando-se a solução anestésica, como exemplo podemos pegar a realização do bloqueio do nervo mentoniano.</li>
<li><strong>Técnica intraligamentar:</strong> A técnica é preconizada pela aplicação da solução anestésica entre o ligamento periodontal, a agulha entra no sulco gengival paralelamente ao longo eixo do dente, atingindo as fibras periodontais, indicado para a complementação anestésica em dentes da mandíbula.<br />
<hr />
</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><strong>Acidentes e complicações devido ao uso de anestésicos</strong></p>
<p><strong>Úlcera traumática</strong><br />
As úlceras podem acontecer de várias formas, uma delas é quando acontece que o cirurgião dentista passa uma broca esférica diamantada na língua ou na bochecha do paciente acidentalmente, isso pode ocasionar uma lesão ulcerativa, em crianças deve-se tomar muito cuidado, pois a grande maioria não fica parada durante o procedimento, logo pode ocorrer um acidente durante o atendimento, orientar os pais para fazer o acompanhamento da lesão e realizar bochechos com água morna e sal e se necessário fazer uso de medicamentos;<br />
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</body></p>
<p><strong><br />
Hematoma</strong><br />
Os hematomas podem aparecer no momento ou após o momento cirúrgico ou de atendimento, os pais devem ser orientados a realizar compressa de água morna na região afetada, sendo que o paciente pode ter problemas hematológicos que podem ser exacerbada essa resposta a lesão tecidual;<br />
<strong><br />
Dor</strong><br />
A dor pode ser por acometimento de aplicação de anestésico no músculo ou a inserção do agente anestésico muito rápido;<br />
<strong><br />
Trismo</strong><br />
Acontece quando ocorre o traumatismo do músculo durante a inserção da agulha no momento da realização da técnica anestésica;<br />
<strong><br />
Paralisia facial:</strong> Acontece devido a aplicação da técnica anestésica por injeção muito profunda na região no espaço pterigomandibular, a paralisia pode perdurar de horas ou até 2 dias;<br />
<strong><br />
Parestesia:</strong> Caso ocorra o emprego da técnica anestésica incorreta pode ocorrer parestesia, ou pode ser por outros motivos sendo ele por acometimento de infecção;<br />
<strong><br />
Fratura da agulha:</strong> Existem algumas técnicas que o cirurgião dentista pode utilizar, como um aliado para que não aconteça esse tipo de complicação, pode-se utilizar abridores de boca e sempre utilizar um ponto de apoio para a realização da técnica anestésica;<br />
<strong><br />
Lipotimia:</strong> A lipotimia é um desencadeamento do sistema nervoso que ocorre uma leve perda de consciência, porem não acontece o desmaio;</p>
<p><strong>Xerostomia:</strong> A xerostomia pode ocorrer quando o cirurgião dentista aplica o agente anestésico próximo do nervo corda do tímpano causando sua dessensibilizarão;</p>
<p><strong>Náuseas e vômito:</strong> As náuseas e vômito podem preceder um desencadeamento de nervosismo pelo paciente, acometido pelo medo;<br />
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</body></p>
<p><strong>Reações tóxicas:</strong> Pode ocorrer devido a alta dose aplicada no paciente, pode ser pelo rápido metabolismo do anestésico feito pelo corpo, o cirurgião dentista pode ter realizado a aplicação do agente anestésico intravascular;</p>
<p><strong>Reações alérgicas:</strong> Podem ocorrer devido a uma hipersensibilidade devido ao agente químico aplicado (anestesia).</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Analgesia da Dor em Pacientes Comprometidos Sistemicamente</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/analgesia-da-dor-em-pacientes-comprometidos-sistemicamente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 20:46:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Farmacologia]]></category>
		<category><![CDATA[AINE]]></category>
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					<description><![CDATA[O uso de medicamentos com a finalidade de analgesia da dor tem que ser bem avaliado pelo cirurgião-dentista. Existem alguns grupos de pacientes (sistemicamente comprometidos e/ou que fazem uso de antidepressivos) que devemos estar atentos, visto que alguns analgésicos ou AINES tem suas metabolização e excreção em regiões específicas que podem comprometer ainda mais o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O uso de medicamentos com a finalidade de analgesia da dor tem que ser bem avaliado pelo cirurgião-dentista. Existem alguns grupos de pacientes (sistemicamente comprometidos e/ou que fazem uso de antidepressivos) que devemos estar atentos, visto que alguns analgésicos ou AINES tem suas metabolização e excreção em regiões específicas que podem comprometer ainda mais o quadro determinados pacientes.<br />
<strong>Cardiopatas</strong><br />
Devem ser levados em consideração que anestésicos locais, com vasoconstritores (adrenalina, por exemplo), pode aumentar a frequência cardíaca em doses elevadas. Alguns estudos também mostram que em pequenas quantidades a adrenalina age no organismo produzindo uma vasodilatação periférica. Porém, existe outra questão a par da injeção de anestésicos locais, que é o medo que algumas pessoas sentem ao irem ao dentista – o medo faz com que o organismo libere também adrenalina, aumentando a FC. Ou seja, devemos nos ater aos cuidados antes mesmo da aplicação no paciente. Diminuem atividade do marca-passo cardíaco (importante como antiarrítmicos). Ações resultantes da ação sobre miocárdio, vasculatura periférica e SNC. A taquicardia (cardiopatas) pode agravar o quadro de intoxicação, pois promove mais ciclos cardíacos e fornece mais canais inativos para a impregnação do anestésico local.<br />
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<p>É indicado que cardiopatas tragam uma recomendação de um cardiologista responsável de que o tratamento indicado seja realizado sob anestesia local sem o uso de vasopressores (adrenalina e noradrenalina) para evitar hemorragias abundantes e analgesia menos profunda e menos duradoura.<br />
<img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4935" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/a-seminar-about-caring-and-conserving-our.png" alt="anestesicos cardiopatas " width="1024" height="768" />Os anestésicos locais, através da inibição da corrente de sódio no músculo cardíaco, diminuem os estoques intracelulares de cálcio e a força de contração, levando a uma diminuição da excitabilidade, velocidade de condução e a força de contração do miocárdio.. Também causam dilatação arterial, em parte por um efeito direto no músculo liso vascular e, em parte, por inibição do sistema simpático. Os efeitos cardíacos e vasculares levam a uma queda na pressão arterial que pode ser súbita e potencialmente fatal, por isso a importância de uma boa anamnese e da atenção para com o paciente. Os benefícios de uma boa anestesia superam em muito os riscos causados pela anestesia sem vasoconstritor, onde a absorção da base anestésica é rápida e nem sempre se consegue um perfeito bloqueio nervoso.<br />
Em cardiopatas é contraindicado o uso de analgésicos opióides (ex.: morfina &#8211; com <em>pressão arterial baixa</em>). Pode causar também euforia, ansiedade (SNC), taquicardia, braquicardia, hipotensão, palpitação, sensação de colapso cardiovascular (SCV).<br />
O uso de analgésicos de ação periférica não é contra indicado nesses casos, pois não encontraram alterações significativas da pressão arterial e pulso radial com o uso desses medicamentos.<br />
<strong>Gestantes</strong><br />
No caso de analgésicos não-opióides, é indicado respeitando as condições de cada paciente e utilizado em situações de dores leves e moderadas já instaladas.<br />
Em relação aos analgésicos opióides: O consumo de analgésicos opióides, como codeína, oxicodona ou hidrocodona, pouco antes do início da gestação ou no seu começo, aumenta em duas vezes o risco de que o bebê nasça com algum tipo de malformação congênita. Para a mulher grávida, são indicadas apenas em casos de dor extrema, como uma crise de pedra nos rins, por exemplo, onde os benefícios superam os riscos.<br />
Anestésicos locais são considerados para uso durante toda a gravidez. O emprego de baixas doses em odontologia privilegia esse uso. Alguns aspectos devem ser observados quando da utilização de anestésicos locais em gestantes, dentre eles: técnica anestésica, quantidade da droga administrada, ausência/ presença de vasoconstritor e os efeitos citotóxicos. O uso de lidocaína é o mais indicado para mulheres gestantes.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4942" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/EXHIBITION-5.png" alt="EXHIBITION-5" width="1024" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/EXHIBITION-5.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/EXHIBITION-5-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/EXHIBITION-5-768x576.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />O uso de anti-inflamatórios durante a gestação não é recomendado. Anti-inflamatórios esteroides e não esteroides, segundo a classificação da FDA, pertencem à categoria B. sendo bloqueadores das sínteses de prostaglandinas, podem constringir o ducto arterioso intra-útero, causar hipertensão pulmonar sustentada no recém-nascido e prolongar a gestação e o trabalho de parto. Devem ser usados nas menores doses eficazes e retirados 8 semanas antes do parto previsto. Os corticosteroides preferenciais na gestação são: prednisona e prednisolona, por atravessarem com mais dificuldade a placenta. Em pacientes de risco para surgimento de doença péptica, tem sido recomendado o uso concomitante de AINE e misoprostol, análogo sintético das prostaglandinas. No entanto, esse não é recomendado para as gestantes por estimular as contrações uterinas e causar sangramento vaginal e abortamento. Tem sido associado a síndrome de Möbius (paralisia congênita em recém-nascidos). Esses fármacos não estão contraindicados durante a lactação, pois passam ou se encontram em quantidades insignificantes no leite.<br />
Embora a maioria dos antimicrobianos atravesse com facilidade a placenta, poucos são considerados teratogênicos. Penicilinas e cefalosporinas são os agentes preferentemente usados durante toda a gestação (classe B). eritromicina não causa problemas fetais (classe B). azitromicina e claritromicina não estão liberados para uso em gestantes. Clindomicina pertence a categoria B pela FDA. Tetraciclinas são responsabilizadas por deficiência na formação do esmalte dentário, coloração anormal dos dentes e retardo no crescimento ósseo (classe D), além de serem particularmente tóxicas para a gestante (necrose gordurosa aguda do fígado de evolução letal, pancreatite, dano renal associado). Metronidazol, usado como anaeromicida, não induz malformações (classe B), embora haja conflitante evidência de teratogenicidade em animais.<br />
A seguir, um quadro mostrando os fármacos empregados em odontologia e de uso restrito em gestantes:</p>
<table style="height: 793px;" border="1" width="444">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216"><strong>Fármaco</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="216"><strong>Categoria de risco – FDA</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Codeína</td>
<td style="text-align: center;" width="216">C</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Betametasona, dexametasona, hidrocortisona</td>
<td style="text-align: center;" width="216">C</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Carbamazepina</td>
<td style="text-align: center;" width="216">C</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Ácido volpróico</td>
<td style="text-align: center;" width="216">D</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Ácido acetilsalicílico</td>
<td style="text-align: center;" width="216">C</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Aciclovir</td>
<td style="text-align: center;" width="216">C</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Diazepam</td>
<td style="text-align: center;" width="216">D</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Epinefrina</td>
<td style="text-align: center;" width="216">C</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Ibuprofeno</td>
<td style="text-align: center;" width="216">D</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Miconazol</td>
<td style="text-align: center;" width="216">C</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Tetraciclina</td>
<td style="text-align: center;" width="216">D</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Tiopental</td>
<td style="text-align: center;" width="216">C</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;<br />
<body><br />
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</body></p>
<p><strong>Hepatopatas</strong><br />
<strong> </strong>A epinefrina tem ação oposta à da insulina. Por determinar estimulação da neoglicogênese e glicogenólise hepática, é considerado hormônio hiperglicemiante. A probabilidade de ocorrerem alterações metabólicas após a administração de epinefrina, nas concentrações usadas em odontologia, é muito baixa. O risco é maior em diabéticos não-controlados e nos que recebem insulina. Em pacientes com doença estável, controlados por dieta ou hipoglicemiantes orais, o uso de vasoconstritores adrenérgicos é seguro. Diabéticos dependentes de insulina e estáveis podem-se beneficiar de pequenas doses de vasoconstritor.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4962" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/hepatopata12-e1442039098594.png" alt="hepatopata12" width="855" height="639" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/hepatopata12-e1442039098594.png 855w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/hepatopata12-e1442039098594-300x224.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/hepatopata12-e1442039098594-768x574.png 768w" sizes="auto, (max-width: 855px) 100vw, 855px" /><br />
Alguns Opióides podem atenuar também Insuficiência hepática, como é o caso do Sulfato de Morfina. A Dipirona é um analgésico não-opióide que é contraindicado para pacientes hepatopatas (porfiria hepática, por exemplo). O uso do Ácido Acetil Salicílico pode atenuar disfunções hepáticas. Assim como o Paracetamol que tem apresenta algumas reações adversas (hepatotoxidade, Icterícia, hepatite).<br />
Em situações de hipovolemia, cirrose com ascite, nefrite lúpica, síndrome nefrótica e insuficiência cardíaca, os AINE podem intensificar a redução da filtração glomerular, provocando manifestações clinicas importantes, tais como insuficiência renal aguda. Reações hepáticas abrangem desde alterações transitórias (aumento de aminotransferases séricas) até quadros fatais. Devem-se a hipersensibilidade ou hepatotoxicidade direta. A fenilbutazona tem sido associada a necrose hepática e hepatite granulomatosa. Descreveu-se hepatite colestática após uso de sulindaco, indometacina, ibuprofeno e naproxeno.<br />
<strong> </strong><strong>Renal Crônico</strong><br />
Para proceder com anestésicos locais, deve verificar se a pressão arterial esta controlada antes de qualquer procedimento cirúrgico e deve ser monitorada durante o procedimento. Usar anestesia local sem vasoconstritor, uma vez que a maioria dos pacientes renais crônicos é hipertensa. Evitar prescrição de drogas nefrotóxicas: anti-inflamatório não hormonal, aminoglicosídeos.<br />
A administração de opióides em pacientes renais crônicos deve ser feita sob cautela. A morfina é contra indicada em caso de insuficiência renal. Não há relação de toxicidade renal com o uso de opióides agonistas.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4964" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/DONT-QUIT-2.png" alt="DON'T QUIT-2" width="1024" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/DONT-QUIT-2.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/DONT-QUIT-2-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/DONT-QUIT-2-768x576.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />O Ácido Acetil Salicílico, por exemplo, assim como nos hepatopatas, deve ser manejado cuidadosamente em pessoas com disfunções renais (competição pelo transporte renal de ácidos). É contraindicado aos pacientes alérgicos ao Acetil Salicílico o uso do Paracetamol, pois pode desenvolver algumas reações adversas como: insuficiência renal aguda e necrose renal tubular.<br />
As penicilinas são os antimicrobianos mais utilizados na odontologia. Contudo, a penicilina é excretada pelo rim, logo, seu esquema deve ser ajustado de acordo com o quadro do paciente em presença de insuficiência renal.<br />
<strong>Pacientes que fazem uso de antidepressivos</strong><br />
A interação medicamentosa ocorre quando dois ou mais medicamentos administrados ao paciente interferem entre si. Isso causa potencialização ou abolição do efeito terapêutico de um ou mais dos medicamentos ingeridos pelo indivíduo, resultando na maioria em efeitos adversos, que podem ser de grau leve, moderado ou grave, ou ainda levar a óbito. Os analgésicos opióides têm interações com os antidepressivos, o que pode causar uma hipotensão (pressão baixa), portanto é contra indicado em casos de pacientes que fazem uso de antidepressivos. Quando o anestésico local com vaso do grupo das catecolaminas é administrado em grande quantidade ou no caso de uma injeção intravascular acidental, é possível ocorrer elevação na concentração das catecolaminas plasmáticas, que pode resultar em efeitos colaterais potencializados em pacientes que fazem uso de certos antidepressivos atuantes no aumento dos níveis extracelulares de catecolaminas Em usuários de tricíclicos, os efeitos colaterais sobre o sistema cardiovascular, como elevação da pressão arterial  e arritmias cardíacas, são possivelmente potencializados pela administração em altas doses ou por injeção intravascular acidental de vasoconstritores como AD, NA ou fenilefrina.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4965" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/ON-NOW-3.png" alt="ON NOW-3" width="1024" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/ON-NOW-3.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/ON-NOW-3-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/ON-NOW-3-768x576.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />Em relação aos opióides em pacientes que fazem uso de antidepressivo – a Codeína e a Morfina, por exemplo, tem interação medicamentosa com antidepressivos tricíclicos. Por isso, a realização de uma anamnese adequada e uma conversa com o paciente é fundamental para o sucesso do procedimento.<br />
Antidepressivos tricíclicos (amitriptilina, nortriptilina, imipramina, desipramina. Clomipramina, doxepina, maprotilina) são fármacos usados no tratamento de dor crônica e em quadros de depressão. Administração de vasoconstritores adrenérgicos a pacientes de uso de antidepressivos tricíclicos pode desencadear hipertensão marcada e arritmias cardíacas. Recomenda-se dose inferiores a 0,05mg de epinefrina (aproximadamente 3 tubetes de solução 1: 100.000), em unjeção lenta. Antidepressivos atípicos, como mianserina, bupropiona e fluoxetina, não estão incluídos entre aqueles fármacos em que contraindicam o uso de vasoconstritores adrenérgicos.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Técnica Anestésica Pterigomandibular e Bloqueio do Nervo Mentual e Palatino Maior</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/tecnica-anestesica-pterigomandibular-e-bloqueio-do-nervo-mentual-e-palatino-maior/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/tecnica-anestesica-pterigomandibular-e-bloqueio-do-nervo-mentual-e-palatino-maior/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 20:14:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anestesiologia e Terapêutica]]></category>
		<category><![CDATA[anestesia]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[mentual]]></category>
		<category><![CDATA[nervo alveolar inferior]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[palatino maior]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
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					<description><![CDATA[Existem várias técnicas anestésicas utilizadas na prática clínica do cirurgião-dentistas. Nesse post iremos falar sobre a Pterigomandibular que bloqueia o nervo alveolar inferior e suas variações, além das técnicas de bloqueio do nervo mentual e palatino maior. Pterigomanbidular &#124; Nervo Alveolar Inferior A técnica anestésica mais frequentemente empregada em Odontologia é a técnica de bloqueio do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem várias <a href="https://www.odontoup.com.br/tecnicas-anestesicas-em-odontologia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">técnicas anestésicas</a> utilizadas na prática clínica do cirurgião-dentistas. Nesse post iremos falar sobre a Pterigomandibular que bloqueia o <a href="https://www.odontoup.com.br/nervo-alveolar-inferior-e-nervo-mentual/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">nervo alveolar inferior</a> e suas variações, além das técnicas de bloqueio do nervo mentual e <a href="https://www.odontoup.com.br/nervo-palatino-maior-e-nervo-nasopalatino/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">palatino maior</a>.</p>
<p><strong>Pterigomanbidular | Nervo Alveolar Inferior</strong><br />
A técnica anestésica mais frequentemente empregada em Odontologia é a técnica de bloqueio do nervo alveolar inferior ou pterigomandibular. Como o nervo lingual fica distante apenas 8mm do nervo alveolar inferior no local da injeção, ele também é anestesiado.<br />
Quando a finalidade da anestesia é realizar procedimentos cirúrgicos em <a href="https://www.odontoup.com.br/molares-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">molares</a> inferiores, o nervo bucal também precisa ser abrangido. Uma variante da técnica providencia, então, que, com a mesma punção, esse nervo seja alcançado e devidamente anestesiado. <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6331" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/CUIDADO-e1464908443835.png" alt="CUIDADO" width="1024" height="540" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/CUIDADO-e1464908443835.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/CUIDADO-e1464908443835-300x158.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/CUIDADO-e1464908443835-768x405.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><br />
<strong>Anestesia do nervo alveolar inferior</strong></p>
<ul>
<li>Bloqueio dos nervos alveolar inferior, incisivo, bucal, mentoniano e lingual (técnica indireta);</li>
<li>Bloqueio pulpar de todos os dentes do hemi-arco inferior;</li>
<li>Anestesia do corpo da mandíbula, do periósteo e de tecidos moles mandibulares;</li>
<li>Anestesia dos 2/3 anteriores da <a href="https://www.odontoup.com.br/lingua/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">língua</a> e do assoalho da boca (daquele lado)</li>
</ul>
<p><strong><br />
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</script></strong></p>
<p>Indicações</p>
<ul>
<li>Procedimentos em múltiplos dentes de um quadrante inferior;</li>
<li>Anestesia de tecidos moles na região inferior, tanto por vestibular quanto por lingual.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Contraindicações</strong></p>
<ul>
<li>Possibilidade de mordedura de lábio/língua – crianças muito pequenas;</li>
<li>Necessidade de tratamento no sextante 5;</li>
<li>É desconfortável se feita bilateralmente.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Equipamentos</strong></p>
<ul>
<li>Seringa carpule;</li>
<li>Agulha longa calibre 25.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Pontos de reparo</strong></p>
<ul>
<li>Ligamento pterigomandibular;</li>
<li>Borda anterior do ramo ascendente da mandíbula;</li>
<li>Plano oclusal inferior;</li>
<li><a href="https://www.odontoup.com.br/pre-molares-descricao-anatomica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Pré-molares</a> inferiores do lado oposto.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Técnica Indireta ou das Três Posições</strong></p>
<ul>
<li>Uma única punção permite o bloqueio dos nervos alveolar inferior, lingual e bucal;</li>
<li>Deposição do anestésico em 3 locais distintos, cada um para bloqueio de um nervo;</li>
<li>Necessidade de mudança de posição do conjunto seringa-agulha.</li>
</ul>
<p><em><br />
Técnica – 1ª posição:</em> anestesia do nervo bucal:</p>
<ul>
<li>Identificar as linhas formadas pelo ramo ascendente e pelo ligamento pterigomandibular;</li>
<li>Traçar a bissetriz do ângulo dessas linhas;</li>
<li>Punção na bissetriz, 1cm acima do plano oclusal, com o bisel da agulha voltado para a face interna do ramo;</li>
<li>Manter a seringa paralela ao plano oclusal, alinhada com a superfície oclusal dos molares inferiores;</li>
<li>Induzir a agulha +/- 5mm;</li>
<li>Aspirar;</li>
<li>Injetar um pouco de anestésico</li>
</ul>
<p><em><br />
Técnica – 2ª posição:</em> anestesia do nervo lingual:</p>
<ul>
<li>Após a anestesia bucal, introduzir a agulha por mais 5mm, mantendo a seringa na mesma orientação da primeira posição;</li>
<li>Aspirar;</li>
<li>Injetar anestésico até atingir ¼ do tubete;</li>
<li>Mantendo a carpule paralela ao plano oclusal, retirar quase toda a agulha (manter pouco mais que toco o bisel dentro da mucosa);</li>
<li>Esta etapa é a preparação para a 3ª posição.</li>
</ul>
<p><em><br />
Técnica – 3ª posição:</em> anestesia do alveolar inferior:</p>
<ul>
<li>A agulha deve estar quase toda fora da mucosa;</li>
<li>Deslocar a seringa para o lado oposto, de modo que o canhão da carpule fique acima dos pré-molares do lado oposto ao lado anestesiado;</li>
<li>Reintroduzir a agulha até que ela toque o osso (pode-se injetar um pouco de anestésico durante a introdução);</li>
<li>Recuar a agulha 1mm;</li>
<li>Aspirar;</li>
<li>Injetar o restante do anestésico (3/4 do anestube)</li>
</ul>
<p><strong><br />
Técnica Direta</strong><br />
Técnica- anestesia dos nervos lingual e alveolar inferior:</p>
<ul>
<li>Identificar as linhas formadas pelo ramo ascendente e pelo ligamento pterigomandibular;</li>
<li>Traçar a bissetriz do ângulo dessas linhas;</li>
<li>Posicionar o canhão da carpule entre os pré-molares inferiores do lado oposto;</li>
<li>Punção da bissetriz, 1cm acima do plano oclusal com o bisel da agulha voltado para a face interna do ramo;</li>
<li>Introduzir a agulha até que ela toque o osso, injetando um pouco de anestésico no trajeto;</li>
<li>Recuar 1mm;</li>
<li>Aspirar;</li>
<li>Injetar o restante do anestube.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Observações</strong></p>
<ul>
<li>O nervo lingual é anestesiado durante a pulsão (introduzir e injetar ao mesmo tempo);</li>
<li>Esta técnica não bloqueia o nervo bucal;</li>
<li>Não provoca anestesia na mucosa vestibular dos molares inferiores;</li>
<li>O nervo mentoniano é bloqueado;</li>
<li>Ocorre anestesia da mucosa vestibular dos pré-molares inferiores.<br />
<hr />
</li>
</ul>
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<p><strong>Bloqueio do Nervo Mentual</strong></p>
<p>O bloqueio do nervo mentoniano ou mentual não é uma técnica muito usual na odontologia. É usado como alternativa para a técnica de bloqueio do nervo alveolar inferior.</p>
<p>Ao se injetar no forame mentoniano, a solução difundi-se pelo canal mentoniano, que e muito curto (3 a 6mm), e bloqueia o próprio nervo alveolar inferior. Ganha-se assim, a insensibilidade dos dentes anteriores e pré-molares, de sua gengiva vestibular e da pele e mucosa do mento e lábio inferior.</p>
<p>O forame mentoniano fica abaixo do segundo pré-molar, porém, em uma entre 4 pessoas, ele se situa entre os dois pré-molares. Está, em média, 2,60mm distante do plano mediano. Nos indivíduos dentados, está a meio caminho da base da mandíbula e da borda livre do processo alveolar e em linha com os forames supra e infra-orbitais. O canal mentoniano com inclinação de 45°, dirige-se para cima, para trás e para fora.</p>
<p>Na criança, o forame fica mais baixo, entre os primeiros e segundos molares decíduos, e o canal abre-se para cima. No paciente idoso, desdentado, devido a reabsorção que pode ocorrer do processo alveolar, o forame mentoniano pode estar situado próximo a crista alveolar residual ou até mesmo sobre ela.</p>
<p><strong>Objetivo da técnica</strong></p>
<ul>
<li>Bloqueio dos nervos mentoniano e incisivos;</li>
<li>Anestesia da mucosa vestibular, lábio e dentes anteriores ao forame;</li>
<li>Não produz anestesia lingual;</li>
<li>Alvo: forame mentoniano.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Equipamento</strong></p>
<ul>
<li>Seringa carpule;</li>
<li>Agulha longa 25 ou 27</li>
</ul>
<p><strong><br />
Descrição da técnica</strong></p>
<ul>
<li>Localizar o forame (palpar)</li>
<li>Seringa na vertical, levemente inclinada (de trás para frente, de fora para dentro);</li>
<li>Aspirar</li>
<li>Injetar ½ a 1 tubete;</li>
<li>Fazer pressão digital para forçar a entrada do anestésico no forame.<br />
<hr />
</li>
</ul>
<p><strong>Bloqueio do Nervo Palatino Maior</strong></p>
<p>O forame palatino maior fica situado cerca de 1cm medialmente ao terceiro molar (ou entre o segundo e terceiro molares) e 3 a 4mm adiante da borda posterior do palato duro. Na criança, fica sobre uma linha imaginária que passa logo atrás dos primeiros molares permanentes. Com o nervo palatino maior anestesiado, nesse local pode-se intervir sem dor na mucosa palatina do lado anestesiado até a região do primeiro pré-molar.</p>
<p>*Na região do forame palatino maior, existe espaço para acomodar a solução e a anestesia é menos traumática.</p>
<p><strong>Observação clinica</strong></p>
<p>Tem sido sugerido que os ramos do nervo palatino maior penetram no osso alveolar e participam da inervação do periodonto e/ou da polpa dos dentes posteriores, mas isso não está confirmado.</p>
<p>Quando se injeta quantidade excessiva da solução anestésica ou se penetra mais posteriormente ao forame, haverá anestesia de úvula, palato mole e tonsila palatina. Em decorrência, podem sobrevir náuseas e vômitos. O mesmo pode ocorrer em pacientes com emotividade exacerbada. Nessas condições, deve-se acalmar verbalmente o paciente e fazê-lo beber água gelada (MADEIRA, Miguel Carlos).</p>
<p><strong>Objetivo da técnica</strong></p>
<ul>
<li>Bloqueio do nervo palatino maior</li>
<li>Anestesia do palato duro e tecidos distais ao canino superior</li>
<li>Potencialmente traumática</li>
</ul>
<p><strong>Equipamento</strong></p>
<ul>
<li>Seringa carpule</li>
<li>Agulha longa ou curta calibre 27’</li>
</ul>
<p><strong>Descrição da Técnica</strong></p>
<ul>
<li>Alvo: forame palatino maior</li>
<li>Boa anestesia tópica</li>
<li>Compressão até isquemia</li>
<li>Introdução entre os 2° e 3° molares superiores até tocar o osso</li>
<li>Injetar até ⅓ do tubete</li>
<li>Mais lento possível*</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Nervo Alveolar Inferior e Nervo Mentual &#8211; Resumo de Técnicas Anestésicas</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/nervo-alveolar-inferior-e-nervo-mentual/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/nervo-alveolar-inferior-e-nervo-mentual/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 04:31:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anestesiologia e Terapêutica]]></category>
		<category><![CDATA[anestesia]]></category>
		<category><![CDATA[direta]]></category>
		<category><![CDATA[indireta]]></category>
		<category><![CDATA[nervo alveolar inferior]]></category>
		<category><![CDATA[nervo mentual]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
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					<description><![CDATA[O Nervo Alveolar Inferior é um ramo do nervo mandibular, que é o terceiro ramo (V3) do quinto par craniano, o nervo trigêmio. Inerva os dentes incisivos, caninos, pré-molares e molares inferiores. Ele se subdivide em ramos: nervo mentual/mentoniano, incisivo, bucal, aurículo temporal e lingual. Em alguns casos o nervo alveolar inferior cruza a linha mediana, inervando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O<strong> Nervo Alveolar Inferior </strong>é um ramo do nervo mandibular, que é o terceiro ramo (V3) do quinto par craniano, o nervo trigêmio. Inerva os dentes incisivos, caninos, pré-molares e molares inferiores. Ele se subdivide em ramos: nervo mentual/mentoniano, incisivo, bucal, aurículo temporal e lingual. Em alguns casos o nervo alveolar inferior cruza a linha mediana, inervando estruturas do lado oposto.</p>
<p><strong>Características</strong><br />
Terceiro ramo do nervo <a href="http://odontoup.com.br/anatomia/anatomia-de-cabeca-e-pescoco/nervo-trigemio-v-par-craniano/" target="_blank" rel="noopener">trigêmio</a></p>
<p><strong>Trajeto nervoso:</strong><br />
Forame oval → forame da mandíbula → canal da mandíbula → trabécula óssea → ramos incisivos<br />
→ nervos bucal, lingual e milo-hióide<br />
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</body></p>
<p><strong><span style="color: #000000;">Abrangência do nervo</span></strong></p>
<ul>
<li><strong>Nervo alveolar inferior:</strong> polpas dentárias de molares até 2 pré de uma hemiarcada inferior</li>
<li><strong>Ramos incisivos:</strong> polpas dentárias de 1º pré até incisivo central de uma hemiarcada inferior</li>
<li><strong>Nervo milo-hióide:</strong> assoalho bucal, músculo respectivo e ventre anterior do músculo digástrico.</li>
<li><strong>Nervo lingual:</strong> gengiva lingual, sensibilidade geral nos 2/3 anteriores da língua</li>
<li><strong>Nervo bucal:</strong> gengiva vestibular do 2º pré até molares.</li>
</ul>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Tipo de técnica:</strong></span> troncular ou loco-regional</p>
<p><strong>Descrição da técnica</strong></p>
<p>&#8211; Direta</p>
<ol>
<li>Controle da microbiota.</li>
<li>Secar mucosa (mucina dificulta penetração da solução)</li>
<li>Anestesia loco terminal superficial (tópico)</li>
<li>Palpar borda anterior do ramo ascendente da mandíbula com o dedo indicador oposto, procurando deixar a face radial do dedo paralela ao plano oclusal</li>
<li>Direção da agulha guiada pela comissura labial do lado oposto, estando o corpo da agulha forçando a comissura para trás.</li>
<li>Introdução da agulha entre o ligamento esfenomandibular/ prega pterigopalatina e a borda óssea, até chegar ao sulco mandibular, o qual se encontra aproximadamente 1 cm acima do plano oclusal. A seringa ficará perpendicular com a face interna do osso mandibular.</li>
<li>Injeção da solução anestésica (em torno de 1 minuto, pressionando o êmbolo concomitantemente ao trajeto da agulha).</li>
</ol>
<p>&#8211; Indireta</p>
<ol>
<li>Controle da microbiota.</li>
<li>Secar mucosa (mucina dificulta penetração da solução)</li>
<li>Anestesia loco terminal superficial (tópico)</li>
<li>Palpar borda anterior do ramo ascendente da mandíbula com o dedo indicador oposto, procurando deixar a face radial do dedo paralela ao plano oclusal</li>
<li>Direção da agulha em relação aos pré-molares do lado oposto.</li>
<li>Introdução da agulha entre o ligamento esfenomandibular/ prega pterigopalatina e a borda óssea, até chegar ao sulco mandibular, o qual se encontra aproximadamente 1 cm acima do plano oclusal. A seringa ficará perpendicular com a face interna do osso mandibular.</li>
<li>Injeção da solução anestésica (em torno de 1 minuto, pressionando o êmbolo concomitantemente ao trajeto da agulha).</li>
</ol>
<p><strong><br />
Tipo de agulha:</strong> longa para as duas técnicas</p>
<hr />
<p><strong>Nervo Mentual </strong></p>
<p><strong>Características </strong><br />
Ramo do nervo alveolar inferior, recebendo aquele nome quando se exterioriza através do forame mentual.</p>
<p><strong>Trajeto nervoso</strong><br />
Forame mentual → nervo mentual</p>
<p><strong>Abrangência do nervo</strong></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Nervo mentual:</strong> </span>lábio inferior, mento, sulco vestibular anterior e gengiva vestibular de 1º a 1º pré inferior.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Tipo de técnica: </strong> loco- regional<br />
<strong>Descrição da técnica</strong></p>
<ol>
<li>Controle da microbiota</li>
<li>Secar mucosa</li>
<li>Anestesia loco terminal superficial (tópico)</li>
<li>Posição posterior da agulha</li>
<li>Localização do forame entre os dois pré molares</li>
<li>Introdução da solução anestésica</li>
</ol>
<p><strong><br />
Tipo de agulha</strong>: curta<br />
A anestesia loco terminal infiltrativa é possível na maxila, uma vez que seu osso formador tem característica esponjosa. O objetivo dela é, por difusão da solução pelos tecidos moles e duros, atingir o feixe nervoso que adentra o ápice radicular do respectivo dente superior.<br />
As técnicas serão descritas a seguir:<br />
<span style="color: #ff0000;">SUB MUCOSA</span><br />
<strong><br />
Características</strong><br />
Introduz a agulha via submucosa (apenas tecidos moles) até atingir, figurativamente, o ápice radicular.<br />
<strong><br />
Tipo de agulha:</strong> curta<br />
<strong>Descrição da técnica</strong></p>
<ol>
<li>Controle da microbiota</li>
<li>Secar mucosa (mucina dificulta penetração da solução)</li>
<li>Anestesia loco terminal superficial (tópico)</li>
<li>Introdução apenas do bisel, ângulo aproximadamente reto em relação a mucosa)</li>
<li>Injeção de 3 gotas, suficientes para a formação de uma pápula e de um ponto isquêmico.</li>
<li>Fricção</li>
<li>Introdução da seringa, cujo movimento é concomitante ai pressionamento do êmbolo.</li>
</ol>
<p><span style="color: #ff0000;"><br />
SUB PERIÓSTEA</span><br />
<strong><br />
Características</strong><br />
A solução será injetada entre o periósteo e a superfície óssea crivada de orifícios. Em relação a técnica submucosa, a técnica é mais rápida e duradoura.<br />
<strong><br />
Tipo de agulha:</strong> curta<br />
<strong>Descrição da técnica:</strong></p>
<ol>
<li>Controle da microbiota</li>
<li>Secar mucosa (mucina dificulta penetração da solução)</li>
<li>Anestesia loco terminal superficial (tópico)</li>
<li>Introdução apenas do bisel na metade da distância entre o festão gengival e o fundo de vestíbulo, de maneira que a agulha fique perpendicular ao osso</li>
<li>Injeção de 3 gotas, suficientes para a formação de uma pápula e de um ponto isquêmico.</li>
<li>Fricção</li>
<li>Introdução da seringa, cujo movimento é concomitante ai pressionamento do êmbolo</li>
<li>Depois, angulação da agulha paralela em relação ao periósteo, de maneira que possa atravessá-lo.</li>
</ol>
<p><strong>Conteúdo retirado do Compêndio 2011 &#8211; Amanda Mushashe</strong></p>
<p>REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA</p>
<p>FEHRENBACH, Margaret J. HERRING, Susan W. Anatomia ilustrada da Cabeça e do Pescoço. 1ª Ed. São Paulo: Manole, 1998.</p>
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